Espero que gostem, é um pouco longo, mas acho que vale a pena. Vocês é que dizem? Saudações a todos, vocês são demais....
Durante nossas relações sexuais nos últimos anos de casamento, nós dois fantasiávamos com situações em que algum homem ou mulher se juntava aos nossos jogos e os incorporávamos no momento certo. Ela costumava usar lingerie erótica, cinta-liga, meias e sutiãs transparentes, mas o ápice acontecia quando, magicamente, ela nomeava e convidava um terceiro para dividir a cama.
Lembro que era constante eu pedir que ela convidasse alguém que desejasse, e ela, relutante no começo, finalmente aceitou quando confessei minha fantasia com uma amiga dela, que já me dava mole há um tempo. Era fantástico, eu usava todas as minhas carícias para excitá-la, e ela respondia da mesma forma, com uma metida e tirada prolongada, até que, invocando o nome mágico de Antônio, seu primeiro amante, começava a gemer e a abrir quase com desespero, com as duas mãos, as nádegas, como se oferecesse o cu para uma dupla penetração, e enquanto nos nomeava a nós dois, gozava num orgasmo barulhento e demorado. Nem preciso dizer que eu ficava a mil e, acelerando meus movimentos, derramava meu esperma em jorros dentro da buceta molhada e generosa dela, terminando suados e felizes.
Inesperadamente, num momento de excitação e luxúria, ela chamou a amiga Liliana para entrar no jogo, sussurrando o nome dela e me pedindo que comesse ela sem remorso, para me dar o gosto e realizar minha fantasia. Naquele momento, entendi que a excitava a possibilidade de uma orgia e que, na imaginação dela, cabia a experiência se a oportunidade surgisse.
A partir daí, sempre que transávamos, curtíamos uma orgia imaginária, invertendo os papéis e trocando os parceiros para tornar o sexo mais prazeroso. Eu sempre tive na cabeça a possibilidade de realizar nossas fantasias, até que, sem pensar, uma manhã, lendo o jornal... Parei na seção de serviços onde anunciava "casal oferece atenção a casais, discrição absoluta e bom nível". Liguei pra saber os detalhes. A mulher que me atendeu me pareceu discreta e encantadora no trato. Expliquei nossas fantasias e ela me aconselhou a colocá-la numa conversa a três por telefone e que, se a Marta achasse legal, ela ouvisse e só interviesse se quisesse.
Não tava convencido e não sabia se a Marta ia topar, mas precisava tentar. Sabia das fantasias dela, mas não achava que ela fosse se animar a botar em prática. Depois de insistir várias vezes, ela topou participar da escuta, como se fosse uma brincadeira. Instalados em casa, disquei o número.
"Alô", "É a Ingrid falando", responderam do outro lado.
"Falava pelo anúncio do jornal"
"Qual é o seu nome?"
"Hugo. Queria que me explicasse como funciona a atenção?"
Olhei pra Marta, que com um olhar cúmplice e divertido fez sinal pra eu continuar.
"Somos um casal jovem de profissionais que curte sexo sem tabus." "Tenho 30 anos, quatro a menos que meu marido, meço um metro e sessenta e sete, tenho olhos claros, peso cinquenta e cinco quilos e um corpo harmonioso." "Meu marido é moreno, tem um metro e oitenta, corpo muito bom, fogoso e um pau enorme e grosso de quase vinte e três centímetros.", e depois completou "Vocês têm alguma experiência anterior, observando ou participando de um encontro com outro ou outros casais?"
Me apressei em responder que não, e a Ingrid me tranquilizou, quando explicou que a gente podia observar eles transando e, se a gente decidisse, podia se juntar sem problema nenhum.
Olhei pra Marta, que, toda excitada, se acariciava entre as pernas e fechava os olhos. Naquele momento, me decidi e falei pra Ingrid que minha esposa tava ouvindo, que ela podia falar com ela e tirar os medos dela. "Você tava ouvindo, Marta?", perguntou a Ingrid. "Você te garanto que você vai ter uma experiência diferente e não vai se arrepender.
Ficou um silêncio longo até que, finalmente, Marta se decidiu. "Não tenho coragem", "sinto vergonha, porque nunca imaginei participar de uma 'reunião' com outro casal".
Ingrid a interrompeu e contou a conversa que teve comigo antes, onde eu tinha revelado as fantasias dos dois e como a gente se excitava imaginando uma orgia com outro casal, então ela sugeriu que a gente fizesse aquilo virar realidade se todo mundo se entendesse e rolasse um clima entre os quatro.
Marta pareceu se acalmar, e Ingrid, sem esperar uma resposta positiva, marcou pra gente no sábado seguinte. "Espero vocês às 17h no nosso apartamento, Félix Lora 39, perto da Primera Junta, é só tocar a campainha do porteiro elétrico que eu desço pra liberar a entrada". "Se se arrependerem, não deixem de ligar pra gente".
"Vamos estar pontuais", falamos eu e Marta ao mesmo tempo, o que arrancou uma risada cúmplice da Ingrid. A gente se despediu e prometeu não furar.
Quando desliguei o telefone, a conversa já tinha me deixado excitado. Levantei e abracei a Marta, que respondeu como nunca. A gente se beijou. Tirei a roupa dela e carreguei ela no colo até a cama, onde entre carícias e suspiros, ela abriu as pernas e depois de chupar os sucos da buceta e lamber o clitóris dela, eu meti nela num vai e vem frenético, chamando a Ingrid como se fosse ela, e a Marta invocando o nome do Mario, o marido ainda desconhecido da Ingrid, e os dois terminaram num orgasmo barulhento.
A gente não tocou mais no assunto do encontro até o dia anterior, quando confirmei pro Mario, que atendeu, que a gente ia estar lá como combinado.
Marta tinha ido na semana fazer depilação (cavado total, especial, segundo o recibo), algo que não fazia há anos. Pelo visto, ela tava se preparando pra uma experiência diferente e não queria decepcionar ninguém. Era como se a gente não tivesse coragem de falar sobre o encontro que nos esperava, mas ao mesmo tempo a gente queria que a hora chegasse. Finalmente chegou o dia, tomamos banho e nos vestimos com as melhores roupas de verão, nos perfumamos e partimos rumo ao desconhecido. Durante a viagem, ela me confessou que não sabia se seria capaz de participar, pois nunca tinha transado com ninguém desde que me conheceu e tudo que rolava nos nossos encontros era pura fantasia. Eu, pra comprometer ela, disse que a gente tinha que cumprir nossa palavra e, se ela não se sentisse à vontade ou não gostasse do casal, a gente voltava, porque esse era o trato.
Deixamos o carro na garagem a meia quadra do apartamento, e de braço dado chegamos lá. Ao chamar no interfone, a voz inconfundível da Ingrid nos deu as boas-vindas e pediu pra esperarmos, que ela já descia.
A mulher que apareceu na porta superou minhas expectativas. Era exatamente como ela tinha me descrito por telefone, mas com um olhar profundo e sensual que me atraiu na hora. A Marta apertou meu braço e a seguimos sem hesitar.
Ao chegar no último andar, o Mario nos abriu a porta do apartamento. Era alto e de corpo atlético. Músculos definidos que apareciam pela camiseta, e um short justo que marcava o volume da virilha. Olhei pra Marta, que, corada, olhava de soslaio a mesma coisa que eu.
Nos apresentamos com um beijo tímido e, enquanto a Ingrid trazia um uísque pra quebrar o gelo, sentamos num sofá grande. Uma mesinha de centro nos separava de outro sofá de três lugares, onde Ingrid e Mario se sentaram. Eles me pareceram encantadores e, com uma conversa inteligente, puxaram o assunto pro sexo. As experiências na exploração da sensibilidade e da sensualidade feminina e masculina, e os prazeres e o tesão durante as transas, fizeram a gente entrar no clima.
Com toda delicadeza, ao saber que era a primeira vez que a gente tava numa "reunião" com outro casal, o Mario nos convidou pra dançar ou observar como eles faziam.
Colocaram uma música romântica e a Ingrid tirou o vestido, ficando só de As meias e os sapatos de salto alto. Mario, sem camisa, puxou ela pra perto e, colando os corpos, começaram a dançar.
Eu e a Marta sentados no sofá, a gente olhava atento pra cena e, conforme as carícias entre eles iam ficando mais intensas, meu pau endurecia e pulsava. Comecei a acariciar os peitos da Marta e a beijar o lóbulo da orelha dela, que eu sabia que deixava ela doida, mas o olhar dela não desgrudava da pélvis do casal, que com movimentos voluptuosos esfregavam as bocetas um no outro. O tamanho da pica do Mario, na hora que eles se separaram, me surpreendeu, e mais ainda quando ele sentou na poltrona e a Ingrid tirou a cueca dele. Ela se ajoelhou e começou um boquete sensacional. A gente tava bem na frente, e o Mario meteu na buceta dela quando a Ingrid montou de pernas abertas. Pude admirar a bunda linda, dura e empinada que ela tinha. O vai e vem do pau entrando e saindo arrastava os sucos pegajosos que mostravam o prazer que a foda tava dando pra eles.
A visão me excitou pra caralho e, quando procurei a boca da Marta, encontrei um beijo profundo e uma língua molhada pedindo uma resposta rápida pra satisfazer o tesão dela.
Quando a Ingrid viu a gente todo excitado, nos convidou pra ir pro banheiro, onde a gente podia tirar a roupa pra se preparar e ficar muito mais à vontade. Peguei a Marta pela mão e fomos nessa. Ela tava toda corada e, quando olhei ela nua na frente do espelho, não pude deixar de desejá-la e elogiar a beleza dela. Pedi pra ela não tirar os sapatos. Apreciei a depilação artística da boceta dela, que se oferecia lisinha e generosa. Falei que a gente não tinha obrigação de fazer eles participarem das nossas brincadeiras, mas ela respondeu que tava disposta a realizar nossas fantasias. Com um sorriso, me perguntou se eu não tinha reparado na bunda da Ingrid, que prometia um festim de sexo e prazer. Eu, me fazendo de desentendido, lembrei ela da pica enorme que ela ia receber se topasse a troca de casais e se tava decidida a aguentar dois ao mesmo tempo.
Aparecemos na sala e eles já estavam tomando outro uísque. "Muito bem, estão fantásticos" nos receberam juntos, "Vocês topam transar na nossa frente?", "A gente adora ver", "Somos voyeurs".
Sem responder, tirei o quimono que me cobria, enquanto Marta deixou o dela cair aos pés. Eu a beijei e comecei a descer do pescoço até os seios, mordiscando os mamilos duros e pontudos de tesão que a consumia. Depois, me deitei no divã e repeti a posição de Mario e Ingrid. Enfiei a pica até o talo. Marta se reclinou sobre meu peito e eu, com as duas mãos, entreabri suas nádegas, deixando o orifício anal exposto aos olhos deles. "É magnífico e parece virgem", ouvi o comentário entre eles. "É sua vez, Ingrid", completou Mario. Ela se aproximou e, ajoelhada, começou a lubrificar com a língua e a saliva o escuro e pequeno orifício anal.
Eu continuava entrando e saindo da buceta que derramava seus sucos pelo períneo e chegava a lubrificar o cu. Ingrid, com as mãos, acariciava minhas bolas e besuntava com sabedoria o orifício. Marta chegou ao ponto em que, quase desesperada, murmurou no meu ouvido o nome de Mario, e eu, achando que era a hora, o chamei em voz alta.
Olhei de soslaio e o vi se aproximando com seu enorme instrumento rígido e pulsante, e fiquei com medo. Pensei que Marta não aguentaria, mas não o impedi; queria que ele a iniciasse, que abrisse aquele cuzinho e a fizesse gritar de dor e prazer. Depois, eu me vingaria em Ingrid.
Segurei firme suas nádegas, e Mario se posicionou por trás, apoiou a glande no orifício que, lubrificado, ficava mais complacente. Perguntou se ela estava preparada, enquanto brincava na entrada, esperando uma resposta que demorou só um instante. "Agora, Mario, já estou pronta, não aguento mais. Quero sentir sua pica dentro de mim." Mario atravessou seu esfíncter, e um grito contido, enquanto ela me beijava e mordia meus lábios, me mostrou que ele tinha desvirginado o cu e realizado parte das fantasias dela. A gente se movia em sincronia, entrando e saindo, enquanto Marta gemia a cada estocada, até que finalmente gozamos, suados, entre expressões de prazer e paixão. Como ela tava sentindo tanta dor, me atrevi a olhar o cu de Marta assim que Mario tirou o pau, e vi o diâmetro das bordas do ânus dilatado e irritado, que justificava a desfloração por um instrumento daquele tamanho.
Marta se levantou meio tonta, com as pernas bambas, se apoiou no meu braço pra eu levar ela no banheiro e dar uma recomposição.
Quando saí, Ingrid tava me esperando. Ela chegou perto e, depois de um boquete sensacional, conseguiu me deixar em transe de novo. Meu pau endureceu e Ingrid se deitou no tapete na posição de puta, de pernas abertas. Na mesma hora, Marta apareceu e me incentivou a comer ela do mesmo jeito que fizeram com ela. Não pensei duas vezes e meti no cu dela. Me firmei, segurando os peitos dela, e imitando uma cópula animal, meti sem parar. Ingrid começou a gemer, e Mario, que tava se masturbando, aproximou o pau da boca dela. Ela chupou ele como se fosse um manjar. Agora era Marta que, vendo a cena, se masturbava e deixava os fluidos escorrerem entre gemidos de prazer e promessas de repetir a noite que a tinha iniciado num mundo maravilhoso de luxúria e sensualidade.
A gente tomou banho e, depois de jantar leve, prometemos nos encontrar de novo. Ingrid, com um sorriso enigmático, sugeriu pra Marta explorar uma relação homossexual entre as duas, que ficou no ar, sem resposta.
Será que vai rolar?
Durante nossas relações sexuais nos últimos anos de casamento, nós dois fantasiávamos com situações em que algum homem ou mulher se juntava aos nossos jogos e os incorporávamos no momento certo. Ela costumava usar lingerie erótica, cinta-liga, meias e sutiãs transparentes, mas o ápice acontecia quando, magicamente, ela nomeava e convidava um terceiro para dividir a cama.
Lembro que era constante eu pedir que ela convidasse alguém que desejasse, e ela, relutante no começo, finalmente aceitou quando confessei minha fantasia com uma amiga dela, que já me dava mole há um tempo. Era fantástico, eu usava todas as minhas carícias para excitá-la, e ela respondia da mesma forma, com uma metida e tirada prolongada, até que, invocando o nome mágico de Antônio, seu primeiro amante, começava a gemer e a abrir quase com desespero, com as duas mãos, as nádegas, como se oferecesse o cu para uma dupla penetração, e enquanto nos nomeava a nós dois, gozava num orgasmo barulhento e demorado. Nem preciso dizer que eu ficava a mil e, acelerando meus movimentos, derramava meu esperma em jorros dentro da buceta molhada e generosa dela, terminando suados e felizes.
Inesperadamente, num momento de excitação e luxúria, ela chamou a amiga Liliana para entrar no jogo, sussurrando o nome dela e me pedindo que comesse ela sem remorso, para me dar o gosto e realizar minha fantasia. Naquele momento, entendi que a excitava a possibilidade de uma orgia e que, na imaginação dela, cabia a experiência se a oportunidade surgisse.
A partir daí, sempre que transávamos, curtíamos uma orgia imaginária, invertendo os papéis e trocando os parceiros para tornar o sexo mais prazeroso. Eu sempre tive na cabeça a possibilidade de realizar nossas fantasias, até que, sem pensar, uma manhã, lendo o jornal... Parei na seção de serviços onde anunciava "casal oferece atenção a casais, discrição absoluta e bom nível". Liguei pra saber os detalhes. A mulher que me atendeu me pareceu discreta e encantadora no trato. Expliquei nossas fantasias e ela me aconselhou a colocá-la numa conversa a três por telefone e que, se a Marta achasse legal, ela ouvisse e só interviesse se quisesse.
Não tava convencido e não sabia se a Marta ia topar, mas precisava tentar. Sabia das fantasias dela, mas não achava que ela fosse se animar a botar em prática. Depois de insistir várias vezes, ela topou participar da escuta, como se fosse uma brincadeira. Instalados em casa, disquei o número.
"Alô", "É a Ingrid falando", responderam do outro lado.
"Falava pelo anúncio do jornal"
"Qual é o seu nome?"
"Hugo. Queria que me explicasse como funciona a atenção?"
Olhei pra Marta, que com um olhar cúmplice e divertido fez sinal pra eu continuar.
"Somos um casal jovem de profissionais que curte sexo sem tabus." "Tenho 30 anos, quatro a menos que meu marido, meço um metro e sessenta e sete, tenho olhos claros, peso cinquenta e cinco quilos e um corpo harmonioso." "Meu marido é moreno, tem um metro e oitenta, corpo muito bom, fogoso e um pau enorme e grosso de quase vinte e três centímetros.", e depois completou "Vocês têm alguma experiência anterior, observando ou participando de um encontro com outro ou outros casais?"
Me apressei em responder que não, e a Ingrid me tranquilizou, quando explicou que a gente podia observar eles transando e, se a gente decidisse, podia se juntar sem problema nenhum.
Olhei pra Marta, que, toda excitada, se acariciava entre as pernas e fechava os olhos. Naquele momento, me decidi e falei pra Ingrid que minha esposa tava ouvindo, que ela podia falar com ela e tirar os medos dela. "Você tava ouvindo, Marta?", perguntou a Ingrid. "Você te garanto que você vai ter uma experiência diferente e não vai se arrepender.
Ficou um silêncio longo até que, finalmente, Marta se decidiu. "Não tenho coragem", "sinto vergonha, porque nunca imaginei participar de uma 'reunião' com outro casal".
Ingrid a interrompeu e contou a conversa que teve comigo antes, onde eu tinha revelado as fantasias dos dois e como a gente se excitava imaginando uma orgia com outro casal, então ela sugeriu que a gente fizesse aquilo virar realidade se todo mundo se entendesse e rolasse um clima entre os quatro.
Marta pareceu se acalmar, e Ingrid, sem esperar uma resposta positiva, marcou pra gente no sábado seguinte. "Espero vocês às 17h no nosso apartamento, Félix Lora 39, perto da Primera Junta, é só tocar a campainha do porteiro elétrico que eu desço pra liberar a entrada". "Se se arrependerem, não deixem de ligar pra gente".
"Vamos estar pontuais", falamos eu e Marta ao mesmo tempo, o que arrancou uma risada cúmplice da Ingrid. A gente se despediu e prometeu não furar.
Quando desliguei o telefone, a conversa já tinha me deixado excitado. Levantei e abracei a Marta, que respondeu como nunca. A gente se beijou. Tirei a roupa dela e carreguei ela no colo até a cama, onde entre carícias e suspiros, ela abriu as pernas e depois de chupar os sucos da buceta e lamber o clitóris dela, eu meti nela num vai e vem frenético, chamando a Ingrid como se fosse ela, e a Marta invocando o nome do Mario, o marido ainda desconhecido da Ingrid, e os dois terminaram num orgasmo barulhento.
A gente não tocou mais no assunto do encontro até o dia anterior, quando confirmei pro Mario, que atendeu, que a gente ia estar lá como combinado.
Marta tinha ido na semana fazer depilação (cavado total, especial, segundo o recibo), algo que não fazia há anos. Pelo visto, ela tava se preparando pra uma experiência diferente e não queria decepcionar ninguém. Era como se a gente não tivesse coragem de falar sobre o encontro que nos esperava, mas ao mesmo tempo a gente queria que a hora chegasse. Finalmente chegou o dia, tomamos banho e nos vestimos com as melhores roupas de verão, nos perfumamos e partimos rumo ao desconhecido. Durante a viagem, ela me confessou que não sabia se seria capaz de participar, pois nunca tinha transado com ninguém desde que me conheceu e tudo que rolava nos nossos encontros era pura fantasia. Eu, pra comprometer ela, disse que a gente tinha que cumprir nossa palavra e, se ela não se sentisse à vontade ou não gostasse do casal, a gente voltava, porque esse era o trato.
Deixamos o carro na garagem a meia quadra do apartamento, e de braço dado chegamos lá. Ao chamar no interfone, a voz inconfundível da Ingrid nos deu as boas-vindas e pediu pra esperarmos, que ela já descia.
A mulher que apareceu na porta superou minhas expectativas. Era exatamente como ela tinha me descrito por telefone, mas com um olhar profundo e sensual que me atraiu na hora. A Marta apertou meu braço e a seguimos sem hesitar.
Ao chegar no último andar, o Mario nos abriu a porta do apartamento. Era alto e de corpo atlético. Músculos definidos que apareciam pela camiseta, e um short justo que marcava o volume da virilha. Olhei pra Marta, que, corada, olhava de soslaio a mesma coisa que eu.
Nos apresentamos com um beijo tímido e, enquanto a Ingrid trazia um uísque pra quebrar o gelo, sentamos num sofá grande. Uma mesinha de centro nos separava de outro sofá de três lugares, onde Ingrid e Mario se sentaram. Eles me pareceram encantadores e, com uma conversa inteligente, puxaram o assunto pro sexo. As experiências na exploração da sensibilidade e da sensualidade feminina e masculina, e os prazeres e o tesão durante as transas, fizeram a gente entrar no clima.
Com toda delicadeza, ao saber que era a primeira vez que a gente tava numa "reunião" com outro casal, o Mario nos convidou pra dançar ou observar como eles faziam.
Colocaram uma música romântica e a Ingrid tirou o vestido, ficando só de As meias e os sapatos de salto alto. Mario, sem camisa, puxou ela pra perto e, colando os corpos, começaram a dançar.
Eu e a Marta sentados no sofá, a gente olhava atento pra cena e, conforme as carícias entre eles iam ficando mais intensas, meu pau endurecia e pulsava. Comecei a acariciar os peitos da Marta e a beijar o lóbulo da orelha dela, que eu sabia que deixava ela doida, mas o olhar dela não desgrudava da pélvis do casal, que com movimentos voluptuosos esfregavam as bocetas um no outro. O tamanho da pica do Mario, na hora que eles se separaram, me surpreendeu, e mais ainda quando ele sentou na poltrona e a Ingrid tirou a cueca dele. Ela se ajoelhou e começou um boquete sensacional. A gente tava bem na frente, e o Mario meteu na buceta dela quando a Ingrid montou de pernas abertas. Pude admirar a bunda linda, dura e empinada que ela tinha. O vai e vem do pau entrando e saindo arrastava os sucos pegajosos que mostravam o prazer que a foda tava dando pra eles.
A visão me excitou pra caralho e, quando procurei a boca da Marta, encontrei um beijo profundo e uma língua molhada pedindo uma resposta rápida pra satisfazer o tesão dela.
Quando a Ingrid viu a gente todo excitado, nos convidou pra ir pro banheiro, onde a gente podia tirar a roupa pra se preparar e ficar muito mais à vontade. Peguei a Marta pela mão e fomos nessa. Ela tava toda corada e, quando olhei ela nua na frente do espelho, não pude deixar de desejá-la e elogiar a beleza dela. Pedi pra ela não tirar os sapatos. Apreciei a depilação artística da boceta dela, que se oferecia lisinha e generosa. Falei que a gente não tinha obrigação de fazer eles participarem das nossas brincadeiras, mas ela respondeu que tava disposta a realizar nossas fantasias. Com um sorriso, me perguntou se eu não tinha reparado na bunda da Ingrid, que prometia um festim de sexo e prazer. Eu, me fazendo de desentendido, lembrei ela da pica enorme que ela ia receber se topasse a troca de casais e se tava decidida a aguentar dois ao mesmo tempo.
Aparecemos na sala e eles já estavam tomando outro uísque. "Muito bem, estão fantásticos" nos receberam juntos, "Vocês topam transar na nossa frente?", "A gente adora ver", "Somos voyeurs".
Sem responder, tirei o quimono que me cobria, enquanto Marta deixou o dela cair aos pés. Eu a beijei e comecei a descer do pescoço até os seios, mordiscando os mamilos duros e pontudos de tesão que a consumia. Depois, me deitei no divã e repeti a posição de Mario e Ingrid. Enfiei a pica até o talo. Marta se reclinou sobre meu peito e eu, com as duas mãos, entreabri suas nádegas, deixando o orifício anal exposto aos olhos deles. "É magnífico e parece virgem", ouvi o comentário entre eles. "É sua vez, Ingrid", completou Mario. Ela se aproximou e, ajoelhada, começou a lubrificar com a língua e a saliva o escuro e pequeno orifício anal.
Eu continuava entrando e saindo da buceta que derramava seus sucos pelo períneo e chegava a lubrificar o cu. Ingrid, com as mãos, acariciava minhas bolas e besuntava com sabedoria o orifício. Marta chegou ao ponto em que, quase desesperada, murmurou no meu ouvido o nome de Mario, e eu, achando que era a hora, o chamei em voz alta.
Olhei de soslaio e o vi se aproximando com seu enorme instrumento rígido e pulsante, e fiquei com medo. Pensei que Marta não aguentaria, mas não o impedi; queria que ele a iniciasse, que abrisse aquele cuzinho e a fizesse gritar de dor e prazer. Depois, eu me vingaria em Ingrid.
Segurei firme suas nádegas, e Mario se posicionou por trás, apoiou a glande no orifício que, lubrificado, ficava mais complacente. Perguntou se ela estava preparada, enquanto brincava na entrada, esperando uma resposta que demorou só um instante. "Agora, Mario, já estou pronta, não aguento mais. Quero sentir sua pica dentro de mim." Mario atravessou seu esfíncter, e um grito contido, enquanto ela me beijava e mordia meus lábios, me mostrou que ele tinha desvirginado o cu e realizado parte das fantasias dela. A gente se movia em sincronia, entrando e saindo, enquanto Marta gemia a cada estocada, até que finalmente gozamos, suados, entre expressões de prazer e paixão. Como ela tava sentindo tanta dor, me atrevi a olhar o cu de Marta assim que Mario tirou o pau, e vi o diâmetro das bordas do ânus dilatado e irritado, que justificava a desfloração por um instrumento daquele tamanho.
Marta se levantou meio tonta, com as pernas bambas, se apoiou no meu braço pra eu levar ela no banheiro e dar uma recomposição.
Quando saí, Ingrid tava me esperando. Ela chegou perto e, depois de um boquete sensacional, conseguiu me deixar em transe de novo. Meu pau endureceu e Ingrid se deitou no tapete na posição de puta, de pernas abertas. Na mesma hora, Marta apareceu e me incentivou a comer ela do mesmo jeito que fizeram com ela. Não pensei duas vezes e meti no cu dela. Me firmei, segurando os peitos dela, e imitando uma cópula animal, meti sem parar. Ingrid começou a gemer, e Mario, que tava se masturbando, aproximou o pau da boca dela. Ela chupou ele como se fosse um manjar. Agora era Marta que, vendo a cena, se masturbava e deixava os fluidos escorrerem entre gemidos de prazer e promessas de repetir a noite que a tinha iniciado num mundo maravilhoso de luxúria e sensualidade.
A gente tomou banho e, depois de jantar leve, prometemos nos encontrar de novo. Ingrid, com um sorriso enigmático, sugeriu pra Marta explorar uma relação homossexual entre as duas, que ficou no ar, sem resposta.
Será que vai rolar?
3 comentários - Fantasias de Casamento
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