Assim que o ritual das massagens e dos roupões terminou, aquela mulher voltou a entrar no quarto.
— Boa noite, senhoritas. Agora cada uma vai para um quarto diferente. Não tenham medo, vocês estão aqui para dar e receber prazer. Isso é tudo que precisam saber. Sejam naturais, façam tudo o que pedirem e, daqui a algumas horas, nos encontramos no salão principal.
Uma a uma, fomos saindo acompanhadas pela senhora que nos tinha massageado e vestido.
Fui uma das últimas. Mandaram eu subir uma escada. Olhei para todos os lados, a casa onde estávamos parecia ser muito grande e de alguém com muito dinheiro.
Caminhei por uma galeria no primeiro andar da casa, até que me mandaram entrar num quarto.
Estava sozinha.
O quarto tinha um carpete fino, um sofá, duas poltronas de couro e uma mesinha de centro. Só isso.
Sentei, acho que para esperar.
Quinze minutos durou minha espera até que entraram três pessoas.
Um senhor de uns 65 anos, vestido com esmero de smoking, junto com uma senhora muito elegante de uns 60 anos, com um lindo vestido preto de gala, e com eles um rapaz de uns 35/40 anos, também de smoking. O senhor e a senhora pareciam um casal, e o mais jovem, o filho.
Cumprimentaram-me muito cordialmente.
Ela era uma mulher muito gostosa, aparentava dez anos a menos, alta, magra, ainda loira, com cabelo curto penteado para trás.
A mulher se aproximou de mim e tirou meu roupão. Aproximou a cabeça e me beijou. A língua dela entrou na minha boca delicadamente.
Enquanto isso, os homens tomavam champanhe bem à vontade no sofá.
— Tira minha roupa devagar — ela me disse.
Obedeci.
Abri o zíper do vestido dela, e ele caiu até os pés.
Desabotoei o sutiã dela, e uns peitos pequenos, mas lindos, apareceram durinhos.
Por último, tirei também a calcinha fio dental preta dela e descobri a buceta dela completamente depilada.
— Deita — ela me disse.
Assim fiz, e ela se deitou sobre mim. Começou a me beijar por todo lado. A língua dela foi passando por cada parte do meu corpo até que... parou em mim. Use a palavra: buceta e começou a beijá-la e lamber de um jeito excepcional. Brincava com meu clitóris fantasticamente.
Eu tava com tesão.
Ela foi se ajeitando até ficar na posição de fazer um 69.
Comecei a chupar a buceta dela. Enquanto isso, ela me fazia sexo oral e brincava com os dedos no meu cu.
Aos poucos, fui chegando ao orgasmo. Gozei primeiro e meus fluidos invadiram a cara e a boca dela.
Ela saiu de cima de mim e começou a engatinhar até o marido, ficou de quatro e começou a tatear a virilha dele.
A buceta dela ficou apontada pra mim enquanto ela começava a levar a pica do marido pra boca.
Chupei ela até gozar. Ela gemeu, mas sem parar de chupar. A única vez que tirou a boca foi pra dizer:
— Agora vai pro meu filho.
Me aproximei do mais novo dos homens e tirei o pau dele da calça. Era um aparelho bonito, não exageradamente grande, mas suficiente. Comecei a chupá-lo. Ele me segurou pela cabeça e empurrou até a base. Me engasguei, mas continuei.
Enquanto eu chupava o filho, a mãe montava no marido e começava a cavalgá-lo.
O filho foi se despindo enquanto eu começava a engolir a primeira gozada dele. O sêmen quente entrou na minha garganta em três jatos intensos e grossos.
Tirei a boca pra respirar e ele aproveitou pra terminar de se despir.
A senhora gemia no ritmo da montada que dava no marido até parar de repente. As têmporas dele começaram a pulsar e um bufado quase seco saiu da boca dele. Ela se levantou e o sêmen do marido começou a escorrer pelas pernas dela. Ela se aproximou de mim e começou a me beijar de novo. Me tocou por todo lado, os dedos dela começaram a se perder dentro de mim, eu tava em êxtase.
— Agora faz meu marido ficar duro de novo.
Me abaixei e meti na boca a pica do senhor. Não era nem grande nem pequena, padrão. Nada a ver com a do filho. Realmente custou pra levantar, lembrando que era um cara de quase 65 anos, mas consegui. Me Me levantei pra subir em cima dele e foi uma surpresa danada quando vi a senhora chupando a pica do mais novo, mamando como se não houvesse amanhã.
Eu subi em cima do senhor e comecei a cavalgar. De repente, a língua da senhora começou a brincar com minha bunda e as bolas do marido dela, a saliva quente dela me excitava pra caralho. De repente, num golpe certeiro e doloroso, o "moleque" enfiou tudo no meu cu, acho que de primeira entrou até as bolas. Gritei, mais pela surpresa do que pela dor.
O pai se mexia e, com o movimento dele, ajudava o filho a meter cada vez mais fundo. Enquanto isso, a senhora nua, jogada no chão, se masturbava e gemia olhando a nossa cena.
Quando pai e filho estavam quase gozando, ela se ajoelhou na nossa frente e ordenou, num tom moderado mas firme:
— Nela não, em mim.
Os dois me tiraram de cima e se posicionaram de cada lado dela, que abriu a boca e começou a engolir enquanto eles descarregavam o leite.
Encheram a boca dela num instante e depois se deitaram de novo no sofá.
Ela veio até mim, me pegou pelo cabelo e puxou minha cabeça pra trás. Colocou a boca na minha e me deu todo o leite que acabara de receber dos homens dela, junto com a língua e um beijo longo.
Depois disso, se vestiram, me cumprimentaram educadamente e foram embora.
Fiquei deitada no sofá, sem saber o que viria.
Dez minutos depois, a loira do carro apareceu e pediu pra eu segui-la. Descemos as escadas e fomos parar no maior salão que já vi na vida. Era tipo uma sala de estar imensa. Finamente decorada, com toques de estilo e elegância por todo lado. O clima parecia de festa da alta sociedade.
As doze garotas foram reunidas no meio do salão e tiraram nossos aventais, deixando a gente completamente pelada. Ficamos ali, à mercê dos convidados.
Num momento, como se fosse combinado, eles começaram a vir pra cima da gente. Um senhor de uns 50 anos me pegou pela mão e me levou pro grupo dele. Em No total eram 4, todos mais ou menos da mesma idade. A gente tava num canto do salão, do lado de uma biblioteca linda. Além de ter, acho, a mesma idade, eles também eram muito parecidos entre si, menos um, que não era alto nem magro como os outros, era de origem oriental, Chinês?, Japonês?, sei lá, então mais baixinho. Os quatro eram de uma limpeza impecável. O ambiente todo ao redor era de um bom gosto do caralho. Nesse lugar sobrava grana.
Entre os quatro, me cercaram. Fiquei no meio sem falar nada. Começaram a me tocar. As mãos deles apalpavam meus peitos, minha bunda, meu cabelo, minha buceta. Eu deixava rolar.
O cara que tinha me levado até o grupo me pegou por trás e colocou a mão na minha buceta já molhada. Me fizeram ficar de joelhos e os quatro tiraram as picas. De uma em uma, comecei a chupar enquanto batia punheta com as mãos. Nenhum desses caralhos me surpreendeu, nenhum fugia do normal.
Num instante, todos estavam duros e, cinco minutos depois, todas as gozadas deles começaram a encharcar minha cara.
Respirei fundo, enquanto eles se limpavam.
Olhei ao redor e, naquele salão, tava rolando uma orgia do caralho, como nunca tinha visto. Do outro lado, num canto, consegui ver o Silvio, ele tava de pé enquanto uma das minas, junto com uma mulher das convidadas, fazia boquete nele.
Tinha de tudo, trios, quartetos, uma garota tinha sido amarrada numa mesa e seis caras faziam com ela tudo o que queriam.
Tudo acontecia naquele salão enorme.
Enquanto isso, meus "captores" já tinham se pelado. Foram até um baita baú que tinha no meio da sala e pegaram umas paradas. Com uma espécie de lenço preto, vendaram meus olhos. Também usaram umas algemas e algemaram minhas mãos por trás das costas. Já não sabia mais o que tava rolando ou não. Comecei a sentir que introduziam algo frio e duro no meu cu, com certeza não era uma pica, doía pra caralho. Alguém me pegou pelo cabelo e começou a foder minha boca. Também Amassavam meus peitos com força, filhos da puta. Se soubessem como me doem os peitos, teria que encher eles de porrada.
Tiraram o que eu tinha no cu e eu voltei a respirar. Ao mesmo tempo, o que estava na minha boca começou a gozar. De propósito, ele pegou meu nariz e tampou, não tive escolha a não ser engolir o sêmen. Alguém me montou por trás e enfiou no meu cu, e aos poucos fui sentindo um monte de porra quente escorrendo nas minhas costas, uma espécie de bukkake dorsal.
Parecia que os caras ao meu redor já tinham ido embora. Só sobrou o que me comia, ele metia forte enquanto me puxava pelo cabelo. Num ritmo preciso e rápido. Quinze minutos ele ficou dentro do meu cu até gozar, senti a porra grossa e quente dentro de mim. Assim que terminou, chegou perto do meu ouvido e disse:
— Encontrou a resposta?
Soou uma espécie de gongo e a sala esvaziou.
A loira do carro, junto com as mulheres das massagens, começou a soltar as algemas, tirar as vendas e as mordaças enquanto nos ajudavam a nos levantar.
Lá estávamos nós, as doze. Nuas, cheias de porra por todo lado, marcadas pelas amarras e vendas, descabeladas e ofegantes. Nos olhamos todas em silêncio.
Nos levaram para os fundos da casa, onde pudemos tomar banho e nos recompor.
Quando ficamos prontas, nos deram um envelope com dinheiro, uma boa quantia, posso garantir.
No mesmo carro que me trouxeram, me deixaram na mesma esquina onde me pegaram.
Antes de eu descer, a loira me beijou de novo e disse:
— A gente te chama de novo na próxima?
Não hesitei quase nada.
— Sim — falei e devolvi o beijo.
Ali estava a resposta.
Com o Silvio, continuei minhas sessões por um tempo como se nada tivesse acontecido.
Fim.
— Boa noite, senhoritas. Agora cada uma vai para um quarto diferente. Não tenham medo, vocês estão aqui para dar e receber prazer. Isso é tudo que precisam saber. Sejam naturais, façam tudo o que pedirem e, daqui a algumas horas, nos encontramos no salão principal.
Uma a uma, fomos saindo acompanhadas pela senhora que nos tinha massageado e vestido.
Fui uma das últimas. Mandaram eu subir uma escada. Olhei para todos os lados, a casa onde estávamos parecia ser muito grande e de alguém com muito dinheiro.
Caminhei por uma galeria no primeiro andar da casa, até que me mandaram entrar num quarto.
Estava sozinha.
O quarto tinha um carpete fino, um sofá, duas poltronas de couro e uma mesinha de centro. Só isso.
Sentei, acho que para esperar.
Quinze minutos durou minha espera até que entraram três pessoas.
Um senhor de uns 65 anos, vestido com esmero de smoking, junto com uma senhora muito elegante de uns 60 anos, com um lindo vestido preto de gala, e com eles um rapaz de uns 35/40 anos, também de smoking. O senhor e a senhora pareciam um casal, e o mais jovem, o filho.
Cumprimentaram-me muito cordialmente.
Ela era uma mulher muito gostosa, aparentava dez anos a menos, alta, magra, ainda loira, com cabelo curto penteado para trás.
A mulher se aproximou de mim e tirou meu roupão. Aproximou a cabeça e me beijou. A língua dela entrou na minha boca delicadamente.
Enquanto isso, os homens tomavam champanhe bem à vontade no sofá.
— Tira minha roupa devagar — ela me disse.
Obedeci.
Abri o zíper do vestido dela, e ele caiu até os pés.
Desabotoei o sutiã dela, e uns peitos pequenos, mas lindos, apareceram durinhos.
Por último, tirei também a calcinha fio dental preta dela e descobri a buceta dela completamente depilada.
— Deita — ela me disse.
Assim fiz, e ela se deitou sobre mim. Começou a me beijar por todo lado. A língua dela foi passando por cada parte do meu corpo até que... parou em mim. Use a palavra: buceta e começou a beijá-la e lamber de um jeito excepcional. Brincava com meu clitóris fantasticamente.
Eu tava com tesão.
Ela foi se ajeitando até ficar na posição de fazer um 69.
Comecei a chupar a buceta dela. Enquanto isso, ela me fazia sexo oral e brincava com os dedos no meu cu.
Aos poucos, fui chegando ao orgasmo. Gozei primeiro e meus fluidos invadiram a cara e a boca dela.
Ela saiu de cima de mim e começou a engatinhar até o marido, ficou de quatro e começou a tatear a virilha dele.
A buceta dela ficou apontada pra mim enquanto ela começava a levar a pica do marido pra boca.
Chupei ela até gozar. Ela gemeu, mas sem parar de chupar. A única vez que tirou a boca foi pra dizer:
— Agora vai pro meu filho.
Me aproximei do mais novo dos homens e tirei o pau dele da calça. Era um aparelho bonito, não exageradamente grande, mas suficiente. Comecei a chupá-lo. Ele me segurou pela cabeça e empurrou até a base. Me engasguei, mas continuei.
Enquanto eu chupava o filho, a mãe montava no marido e começava a cavalgá-lo.
O filho foi se despindo enquanto eu começava a engolir a primeira gozada dele. O sêmen quente entrou na minha garganta em três jatos intensos e grossos.
Tirei a boca pra respirar e ele aproveitou pra terminar de se despir.
A senhora gemia no ritmo da montada que dava no marido até parar de repente. As têmporas dele começaram a pulsar e um bufado quase seco saiu da boca dele. Ela se levantou e o sêmen do marido começou a escorrer pelas pernas dela. Ela se aproximou de mim e começou a me beijar de novo. Me tocou por todo lado, os dedos dela começaram a se perder dentro de mim, eu tava em êxtase.
— Agora faz meu marido ficar duro de novo.
Me abaixei e meti na boca a pica do senhor. Não era nem grande nem pequena, padrão. Nada a ver com a do filho. Realmente custou pra levantar, lembrando que era um cara de quase 65 anos, mas consegui. Me Me levantei pra subir em cima dele e foi uma surpresa danada quando vi a senhora chupando a pica do mais novo, mamando como se não houvesse amanhã.
Eu subi em cima do senhor e comecei a cavalgar. De repente, a língua da senhora começou a brincar com minha bunda e as bolas do marido dela, a saliva quente dela me excitava pra caralho. De repente, num golpe certeiro e doloroso, o "moleque" enfiou tudo no meu cu, acho que de primeira entrou até as bolas. Gritei, mais pela surpresa do que pela dor.
O pai se mexia e, com o movimento dele, ajudava o filho a meter cada vez mais fundo. Enquanto isso, a senhora nua, jogada no chão, se masturbava e gemia olhando a nossa cena.
Quando pai e filho estavam quase gozando, ela se ajoelhou na nossa frente e ordenou, num tom moderado mas firme:
— Nela não, em mim.
Os dois me tiraram de cima e se posicionaram de cada lado dela, que abriu a boca e começou a engolir enquanto eles descarregavam o leite.
Encheram a boca dela num instante e depois se deitaram de novo no sofá.
Ela veio até mim, me pegou pelo cabelo e puxou minha cabeça pra trás. Colocou a boca na minha e me deu todo o leite que acabara de receber dos homens dela, junto com a língua e um beijo longo.
Depois disso, se vestiram, me cumprimentaram educadamente e foram embora.
Fiquei deitada no sofá, sem saber o que viria.
Dez minutos depois, a loira do carro apareceu e pediu pra eu segui-la. Descemos as escadas e fomos parar no maior salão que já vi na vida. Era tipo uma sala de estar imensa. Finamente decorada, com toques de estilo e elegância por todo lado. O clima parecia de festa da alta sociedade.
As doze garotas foram reunidas no meio do salão e tiraram nossos aventais, deixando a gente completamente pelada. Ficamos ali, à mercê dos convidados.
Num momento, como se fosse combinado, eles começaram a vir pra cima da gente. Um senhor de uns 50 anos me pegou pela mão e me levou pro grupo dele. Em No total eram 4, todos mais ou menos da mesma idade. A gente tava num canto do salão, do lado de uma biblioteca linda. Além de ter, acho, a mesma idade, eles também eram muito parecidos entre si, menos um, que não era alto nem magro como os outros, era de origem oriental, Chinês?, Japonês?, sei lá, então mais baixinho. Os quatro eram de uma limpeza impecável. O ambiente todo ao redor era de um bom gosto do caralho. Nesse lugar sobrava grana.
Entre os quatro, me cercaram. Fiquei no meio sem falar nada. Começaram a me tocar. As mãos deles apalpavam meus peitos, minha bunda, meu cabelo, minha buceta. Eu deixava rolar.
O cara que tinha me levado até o grupo me pegou por trás e colocou a mão na minha buceta já molhada. Me fizeram ficar de joelhos e os quatro tiraram as picas. De uma em uma, comecei a chupar enquanto batia punheta com as mãos. Nenhum desses caralhos me surpreendeu, nenhum fugia do normal.
Num instante, todos estavam duros e, cinco minutos depois, todas as gozadas deles começaram a encharcar minha cara.
Respirei fundo, enquanto eles se limpavam.
Olhei ao redor e, naquele salão, tava rolando uma orgia do caralho, como nunca tinha visto. Do outro lado, num canto, consegui ver o Silvio, ele tava de pé enquanto uma das minas, junto com uma mulher das convidadas, fazia boquete nele.
Tinha de tudo, trios, quartetos, uma garota tinha sido amarrada numa mesa e seis caras faziam com ela tudo o que queriam.
Tudo acontecia naquele salão enorme.
Enquanto isso, meus "captores" já tinham se pelado. Foram até um baita baú que tinha no meio da sala e pegaram umas paradas. Com uma espécie de lenço preto, vendaram meus olhos. Também usaram umas algemas e algemaram minhas mãos por trás das costas. Já não sabia mais o que tava rolando ou não. Comecei a sentir que introduziam algo frio e duro no meu cu, com certeza não era uma pica, doía pra caralho. Alguém me pegou pelo cabelo e começou a foder minha boca. Também Amassavam meus peitos com força, filhos da puta. Se soubessem como me doem os peitos, teria que encher eles de porrada.
Tiraram o que eu tinha no cu e eu voltei a respirar. Ao mesmo tempo, o que estava na minha boca começou a gozar. De propósito, ele pegou meu nariz e tampou, não tive escolha a não ser engolir o sêmen. Alguém me montou por trás e enfiou no meu cu, e aos poucos fui sentindo um monte de porra quente escorrendo nas minhas costas, uma espécie de bukkake dorsal.
Parecia que os caras ao meu redor já tinham ido embora. Só sobrou o que me comia, ele metia forte enquanto me puxava pelo cabelo. Num ritmo preciso e rápido. Quinze minutos ele ficou dentro do meu cu até gozar, senti a porra grossa e quente dentro de mim. Assim que terminou, chegou perto do meu ouvido e disse:
— Encontrou a resposta?
Soou uma espécie de gongo e a sala esvaziou.
A loira do carro, junto com as mulheres das massagens, começou a soltar as algemas, tirar as vendas e as mordaças enquanto nos ajudavam a nos levantar.
Lá estávamos nós, as doze. Nuas, cheias de porra por todo lado, marcadas pelas amarras e vendas, descabeladas e ofegantes. Nos olhamos todas em silêncio.
Nos levaram para os fundos da casa, onde pudemos tomar banho e nos recompor.
Quando ficamos prontas, nos deram um envelope com dinheiro, uma boa quantia, posso garantir.
No mesmo carro que me trouxeram, me deixaram na mesma esquina onde me pegaram.
Antes de eu descer, a loira me beijou de novo e disse:
— A gente te chama de novo na próxima?
Não hesitei quase nada.
— Sim — falei e devolvi o beijo.
Ali estava a resposta.
Com o Silvio, continuei minhas sessões por um tempo como se nada tivesse acontecido.
Fim.
6 comentários - Meu Psicólogo e o Mundo Dele (2ª Parte)
Justi98 gracias por los points.
Roswelito, se gana y se pierde, quizás mi próxima historia te guste o tal vez alguna anterior, gracias igual por pasar.
F.
Me gusto! Y pido disculpas por haber tardado tanto en leerte 😬
Ojala vos pases por mis cuentos y me digas sinceramente que opinas! Beso!