relato propio fin de semana atípico.

Depois da fila mais longa e humilhante do mundo pra entrar na porra do bar, lá estou eu com meus amigos, dois arrombados com menos ação que aleijado em piscina. Mas fazer o quê, tem que ser positivo, e finalmente consegui entrar.

Começo a tomar uma cerveja atrás da outra pra "criar coragem", e entre um baseado disfarçado no banheiro, já se foi meia noite.

Vou dando em cima de uma e outra, e parece que todas as vadias da balada se combinaram pra me dar um fora.

Até que toca aquele som do Turf que todo mundo conhece. Começo a pular com meus amigos, que pra alegria do meu ego também não se deram bem. Entre uma zoeira e outra, decidimos jogar a última ficha antes que a roleta diga "não vai mais".

Aí, com atitude de vencedor — coisa que é foda de ter quando se tem menos vida sexual que astronauta —, partimos pra cima de umas minas. E o filho da puta do Pedro fica com a que era mais ou menos passável. O que sobrou pra mim? Aff, coitada da guria, parecia que tava com dor de tanta cara feia que era. Mas fazer o quê, um deslize não faz mal a ninguém. Depois de usar todo meu arsenal e tudo que sei do assunto, tô enganchado com a magrela. Antes de tudo acabar, vou lá e, como quem pede um último desejo antes de morrer na frente do pelotão de fuzilamento, peço pro cara do bar me dar o mais forte que ele tem, o mais puro possível. Parecia gasolina aquela merda, mas engoli rápido.

Subimos no Fiatinho e arranco pro hotel. "Tenho que acabar com esse iogurte acumulado", vou pensando. A magrela já se joga de boca no meu pau. Foco na estrada e sinto como se tivesse metido a rola numa minilavadora. Parece que tem duas línguas a filha da puta. Não aguentei nem 5 minutos aquele boquete gostoso até encher a boca dela com meus girinos.

Chegamos no hotel e, depois de pagar, entro no quarto 13. Me troco e procuro a camisinha, que é mais velha que injustiça social. A magrela se despe: é um monumento à dengue, a desgraçada tem menos carne que semana santa. Já tô aqui e tenho que ver a cara de Cristo, senão vou começar a chutar pro outro lado a qualquer momento 🙎‍♂️. Entro no banheiro enquanto apalpo a cobra, reanimando ela pra ação.

Chega a magrela, sobe em mim e se mexe como se tivesse cumprindo pena nos últimos 15 anos — se movia mais rápido que o Alonso na reta final. Tava lixando minha pica, a desgraçada. Me concentro em salada, isso sempre me faz aguentar um pouco mais. Mas dessa vez não, não aguento mais. Gozei. Finalmente cortei essa sequência de não pegar nem uma gostosa empacada, fim de semana após fim de semana, me digo. A magrela parece insatisfeita, mas pra mim tanto faz. Levo ela até a casa dela — casa bonita, a desgraçada. Peço o telefone por cortesia, embora saiba bem que posso precisar, e me despeço o mais educado possível. Já tô imaginando as zoações daqueles babacas, mas não foi nada mal, vou pensando.

Já que entraram, deixo uns vídeos de passagem:

A magrela do relato é o equivalente a uma gorda mais ou menos assim 🙎‍♂️.
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16 comentários - relato propio fin de semana atípico.

me hiciste reír en este dia poronga gracias man +10 😀
después de lo q leí no se que decir quedé así 😳
a mi ya a esta altura me dicen radiador se me pegan todos los bichos 😀 😀
no comparto el estilo de degradar a una dama no hay mujer fea sino con cara desordenada 😀 pero valoro las ganas de aportar algo nuevo y la creatividad
NAAAHHH Q VICHEROO CULAIO Q SS!!!! NO PODESS!!! 🤔
VOO TNS Q SER ASII CMO YOO,, SABEE ESA PENDEJA DE 17 AÑOS Q ME CULIEEE LA VEZZ PASADAA,, ALTA HISTORIA MEJOR Q LA CAGADA QUE ESCRIVISTE!
Me hiciste reir con tu relato my friend..... jajajjajaja

Saludos,

te dejo lo que te falta para NFU... bienvenido y a comentar mas.....

relato propio fin de semana atípico.
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Jua jua!!!, sos un capo chabon! muy bueno el relato