Fala, galera! Saudações da Espanha de novo. Primeiro de tudo, desculpa pelos acentos e tremas, meu teclado tá doido e não sei o que rola com ele kkk. Como vi que meu conto anterior agradou, tô aqui pra repetir a dose... cuidado com essas mãos! hahaFinalmente tinha chegado a sexta-feira... ufa! Não tinha tido um bom dia... desde que acordei até aquele momento, não paravam de acontecer coisas ruins comigo. O pior de tudo foi que meu professor me viu fumando um baseado no banheiro, o professor de filosofia, pra ser mais exata. Ele ameaçou levar o assunto pros meus pais, e eu tava morrendo de medo, porque meus pais são bem conservadores e veem os baseados como qualquer outra droga, tipo heroína ou cocaína, principalmente por falta de conhecimento (embora eu não os culpe).
Cheguei em casa acabada, no caminho do ônibus tinha chorado o trajeto inteiro sem ninguém me ver, num cantinho. Entrei pela porta e fui direto pro meu quarto, mal conseguia andar: tava destruída. Sentei na cama pronta pra chorar de novo, e fiquei assim uns dez minutos. Depois de pensar muito, resolvi que o melhor era buscar uma solução e, quanto antes, melhor.
Eu já tinha notado várias vezes o jeito que o professor me olhava. Na verdade, naquele mesmo dia, quando aconteceu a parada do baseado, antes de falar qualquer coisa, o Dom Gregório (o professor) me deu uma olhada de cima a baixo, me comendo com os olhos, mas eu não tinha dado importância. Falei comigo mesma: "Você ainda tá a tempo, Maria", e sem pensar duas vezes, abri meu armário pronta pra pegar a roupa mais sexy que eu tinha. Fazia mais ou menos um ano que tinha comprado um vestido de colegial, que, por causa da minha timidez discreta, nunca tinha usado. Sem medo, me vesti: era uma mini-saia xadrez, que chegava bem acima dos joelhos; uma camisa branca, umas meias brancas altas e uns saltos vermelhos bem ousados, mas não vulgares. Por baixo da saia, decidi não colocar nada. No último instante, resolvi fazer também duas trancinhas.
Saí de casa tentando não ser vista por ninguém da minha família, mas não consegui: meu irmão cruzou comigo na hora que eu tava saindo e a gente parou. Os dois em silêncio.
"Puta provocadora do caralho, Maria." Ao falar isso, me lembrou tempos passados, mas fui bem grossa com ele. "Cala a boca, idiota", falei, enquanto entrava no elevador.
Já na rua, senti bastante vergonha, mas não podia perder meu objetivo, então me deixei ser observada por todo mundo que me olhava... e gostei. Aos poucos, fui perdendo a vergonha e ganhando confiança: meu jeito de andar foi ficando mais sexy.
Cheguei na escola, morrendo de medo de ser vista por algum colega de classe... mas fui de cabeça baixa e acho que ninguém me viu. Fui direto pra sala do meu professor. Bati na porta e, colocando a cabeça pra dentro, perguntei: "Seu Gregório... posso entrar?" "Pode", ele respondeu. Entrei, tentando me mover o mais devagar e sensual possível, me virando pra fechar a porta pra ele me ver por trás, de cima a baixo, por alguns segundos.
"Vim falar sobre o que aconteceu hoje de manhã", falei, já na frente dele, ainda na porta. "Sen... senta", ele gaguejou.
Sentei na cadeira e, sem tirar os olhos dos dele com a cara mais doce e inocente que consigo fazer, expus meu problema. "Queria saber, seu Gregório, se tem alguma solução razoável pra eu não ter que contar nada pros meus pais." Me sentia confiante; ele, por outro lado, tava visivelmente nervoso. "Éhh..." Ficou calado por uns segundos. Pareceu começar a entender o que eu queria, e ficou mais duro. "Olha, Maria... o que aconteceu hoje de manhã foi grave demais... não me vem nada à cabeça... e você?" Não era burro, o professor. Parei de olhar pra ele e comecei a olhar ao redor... era uma sala enorme, não entendo como um professor de filosofia ganha um espaço desse. Meus olhos caíram na mesa dele. "Essas são as nossas provas?" Perguntei animada. "Sim", ele disse, arrumando elas pra eu não ver.
Esse era meu momento, pensei. Levantei... e fui em direção a ele. "Posso ver?" Fiz um gesto como se quisesse sentar no colo dele. Num No começo, eu recuei... mas depois de alguns segundos, ele pensou melhor e me disse: "Claro, Maria".
Uff... Sentei em cima dele e comecei a procurar minha prova. Minha bunda estava bem em cima da virilha dele... e em poucos momentos notei que ele começava a crescer. Continuei com o que estava fazendo, me fazendo de desentendida. Encontrei minha prova e vi que estava cheia de rasuras. "Acho que hoje vou resolver mais de um problema", pensei. "Que prova porca, né?" falei, virando-me para ele, e percebi que o tempo todo ele não tinha parado de olhar para minhas pernas lindas. "Hã?... Ah sim, verdade, você foi muito mal mesmo, Maria." Mexi a bunda, encaixando a virilha dele entre minhas nádegas. "Poxa..." respondi.
Então comecei com o passo definitivo: "Sabe, Dom Gregório, a verdade é que eu me comportei mal mesmo." "Ah, é?" perguntou. "Sim. Além do que aconteceu de manhã e da prova, meu irmão sempre me chama de provocadora de pau." Então ele ergueu um pouco a virilha, me dando um pequeno empurrão e enfiando o pau na minha bunda. "E a verdade é que ele tem razão", continuei. "Acho que mereço um castigo, por ser uma provocadora."
"A verdade é que acho que você merece mesmo, putinha." Fiquei muito surpresa com a resposta dele, mas deixei ele continuar. "Você vive me provocando, e depois da aula eu sempre bato uma pensando na sua carinha." Ele ficou em silêncio por alguns segundos e começou a me segurar pela cintura, me apertando contra o pau dele, enquanto eu me esfregava devagar. "Com certeza, hoje em dia vocês são todas umas provocadoras de pau, e acho que vou descontar tudo em você, vadiazinha." Sorri. Ele continuou me segurando pela cintura e me levantou com força. "Agora deita no meu colo, Maria, que vou te dar uns tapas." "Sim, professor." E assim fiz: me deitei sobre ele, com minha cintura em cima do pau dele, olhando para baixo.
Ele começou a acariciar minha bunda. "O senhor está um pervertido, professor." "Cala a boca, gostosa", ele disse. Enfiou a mão por baixo da minha saia e viu que eu não estava de calcinha. "Desde Depois" — disse ele — "as garotas de hoje em dia são umas putinhas mesmo." Levantou minha saia e me deu o primeiro tapa. Zás! "Essa é pela maconha." Zás! Zás! Zás! "E essas três também." Ele bateu com firmeza, mas sem exagerar na força. Então me pegou pelo pescoço e me levantou bruscamente, deixando meu rosto bem na frente do dele. Ele tinha cara de tarado, nunca imaginei que isso chegaria a esse ponto. "Você gosta disso, hein, putinha?" E lambeu meu rosto. Que nojo, pensei. Fazendo cara de preocupada, falei: "Professor... não exagera... por favor." "Quer que eu conte pros seus pais que, além de fumar baseado no banheiro, você é uma provocadora de pau e fica dando mole pra todos os seus professores?" "Não, por favor, não conta nada pra eles." "Então cala a boca, putinha" e, depois de me lamber de novo, me abaixou de volta à posição anterior.
Zás! "Essa é por ser provocadora." Zás! Zás! Zás!... perdi a conta. "Essa é por ser vadia." Agora ele batia mais forte, e eu soltava uns gemidos/gritos. Então, enquanto ele continuava me surrando, pensei comigo mesma: "Maria, onde você foi se meter. Sempre acontece a mesma coisa com você, agora não tem mais volta. Decidi, então, me deixar levar, pra fazer dessa experiência o melhor possível."
"Na verdade, eu mereço isso, professor." "Eu sei" — ele respondeu. "Não vou mais reclamar, Dom Gregório, mas por favor não conta nada pros meus pais." "Assim que eu gosto, vadiazinha: agora, cala a boca e fica de joelhos." Ele afastou um pouco a cadeira de rodas pra me dar espaço, e eu me ajoelhei. Antes de começar a abrir o zíper dele, ele arrancou minha camisa e apalpou meus peitos sem nenhum cuidado. Abri o zíper e ele se acomodou na cadeira, encostando as costas no encosto. "Você já sabe o que vem agora, putinha." Eu abaixei a calça e a cueca dele, e o pau dele saltou, apontando pro meu rosto. Era enorme pra caralho, maior do que eu tinha sentido quando sentei em cima dele. Olhei pra ele e, colocando um dedo na boca e fazendo cara de vadia, falei: "Não sei o que... Fala, professor." — "Não se faz de sonsa e come", ele disse, meio sorrindo. Então eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber as bolas dele, sem tirar os olhos do rosto dele. Lambi no começo: as bolas dele pulavam na minha língua. Depois comecei a colocar uma dentro da boca, e em seguida a outra. Ele começou a bater no meu rosto com o pau dele, sem piedade. Aí, ele se aproximou da mesa e disse: "Espera um segundo, putinha." Tirou uma corda da gaveta, se levantou e veio pra trás de mim. "Fica de joelhos, putinha." Se abaixou, pegou minhas duas mãos com violência e colocou nas minhas costas, e começou a amarrá-las. "Professor, o que cê tá fazendo?!!" Ele apoiou a cabeça no meu ombro e falou no meu ouvido: "Olha aqui, vadiazinha, não tínhamos combinado que você não ia reclamar?" Eu concordei com a cabeça. Ele sentou de novo na cadeira e, me olhando nos olhos, disse: "Começa a engolir, porquinha... não tenho o dia todo." Com as mãos nas costas, comecei lambendo o pau enorme dele, de baixo pra cima, e comecei a colocar na minha boca. "Vamos ver se você consegue engolir inteiro." Comecei a engolir o máximo que podia, mas não dava conta dele inteiro, quase chegava na minha garganta. Tirei e falei: "Não consigo, professor, é grande demais." — "Tenta de novo", ele respondeu.
Coloquei de novo na boca. Então, sem aviso, ele me agarrou pelas tranças e apertou minha cabeça contra o pau dele, com força. "Viu como conseguia, putinha", ele disse rindo enquanto puxava. Eu tava me engasgando, quando achei que não aguentava mais, ele me soltou. Tossi um pouco. "Viu, vadiazinha, é por isso que você reprova nas minhas provas, não se esforça o suficiente." Ele se levantou rápido, e eu olhei nos olhos dele. "Agora me pede pra foder sua boquinha." Fiquei pensando por uns instantes, e olhando pra cima, no final me decidi.
"Fode minha boquinha, Dom Gregório." Ele riu. Me agarrou pelas tranças e, enfiando o pau na minha boca, começou a foder meus lábios. Ele não me deixava descansar, e como eu tinha as mãos amarradas nas costas, não podia fazer nada. Ele segurou minha cabeça de novo quando tinha o pau inteiro na minha boca. boca, agora até o fundo, e com minha língua pra fora, lambendo as bolas dele. Forcei pra trás, mas ele puxou meu cabelo. Depois de uns segundos, me soltou. "Ahhhh..." Peguei ar. Ele se agachou, segurando minha nuca, e começou a falar "Você gosta disso, né, putinha? Sei que você gosta." E me deu um tapa forte na cara, com a outra mão. Me deu mais dois tapas e cuspiu na minha cara. Se abaixou um pouco mais, baixou minha saia até os joelhos enquanto me beijava e, segurando minha mão pelo cuzinho, me colocou de pé.
"Você tá uma verdadeira puta, Maria."
"Eu sei", falei sorrindo.
Ele riu. "Ainda quer mais, né, putinha?" Continuei sorrindo. Ele me pegou pelo pescoço de novo e, com violência, colocou minha cabeça em cima da mesa, com minha bunda virada pra ele. Me agarrou pela cintura, pronto pra meter o pau. "Por favor, vai devagar, ele é muito grande e vai me machucar." No começo, ele pareceu me ouvir, porque começou a enfiar o pau no meu cuzinho devagar, mas, de repente, meteu tudo de uma vez, e eu soltei um gemido/grito bem alto. "Não grita tanto, putinha, vão nos ouvir." Ainda bem que eu já tava molhadinha, senão teria doído bem mais. Ele começou a me foder devagar, dando tapas na minha bunda enquanto continuava me humilhando. "Você gosta disso, né, putinha?" Ele começou a acelerar, até chegar no ritmo mais rápido possível. Eu já tava gemendo que nem uma puta (pra que vou mentir 😉), e a mesa começou a se mover de tão rápido que ele me fodia.
Ele parou, porque acho que ia gozar, e aquele instante curto foi suficiente pra ele ter outra ideia. Virei pra ele e vi o rostinho dele se iluminar.
"Já te comeram o cu, putinha?"
"Não... professor. Mas por favor... não mete atrás." Tentei resistir de novo, mas ainda tava com as mãos amarradas nas costas, e tava na mão dele. "Fica tranquila, putinha, vou tentar não te machucar." Ele aproximou os dois dedos pra eu lamber, e eu lambi, enquanto olhava nos olhos dele com cara de putinha. Então ele começou a enfiar os dois dedinhos no meu cu, pra me abrir. Era uma sensação estranha. Aí, ele perdeu a paciência e começou a enfiar a pica no meu cu, só a ponta. "Professor, não... pelo amor!! vai me machucar"
"Você tá morrendo de vontade, putinha", ele disse. Na hora, enfiou tudo. Que dor!! Gritei até mais que da última vez. "Para... tá doendo! Para!" Ele nem ligou. Enfiava a pica inteira no meu cu, sem piedade, mas parou de novo logo em seguida. "No chão, puta", ele ordenou. Quando viu que eu não obedecia (ainda sentia dor no meu cu), me agarrou e me jogou no chão. Caí de joelhos, sem me machucar. Ele pegou minha cabeça e esmagou contra o chão, deixando meu cu todo empinado. "Vou arrebentar esse cu de colegial que você tem, putinha", ele disse. Me lambeu, me deu um tapa na cara e cuspiu em mim. Não podia fazer nada... ainda estava com as mãos amarradas. Ele ficou atrás de mim, e antes de começar, eu disse: "estupra o cu dessa putinha, ela merece". Ele deu uma gargalhada e, sem pensar, começou a foder meu cu como se não houvesse amanhã. Agora me batia o mais forte que podia, enquanto continuava falando um monte. Eu, com a cabeça no chão, fazia cara de dor e prazer enquanto gemia que nem uma putinha. Ele começou a me masturbar com uma mão, enquanto continuava arrebentando minha bunda por trás. Tive o melhor orgasmo que já tive. "Você gosta, hein, puta?" "Sim", eu disse como dava, porque quase não tinha voz.
Ele mandou eu me deitar de barriga pra cima, numa mesa mais baixa que tinha do lado da escrivaninha dele. Eu obedeci e me deitei, com a cabeça um pouco pra fora da mesa. Não sabia o que ele ia fazer agora. Ele ficou de pé, atrás da minha cabeça, dobrou um pouco os joelhos e disse: "Quero que você prove o seu cu". Enfiou a pica na minha boca antes que eu pudesse falar qualquer coisa, e ficou fodendo minha boquinha até a garganta. Às vezes eu não aguentava mais, mas ele não ligava e não parava de me foder. "Engole tudo, puta, você tava morrendo de vontade disso antes mesmo do baseado". Ele me pegou pela cabeça de novo, e enfiou até o fundo, eu aguentando de novo sem poder resistir. A única diferença de antes é que agora os ovos dele tampavam meu nariz, e eu não conseguia respirar por lugar nenhum. Ele tirou, aproximou o rosto do meu, e lambeu minha cara de novo, me esbofeteando enquanto me xingava, me humilhava. E fazia a mesma coisa de novo, enfiava o pau na minha boca até o fundo, com os ovos dele tampando meu nariz. "Cheira meus ovos, puta, é por isso que você é uma piranha." Quase me engasgava quando ele me soltava, e eu respirava de novo. Ele ficou fazendo a mesma coisa até se cansar.
"Fica de joelhos, puta foxy." Ele ordenou dessa vez. Dessa vez eu obedeci na hora. Ele chegou perto do meu rosto e disse com cara de ameaça: "Agora sorri até o fim, senão vou contar tudo pros seus pais." "O que o senhor quiser, contanto que não conte nada." E eu sorri. Ele me deu um tapa na cara, agora mais suave, e cuspiu em mim. Começou a se masturbar. "Chupa meus ovos me olhando nos olhos, puta." Comecei a lamber eles, do melhor jeito que sabia, enquanto olhava nos olhos dele. Ele se masturbava e me dava uns tapas, às vezes, com o pau. Começou a se masturbar com mais força. "Vou gozar, putinha..." Eu continuei chupando os ovos dele.
"Vou gozar, putinha... para." Parei e fiquei olhando pra cima, nos olhos dele, esperando. "Sorri, puta." Sorri, e ele gozou, gemendo como eu nunca tinha visto um homem gemer. Encheu minha carinha de porra: as bochechas, as sobrancelhas, os lábios, a boca, os olhos. Quando parou, esfregou o pau na minha cara, juntando a porra, e enfiou na minha boca. "Agora limpa ele inteirinho, puta de merda." Sem parar de sorrir, segui as ordens dele, chupando e engolindo cada gota até não sobrar nada.
Aí a gente não falou nada por um tempo. Na bolsa eu tinha roupa de trocar: ainda bem, pensei: minha camisa tinha ficado rasgada e minha saia cheia de sêmen. Me troquei, e sem dizer uma palavra, fui até a porta pra ir embora. Abri a porta, e bem antes de sair, ouvi atrás: "Maria" me virei, "não vou contar nada pros seus pais sobre o baseado". "Valeu" eu disse. "Passa semana que vem e a gente conversa sobre a prova..."
Eu, surpresa... falei "mas... eu achei que com o de hoje..."
"Cala a boca, putinha." Fui embora e fechei a porta e, antes de me afastar, ouvi ele rindo.
É isso, espero que vocês gostem... cada dia tô mais tarada, verdade... mas isso é só imaginação, ainda não botei em prática 😛 Acho que vou pro banheiro que fiquei super excitada escrevendo isso, e não quero que meu irmão me pegue enfiando um dedinho..Um beijo, galera!! Se quiserem algo privado.
Cheguei em casa acabada, no caminho do ônibus tinha chorado o trajeto inteiro sem ninguém me ver, num cantinho. Entrei pela porta e fui direto pro meu quarto, mal conseguia andar: tava destruída. Sentei na cama pronta pra chorar de novo, e fiquei assim uns dez minutos. Depois de pensar muito, resolvi que o melhor era buscar uma solução e, quanto antes, melhor.
Eu já tinha notado várias vezes o jeito que o professor me olhava. Na verdade, naquele mesmo dia, quando aconteceu a parada do baseado, antes de falar qualquer coisa, o Dom Gregório (o professor) me deu uma olhada de cima a baixo, me comendo com os olhos, mas eu não tinha dado importância. Falei comigo mesma: "Você ainda tá a tempo, Maria", e sem pensar duas vezes, abri meu armário pronta pra pegar a roupa mais sexy que eu tinha. Fazia mais ou menos um ano que tinha comprado um vestido de colegial, que, por causa da minha timidez discreta, nunca tinha usado. Sem medo, me vesti: era uma mini-saia xadrez, que chegava bem acima dos joelhos; uma camisa branca, umas meias brancas altas e uns saltos vermelhos bem ousados, mas não vulgares. Por baixo da saia, decidi não colocar nada. No último instante, resolvi fazer também duas trancinhas.
Saí de casa tentando não ser vista por ninguém da minha família, mas não consegui: meu irmão cruzou comigo na hora que eu tava saindo e a gente parou. Os dois em silêncio.
"Puta provocadora do caralho, Maria." Ao falar isso, me lembrou tempos passados, mas fui bem grossa com ele. "Cala a boca, idiota", falei, enquanto entrava no elevador.
Já na rua, senti bastante vergonha, mas não podia perder meu objetivo, então me deixei ser observada por todo mundo que me olhava... e gostei. Aos poucos, fui perdendo a vergonha e ganhando confiança: meu jeito de andar foi ficando mais sexy.
Cheguei na escola, morrendo de medo de ser vista por algum colega de classe... mas fui de cabeça baixa e acho que ninguém me viu. Fui direto pra sala do meu professor. Bati na porta e, colocando a cabeça pra dentro, perguntei: "Seu Gregório... posso entrar?" "Pode", ele respondeu. Entrei, tentando me mover o mais devagar e sensual possível, me virando pra fechar a porta pra ele me ver por trás, de cima a baixo, por alguns segundos.
"Vim falar sobre o que aconteceu hoje de manhã", falei, já na frente dele, ainda na porta. "Sen... senta", ele gaguejou.
Sentei na cadeira e, sem tirar os olhos dos dele com a cara mais doce e inocente que consigo fazer, expus meu problema. "Queria saber, seu Gregório, se tem alguma solução razoável pra eu não ter que contar nada pros meus pais." Me sentia confiante; ele, por outro lado, tava visivelmente nervoso. "Éhh..." Ficou calado por uns segundos. Pareceu começar a entender o que eu queria, e ficou mais duro. "Olha, Maria... o que aconteceu hoje de manhã foi grave demais... não me vem nada à cabeça... e você?" Não era burro, o professor. Parei de olhar pra ele e comecei a olhar ao redor... era uma sala enorme, não entendo como um professor de filosofia ganha um espaço desse. Meus olhos caíram na mesa dele. "Essas são as nossas provas?" Perguntei animada. "Sim", ele disse, arrumando elas pra eu não ver.
Esse era meu momento, pensei. Levantei... e fui em direção a ele. "Posso ver?" Fiz um gesto como se quisesse sentar no colo dele. Num No começo, eu recuei... mas depois de alguns segundos, ele pensou melhor e me disse: "Claro, Maria".
Uff... Sentei em cima dele e comecei a procurar minha prova. Minha bunda estava bem em cima da virilha dele... e em poucos momentos notei que ele começava a crescer. Continuei com o que estava fazendo, me fazendo de desentendida. Encontrei minha prova e vi que estava cheia de rasuras. "Acho que hoje vou resolver mais de um problema", pensei. "Que prova porca, né?" falei, virando-me para ele, e percebi que o tempo todo ele não tinha parado de olhar para minhas pernas lindas. "Hã?... Ah sim, verdade, você foi muito mal mesmo, Maria." Mexi a bunda, encaixando a virilha dele entre minhas nádegas. "Poxa..." respondi.
Então comecei com o passo definitivo: "Sabe, Dom Gregório, a verdade é que eu me comportei mal mesmo." "Ah, é?" perguntou. "Sim. Além do que aconteceu de manhã e da prova, meu irmão sempre me chama de provocadora de pau." Então ele ergueu um pouco a virilha, me dando um pequeno empurrão e enfiando o pau na minha bunda. "E a verdade é que ele tem razão", continuei. "Acho que mereço um castigo, por ser uma provocadora."
"A verdade é que acho que você merece mesmo, putinha." Fiquei muito surpresa com a resposta dele, mas deixei ele continuar. "Você vive me provocando, e depois da aula eu sempre bato uma pensando na sua carinha." Ele ficou em silêncio por alguns segundos e começou a me segurar pela cintura, me apertando contra o pau dele, enquanto eu me esfregava devagar. "Com certeza, hoje em dia vocês são todas umas provocadoras de pau, e acho que vou descontar tudo em você, vadiazinha." Sorri. Ele continuou me segurando pela cintura e me levantou com força. "Agora deita no meu colo, Maria, que vou te dar uns tapas." "Sim, professor." E assim fiz: me deitei sobre ele, com minha cintura em cima do pau dele, olhando para baixo.
Ele começou a acariciar minha bunda. "O senhor está um pervertido, professor." "Cala a boca, gostosa", ele disse. Enfiou a mão por baixo da minha saia e viu que eu não estava de calcinha. "Desde Depois" — disse ele — "as garotas de hoje em dia são umas putinhas mesmo." Levantou minha saia e me deu o primeiro tapa. Zás! "Essa é pela maconha." Zás! Zás! Zás! "E essas três também." Ele bateu com firmeza, mas sem exagerar na força. Então me pegou pelo pescoço e me levantou bruscamente, deixando meu rosto bem na frente do dele. Ele tinha cara de tarado, nunca imaginei que isso chegaria a esse ponto. "Você gosta disso, hein, putinha?" E lambeu meu rosto. Que nojo, pensei. Fazendo cara de preocupada, falei: "Professor... não exagera... por favor." "Quer que eu conte pros seus pais que, além de fumar baseado no banheiro, você é uma provocadora de pau e fica dando mole pra todos os seus professores?" "Não, por favor, não conta nada pra eles." "Então cala a boca, putinha" e, depois de me lamber de novo, me abaixou de volta à posição anterior.
Zás! "Essa é por ser provocadora." Zás! Zás! Zás!... perdi a conta. "Essa é por ser vadia." Agora ele batia mais forte, e eu soltava uns gemidos/gritos. Então, enquanto ele continuava me surrando, pensei comigo mesma: "Maria, onde você foi se meter. Sempre acontece a mesma coisa com você, agora não tem mais volta. Decidi, então, me deixar levar, pra fazer dessa experiência o melhor possível."
"Na verdade, eu mereço isso, professor." "Eu sei" — ele respondeu. "Não vou mais reclamar, Dom Gregório, mas por favor não conta nada pros meus pais." "Assim que eu gosto, vadiazinha: agora, cala a boca e fica de joelhos." Ele afastou um pouco a cadeira de rodas pra me dar espaço, e eu me ajoelhei. Antes de começar a abrir o zíper dele, ele arrancou minha camisa e apalpou meus peitos sem nenhum cuidado. Abri o zíper e ele se acomodou na cadeira, encostando as costas no encosto. "Você já sabe o que vem agora, putinha." Eu abaixei a calça e a cueca dele, e o pau dele saltou, apontando pro meu rosto. Era enorme pra caralho, maior do que eu tinha sentido quando sentei em cima dele. Olhei pra ele e, colocando um dedo na boca e fazendo cara de vadia, falei: "Não sei o que... Fala, professor." — "Não se faz de sonsa e come", ele disse, meio sorrindo. Então eu coloquei a língua pra fora e comecei a lamber as bolas dele, sem tirar os olhos do rosto dele. Lambi no começo: as bolas dele pulavam na minha língua. Depois comecei a colocar uma dentro da boca, e em seguida a outra. Ele começou a bater no meu rosto com o pau dele, sem piedade. Aí, ele se aproximou da mesa e disse: "Espera um segundo, putinha." Tirou uma corda da gaveta, se levantou e veio pra trás de mim. "Fica de joelhos, putinha." Se abaixou, pegou minhas duas mãos com violência e colocou nas minhas costas, e começou a amarrá-las. "Professor, o que cê tá fazendo?!!" Ele apoiou a cabeça no meu ombro e falou no meu ouvido: "Olha aqui, vadiazinha, não tínhamos combinado que você não ia reclamar?" Eu concordei com a cabeça. Ele sentou de novo na cadeira e, me olhando nos olhos, disse: "Começa a engolir, porquinha... não tenho o dia todo." Com as mãos nas costas, comecei lambendo o pau enorme dele, de baixo pra cima, e comecei a colocar na minha boca. "Vamos ver se você consegue engolir inteiro." Comecei a engolir o máximo que podia, mas não dava conta dele inteiro, quase chegava na minha garganta. Tirei e falei: "Não consigo, professor, é grande demais." — "Tenta de novo", ele respondeu.
Coloquei de novo na boca. Então, sem aviso, ele me agarrou pelas tranças e apertou minha cabeça contra o pau dele, com força. "Viu como conseguia, putinha", ele disse rindo enquanto puxava. Eu tava me engasgando, quando achei que não aguentava mais, ele me soltou. Tossi um pouco. "Viu, vadiazinha, é por isso que você reprova nas minhas provas, não se esforça o suficiente." Ele se levantou rápido, e eu olhei nos olhos dele. "Agora me pede pra foder sua boquinha." Fiquei pensando por uns instantes, e olhando pra cima, no final me decidi.
"Fode minha boquinha, Dom Gregório." Ele riu. Me agarrou pelas tranças e, enfiando o pau na minha boca, começou a foder meus lábios. Ele não me deixava descansar, e como eu tinha as mãos amarradas nas costas, não podia fazer nada. Ele segurou minha cabeça de novo quando tinha o pau inteiro na minha boca. boca, agora até o fundo, e com minha língua pra fora, lambendo as bolas dele. Forcei pra trás, mas ele puxou meu cabelo. Depois de uns segundos, me soltou. "Ahhhh..." Peguei ar. Ele se agachou, segurando minha nuca, e começou a falar "Você gosta disso, né, putinha? Sei que você gosta." E me deu um tapa forte na cara, com a outra mão. Me deu mais dois tapas e cuspiu na minha cara. Se abaixou um pouco mais, baixou minha saia até os joelhos enquanto me beijava e, segurando minha mão pelo cuzinho, me colocou de pé.
"Você tá uma verdadeira puta, Maria."
"Eu sei", falei sorrindo.
Ele riu. "Ainda quer mais, né, putinha?" Continuei sorrindo. Ele me pegou pelo pescoço de novo e, com violência, colocou minha cabeça em cima da mesa, com minha bunda virada pra ele. Me agarrou pela cintura, pronto pra meter o pau. "Por favor, vai devagar, ele é muito grande e vai me machucar." No começo, ele pareceu me ouvir, porque começou a enfiar o pau no meu cuzinho devagar, mas, de repente, meteu tudo de uma vez, e eu soltei um gemido/grito bem alto. "Não grita tanto, putinha, vão nos ouvir." Ainda bem que eu já tava molhadinha, senão teria doído bem mais. Ele começou a me foder devagar, dando tapas na minha bunda enquanto continuava me humilhando. "Você gosta disso, né, putinha?" Ele começou a acelerar, até chegar no ritmo mais rápido possível. Eu já tava gemendo que nem uma puta (pra que vou mentir 😉), e a mesa começou a se mover de tão rápido que ele me fodia.
Ele parou, porque acho que ia gozar, e aquele instante curto foi suficiente pra ele ter outra ideia. Virei pra ele e vi o rostinho dele se iluminar.
"Já te comeram o cu, putinha?"
"Não... professor. Mas por favor... não mete atrás." Tentei resistir de novo, mas ainda tava com as mãos amarradas nas costas, e tava na mão dele. "Fica tranquila, putinha, vou tentar não te machucar." Ele aproximou os dois dedos pra eu lamber, e eu lambi, enquanto olhava nos olhos dele com cara de putinha. Então ele começou a enfiar os dois dedinhos no meu cu, pra me abrir. Era uma sensação estranha. Aí, ele perdeu a paciência e começou a enfiar a pica no meu cu, só a ponta. "Professor, não... pelo amor!! vai me machucar"
"Você tá morrendo de vontade, putinha", ele disse. Na hora, enfiou tudo. Que dor!! Gritei até mais que da última vez. "Para... tá doendo! Para!" Ele nem ligou. Enfiava a pica inteira no meu cu, sem piedade, mas parou de novo logo em seguida. "No chão, puta", ele ordenou. Quando viu que eu não obedecia (ainda sentia dor no meu cu), me agarrou e me jogou no chão. Caí de joelhos, sem me machucar. Ele pegou minha cabeça e esmagou contra o chão, deixando meu cu todo empinado. "Vou arrebentar esse cu de colegial que você tem, putinha", ele disse. Me lambeu, me deu um tapa na cara e cuspiu em mim. Não podia fazer nada... ainda estava com as mãos amarradas. Ele ficou atrás de mim, e antes de começar, eu disse: "estupra o cu dessa putinha, ela merece". Ele deu uma gargalhada e, sem pensar, começou a foder meu cu como se não houvesse amanhã. Agora me batia o mais forte que podia, enquanto continuava falando um monte. Eu, com a cabeça no chão, fazia cara de dor e prazer enquanto gemia que nem uma putinha. Ele começou a me masturbar com uma mão, enquanto continuava arrebentando minha bunda por trás. Tive o melhor orgasmo que já tive. "Você gosta, hein, puta?" "Sim", eu disse como dava, porque quase não tinha voz.
Ele mandou eu me deitar de barriga pra cima, numa mesa mais baixa que tinha do lado da escrivaninha dele. Eu obedeci e me deitei, com a cabeça um pouco pra fora da mesa. Não sabia o que ele ia fazer agora. Ele ficou de pé, atrás da minha cabeça, dobrou um pouco os joelhos e disse: "Quero que você prove o seu cu". Enfiou a pica na minha boca antes que eu pudesse falar qualquer coisa, e ficou fodendo minha boquinha até a garganta. Às vezes eu não aguentava mais, mas ele não ligava e não parava de me foder. "Engole tudo, puta, você tava morrendo de vontade disso antes mesmo do baseado". Ele me pegou pela cabeça de novo, e enfiou até o fundo, eu aguentando de novo sem poder resistir. A única diferença de antes é que agora os ovos dele tampavam meu nariz, e eu não conseguia respirar por lugar nenhum. Ele tirou, aproximou o rosto do meu, e lambeu minha cara de novo, me esbofeteando enquanto me xingava, me humilhava. E fazia a mesma coisa de novo, enfiava o pau na minha boca até o fundo, com os ovos dele tampando meu nariz. "Cheira meus ovos, puta, é por isso que você é uma piranha." Quase me engasgava quando ele me soltava, e eu respirava de novo. Ele ficou fazendo a mesma coisa até se cansar.
"Fica de joelhos, puta foxy." Ele ordenou dessa vez. Dessa vez eu obedeci na hora. Ele chegou perto do meu rosto e disse com cara de ameaça: "Agora sorri até o fim, senão vou contar tudo pros seus pais." "O que o senhor quiser, contanto que não conte nada." E eu sorri. Ele me deu um tapa na cara, agora mais suave, e cuspiu em mim. Começou a se masturbar. "Chupa meus ovos me olhando nos olhos, puta." Comecei a lamber eles, do melhor jeito que sabia, enquanto olhava nos olhos dele. Ele se masturbava e me dava uns tapas, às vezes, com o pau. Começou a se masturbar com mais força. "Vou gozar, putinha..." Eu continuei chupando os ovos dele.
"Vou gozar, putinha... para." Parei e fiquei olhando pra cima, nos olhos dele, esperando. "Sorri, puta." Sorri, e ele gozou, gemendo como eu nunca tinha visto um homem gemer. Encheu minha carinha de porra: as bochechas, as sobrancelhas, os lábios, a boca, os olhos. Quando parou, esfregou o pau na minha cara, juntando a porra, e enfiou na minha boca. "Agora limpa ele inteirinho, puta de merda." Sem parar de sorrir, segui as ordens dele, chupando e engolindo cada gota até não sobrar nada.
Aí a gente não falou nada por um tempo. Na bolsa eu tinha roupa de trocar: ainda bem, pensei: minha camisa tinha ficado rasgada e minha saia cheia de sêmen. Me troquei, e sem dizer uma palavra, fui até a porta pra ir embora. Abri a porta, e bem antes de sair, ouvi atrás: "Maria" me virei, "não vou contar nada pros seus pais sobre o baseado". "Valeu" eu disse. "Passa semana que vem e a gente conversa sobre a prova..."
Eu, surpresa... falei "mas... eu achei que com o de hoje..."
"Cala a boca, putinha." Fui embora e fechei a porta e, antes de me afastar, ouvi ele rindo.
É isso, espero que vocês gostem... cada dia tô mais tarada, verdade... mas isso é só imaginação, ainda não botei em prática 😛 Acho que vou pro banheiro que fiquei super excitada escrevendo isso, e não quero que meu irmão me pegue enfiando um dedinho..Um beijo, galera!! Se quiserem algo privado.
46 comentários - mi profesor me trato como una putita.. y me gusto
Sabe alguien pq no sale en la pagina principal?? joo
Muy buen post
jajajaj
mariaaa
🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️ 🙎♂️
x q en este relato tbm mencionas parte del otro, si me pudieras mandar 1 msj estaria mui agradecido, 🙎♂️ 🙎♂️
segui asi
y suerte con los examenes
Donde se junta la gente del imperio con CAM... exclusivo para rio cuarto... disfrutalo ya !!![/b]
caleinta mucho 😀