Desafiando a prof

Beleza
meu primeiro post

Ontem à noite fui jantar na casa nova do meu tio Alberto, que já fazia um tempo que tinha me convidado, mas sempre dei um jeito de não vê-lo. Na real, ele é um cara com quem não me dou muito bem. Aproveitei a ocasião e pedi pra ele me ajudar com álgebra pra faculdade, já que ele e a namorada são professores de matemática.
Quando cheguei, a gente se cruzou na porta, ele tava super apressado por causa de uma emergência, se desculpou e disse que não ia poder comer comigo, que a janta já tava pronta e que pra álgebra era pra pedir ajuda pra Mayra, a namorada dele. A gente se cumprimentou e entrei na casa, de onde saía um cheiro gostoso de frango assado na hora.
– Oi?. Perguntei
– Já vou. Respondeu uma voz que foi se aproximando até aparecer na minha frente.
– Oi. Respondeu, junto com um beijo na bochecha. – Me espera trocar de roupa e a gente janta junto?. Falou, e sem esperar resposta, foi pro quarto dela.
Ela tinha saído do banho e só tava com uma toalha cobrindo o corpo. Fiquei esperando no sofá, reparando nos detalhes dessa casa nova onde meu tio tava morando, tinha muitas fotos, principalmente dela. Fotos de quando se formou, anos atrás, fotos de viagem, da primeira comunhão e algumas de quando era pequena. Todas muito formais, passavam a impressão de ser um casal certinho, ele sempre de paletó, terno e gravata, e ela sempre de cabelo preso, óculos de leitura e aquelas saias longas e sem graça. Um desperdício, eu pensava, ela era realmente gostosa nas fotos da adolescência.
– A janta tá servida!. Ela gritou da cozinha.
Na hora fui pra lá, motivado pela fome que tava me matando. Encontrei ela de costas, tentando alcançar com a altura baixinha de 1,60 uma lata de milho que tava num armário mais alto do que a mão dela chegava. Que corpo! fiquei bobo pensando, apreciando aquela silhueta que formava curvas bem marcadas até chegar numa bunda impressionante. Ela tava vestida com uma calça de pijama rosa, que marcava o começo da bunda dela, apertada de tanto se esforçar pra alcançar a bendita lata de milho. Peguei a lata pra ela e sentamos pra comer. Durante a comida, a gente falou de coisas sem muita importância, dos 10 anos que eu era mais novo e das poucas vezes que a gente tinha se visto, mas eu não conseguia parar de pensar em como ela tava gostosa, com o cabelo solto e molhado. Ela tinha uma franjinha reta que caía sobre os olhos claros, num rosto sem maquiagem, diferente de todas as fotos que eu já tinha visto.

Quando terminamos de comer, ajudei ela a levantar as coisas da mesa.
— Alberto falou que eu tinha que te ajudar em álgebra, né?
— Sim, mas a verdade é que já perdi a vontade. Respondi.
— Isso não é desculpa, vai, pega as coisas que eu preparo um café.
Pouco depois, a gente tava revisando meu caderno e conversando sobre números que, naquele momento, não me interessavam nem um pouco.
— Posso te fazer uma pergunta? — falei.
— Claro.
— Você não sai muito, né?
— Bom, não é bem assim também, tenho meus dias, mas prefiro ficar mais na minha, em casa.
— Ah, então você é bem mão de vaca, aposto que nunca bebe nada. — falei brincando, esperando que ela mudasse de assunto, mas parece que ela levou a sério.
— Nada a ver! Eu posso ser muito divertida, e na minha época eu bebia de tudo também, muleque.
— Aposto que se eu botar um vodka na sua frente, você não consegue tomar nem um copo.
— Claro que tomo um, e dois se eu quiser. — respondeu confiante de que isso nunca ia acontecer.
Então abri minha mochila e tirei uma garrafa de vodka que tava quase cheia de uma festa que eu tinha ido antes.
Ela ficou bem surpresa, mas disfarçou bem, pra não parecer covarde. Na real, ela não parecia o tipo de pessoa que precisava provar nada pra ninguém, e muito menos pra mim, mas a conversa tinha criado um clima de confiança que... tava ficando interessante. Enchi um copo pra ela e falei:
—Bem cheinho, pra ver se você é forte mesmo.
—Ah, mas você não vai beber?
—Vou sim, óbvio. Respondi, me fazendo de machão. Me espera que vou pegar Sprite pra descer, cê tem?
—Não, não tenho, mas achei que tava falando com um bebedor profissional.
E na mesma hora, ela virou o copo de uma vez, deixando só um arroto na marca dos lábios. Eram copos grandes, me pegou de surpresa, e quando tentei imitar, pra não ficar por baixo, não consegui nem chegar na metade do gole.
—É só isso? Ela disse. Que fraquinho! E ainda se achando...
Olhei pra ela com uma cara de vergonha e ódio e falei:
—Por que você não toma logo, Professora? E pelo visto, os desafios eram o ponto fraco dessa Mayra, namorada do meu tio, já que quase sem pensar, como se fosse obrigada, tomou a metade do copo que eu tinha deixado. Fiquei pasmo, aquela moça, tão séria, tão rígida, tinha descido quase meio litro de vodka em dois goles.
Ela me olhou fixo nos olhos por uns segundos, e soltou uma gargalhada que até me assustou.
—É um bom momento pra ouvir música... não acha, garoto? Ela perguntou e na hora ligou o som num volume alto, colocou um CD de música lenta e deixou rolar.
—Adoro essa música, me dá vontade de me mexer, de dançar... quer dançar?
Nessa hora eu já tava meio intimidado.
—Não, tô fora. Respondi. —Dança sozinha, você manda bem.
—Nãão, vamos! Dança comigo! Ela me pegou pela cintura e me colocou de frente pra ela, no ritmo do bolero.
Nunca tinha imaginado chegar nessa situação com a ideia do vodka, mas ali estava, dançando com a Mayra, apertados pela cintura, encostando nossas partes. Mas que gostosa que ela era! Como é que eu ia parar numa baita dessa, pensava? E os peitos dela, de um tamanho considerável, mas principalmente, bem redondos e apertados na camisola, como dois melõezinhos roçando no meu corpo. — Quer tocar nelas? Toca.
— O quê?! Respondi com uma exclamação de surpresa.
— Te vi como você tá olhando pras minhas tetas faz tempo. Não sou burra.
Aí dei uns passos pra trás, e ela continuou me dizendo:
— Tô com cara de quem tá brincando? Não peço as coisas duas vezes!
Ela se jogou em cima de mim, e eu caí sentado num banquinho, encostado na parede, e ela por cima, de pernas abertas.
Com uma mão, segurou meu pescoço, cravando as unhas, e com a outra fez um movimento rápido, deixando meu short abaixo dos joelhos. Dava pra sentir a racha da buceta dela no meu pau através da fina pijama de tecido que eu tava usando.
Nessa altura, a situação já tinha virado algo violentamente sensual e excitante.
— Paaraa, Mayra, e meu tio?
— Seu tio não tá! Ela disse, e me deu um tapa que eu não esperava. Tentei mexer os braços pra segurar ela na cintura, mas ela prendeu eles contra a parede, e eu não resisti. Enquanto isso, ela tava me fazendo uma siririca violenta, se mexendo pra frente e pra trás.
— Pra você aprender que comigo não se brinca! Agora vai ver!
Ela desabotoou minha camisa de um puxão e começou a beijar meu pescoço, alternando beijos, mordidas e lambidas. Seguiu pelo peito até chegar devagar no meu pau. Finalmente, baixou minha cueca e começou a chupar ele com uma delicada fúria. Aaai que prazer! E eu, prestes a explodir, não demorei pra encher a boca dela com meus litros de porra que vinha acumulando desde que a vi de toalha.
Longe de amolecer, como nunca tinha acontecido antes, meu pau continuou duro na hora. E claro, a putinha terminou de engolir as últimas gotas dos lábios, deu um bom gole na vodka e se jogou no chão de quatro.
Sem dizer uma palavra, ficou olhando pra frente, esperando o prêmio dela. Não me fiz de rogado, e com um solavanco poderia ter feito um buraco na pijama dela se quisesse, mas ao ver aquele rabo empinado, redondo e bem marcado se mexendo... Como um cachorrinho apontando pra mim, decidi fazer com delicadeza. Abaixei a calça dele, abaixei a tirinha da tanga que ele usava, e acariciei um pouco a pussy dela, que já tava encharcada. Segurei ela pela cintura e fui enfiando devagar, me deixando levar pelo prazer infinito.

— Que cê tá fazendo, otário?
— Hã?
— Quero pelo cu, e mete mais gosto, moleque!

Levei uns segundos pra reagir, mas na sequência comecei a meter como se tivesse que chegar na garganta dela. Aí comecei a dar duro e sem parar, aumentando a velocidade a cada estocada.

— ASSIM!! AAAAH, SIM!!
— Ahh!! É assim que cê gosta??
— Siiiim, isso, AHH!!

Mayra chorava os gemidos dela, que ecoavam pela casa inteira. Cada vez mais o esfíncter dela ia alargando, e eu sentia que tava voando.

Foi aí que, um segundo antes de eu gozar, ouviu-se uma batida de porta.

— Maayraa?? — veio lá do fundo da casa, e meu coração quase parou naqueles instantes.

E foi assim que me cortaram o tesão de um jeito impressionante. Espero que não tenha acontecido com vocês. Se quiserem saber como continua, escrevo a segunda parte.

11 comentários - Desafiando a prof

que imaginacion ams vivida que tenes... pero no voy a criticar.... si usted postea hagase cargo
MUESTRE FOTOS jajaja
Hola, mas alla de la historia, la combinacion de shogin con camisa?????? no es muy buena, o te dejaste llevar con tu imaginacion o te vestis muy mal.
Saludos Dieguchi10 😉 😉 😉
😩 pone la segunda parte y no me cortes el mambo por q t mato loco 🙎‍♂️ 😀
avisame por mensaje privado cuando pongas la segunda parte
ta guena la historia, pero media fantasiosa no?? Digo vos vas a cenar con tu tio y vas de jean y camisa en todo caso no?? y q la mina esta clavara un pijama tmb me parece raro y absurdo, si casi ni te conocia, tantas ganas te tenia?? No te pido fotos ahora pero pa la prox si. Xq en el momento te volves loco y ni pensas las cosas, es como cuando te roban, ni te acordas de ponerte el forro, nada, solo importa el placerrr... Uyyyyy como estoyyyyy
Hacee la segunda parte!!!
igual un poco fantasiosa

:buenpost:
maliiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiisimo¡
esta buena che no sean tan asi si se fue por las nuves en algunas parte pero bueno che que esperas que sea algo real a victor maythlad no le pedis que en las porno sean historias 100% reales algo ficticio tiene que haber como en las peliculas argentinas que estan en la policia bonaerense y salen con uniformes de la policia federal pero no puede ser todo 100% real sino no seria ficticio ademas en niguna parte del relato dijo que seria una historia real