DE ESPOSA EXEMPLAR A PUTA DE LUXO (05)
No dia seguinte no trabalho, não parava de pensar no que iam enfiar em mim agora. Nunca gostei de mulheres e, embora ultimamente tivesse transado com a Ana e com a puta russa que o Pablo alugou pra mim e fosse prazeroso, daí a me tornar totalmente bissexual me parecia um abismo.
Aliás, lembrei do Pablo, liguei pra ele e contei que não queria vê-lo de novo, que queria meu marido e que não achava certo dar chifre nele. Com grande desgosto, ele disse que queria continuar sendo meu amigo e que eu ligasse pra tomar um drink um dia.
Depois do trabalho, fui pro clube pra minha sessão de aeróbica, massagem e raios UV. Quando estava na sauna com a Ana, ela disse que no sábado a gente ia pra Chueca, em bares gays, então no sábado de manhã iríamos comprar roupas adequadas.
No sábado, fomos a lojas típicas do público gay, compramos jeans apertados, jaquetas jeans e de camurça, lenços de cabeça, calcinhas e sutiãs de cores bem chamativas, bijuterias douradas como pulseiras e brincos compridos, botas e mocassins de camurça, etc., conforme a Ana, a gente se vestia na moda gay, pra dar uma imagem hippie e mais jovem.
Almoçamos num restaurante e a Ana começou a me dar instruções, disse pra eu me vestir e me maquiar do jeito mais provocante possível com as roupas que compramos, e que ela pensou em me apresentar como namorada dela. Que ela faria o papel de sapatão e eu o de sua puta complacente.
De tarde, fui ao cinema com meu marido e o filho, e ao chegar em casa tomei banho e comecei a me vestir com as roupas que comprei de manhã. Coloquei uma calcinha e um sutiã vinho, uma blusa branca decotada que deixava o sutiã transparente e que chegava até a metade da barriga, ajustada com uma espécie de elástico, uma calça jeans azul claro desgastada, bem baixa no quadril e apertada, que marcava a racha da minha bucetinha e que segurava com um cinto dourado.
Entre a calça tão baixa de quadril e a blusa tão curta que dava pra ver meu piercing no umbigo e a metade do meu coração tatuado sobre a xota, além da calcinha grená aparecendo.
Pra completar, umas botas baixas douradas com salto e plataforma de uns 10 centímetros, combinando com o cinto e uma jaqueta jeans preta desgastada que batia na cintura, deixando a bunda de fora. Toda a roupa era uma puta cafonice.
Depois me maquiei em tons de vermelho chamativo e pintei as unhas da mesma cor. Prendi o cabelo num rabo de cavalo com um lenço de pano vermelho, que combinava com uma bolsa de verniz vermelha bem pequena, onde só cabiam a carteira, o celular, o maço de cigarro e o isqueiro.
Quando saí do banheiro, o Carlos ficou me encarando e perguntou pra onde eu ia vestida feito uma patricinha de 15 anos da Malasaña. Respondi que tinha combinado com a Ana e que não me esperasse acordado, que me vestia assim porque só tinha 28 anos e ainda era jovem. Ele ficou puto e disse que eu parecia uma puta da Casa de Campo.
Saí batendo a porta, peguei o carro e fui buscar a Ana. Ela estava vestida mais ou menos como eu, mas mais na dela, sem mostrar a barriga, com o cabelo todo preso e cheio de gel, sem maquiagem, e fumando cigarro preto.
Eram 11 da noite, fomos pra Chueca, e ela me mandou seguir o fluxo o tempo todo. Entramos num bar gay, tinha homens e mulheres por igual. Percebi na hora que só as mulheres ficaram olhando pra gente; verdade seja dita, eu devia ser um petisco bem apetitoso pra qualquer sapatão, e os homens deviam ser todos gays.
Fomos pro balcão e pedimos uns uísques com Coca, acendemos uns cigarros e a Ana começou a observar as minas. Ela reparou em duas que eram bem gostosas dentro do possível, com cabelo raspado e um corpo bem andrógino, pareciam e se vestiam como caras. Peito pequeno, poucas curvas, magras mas atléticas.
A Ana me pegou pela mano, a gente foi pra perto delas. Enquanto a gente tomava a bebida, ela me disse que naquela noite eu ia me entregar pra aquelas duas minas, então a gente ia começar a deixar elas no tesão. A Ana começou a passar a mão em mim descaradamente, a me beijar de língua, a pegar nas minhas tetas, ficamos nessa uns 20 minutos. Depois ela falou pra eu ir pro banheiro rebolando, que quando eu voltasse ela já teria começado a intimidade com elas.
Fui pro banheiro me mexendo do jeito mais vadia possível, eu, verdade seja dita, tava muito nervosa, já tinha transado com mulheres, mas que pareciam mulheres, mas aquelas duas eram tipo caras, e eu não sabia se ia gostar daquilo.
Entrei no vaso pra fazer um xixi, saí e me olhei no espelho do banheiro. Me senti estranha, nunca na minha vida tinha me vestido de um jeito tão vulgar, o Carlos tinha razão, parecia uma patricinha de colégio piranha.
Acendi um cigarro e fui na direção delas. A música tava muito alta, a Ana encostou no meu ouvido, me disse que tinha contado pra elas que eu era uma filhinha de papai e que ela era minha namorada.
Ela comentou que eu tinha 24 anos e que tava estudando jornalismo, e que morava num apartamento na Castellana que meu pai pagava. Também contou pra elas que gostava de me entregar pra outras mulheres e que eu era muito submissa. Resumindo, tinha preparado o terreno praquelas duas sapatonas se acabarem comigo.
Ela nos apresentou, elas se chamavam Rosa e Belém. A gente pediu mais umas bebidas e começou a conversar, dava pra ver que tinham um nível cultural muito baixo, uma trabalhava de faxineira num hospital e a outra numa frutaria, depois iam ter vontade de pegar uma filhinha de papai. Não paravam de falar pra Ana como a namorada dela era gostosa, que corpo, que tinha uns lábios muito sensuais, etc.
A gente rodou todos os bares da Chueca, e elas ficaram passando a mão em mim descaradamente a noite toda e sempre uma me acompanhava no banheiro pra me ver mijar.
Quando fecharam os bares, umas 4 da manhã, eu, pra ser sincera, tava muito tonta, entre um cigarro atrás do outro e a Ana não parava de pedir bebida. Copas, já nem sabia mais o que tava rolando. Como fecharam todos os bares, a Ana disse pra gente ir pro meu apartamento (na verdade era o da Ana) pra tomar o último gole.
Quando as duas sapatão viram meu carro, falaram: "olha a filhinha do papai, enquanto fica vagabundeando por aí, o papai dá um fusca de 4 quilos pra ela e paga um apê na Castellana, então vamos ter que dar um jeito nela." Eu, do jeito que tava, não conseguia dirigir, então a Ana pegou o carro e mandou eu sentar com elas atrás.
Sentei no meio das duas. Não pararam de passar a mão em mim o caminho inteiro, me beijavam de língua na boca, enquanto me apalpavam os peitos, a bunda e a buceta.
Quando chegamos no apartamento, se jogaram em cima de mim e começaram a tirar minha roupa, mas com bastante cuidado: primeiro a jaqueta jeans, e depois, enquanto uma tirava minha blusa e o sutiã, a outra fazia o mesmo com a calça jeans e a calcinha.
Ficaram meio bestas quando viram minha xota depilada com a tatuagem em forma de coração em cima. A Ana contou que eu tinha feito a tatuagem e colocado o piercing no umbigo por causa dela, e que depilava a buceta porque ela me obrigava.
Me jogaram na cama e começaram a se despir, incluindo a Ana. Me colocaram de quatro (a Ana sempre gravava quando eu transava com alguém no apartamento dela) e ainda me vendaram os olhos pra eu não ver nada.
Começaram a conversar entre si e logo senti uma mão acariciando minhas nádegas e peitos com força. Devia ser uma das duas sapatão. Fiquei nervosa por não saber qual daquelas minas tava me tocando.
Aí comecei a sentir a sensação molhada de uma língua lambendo minha buceta. Foram umas lambidas profundas, parecia que queriam limpar tudo. Depois senti outra mão nas minhas nádegas, mas dessa vez separando elas e começando a enfiar um consolo que tentava se abrir caminho dentro de mim.
Arqueei as costas, e a mulher me puxou pelo cabelo e colocou uma mão na minha bunda. Ela puxava meu cabelo com força pra trás, me forçando a recuar e me empalar no consolo.
O consolo ia me penetrando como se fosse um pau de 25 cm de um cara metendo por trás, e eu tinha que usar um consolo de cinta que uma delas tinha preso na cintura.
Enquanto isso, outra delas abriu as pernas na minha frente, puxou minha cabeça pra baixo e mandou eu chupar a buceta dela. Não estava depilada, então não era a da Ana.
Minha situação era: uma metia em mim por trás enquanto eu chupava a buceta da outra. Do jeito que dava, eu aguentava as estocadas da minha amante, que me fodia sem nenhum cuidado, parecia que queria me machucar, rasgar minha buceta. As estocadas ficavam cada vez mais fortes e profundas, até que eu finalmente gozei, e a buceta que eu tinha na boca gozou quase ao mesmo tempo.
Depois, elas repetiram a mesma coisa, mas trocando de posição, e agora, em vez da vagina, metiam no meu cu, o que doeu pra caralho porque o consolo só estava lubrificado com meus fluidos vaginais e a metida e tirada era feita com tudo.
Ana devia estar observando tudo enquanto se masturbava.
Pouco depois, quando as duas sapatonas gozaram (o consolo tinha outro falo dentro, mas menor), elas fizeram uma dupla penetração em mim, com dois consolos, um no cu e outro na vagina. Eu nunca tinha feito algo assim, nem com dois homens, e com dois consolos daquele tamanho era muito mais doloroso.
Elas me empalaram sem piedade, eu soltei um grito de dor, enquanto Ana as incentivava, dizendo que eu gostava.
Enquanto me estocavam, Ana abriu as pernas na frente do meu rosto, mandando eu chupar a buceta dela. Era uma delícia lamber uma buceta depilada, diferente das outras duas vadias, que eram cheias de pelo.
Enquanto isso, eu sentia os dois consolos se tocando dentro das minhas entranhas. Em uns 10 minutos, eu já estava... bem dilatada, e comecei a gozar. A verdade é que eu era um objeto de prazer total pra aquelas 3 mulheres, com meus 3 buracos dando prazer.
Depois de 20 minutos de mete e tira e vários orgasmos, elas saíram de cima de mim. Percebi que satisfazer homens é mais fácil porque eles gozam uma vez e demoram pra se recuperar até poder gozar de novo, mas as mulheres podem fazer isso várias vezes, por isso elas ficaram bombando até cansar.
Já eram 6 da manhã, elas se vestiram dando os parabéns pra Ana pelo pedaço de gostosa que ela tinha como namorada, me deram dois beijos na boca e disseram que isso tinha que se repetir.
Ana e eu ficamos sozinhas, ela acendeu um cigarro pra mim e me deu um beijo, dizendo que tava orgulhosa de mim. Comentou que queria que eu experimentasse o que era ficar com lésbicas tipo sapatão, porque era importante que eu experimentasse de tudo nesses meses, mas que até o fim do trimestre ela ia arrumar umas mais femininas pra mim.
A verdade é que agora eu gosto tanto de mulheres quanto de homens, mas não meio termo, ou seja, mulheres como eu, femininas no jeito de se comportar e se vestir, não sapatão.
Eu ia tomar um banho antes de ir pra casa, mas Ana disse pra não fazer isso, que queria que eu me sentisse suja quando chegasse, e que depois de tudo, não tinha resto de sêmen no meu corpo. Peguei a roupa do chão e me vesti.
Peguei o carro e fui pra casa, a bebedeira já tinha passado, embora eu estivesse terrivelmente cansada e dolorida nas minhas partes íntimas. Acendi um cigarro quando tava chegando e olhei o relógio, eram 7 da manhã. Tirei o celular da bolsa e tinha 6 chamadas perdidas do Carlos. Com certeza, se o Carlos tivesse me esperado acordado e naquele dia não me mandasse pra merda, nunca mais ia fazer isso.
Quando cheguei, tava amanhecendo. Estacionei o carro e me olhei no espelho do para-sol. A verdade é que minha cara tava um poema, toda a maquiagem borrada, e umas olheiras que eu nunca tinha tido. Meu hálito cheirava a Tabaco e uísque, sem falar no que não se via. Se Carlos me visse daquele jeito, ia ficar possesso.
Entrei em casa tentando não fazer barulho, mas era difícil com os saltos que eu usava. De repente, a luz acendeu, e lá estava Carlos, de pijama e com uma cara de ódio como eu nunca tinha visto.
Sem dizer uma palavra, me deu um tapa que foi e voltou, enquanto me chamava de puta do pior tipo. Eu tava grogue e não conseguia falar nada, mas a verdade é que ele tinha razão, com a cara que eu tava, e a roupa de vagabunda barata, não tinha desculpa.
Ele gritava que não entendia como uma mulher podia mudar tanto em tão pouco tempo (estávamos no início de março e eu tinha conhecido o Mário em setembro) e que se eu era uma biscate, ele ia me foder como tal.
Arrancou minha blusa e quebrou meu sutiã, a calça ele tirou me deixando de quatro e puxando por trás, não era fácil tirar porque era bem justa, por último a calcinha ele rasgou de um lado e tirou.
Ele tirou a parte de baixo do pijama e a cueca e enfiou direto por trás na minha buceta, mudando depois pro cu. Enquanto bombava, continuava me xingando de chupadora de pau, puta e coisas assim. Não parava de me bater e beliscar a bunda com a palma da mão, de vez em quando beliscava também meus peitos, eu tentava resistir mas ele me segurava firme.
Gozou abundantemente no meu cu já dolorido, sexo duro demais naquela noite, apesar de como me tratou, eu tive um orgasmo. Ele percebeu e disse que eu era tão vagabunda que até gozava quando me insultavam e maltratavam.
Então me virou, me colocando de joelhos deixando o pau dele na altura da minha boca, mandou eu limpar com a língua, que era algo que eu fazia muito bem.
Quando terminei deixando ele imaculado, me deu outro tapa que rachou meu lábio, me empurrando depois no chão da sala, onde fiquei largada, com os barulhos. O menino se assustou e começou a chorar. Me olhando com desprezo e nojo, ele disse pra eu dormir no outro quarto, que não queria que o filho dele dormisse comigo.
A verdade é que a situação tinha forçado demais, e o Carlos precisava explodir de algum jeito. Fazendo o que eu bem entendia em todos os sentidos, incluindo chegar tarde todo santo dia, destruir a vida e as finanças da família gastando em farra, roupa e em embelezar meu corpo, e ainda por cima ele ter quase certeza de que eu tava botando chifre nele, provocou aquela reação brutal no Carlos e o fim do meu casamento.
Aquele dia foi um ponto de virada na minha vida, e eu soube que naquela noite tudo tinha se quebrado do jeito que eu conhecia até então. Só me ligava ao Carlos o nosso filho de 2 anos, que eu mal via.
Entrei no banheiro, tomei um banho e comecei a chorar, meu casamento tinha ido pro caralho, e até meu marido já me tratava como uma puta. Com certeza o Mario e a Ana tinham conseguido boa parte do que queriam em apenas 6 meses.
Eu tava com as bochechas inchadas dos tapas e o lábio inferior sangrando. Além disso, tinha vários hematomas na bunda dos golpes e beliscões do Carlos. Fui pra cama às 8 da manhã, tava amanhecendo, acabada física e mentalmente pelo que tinha rolado com o Carlos. Tive que deitar pelada, porque toda a roupa tava no quarto de casal. Peguei no sono e acordei lá pelas 2 da tarde.
Quando acordei, não ouvia barulho nenhum, levantei e tive que vestir a calça jeans e a blusa da noite anterior sem calcinha nem sutiã, porque o Carlos tinha rasgado a minha. Dei uma volta pela casa e vi que não tinha ninguém. O Carlos devia ter saído pra almoçar com o menino fora.
Liguei pra Ana no celular e contei o que tinha acontecido. Ela disse que se ele tinha me batido e estuprado uma vez, ia fazer de novo, e ainda mais se eu não mudasse meu ritmo de vida e voltasse a ser a esposa exemplar de 6 meses atrás.
Chegamos na Conclusão de que, como eu já não podia mudar meu estilo de vida porque gostava, voltaria a me sacudir e com mais força, e isso me aterrorizava, então eu tinha duas opções:
1ª - Ir à delegacia e denunciá-lo por maus-tratos e estupro, coisa que seria muito fácil pra mim, pelas marcas no corpo e pelas dilatações e rasgos que, depois da noitada anterior, eu teria nas minhas partes íntimas. Isso faria com que Carlos pegasse uns 2 anos de cadeia, me dariam a guarda do meu filho, e eu teria que me sustentar pelo resto da vida.
2ª - Sair de casa agora e abandoná-lo. Como também sou advogada, sabia que isso seria abandono do lar e que eu perderia a guarda do meu filho. Carlos não me pagaria pensão, mas teria que me pagar metade do valor do apartamento, já que era bem comum do casal.
Percebi que a melhor opção era a segunda. Não me interessava a guarda do meu filho por causa da vida que eu estava levando; um pivete era um incômodo, e além disso era a solução menos traumática pra criança. O pai dele não iria pra cadeia, manteria o bom salário e garantiria uma vida confortável pra ele. Por outro lado, eu ficaria livre, sem encargos familiares, pra fazer o que bem entendesse e começar uma nova vida junto com o Mario.
No fim, decidi sair de casa. A Ana disse pra eu ir morar com ela, então, rápido, antes que eles chegassem, coloquei uma calcinha e um Wonderbra com a mesma roupa do dia anterior, e fiz minhas malas, com todas as minhas coisas (que eram muitas). Às três já estava no apartamento da Ana.
A Ana me deu um beijo, e eu desabei a chorar. Ela disse pra eu não me preocupar, que não ia me arrepender de nada por causa do tipo de vida que eu tinha escolhido. Me serviu um uísque com água pra me animar, sentamos no sofá e eu me abracei nela, me aninhando no colo dela. Ela acendeu um cigarro e depois colocou nos meus lábios pra me relaxar, dizendo que tudo já tinha passado e que agora eu estaria mais livre.
Depois de um tempo, começamos a nos organizar. O O apartamento tinha 2 quartos, um bem pequeno com uma cama, e o outro era o quarto principal com uma cama de casal redonda e enorme. Decidimos que dormiríamos juntas na de casal, e se alguma de nós fosse alguma noite com companhia, a outra dormiria no quarto pequeno.
O apartamento também tinha uma sala onde ficava a cozinha, e um banheiro bem grande com jacuzzi.
Ela me disse que teríamos que dividir os gastos, ela pagava tudo incluso (aluguel, luz, gás, água, etc.) 200.000 points por mês, então eu pagaria a metade. Tinha uma empregada que vinha segunda, quarta e sexta de 9:00 às 14:00 horas que custava outros 50.000 points, então eu pagaria 50.000 points. Para mim, pensei: outro golpe na minha economia já ferrada, com o ritmo de vida que eu levava, meu salário não dava conta, e ainda tive que alugar uma vaga de garagem, porque em Cuzco não tinha onde estacionar.
Naquela tarde, Ana me disse para relaxar, que a gente entrasse no jacuzzi, que ela ia me dar uma massagem reparadora. Então começamos a tirar a roupa, ela me olhava meio surpresa por eu estar com a mesma roupa do dia anterior, entramos no jacuzzi bem quente enquanto ela me beijava e lambia os hematomas, como uma gata faz pra curar uma ferida.
Começamos a nos masturbar, nos tocando e esfregando lábios maiores, menores e clitóris, chupávamos e beijávamos os bicos dos peitos e a parte interna das coxas, tivemos vários orgasmos fazendo tudo bem devagar. Depois de uma hora mais ou menos, nos secamos e deitamos peladas na cama, dormindo.
À tarde, às 8, Carlos me ligou no celular, e enquanto Ana lambia minha buceta com uma doçura infinita na cama, contei pra ele que tinha abandonado ele, que o da noite anterior tinha sido demais e que não queria mais sofrer maus-tratos, nem denunciar ele pelo bem do nosso filho.
Ele pediu perdão e disse pra eu voltar, que queria que tudo fosse como antes do outono que tinha que mudar. mas eu disse pra ela que o melhor era a gente se divorciar e chegar num acordo sem trauma pro menino, aí ela respondeu que se era isso que eu queria, que ia entrar em contato com o advogado dela e desligou o celular.
Ana me disse que eu tinha feito o certo, enquanto me beijava suavemente.
Depois me deu umas regras de convivência com ela. Me falou que a partir de agora eu não devia ter nenhuma privacidade em relação a ela, que nunca podia fechar a porta do quarto ou do banheiro, mesmo que estivesse mijando, tomando banho, me masturbando ou colocando um absorvente, e que quando a gente estivesse sozinha em casa, eu sempre andaria de calcinha ou fio dental, sem mais nada, porque o aquecimento era bom.
Ana queria que eu me acostumasse a mostrar meu corpo como algo natural e a não ter vergonha da minha intimidade.
Enfim, o que tava claro é que ia começar uma vida nova, onde o Mario, primeiro através da Ana e depois diretamente, fariam comigo o que quisessem.
Continua.
Agradeço comentários.
fonte: www.mirarelatos.com
No dia seguinte no trabalho, não parava de pensar no que iam enfiar em mim agora. Nunca gostei de mulheres e, embora ultimamente tivesse transado com a Ana e com a puta russa que o Pablo alugou pra mim e fosse prazeroso, daí a me tornar totalmente bissexual me parecia um abismo.
Aliás, lembrei do Pablo, liguei pra ele e contei que não queria vê-lo de novo, que queria meu marido e que não achava certo dar chifre nele. Com grande desgosto, ele disse que queria continuar sendo meu amigo e que eu ligasse pra tomar um drink um dia.
Depois do trabalho, fui pro clube pra minha sessão de aeróbica, massagem e raios UV. Quando estava na sauna com a Ana, ela disse que no sábado a gente ia pra Chueca, em bares gays, então no sábado de manhã iríamos comprar roupas adequadas.
No sábado, fomos a lojas típicas do público gay, compramos jeans apertados, jaquetas jeans e de camurça, lenços de cabeça, calcinhas e sutiãs de cores bem chamativas, bijuterias douradas como pulseiras e brincos compridos, botas e mocassins de camurça, etc., conforme a Ana, a gente se vestia na moda gay, pra dar uma imagem hippie e mais jovem.
Almoçamos num restaurante e a Ana começou a me dar instruções, disse pra eu me vestir e me maquiar do jeito mais provocante possível com as roupas que compramos, e que ela pensou em me apresentar como namorada dela. Que ela faria o papel de sapatão e eu o de sua puta complacente.
De tarde, fui ao cinema com meu marido e o filho, e ao chegar em casa tomei banho e comecei a me vestir com as roupas que comprei de manhã. Coloquei uma calcinha e um sutiã vinho, uma blusa branca decotada que deixava o sutiã transparente e que chegava até a metade da barriga, ajustada com uma espécie de elástico, uma calça jeans azul claro desgastada, bem baixa no quadril e apertada, que marcava a racha da minha bucetinha e que segurava com um cinto dourado.
Entre a calça tão baixa de quadril e a blusa tão curta que dava pra ver meu piercing no umbigo e a metade do meu coração tatuado sobre a xota, além da calcinha grená aparecendo.
Pra completar, umas botas baixas douradas com salto e plataforma de uns 10 centímetros, combinando com o cinto e uma jaqueta jeans preta desgastada que batia na cintura, deixando a bunda de fora. Toda a roupa era uma puta cafonice.
Depois me maquiei em tons de vermelho chamativo e pintei as unhas da mesma cor. Prendi o cabelo num rabo de cavalo com um lenço de pano vermelho, que combinava com uma bolsa de verniz vermelha bem pequena, onde só cabiam a carteira, o celular, o maço de cigarro e o isqueiro.
Quando saí do banheiro, o Carlos ficou me encarando e perguntou pra onde eu ia vestida feito uma patricinha de 15 anos da Malasaña. Respondi que tinha combinado com a Ana e que não me esperasse acordado, que me vestia assim porque só tinha 28 anos e ainda era jovem. Ele ficou puto e disse que eu parecia uma puta da Casa de Campo.
Saí batendo a porta, peguei o carro e fui buscar a Ana. Ela estava vestida mais ou menos como eu, mas mais na dela, sem mostrar a barriga, com o cabelo todo preso e cheio de gel, sem maquiagem, e fumando cigarro preto.
Eram 11 da noite, fomos pra Chueca, e ela me mandou seguir o fluxo o tempo todo. Entramos num bar gay, tinha homens e mulheres por igual. Percebi na hora que só as mulheres ficaram olhando pra gente; verdade seja dita, eu devia ser um petisco bem apetitoso pra qualquer sapatão, e os homens deviam ser todos gays.
Fomos pro balcão e pedimos uns uísques com Coca, acendemos uns cigarros e a Ana começou a observar as minas. Ela reparou em duas que eram bem gostosas dentro do possível, com cabelo raspado e um corpo bem andrógino, pareciam e se vestiam como caras. Peito pequeno, poucas curvas, magras mas atléticas.
A Ana me pegou pela mano, a gente foi pra perto delas. Enquanto a gente tomava a bebida, ela me disse que naquela noite eu ia me entregar pra aquelas duas minas, então a gente ia começar a deixar elas no tesão. A Ana começou a passar a mão em mim descaradamente, a me beijar de língua, a pegar nas minhas tetas, ficamos nessa uns 20 minutos. Depois ela falou pra eu ir pro banheiro rebolando, que quando eu voltasse ela já teria começado a intimidade com elas.
Fui pro banheiro me mexendo do jeito mais vadia possível, eu, verdade seja dita, tava muito nervosa, já tinha transado com mulheres, mas que pareciam mulheres, mas aquelas duas eram tipo caras, e eu não sabia se ia gostar daquilo.
Entrei no vaso pra fazer um xixi, saí e me olhei no espelho do banheiro. Me senti estranha, nunca na minha vida tinha me vestido de um jeito tão vulgar, o Carlos tinha razão, parecia uma patricinha de colégio piranha.
Acendi um cigarro e fui na direção delas. A música tava muito alta, a Ana encostou no meu ouvido, me disse que tinha contado pra elas que eu era uma filhinha de papai e que ela era minha namorada.
Ela comentou que eu tinha 24 anos e que tava estudando jornalismo, e que morava num apartamento na Castellana que meu pai pagava. Também contou pra elas que gostava de me entregar pra outras mulheres e que eu era muito submissa. Resumindo, tinha preparado o terreno praquelas duas sapatonas se acabarem comigo.
Ela nos apresentou, elas se chamavam Rosa e Belém. A gente pediu mais umas bebidas e começou a conversar, dava pra ver que tinham um nível cultural muito baixo, uma trabalhava de faxineira num hospital e a outra numa frutaria, depois iam ter vontade de pegar uma filhinha de papai. Não paravam de falar pra Ana como a namorada dela era gostosa, que corpo, que tinha uns lábios muito sensuais, etc.
A gente rodou todos os bares da Chueca, e elas ficaram passando a mão em mim descaradamente a noite toda e sempre uma me acompanhava no banheiro pra me ver mijar.
Quando fecharam os bares, umas 4 da manhã, eu, pra ser sincera, tava muito tonta, entre um cigarro atrás do outro e a Ana não parava de pedir bebida. Copas, já nem sabia mais o que tava rolando. Como fecharam todos os bares, a Ana disse pra gente ir pro meu apartamento (na verdade era o da Ana) pra tomar o último gole.
Quando as duas sapatão viram meu carro, falaram: "olha a filhinha do papai, enquanto fica vagabundeando por aí, o papai dá um fusca de 4 quilos pra ela e paga um apê na Castellana, então vamos ter que dar um jeito nela." Eu, do jeito que tava, não conseguia dirigir, então a Ana pegou o carro e mandou eu sentar com elas atrás.
Sentei no meio das duas. Não pararam de passar a mão em mim o caminho inteiro, me beijavam de língua na boca, enquanto me apalpavam os peitos, a bunda e a buceta.
Quando chegamos no apartamento, se jogaram em cima de mim e começaram a tirar minha roupa, mas com bastante cuidado: primeiro a jaqueta jeans, e depois, enquanto uma tirava minha blusa e o sutiã, a outra fazia o mesmo com a calça jeans e a calcinha.
Ficaram meio bestas quando viram minha xota depilada com a tatuagem em forma de coração em cima. A Ana contou que eu tinha feito a tatuagem e colocado o piercing no umbigo por causa dela, e que depilava a buceta porque ela me obrigava.
Me jogaram na cama e começaram a se despir, incluindo a Ana. Me colocaram de quatro (a Ana sempre gravava quando eu transava com alguém no apartamento dela) e ainda me vendaram os olhos pra eu não ver nada.
Começaram a conversar entre si e logo senti uma mão acariciando minhas nádegas e peitos com força. Devia ser uma das duas sapatão. Fiquei nervosa por não saber qual daquelas minas tava me tocando.
Aí comecei a sentir a sensação molhada de uma língua lambendo minha buceta. Foram umas lambidas profundas, parecia que queriam limpar tudo. Depois senti outra mão nas minhas nádegas, mas dessa vez separando elas e começando a enfiar um consolo que tentava se abrir caminho dentro de mim.
Arqueei as costas, e a mulher me puxou pelo cabelo e colocou uma mão na minha bunda. Ela puxava meu cabelo com força pra trás, me forçando a recuar e me empalar no consolo.
O consolo ia me penetrando como se fosse um pau de 25 cm de um cara metendo por trás, e eu tinha que usar um consolo de cinta que uma delas tinha preso na cintura.
Enquanto isso, outra delas abriu as pernas na minha frente, puxou minha cabeça pra baixo e mandou eu chupar a buceta dela. Não estava depilada, então não era a da Ana.
Minha situação era: uma metia em mim por trás enquanto eu chupava a buceta da outra. Do jeito que dava, eu aguentava as estocadas da minha amante, que me fodia sem nenhum cuidado, parecia que queria me machucar, rasgar minha buceta. As estocadas ficavam cada vez mais fortes e profundas, até que eu finalmente gozei, e a buceta que eu tinha na boca gozou quase ao mesmo tempo.
Depois, elas repetiram a mesma coisa, mas trocando de posição, e agora, em vez da vagina, metiam no meu cu, o que doeu pra caralho porque o consolo só estava lubrificado com meus fluidos vaginais e a metida e tirada era feita com tudo.
Ana devia estar observando tudo enquanto se masturbava.
Pouco depois, quando as duas sapatonas gozaram (o consolo tinha outro falo dentro, mas menor), elas fizeram uma dupla penetração em mim, com dois consolos, um no cu e outro na vagina. Eu nunca tinha feito algo assim, nem com dois homens, e com dois consolos daquele tamanho era muito mais doloroso.
Elas me empalaram sem piedade, eu soltei um grito de dor, enquanto Ana as incentivava, dizendo que eu gostava.
Enquanto me estocavam, Ana abriu as pernas na frente do meu rosto, mandando eu chupar a buceta dela. Era uma delícia lamber uma buceta depilada, diferente das outras duas vadias, que eram cheias de pelo.
Enquanto isso, eu sentia os dois consolos se tocando dentro das minhas entranhas. Em uns 10 minutos, eu já estava... bem dilatada, e comecei a gozar. A verdade é que eu era um objeto de prazer total pra aquelas 3 mulheres, com meus 3 buracos dando prazer.
Depois de 20 minutos de mete e tira e vários orgasmos, elas saíram de cima de mim. Percebi que satisfazer homens é mais fácil porque eles gozam uma vez e demoram pra se recuperar até poder gozar de novo, mas as mulheres podem fazer isso várias vezes, por isso elas ficaram bombando até cansar.
Já eram 6 da manhã, elas se vestiram dando os parabéns pra Ana pelo pedaço de gostosa que ela tinha como namorada, me deram dois beijos na boca e disseram que isso tinha que se repetir.
Ana e eu ficamos sozinhas, ela acendeu um cigarro pra mim e me deu um beijo, dizendo que tava orgulhosa de mim. Comentou que queria que eu experimentasse o que era ficar com lésbicas tipo sapatão, porque era importante que eu experimentasse de tudo nesses meses, mas que até o fim do trimestre ela ia arrumar umas mais femininas pra mim.
A verdade é que agora eu gosto tanto de mulheres quanto de homens, mas não meio termo, ou seja, mulheres como eu, femininas no jeito de se comportar e se vestir, não sapatão.
Eu ia tomar um banho antes de ir pra casa, mas Ana disse pra não fazer isso, que queria que eu me sentisse suja quando chegasse, e que depois de tudo, não tinha resto de sêmen no meu corpo. Peguei a roupa do chão e me vesti.
Peguei o carro e fui pra casa, a bebedeira já tinha passado, embora eu estivesse terrivelmente cansada e dolorida nas minhas partes íntimas. Acendi um cigarro quando tava chegando e olhei o relógio, eram 7 da manhã. Tirei o celular da bolsa e tinha 6 chamadas perdidas do Carlos. Com certeza, se o Carlos tivesse me esperado acordado e naquele dia não me mandasse pra merda, nunca mais ia fazer isso.
Quando cheguei, tava amanhecendo. Estacionei o carro e me olhei no espelho do para-sol. A verdade é que minha cara tava um poema, toda a maquiagem borrada, e umas olheiras que eu nunca tinha tido. Meu hálito cheirava a Tabaco e uísque, sem falar no que não se via. Se Carlos me visse daquele jeito, ia ficar possesso.
Entrei em casa tentando não fazer barulho, mas era difícil com os saltos que eu usava. De repente, a luz acendeu, e lá estava Carlos, de pijama e com uma cara de ódio como eu nunca tinha visto.
Sem dizer uma palavra, me deu um tapa que foi e voltou, enquanto me chamava de puta do pior tipo. Eu tava grogue e não conseguia falar nada, mas a verdade é que ele tinha razão, com a cara que eu tava, e a roupa de vagabunda barata, não tinha desculpa.
Ele gritava que não entendia como uma mulher podia mudar tanto em tão pouco tempo (estávamos no início de março e eu tinha conhecido o Mário em setembro) e que se eu era uma biscate, ele ia me foder como tal.
Arrancou minha blusa e quebrou meu sutiã, a calça ele tirou me deixando de quatro e puxando por trás, não era fácil tirar porque era bem justa, por último a calcinha ele rasgou de um lado e tirou.
Ele tirou a parte de baixo do pijama e a cueca e enfiou direto por trás na minha buceta, mudando depois pro cu. Enquanto bombava, continuava me xingando de chupadora de pau, puta e coisas assim. Não parava de me bater e beliscar a bunda com a palma da mão, de vez em quando beliscava também meus peitos, eu tentava resistir mas ele me segurava firme.
Gozou abundantemente no meu cu já dolorido, sexo duro demais naquela noite, apesar de como me tratou, eu tive um orgasmo. Ele percebeu e disse que eu era tão vagabunda que até gozava quando me insultavam e maltratavam.
Então me virou, me colocando de joelhos deixando o pau dele na altura da minha boca, mandou eu limpar com a língua, que era algo que eu fazia muito bem.
Quando terminei deixando ele imaculado, me deu outro tapa que rachou meu lábio, me empurrando depois no chão da sala, onde fiquei largada, com os barulhos. O menino se assustou e começou a chorar. Me olhando com desprezo e nojo, ele disse pra eu dormir no outro quarto, que não queria que o filho dele dormisse comigo.
A verdade é que a situação tinha forçado demais, e o Carlos precisava explodir de algum jeito. Fazendo o que eu bem entendia em todos os sentidos, incluindo chegar tarde todo santo dia, destruir a vida e as finanças da família gastando em farra, roupa e em embelezar meu corpo, e ainda por cima ele ter quase certeza de que eu tava botando chifre nele, provocou aquela reação brutal no Carlos e o fim do meu casamento.
Aquele dia foi um ponto de virada na minha vida, e eu soube que naquela noite tudo tinha se quebrado do jeito que eu conhecia até então. Só me ligava ao Carlos o nosso filho de 2 anos, que eu mal via.
Entrei no banheiro, tomei um banho e comecei a chorar, meu casamento tinha ido pro caralho, e até meu marido já me tratava como uma puta. Com certeza o Mario e a Ana tinham conseguido boa parte do que queriam em apenas 6 meses.
Eu tava com as bochechas inchadas dos tapas e o lábio inferior sangrando. Além disso, tinha vários hematomas na bunda dos golpes e beliscões do Carlos. Fui pra cama às 8 da manhã, tava amanhecendo, acabada física e mentalmente pelo que tinha rolado com o Carlos. Tive que deitar pelada, porque toda a roupa tava no quarto de casal. Peguei no sono e acordei lá pelas 2 da tarde.
Quando acordei, não ouvia barulho nenhum, levantei e tive que vestir a calça jeans e a blusa da noite anterior sem calcinha nem sutiã, porque o Carlos tinha rasgado a minha. Dei uma volta pela casa e vi que não tinha ninguém. O Carlos devia ter saído pra almoçar com o menino fora.
Liguei pra Ana no celular e contei o que tinha acontecido. Ela disse que se ele tinha me batido e estuprado uma vez, ia fazer de novo, e ainda mais se eu não mudasse meu ritmo de vida e voltasse a ser a esposa exemplar de 6 meses atrás.
Chegamos na Conclusão de que, como eu já não podia mudar meu estilo de vida porque gostava, voltaria a me sacudir e com mais força, e isso me aterrorizava, então eu tinha duas opções:
1ª - Ir à delegacia e denunciá-lo por maus-tratos e estupro, coisa que seria muito fácil pra mim, pelas marcas no corpo e pelas dilatações e rasgos que, depois da noitada anterior, eu teria nas minhas partes íntimas. Isso faria com que Carlos pegasse uns 2 anos de cadeia, me dariam a guarda do meu filho, e eu teria que me sustentar pelo resto da vida.
2ª - Sair de casa agora e abandoná-lo. Como também sou advogada, sabia que isso seria abandono do lar e que eu perderia a guarda do meu filho. Carlos não me pagaria pensão, mas teria que me pagar metade do valor do apartamento, já que era bem comum do casal.
Percebi que a melhor opção era a segunda. Não me interessava a guarda do meu filho por causa da vida que eu estava levando; um pivete era um incômodo, e além disso era a solução menos traumática pra criança. O pai dele não iria pra cadeia, manteria o bom salário e garantiria uma vida confortável pra ele. Por outro lado, eu ficaria livre, sem encargos familiares, pra fazer o que bem entendesse e começar uma nova vida junto com o Mario.
No fim, decidi sair de casa. A Ana disse pra eu ir morar com ela, então, rápido, antes que eles chegassem, coloquei uma calcinha e um Wonderbra com a mesma roupa do dia anterior, e fiz minhas malas, com todas as minhas coisas (que eram muitas). Às três já estava no apartamento da Ana.
A Ana me deu um beijo, e eu desabei a chorar. Ela disse pra eu não me preocupar, que não ia me arrepender de nada por causa do tipo de vida que eu tinha escolhido. Me serviu um uísque com água pra me animar, sentamos no sofá e eu me abracei nela, me aninhando no colo dela. Ela acendeu um cigarro e depois colocou nos meus lábios pra me relaxar, dizendo que tudo já tinha passado e que agora eu estaria mais livre.
Depois de um tempo, começamos a nos organizar. O O apartamento tinha 2 quartos, um bem pequeno com uma cama, e o outro era o quarto principal com uma cama de casal redonda e enorme. Decidimos que dormiríamos juntas na de casal, e se alguma de nós fosse alguma noite com companhia, a outra dormiria no quarto pequeno.
O apartamento também tinha uma sala onde ficava a cozinha, e um banheiro bem grande com jacuzzi.
Ela me disse que teríamos que dividir os gastos, ela pagava tudo incluso (aluguel, luz, gás, água, etc.) 200.000 points por mês, então eu pagaria a metade. Tinha uma empregada que vinha segunda, quarta e sexta de 9:00 às 14:00 horas que custava outros 50.000 points, então eu pagaria 50.000 points. Para mim, pensei: outro golpe na minha economia já ferrada, com o ritmo de vida que eu levava, meu salário não dava conta, e ainda tive que alugar uma vaga de garagem, porque em Cuzco não tinha onde estacionar.
Naquela tarde, Ana me disse para relaxar, que a gente entrasse no jacuzzi, que ela ia me dar uma massagem reparadora. Então começamos a tirar a roupa, ela me olhava meio surpresa por eu estar com a mesma roupa do dia anterior, entramos no jacuzzi bem quente enquanto ela me beijava e lambia os hematomas, como uma gata faz pra curar uma ferida.
Começamos a nos masturbar, nos tocando e esfregando lábios maiores, menores e clitóris, chupávamos e beijávamos os bicos dos peitos e a parte interna das coxas, tivemos vários orgasmos fazendo tudo bem devagar. Depois de uma hora mais ou menos, nos secamos e deitamos peladas na cama, dormindo.
À tarde, às 8, Carlos me ligou no celular, e enquanto Ana lambia minha buceta com uma doçura infinita na cama, contei pra ele que tinha abandonado ele, que o da noite anterior tinha sido demais e que não queria mais sofrer maus-tratos, nem denunciar ele pelo bem do nosso filho.
Ele pediu perdão e disse pra eu voltar, que queria que tudo fosse como antes do outono que tinha que mudar. mas eu disse pra ela que o melhor era a gente se divorciar e chegar num acordo sem trauma pro menino, aí ela respondeu que se era isso que eu queria, que ia entrar em contato com o advogado dela e desligou o celular.
Ana me disse que eu tinha feito o certo, enquanto me beijava suavemente.
Depois me deu umas regras de convivência com ela. Me falou que a partir de agora eu não devia ter nenhuma privacidade em relação a ela, que nunca podia fechar a porta do quarto ou do banheiro, mesmo que estivesse mijando, tomando banho, me masturbando ou colocando um absorvente, e que quando a gente estivesse sozinha em casa, eu sempre andaria de calcinha ou fio dental, sem mais nada, porque o aquecimento era bom.
Ana queria que eu me acostumasse a mostrar meu corpo como algo natural e a não ter vergonha da minha intimidade.
Enfim, o que tava claro é que ia começar uma vida nova, onde o Mario, primeiro através da Ana e depois diretamente, fariam comigo o que quisessem.
Continua.
Agradeço comentários.
fonte: www.mirarelatos.com
11 comentários - De esposa ejemplar a puta de lujo - 5ta parte
Vos que pensas?
No sabes todo lo que le falta pasar a esta mujer para el final!!!
🙎♂️
erotico como los demas
pero me gusto igual