Com minhas irmãs Andrea e Jenny

Olá! Meu nome é Andrés e vou contar minha história pra vocês, aconteceu comigo há 3 meses, é uma história real e os nomes que vão aparecer também são reais. Tenho 19 anos e sou o filho do meio de 5 filhos, mas sou o único homem, também sou bem bonito (modéstia à parte) e a natureza me dotou muito bem, então me sinto bem satisfeito, tento me manter em forma, meu cabelo é escuro e uso curto, meus olhos são castanho escuro, tenho 1,75m de altura, peso 70kg. Me dou bem com as mulheres, não saio muito pra festas e às vezes sou um pouco tímido.

Moro na cidade de Cali (Colômbia), com meus pais e minhas 4 irmãs (Muito gostosas, todas loiras de olhos azuis que mudam de tom em cada uma, com corpos bem provocantes, a mais nova Susana tem 17 anos, a próxima Victoria com 18, depois Andrea com 20 e Jenny com 22), parece que meus pais se dedicaram bastante, porque ter 5 filhos é muita coisa e ainda temos diferença de idade de no máximo 2 anos.

Tudo começou num dia normal como qualquer outro, já era noite e depois do jantar, minhas irmãs e eu costumamos ver TV na sala juntos, enquanto meus pais vão dormir, a única diferença naquela noite foi que minha irmã Andrea (Loirinha muito gostosa, 20 anos) se vestiu mais provocante que o normal pra sair pra balada mais tarde com o namorado, ela estava usando uma minissaia preta justa no corpo que deixava bastante à mostra suas lindas pernas na altura da bunda bem formada e empinada, e uma blusa branca quase transparente que balançava de forma bem atraente os peitos dela, que não são muito grandes nem muito pequenos, eu diria que são normais.

Eu não tinha reparado muito nela naquela noite, porque sempre vi minhas irmãs como irmãs, mas enquanto estávamos vendo TV, observei sem querer que minha irmã estava com as pernas um pouco abertas e dava pra ver entre elas uma calcinha branca que mal cobria aqueles lábios de buceta, que apareciam por entre a pouca luz que a iluminava, e desde aquele momento não consegui tirar os olhos de entre as pernas dela, com tanta má sorte que minha irmã mais velha Jenny (outra loira bem gostosa, 22 anos) me pegou.

- Jenny: aha!, o que você está olhando, seu depravado, não vê que ela é sua irmã. - Eu não estou olhando nada.

Falei meio envergonhado.

- Jenny: como nada, se você estava olhando a buceta da Andrea. - Andrea: o quê? Imediatamente Andrea fechou as pernas e me lançou um olhar que se olhares matassem... - Já te falei que não estava olhando nada.

Minhas irmãs me encararam com caras bem sérias, até que Jenny soltou uma gargalhada que deixou todo mundo surpreso.

- Jenny: bom, mas não se assusta que não vamos fazer nada com você, melhor a gente dormir que tá ficando tarde, apaga a televisão antes de ir, Andrea.

Andrea sorriu e depois disso todo mundo foi dormir, achei que isso tinha ficado esquecido, mas naquela mesma noite, 20 minutos depois, quando eu estava quase pegando no sono depois de olhar por um tempão o teto do quarto, aí ouvi a porta do meu quarto abrir (eu durmo num quarto sozinho e minhas irmãs em outros dois quartos, duas em cada), fingi que tava dormindo pra depois surpreender a pessoa que tinha entrado, enquanto ela se aproximava comecei a sentir um cheiro de perfume que já conhecia, era minha irmã Jenny, ela chegou perto e eu pensei que ela queria me zoar, porque ela é muito brincalhona, eu tava prestes a dar um susto nela quando de repente senti os lábios dela na minha boca, ela tava me beijando e não era um beijo normal, ela tentava encontrar minha língua com a dela, então abri os olhos, acendi o abajur e falei: - Ei, o que você tá fazendo?

Ela tava com uma camisola cor de bege que destacava os peitos dela (um pouco maiores que os da Andrea), não tava de calcinha e dava pra ver bem os bicos redondos.

- Jenny: ah, você tava acordado. - Por que você fez isso? - Jenny: por..., não me diga que você não Você gostou.
- Bom, sim, mas não é certo.
- Jenny: por que não? Você é um homem e eu sou uma mulher, além disso, já faz um tempo que eu queria fazer isso. Vamos, não fica assim e deixa eu te mostrar o que sei fazer.

Eu concordei, meio surpreso, e então ela me beijou de novo. Dessa vez, não parei. Foi um beijo apaixonado, muito intenso. Eu não queria parar, e aquilo estava me deixando a mil. Até que ela começou a tirar a camisola que estava usando, deixando à mostra aqueles peitos lindos, um pouco mais claros que outras partes do corpo, marcados pelo biquíni, mas que destacavam a cor dos mamilos lindos dela, que pareciam durinhos e tesudos de tão excitada que ela estava. Mas meu olhar foi descendo devagar até chegar na região pubiana dela, e imediatamente meu pau ficou tão duro que pensei que, se eu não tirasse a cueca, ia rasgar ela. A buceta da minha irmã era a mais linda que eu já tinha visto na vida. Os pelinhos loiros e os lábios vaginais grossos e carnudos me deixavam a mil.

- Jenny: você gostou do que viu?
- Claro!
- Jenny: bom, agora é sua vez. Tira essa roupa e me mostra o que você tem pra oferecer.

E, sem pensar — porque nessas horas a gente não pensa —, tirei tudo que me cobria e deixei minha ereção de 23 cm aparecer.

- Jenny: nossa! Nunca tinha visto algo tão grande. Nenhum dos meus ex tem um assim. Agora você vai ver, vou te fazer sentir o que nunca sentiu.

Jenny se colocou por cima de mim, colocando a buceta e a bunda dela na frente do meu rosto, e então enfiou meu pau na boca dela. Por pouco eu não gozei dentro da boca dela quando senti a língua percorrendo meu pau, mas me segurei. A sacanagem da situação me deixava muito tesudo. Não podia acreditar que minha irmã mais velha estava me dando o melhor boquete da minha vida. Mas eu também tinha que retribuir o favor, e comecei a lamber a bucetinha rosada e carnuda dela. Um gosto azedo, mas ao mesmo tempo doce, percorria minha língua. Ela começou a gemer e, cada vez mais, empurrava a buceta contra mim. minha cara enquanto ela me chupava com mais força, ficamos assim por um bom tempo até que não aguentei mais e soltei um jorro gigantesco de porra na boca da minha irmã, e depois outro e outro...

Aquela puta engoliu tudo, e o que espirrou no meu pau ela lambeu até deixar limpinho. Embora eu me sentisse no céu, não podia deixar que só eu aproveitasse, e continuei lambendo a buceta da minha irmã com mais intensidade enquanto ela gemia de prazer. Passei a língua no clitóris e fiz movimentos circulares dentro da buceta até ouvir um gemido muito forte, senti os espasmos vaginais dela e então ela soltou um grande jorro dos seus sucos, que pra mim tinham gosto de bebida dos deuses.

Ficamos naquela posição por um momento enquanto nos recuperávamos, mas nessa hora a Andrea entrou no quarto.

- Andrea: O que está acontecendo aqui? O que vocês dois estão fazendo? Vou contar pros nossos pais.

- Jenny: Calma, se acalma, a gente não fez nada de errado. Além disso, o que você está fazendo aqui? Não devia ter ido com seu namorado? - Andrea: Ele ligou pra dizer que não viria, mas essa não é a questão. Como vocês podem fazer isso se são irmãos? - Jenny: Qual é, não fica assim. E não me venha negar que você nunca teve uma fantasia sexual com o Andrés, porque um dia eu te encontrei batendo uma no banheiro com uma foto dele na mão. - Tá falando sério? - Andrea: Eu não fiz isso. - Jenny: Para de negar e junta-se a nós, que a gente vai se divertir.

Eu estava bem surpreso com o que acabara de ouvir. A ideia de que a Andrea batia uma pensando em mim me devolveu as forças e me deu uma vontade de foder ela na hora. Jenny levantou da cama e se aproximou da Andrea, começou a desabotoar a minissaia dela. Andrea não resistiu, e depois Jenny tirou a blusa dela.

Andrea usava um sutiã de renda transparente que deixava ver parte dos mamilos e a redondeza dos peitos, mas eles não ficaram cobertos por muito tempo. Jenny tirou ele. o sutiã e também a minitanga que a Andrea tava usando, deixando à mostra uma buceta linda com uns pelinhos mais escuros que os da Jenny, mas em menor quantidade, e uns lábios vaginais tão apetitosos quanto os da Jenny. Mas o que mais me pegou foi a bunda dela, com uns glúteos perfeitamente redondos, proporcionais ao tamanho das pernas dela. Depois de despir ela, a Jenny deu um beijo carinhoso na boca da Andrea e pegou na mão dela, levando ela até minha cama. Eu ia me levantar, mas a Jenny falou pra eu não fazer isso, pra eu deitar de novo de barriga pra cima. Aí as duas subiram na cama de joelhos, e a Jenny aproximou a Andrea do meu pau, que já tava no auge depois de uma vista tão gostosa.

- Jenny: Pelo visto, o tamanho do pau dele não te surpreende.
- Andrea: Não, não me surpreende, porque eu já tinha visto antes. Enquanto ele se vestia depois de sair do banheiro, eu espiava ele por um buraco que tem do lado direito da porta.
- Jenny: Viu?!, no fim não sou a única pervertida, e ainda tenho razão.

Eu não podia acreditar no que tava ouvindo, mas enquanto processava isso, a Andrea deu uma lambida no meu pau.

- Andrea: Ummm!, que gostoso, vou chupar tudo.
- Jenny: Mas não faz ele gozar ainda.

Enquanto a Andrea me fazia um boquete fenomenal, a Jenny se sentou na minha cara, e eu entendi o recado na hora, e comecei a chupar a buceta da minha irmã de novo. Tava mais excitado do que antes, e cada chupada da Andrea ficava mais intensa e mais rápida. Eu resolvi seguir aquele ritmo enquanto enfiava a língua dentro da Jenny, que gemia sem parar, enquanto eu sentia que ia explodir. De repente, quase ao mesmo tempo, a Jenny e eu gozamos. Ela, com um gemido forte, soltou de novo todos os sucos dela na minha boca, e eu soltei outro jato de porra, mas dessa vez dentro da boca da Andrea, que também engoliu tudo, deixando meu pau completamente seco. A Jenny levantou da minha cara e se deitou do meu lado, e depois Depois de um tempo, ela acabou dormindo. Enquanto isso, Andrea continuava chupando meu pau, até que conseguiu deixá-lo duro de novo. Então falei pra Andrea: - Irmã, você me deixaria fazer pela sua bunda? - Andrea: vou deixar, mas só se você tiver um lubrificante.
- Sim, tenho sim, olha.

Aí peguei um que estava na mesa de cabeceira, que já me serviu bem nas minhas inúmeras fantasias.

- Andrea: tá bom, então faz, mas vai devagar, porque nunca fiz por ali. - Sem problema.

Andrea passou o lubrificante nas mãos e começou a acariciar meu pau suavemente, que brilhava como se tivesse sido encerado. Depois me passou o lubrificante e se deitou de lado, mas levantando a bunda firme. Passei um pouco no dedo, depois deslizei pelo buraquinho anal dela e enfiei o dedo devagar. Andrea deu um pulinho e soltou um gemido curto, quase imperceptível. Tirei o dedo e me ajeitei pra encostar meu pau na bunda dela. Quando tava pronto, comecei a enfiar meu pau no cu da minha irmã, que gemia com um pouco de dor.

- Andrea: mais devagar, por favor. - Relaxa, vou mais suave.

A bunda dela era bem apertadinha. Já tinha comido outras mulheres por ali antes, mas o cu da minha irmã era o mais apertado que já peguei. Enquanto ela gemia, eu enfiava um pouco mais meu pau.

- Andrea: não enfia mais que você vai me rasgaaar!

Aí parei, mas comecei a tirar devagar e depois enfiava de novo, cada vez mais rápido e mais forte. Andrea gemia e ofegava de prazer e dor, mas eu não aguentava mais. Queria enfiar o pau inteiro, e fiz isso de repente. Andrea soltou um grito de dor tão alto que achei que ia acordar meus pais. Ainda bem que não aconteceu, mas eu rasguei o cu da minha irmã. Meu pau saiu manchado de sangue do cu dela e dos fluidos dela.

- Andrea: seu idiota!, você é um imbecil!, falei pra fazer devagar, ah!, e você rasgou meu cu.

- Me desculpa, se quiser eu paro. - Andrea: não seja bobo, ah!, continua e não pensa em parar.

Eu nunca pensei que minhas irmãs fossem tão putas, mas fiz o que ela mandou, enquanto eu penetrava a bunda dela, ela colocou a mão esquerda na buceta e começou a se masturbar, eu tava muito excitado e ela continuava gemendo de dor e prazer.

- Irmãã, já vou gozaar, posso gozar dentro? - Espera um pouquinho, que eu também tô gozando.

Continuei penetrando ela mais forte, enquanto ela enfiava o dedo na buceta e se acariciava o clitóris bem rápido e ansiosa, até que não aguentou mais e com um grito tão intenso quanto o anterior, mas dessa vez cheio de prazer, jorrou os fluidos vaginais dela nos lençóis da minha cama e ao fazer isso apertava mais a bunda dela, eu sentia que ela me chupava, até que não resisti mais e soltei outro jato de prazer dentro do cu dolorido da minha irmã, que continuava gemendo e se sacudindo com força.

- Andrea: irmãozinho, ah!, isso é... ah!, isso é a melhor coisa que já me aconteceu, te amo. - Eu também te amo.

Dito isso, demos um beijo suave na boca, deitei entre minhas duas irmãs mais velhas e caímos no sono.

Tinha sido uma noite de loucura, minhas irmãs mais velhas tinham me dado os melhores boquetes da minha vida, tinha comido a buceta da minha irmã Jenny duas vezes, e tinha desvirginado pelo cu a minha irmã Andrea, tava satisfeito, mas não imaginava o que ia acontecer depois.







Com minhas irmãs Andrea e Jenny







8 comentários - Com minhas irmãs Andrea e Jenny

Aqui esta a traducao para o p

y por ultimo eres un groso

TALENTO08
me encanto el relato P! Gracias por el post,

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chales pinche depravado jajajajaja 🙎‍♂️
talento08 dijo:Com minhas irmãs Andrea e Jenny

y por ultimo eres un groso

TALENTO08
me encanto el relato P! Gracias por el post,

ACUERDATE, COMENTAR ES AGRADECER EL TRABAJO DEL POSTEANTE

mui buenoooo