COM MEU PAI E MINHA MÃE
Enfiei devagar, senti que minha buceta aguentava qualquer coisa, mal tinha um quarto dentro e já me sentia cheia, aquela piroca esticava meus lábios vaginais, eu queria aproveitar ela toda
Vou contar pra vocês. Minha mãe se divorciou do meu pai biológico há 6 anos, ele era beberrão e agressivo, então batia na minha mãe e em mim direto. O que quero compartilhar com vocês é uma história linda que mudou minha vida e a de muitos de um jeito inesperado.
Minha mãe, depois da separação, conheceu pelo trabalho o homem mais encantador, teve que lidar com meus caprichos de rejeição por causa do maltrato que eu tinha sofrido, mas vou contar que mamãe e eu ficamos pasmas com tanta ternura e atenção, ele era solteiro, soube conquistar nossos corações com carinho, vivemos nós três num apartamento pequeno, vou chamar meu pai de coração de Gabriel, (meu pai) é assim que o chamo, 40 anos recém-feitos, moreno, cabelo curto, corpo atlético, simpático, carinhoso, tudo de bom que vocês imaginarem, e assim formamos uma família linda.
Ele é um pai compreensivo e muito carinhoso, a gente adorava ele, ainda mais lembrando dos maus tratos que recebíamos do meu próprio pai biológico (vou chamá-lo assim só dessa vez e nunca mais vou mencioná-lo em nenhuma história, pra mim ele não existe), nunca mais o vi, fui crescendo ao lado dele, sempre me tratou como filha, minha mãe e ele sempre me deram tudo que eu queria, especialmente minha mãe por culpa.
A história louca começa uma semana antes de eu fazer 19 anos, a natureza me deu um corpo 98-60-96, com uns peitos de auréola branca e um bico esticado de tanto eu ficar mexendo neles, minha bunda é carnuda e empinada, minha mãe é filha de alemães, então é uma loira de 1,72, medidas 90-62-96, olhos cor de mel, eu herdei da minha mãe os olhos e o cabelo loiro, somos ambas de pele branca e macia.
Meu amor por Gabriel era de filha, mas há alguns meses, por culpa da minha mãe e dela Pobre, sem saber, ela desejava de outro jeito, um sentimento diferente começou e foi crescendo dia após dia. Ele é meu delírio e minhas fantasias em cada punheta minha.
Eu, por ter sido criada mal, sem amor, era ruim com os caras. Guardava muita raiva dos homens, então todo namorado que eu tinha, deixava sempre na seca, nunca chegava a transar com eles, o que me tornou uma viciada em masturbação.
Por questões de trabalho (ele é engenheiro de sistemas), surgiu uma oportunidade de trabalhar numa plataforma de petróleo no meio do oceano por dois anos na Europa. Isso ia dar uma grana boa, então minha mãe topou sem problemas. Eles tinham o sonho de ter uma casa maior.
Sentíamos muita falta dele, mesmo com as conversas diárias por chat e NetMeeting, não era a mesma coisa. Nesse tempo de ausência dele, eu aproveitava mais liberdade, saía com os caras da escola e fazia a mesma coisa com todos: não deixava ninguém me penetrar. Então a gente se masturbava, eu neles e eles em mim. Não tinha conhecido ninguém especial pra entregar minha buceta virgem. Precisava de alguém que me desse confiança, não queria sofrer o mesmo que minha mãe no casamento anterior dela.
Vivia sempre molhada. Um dia voltei do colégio mais cedo porque tinha desinfecção. Quando fui pro meu quarto (moramos num apartamento pequeno), ouvi uns gemidos vindo do quarto da minha mãe. Meu coração parou, imaginei minha mãe traindo o pai. Um gosto amargo desceu pela minha garganta, senti muita dor. Pra minha surpresa, vi minha mãe se masturbando com um consolo preto enorme enfiando na buceta dela e um transparente e pequeno no cu. Ela beliscava os peitos como se quisesse arrancá-los...
Eu me acalmei ao ver que minha mãe não estava traindo o pai. Isso me deu paz e uma tesão danada. Na hora, levei meus dedos até minha buceta carente e fui enfiando os dedos vendo minha mãe gozar. Entrei num êxtase por ver como minha mãe se acabava de prazer, sentia que minha buceta ia explodir. Entre as pernas, meus joelhos tremiam. Gozei pra caralho, foi algo novo pra mim e deixei escapar um suspiro que minha mãe percebeu.
Ela disfarçou, tomou um banho. Eu no meu quarto esperando uma bronca. Ela me chamou pro quarto dela, meu coração tava a mil. Minha mãe me dá todos os mimos e temos uma relação foda, não queria que ela ficasse puta.
— O que você tava fazendo me espionando?
Eu só desabei a chorar de medo e vergonha. Ela disse: vem cá. Sentei na cama, minha cara tava vermelha de vergonha. Ela explicou que sentia falta do Gabriel e não queria trair ele com outro homem, por isso tinha comprado aqueles brinquedos com a permissão do papai. Os brinquedos estavam espalhados na cama, e aí a gente criou uma intimidade especial. Ela me ofereceu usar quando quisesse. Agradeci. Tinha de todos os tamanhos e cores (isso é história pra outro conto).
Uma noite eu tava mal e fui dormir cedo. Umas 1h da madrugada, levantei pra ir no banheiro e, pra minha surpresa, vi minha mãe na frente do PC, se masturbando com um consolador preto e enorme (depois ela me contou que era o clone do papai, kkk). Não conseguia imaginar com o quê ela tava pensando — se era foto ou vídeo, porque eu também me castigava às vezes assim, olhando paus na internet e vídeos pornô.
Deitei e deixei minha mãe em paz. Tava inquieta, não conseguia dormir pensando no que a mamãe usava pra se castigar. Descobri nela coisas que nunca imaginei. E eu, que me sentia mal por me masturbar todo dia, quando senti ela deitar, esperei um pouco e levantei. Fiz um chá, fui pro computador bater um papo. Achei que ela tava dormindo. Quando fui ligar o PC, ele já tava ligado, só o monitor apagado. Liguei. Minha mãe não percebeu e deixou a imagem congelada da câmera (pensei eu). Pra minha surpresa e meu tesão, tava lá congelado o papai. Eu fazia videochamada com ele todo dia, mas não como a da minha mãe. Fiquei pasma. Até já tinha visto uns paus, mas aquele era descomunal. Me lembrou o vibrador enorme que a minha Mãe, agora eu entendi a parada do tamanho, fiquei surpresa e ao mesmo tempo excitada, achei muito fofo da parte dele, já que assim ele mostrava a fidelidade dele e não a enganava.
Pensando em como minha mãe se masturbava olhando aquela câmera, levei meus dedos até minha virilha, estava muito molhada, meus mamilos tinham inchado, comecei a me masturbar e não demorei pra gozar, tive uma sensação de culpa e delírio que me deu uma excitação do caralho, enfiei um dedinho no meu cu, apertava os botões do meu mamilo, esticava eles, me dava tesão fazer aquilo, gozei de novo, tava muito puta, deixei tudo como estava pra não levantar suspeitas e fui me deitar.
Ficava virando na cama e me sentia mal por ter me masturbado com o papai, mas a excitação era mais forte, fui pro quarto da minha mãe, abri a mesinha de cabeceira dela e peguei o vibrador preto grandão que ela usava pra lembrar a pica enorme do papai, fui pra minha cama, tava muito quente, comecei a passar ele pelos meus lábios vaginais, uma sensação estranha, meus lábios estavam inchados e o brinquedo tão frio, coloquei entre meus peitos, apertava ele com eles e me esfregava igual uma louca, era grosso demais pra mim.
Minha mente não parava de imaginar ele, me sentia mal mas não ligava, comecei a querer enfiar aquele troço na minha buceta, mesmo sendo virgem, os dedos que eu enfiava e os caras que eu saía todo dia é como se já não fosse mais, era grosso demais pra meter, doía, então só enfiei a ponta e foi o suficiente pra gozar, depois esfreguei no meu clitóris pra sentir meu fluxo que saía pra caralho, assim que tava relaxando ouço barulhos e o clarão da luz que vinha do banheiro, era minha mãe de novo, meu coração parou pensando se ela tinha me visto, sinto ela ir pra cozinha, demorou uns minutos e foi deitar, antes vejo ela olhar pro meu quarto e fingi que tava dormindo, tava preocupada mas exausta, acabei dormindo, era sexta então dormiria até tarde no sábado.
Quando acordei, já era tipo Às 11, mamãe tava lendo um livro na sala, preparei o café, sentei depois de dar um beijo nela e não saía uma palavra da minha boca, sentia culpa, medo e todas aquelas sensações estranhas que vocês podem imaginar, até que chegou a hora e ouvi as palavras que não queria ouvir.
- A gente precisa conversar. - Sobre o quê?
– perguntei, me fazendo de sonsa. - Essa manhã quando fui te ver, você tava bem dormindo e pra minha surpresa vi que você escolheu o vibrador mais grosso e grande que eu tenho, ela riu. - Fiquei vermelha e comecei a rir - - Filha, você tem que começar com um menor, já que é virgem - Ri e falei - - Mamãe, não se preocupa, não consegui enfiar, é muito grande, haha.
Ela riu junto comigo e pra minha surpresa, me matou com uma pergunta.
- Ontem à noite deitei um pouco depois de falar com o papai, te vi ir pro computador e você começou a se masturbar. Não sabia onde me enfiar - Me fala com honestidade, vou saber te entender, será que a rola do papai te excitou?
Desabei no choro, - Desculpa, mamãe, é que nunca tinha visto uma coisa daquela e eu te vi se masturbando e não aguentei, não sabia que ia encontrar aquilo, juro. Mamãe, pra minha tranquilidade, me abraçou, me acalmou e disse:
- Filha, quero te ajudar, você vai fazer 19 anos e precisa que alguém durma com você, por que não faz?
Eu falei que tinha medo de passar pelo mesmo que ela com o ex-marido dela (nem vontade de chamar de pai) quando ele batia nela na cama. Minha mãe se encheu de culpa, de choro, de tristeza, me deu um beijo e disse isso vai passar, vamos ver como seguimos em frente, filha, te amo.
Assim foram passando os dias e eu não via a hora do meu papai voltar, precisava me sentir protegida, além disso sentia falta dele porque a gente se dava muito bem. Nessa fase, minha mãe tinha me dado umas instruções de como usar os brinquedinhos dela e um creme pra dilatar pra não sentir dor, ela verdadeiramente cuidava de mim e não queria que eu sofresse. Ela continuava com as conversas quentes com o papai, mas eu respeitava aquele momento íntimo e sublime e ia pro meu quarto. Tinha chegado o momento, papai voltava, fomos buscá-lo em Ezeiza, eu esperava ansiosa pra vê-lo, amava ele demais, ele soube ser o pai que eu nunca tive, ele se apertou num abraço e um beijo apaixonado com a minha mãe, depois foi a minha vez, ele me segurou forte dizendo que me amava e sentia minha falta, eu sentia meus peitos se apertando contra o peito dele e me aproximei bem porque queria sentir aquele pau, já os pensamentos eram só putaria, enquanto íamos pro carro, papai me levava pela mão e falou uma frase que se cravou dentro de mim como um raio.
- Bebê, como você cresceu e se desenvolveu!, tá uma mulher de verdade.
Essas palavras na hora provocaram um arrepio na minha buceta, enquanto carregavam as malas, fui pro banheiro, não via a hora de meter uns dedos e gozar, só de me tocar eu gozei, nem precisei enfiar os dedinhos, rapidamente saí correndo pro carro, dei um abraço no papai e falei que amava ele. Quando chegamos em casa, nós duas estávamos com ele aproveitando os mimos e a companhia dele, e assim o dia passou entre presentes e carinhos, eu por momentos era uma menina que buscava a ternura e proteção dele, e de repente me sentia uma mulher já realizada pelas palavras que ele disse em Ezeiza (o aeroporto).
Chegou a noite, eu sabia que chegava a hora onde minha mãe ia aproveitar aquele pau a noite toda, depois do jantar fingi dor de cabeça, queria que eles se preparassem pra grande foda, me deitei e não parava de me acariciar e enfiar os dedos, tava com minha camisola curta e uma calcinha fio dental bem enfiada na racha, o que me excitava mais, lá pela 1 da manhã começou o show, minha mãe gemia que nem uma louca, a porta tava fechada, eu queria ser uma espectadora vendo aquele pauzão entrando na minha mãe, coloquei meu ouvido atrás da porta, mamãe não parava de gozar, as palavras do papai ecoavam na minha cabeça, peguei a maçaneta e abri a porta devagar, eles nem perceberam, eu tava doida, minha mãe tava chupando aquela pica enorme, não cabia inteira. toda na boca, eu não aguentava mais, tinha três dedos na minha buceta e um no meu cu, antes que me vissem ou eu começasse a gritar de tanto orgasmo que tava tendo, fui pro meu quarto. Fiquei exausta de tanto gozo.
De manhã, papai foi trabalhar e mamãe me esperava com o café da manhã, nossa, eu sabia o que vinha porque tinha deixado a porta aberta na pressa.
- Você estava olhando atrás da porta ontem à noite? - Não, eu disse.
Minha mãe, descolada e compreensiva, falou: filha, o que me dói e incomoda é que você mente pra mim, que você tenha nos olhado até entendo, eu faço tudo por você, mas sem mentiras nem esconderijos, e vejo que você tá obcecada pela pica do papai, por quê? Pelo tamanho? - Sim, mãe, eu morria de vergonha.
Minha mãe sabia que eu morria de vontade de pegar aquela pica e aproveitar, e me perguntou se eu sabia por quê? Eu disse que vivia me masturbando e tava cansada, tava difícil estudar, precisava de sexo, e papai era o único que me dava segurança, e desabei no choro, sabia que mamãe ia me ajudar a ficar com ele. Não me enganei, ela prometeu que ia pensar num jeito de papai me iniciar no sexo. Meu coração disparou e minha mãe, como gesto de amor, me deu um beijo carinhoso. À noite, combinamos que eu ia ver TV no quarto pra ela conversar com ele sobre o problema dela, jantamos e fui pro meu quarto, claro que fiquei perto pra escutar.
- Gabriel, meu amor, preciso falar com você sobre a Mirna. - O que que ela tem? - ele disse preocupado. - É que tô preocupada, ela ainda é virgem, descobri ela se masturbando com um dos meus brinquedos, especialmente com o seu clone, tá difícil pra ela se concentrar nos estudos, não sei o que fazer, incentivei ela a transar com o namorado e ela não quer, tem medo de acontecer com ela o que aconteceu comigo com o pai biológico dela. - Que pena, não me ocorre nada, ele disse, puritano como sempre. - Por que não levamos ela no médico pra ver o que pode fazer? - ele falou pra mamãe. - Gabriel, eu já sei o que ela precisa, ser cuidada, puxou a mãe, não acha? - Não sei, meu amor. Amor, preciso te dizer", ele insistiu de novo.
Foram se deitar, ele não deu chance pra nada naquele momento. Eu esperava a hora do show, já não sentia tesão sozinha, precisava vê-los. Esperei um pouco pra ir me esconder atrás da porta, como todo dia. Naquela altura, já me sentia uma louquinha, uma puta obcecada.
De repente, ouço a porta, vejo a luz do banheiro acesa, alguns minutos e apaga. Esperei um pouco e fui, encontrando a surpresa da porta aberta. Seria um convite? Eles estavam se acabando de prazer, minha mãe montando aquela pica que eu queria. É inexplicável o tesão que eu sentia. Mal encostei meus dedos, veio uma gozada que dava nojo de tão molhada que eu tava. Pensei em me jogar em cima deles, mas achei que estragaria os planos da mamãe.
De manhã, meu pai passou pra me dar um beijo antes do trabalho. Levantei pra tomar café e lá estava a mamãe. A pergunta de um milhão vinha: — Mirna, como foi sua noite? — Por quê, mãe? — Deixei a porta aberta pra você poder gozar. — Obrigada, mamãe, fiquei tentada a compartilhar aqueles momentos. — Filha, fez bem, teria estragado tudo.
Isso fez com que eu e mamãe pensássemos numa estratégia pra ele aceitar. Comecei a me mostrar deprimida, a não comer (fazia isso antes de ele chegar), passava o dia no meu quarto vendo TV. Mamãe contava pra ele que eu chorava direto de angústia.
Daí, começamos a tramar vários momentos pra fazer ele se sentir seduzido, pra me ver como uma mulher e não como uma menina que era filha dele, mesmo que adotiva.
Papai teve a ideia de sairmos de férias. Vinha um feriadão, então ele tinha 4 dias de folga no trabalho. Fomos pra Córdoba, alugamos uma cabana linda. Lá, já tínhamos planejado com a mamãe várias coisas pra ver se conseguíamos nosso objetivo. Nos instalamos e, como era um dia de sol esplêndido, umas 10 da manhã, fomos pegar sol na beira do rio…
O lugar era tranquilo, tinha famílias. Mas longe de nós, eu tinha comprado um biquíni bem provocante, meus peitos não cabiam no sutiã e a tanga deixava minha bunda à mostra pra fazer parte da paisagem. Mamãe piscou pra mim e foi pra água, papai sentou numa espreguiçadeira pra ler. Tirei a minissaia e a camiseta, estendi uma toalha no chão e fiquei de bruços pra papai me olhar. Ele tava concentrado no livro, nem percebeu que mamãe tava na água. Passaram uns minutos e ele não tirava os olhos do livro. Falei:
- Papai, você passa creme nas minhas costas?
- Pede pra mamãe, meu amor.
- Ela tá na água, respondi.
- Ok, ele disse. Quando me viu de costas, falou:
- Mirna, esse biquíni não é muito provocante?
- Papai, é assim que se usa, respondi.
Ele começou pelas costas, não dava pra ver o rosto dele. Minha mãe, de longe, observava o comportamento do marido. Desabotoei o sutiã do biquíni pra que as mãos dele percorressem minhas costas todas. Minha buceta já começava a soltar as primeiras ondas de lubrificação. Quando ele chegou nas minhas nádegas, eu queria que ficasse ali o dia inteiro, ansiava que perdesse os dedos dentro de mim, mas foi só um instante. Minha pelve fez um movimento pra se esfregar no chão, ele continuou com as pernas e terminou.
- Pronto, ele disse.
- Papai, passa no pescoço também, que ali eu não enxergo.
Me virei com toda a malícia de saber que meu sutiã tava solto. Ao sentar, meus dois peitos ficaram de fora e meus olhos se cravaram nos dele.
- Mirna, se cobre, por favor. As palavras dele chegaram como um desafio.
Fui pra água com mamãe contar o que tinha acontecido até agora.
- Calma, vi tudo. Vamos continuar com nossa estratégia.
Já era meio-dia, comemos um sanduíche que mamãe preparou, e chegou a hora da sesta.
- Mirna, mamãe me chamou.
- O próximo passo é este:
Ela disse que ia deitar com ele, deixá-lo bem cansadinho e, depois de terminar, quando ele dormisse, ia deixá-lo nu e coberto pra eu deitar com ele. a desculpa se ele acordar, de que ela estava tomando sol e no meu quarto o ar condicionado não funcionava. Não seria a primeira vez que eu tiro um cochilo com ele, mas nunca com as intenções que eu tinha dessa vez. Fiquei no meu quarto até esperar o sinal da mamãe, passaram umas duas horas, comecei a ficar inquieta, meus dedos brincavam como que pressagiando o que viria. Mamãe entra no quarto e me diz.
- Pronto, tá dormindo, se controla, não avança mais do que o devido, só deixa ele sentir você perto, entendeu?, e me acompanhou pra ver se ele continuava dormindo.
Deitei do lado dele. Mamãe foi tomar sol, ele tinha o lençol cobrindo da cintura pra baixo, meus movimentos eram bem suaves, virei de lado de costas pra ele, só minha cabeça virava pra puxar o lençol e poder ver ele ali, tão perto de mim, com meus pés fui devagar deslizando o lençol pra baixo, até que consegui ver, tava ali dormindo completamente e de um tamanho que me deixava louca, olhava pra ela, tinha vontade de tocar, de chupar, de ter ela dentro de mim, mas sabia que não podia, fiquei um tempão olhando, juro por essa pica que é o que eu mais quero que sem me tocar cheguei a ter um orgasmo de vários minutos, tava tipo doida, queria apressar as coisas, fiquei de lado pensando…
Comecei a me aproximar, tava de biquíni, minha bunda sentia a coxa dele, ele continuava de barriga pra cima, minha bunda foi de pouquinho em pouquinho cada vez mais forte se apertando contra ele, de repente aconteceu que ele virou pra mim, me abraçou com a sorte bendita da mão dele apoiar na minha teta e a pica dele entre minhas nádegas, gozei magicamente, não me mexia, aproveitava cada centímetro do ser dele, de repente ele acorda, não sem antes ao espreguiçar roçar forte nas minhas tetas, apertar a pica dele na minha bunda que deu um empurrãozinho suave como pra sentir ela dentro. Abriu os olhos e me viu do lado e percebeu que tava descoberto e me apoiando.
- Mirna, o que cê tá fazendo aqui?
Fingi que tava dormindo e demorei pra reagir, falei que o ar condicionado não tava ligado no meu quarto e por isso mami falou pra eu deitar lá. — Ok meu amor, ela disse, vai se virando que vou me trocar e foi tomar um banho.
Animada, saí correndo pra contar pra mami o que tinha rolado, me sentia igual uma criança com brinquedo novo, não precisei me masturbar, tinha tido os orgasmos mais lindos e gostosos. Mami ficou super feliz e a gente continuava vendo como as coisas iam se desenrolar, fui pegar água e em segundos vi ele conversando com mami, vou contar o papo que tiveram.
— Meu amor, você não percebeu que quando falou pra Mirna deitar na nossa cama, eu tava pelado. — Gabriel, você tava coberto, não reparei. — É que quando acordei, tava abraçado nela, encostado, com uma mão nos peitos dela. — Bom meu amor, ela deve ter curtido, ela falou pra ver como ele ia reagir. — Você não entende a gravidade disso, papai falou. — Acho que você tá exagerando, mami disse. — Querida, quando saí do banho, me troquei e vi o lençol manchado, e não eram seus fluidos.
Mami ficou surpresa e disse que ia falar comigo. A tarde passou jogando cartas e pegando sol. Papai se afastou pra mami conversar comigo. — O que ela falou?, perguntei animada. Ela disse:
— Mirna, acho que tudo tava indo muito bem, ele percebeu que você deixou umas gozadas daquelas no lençol e sabe que enquanto dormia, você encostou e tocou nele. — Você não faz ideia do quanto eu curti, mami. — Eu sei, filha, imagino. Mami preparou a comida e a gente combinou que tinha que se mostrar deprimidas, e ainda faltavam alguns momentos já programados na nossa estratégia.
O primeiro foi antes do jantar, eu falei vou tomar um banho e subi, mami ia mandar papai buscar umas coisas no quarto pra quando ele passasse pelo banheiro ouvir meus gemidos na masturbação. Comecei a enfiar os dedos e gemer igual uma louca, lembrando daqueles momentos fantásticos, sinto os passos de papai e faço ainda mais barulho.
Jantamos, eu com cara de cansada e mami de Preocupação, ele disse: — Por que tão sem graça, meus amores? A gente respondeu que tava cansada. Eles se deitaram, mas não sem antes se despedir.
Vinha o próximo passo, papai precisava de atenção diária e mamãe sabia disso, mas naquela noite não ia rolar nada. — Meu amor, o que que tem, não vai fazer amor comigo? — disse papai. — Não, meu céu, tô preocupada com a Mirna, hoje à tarde, antes dela ir pra sua cama, encontrei ela se masturbando que nem uma louca… — Deixa eu te contar — disse papai… — Antes do jantar, fui no quarto e ela também tava se masturbando no banheiro. — Gabriel, tô muito preocupada. — Calma, quer que eu converse com ela? — disse papai. — Tenta — falou mamãe, e mandou ele buscar algo gelado pra tomar um analgésico. Sabia que eu ia estar na sala vendo TV e me fazendo de melhor na masturbação. Sinto os passos do papai na escada, levanto as pernas em cima do mesmo sofá, enfiando três dedos. Papai ficou surpreso e eu me fiz de envergonhada, tapando o rosto, mas deixando as pernas abertas.
Ele me disse: — Mirna, a gente precisa conversar, vem aqui.
Me deu um abraço carinhoso e começamos a conversar. Nisso, mamãe desce pra ver como tava a situação.
— Meu amor, chega aqui que vamos conversar nós três — disse ele.
— O que foi? — disse mamãe. — É que ela tava se masturbando de novo. — Miiiiiiiirna! — disse mamãe. — É que eu não aguento mais, tenho medos e muita vontade (era choro de verdade, tava muito angustiada, o tesão que eu tava não me deixava ser normal), de verdade, não aguentava mais. — Mirna, vou te ajudar a encontrar alguém que te queira e te respeite, trabalho com jovens que não são nada mal. — Pa-pai, buaaaa, é que eu só confio em você, em mais ninguém, você é o único que me respeitou e me quis nessa vida, o único homem, buaa.
Eu continuava chorando de verdade, não era atuação, naquele momento eu sentia assim. — Não chora, filha — dava pra ver que papai tava muito abalado depois das minhas palavras. — Fica aqui que eu preciso falar com a mamãe — me deu um beijo e eles subiram. Essa parte da conversa. Ela me contou quando desceu do quarto.
- Gabriel, o que a gente faz? Você viu como ela tá mal. - Tô vendo, sim, disse papai enquanto chorava desesperadamente, falando. - O que a gente fez de errado pra ela estar assim?, disse papai. Mamãe responde: não é sua culpa, é daquele filho da p... do pai dela, ela não confia em ninguém, só em você. - O que eu posso fazer, meu amor? Não aguento vê-la assim. - Você pode ajudar ela, e eu sei como. - Como?, ele perguntou. - Inicia ela sexualmente, isso vai ajudar. - Não posso, disse ele, nunca conseguiria, ela é como uma filha pra mim. - Quer que ela continue assim?, disse mamãe, você não precisa estuprar ela, só deixar ela perder o medo dos homens. - Não consigoooo, ele dizia chorando, também não aguento vê-la assim o dia inteiro, é uma tortura.
Mamãe deu um beijo doce na boca dele e disse, - me faria feliz também se você fizesse isso. Ele ficou largado na cama pensando, mamãe desceu pra pegar um café pra ele e me contou o que aconteceu e pediu pra eu subir quando ela me avisar. - Toma isso, vai te fazer bem, disse mamãe. - Não quero, me traz um uísque com gelo. Mamãe desceu pra pegar e levou pra ele. Segundo ela, era pra ele criar coragem e pensar no pedido que ela fez. - Meu amor, olha pra mim, pediu papai pra mamãe, sei que vai fazer bem pra ela, mas não tenho coragem. - Gabriel, você só precisa dar o amor que sente por ela, não encara como um ato sexual, se quiser, eu também fico pra ajudar vocês. - Ok, disse ele, mas com a coragem que o trago deu. - Você vai nos ajudar e vai ter que conduzir a situação, não consigo sozinho. - Tá bem, meu amor, eu fico com vocês. Tem que ser inesquecível pra ela.
- Só te peço um favor, seja terno e apaixonado, é disso que ela precisa, tem um fogo de anos pra soltar, a gente tem que segurar ela. - Ok, disse ele. - Mas não vamos contar pra ela, vamos pedir pra ela dormir com a gente pra consolar ela e ver no que dá, - vou tomar um banho, disse papai.
Mamãe desceu enquanto ele tomava banho e me levou pro meu quarto, em silêncio, me sentou na frente do espelho, começou a me pentear e disse. - Papai topou, ela me falou. - Mas me escuta bem, isso é Difícil pra ele, mas ele faz isso pra que você fique bem e consiga normalizar sua vida afetiva, que isso seja uma injeção de confiança em você mesma e melhore sua autoestima. Entendi que não ia ser fácil, tinha chegado o momento tão esperado, sentia culpa, medo, alegria, e um monte de sensações que nem têm nome pra descrever. Mamãe me disse como seria, que me avisaria quando tudo estivesse pronto, me emprestou uma camisola transparente e curtinha dela, uma calcinha fio dental vermelha que papai adora, e meus peitos só cobertos pela camisola. Mamãe desceu pra pegar outro uísque, sabendo que papai ia precisar de mais coragem.
De repente, ouço a voz do papai me chamando, mamãe não contou pra ele que já tinha me adiantado alguma coisa. Me aproximo do quarto, só a luz do abajur fazia meus peitos eretos apontarem pro céu. Peço licença pra entrar como se não soubesse o que ia rolar.
- Entra, meu amor - ele disse com uma voz doce que entrou pelo meu ouvido e foi parar bem na minha buceta, já tava toda molhada e nervosa. - Mirna, vem aqui - ele falou, mamãe tava de um lado e no meio com o uísque na mão - deita, você tá linda com essa roupa, toda uma mulher, quero que você se sinta bem, então decidimos com a mamãe que você vai dormir aqui pra não se sentir sozinha. - Tá bom - eu disse com carinha de triste.
Ele me deu o copo depois de tomar o último gole, coloquei na mesinha de cabeceira e me deitei no peito dele, ele começou a acariciar meu cabelo, tava coberto como à tarde com o lençol da cintura pra baixo, isso me lembrava aqueles momentos e eu tava cada vez mais molhada, sentia os lábios da minha buceta pulsando, sabendo que logo ia ter o que queria há tanto tempo. Mamãe fez a mesma coisa, se deitou no peito dele, as carícias dele eram muito suaves. Depois de um tempo, papai falou: - Agora vamos jogar um jogo só por essa vez que a mamãe inventou, mas antes quero te dizer que aconteça o que acontecer, te amo de todo coração. E me deu um beijo na testa cheio de vergonha.
Mamãe pegou minha mão por baixo do O lençol e ela apoiou no pau dele, tava ali, é inexplicável o que senti quando o pau dele cresceu na minha mão, mamãe me olhou nos olhos com malícia e disse. - Aproveita, de agora em diante sem palavras, só sentir, aquilo soou como uma ordem pro papai e pra mim. Comecei a percorrer com meus dedos aquele monumento desejado, sentia o tamanho e explorava cada veia que tocava, não olhava pro papai porque imaginava a cara de vergonha dele.
Ele pegou meu rosto com carinho, aproximou os lábios e me beijou fundo, que fofo, eu derretia. Com suavidade, ele aproximou meu rosto do pau dele e comecei a chupar meu troféu, era grosso, mas se a mamãe conseguia, eu também conseguiria. Todos os meus movimentos eram suaves, contrastando com o que via da minha mãe, ela começou a beijar ele na boca apaixonadamente, isso fazia ele começar a se mover pra enfiar aquele pau cada vez mais na minha boca, a grossura forçava minha boca, entrava justo, eu levava devagar o mais fundo que podia, gostava, tinha um gosto gostoso. De repente, senti ânsia, tirei da boca e perguntei, papai, tô fazendo bem?
Ele me disse docemente. - Faz do jeito que você gostar, é você que tem que gozar agora. Aquilo acendeu um vulcão de tesão em mim, e minha chupada de movimentos lentos virou movimentos selvagens no pau dele, enfiava e tirava, passava a língua por toda parte, mamãe com os beijos dela fazia ele se mover pra cima e pra baixo, fazendo ele enfiar cada vez mais na minha boca, eu não tinha orgasmos, por que vocês vão perguntar? É que eu vivia num orgasmo permanente, meu clitóris explodia sozinho sem eu tocar, meus lábios vaginais estavam super inchados, até sentia algo saindo da minha bunda. De repente, mamãe, esperta, pede pra eu parar.
- Tira a camisola, ela disse, e eu obedeci, meus peitos ficaram expostos apontando pra ele, nessa altura eu tava sentada quase no colo dele pra continuar mamando, mamãe pegou as mãos dele e aproximou dos meus peitos, senti como se fossem um vulcão, meus Os botões pegaram o tamanho dele e, a cada roçada, eu sentia dor, uma dor gostosa que eu adorava sentir, me deixava pronta pra continuar chupando, mas ele me parou, se inclinou pra frente e começou a mexer nos meus peitos e a chupá-los, nem vou contar mais que eu vivia num orgasmo, entende que eu me sentia no auge, depois de um tempo se saciando, ele levou minha boquinha até o pau dele, mas antes enfiou um dedo na minha boca, pra ele se deliciar.
Eu devia estar com a cara da puta mais gostosa da Argentina, pela expressão dele. Mamãe olhava, parecia bem, eu tava com medo de como ela reagiria, mergulhei naquele pau pra continuar comendo, me lembrava os pirulitos de doce que eu comprava quando criança, assim eu curtia, minha língua não cansava, de repente mamãe me pede pra ficar de pé na frente da cama, terminou de me despir e queria que a gente curtisse se olhando, tirou minha calcinha, me deixou de costas pro papai e mandou ele sentar na frente da cama, começou a acariciar minha bunda, os movimentos dela eram suaves mas fortes, passou a mão inteira no meu púbis de frente pra trás, acariciando cada centímetro da buceta, roçou meu buraquinho do cu, me virou e descontou nos meus peitos de novo, sentia ela puxar meus mamilos com chupões fortes, eu me contorcia toda, que prazer.
Ela se jogou na beirada da cama e me ofereceu o pau dele de novo, eu me ajoelhei no chão e comecei um boquete pesado, batia punheta com força, mamãe, como uma grande expert, sabendo o que eu sentia, começou a enfiar os dedos em mim, eu tava dilatada, não aguentava mais, me preparava pra ser penetrada a qualquer momento, ela tirou os dedos e com o consolo preto começou a me masturbar, enfiava devagar pra ver se entrava bem, de repente papai me separou do pau dele e começou a jorrar porra em cima de mim, puta que pariu, que quantidade, me senti banhada por ele, o pau dele nas minhas mãos me deixava sentir as batidas que ele dava, ele me fez um carinho sem falar nada, mamãe se aproximou de mim e começou a lamber o esperma que Ele estava por cima de mim.
Quando terminei de me limpar, me deitaram na cama, papai começou a lamber minha buceta devagar, eu me sentia flutuando, estava em êxtase, não tenho palavras, me contorço igual uma louca, mamãe se coloca debaixo do papai e começa um boquete pra dar a ereção dele, consegue em poucos minutos, papai vendo que eu estava quase desmaiando de tanto prazer, me disseram que eu até estava com os olhos virados, ele me deu um respiro, se deitou do meu lado, eu precisava juntar forças, vivia num orgasmo. Mamãe continuava chupando ele com uma experiência foda. Ela engolia até o fundo, se afastou, papai de barriga pra cima, mamãe me disse: senta aí, um pauzão enorme pra mim, mamãe sussurra no meu ouvido.
— Senta e aproveita até onde conseguir enfiar…
Ela me deu um beijo na bochecha, parecia feliz, que parceira gostosa que eu tinha. Cruzei uma perna por cima do corpo do papai, senti que atravessava uma ponte imensa, com um joelho no colchão e o outro se levantando, me joguei na aventura de me sentir sendo comida, sentia que era minha única chance de sentir aquele pau tão desejado, comecei devagar a brincar com ele, passei ele por toda a minha buceta, aproveitei, depois vi meu papai desesperado, ele precisava bombar, comecei a enfiar ele aos poucos, lembrava do clone dele, do vibrador que eu custava a colocar.
Mas agora não era assim, sentia que minha buceta aguentava qualquer coisa, brincava com ele, só com um quarto pra dentro já me sentia cheia, aquele pau esticava meus lábios vaginais pros lados, aos poucos vi que não doía, aliás, queria aproveitar ele todo, de repente me deixei cair, joguei meu corpo pra trás de tanto prazer e de uma dor estranha, minha mãe, expert em tudo, me segurou por trás pra eu não cair de costas, me recuperei e comecei com um vai e vem devagar, era como andar de trem, aumentava a velocidade, de repente me mexia numa velocidade doida, balançando minha bunda igual uma louca, sentia aquele pau dentro de mim garganta, que loucura, tive um espasmo dentro de mim sem nunca ter acontecido antes, de repente fiquei parada, e pulei pro lado da cama, parecia que um prédio tinha caído em cima de mim, minha respiração já não era normal, tava muito acelerada, queria montar nele de novo mas meu corpo não respondia, papai me perguntou.
- Você tá bem?
Do jeito que deu, respondi que sim, com um movimento de cabeça, mamãe tinha tomado conta do pau dele e de todo o fluxo que eu deixei nela, via que meu papai não aguentava mais, tava perto de gozar, não sei de onde tirei forças e perguntei, mamãe, posso tomar o gozo dele?, ela se afastou do pau dele, empurrou ele de costas, começou a se masturbar na minha cara, eu abri a boca com as forças que me restavam e de repente sinto minha boca encher de um esperma quente, muito quente, tive umas ânsias de vômito pela quantidade que ele derramou dentro de mim, mamãe, sempre atenta, levantou minha cabeça, como se soubesse que eu tinha que terminar de tirar o que restava e saborear o que tinha na boca. Não sei mais o que aconteceu, desmaiei num sono profundo, me senti como se dormisse numa nuvem.
No outro dia acordei às 5 da tarde, acordei sozinha na cama deles, os cheiros estavam por todo lado, cheirei os lençóis, beijei eles, me levantei e fui até a janela, eles estavam tomando sol, pareciam felizes, eu nem vou contar como me sentia, ninguém entenderia, tomei um banho, comecei a sentir dores no corpo todo, quando fui higienizar minha buceta doía, tava inflamada, doía de verdade, fiquei um tempão com o jato de água fria pra desinflamar. Coloquei meu biquíni e desci, dei um beijo na mamãe, e sentei no colo do meu papai, na espreguiçadeira dele, e dormi.
O que aconteceu depois vou contar pra vocês, desde aquele dia nada mais foi igual. Fico feliz em compartilhar esse relato com vocês.
Tchauuuuuuuu.
Autora: Mirna
Enfiei devagar, senti que minha buceta aguentava qualquer coisa, mal tinha um quarto dentro e já me sentia cheia, aquela piroca esticava meus lábios vaginais, eu queria aproveitar ela toda
Vou contar pra vocês. Minha mãe se divorciou do meu pai biológico há 6 anos, ele era beberrão e agressivo, então batia na minha mãe e em mim direto. O que quero compartilhar com vocês é uma história linda que mudou minha vida e a de muitos de um jeito inesperado.
Minha mãe, depois da separação, conheceu pelo trabalho o homem mais encantador, teve que lidar com meus caprichos de rejeição por causa do maltrato que eu tinha sofrido, mas vou contar que mamãe e eu ficamos pasmas com tanta ternura e atenção, ele era solteiro, soube conquistar nossos corações com carinho, vivemos nós três num apartamento pequeno, vou chamar meu pai de coração de Gabriel, (meu pai) é assim que o chamo, 40 anos recém-feitos, moreno, cabelo curto, corpo atlético, simpático, carinhoso, tudo de bom que vocês imaginarem, e assim formamos uma família linda.
Ele é um pai compreensivo e muito carinhoso, a gente adorava ele, ainda mais lembrando dos maus tratos que recebíamos do meu próprio pai biológico (vou chamá-lo assim só dessa vez e nunca mais vou mencioná-lo em nenhuma história, pra mim ele não existe), nunca mais o vi, fui crescendo ao lado dele, sempre me tratou como filha, minha mãe e ele sempre me deram tudo que eu queria, especialmente minha mãe por culpa.
A história louca começa uma semana antes de eu fazer 19 anos, a natureza me deu um corpo 98-60-96, com uns peitos de auréola branca e um bico esticado de tanto eu ficar mexendo neles, minha bunda é carnuda e empinada, minha mãe é filha de alemães, então é uma loira de 1,72, medidas 90-62-96, olhos cor de mel, eu herdei da minha mãe os olhos e o cabelo loiro, somos ambas de pele branca e macia.
Meu amor por Gabriel era de filha, mas há alguns meses, por culpa da minha mãe e dela Pobre, sem saber, ela desejava de outro jeito, um sentimento diferente começou e foi crescendo dia após dia. Ele é meu delírio e minhas fantasias em cada punheta minha.
Eu, por ter sido criada mal, sem amor, era ruim com os caras. Guardava muita raiva dos homens, então todo namorado que eu tinha, deixava sempre na seca, nunca chegava a transar com eles, o que me tornou uma viciada em masturbação.
Por questões de trabalho (ele é engenheiro de sistemas), surgiu uma oportunidade de trabalhar numa plataforma de petróleo no meio do oceano por dois anos na Europa. Isso ia dar uma grana boa, então minha mãe topou sem problemas. Eles tinham o sonho de ter uma casa maior.
Sentíamos muita falta dele, mesmo com as conversas diárias por chat e NetMeeting, não era a mesma coisa. Nesse tempo de ausência dele, eu aproveitava mais liberdade, saía com os caras da escola e fazia a mesma coisa com todos: não deixava ninguém me penetrar. Então a gente se masturbava, eu neles e eles em mim. Não tinha conhecido ninguém especial pra entregar minha buceta virgem. Precisava de alguém que me desse confiança, não queria sofrer o mesmo que minha mãe no casamento anterior dela.
Vivia sempre molhada. Um dia voltei do colégio mais cedo porque tinha desinfecção. Quando fui pro meu quarto (moramos num apartamento pequeno), ouvi uns gemidos vindo do quarto da minha mãe. Meu coração parou, imaginei minha mãe traindo o pai. Um gosto amargo desceu pela minha garganta, senti muita dor. Pra minha surpresa, vi minha mãe se masturbando com um consolo preto enorme enfiando na buceta dela e um transparente e pequeno no cu. Ela beliscava os peitos como se quisesse arrancá-los...
Eu me acalmei ao ver que minha mãe não estava traindo o pai. Isso me deu paz e uma tesão danada. Na hora, levei meus dedos até minha buceta carente e fui enfiando os dedos vendo minha mãe gozar. Entrei num êxtase por ver como minha mãe se acabava de prazer, sentia que minha buceta ia explodir. Entre as pernas, meus joelhos tremiam. Gozei pra caralho, foi algo novo pra mim e deixei escapar um suspiro que minha mãe percebeu.
Ela disfarçou, tomou um banho. Eu no meu quarto esperando uma bronca. Ela me chamou pro quarto dela, meu coração tava a mil. Minha mãe me dá todos os mimos e temos uma relação foda, não queria que ela ficasse puta.
— O que você tava fazendo me espionando?
Eu só desabei a chorar de medo e vergonha. Ela disse: vem cá. Sentei na cama, minha cara tava vermelha de vergonha. Ela explicou que sentia falta do Gabriel e não queria trair ele com outro homem, por isso tinha comprado aqueles brinquedos com a permissão do papai. Os brinquedos estavam espalhados na cama, e aí a gente criou uma intimidade especial. Ela me ofereceu usar quando quisesse. Agradeci. Tinha de todos os tamanhos e cores (isso é história pra outro conto).
Uma noite eu tava mal e fui dormir cedo. Umas 1h da madrugada, levantei pra ir no banheiro e, pra minha surpresa, vi minha mãe na frente do PC, se masturbando com um consolador preto e enorme (depois ela me contou que era o clone do papai, kkk). Não conseguia imaginar com o quê ela tava pensando — se era foto ou vídeo, porque eu também me castigava às vezes assim, olhando paus na internet e vídeos pornô.
Deitei e deixei minha mãe em paz. Tava inquieta, não conseguia dormir pensando no que a mamãe usava pra se castigar. Descobri nela coisas que nunca imaginei. E eu, que me sentia mal por me masturbar todo dia, quando senti ela deitar, esperei um pouco e levantei. Fiz um chá, fui pro computador bater um papo. Achei que ela tava dormindo. Quando fui ligar o PC, ele já tava ligado, só o monitor apagado. Liguei. Minha mãe não percebeu e deixou a imagem congelada da câmera (pensei eu). Pra minha surpresa e meu tesão, tava lá congelado o papai. Eu fazia videochamada com ele todo dia, mas não como a da minha mãe. Fiquei pasma. Até já tinha visto uns paus, mas aquele era descomunal. Me lembrou o vibrador enorme que a minha Mãe, agora eu entendi a parada do tamanho, fiquei surpresa e ao mesmo tempo excitada, achei muito fofo da parte dele, já que assim ele mostrava a fidelidade dele e não a enganava.
Pensando em como minha mãe se masturbava olhando aquela câmera, levei meus dedos até minha virilha, estava muito molhada, meus mamilos tinham inchado, comecei a me masturbar e não demorei pra gozar, tive uma sensação de culpa e delírio que me deu uma excitação do caralho, enfiei um dedinho no meu cu, apertava os botões do meu mamilo, esticava eles, me dava tesão fazer aquilo, gozei de novo, tava muito puta, deixei tudo como estava pra não levantar suspeitas e fui me deitar.
Ficava virando na cama e me sentia mal por ter me masturbado com o papai, mas a excitação era mais forte, fui pro quarto da minha mãe, abri a mesinha de cabeceira dela e peguei o vibrador preto grandão que ela usava pra lembrar a pica enorme do papai, fui pra minha cama, tava muito quente, comecei a passar ele pelos meus lábios vaginais, uma sensação estranha, meus lábios estavam inchados e o brinquedo tão frio, coloquei entre meus peitos, apertava ele com eles e me esfregava igual uma louca, era grosso demais pra mim.
Minha mente não parava de imaginar ele, me sentia mal mas não ligava, comecei a querer enfiar aquele troço na minha buceta, mesmo sendo virgem, os dedos que eu enfiava e os caras que eu saía todo dia é como se já não fosse mais, era grosso demais pra meter, doía, então só enfiei a ponta e foi o suficiente pra gozar, depois esfreguei no meu clitóris pra sentir meu fluxo que saía pra caralho, assim que tava relaxando ouço barulhos e o clarão da luz que vinha do banheiro, era minha mãe de novo, meu coração parou pensando se ela tinha me visto, sinto ela ir pra cozinha, demorou uns minutos e foi deitar, antes vejo ela olhar pro meu quarto e fingi que tava dormindo, tava preocupada mas exausta, acabei dormindo, era sexta então dormiria até tarde no sábado.
Quando acordei, já era tipo Às 11, mamãe tava lendo um livro na sala, preparei o café, sentei depois de dar um beijo nela e não saía uma palavra da minha boca, sentia culpa, medo e todas aquelas sensações estranhas que vocês podem imaginar, até que chegou a hora e ouvi as palavras que não queria ouvir.
- A gente precisa conversar. - Sobre o quê?
– perguntei, me fazendo de sonsa. - Essa manhã quando fui te ver, você tava bem dormindo e pra minha surpresa vi que você escolheu o vibrador mais grosso e grande que eu tenho, ela riu. - Fiquei vermelha e comecei a rir - - Filha, você tem que começar com um menor, já que é virgem - Ri e falei - - Mamãe, não se preocupa, não consegui enfiar, é muito grande, haha.
Ela riu junto comigo e pra minha surpresa, me matou com uma pergunta.
- Ontem à noite deitei um pouco depois de falar com o papai, te vi ir pro computador e você começou a se masturbar. Não sabia onde me enfiar - Me fala com honestidade, vou saber te entender, será que a rola do papai te excitou?
Desabei no choro, - Desculpa, mamãe, é que nunca tinha visto uma coisa daquela e eu te vi se masturbando e não aguentei, não sabia que ia encontrar aquilo, juro. Mamãe, pra minha tranquilidade, me abraçou, me acalmou e disse:
- Filha, quero te ajudar, você vai fazer 19 anos e precisa que alguém durma com você, por que não faz?
Eu falei que tinha medo de passar pelo mesmo que ela com o ex-marido dela (nem vontade de chamar de pai) quando ele batia nela na cama. Minha mãe se encheu de culpa, de choro, de tristeza, me deu um beijo e disse isso vai passar, vamos ver como seguimos em frente, filha, te amo.
Assim foram passando os dias e eu não via a hora do meu papai voltar, precisava me sentir protegida, além disso sentia falta dele porque a gente se dava muito bem. Nessa fase, minha mãe tinha me dado umas instruções de como usar os brinquedinhos dela e um creme pra dilatar pra não sentir dor, ela verdadeiramente cuidava de mim e não queria que eu sofresse. Ela continuava com as conversas quentes com o papai, mas eu respeitava aquele momento íntimo e sublime e ia pro meu quarto. Tinha chegado o momento, papai voltava, fomos buscá-lo em Ezeiza, eu esperava ansiosa pra vê-lo, amava ele demais, ele soube ser o pai que eu nunca tive, ele se apertou num abraço e um beijo apaixonado com a minha mãe, depois foi a minha vez, ele me segurou forte dizendo que me amava e sentia minha falta, eu sentia meus peitos se apertando contra o peito dele e me aproximei bem porque queria sentir aquele pau, já os pensamentos eram só putaria, enquanto íamos pro carro, papai me levava pela mão e falou uma frase que se cravou dentro de mim como um raio.
- Bebê, como você cresceu e se desenvolveu!, tá uma mulher de verdade.
Essas palavras na hora provocaram um arrepio na minha buceta, enquanto carregavam as malas, fui pro banheiro, não via a hora de meter uns dedos e gozar, só de me tocar eu gozei, nem precisei enfiar os dedinhos, rapidamente saí correndo pro carro, dei um abraço no papai e falei que amava ele. Quando chegamos em casa, nós duas estávamos com ele aproveitando os mimos e a companhia dele, e assim o dia passou entre presentes e carinhos, eu por momentos era uma menina que buscava a ternura e proteção dele, e de repente me sentia uma mulher já realizada pelas palavras que ele disse em Ezeiza (o aeroporto).
Chegou a noite, eu sabia que chegava a hora onde minha mãe ia aproveitar aquele pau a noite toda, depois do jantar fingi dor de cabeça, queria que eles se preparassem pra grande foda, me deitei e não parava de me acariciar e enfiar os dedos, tava com minha camisola curta e uma calcinha fio dental bem enfiada na racha, o que me excitava mais, lá pela 1 da manhã começou o show, minha mãe gemia que nem uma louca, a porta tava fechada, eu queria ser uma espectadora vendo aquele pauzão entrando na minha mãe, coloquei meu ouvido atrás da porta, mamãe não parava de gozar, as palavras do papai ecoavam na minha cabeça, peguei a maçaneta e abri a porta devagar, eles nem perceberam, eu tava doida, minha mãe tava chupando aquela pica enorme, não cabia inteira. toda na boca, eu não aguentava mais, tinha três dedos na minha buceta e um no meu cu, antes que me vissem ou eu começasse a gritar de tanto orgasmo que tava tendo, fui pro meu quarto. Fiquei exausta de tanto gozo.
De manhã, papai foi trabalhar e mamãe me esperava com o café da manhã, nossa, eu sabia o que vinha porque tinha deixado a porta aberta na pressa.
- Você estava olhando atrás da porta ontem à noite? - Não, eu disse.
Minha mãe, descolada e compreensiva, falou: filha, o que me dói e incomoda é que você mente pra mim, que você tenha nos olhado até entendo, eu faço tudo por você, mas sem mentiras nem esconderijos, e vejo que você tá obcecada pela pica do papai, por quê? Pelo tamanho? - Sim, mãe, eu morria de vergonha.
Minha mãe sabia que eu morria de vontade de pegar aquela pica e aproveitar, e me perguntou se eu sabia por quê? Eu disse que vivia me masturbando e tava cansada, tava difícil estudar, precisava de sexo, e papai era o único que me dava segurança, e desabei no choro, sabia que mamãe ia me ajudar a ficar com ele. Não me enganei, ela prometeu que ia pensar num jeito de papai me iniciar no sexo. Meu coração disparou e minha mãe, como gesto de amor, me deu um beijo carinhoso. À noite, combinamos que eu ia ver TV no quarto pra ela conversar com ele sobre o problema dela, jantamos e fui pro meu quarto, claro que fiquei perto pra escutar.
- Gabriel, meu amor, preciso falar com você sobre a Mirna. - O que que ela tem? - ele disse preocupado. - É que tô preocupada, ela ainda é virgem, descobri ela se masturbando com um dos meus brinquedos, especialmente com o seu clone, tá difícil pra ela se concentrar nos estudos, não sei o que fazer, incentivei ela a transar com o namorado e ela não quer, tem medo de acontecer com ela o que aconteceu comigo com o pai biológico dela. - Que pena, não me ocorre nada, ele disse, puritano como sempre. - Por que não levamos ela no médico pra ver o que pode fazer? - ele falou pra mamãe. - Gabriel, eu já sei o que ela precisa, ser cuidada, puxou a mãe, não acha? - Não sei, meu amor. Amor, preciso te dizer", ele insistiu de novo.
Foram se deitar, ele não deu chance pra nada naquele momento. Eu esperava a hora do show, já não sentia tesão sozinha, precisava vê-los. Esperei um pouco pra ir me esconder atrás da porta, como todo dia. Naquela altura, já me sentia uma louquinha, uma puta obcecada.
De repente, ouço a porta, vejo a luz do banheiro acesa, alguns minutos e apaga. Esperei um pouco e fui, encontrando a surpresa da porta aberta. Seria um convite? Eles estavam se acabando de prazer, minha mãe montando aquela pica que eu queria. É inexplicável o tesão que eu sentia. Mal encostei meus dedos, veio uma gozada que dava nojo de tão molhada que eu tava. Pensei em me jogar em cima deles, mas achei que estragaria os planos da mamãe.
De manhã, meu pai passou pra me dar um beijo antes do trabalho. Levantei pra tomar café e lá estava a mamãe. A pergunta de um milhão vinha: — Mirna, como foi sua noite? — Por quê, mãe? — Deixei a porta aberta pra você poder gozar. — Obrigada, mamãe, fiquei tentada a compartilhar aqueles momentos. — Filha, fez bem, teria estragado tudo.
Isso fez com que eu e mamãe pensássemos numa estratégia pra ele aceitar. Comecei a me mostrar deprimida, a não comer (fazia isso antes de ele chegar), passava o dia no meu quarto vendo TV. Mamãe contava pra ele que eu chorava direto de angústia.
Daí, começamos a tramar vários momentos pra fazer ele se sentir seduzido, pra me ver como uma mulher e não como uma menina que era filha dele, mesmo que adotiva.
Papai teve a ideia de sairmos de férias. Vinha um feriadão, então ele tinha 4 dias de folga no trabalho. Fomos pra Córdoba, alugamos uma cabana linda. Lá, já tínhamos planejado com a mamãe várias coisas pra ver se conseguíamos nosso objetivo. Nos instalamos e, como era um dia de sol esplêndido, umas 10 da manhã, fomos pegar sol na beira do rio…
O lugar era tranquilo, tinha famílias. Mas longe de nós, eu tinha comprado um biquíni bem provocante, meus peitos não cabiam no sutiã e a tanga deixava minha bunda à mostra pra fazer parte da paisagem. Mamãe piscou pra mim e foi pra água, papai sentou numa espreguiçadeira pra ler. Tirei a minissaia e a camiseta, estendi uma toalha no chão e fiquei de bruços pra papai me olhar. Ele tava concentrado no livro, nem percebeu que mamãe tava na água. Passaram uns minutos e ele não tirava os olhos do livro. Falei:
- Papai, você passa creme nas minhas costas?
- Pede pra mamãe, meu amor.
- Ela tá na água, respondi.
- Ok, ele disse. Quando me viu de costas, falou:
- Mirna, esse biquíni não é muito provocante?
- Papai, é assim que se usa, respondi.
Ele começou pelas costas, não dava pra ver o rosto dele. Minha mãe, de longe, observava o comportamento do marido. Desabotoei o sutiã do biquíni pra que as mãos dele percorressem minhas costas todas. Minha buceta já começava a soltar as primeiras ondas de lubrificação. Quando ele chegou nas minhas nádegas, eu queria que ficasse ali o dia inteiro, ansiava que perdesse os dedos dentro de mim, mas foi só um instante. Minha pelve fez um movimento pra se esfregar no chão, ele continuou com as pernas e terminou.
- Pronto, ele disse.
- Papai, passa no pescoço também, que ali eu não enxergo.
Me virei com toda a malícia de saber que meu sutiã tava solto. Ao sentar, meus dois peitos ficaram de fora e meus olhos se cravaram nos dele.
- Mirna, se cobre, por favor. As palavras dele chegaram como um desafio.
Fui pra água com mamãe contar o que tinha acontecido até agora.
- Calma, vi tudo. Vamos continuar com nossa estratégia.
Já era meio-dia, comemos um sanduíche que mamãe preparou, e chegou a hora da sesta.
- Mirna, mamãe me chamou.
- O próximo passo é este:
Ela disse que ia deitar com ele, deixá-lo bem cansadinho e, depois de terminar, quando ele dormisse, ia deixá-lo nu e coberto pra eu deitar com ele. a desculpa se ele acordar, de que ela estava tomando sol e no meu quarto o ar condicionado não funcionava. Não seria a primeira vez que eu tiro um cochilo com ele, mas nunca com as intenções que eu tinha dessa vez. Fiquei no meu quarto até esperar o sinal da mamãe, passaram umas duas horas, comecei a ficar inquieta, meus dedos brincavam como que pressagiando o que viria. Mamãe entra no quarto e me diz.
- Pronto, tá dormindo, se controla, não avança mais do que o devido, só deixa ele sentir você perto, entendeu?, e me acompanhou pra ver se ele continuava dormindo.
Deitei do lado dele. Mamãe foi tomar sol, ele tinha o lençol cobrindo da cintura pra baixo, meus movimentos eram bem suaves, virei de lado de costas pra ele, só minha cabeça virava pra puxar o lençol e poder ver ele ali, tão perto de mim, com meus pés fui devagar deslizando o lençol pra baixo, até que consegui ver, tava ali dormindo completamente e de um tamanho que me deixava louca, olhava pra ela, tinha vontade de tocar, de chupar, de ter ela dentro de mim, mas sabia que não podia, fiquei um tempão olhando, juro por essa pica que é o que eu mais quero que sem me tocar cheguei a ter um orgasmo de vários minutos, tava tipo doida, queria apressar as coisas, fiquei de lado pensando…
Comecei a me aproximar, tava de biquíni, minha bunda sentia a coxa dele, ele continuava de barriga pra cima, minha bunda foi de pouquinho em pouquinho cada vez mais forte se apertando contra ele, de repente aconteceu que ele virou pra mim, me abraçou com a sorte bendita da mão dele apoiar na minha teta e a pica dele entre minhas nádegas, gozei magicamente, não me mexia, aproveitava cada centímetro do ser dele, de repente ele acorda, não sem antes ao espreguiçar roçar forte nas minhas tetas, apertar a pica dele na minha bunda que deu um empurrãozinho suave como pra sentir ela dentro. Abriu os olhos e me viu do lado e percebeu que tava descoberto e me apoiando.
- Mirna, o que cê tá fazendo aqui?
Fingi que tava dormindo e demorei pra reagir, falei que o ar condicionado não tava ligado no meu quarto e por isso mami falou pra eu deitar lá. — Ok meu amor, ela disse, vai se virando que vou me trocar e foi tomar um banho.
Animada, saí correndo pra contar pra mami o que tinha rolado, me sentia igual uma criança com brinquedo novo, não precisei me masturbar, tinha tido os orgasmos mais lindos e gostosos. Mami ficou super feliz e a gente continuava vendo como as coisas iam se desenrolar, fui pegar água e em segundos vi ele conversando com mami, vou contar o papo que tiveram.
— Meu amor, você não percebeu que quando falou pra Mirna deitar na nossa cama, eu tava pelado. — Gabriel, você tava coberto, não reparei. — É que quando acordei, tava abraçado nela, encostado, com uma mão nos peitos dela. — Bom meu amor, ela deve ter curtido, ela falou pra ver como ele ia reagir. — Você não entende a gravidade disso, papai falou. — Acho que você tá exagerando, mami disse. — Querida, quando saí do banho, me troquei e vi o lençol manchado, e não eram seus fluidos.
Mami ficou surpresa e disse que ia falar comigo. A tarde passou jogando cartas e pegando sol. Papai se afastou pra mami conversar comigo. — O que ela falou?, perguntei animada. Ela disse:
— Mirna, acho que tudo tava indo muito bem, ele percebeu que você deixou umas gozadas daquelas no lençol e sabe que enquanto dormia, você encostou e tocou nele. — Você não faz ideia do quanto eu curti, mami. — Eu sei, filha, imagino. Mami preparou a comida e a gente combinou que tinha que se mostrar deprimidas, e ainda faltavam alguns momentos já programados na nossa estratégia.
O primeiro foi antes do jantar, eu falei vou tomar um banho e subi, mami ia mandar papai buscar umas coisas no quarto pra quando ele passasse pelo banheiro ouvir meus gemidos na masturbação. Comecei a enfiar os dedos e gemer igual uma louca, lembrando daqueles momentos fantásticos, sinto os passos de papai e faço ainda mais barulho.
Jantamos, eu com cara de cansada e mami de Preocupação, ele disse: — Por que tão sem graça, meus amores? A gente respondeu que tava cansada. Eles se deitaram, mas não sem antes se despedir.
Vinha o próximo passo, papai precisava de atenção diária e mamãe sabia disso, mas naquela noite não ia rolar nada. — Meu amor, o que que tem, não vai fazer amor comigo? — disse papai. — Não, meu céu, tô preocupada com a Mirna, hoje à tarde, antes dela ir pra sua cama, encontrei ela se masturbando que nem uma louca… — Deixa eu te contar — disse papai… — Antes do jantar, fui no quarto e ela também tava se masturbando no banheiro. — Gabriel, tô muito preocupada. — Calma, quer que eu converse com ela? — disse papai. — Tenta — falou mamãe, e mandou ele buscar algo gelado pra tomar um analgésico. Sabia que eu ia estar na sala vendo TV e me fazendo de melhor na masturbação. Sinto os passos do papai na escada, levanto as pernas em cima do mesmo sofá, enfiando três dedos. Papai ficou surpreso e eu me fiz de envergonhada, tapando o rosto, mas deixando as pernas abertas.
Ele me disse: — Mirna, a gente precisa conversar, vem aqui.
Me deu um abraço carinhoso e começamos a conversar. Nisso, mamãe desce pra ver como tava a situação.
— Meu amor, chega aqui que vamos conversar nós três — disse ele.
— O que foi? — disse mamãe. — É que ela tava se masturbando de novo. — Miiiiiiiirna! — disse mamãe. — É que eu não aguento mais, tenho medos e muita vontade (era choro de verdade, tava muito angustiada, o tesão que eu tava não me deixava ser normal), de verdade, não aguentava mais. — Mirna, vou te ajudar a encontrar alguém que te queira e te respeite, trabalho com jovens que não são nada mal. — Pa-pai, buaaaa, é que eu só confio em você, em mais ninguém, você é o único que me respeitou e me quis nessa vida, o único homem, buaa.
Eu continuava chorando de verdade, não era atuação, naquele momento eu sentia assim. — Não chora, filha — dava pra ver que papai tava muito abalado depois das minhas palavras. — Fica aqui que eu preciso falar com a mamãe — me deu um beijo e eles subiram. Essa parte da conversa. Ela me contou quando desceu do quarto.
- Gabriel, o que a gente faz? Você viu como ela tá mal. - Tô vendo, sim, disse papai enquanto chorava desesperadamente, falando. - O que a gente fez de errado pra ela estar assim?, disse papai. Mamãe responde: não é sua culpa, é daquele filho da p... do pai dela, ela não confia em ninguém, só em você. - O que eu posso fazer, meu amor? Não aguento vê-la assim. - Você pode ajudar ela, e eu sei como. - Como?, ele perguntou. - Inicia ela sexualmente, isso vai ajudar. - Não posso, disse ele, nunca conseguiria, ela é como uma filha pra mim. - Quer que ela continue assim?, disse mamãe, você não precisa estuprar ela, só deixar ela perder o medo dos homens. - Não consigoooo, ele dizia chorando, também não aguento vê-la assim o dia inteiro, é uma tortura.
Mamãe deu um beijo doce na boca dele e disse, - me faria feliz também se você fizesse isso. Ele ficou largado na cama pensando, mamãe desceu pra pegar um café pra ele e me contou o que aconteceu e pediu pra eu subir quando ela me avisar. - Toma isso, vai te fazer bem, disse mamãe. - Não quero, me traz um uísque com gelo. Mamãe desceu pra pegar e levou pra ele. Segundo ela, era pra ele criar coragem e pensar no pedido que ela fez. - Meu amor, olha pra mim, pediu papai pra mamãe, sei que vai fazer bem pra ela, mas não tenho coragem. - Gabriel, você só precisa dar o amor que sente por ela, não encara como um ato sexual, se quiser, eu também fico pra ajudar vocês. - Ok, disse ele, mas com a coragem que o trago deu. - Você vai nos ajudar e vai ter que conduzir a situação, não consigo sozinho. - Tá bem, meu amor, eu fico com vocês. Tem que ser inesquecível pra ela.
- Só te peço um favor, seja terno e apaixonado, é disso que ela precisa, tem um fogo de anos pra soltar, a gente tem que segurar ela. - Ok, disse ele. - Mas não vamos contar pra ela, vamos pedir pra ela dormir com a gente pra consolar ela e ver no que dá, - vou tomar um banho, disse papai.
Mamãe desceu enquanto ele tomava banho e me levou pro meu quarto, em silêncio, me sentou na frente do espelho, começou a me pentear e disse. - Papai topou, ela me falou. - Mas me escuta bem, isso é Difícil pra ele, mas ele faz isso pra que você fique bem e consiga normalizar sua vida afetiva, que isso seja uma injeção de confiança em você mesma e melhore sua autoestima. Entendi que não ia ser fácil, tinha chegado o momento tão esperado, sentia culpa, medo, alegria, e um monte de sensações que nem têm nome pra descrever. Mamãe me disse como seria, que me avisaria quando tudo estivesse pronto, me emprestou uma camisola transparente e curtinha dela, uma calcinha fio dental vermelha que papai adora, e meus peitos só cobertos pela camisola. Mamãe desceu pra pegar outro uísque, sabendo que papai ia precisar de mais coragem.
De repente, ouço a voz do papai me chamando, mamãe não contou pra ele que já tinha me adiantado alguma coisa. Me aproximo do quarto, só a luz do abajur fazia meus peitos eretos apontarem pro céu. Peço licença pra entrar como se não soubesse o que ia rolar.
- Entra, meu amor - ele disse com uma voz doce que entrou pelo meu ouvido e foi parar bem na minha buceta, já tava toda molhada e nervosa. - Mirna, vem aqui - ele falou, mamãe tava de um lado e no meio com o uísque na mão - deita, você tá linda com essa roupa, toda uma mulher, quero que você se sinta bem, então decidimos com a mamãe que você vai dormir aqui pra não se sentir sozinha. - Tá bom - eu disse com carinha de triste.
Ele me deu o copo depois de tomar o último gole, coloquei na mesinha de cabeceira e me deitei no peito dele, ele começou a acariciar meu cabelo, tava coberto como à tarde com o lençol da cintura pra baixo, isso me lembrava aqueles momentos e eu tava cada vez mais molhada, sentia os lábios da minha buceta pulsando, sabendo que logo ia ter o que queria há tanto tempo. Mamãe fez a mesma coisa, se deitou no peito dele, as carícias dele eram muito suaves. Depois de um tempo, papai falou: - Agora vamos jogar um jogo só por essa vez que a mamãe inventou, mas antes quero te dizer que aconteça o que acontecer, te amo de todo coração. E me deu um beijo na testa cheio de vergonha.
Mamãe pegou minha mão por baixo do O lençol e ela apoiou no pau dele, tava ali, é inexplicável o que senti quando o pau dele cresceu na minha mão, mamãe me olhou nos olhos com malícia e disse. - Aproveita, de agora em diante sem palavras, só sentir, aquilo soou como uma ordem pro papai e pra mim. Comecei a percorrer com meus dedos aquele monumento desejado, sentia o tamanho e explorava cada veia que tocava, não olhava pro papai porque imaginava a cara de vergonha dele.
Ele pegou meu rosto com carinho, aproximou os lábios e me beijou fundo, que fofo, eu derretia. Com suavidade, ele aproximou meu rosto do pau dele e comecei a chupar meu troféu, era grosso, mas se a mamãe conseguia, eu também conseguiria. Todos os meus movimentos eram suaves, contrastando com o que via da minha mãe, ela começou a beijar ele na boca apaixonadamente, isso fazia ele começar a se mover pra enfiar aquele pau cada vez mais na minha boca, a grossura forçava minha boca, entrava justo, eu levava devagar o mais fundo que podia, gostava, tinha um gosto gostoso. De repente, senti ânsia, tirei da boca e perguntei, papai, tô fazendo bem?
Ele me disse docemente. - Faz do jeito que você gostar, é você que tem que gozar agora. Aquilo acendeu um vulcão de tesão em mim, e minha chupada de movimentos lentos virou movimentos selvagens no pau dele, enfiava e tirava, passava a língua por toda parte, mamãe com os beijos dela fazia ele se mover pra cima e pra baixo, fazendo ele enfiar cada vez mais na minha boca, eu não tinha orgasmos, por que vocês vão perguntar? É que eu vivia num orgasmo permanente, meu clitóris explodia sozinho sem eu tocar, meus lábios vaginais estavam super inchados, até sentia algo saindo da minha bunda. De repente, mamãe, esperta, pede pra eu parar.
- Tira a camisola, ela disse, e eu obedeci, meus peitos ficaram expostos apontando pra ele, nessa altura eu tava sentada quase no colo dele pra continuar mamando, mamãe pegou as mãos dele e aproximou dos meus peitos, senti como se fossem um vulcão, meus Os botões pegaram o tamanho dele e, a cada roçada, eu sentia dor, uma dor gostosa que eu adorava sentir, me deixava pronta pra continuar chupando, mas ele me parou, se inclinou pra frente e começou a mexer nos meus peitos e a chupá-los, nem vou contar mais que eu vivia num orgasmo, entende que eu me sentia no auge, depois de um tempo se saciando, ele levou minha boquinha até o pau dele, mas antes enfiou um dedo na minha boca, pra ele se deliciar.
Eu devia estar com a cara da puta mais gostosa da Argentina, pela expressão dele. Mamãe olhava, parecia bem, eu tava com medo de como ela reagiria, mergulhei naquele pau pra continuar comendo, me lembrava os pirulitos de doce que eu comprava quando criança, assim eu curtia, minha língua não cansava, de repente mamãe me pede pra ficar de pé na frente da cama, terminou de me despir e queria que a gente curtisse se olhando, tirou minha calcinha, me deixou de costas pro papai e mandou ele sentar na frente da cama, começou a acariciar minha bunda, os movimentos dela eram suaves mas fortes, passou a mão inteira no meu púbis de frente pra trás, acariciando cada centímetro da buceta, roçou meu buraquinho do cu, me virou e descontou nos meus peitos de novo, sentia ela puxar meus mamilos com chupões fortes, eu me contorcia toda, que prazer.
Ela se jogou na beirada da cama e me ofereceu o pau dele de novo, eu me ajoelhei no chão e comecei um boquete pesado, batia punheta com força, mamãe, como uma grande expert, sabendo o que eu sentia, começou a enfiar os dedos em mim, eu tava dilatada, não aguentava mais, me preparava pra ser penetrada a qualquer momento, ela tirou os dedos e com o consolo preto começou a me masturbar, enfiava devagar pra ver se entrava bem, de repente papai me separou do pau dele e começou a jorrar porra em cima de mim, puta que pariu, que quantidade, me senti banhada por ele, o pau dele nas minhas mãos me deixava sentir as batidas que ele dava, ele me fez um carinho sem falar nada, mamãe se aproximou de mim e começou a lamber o esperma que Ele estava por cima de mim.
Quando terminei de me limpar, me deitaram na cama, papai começou a lamber minha buceta devagar, eu me sentia flutuando, estava em êxtase, não tenho palavras, me contorço igual uma louca, mamãe se coloca debaixo do papai e começa um boquete pra dar a ereção dele, consegue em poucos minutos, papai vendo que eu estava quase desmaiando de tanto prazer, me disseram que eu até estava com os olhos virados, ele me deu um respiro, se deitou do meu lado, eu precisava juntar forças, vivia num orgasmo. Mamãe continuava chupando ele com uma experiência foda. Ela engolia até o fundo, se afastou, papai de barriga pra cima, mamãe me disse: senta aí, um pauzão enorme pra mim, mamãe sussurra no meu ouvido.
— Senta e aproveita até onde conseguir enfiar…
Ela me deu um beijo na bochecha, parecia feliz, que parceira gostosa que eu tinha. Cruzei uma perna por cima do corpo do papai, senti que atravessava uma ponte imensa, com um joelho no colchão e o outro se levantando, me joguei na aventura de me sentir sendo comida, sentia que era minha única chance de sentir aquele pau tão desejado, comecei devagar a brincar com ele, passei ele por toda a minha buceta, aproveitei, depois vi meu papai desesperado, ele precisava bombar, comecei a enfiar ele aos poucos, lembrava do clone dele, do vibrador que eu custava a colocar.
Mas agora não era assim, sentia que minha buceta aguentava qualquer coisa, brincava com ele, só com um quarto pra dentro já me sentia cheia, aquele pau esticava meus lábios vaginais pros lados, aos poucos vi que não doía, aliás, queria aproveitar ele todo, de repente me deixei cair, joguei meu corpo pra trás de tanto prazer e de uma dor estranha, minha mãe, expert em tudo, me segurou por trás pra eu não cair de costas, me recuperei e comecei com um vai e vem devagar, era como andar de trem, aumentava a velocidade, de repente me mexia numa velocidade doida, balançando minha bunda igual uma louca, sentia aquele pau dentro de mim garganta, que loucura, tive um espasmo dentro de mim sem nunca ter acontecido antes, de repente fiquei parada, e pulei pro lado da cama, parecia que um prédio tinha caído em cima de mim, minha respiração já não era normal, tava muito acelerada, queria montar nele de novo mas meu corpo não respondia, papai me perguntou.
- Você tá bem?
Do jeito que deu, respondi que sim, com um movimento de cabeça, mamãe tinha tomado conta do pau dele e de todo o fluxo que eu deixei nela, via que meu papai não aguentava mais, tava perto de gozar, não sei de onde tirei forças e perguntei, mamãe, posso tomar o gozo dele?, ela se afastou do pau dele, empurrou ele de costas, começou a se masturbar na minha cara, eu abri a boca com as forças que me restavam e de repente sinto minha boca encher de um esperma quente, muito quente, tive umas ânsias de vômito pela quantidade que ele derramou dentro de mim, mamãe, sempre atenta, levantou minha cabeça, como se soubesse que eu tinha que terminar de tirar o que restava e saborear o que tinha na boca. Não sei mais o que aconteceu, desmaiei num sono profundo, me senti como se dormisse numa nuvem.
No outro dia acordei às 5 da tarde, acordei sozinha na cama deles, os cheiros estavam por todo lado, cheirei os lençóis, beijei eles, me levantei e fui até a janela, eles estavam tomando sol, pareciam felizes, eu nem vou contar como me sentia, ninguém entenderia, tomei um banho, comecei a sentir dores no corpo todo, quando fui higienizar minha buceta doía, tava inflamada, doía de verdade, fiquei um tempão com o jato de água fria pra desinflamar. Coloquei meu biquíni e desci, dei um beijo na mamãe, e sentei no colo do meu papai, na espreguiçadeira dele, e dormi.
O que aconteceu depois vou contar pra vocês, desde aquele dia nada mais foi igual. Fico feliz em compartilhar esse relato com vocês.
Tchauuuuuuuu.
Autora: Mirna
38 comentários - Com papai e mamãe
Gracias por compartir 😉
AndresI
🤤
me atajo antes de leerlo (no lo lei todavia... :twisted:)
pero veamos que onda... despues lo leo 😀...
es que acabo de ver un video de keez 😬...
Manda un libro...yo te lo compro!!! jejeje
Gracias por tu relato...fue muy exitante!!! 🤤
Avisame cuando postees otro, lo veo y comento nuevamente!
Saludos 😉
ademas de ser muy exitante.. esta esa gota de morbo que nos pone al palo a todos.. un abrazo grande y segui asi.. 😉 😉 😉
ta buenisimoo te pasastee 😀
naaaaaa no podes... 😀 😀
EL IMPOTENTE HULK 😳 😳 😳 😳 😳 😳
se me puso dura
:headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang::headbang:
nene... por que juzgas si saber siquiera?? que sabes de lo que pasa entre 2 personas en una cama? las historias que conozco yo... yo mismo me cogi como 15 veces una sobrina... se de una minita que me cogi una vez en catamarca que se recogió a su medio hermano... a mis cuñadas me las recontra cogeria... hay de todo, nene!! dejate de joder! esta estupendo el relatoo! 🙎♂️