Vivíamos num bairro de classe média, com casas entregues pelo Governo. Todo santo dia, como de costume, a gente se juntava com os meninos e meninas do lugar pra contar nossas histórias e passar o tempo. Todo mundo, mais ou menos da mesma idade, terminando o ensino médio, quase fazendo 18 anos.
Mas aquela tarde foi diferente, porque na conversa a gente começou a falar de sexo, mas não só entre homens como sempre fazíamos — dessa vez, as convidadas eram algumas minas... Obviamente que cada relato era exagerado, tudo pra tentar chamar a atenção das gurias.
Depois de um tempo, e surpresos com o que a gente tinha ouvido da Inês sobre os barulhos que saem do quarto da Cristina, a mãe dela, e do novo parceiro (já que os pais dela são separados há anos), TODO mundo, mas todo mundo mesmo, os trouxas que estavam ali presentes, se sentia uns bebês de peito ainda, porque o que a gente tinha passado — ou inventado — nem chegava perto do que a gente tinha acabado de ouvir.
A gente continuou com outros assuntos... até que o Fede teve a ideia de tomar um tereré. Um trouxe o suco, outro a cuia, mas faltava o gelo. Como eu não tinha trazido nada, me ofereci pra buscar. Fui até em casa e percebi que quem tinha que encher as formas de gelo depois do almoço era eu, e não fiz. Aí, como a Inês divide o quintal com a minha casa, pulei o muro que separa a gente e fui até a cozinha dela. Ela tinha gelo sim, preparei no termo e tava tudo certo. Mas, de curioso, e depois de tanta informação que eu tinha sobre a mãe da Inês, fiquei quieto na entrada, esperando algum gemido — coisa que não rolou. Mas a cabeça tava a mil, porque eu pensava que naquele momento só estavam eu e a Cristina. Então, passei pela porta do quarto dela e ouvi o ar-condicionado ligado e a porta estava entreaberta. Olhei, mas ela tava coberta até a cabeça. Sem sorte, me resignei e voltei.
Tudo o que eu conto não são só questão de minutos, mas deu tempo de entrar no banheiro, sempre arrumado e com cheiro de mulher.. usei e depois de olhar, por atrevimento, puxei a cortina do banheiro e vi uma linda calcinha fio dental de renda preta, material suficiente pra começar a me masturbar pensando em tudo que eu sabia da mãe mais o cheiro de mulher que aquela peça exalava.
Fechei os olhos e comecei minha missão. Quando de repente taparam meus olhos com a mão e sussurraram, "Você já tá grande pra ficar fazendo isso..", virei na hora e vi ela. Tava mais gostosa do que nunca. Ela tem 36 anos e é professora de Educação Física na minha escola. Eu sou um cara magro, cabeçudo, de 18 anos, fisicamente desenvolvido, porque desde os 11 anos jogo rugby. Então, não precisei falar muito, já que tava com o short de banho nos tornozelos. Ela avançou e enfiou a mão no meu pau.
Era muito difícil entender o que tava rolando, já que sem querer eu tava conseguindo o que queria. Ela sentou no vaso e começou a chupar meu pau. Acho que não cheguei nem no terceiro minuto e gozei. Ela, sem problema nenhum, continuou chupando. Me limpei e falei pra ela, "A essa altura não podemos ter limites", então abaixei a tampa do vaso, abri as pernas dela e comecei a beijá-la. Como vi que ela tava gostando, continuei fazendo e com o dedo indicador, fui tentando abrir a bunda dela. Tinha a buceta totalmente depilada e com tanta saliva minha, era uma fartura de sucos.
Já recuperado, parei ela, virei ela de costas e sem pedir permissão comecei a meter forte na buceta dela, ela me olhava pelo espelho e ria.. não deu mais de 5 minutos e ela tirou meu pau e colocou no cu dela. Pra ser sincero, não cheguei a 20 metidas e gozei de novo.
Com muito controle da situação e morrendo de vergonha por ser precoce, peguei a calcinha que tava no chão, limpei meu pau e falei.. "Guarda ela, agora vai ter outro cheiro..". Ela só riu.. e disse.. "Espero que sim. você sabe os horários do meu trampo e os da escola da minha filha.." Tchau, gostoso.. e assim acabou..
Espero comentários..!
Mas aquela tarde foi diferente, porque na conversa a gente começou a falar de sexo, mas não só entre homens como sempre fazíamos — dessa vez, as convidadas eram algumas minas... Obviamente que cada relato era exagerado, tudo pra tentar chamar a atenção das gurias.
Depois de um tempo, e surpresos com o que a gente tinha ouvido da Inês sobre os barulhos que saem do quarto da Cristina, a mãe dela, e do novo parceiro (já que os pais dela são separados há anos), TODO mundo, mas todo mundo mesmo, os trouxas que estavam ali presentes, se sentia uns bebês de peito ainda, porque o que a gente tinha passado — ou inventado — nem chegava perto do que a gente tinha acabado de ouvir.
A gente continuou com outros assuntos... até que o Fede teve a ideia de tomar um tereré. Um trouxe o suco, outro a cuia, mas faltava o gelo. Como eu não tinha trazido nada, me ofereci pra buscar. Fui até em casa e percebi que quem tinha que encher as formas de gelo depois do almoço era eu, e não fiz. Aí, como a Inês divide o quintal com a minha casa, pulei o muro que separa a gente e fui até a cozinha dela. Ela tinha gelo sim, preparei no termo e tava tudo certo. Mas, de curioso, e depois de tanta informação que eu tinha sobre a mãe da Inês, fiquei quieto na entrada, esperando algum gemido — coisa que não rolou. Mas a cabeça tava a mil, porque eu pensava que naquele momento só estavam eu e a Cristina. Então, passei pela porta do quarto dela e ouvi o ar-condicionado ligado e a porta estava entreaberta. Olhei, mas ela tava coberta até a cabeça. Sem sorte, me resignei e voltei.
Tudo o que eu conto não são só questão de minutos, mas deu tempo de entrar no banheiro, sempre arrumado e com cheiro de mulher.. usei e depois de olhar, por atrevimento, puxei a cortina do banheiro e vi uma linda calcinha fio dental de renda preta, material suficiente pra começar a me masturbar pensando em tudo que eu sabia da mãe mais o cheiro de mulher que aquela peça exalava.
Fechei os olhos e comecei minha missão. Quando de repente taparam meus olhos com a mão e sussurraram, "Você já tá grande pra ficar fazendo isso..", virei na hora e vi ela. Tava mais gostosa do que nunca. Ela tem 36 anos e é professora de Educação Física na minha escola. Eu sou um cara magro, cabeçudo, de 18 anos, fisicamente desenvolvido, porque desde os 11 anos jogo rugby. Então, não precisei falar muito, já que tava com o short de banho nos tornozelos. Ela avançou e enfiou a mão no meu pau.
Era muito difícil entender o que tava rolando, já que sem querer eu tava conseguindo o que queria. Ela sentou no vaso e começou a chupar meu pau. Acho que não cheguei nem no terceiro minuto e gozei. Ela, sem problema nenhum, continuou chupando. Me limpei e falei pra ela, "A essa altura não podemos ter limites", então abaixei a tampa do vaso, abri as pernas dela e comecei a beijá-la. Como vi que ela tava gostando, continuei fazendo e com o dedo indicador, fui tentando abrir a bunda dela. Tinha a buceta totalmente depilada e com tanta saliva minha, era uma fartura de sucos.
Já recuperado, parei ela, virei ela de costas e sem pedir permissão comecei a meter forte na buceta dela, ela me olhava pelo espelho e ria.. não deu mais de 5 minutos e ela tirou meu pau e colocou no cu dela. Pra ser sincero, não cheguei a 20 metidas e gozei de novo.
Com muito controle da situação e morrendo de vergonha por ser precoce, peguei a calcinha que tava no chão, limpei meu pau e falei.. "Guarda ela, agora vai ter outro cheiro..". Ela só riu.. e disse.. "Espero que sim. você sabe os horários do meu trampo e os da escola da minha filha.." Tchau, gostoso.. e assim acabou..
Espero comentários..!
7 comentários - Primeiro Relato..!