Minha prima Silvya e eu... muito bom!!

Minha prima Silvia e eu.Sentado na poltrona larga de couro preto, esperava o começo da reunião de trabalho de sempre das segundas-feiras. Os convocados iam chegando aos poucos, a maioria ainda sonolenta e com aquela pouca vontade de falar e sorrir que todo mundo tem no primeiro dia útil da semana.

Faltava só um minuto pras nove da manhã, horário de início da sessão, quando a Susana apareceu, com a maletinha preta de couro e a mesma cara de desânimo que todo mundo ali tinha. Tenho que admitir que a entrada dela na sala foi o primeiro momento agradável do dia, e mais ainda quando vi que ela sentou bem na minha frente, o que me permitiria ficar de olho nela durante as chatas e intermináveis falas do diretor geral.

O começo da reunião era iminente e comecei a dar uma olhada nos meus papéis de trabalho, percebendo que tava faltando a pasta com os relatórios contábeis do último mês. Perguntei pro Antônio, meu colega de departamento, se ele tava com ela, mas ele disse que não, então o mais provável era que eu tivesse deixado na mesa do escritório. O Antônio deve ter visto minha preguiça de me levantar e se ofereceu pra pegar ele mesmo. Falei pra ele procurar na minha mesa e, de fato, depois de um tempinho ele voltou com ela na mão, bem na hora que o diretor geral também entrava, pronto pra “alegrar” a gente com a primeira palestra da manhã.

Quase que na hora, desviei o olhar, sempre na surdina, pra colega de trabalho que tava na minha frente. A Susana tava usando um vestido inteiro, vermelho bem forte, acima do joelho, e com decote quadrado, baixo o suficiente pra deixar à mostra o canalinho do começo do par de peitos dela, e foi ali que me concentrei durante a introdução verbal do nosso chefe, imaginando meus dedos abrindo caminho naquele desfiladeiro impecável e depois minhas mãos coroando as duas montanhas que o ladeavam.

Na real, fisicamente, de Susana me agradava tudo, da cabeça aos pés. Uma mina não muito alta, cabelo castanho escuro, médio comprimento com leves ondulações, olhos castanhos cor de mel, nariz empinado, e uma boquinha de lábios carnudos e dentes branquíssimos. O rosto dela, as pernas e os contornos do corpo, geralmente enfiado em roupas justas, marcavam umas curvas que exalavam uma feminilidade enorme e a tornavam super desejável. Tava há pouco tempo na empresa, mas pra mim ela tinha virado uma obsessão, embora eu soubesse que era impossível chegar nela, primeiro por causa das minhas próprias convicções que me impediam de trair minha esposa, mas também pela situação dela de casada e por uns comentários que ela fez uma vez, que não deixavam dúvidas sobre o conservadorismo cultural dela.

O fato é que passei boa parte da reunião fantasiando sobre o que faria com ela, e em vários momentos minha virilha se revoltou sem eu conseguir evitar. A verdade é que a Susana tava um espetáculo naquele dia, ou eu tava mais tarado que o normal.

Já no meu escritório, passei o resto do dia entre o trabalho do dia a dia e as imagens provocantes da minha linda colega de trampo. Por isso, quando quase não tinha mais ninguém no escritório, fechei a porta da minha sala, pra poder bater uma punheta sossegada em homenagem a ela. Numa das gavetas da minha mesa eu guardava um DVD muito especial, que ia me ajudar a ficar ainda mais no clima. Mas, quando abri a gaveta, vi que o DVD não tava lá. Pensando que talvez tivesse guardado em outro lugar, comecei a revirar o resto das gavetas e a mesa, mas não adiantou nada, o DVD tinha sumido.

O negócio era preocupante, porque, como já falei, o DVD era especial. Preciso confessar que sou um fanático por gang-bang, aquelas sessões de sexo onde uma mulher se acaba com vários caras ao mesmo tempo, e principalmente os finais dessas cenas, onde, por Geralmente, os caras se gozam, um após o outro, na cara da protagonista. Fazia uns meses que eu tava inscrito num site dedicado ao assunto e tinha baixado vários clipes que, embora guardados no meu PC de casa, também tinha salvado num DVD que deixava no escritório, pra ver nas várias vezes que as curvas da minha colega Susana me esquentavam mais que o normal. Esse era o DVD que, estranhamente, tinha sumido, e a possibilidade de alguém ter pegado ele, tipo as moças da limpeza, me deixou bem preocupado, o suficiente pra esquecer naquele dia a Susana e minhas intenções de bater uma, com ela como protagonista das minhas fantasias.

Uns dias depois, eu tava com o Antonio, depois do expediente, tomando umas cervejas, quando a Susana apareceu no bar, dessa vez com um terno de blazer e calça branca tão elegante quanto provocante. A calça era justa e marcava perfeitamente tanto a bunda quanto a região da buceta. Ela nos viu e veio na nossa direção.

- Oi, gurias? Tão falando de mulher, né?

- Olha, não. Tava falando de homem.

Obviamente foi o Antonio quem respondeu. Não é que eu tivesse vergonha de falar, até já tinha conversado com a Susana antes, inclusive fora do trabalho, mas normalmente me sentia desconfortável, porque, sem conseguir evitar, não parava de despir ela com o olhar.

- De homem? Isso sim é novidade, cês tão virando viado? – e a Susana riu da piada que achou que tinha feito.

- Olha, quem sabe a ideia não é tão ruim, vocês mulheres parecem gostar muito dessa parada de homossexualidade.

- Que é que cês sabem de mulher? Só pensam com o que têm debaixo da calça.

A Susana tava bem sacana, nunca tinha visto ela conversar assim, mas minha atenção tava toda na fresta que a calça apertada marcava na altura da buceta dela. O Antonio respondeu de um Modo surpreendente:
- A gente tava falando do tamanho das pirocas dos seus colegas de trabalho. Cê se interessa pelo assunto?

Era mentira, e eu não sabia por que caralhos o Antonio tinha dito uma barbaridade daquelas. Na real, a Susana parecia que ia ficar puta, mas depois de uns segundos pensando, deve ter achado melhor entrar na brincadeira e, sorrindo, respondeu:

- Pra poder falar disso, eu teria que ver elas, não acha?

- Se for por isso, sem problema, amanhã te trago um vídeo onde cê vai poder ver umas quantas, mas durinhas não, claro. Outro dia eu gravei eles saindo do chuveiro, depois do jogo de futebol. Ainda interessa?

A Susana fez cara de espanto e olhou direto pra mim, com os olhos penetrantes:

- Tá falando sério? Cê gravou eles pelados?

Isso era verdade; uns dias antes, na zoeira, ele tinha gravado vários da gente no chuveiro, até antes da gente perceber, segundo ele disse depois. A Susana esperava minha confirmação, e eu só consegui dar um "sim" seco que, com o olhar dela fixo em mim, veio seguido de um vermelhão nas minhas bochechas e um nervosismo sem controle.

Eu, que não parava de imaginar a Susana pelada na minha cabeça, me sentia agora nu pra ela, como se ela tivesse tentando adivinhar o formato e o tamanho da minha pica. É óbvio que tanto ela quanto o Antonio perceberam meu rubor, mas pra minha sorte, depois de uns segundos que pareceram uma eternidade, ela soltou um "Ah, não acredito nisso!" e mudou de assunto.

Foi a primeira vez, desde que conhecia a Susana, que eu tinha uma conversa sobre sexo, e a real é que eu não saí muito bem na parada. O Antonio, claro, me perguntou depois que buceta tinha me dado, e não tive escolha a não ser confessar os efeitos obsessivos que ela causava em mim, algo que ele, de qualquer forma, não pareceu levar muito a sério.

Uns dois dias depois, a gente se encontrou de novo. No bar, eu e os outros colegas, mas dessa vez também apareceu minha esposa, Natalia — algo que ela fazia de vez em quando, já que trabalhava relativamente perto do meu escritório. Só que ela nunca tinha cruzado com Susana antes, que o Antonio apresentou quando ela chegou.

No bar, não rolou nada demais. Eu tentei não olhar pra Susana em momento nenhum, como se quisesse evitar levantar qualquer suspeita na minha esposa sobre meu interesse por ela, e achei que tinha saído ileso dessa. Mas em casa, enquanto jantávamos, ela me perguntou de repente:

— Ei, essa mina que vocês me apresentaram é nova no escritório?

— Não, já tem uns meses que trabalha lá.

— Ah! E como é que você nunca me falou dela?

— Sei lá, não deve ter surgido assunto.

— Tá bom. Pô, ela é bem gostosa, né?

Essa pergunta, que no fundo era totalmente inocente, me desmontou, fazendo eu pensar que ela podia ter descoberto algo do que eu sentia pela Susana. Demorei pra responder, enquanto um calorzinho começava a subir pelo meu corpo:

— Bom, não é nada de outro mundo.

— Pois eu acho que é uma mina bem interessante — e, depois de uma pausa curta, Natalia completou:

— Sabia que mais de uma vez eu peguei ela te olhando?

Natalia me encarava firme, com aquela curiosidade típica de mulher, esperando uma resposta. O calor foi aumentando cada vez mais, enquanto eu, gaguejando, respondia:

— Sei lá, não reparei, deve ser coincidência.

E me lembrei daquela cena no bar e do olhar penetrante dela que me deixou encabulado. O calor virou suor e, por mais que eu tentasse evitar, fiquei vermelho de novo, igual naquele dia. Natalia percebeu, claro, e me perguntou:

— O que foi? Você tá vermelho que nem um pimentão. Parece que te incomoda a gente falar da... Como é o nome? Susana, né? Não me diga que você tem algum rolo com ela.

Naquela hora, queria sumir. A situação tava cada vez pior e tentei cortar o assunto respondendo de da forma mais enérgica e evasiva que pude:

- Mas que besteira você está falando! Vamos terminar de jantar e relaxar vendo TV.

- Tá bom, tudo bem, embora eu ache que o único que precisa relaxar é você – respondeu Natália com um sorriso que não me agradou nem um pouco.

E não voltamos a conversar pelo resto da noite, nem durante o jantar nem depois na frente da TV, enquanto por dentro eu amaldiçoava minha falta de autocontrole e me perguntava, com uma sensação muito mais satisfatória, se seria verdade o que minha esposa dizia e se Susana demonstrava algum interesse por mim.

No sábado seguinte à tarde, dia em que minha esposa tinha saído para fazer compras com a amiga Manoli, aproveitei para sentar na frente do computador e revisar os clipes pornográficos que tinha baixado da internet, aqueles que misteriosamente tinham sumido da mesa do escritório do meu trabalho. Nem preciso dizer que, depois de assistir a alguns deles, fiz uma punheta monumental com Susana como protagonista das minhas fantasias.

Já era bem tarde, quase 11 da noite, quando minha esposa apareceu com um penteado novo, um rabo de cavalo que prendia sua vasta cabeleira loira e lhe dava um visual encantador. Realmente achei que ela estava muito gostosa e fiz questão de dizer isso a ela. Mas além disso, notei que ela estava muito feliz e tagarela, sem parar de falar. Já na cama, logo percebi que essa alegria ainda estava presente nela e que ela queria levar isso para outras áreas. Pensei que talvez tivesse bebido um pouco mais do que devia com a amiga, mas, apesar de já ter batido uma antes, decidi me dar um agrado com ela, aproveitando essa atitude estranha de iniciativa que ela estava demonstrando.

Natália estava realmente excitada, me beijou na boca com uma voracidade desconhecida e, ao se afastar, sua língua continuou me lambendo pelo pescoço e pelo peito. Peguei a cabeça dela e empurrei para baixo em direção ao meu pau, esperando que ela mantivesse esse comportamento apaixonado que estava mostrando. Me chupar o pau não era algo muito comum nos nossos jogos amorosos, mas a Natália continuou me surpreendendo quando enfiou todo o meu pau na boca e se concentrou em lamber e masturbar ele com frenesi. Por sorte pra mim, eu tinha gozado há pouco tempo, o que fez com que eu aguentasse os ataques orais dela sem muita dificuldade. Vendo a disposição incomum dela, achei que era o momento certo pra fazer algo que sempre quis e que ela sempre tentava evitar: chupar a buceta dela! Não pensei duas vezes, rapidamente a deitei na cama, tomando cuidado pra ela não soltar o que estava comendo tão gulosamente, e fui direto pro sexo dela, levantando a camisola comprida que ela costuma usar pra dormir.

Mas aquele parecia ser um dia de surpresas, porque em vez de encontrar a moita abundante de cabelo castanho que cobria a buceta dela, me deparei com a visão da racha completamente depilada. Depois do susto inicial, meu primeiro impulso foi perguntar o que diabos tinha acontecido ali, mas outro impulso, esse incontrolável, fez com que eu parasse pra observar com atenção a xota da minha esposa, e é que nunca tinha curtido algo assim ao natural, até porque bocetas depiladas nunca me chamaram muito a atenção. A da Natália era volumosa, com uma racha bem comprida e fechada por uns lábios maiores bem proeminentes. Quando abri com meus dedos, apareceu um interior bem avermelhado e molhado, mostrando o tesão que a Natália tava sentindo naquele momento. Não aguentei mais e me dediquei a lamber ela toda, até que, quando cheguei no clitóris, minha esposa começou a mexer a pélvis pra cima e pra baixo e depois pegou minha cabeça com as mãos e empurrou ela pro sexo dela. Eu já tava pasmo com o comportamento da Natália, mas ao mesmo tempo encantado com isso, e com minha língua percorrendo e pressionando toda a boceta dela, até que ela teve um orgasmo bestial que molhou minha cara toda. Era a primeira vez que via a Natália gozar sem penetração e pensei em continuar aproveitando a situação. a situação e eu também estrear, na minha ânsia de encher pela primeira vez a boca dela com meu esperma, mas não deu tempo. Ainda presa naquela excitação desconhecida, ela inverteu nossas posições e montou no meu pau, adotando a postura com que geralmente gozávamos quando transávamos. E não demoramos nem meio minuto para gozar os dois, ela pela segunda vez em poucos minutos, aumentando ainda mais, se possível, as surpresas que aquela noite me reservava.

Claro que, na calmaria depois, perguntei o que tinha acontecido, e ela só respondeu que tinha bebido um estranho líquido na casa da amiga Manoli e que a amiga a tinha convencido a tentar me surpreender, depilando a buceta. Com um beicinho, pediu minha opinião e não tive escolha a não ser dizer que estava muito bom, que tinha sido tudo muito excitante e que a gente precisava repetir.

Na segunda-feira seguinte, enquanto tomávamos um café, meu colega Antonio trouxe o assunto da Susana de novo.

- E aí? Já passou a tesão pela Susana? – ele perguntou com sarcasmo.

- Qual nada! Até quando transo com a Natalia, imagino que estou comendo ela. É mais forte que eu.

- E por que você não faz alguma coisa pra tentar pegar ela? Talvez você tenha chance.

Não quis responder, nem passava pela minha cabeça abordá-la. Se só falar com ela já me deixava cada vez mais perturbado, como ia tentar levá-la pra cama? Não era só a minha própria noção de fidelidade, mas eu me sentia incapaz de fazer qualquer tipo de proposta, que com certeza sairia prejudicado, e com um fora.

Antonio então me disse algo inesperado:

- Sabia que a Susana finalmente viu o vídeo que gravei no chuveiro?

- Não me fode! – falei, convencido de que ele estava tirando sarro da minha cara.

- Sério; propus de novo, na brincadeira, no dia seguinte e ela topou. Ela veio na minha casa e mostrei a gravação. Ela viu vocês todos pelados e te garanto que gostou mais do que eu mesmo podia imaginar. Imagina só.
- Você viu ela na sua casa? - Um sentimento idiota de ciúme me atacou.
- Pois é, a gente passou quase a tarde toda e conversamos bastante sobre várias coisas. Queria que você tivesse estado lá também, agora você a conheceria tão bem quanto eu.

Não quis continuar falando sobre o assunto. Antonio era divorciado e morava sozinho. O fato de Susana ter ido na casa dele, sozinha com ele, e os comentários que ele estava fazendo, me deram motivo pra pensar que, talvez, eles tivessem feito algo mais do que conversar. E embora fosse improvável, me fodia demais pensar que Antonio tinha comido ela ali mesmo, enquanto eu mal conseguia olhar nos olhos de Susana sem ficar vermelho.

À tarde, quando voltei do banheiro, encontrei na minha mesa de trabalho um papel que só dizia “www.guardanudas.es”. Intrigado, guardei na minha carteira. Não fazia ideia de quem podia ter escrito aquilo, mas logo me lembrei do meu DVD pornô desaparecido, me convencendo de que, com certeza, alguém do escritório já devia saber dos meus hobbies proibidos.

Naquela mesma noite, enquanto a Natália via TV, com todo cuidado que a situação exigia, procurei na internet o site que alguém misteriosamente tinha “recomendado” pra mim. Claramente era um site pornô, como os milhares que têm por aí, que enfatizava ser um site novo, em desenvolvimento, e que as protagonistas eram espanholas. Não dava mais detalhes específicos sobre o conteúdo, exigindo um pagamento mensal de 10 euros pra acessar. A verdade é que não me atraía muito continuar, já que não sabia do que se tratava, mas a curiosidade de saber que as minas eram conterrâneas minhas e o baixo custo de acesso me fizeram ceder, e fiz os passos necessários pra entrar no site.

Depois de dentro, fui direto pra seção de vídeos, onde só tinham três videoclipes. Ficando bem ligado nos movimentos da Natália pra não ser pego, assisti o primeiro. um clipe de apenas 10 minutos de duração, bem normalzinho, que mostrava uma transa de um casal. O segundo era parecido, só que um pouco mais longo e com uma qualidade muito boa. Enquanto o terceiro abria, já começava a me arrepender de ter pago os 10 euros, quando, ao começar a carregar, fiquei chocado com o que vi na tela. A mulher que aparecia, trabalhando em uma mesa de escritório, era a Susana! Minha colega de trabalho e segredo obscuro dos meus desejos. Não deu tempo de ver mais, porque minha mulher estava chegando pra dormir, e tive que fechar, na maior pressa, o Media Player e a página Promiscuous, ficando puto pra caralho com a aparição inoportuna da Natalia, e por ter sido tão idiota de colocar meu PC no nosso próprio quarto, algo que eu mesmo tinha decidido uns meses antes, contra a opinião da minha própria esposa.

Claro que naquela noite quase não consegui dormir, não parava de pensar naquele clipe e no conteúdo dele que, obviamente, tinha que ser pornô, e cuja protagonista era nada menos que a mulher das minhas fantasias de punheta, minha própria colega de trabalho. Era tanta agonia por dentro que fiquei tentado, lá pelas 4 da madrugada, a arriscar e ligar o computador, confiando que a Natalia não acordasse, mas o bom senso venceu e preferi segurar a vontade até o dia seguinte, já tendo decidido que naquela manhã não iria trabalhar cedo.

De manhã, tomado pela ansiedade, esperei o tempo passar lentamente até que a Natalia se despediu pra ir pro trabalho. Finalmente estava sozinho em casa e com total liberdade pra ver à vontade um vídeo pornô da Susana! Ainda não conseguia acreditar e meu nervosismo ficou insuportável durante os quase 10 minutos que o arquivo demorou pra baixar no computador, até que finalmente chegou o momento. Sentei na frente da tela, com as calças abaixadas, e meu pau já meio duro, só de imaginar o que estava por vir.

A reprodução começava com a Susana escrevendo numa mesa de escritório. Ela usava uma camisa branca, que deixava transparecer o sutiã, e estava impecavelmente arrumada e maquiada, muito gostosa. O vídeo era sem dúvida de qualidade. Nisso, entrou no escritório um cara meio gordo, vestindo um macacão de trabalho azul-marinho, e, sem dizer uma palavra, começou a limpar e arrumar. Já sacou que a história ia ser a típica transa da executiva com o faxineiro, nada espetacular se não fosse porque a protagonista era nada mais nada menos que a Susana e, pra mim, isso já era mais que suficiente.

A surpresa veio na hora, quando entrou no escritório outro cara, bem mais novo, vestido igual ao anterior. Agora sim a coisa prometia, com dois caras junto dela. Quando um deles se abaixou pra pegar o lixo que estava debaixo da mesa da Susana, começou a ação de verdade. Ela abriu as pernas o suficiente pra deixar ver a calcinha branca de renda, tanto pro sortudo do operário quanto pro sortudo do porco que já começava a bater uma na frente do computador. O cara, o mais novo dos dois, foi direto na virilha dela e, sem muito mais enrolação, depois de acariciar a parte interna das coxas, puxou a calcinha pro lado, mostrando por uns segundos um tufinho de pelo preto que cobria a racha da buceta dela, pra em seguida meter a boca ali, me tapando a visão sugestiva que eu esperava.

A câmera voltou então pro rosto da Susana que, de olhos fechados e gemendo de um jeito muito erótico, expressava o prazer que devia estar sentindo enquanto chupavam a xereca dela.

Quando o foco se afastou, foi aparecendo por trás o outro cara, apertando com as mãos os peitos, já nus da mulher. Me pareceu que tudo ia muito rápido, mal tinha tido tempo de me deliciar com a aparição das partes nuas da Susana, mas minha pica continuava adorando o desenrolar dos acontecimentos. Mais uns amassos, e a Susana apareceu completamente pelada e de joelhos, à mercê de os dois caras que mostravam as picas duras pra ela chupar.

Era curioso, eu tinha minha musa erótica ali, pelada, chupando alternadamente as rolas de dois caras, mostrando e confirmando a voluptuosidade do corpo dela, e no entanto, naqueles momentos, a cena não me excitava tanto quanto eu imaginava horas antes. Na verdade, me irritava o fato de aqueles dois babacas terem a sorte de estar ali, se aproveitando dela, enquanto eu mal conseguia falar com ela. Mas a penetração que os dois caras deram nela, um atrás do outro, foi espetacular o suficiente pra eu esquecer esses pensamentos e me preparar pra curtir o momento final da festa, quando os dois começaram a bater punheta perto do rosto dela, enquanto ela ficava deitada de costas num sofá do escritório, depois de ter sido fodida com violência por ambos.

Eu esperava que os dois gozassem na cara dela, mas nem isso aconteceu, os dois gozaram nos peitos dela, enquanto ela sorria safada e espalhava o esperma recebido pelos peitos e pela barriga.

Apesar de estar bem decepcionado, tava com uma vontade enorme de aliviar a tensão acumulada nas últimas horas, então adiantei a ação pro momento em que os dois caras gozavam nela, cena em que eu fiz o mesmo, sujando o chão e mais um pouco. Depois do meu orgasmo, na tela apareciam os últimos momentos do videoclipe e uma imagem final, anunciando a protagonista do próximo videoclipe, que, curiosamente, se chamava Natália, igual minha mulher, e que seria postado em uns quinze dias.

Depois fui pro trabalho, confuso, meio desanimado e com a intenção de evitar a Susana de qualquer jeito, depois do que tinha visto. As palavras do Antônio e da minha própria esposa Natália, a atuação pornô da Susana, o bilhete na mesa do meu escritório me convidando pra vê-la, que eu já tava convencido que tinha sido ela mesma quem deixou, tudo eram pistas. muito claras, me provocando a abordar ela e levar pra cama, algo que com certeza eu queria fazer, mas me assustava a possibilidade de ser infiel à minha esposa e, principalmente, de não estar à altura da situação se eu me atrevesse.

Pensei em falar sobre o assunto com o Antonio, em explicar o que tinha acontecido e pedir a opinião dele, mas me fodia muito ele confirmar que já tinha comido ela também, no dia em que a Susana esteve na casa dele vendo as famosas fotos dos nossos nus. No final, calei a boca e consegui passar os dias seguintes sem vê-la pessoalmente, embora com certeza tenha feito foi contemplar ela de novo pelo computador.

Porém, as surpresas não pararam por aí. De novo, uma tarde, antes de sair do escritório, encontrei na gaveta um DVD. Estava na mesma gaveta onde lembrava ter deixado aquele que dias antes tinha sumido, e a capa externa era idêntica à do DVD desaparecido, então tive a intuição de que era o mesmo. Coloquei no PC e conferi que, de fato, era assim, tinha os clipes que um dia tinha baixado da internet, todos bem numerados. Mas tinha um arquivo a mais, não muito longo, que não reconhecia como um dos meus.

Intrigado, abri ele e me deparei com um daqueles trailers de imagens rápidas e sucessivas que anunciam a existência de um clipe mais longo. Eram cenas de um homem e uma mulher transando em várias posições, e uma cena final em que ela aparecia sentada numa poltrona com o pau do cara a poucos centímetros da cara dela e ele batendo uma a toda velocidade, prestes a gozar. E foi essa cena final que me deixou completamente paralisado. Era a única de todas as imagens em que dava pra ver o rosto da mulher, e, apesar da rapidez com que ela passou no PC, percebi, atônito, que a protagonista era a Natalia, minha mulher. Revisei as imagens de novo e pude confirmar, já com mais calma, que o corpo feminino que aparecia ali era, de fato, o da minha esposa. Naquele momento eu queria morrer, atordoado, sem entender nada de nada, sem compreender como era possível que minha esposa tivesse me chifrado e que ainda por cima estivesse tudo gravado. Tirei o DVD e desliguei o PC.

Voltei pra casa, ainda sem saber como enfrentar a Natalia e a situação que estava vivendo. Durante todo o caminho fiquei pensando em tudo que ia dizer pra ela, em exigir explicações e nas consequências futuras. Depois comecei a matutar sobre o fato de aquele clipe, junto com os meus, ter aparecido na gaveta do meu escritório. Como é que tinha ido parar lá? Quem tinha colocado? Tudo era pura confusão.

Ao contrário do que pensava, acabei não conseguindo dizer nada pra Natalia. Enquanto jantávamos, eu continuava sem saber como tocar no assunto. Natalia me parecia odiosa, mas ao mesmo tempo mais gostosa do que nunca, com aquela longa cabeleira loira, aqueles olhões verdes e um corpo bem feminino. Enquanto a observava, me lembrava das cenas curtas de sexo explícito que tinha visto naquela tarde, e comecei a ter uma vontade louca de vê-las de novo, enquanto meu pau começava a dar sinais de uma ereção que foi ficando cada vez mais incontrolável. Ela estava como se nada tivesse acontecido, e isso me confundia ainda mais.

Naquela noite, consegui uns momentos livres, enquanto a Natalia tomava banho, pra poder ver as imagens de novo no PC. Sem conseguir evitar, elas me excitavam, ao mesmo tempo que começava a me incomodar o fato de serem tão rápidas e curtas. Mas o pior começou a ser a última cena, aquela em que o cara que tinha fodido ela parecia que ia cuspir a porra na cara dela. Me batia uma urgência terrível de saber que buceta tinha passado no final e, especialmente, de ver aquela gozada presumida, daquelas que eu tanto gostava de observar. Mas não sabia como diabos ia conseguir isso, sem perguntar pra ela mesma, algo que naquela hora nem cogitava fazer. Repeti as imagens várias vezes mais, cada vez mais duro. ansioso, até que ela saiu do chuveiro e eu tive que interromper tudo, indo pra cama totalmente desassossegado.

Nada mudou no dia seguinte, exceto a crescente excitação que me vinha toda vez, e eram muitas, que eu lembrava da minha esposa fodendo com o desconhecido e imaginava o possível final da sessão de sexo deles.

À tarde, pensei em bater uma boa punheta, pra ver se assim os calores baixavam, e usei pra isso o clipe da Susana, embora naquela hora ela me chamasse muito menos atenção do que dias antes.

Quando no final do vídeo vi de novo anunciada a próxima protagonista, Natália, uma faísca brilhou na minha cabeça: E se essa Natália fosse minha esposa? Bem pensado, a coisa tinha sua lógica, o papel com o endereço do site pornô, o DVD com o miniclipes da minha esposa. Tudo tinha que ser obra da mesma pessoa, provavelmente da Susana. Eu não terminava de entender a relação dela com minha esposa, mas lembrava também daquela noite em que Natália me interrogou sobre minha colega de escritório.

O interessante era que se abria uma possibilidade de eu poder ver o vídeo inteiro da minha esposa. Quinze dias para a atualização, anunciava no site, mas também não sabia desde quando o clipe da Susana estava postado, de modo que o próximo podia aparecer a qualquer momento. A ansiedade aflorou de novo, e com mais força do que nunca, até que três dias depois, numa sexta à tarde, entrei na página pornô, algo que já fazia a cada meia hora ou menos, e lá estava aquela última atualização, destacada com uma foto inocente da minha esposa Natália.

Me arrepiei de prazer, finalmente ia ver o que tinha acontecido por completo entre minha esposa e seu parceiro sexual. Meu pau cresceu no compasso do meu próprio nervosismo e hesitei em baixar o clipe ali mesmo, mas não tinha como gravar num CD no escritório. Podia visualizar ali mesmo, mas a ocasião exigia a calma e tranquilidade que meu próprio lar me dava, ainda mais quando até 8 da noite e minha mulher ainda não tinha voltado do trabalho pra casa.

Já em casa, depois de um download interminável — puta que pariu, como demorava pra subir aquela porcentagem —, gravei o arquivo de vídeo num CD, pronto pra assistir. Sentado na minha poltrona na frente da TV grande da sala, com o controle do DVD na mão esquerda e meu pau já pra fora na direita, apertei o play, esperando ansioso pela reprodução do vídeo.

No começo, minha esposa aparecia debruçada numa janela, olhando pro campo, vestida com um vestido verde inteiro que ia até quase o tornozelo, nada muito erótico, pra ser sincero. Um novo ângulo, agora pelas costas dela, mostrava a entrada de um cara alto e moreno, também de costas, se aproximando dela. Quando chegou, agarrou ela pela cintura e beijou o pescoço dela.

A câmera se demorava nos movimentos das mãos do cara sobre o vestido dela, acariciando as costas de cima a baixo até chegar na bunda. Ele apalpou ela e depois se abaixou, enfiou a mão por baixo do vestido e subiu de novo. Um rápido close no rosto da Natalia mostrava o prazer que ela já devia estar sentindo.

Minha esposa foi se virando até deixar o cara, sempre coberto pela saia do vestido, de frente pra buceta dela. Ela mesma foi levantando o vestido, e o amante reapareceu com as mãos na bunda dela e o rosto enfiado na moita de pelos castanhos que enfeitava a boceta dela. Ao ver aquela boceta peluda, percebi que o vídeo devia ter sido gravado fazia um tempo, porque ela já tava há vários dias com a xota toda depilada. Essas imagens eu não tinha visto no trailerzinho que já conhecia, e não eram muito explícitas, mas dava pra ver que o cara tava chupando a boceta dela, e a Natalia tava adorando, enquanto enfiava a mão na cabeça dele pra enterrar mais fundo na boceta dela.

O cara se levantou pouco depois e tirou o vestido dela pela cabeça, deixando ela completamente pelada e pronta pra ele. A A câmera se demorou um bom tempo no nu de Natalia e nas expressões do rosto dela, enquanto ela olhava com uma impaciência e desejo aparentes pro cara que ia foder ela — impaciência que eu também sentia, saboreando, quase sem pensar, aquela excitação doentia que a traição feminina provoca em muitos homens. O plano foi se abrindo até mostrar ele de novo, sempre de costas e já completamente pelado, na frente da minha esposa. Ela se virou, dando as costas pra ele, se apoiou na janela e, sem tirar os olhos dele, esperou que ele a pegasse por trás. A penetração foi bem brutal desde o começo, tão violenta quanto o vai e vem dele depois, fodendo ela com força e velocidade, enquanto as mãos dele agarravam os peitos de Natalia e os amassavam sem parar. Esse momento foi o primeiro que eu tinha visto no trailer, seguido por mais três posições em que o cara comeu ela com o mesmo ímpeto. Obviamente, minha mão direita também se movia numa punheta lenta e cuidadosa.

Era excitante ver como a piroca bem dotada daquele homem atacava sem parar a buceta da minha esposa, que eu começava a ver mais como uma atriz pornô do que como a mulher que tava me chifrando sem dó. Por isso, comecei a ter uma vontade enorme de ver, finalmente, como a coisa terminava. Até que Natalia começou a gritar de um jeito brutal, com a mesma intensidade que ela faz quando goza transando comigo. Ou ela fingia muito bem ou tava realmente tendo um orgasmo, e isso me desorientou — parei de vê-la como uma pornstar e percebi que ela tava mesmo curtindo com aquele cara que eu não conhecia de nada, mas que ela talvez conhecesse bem.

E embora eu tenha começado a me sentir meio magoado, meu pau mostrava o contrário e pedia mais. Ele já não tava montando nela, deixava ela se recuperar do orgasmo que tinha conseguido arrancar, e aproximou a boca da dela pra beijá-la. O plano foi se aproximando devagar pra focar aquele beijo, e conforme isso acontecia, não só eu me dei percebi que era um beijo de língua daqueles bem dados, mas quando o rosto do amante da minha esposa foi aparecendo diante dos meus olhos, deixou de ser desconhecido. Era o Antônio, meu colega de trabalho, que estava comendo a minha esposa. Fiquei tão estupefato que até meu pau começou a murchar, mas o vídeo continuava e o Antônio, se levantando de novo, batia uma punheta bem perto do rosto da minha esposa, preparando a própria gozada, enquanto a Natália, na expectativa, olhava nos olhos dele. A cena quente me tirou do torpor e eu fiquei excitado de novo com a iminente ejaculação do meu colega de trabalho, quando, de repente, uma voz em off disse "OK" e o Antônio se afastou sem mais, deixando a Natália sozinha na frente da câmera, e eu com uns sentimentos de decepção e incompreensão enormes.

Pausei o DVD, que já não tinha mais nada a me oferecer, porque a cena de sexo tinha acabado e a única coisa que consegui foi saber que eu estava com uns chifres enormes na cabeça. Nem o Antônio tinha chegado a gozar, então como vídeo pornográfico ficou bem fraco, muito mais do que o da própria Susana.

Eu ia tirar o DVD quando percebi que a barrinha de duração do clipe não chegava nem na metade do percurso. Tinham passado uns 15 minutos, mais ou menos, então imaginei que deviam faltar uns 20, por aí. Meu coração deu um pulo. Ou tinha um erro na reprodução, ou ainda faltava um monte de coisa pra ver.

Liguei o DVD de novo e a voz em off começou a perguntar pra Natália detalhes pessoais, nome, idade, etc. Depois fez uma pergunta chave:

- Por que você quis fazer esse vídeo?

A Natália sorriu, enquanto eu esperava, impaciente, que a resposta dela pudesse esclarecer as milhares de dúvidas que eu tinha. Então ela respondeu:

- Meu marido gosta de ver vídeos pornográficos. Achei que podia ser uma boa ideia dar uma surpresa pra ele oferecendo este.

- E que tipo de vídeos seu marido gosta?

- Bom, parece — Acho que aqueles em que uma gostosa pega vários caras ao mesmo tempo — respondeu Natália, depois de hesitar uns segundos.

Como é que ela sabia disso? Comecei a me convencer de que talvez não fosse a Susana, mas o Antônio, ou os dois, os culpados de tudo que vinha acontecendo comigo ultimamente e os que tinham dedurado meu vício em pornô pra Natália.

— Quer continuar? — perguntou a voz em off, acrescentando — Vamos, vai em frente! Assim a surpresa vai ser completa.

— Sim, claro — respondeu Natália, depois de pensar um pouco.

— Beleza, vamos dar uma mudada no seu visual.

E a imagem se desfocou por uns instantes, deixando a tela preta. Depois Natália reapareceu, agora com o cabelo preso num rabo de cavalo, que me parecia familiar, e uma roupa mais de menina de colégio do que de mulher de 40 anos que ela tinha.

— Olha ali! — soou a voz em off de novo, se dirigindo à minha esposa.

Natália virou o olhar pra uma porta e, por ela, começaram a entrar um, dois, três... até sete caras, todos pelados, com os paus meio duros e de diferentes tipos e aparências. Depois de um desfilezinho, todos acabaram enfileirados junto a uma das paredes do cômodo.

Natália não respondeu, olhou pros sete homens que se tocavam nos pênis a pouca distância dela, e se aproximou do que estava mais perto da porta por onde tinham entrado. Se abaixou e, com mais decisão do que eu podia esperar, pegou no rabo dele e meteu na boca, chupando e masturbando, enquanto ele soltava uns gemidos baixinhos. Foi trocando de homem, aplicando em cada um a mesma tática ou algo parecido, com certeza atraente o bastante e bem feita pra que todos terminassem com os paus completamente duros. Depois foram eles que cuidaram da minha mulher, foram tocando e apalpando ela por todo lado, despindo ela sem piedade, e insistindo com as carícias nas áreas que ficavam ao descoberto. Quando um deles puxou pra baixo aquela calcinha branca minúscula que ela tava usando, pude ver que a buceta dela agora tava lisinha, sem nenhum pelo, o que só confirmou que tinha sido naquela tarde, quando eu achava que ela tava com a amiga Manoli, que ela tinha participado daquela sessão pornô surpreendente.

Depois de nua, os caras foram se revezando e trocando ela, primeiro pra beijar ela toda e depois pra enfiar de novo os paus na boca da Natalia. Mas agora eles não ficavam só deixando ela chupar, eles é que mandavam, tentando e conseguindo foder a boca dela com movimentos duros e fortes pra meter os caralhos o máximo possível lá dentro. Minha mulher engolia e engolia, misturando os gemidos abafados, por ter a boca ocupada, com as palavras sujas e gritos de prazer deles.

O que veio depois foi o típico das cenas de gang bang que eu tanto gostava. Um homem sentou no sofá, com o pau apontando pro céu, e os outros levaram a Natalia no colo até ele, facilitando pro cara meter na boceta dela e começar a foder devagar, preparando o terreno pra outro se aproximar do rabo dela exposto e, sem muita dificuldade, ir enfiando a vara também. Estranhei a facilidade com que a Natalia foi comida no cu, quase sem preparo, a não ser que no intervalo da sessão eles tivessem feito algo mais além de depilar a buceta dela e vestir ela de colegial. Pra completar o serviço, outros dois caras ficaram de pé no sofá, dos dois lados da Natalia, se masturbando ou enchendo a boca dela com os paus.

Por um bom tempo, os sete caras foram se revezando, até que conseguiram arrancar outro orgasmo da Natalia, que teve que soltar o pau que tava na boca pra poder gritar à vontade enquanto gozava.

Meu pau tava a todo vapor, sete homens tinham fodido a Natalia por todos os buracos, e Sete homens agora tinham que finalizar seus próprios orgasmos. Pausei o vídeo, vendo que faltavam apenas uns quatro minutos de clipe, e me preparei para o que esperava ser um desfecho foda, imaginando minha esposa com a cara cheia de porra, depois que os caras tivessem gozado nela.

Ao colocar o DVD de novo, vi que dois caras continuavam metendo nela pelo cu e pela buceta, e foram os primeiros a gozar, jorrando o esperma pra fora dos dois buracos. Foi uma decepção, mas ainda faltavam cinco, e dois deles já estavam se masturbando na frente do rosto dela, prestes a gozar também. Ambos gozaram, gemendo de prazer, um deles jogando uma boa quantidade de porra no peito da Natália e o outro com uma gozada fraca que nem chegou a tocar a cara da minha mulher. Comecei a achar que todas as minhas esperanças iam por água abaixo, com só três caras sem gozar ainda.

Um deles, gordo e peludo, se levantou no sofá, de frente pra câmera, com as pernas de cada lado da cabeça da minha mina. Começou a se masturbar na testa dela, anunciando, ou pelo menos eu achava, a realização do meu desejo mais ardente, quando minha esposa jogou a cabeça pra trás e começou a lamber os ovos dele, deixando o pau ameaçador fora do alcance da cara dela. Ele abaixou um pouco mais as pernas e avançou o corpo, deixando a língua da Natália deslizar dos testículos até o cu dele. Surpreendentemente, a Natália continuou chupando, se esforçando pra lamber aquele rabo peludo e fazendo o cara se acabar de tanto prazer, até que ele gozou também, com uma porra bem viscosa que foi saindo da ponta do pau e escorrendo por ela toda e depois pelos ovos, até alcançar e inundar o cu onde a língua da Natália ainda nadava, caprichando em chupar e beijar. A câmera, implacável, foi seguindo o caminho daquele rio de porra e as manobras da língua da Natália naquele lago de gozo em que o cu dela tinha se transformado. convertido o ano do indivíduo.

Quando o homem se retirou, Natália se lambia, mostrando uma expressão de vício que eu nunca tinha visto antes, bem quando outro dos caras pegava a cabeça dela com uma mão enquanto com a outra se punhetava bem na frente da cara dela, numa atitude clara de impedir que ela se mexesse enquanto ele gozava. E finalmente, o que ela tanto queria, aconteceu. O cara soltou, um após o outro, uns jatos fortes e abundantes de porra que acertaram o rosto de Natália, cobrindo quase tudo. Ele mal tinha terminado de gozar quando o último participante daquela orgia também dirigiu a ejaculação com precisão para a cara da minha mulher, sendo quase tão abundante quanto a anterior.

Coberta de sêmen, Natália mal conseguia abrir os olhos, enquanto eu fazia esforços sobre-humanos para não gozar, vendo a porra escorrer pelas bochechas dela. Então um oitavo indivíduo, que não sei de onde surgiu, aproximou o pau da boca de Natália e ela engoliu na hora. O homem fodeu a boca dela por um tempo e se apertou nela o máximo que pôde até que, ofegante e com um número notável de contrações, se esvaziou na boca de Natália.

Uma vez satisfeito, retirou o pau daquele aposento tão encantador e molhado. A câmera focou então a cara de satisfação do Antônio, o oitavo homem, que tinha gozado na boca da minha esposa e de quem eu já nem lembrava, depois de ter protagonizado a primeira parte do vídeo.

A câmera voltou para Natália, que mostrava a boca fechada e inflada e o rosto escorrendo de sêmen. Ela fez um gesto, como perguntando o que devia fazer, e finalmente abriu a boca para mostrar o conteúdo espesso que o Antônio tinha cuspido nela, antes de engolir toda a porra que estava ali, refletindo apenas uma leve ânsia ao fazer isso.

A voz em off perguntou se ela estava bem, ela respondeu que sim, e o vídeo terminou, mostrando o rosto encharcado da minha querida mulher, e com a voz em off se despedindo. dela e dizendo que esperava que o vídeo agradasse o marido dela.

E sim, com certeza o vídeo finalmente tinha superado todas as minhas expectativas. Arrastei a barra de tempo alguns frames para trás, bem antes das duas fartas gozadas no rosto, pronto para terminar também aquela sessão incrível, e estava nisso quando, de repente, Natalia apareceu na minha frente, totalmente nua, e meteu meu pau na boca dela, substituindo minha mão pelos lábios dela, para me punhetar gostoso.

Já nem a aparição surpreendente da minha esposa me assustou, minha única vontade naquele momento era gozar, e Natalia parecia totalmente disposta a me ajudar nisso. E ela ajudou; enquanto o comedor potente começava na tela a encher a cara da minha esposa de porra, eu enchi de um jeito selvagem a boca dela, na melhor gozada, sem dúvida, da minha vida, que por uns momentos me deixou totalmente satisfeito e sem vontade de pensar em outra coisa além do que eu tinha acabado de sentir.

Porém, depois desses momentos de êxtase, minha mente voltou a funcionar independente do meu pau, que aliás eu tirei da boca da minha querida esposa, que já tinha engolido tudo. E obviamente começaram a me assaltar mil perguntas, algumas cuja resposta eu já sabia ou intuía, mas queria ouvir da boca da minha mulher.

Era difícil saber por onde começar, então minha primeira pergunta foi a mais simples:

- O que foi tudo isso?

- Bom, acho que você já sabe. Queria te dar uma surpresa. O Antônio me falou um dia dos seus hobbies com vídeos pornô e decidi te presentear com um bem especial.

Pergunta simples, resposta simples, claro. E Natalia acariciava meu pau, já completamente mole.

- Mas uma coisa são meus hobbies e outra é você ter participado de uma... orgia dessas, e ter me traído de um jeito tão cruel. – respondi com firmeza.

- Ei, ei, e você? Você pode participar de uma parada dessas e eu não? – disse minha mulher, soltando o que tinha entre as mãos e me deixando perplexo.

- O quê, eu? Eu nunca participei de algo assim. Não seria capaz nem de ficar na frente de uma câmera, muito menos de te chifrar.

- E um ovo que não! – replicou Natália, bem segura do que dizia – E aquele vídeo com sua querida colega de trabalho, com a Susana? O que é? Uma cena de novela água com açúcar?

- Com a Susana? Eu? De que buceta você tá falando? Que vídeo é esse? – meu espanto crescia junto com a certeza que minha própria esposa parecia ter nas afirmações dela, por mais falsas que fossem.

- Quem me mostrou foi o Antônio. Lá estava você, peladinho, no chuveiro, com outros do trabalho, enquanto ela olhava pra vocês toda boba. Ou vai dizer que não? Se você babava por ela, o Antônio me disse, e acho que ele tem razão, vendo como você ficou vermelho naquela noite em que a gente falou dela.

Comecei a entender cada vez melhor tudo o que tinha rolado. Claramente o Antônio devia ter mostrado pra Natália um vídeo trucado, misturando imagens ou sei lá. A resposta saiu instintiva, falando coisas que talvez não devesse.

- Pode ser que a Susana me atraia, mas esse negócio do vídeo... Isso é mentira, não sei o que o Antônio te mostrou, mas ele te enganou com certeza. Você pode garantir que era eu algum dos que tavam comendo a Susana?

- Ah! Como você sabe que tavam comendo ela? Então você conhece o vídeo, né? E a Susana te atrai, verdade? – Natália tinha me pegado de jeito, já não dava mais pra disfarçar, exceto na parte da minha participação direta em transar com ela.

- Tá, já te falei que ela me atrai, mas nunca tive nada com ela. Esse negócio do vídeo não é verdade, como você caiu nessa?

Minha esposa ficou um tempinho pensativa, antes de falar:

- Sei lá – respondeu por fim, com um biquinho – Talvez eu quisesse acreditar. Confidência por confidência, seu colega Antônio também me atrai. Ele me ofereceu a chance de vingança e... bom, não queria perder uma oportunidade dessas.

Naquele momento, me deu vontade de Matar aquela puta. Quer dizer, no fundo ela tava doida pra dar pro meu colega, capaz até de participar de uma orgia daquelas. Pô, essa não era a Natália que eu achava que conhecia, com certeza. Mas as mulheres quase sempre sabem como nos enrolar. Basta pegar na sua pica e enfiar na boca, igual minha esposa tava fazendo de novo comigo.

Fazendo uma pausa, ela me perguntou, toda sorridente:

- Então? Cê gostou do vídeo ou não?

Não tive escolha a não ser concordar. O que eu não sabia naquele momento é o que ia rolar dali em diante entre eu e a Natália. Ela me interrompeu nos pensamentos:

- O que eu ainda não entendo é por que o Antônio não me deu a cópia do vídeo antes de você ver.

Com toda inocência, respondi:

- Não precisa ele te dar. Tá na internet. Cê podia baixar, igual eu fiz.

A Natália parou de repente com as atividades bucais e se sentou, me perguntando, enquanto ficava pálida:

- O quê? Como assim tá na internet? Cê não tá falando sério.

- Claro que sim. Cê não sabia? Vem, vou te mostrar a página.

E levei ela até o computador do quarto, mostrando o site “www.garotasgostosas.com.br” e a foto dela mesma, anunciando o quarto clipe que tinham postado. E a Natália explodiu, claro:

- Ai, meu Deus! Esse Antônio é um filho da puta! Como ele pôde fazer uma coisa dessas comigo? E se nossos amigos ou parentes descobrirem, ou pior, meus colegas de trabalho? Vão achar que sou uma puta, ou coisa pior.

- Ora, ora – falei – cê só pensa em você. E o que vão pensar de mim, do grande corno que seu marido virou?

O negócio é que, por mais estranho que pareça, acabamos vendo o vídeo de novo, os dois juntinhos, e tivemos uma noite de sexo como nunca tivemos antes.

Já fazem duas semanas daquela noite e há pouco a Natália, quando voltou do trabalho, me contou, toda feliz, que o Antônio confirmou outra sessão. sexo em grupo, onde, entre outros, vão um colega do departamento onde ela trabalha, além do diretor comercial e do chefe de informática. Ela me pediu pra participar da orgia, e eu respondi que ia pensar.

Agora mesmo acabei de receber este e-mail do Antonio:



Fala, mano, já falei com a sua mulher sobre a próxima sessão de Gang Bang. Ela tá toda feliz. Dessa vez vão ser quinze caras comendo sua esposa e a Susana, que também confirmou presença. Espero que você não cague e também vista o macacão de serviço.

Um abraço

Antonio



Um sorriso malicioso e um gostinho interno apareceram quando terminei de ler a mensagem.

Agora mesmo vou falar pra Natalia que sim, que vou participar dessa festa sexual. Como é que eu não vou acompanhar minha esposa num evento desses?

FIM!!

10 comentários - Minha prima Silvya e eu... muito bom!!

WTF! 😳 Seria un tonto si leyera todo esto sabes kuanto es de lectura porke no mejor ases un libro 😛
MENTIRA O NO Q NUNCA SE ME CRUZE UN ANTONIO DE ESOS POR Q LO MATO
HIJO DE TRESMIL PUTA 😩
yo lo lei todo pero no me gusto... un completo pelotudo el chavon...
faltan fotos video muy explicito no calienta a nadie
leavi
la verdad que acabo de leer toda esta garcha...son todos guampas y encima concientes...no me calento...mmm en realidad si me calento pero calentura de enojo no calentura de exitacion...que mierda loco estube sentado frente a la compu leyendo una mierda sin final y encima todos guampas...por favor perdi tiempo en esto en vez de haber visto unos uenos videitos... 🙎‍♂️ 😢