Não ia ser difícil encontrar ela de novo, já que ela era frequentadora assídua da minha casa e era minha vizinha do lado. Nas noites seguintes, me masturbei quantas vezes pude só lembrando da foda que eu dei na dona Brenda.
Um dia, ao sair de casa, encontrei ela na rua, e ela me cumprimentou.
— Oi, Oscar, bom dia, como você tá?
— Muito bem, dona Brenda — respondi.
Na sexta-feira seguinte, cheguei na minha cidade à noite e, como sempre, descendo do ônibus, fui pra casa com minha mala no ombro. Chegando lá, vi que tudo estava apagado. Bati na porta, entrei, e não tinha ninguém; parecia que tinham saído. Nisso, ouvi baterem na porta. Quando saí, me deparei com dona Brenda.
— Oscar, seus pais foram pro sítio. Deixaram as chaves de um carro pra você ir atrás deles lá. (Meu pai guardava os carros num pomar que era da dona Brenda e do seu Júlio.)
— Obrigado, dona Brenda. Vou pro sítio agora, mas pra ser sincero, tô bem cansado. (Eu não queria ir pro sítio me entediar.)
Então dona Brenda, me olhando, disse:
— Pois não vai, Oscar. Além do mais, já é noite. Por que você não liga pra eles e fala que não vai mais, que é melhor ir amanhã?
— Sim, dona Brenda. Acho que vou fazer isso. Vou ligar pra eles no sítio e amanhã cedo eu vou.
Dona Brenda se despediu e foi embora, deixando só a imagem dela na minha mente. Aqueles mesmos vestidos que cobrem o corpo todo, mas por baixo deles, aquelas tetas lindonas, grandes como duas melancias, e aquelas duas nádegas maiores ainda. Vi ela se afastar, rebolando aquela bunda enorme, sabendo talvez que eu tava olhando.
Liguei pros meus pais, contei o que tinha acontecido e que no dia seguinte estaria com eles no sítio.
Desliguei o telefone e fiquei vendo TV, entediado. Não achava um pretexto pra aparecer na casa da dona Brenda, ou fazer ela vir até a minha e tentar alguma coisa com ela. Além disso, lembrava do que ela tinha me avisado: que nunca mais ia se deixar pegar de novo.
Não passou nem meia hora quando bateram na porta. Saí e... Abri e era um dos filhos da Dona Brenda, me avisando que a mãe dele mandou me chamar. Fiquei empolgado e saí de casa na hora, pensando que talvez ela tivesse me chamando pra o que eu mais queria: comer ela de novo.
Mas não era pra isso. Quando cheguei na casa dela, encontrei ela preocupada.
— Osky, quero te pedir um favor. Vai lá falar com o Júlio e diz que o irmão dele de Baradero acabou de ligar, pedindo pra ele entrar em contato urgente. E não quero mandar nenhum dos meninos porque já tá escuro e tenho medo que aconteça alguma coisa com eles. Você faz esse favor pra mim, Osky?
— Claro, Dona Brenda.
Então saí da casa de Dona Brenda e fui direto pro bilhar do Seu Júlio. Lá encontrei ele, como sempre, bebendo o mezcal dele.
Seu Júlio me fez umas perguntas, mas eu disse que não sabia de mais nada. Ele me agradeceu e falou:
— Oscar, me faz o favor e toma conta do bilhar enquanto vou na central telefonar.
E se quiser, pega uma cerveja — até porque meu compadre não tá na cidade — e soltou uma gargalhada.
Pouco depois, Seu Júlio voltou meio triste, me dizendo que o irmão dele tinha sofrido um acidente de trânsito, a esposa do cara tinha se machucado e eles precisavam de ajuda. E que ele ia pra Baradero na mesma hora. Então me perguntou se eu podia cuidar do bilhar até a hora de fechar.
Pra ser sincero, eu adorei o trampo, porque ia poder me divertir de graça com meus amigos da cidade.
Um pouco mais tarde, mandei todo mundo embora, fechei o lugar, coloquei os cadeados e fui pra casa.
Fui direto pra minha casa, mas quando fui pegar as chaves, lembrei que quando Dona Brenda me mandou chamar, eu saí tão rápido que esqueci elas lá dentro de casa.
Então fui pra casa de Dona Brenda.
— Tá tomando cerveja, hein? Não te falei, Oscar, que maus hábitos? Sua mãe vai ficar brava. Melhor ir dormir pra amanhecer bem.
— Sim, Dona Brenda, já vou dormir. Mas antes, me deixa pular o muro pra minha casa? É que deixei as chaves lá dentro e não consigo entrar. entrar.
Dona Brenda caiu na risada, me dizendo:
— Ah, Oscarcito, tão bobinho, como é que você deixa as chaves esquecidas? Melhor pendurar no pescoço que nem eu, olha? — enquanto se batia nas tetas.
— Bom, se quiser, pule o muro, vai, e depois pega as chaves e vem jantar.
Isso me agradou mais, então rapidamente fui pro fundo do terreno da dona Brenda, e usando minha agilidade de jovem, pulei o muro, entrei na minha casa, peguei as chaves e voltei na hora pra casa da dona Brenda.
— Já voltei, dona Brenda...
— Sim, Oscar, passa aqui pra cozinha, senta, vamos, agora vou te dar a janta.
— Obrigado, dona Brenda — falei, sentando na mesinha da cozinha.
— Olha, Oscar, janta enquanto eu ponho os pequenos pra dormir, já volto pra acompanhar você terminar de jantar. Se precisar de algo, você sabe onde estão as coisas.
— Ó, Oscar, não vai pegar o vício da cachaça, já viu como o Julio fica quando enche a cara?
— Não, dona Brenda, eu só tomo uma cerveja por causa do calor, e além disso, nem todo mundo que bebe reage igual ao seu Julio.
— Sim, Oscar, mas você tem só 16 anos, é muito novinho pra ficar bebendo — disse isso e me beliscou a bochecha, me dando um apertão.
— Tá bom, Oscar, eu sei que você entende o que é um bêbado, então termina de jantar pra lavar a louça.
— Obrigado, dona Brenda — e terminei de jantar.
— Bom, dona Brenda, obrigado pela janta, tava uma delícia, já vou pra minha casa.
— Tá bem, Oscar, que bom que você gostou da janta, mas o que vai fazer na sua casa?.. Se não tem ninguém, melhor ficar vendo TV um pouco no meu quarto, vai, eu já vou pra lá.
Sem dizer nada, fui pro quarto da dona Brenda, esperançoso com as palavras dela, de que naquela noite eu ia comer ela de novo.
Cheguei no quarto da dona Brenda, sentei no sofazinho, liguei a televisão e comecei a ver. Depois de um tempo, ouvi a dona Brenda chegando, eu, com o sono das cervejas que tinha tomado, tinha cochilado um pouco, então eu... Acordei quando ela entrou no quarto.
Ela entrou sorrindo e me disse:
— Olha, Oscar, hoje você vai dormir aqui, tá? Sua casa é muito grande e não é legal você ficar sozinho lá.
Fui pro quartinho, entrei e ela estava de pé perto da caminha, esticando os lençóis. Deu uns tapinhas na cama e falou:
— Vem, Oscar, deita.
Dizendo isso, saiu do quarto.
Ouvi uns barulhos no outro quarto, fiquei na ponta dos pés e espiei pela cortina. Vi dona Brenda tirando o vestido, puxando ele por cima da cabeça, ficando só com aquele sutiã enorme que mal segurava as tetonas dela, e uma anágua que mal passava do joelho, marcando o calçãozão e o formato da bunda. Aí ela tirou a anágua, se abaixou pra pegar do chão, e eu vi de novo aquela bundona gigante, que ficou ainda maior quando ela se curvou. Vi aquela rabuda e ainda peguei um vislumbre da moita preta de pelos da buceta dela, as pernas grossas mas com um formato feminino inconfundível. Meu pau já tava mais duro e empinado do que nunca, mal contido pela cueca. Aí vi ela soltar o sutiã, com uma agilidade surpreendente, e tirar ele, deixando livres aquelas tetas que tinham me amamentado naquela noite. Agora eu via elas no esplendor: grandes, brancas, com aquelas auréolas enormes e escuras, e o mamilo como ponta de dedo, gordinho e gostoso.
Dona Brenda vestiu o robe e abotoou só dois botões, foi até o espelho, soltou o cabelo, deu umas escovadas e, sem mais, apagou a luz e se meteu na cama dela.
Eu, desconsolado, voltei pra minha cama, bati uma punheta e fui dormir.
Não tinha passado nem meia hora quando o telefone tocou. Ouvi dona Brenda atender.
Ela fez várias perguntas pra quem ligou, depois desligou. Escutei ela soluçando, então da minha cama eu falei:
— Tá tudo bem, dona Brenda? Aconteceu alguma coisa ruim?
— Nada, Oscar, nada que não se resolva com o Júlio chegando em Baradero. A irmã dele... O sogro piorou e o irmão dele precisa dele.
Dom Júlio não deve demorar pra chegar, Dona Brenda foi embora há mais de duas horas.
Foi aí que vi a cortina se abrir e Dona Brenda entrou, com seu roupão branco, vi ela se aproximar e, soluçando, sentou na beira da minha cama.
Não fique triste, Dona Brenda, vai ver que tudo se ajeita.
É, Oscar, eu sei que tudo se ajeita, mas a gente aqui nessa cidade sem saber de nada.
Não se preocupe, Dona Brenda, se acontecer alguma coisa, eles ligam pra senhora.
Ela sorriu um pouco, me olhou e disse:
É verdade, Oscar? Bom, é melhor a gente dormir pra ver se amanhã tá tudo melhor, né, Oscar?
Nisso, Dona Brenda fez menção de se levantar da minha cama, e eu não tirei minha mão da perna dela. Então ela me olhou e disse:
Ó, Oscar, e se eu ficar aqui com o senhor, não incomoda?
Não, Dona Brenda, como vai incomodar? Deita aqui, falei, levantando o cobertor e apontando pro lugar do meu lado.
Eu me deitei junto com ela, que agora tava deitada de lado, de frente pra mim.
Eu me deitei de lado também, mas de frente pra ela, sentia ela respirando meio ofegante.
E aproveitando o que tinha acabado de rolar, me aproximei e dei um beijo na boca dela.
Ela ficou em silêncio por um momento e depois me disse:
Ó, Oscar, de verdade, não te incomoda eu dormir aqui com você?
Não, Dona Brenda, não incomoda.
Ah, bom, Oscar, tá certo.
Ó, Oscar, e quer que eu tire o roupão? Ou é que agora você não quer mais meter a mão em mim?
Dizendo isso, ela levantou o cobertor e, desabotoando o roupão, abriu ele, mostrando os peitos. Eu, sem pensar duas vezes, peguei um deles e comecei a beijar com força. Na hora, agarrei o mamilo dela com a boca e comecei a lamber e chupar, fazendo ele endurecer na hora.
Dona Brenda só gemia baixinho e me abraçava. Na mesma hora, ela levantou a perna e jogou por cima das minhas, encostando o corpo dela no meu, e fazendo movimentos de empurrão com a bunda, como se tivesse pedindo pra ser comida.
Ah, Osky, como eu tava com vontade de você chupar meus peitos de novo, e eu pensei que não ia rolar. queria mamar mais nelas.
Eu mal conseguia responder, então tirei o peito da boca dela e falei:
— Mas dona Brenda, seus peitos são maravilhosos.
— Então Oscar, por que você não voltou depois daquele dia?
— Dona Brenda, é que a senhora disse que não ia mais deixar eu comer ela.
— Não, Oscar, não quero mais que me coma porque isso é pecado, mas se quiser passar a mão em mim, tudo bem, isso eu deixo.
Deslizei minha mão direto pra bunda dela, enfiando por baixo da calcinha enorme, sentindo a forma daquela massa de carne meio flácida, mas ainda com um formato excitante. Apalpei a rabeta dela à vontade, passando a mão naquela bundona, deixando meus dedos se enfiarem entre as duas nádegas, enquanto continuava chupando o mamilo dela, sentindo os braços de dona Brenda me apertando contra ela e me deixando apalpar.
A perna dela me envolvia, subindo e descendo ao longo da minha perna, enquanto eu seguia chupando o peito dela e apalpando a bunda.
— Oscar, tira minha calcinha, porque com tanto puxão você vai rasgar ela.
Dizendo isso, ela mesma levantou o corpo, tirou a calcinha, ficando só de roupão, mas completamente nua na minha frente. Olhar aquela mulher madura, com aqueles peitos impressionantes balançando dos lados do corpo, aquela barriguinha que me excitava e, abaixo dela, começava aquela enorme mata de pelos pretos embaraçados, o caminho pra sua buceta enorme.
Na sequência, ela se abraçou em mim de novo, colando o corpo todo no meu, e me deixou apalpar. Minha mão foi direto pra bunda dela, levantei a perna dela e coloquei no meu lado, pra poder tocar a perna inteira, desde o joelho, a coxa e aquela bundona. Meus dedos se esticaram e, quando passaram bem na buceta dela, parei, deslizando a mão até tocar os pelinhos.
Comecei a mexer os dedos sobre a buceta dela, que imediatamente começou a pulsar e a ficar molhada. Meus dedos deslizavam entre os lábios da buceta de dona Brenda, meus dedos chegavam na entrada daquela buceta linda, onde encontrei uma umidade sem igual, cremosa, morna, onde molhei meus dedos, enquanto continuava chupando aqueles peitões enormes, sugando o bico e mordendo ele.
Dona Brenda só me apertava contra o corpo dela, quando começou a descer a mão entre nossos corpos, direto no meu pau.
Osky, por que você não tira a cueca também?
Falando isso, ela mesma tentava puxar minha cueca com jeito atrapalhado, então, ajoelhado na cama, eu mesmo tirei, deixando meu pau aparecer na frente daquela mulher que, deitada na cama, me olhava.
Oscar, mas olha como ele fica duro, falando isso no momento em que agarrou ele com a mão, senti o roçar daquela mão calejada de tanto trabalho duro em casa, com delicadeza mas com força, começou a me masturbar, puxando a pele do meu pau, deixando a cabeça aparecer.
Assim ajoelhado como eu estava, só olhando ela, me deixava ser masturbado por Dona Brenda, então, colocando minha mão entre as pernas dela, continuei tocando ela, ela cedeu na hora à ordem que minha mão deu de abrir as pernas, me deixando ver da minha posição como ela se abria molhada e vermelha por dentro.
Eu podia ver meus dedos deslizando entre aqueles lábios lindos da buceta, coroados por aqueles pelos pretos crespos. O cheiro que vinha daquela buceta era forte, e isso me deixava ainda mais excitado.
Dona Brenda foi abrindo mais e mais as pernas enquanto continuava puxando meu pau cada vez com mais pressa.
Ai, Osky, que lindo que tá seu pau, ele é tão macio, por que você não deixa eu sentir ele de novo um pouquinho na minha buceta, hein? Assim por cima, Oscar, sem meter, sim?
Sim, Dona Brenda, eu quero que você me deixe meter de novo, tô precisando, olha só como você me deixou com o pau duro.
Não, Oscar, não, não mete, só passa ele por cima da minha buceta, vamos, passa ele.
Ela levantou as pernas e, num movimento, ela mesma me encaixou entre as pernas dela, e pegando meu pau de novo, me puxou pra colocar ele sobre a buceta dela.
Ai, Osky... pois vou deixar ele colocar de novo na entrada pra molhar, mas não vai meter, hein Oscar?
Sim, dona Brenda, assim a senhora me deixa passar ele pela... usa a palavra: pussy?
Sim, Oscar, assim, passa ele assim... aaaaaghhhh. Dizendo isso, comecei a passar a ponta do meu cock entre os lábios vaginais, até o clitóris, percorrendo com meu cock os lábios dela.
Ao chegar na entrada daquela buceta linda, comecei a molhar a ponta do meu cock naquele poço de líquidos que ela tinha ali, apertando a cabeça do meu cock nas bordas da entrada dela.
Dona Brenda, a senhora me deixa meter um pedacinho, sim?
Mmmm, não, Oscar, não meta nada, só passa por cima, assim, pussy, igual você tá passando agora.
Tentei meter a pontinha do cock, mas quando ela sentiu a investida, colocou a mão no meu peito e me empurrou.
Oscar, não seja mau, não vai meter, você quer é me comer, né, Oscar?
Eu, entendendo na real o que tava rolando, entrei na onda ao perceber que ela tava morrendo de vontade de ser comida, mas queria se justificar pensando que não tava sendo infiel.
Então, sem meter, continuei brincando na entrada da buceta da dona Brenda, e ela, ofegante com o rosto todo suado, me olhava como quem implora.
Deitei sobre ela e, sem mais, enfiei o cock inteiro até o fundo. Meu cock deslizou suave dentro daquela caverna enorme, até minhas bolas baterem na bunda dela.
Oscar, já meteu o cock, Oscar, tira, tira, ti...ra...que...me...tá...Oscar...tiiiiira que me taaaaa...tira...me taaaaa.
Naquela hora, ela se apertou contra mim, as pernas dela me prenderam por cima da minha bunda com os calcanhares, e eu senti a buceta dela se contraindo e a chuva daquele orgasmo tão intenso que a dona Brenda sabe ter.
Arghhhh... Oscaroooo... jáaaaaa... me molhei... me molhei...
Inundou na hora a pussy dela com líquidos que escorriam entre os dois corpos, eu sentia claramente as contrações que as paredes da buceta faziam no meu cock. pau.
Eu levantava a barriga dela comigo por cima, o orgasmo durou segundos intermináveis, só se ouvia o gemido rouco da dona Brenda e as mãos dela como tenazes me puxando na altura da cintura.
Eu fiquei por cima dela ainda com meu pau enfiado na buceta dela e continuei com meus movimentos, agora mais rápidos.
— Sim Oscar, sim, assim mesmo, se mexe, mexe mais, vamos, goza dentro, vai, me enche de porra, vamos, goza, papai, vamos.
Dizendo isso, ela acariciava meu rosto com as duas mãos e me dava beijos no meu rosto suado.
Meus movimentos ficaram mais rápidos e então senti o clímax, meu pau jorrando meu sêmen dentro da dona Brenda, continuei com meus movimentos, deixando até o último pingo dentro daquela mulher.
Fiquei exausto, deitado sobre aquele corpo enorme, apoiando o rosto nos peitos dela e sentindo meu pau diminuir de tamanho dentro da buceta da dona Brenda, nenhum de nós dizia nada naquele momento. Eu só sentia os líquidos escorrendo da buceta dessa mulher e molhando minhas bolas.
— Ai Osky, olha como você me comeu de novo.
Mas tá tudo bem Oscar, afinal o seu Júlio já não tem mais tesão em mim.
— Seu Júlio já não come mais a senhora, dona Brenda? — falei isso enquanto me deitava ao lado dela.
Ficamos os dois, de barriga pra cima, nus, suados.
Ela colocou a perna dela por cima da minha e a mão dela pegou meu pau mole e, enquanto brincava com ele, me respondeu:
— Não Oscar, seu Júlio não me usa mais, e desde aquele dia que você passou a mão em mim, minha buceta esquentou de novo, Oscar, e mesmo que eu não quisesse dar, no final você acaba me comendo.
Naquele momento eu também tinha esticado meu braço e estava passando a mão na buceta da dona Brenda.
— Escuta Oscar, me fala a verdade, por que você não voltou depois daquele dia, hein? Pensei que você não tinha gostado de me apalpar.
— Dona Brenda, não vim porque a senhora disse que não queria mais dar. Além disso, seu Júlio tá sempre aqui.
— Não Oscar, eu não queria dar, mas queria que você metesse a mão, mas agora já sabe, Osky, quando quiser meter a mão, é só vir aqui que aqui tem essa mulher só pra você, quer? Além disso, não se preocupa com o Júlio, a gente dá um jeito pra ele não descobrir que você tá me comendo, Oscar.
— Sim, dona Brenda, eu quero. Quando eu quiser, a senhora vai me dar a bunda?
— Sim, Oscar, quando você quiser a bunda, é só chegar, se encostar e meter a mão, que desde o primeiro dia que você comeu esse corpo, ele é só seu.ADAPTADA AO PORTUGUÊS BRASILEIRO POR MIM, MAS A FONTE É DO MARQUEZE.
Deixem comentários se gostaram.
Um dia, ao sair de casa, encontrei ela na rua, e ela me cumprimentou.
— Oi, Oscar, bom dia, como você tá?
— Muito bem, dona Brenda — respondi.
Na sexta-feira seguinte, cheguei na minha cidade à noite e, como sempre, descendo do ônibus, fui pra casa com minha mala no ombro. Chegando lá, vi que tudo estava apagado. Bati na porta, entrei, e não tinha ninguém; parecia que tinham saído. Nisso, ouvi baterem na porta. Quando saí, me deparei com dona Brenda.
— Oscar, seus pais foram pro sítio. Deixaram as chaves de um carro pra você ir atrás deles lá. (Meu pai guardava os carros num pomar que era da dona Brenda e do seu Júlio.)
— Obrigado, dona Brenda. Vou pro sítio agora, mas pra ser sincero, tô bem cansado. (Eu não queria ir pro sítio me entediar.)
Então dona Brenda, me olhando, disse:
— Pois não vai, Oscar. Além do mais, já é noite. Por que você não liga pra eles e fala que não vai mais, que é melhor ir amanhã?
— Sim, dona Brenda. Acho que vou fazer isso. Vou ligar pra eles no sítio e amanhã cedo eu vou.
Dona Brenda se despediu e foi embora, deixando só a imagem dela na minha mente. Aqueles mesmos vestidos que cobrem o corpo todo, mas por baixo deles, aquelas tetas lindonas, grandes como duas melancias, e aquelas duas nádegas maiores ainda. Vi ela se afastar, rebolando aquela bunda enorme, sabendo talvez que eu tava olhando.
Liguei pros meus pais, contei o que tinha acontecido e que no dia seguinte estaria com eles no sítio.
Desliguei o telefone e fiquei vendo TV, entediado. Não achava um pretexto pra aparecer na casa da dona Brenda, ou fazer ela vir até a minha e tentar alguma coisa com ela. Além disso, lembrava do que ela tinha me avisado: que nunca mais ia se deixar pegar de novo.
Não passou nem meia hora quando bateram na porta. Saí e... Abri e era um dos filhos da Dona Brenda, me avisando que a mãe dele mandou me chamar. Fiquei empolgado e saí de casa na hora, pensando que talvez ela tivesse me chamando pra o que eu mais queria: comer ela de novo.
Mas não era pra isso. Quando cheguei na casa dela, encontrei ela preocupada.
— Osky, quero te pedir um favor. Vai lá falar com o Júlio e diz que o irmão dele de Baradero acabou de ligar, pedindo pra ele entrar em contato urgente. E não quero mandar nenhum dos meninos porque já tá escuro e tenho medo que aconteça alguma coisa com eles. Você faz esse favor pra mim, Osky?
— Claro, Dona Brenda.
Então saí da casa de Dona Brenda e fui direto pro bilhar do Seu Júlio. Lá encontrei ele, como sempre, bebendo o mezcal dele.
Seu Júlio me fez umas perguntas, mas eu disse que não sabia de mais nada. Ele me agradeceu e falou:
— Oscar, me faz o favor e toma conta do bilhar enquanto vou na central telefonar.
E se quiser, pega uma cerveja — até porque meu compadre não tá na cidade — e soltou uma gargalhada.
Pouco depois, Seu Júlio voltou meio triste, me dizendo que o irmão dele tinha sofrido um acidente de trânsito, a esposa do cara tinha se machucado e eles precisavam de ajuda. E que ele ia pra Baradero na mesma hora. Então me perguntou se eu podia cuidar do bilhar até a hora de fechar.
Pra ser sincero, eu adorei o trampo, porque ia poder me divertir de graça com meus amigos da cidade.
Um pouco mais tarde, mandei todo mundo embora, fechei o lugar, coloquei os cadeados e fui pra casa.
Fui direto pra minha casa, mas quando fui pegar as chaves, lembrei que quando Dona Brenda me mandou chamar, eu saí tão rápido que esqueci elas lá dentro de casa.
Então fui pra casa de Dona Brenda.
— Tá tomando cerveja, hein? Não te falei, Oscar, que maus hábitos? Sua mãe vai ficar brava. Melhor ir dormir pra amanhecer bem.
— Sim, Dona Brenda, já vou dormir. Mas antes, me deixa pular o muro pra minha casa? É que deixei as chaves lá dentro e não consigo entrar. entrar.
Dona Brenda caiu na risada, me dizendo:
— Ah, Oscarcito, tão bobinho, como é que você deixa as chaves esquecidas? Melhor pendurar no pescoço que nem eu, olha? — enquanto se batia nas tetas.
— Bom, se quiser, pule o muro, vai, e depois pega as chaves e vem jantar.
Isso me agradou mais, então rapidamente fui pro fundo do terreno da dona Brenda, e usando minha agilidade de jovem, pulei o muro, entrei na minha casa, peguei as chaves e voltei na hora pra casa da dona Brenda.
— Já voltei, dona Brenda...
— Sim, Oscar, passa aqui pra cozinha, senta, vamos, agora vou te dar a janta.
— Obrigado, dona Brenda — falei, sentando na mesinha da cozinha.
— Olha, Oscar, janta enquanto eu ponho os pequenos pra dormir, já volto pra acompanhar você terminar de jantar. Se precisar de algo, você sabe onde estão as coisas.
— Ó, Oscar, não vai pegar o vício da cachaça, já viu como o Julio fica quando enche a cara?
— Não, dona Brenda, eu só tomo uma cerveja por causa do calor, e além disso, nem todo mundo que bebe reage igual ao seu Julio.
— Sim, Oscar, mas você tem só 16 anos, é muito novinho pra ficar bebendo — disse isso e me beliscou a bochecha, me dando um apertão.
— Tá bom, Oscar, eu sei que você entende o que é um bêbado, então termina de jantar pra lavar a louça.
— Obrigado, dona Brenda — e terminei de jantar.
— Bom, dona Brenda, obrigado pela janta, tava uma delícia, já vou pra minha casa.
— Tá bem, Oscar, que bom que você gostou da janta, mas o que vai fazer na sua casa?.. Se não tem ninguém, melhor ficar vendo TV um pouco no meu quarto, vai, eu já vou pra lá.
Sem dizer nada, fui pro quarto da dona Brenda, esperançoso com as palavras dela, de que naquela noite eu ia comer ela de novo.
Cheguei no quarto da dona Brenda, sentei no sofazinho, liguei a televisão e comecei a ver. Depois de um tempo, ouvi a dona Brenda chegando, eu, com o sono das cervejas que tinha tomado, tinha cochilado um pouco, então eu... Acordei quando ela entrou no quarto.
Ela entrou sorrindo e me disse:
— Olha, Oscar, hoje você vai dormir aqui, tá? Sua casa é muito grande e não é legal você ficar sozinho lá.
Fui pro quartinho, entrei e ela estava de pé perto da caminha, esticando os lençóis. Deu uns tapinhas na cama e falou:
— Vem, Oscar, deita.
Dizendo isso, saiu do quarto.
Ouvi uns barulhos no outro quarto, fiquei na ponta dos pés e espiei pela cortina. Vi dona Brenda tirando o vestido, puxando ele por cima da cabeça, ficando só com aquele sutiã enorme que mal segurava as tetonas dela, e uma anágua que mal passava do joelho, marcando o calçãozão e o formato da bunda. Aí ela tirou a anágua, se abaixou pra pegar do chão, e eu vi de novo aquela bundona gigante, que ficou ainda maior quando ela se curvou. Vi aquela rabuda e ainda peguei um vislumbre da moita preta de pelos da buceta dela, as pernas grossas mas com um formato feminino inconfundível. Meu pau já tava mais duro e empinado do que nunca, mal contido pela cueca. Aí vi ela soltar o sutiã, com uma agilidade surpreendente, e tirar ele, deixando livres aquelas tetas que tinham me amamentado naquela noite. Agora eu via elas no esplendor: grandes, brancas, com aquelas auréolas enormes e escuras, e o mamilo como ponta de dedo, gordinho e gostoso.
Dona Brenda vestiu o robe e abotoou só dois botões, foi até o espelho, soltou o cabelo, deu umas escovadas e, sem mais, apagou a luz e se meteu na cama dela.
Eu, desconsolado, voltei pra minha cama, bati uma punheta e fui dormir.
Não tinha passado nem meia hora quando o telefone tocou. Ouvi dona Brenda atender.
Ela fez várias perguntas pra quem ligou, depois desligou. Escutei ela soluçando, então da minha cama eu falei:
— Tá tudo bem, dona Brenda? Aconteceu alguma coisa ruim?
— Nada, Oscar, nada que não se resolva com o Júlio chegando em Baradero. A irmã dele... O sogro piorou e o irmão dele precisa dele.
Dom Júlio não deve demorar pra chegar, Dona Brenda foi embora há mais de duas horas.
Foi aí que vi a cortina se abrir e Dona Brenda entrou, com seu roupão branco, vi ela se aproximar e, soluçando, sentou na beira da minha cama.
Não fique triste, Dona Brenda, vai ver que tudo se ajeita.
É, Oscar, eu sei que tudo se ajeita, mas a gente aqui nessa cidade sem saber de nada.
Não se preocupe, Dona Brenda, se acontecer alguma coisa, eles ligam pra senhora.
Ela sorriu um pouco, me olhou e disse:
É verdade, Oscar? Bom, é melhor a gente dormir pra ver se amanhã tá tudo melhor, né, Oscar?
Nisso, Dona Brenda fez menção de se levantar da minha cama, e eu não tirei minha mão da perna dela. Então ela me olhou e disse:
Ó, Oscar, e se eu ficar aqui com o senhor, não incomoda?
Não, Dona Brenda, como vai incomodar? Deita aqui, falei, levantando o cobertor e apontando pro lugar do meu lado.
Eu me deitei junto com ela, que agora tava deitada de lado, de frente pra mim.
Eu me deitei de lado também, mas de frente pra ela, sentia ela respirando meio ofegante.
E aproveitando o que tinha acabado de rolar, me aproximei e dei um beijo na boca dela.
Ela ficou em silêncio por um momento e depois me disse:
Ó, Oscar, de verdade, não te incomoda eu dormir aqui com você?
Não, Dona Brenda, não incomoda.
Ah, bom, Oscar, tá certo.
Ó, Oscar, e quer que eu tire o roupão? Ou é que agora você não quer mais meter a mão em mim?
Dizendo isso, ela levantou o cobertor e, desabotoando o roupão, abriu ele, mostrando os peitos. Eu, sem pensar duas vezes, peguei um deles e comecei a beijar com força. Na hora, agarrei o mamilo dela com a boca e comecei a lamber e chupar, fazendo ele endurecer na hora.
Dona Brenda só gemia baixinho e me abraçava. Na mesma hora, ela levantou a perna e jogou por cima das minhas, encostando o corpo dela no meu, e fazendo movimentos de empurrão com a bunda, como se tivesse pedindo pra ser comida.
Ah, Osky, como eu tava com vontade de você chupar meus peitos de novo, e eu pensei que não ia rolar. queria mamar mais nelas.
Eu mal conseguia responder, então tirei o peito da boca dela e falei:
— Mas dona Brenda, seus peitos são maravilhosos.
— Então Oscar, por que você não voltou depois daquele dia?
— Dona Brenda, é que a senhora disse que não ia mais deixar eu comer ela.
— Não, Oscar, não quero mais que me coma porque isso é pecado, mas se quiser passar a mão em mim, tudo bem, isso eu deixo.
Deslizei minha mão direto pra bunda dela, enfiando por baixo da calcinha enorme, sentindo a forma daquela massa de carne meio flácida, mas ainda com um formato excitante. Apalpei a rabeta dela à vontade, passando a mão naquela bundona, deixando meus dedos se enfiarem entre as duas nádegas, enquanto continuava chupando o mamilo dela, sentindo os braços de dona Brenda me apertando contra ela e me deixando apalpar.
A perna dela me envolvia, subindo e descendo ao longo da minha perna, enquanto eu seguia chupando o peito dela e apalpando a bunda.
— Oscar, tira minha calcinha, porque com tanto puxão você vai rasgar ela.
Dizendo isso, ela mesma levantou o corpo, tirou a calcinha, ficando só de roupão, mas completamente nua na minha frente. Olhar aquela mulher madura, com aqueles peitos impressionantes balançando dos lados do corpo, aquela barriguinha que me excitava e, abaixo dela, começava aquela enorme mata de pelos pretos embaraçados, o caminho pra sua buceta enorme.
Na sequência, ela se abraçou em mim de novo, colando o corpo todo no meu, e me deixou apalpar. Minha mão foi direto pra bunda dela, levantei a perna dela e coloquei no meu lado, pra poder tocar a perna inteira, desde o joelho, a coxa e aquela bundona. Meus dedos se esticaram e, quando passaram bem na buceta dela, parei, deslizando a mão até tocar os pelinhos.
Comecei a mexer os dedos sobre a buceta dela, que imediatamente começou a pulsar e a ficar molhada. Meus dedos deslizavam entre os lábios da buceta de dona Brenda, meus dedos chegavam na entrada daquela buceta linda, onde encontrei uma umidade sem igual, cremosa, morna, onde molhei meus dedos, enquanto continuava chupando aqueles peitões enormes, sugando o bico e mordendo ele.
Dona Brenda só me apertava contra o corpo dela, quando começou a descer a mão entre nossos corpos, direto no meu pau.
Osky, por que você não tira a cueca também?
Falando isso, ela mesma tentava puxar minha cueca com jeito atrapalhado, então, ajoelhado na cama, eu mesmo tirei, deixando meu pau aparecer na frente daquela mulher que, deitada na cama, me olhava.
Oscar, mas olha como ele fica duro, falando isso no momento em que agarrou ele com a mão, senti o roçar daquela mão calejada de tanto trabalho duro em casa, com delicadeza mas com força, começou a me masturbar, puxando a pele do meu pau, deixando a cabeça aparecer.
Assim ajoelhado como eu estava, só olhando ela, me deixava ser masturbado por Dona Brenda, então, colocando minha mão entre as pernas dela, continuei tocando ela, ela cedeu na hora à ordem que minha mão deu de abrir as pernas, me deixando ver da minha posição como ela se abria molhada e vermelha por dentro.
Eu podia ver meus dedos deslizando entre aqueles lábios lindos da buceta, coroados por aqueles pelos pretos crespos. O cheiro que vinha daquela buceta era forte, e isso me deixava ainda mais excitado.
Dona Brenda foi abrindo mais e mais as pernas enquanto continuava puxando meu pau cada vez com mais pressa.
Ai, Osky, que lindo que tá seu pau, ele é tão macio, por que você não deixa eu sentir ele de novo um pouquinho na minha buceta, hein? Assim por cima, Oscar, sem meter, sim?
Sim, Dona Brenda, eu quero que você me deixe meter de novo, tô precisando, olha só como você me deixou com o pau duro.
Não, Oscar, não, não mete, só passa ele por cima da minha buceta, vamos, passa ele.
Ela levantou as pernas e, num movimento, ela mesma me encaixou entre as pernas dela, e pegando meu pau de novo, me puxou pra colocar ele sobre a buceta dela.
Ai, Osky... pois vou deixar ele colocar de novo na entrada pra molhar, mas não vai meter, hein Oscar?
Sim, dona Brenda, assim a senhora me deixa passar ele pela... usa a palavra: pussy?
Sim, Oscar, assim, passa ele assim... aaaaaghhhh. Dizendo isso, comecei a passar a ponta do meu cock entre os lábios vaginais, até o clitóris, percorrendo com meu cock os lábios dela.
Ao chegar na entrada daquela buceta linda, comecei a molhar a ponta do meu cock naquele poço de líquidos que ela tinha ali, apertando a cabeça do meu cock nas bordas da entrada dela.
Dona Brenda, a senhora me deixa meter um pedacinho, sim?
Mmmm, não, Oscar, não meta nada, só passa por cima, assim, pussy, igual você tá passando agora.
Tentei meter a pontinha do cock, mas quando ela sentiu a investida, colocou a mão no meu peito e me empurrou.
Oscar, não seja mau, não vai meter, você quer é me comer, né, Oscar?
Eu, entendendo na real o que tava rolando, entrei na onda ao perceber que ela tava morrendo de vontade de ser comida, mas queria se justificar pensando que não tava sendo infiel.
Então, sem meter, continuei brincando na entrada da buceta da dona Brenda, e ela, ofegante com o rosto todo suado, me olhava como quem implora.
Deitei sobre ela e, sem mais, enfiei o cock inteiro até o fundo. Meu cock deslizou suave dentro daquela caverna enorme, até minhas bolas baterem na bunda dela.
Oscar, já meteu o cock, Oscar, tira, tira, ti...ra...que...me...tá...Oscar...tiiiiira que me taaaaa...tira...me taaaaa.
Naquela hora, ela se apertou contra mim, as pernas dela me prenderam por cima da minha bunda com os calcanhares, e eu senti a buceta dela se contraindo e a chuva daquele orgasmo tão intenso que a dona Brenda sabe ter.
Arghhhh... Oscaroooo... jáaaaaa... me molhei... me molhei...
Inundou na hora a pussy dela com líquidos que escorriam entre os dois corpos, eu sentia claramente as contrações que as paredes da buceta faziam no meu cock. pau.
Eu levantava a barriga dela comigo por cima, o orgasmo durou segundos intermináveis, só se ouvia o gemido rouco da dona Brenda e as mãos dela como tenazes me puxando na altura da cintura.
Eu fiquei por cima dela ainda com meu pau enfiado na buceta dela e continuei com meus movimentos, agora mais rápidos.
— Sim Oscar, sim, assim mesmo, se mexe, mexe mais, vamos, goza dentro, vai, me enche de porra, vamos, goza, papai, vamos.
Dizendo isso, ela acariciava meu rosto com as duas mãos e me dava beijos no meu rosto suado.
Meus movimentos ficaram mais rápidos e então senti o clímax, meu pau jorrando meu sêmen dentro da dona Brenda, continuei com meus movimentos, deixando até o último pingo dentro daquela mulher.
Fiquei exausto, deitado sobre aquele corpo enorme, apoiando o rosto nos peitos dela e sentindo meu pau diminuir de tamanho dentro da buceta da dona Brenda, nenhum de nós dizia nada naquele momento. Eu só sentia os líquidos escorrendo da buceta dessa mulher e molhando minhas bolas.
— Ai Osky, olha como você me comeu de novo.
Mas tá tudo bem Oscar, afinal o seu Júlio já não tem mais tesão em mim.
— Seu Júlio já não come mais a senhora, dona Brenda? — falei isso enquanto me deitava ao lado dela.
Ficamos os dois, de barriga pra cima, nus, suados.
Ela colocou a perna dela por cima da minha e a mão dela pegou meu pau mole e, enquanto brincava com ele, me respondeu:
— Não Oscar, seu Júlio não me usa mais, e desde aquele dia que você passou a mão em mim, minha buceta esquentou de novo, Oscar, e mesmo que eu não quisesse dar, no final você acaba me comendo.
Naquele momento eu também tinha esticado meu braço e estava passando a mão na buceta da dona Brenda.
— Escuta Oscar, me fala a verdade, por que você não voltou depois daquele dia, hein? Pensei que você não tinha gostado de me apalpar.
— Dona Brenda, não vim porque a senhora disse que não queria mais dar. Além disso, seu Júlio tá sempre aqui.
— Não Oscar, eu não queria dar, mas queria que você metesse a mão, mas agora já sabe, Osky, quando quiser meter a mão, é só vir aqui que aqui tem essa mulher só pra você, quer? Além disso, não se preocupa com o Júlio, a gente dá um jeito pra ele não descobrir que você tá me comendo, Oscar.
— Sim, dona Brenda, eu quero. Quando eu quiser, a senhora vai me dar a bunda?
— Sim, Oscar, quando você quiser a bunda, é só chegar, se encostar e meter a mão, que desde o primeiro dia que você comeu esse corpo, ele é só seu.ADAPTADA AO PORTUGUÊS BRASILEIRO POR MIM, MAS A FONTE É DO MARQUEZE.
Deixem comentários se gostaram.
16 comentários - La vecina V
VAN 10 PUNTOS IMAGINARIOS DE UN NOVATO A OTRO 😀
😀 😀 😀
GRACIAS X TODO!! 😉
YO TAMBIEN! 😀
juaaaaas!
grax x pasarte!
WIIIIIIIIII! 😀
TENKIU!
WIIIII! 😀