Sempre gostei de mulheres mais velhas, e não me importo se são gordinhas ou magras. O que realmente me interessa é que elas tenham aquela safadeza pra entrar no jogo.
Sou cabeleireiro, então tenho muitas clientes, mas as milf são as que eu realmente capricho no atendimento. Tudo começou numa noite, a Sara chegou no salão pra tingir o cabelo, era umas 10 da noite e resolvi atender ela. Às vezes o trampo fica difícil e a gente tem que aproveitar. Entre uma conversa e outra, começamos a falar de sexo, muito sexo: como ela gosta, de que posição, se chupa, se não chupa. E ela me disse que nunca tinha feito pelo cu, que tinha aquele cuzinho virgem. De brincadeira, falei: "Sara, é bonita, sexy, atraente". Ela deve ter uns 40, eu 29. Naquele dia, ela chegou de pijama porque a casa dela é do lado do salão.
Depois de tanto falar de sexo e de lavar o cabelo dela, sentei ela na cadeira e fiz uma massagem no pescoço. Adorei as caras que ela fazia, eram fantásticas. Perguntei se ela tava gostando, e ela, de olhos fechados, respondeu: "Siiim". Perguntei: "Relaxa?" Ela não disse nada, mas a cara dela era fantástica. Continuei a massagem com mais energia e perguntei de novo: "Relaxa?" Ela balançou a cabeça que não. Aí perguntei: "Te excita?" Eu já tava muito excitado de olhar pra ela. Ela balançou a cabeça que sim. Comecei a passar a mão nas costas dela, no pescoço, e ela não falava nada. Eu tava nervoso, mas encantado, vendo pelo espelho como ela se deixava acariciar por mim. Aí, mais ousado, liguei a máquina de cortar cabelo e, com a vibração, aproximei do pescoço dela, descendo pelos ombros até chegar nos peitos. Ela não falava absolutamente nada e não abria os olhos. Eu, com a máquina, passando naqueles peitinhos empinados, e enquanto tocava, sentia que ela não tava de sutiã. Fui pra frente dela e, com minha perna, abri as pernas dela. Continuei descendo a máquina até as pernas e aquela buceta. Deixei a máquina entre as pernas dela. Ela já tava sem consciência pra pensar. Coloquei a mão dela no meu pau, e ela começou a gemer, graças à minha maquininha. Eu, desesperado de tesão... Excitado, baixei minha calça, peguei ela pela nuca e com força puxei ela pro meu pau. E começa a explosão de paixão da Sara. Ela chupava meu pau com desespero, enfiava até o fundo, me mordia, apertava minhas bolas com força e com a outra mão se masturbava com a máquina. Eu olhando pra cima, quase agradecendo pela hora que ela chegou. Quando percebi que a porta estava aberta — embora não desse pra ver nada — fechei. E quando voltei pra minha parada, ela estava com as pernas abertas na cadeira, passando a máquina e gemendo. Me deixou tão excitado que comecei a me masturbar na frente dela pra ela me olhar também. Não tava nem aí pra mais nada. Tirei a calça dela, coloquei ela na frente do espelho e comecei a chupar ela por trás. Enfiei um dedo, ela gemia. Dois dedos, três, quatro e quase perdi a mão. Ela dominada por mim, não falava nada, só se deixava fazer o que eu queria. Tirei toda a roupa dela e sentei na cadeira. Ela sentou e começou a enfiar tudo com força. Puxava meu cabelo com força, gritava, reclamava, falava: "Issooo, me chupa, me mama, que gostoso, não tira, não tira, me come, me come". Ela se tocava os peitos, me batia e eu, encantado, chupando os peitos dela, apertando a bunda dela, chegando perto daquele cuzinho virgem com meu dedo. Quando ela me apertou com força e eu senti minhas pernas todas molhadas. Foi espetacular. E vou parar por aqui, porque depois fui com ela pra casa e nessa história entrou o cuzinho virgem dela, que delícia.
Sou cabeleireiro, então tenho muitas clientes, mas as milf são as que eu realmente capricho no atendimento. Tudo começou numa noite, a Sara chegou no salão pra tingir o cabelo, era umas 10 da noite e resolvi atender ela. Às vezes o trampo fica difícil e a gente tem que aproveitar. Entre uma conversa e outra, começamos a falar de sexo, muito sexo: como ela gosta, de que posição, se chupa, se não chupa. E ela me disse que nunca tinha feito pelo cu, que tinha aquele cuzinho virgem. De brincadeira, falei: "Sara, é bonita, sexy, atraente". Ela deve ter uns 40, eu 29. Naquele dia, ela chegou de pijama porque a casa dela é do lado do salão.
Depois de tanto falar de sexo e de lavar o cabelo dela, sentei ela na cadeira e fiz uma massagem no pescoço. Adorei as caras que ela fazia, eram fantásticas. Perguntei se ela tava gostando, e ela, de olhos fechados, respondeu: "Siiim". Perguntei: "Relaxa?" Ela não disse nada, mas a cara dela era fantástica. Continuei a massagem com mais energia e perguntei de novo: "Relaxa?" Ela balançou a cabeça que não. Aí perguntei: "Te excita?" Eu já tava muito excitado de olhar pra ela. Ela balançou a cabeça que sim. Comecei a passar a mão nas costas dela, no pescoço, e ela não falava nada. Eu tava nervoso, mas encantado, vendo pelo espelho como ela se deixava acariciar por mim. Aí, mais ousado, liguei a máquina de cortar cabelo e, com a vibração, aproximei do pescoço dela, descendo pelos ombros até chegar nos peitos. Ela não falava absolutamente nada e não abria os olhos. Eu, com a máquina, passando naqueles peitinhos empinados, e enquanto tocava, sentia que ela não tava de sutiã. Fui pra frente dela e, com minha perna, abri as pernas dela. Continuei descendo a máquina até as pernas e aquela buceta. Deixei a máquina entre as pernas dela. Ela já tava sem consciência pra pensar. Coloquei a mão dela no meu pau, e ela começou a gemer, graças à minha maquininha. Eu, desesperado de tesão... Excitado, baixei minha calça, peguei ela pela nuca e com força puxei ela pro meu pau. E começa a explosão de paixão da Sara. Ela chupava meu pau com desespero, enfiava até o fundo, me mordia, apertava minhas bolas com força e com a outra mão se masturbava com a máquina. Eu olhando pra cima, quase agradecendo pela hora que ela chegou. Quando percebi que a porta estava aberta — embora não desse pra ver nada — fechei. E quando voltei pra minha parada, ela estava com as pernas abertas na cadeira, passando a máquina e gemendo. Me deixou tão excitado que comecei a me masturbar na frente dela pra ela me olhar também. Não tava nem aí pra mais nada. Tirei a calça dela, coloquei ela na frente do espelho e comecei a chupar ela por trás. Enfiei um dedo, ela gemia. Dois dedos, três, quatro e quase perdi a mão. Ela dominada por mim, não falava nada, só se deixava fazer o que eu queria. Tirei toda a roupa dela e sentei na cadeira. Ela sentou e começou a enfiar tudo com força. Puxava meu cabelo com força, gritava, reclamava, falava: "Issooo, me chupa, me mama, que gostoso, não tira, não tira, me come, me come". Ela se tocava os peitos, me batia e eu, encantado, chupando os peitos dela, apertando a bunda dela, chegando perto daquele cuzinho virgem com meu dedo. Quando ela me apertou com força e eu senti minhas pernas todas molhadas. Foi espetacular. E vou parar por aqui, porque depois fui com ela pra casa e nessa história entrou o cuzinho virgem dela, que delícia.
1 comentários - Salão de beleza gostoso