ÚLTIMA ENTREGA.... ESPERO QUE A HISTÓRIA TENHA SIDO DO SEU AGRADO.. ESPERO ESSES COMENTÁRIOS.... ATÉ A PRÓXIMA..
Na manhã de domingo, acordei cedo como de costume, sem saber o que fazer ou que atitude tomar. Ela, lá pelas nove da manhã, saiu do quarto vestindo o mesmo roupão do dia anterior, com o rosto inchado de tanto dormir.
Ela: "Como você está?"
Eu: "Bem, e você?"
Ela: "Mais tranquila agora" – disse ela, puxando o assunto que eu pensei que ela queria evitar.
Eu: "Que bom. Não tem motivo pra você não estar"
Ela: "Me perdoa se fui dura ontem depois de... bom... do que a gente fez... me entende, é tudo tão confuso"
Eu: "Eu sei, tia... eu sei"
Ela: "Me perdoa"
Eu: "Não tenho nada pra perdoar, você agiu certo" – falei sério
Ela: "Pensei um pouco e, sinceramente, você tem razão... tá tudo na cabeça... é tudo um tabu. Você é um homem e eu sou uma mulher, mesmo que eu seja uma tia mais velha e você um sobrinho adolescente, mas, sinceramente, ainda soa estranho pra mim e não quero justificar o que não deve ser"
Eu: "É assim, tia, simples assim"
Minha tia confessou que não se sentia bem, mas que já tínhamos passado de um limite que não devíamos ter cruzado e que, por isso, já era bobo se arrepender. Era inútil tentar esquecer tudo, ainda mais considerando que morávamos juntos e nos desejávamos como loucos. Ela falou como foi delicioso pra ela ter um homem de novo no corpo dela e que não conseguiu dormir direito, pensando e revivendo as milhares de sensações gostosas que teve enquanto a gente transava e as imagens do meu corpo pelado penetrando ela. Expressou o amor, admiração e também desejo por mim. Que nunca tinha imaginado aquilo e que, na verdade, nunca se sentiu atraída por garotos novos, mas que não sabia como eu tinha conseguido entrar na vida dela daquele jeito. Justificou isso dizendo que eu era um cara que definitivamente se comportava como um homem maduro e que essa combinação era muito atraente pra ela. Parecia resignada a aceitar. as coisas e continuar aproveitando elas como uma fase passageira da vida dela. Ela chegava a conclusões enquanto falava, como se olhasse pra dentro de si com muita tranquilidade e sanidade, mas com aceitação e sem tanto sentimento de culpa. Dava pra ver que ela tinha refletido sobre tudo isso durante a longa noite.
Eu: "Então, nessa mesma linha de pensamento, se eu fosse sua mãe, aconteceria do mesmo jeito? Não… não… Miguel… isso não me parece certo." – ela me disse de repente, com uma cara de desaprovação.
Eu: "Tia… pra mim também não… acho que com a mãe não é certo… isso já é… é… outra coisa diferente. Você não é minha mãe, é minha tia. Acho que essa parada de transar com a própria mãe já é muito bizarra, não sei te explicar, mas isso já não me parece desse mundo." – falei na maior naturalidade.
Ela: "Você gostou, né?" – ela me surpreendeu com a pergunta, que eu não peguei de cara.
Eu: "Do quê?" – perguntei, inocente.
Ela: "Daquilo ontem, bobinho… de me fazer amor" – ela sorriu pela primeira vez, me dando a entender que não queria mais ficar enrolando e se julgando tanto pelo que aconteceu.
Eu: "Adorei, tia… não parei de pensar nisso" – falei meio sem graça.
Ela: "Eu também não, Miguel, também não. E então, essa gordinha aqui não é nada mal, hein?" – ela dizia isso enquanto passava os olhos castanhos pelo próprio corpo.
Eu: "Não, pelo contrário… essa gordinha é muito… muito… gostosa." – falei brincando, mas depois mudei pro tom sério – "Tia, sério… você… gostou de verdade?" – ela riu com malícia ao ouvir.
Ela: "O que você acha? Tô aqui querendo te comer na hora." – ela falou com uma voz atrevida, provocante e bem baixinha no meu ouvido, e me pegou pela mão, me obrigando a levantar da cadeira e segui-la – "Manuel pode nos ouvir… não faz barulho."
Pra minha surpresa, ela me levou pro quartinho de serviço vazio ao lado da cozinha, onde só tinha uma cadeira velha, a mesa de passar roupa e um colchonete encostado num canto. Aí eu entendi que aquele gesto era um convite inesperado e inacreditável pra Transar de novo como uma forma de reivindicação. Eu nem acreditava naquela felicidade.
Soltou a ponta do colchonete que se abriu estendido no chão. Fechou a porta com o trinco e acendeu a luz amarelada. Fez tudo com determinação, como se já tivesse planejado. O quarto cheirava a mofo. Eu me deitei de barriga pra cima no colchonete pra deixar livre as intenções dela. De pé e de costas pra mim, ela se livrou do roupão e da roupa íntima com agilidade e um pouco de desespero. Tava decidida a transar de vez. Vi a bunda dela pela primeira vez. Era grande, meio caída e bem clara, a direita tinha uma pinta curiosa bem no meio. Aquele par de bundas era tão excitante e tremendamente provocante que me deu uma ereção potente na hora. Ela se virou e me pareceu imponente, totalmente nua ali como uma estátua enorme, eu vendo de baixo.
Eu: "Vai, o que cê tá esperando? Tira a roupa, ou vai me deixar na vontade?" – ela falou enquanto colocava as roupas na cadeira.
Ri satisfeito, tirei a roupa e fiquei tão nu quanto ela. Tentei me levantar, mas ela me parou com um gesto da mão esquerda. Minha tia é canhota. Ela se ajoelhou e inclinou o tronco pra alcançar meu pau que apontava pro teto. Mamou de novo, mas com mais calma e entrega que da outra vez. Foi se virando sem parar de me fazer sexo oral e aos poucos a bunda dela foi ficando na minha frente. A buceta quente dela se arrastava pelo meu peito e logo tava quase no meu rosto. Nunca tinha visto uma buceta e um par de bundas tão perto da minha cara. Eram tão imponentes e provocantes, porque se tem uns atributos físicos que se destacam nela, são exatamente a bunda grande e os peitões. A buceta dela era realmente larga, e aí entendi o porquê daqueles comentários obscenos que eu ouvia sobre o sexo da minha tia: "Chavelita a mandona" ou "Chavelita a panochona" ou "Chavelita a conchona" e outros mais. É verdade que agora, com o sexo dela bem na minha cara, pude Verificar o quanto era amplo, generoso e abundante. Tudo cheirava forte. Cheirava a sexo de mulher. Era a fonte deliciosa dos aromas que impregnavam tantas calcinhas que eu tinha cheirado. Já tinha a racha aberta, avermelhada e úmida, e pude distinguir seu pequeno clitóris. Sua buceta parecia transpirar como um ser vivo independente. Ela a aproximou de mim depois, deitando seu corpo voluptuoso sobre o meu. Ela chupava meu pau e eu, ansioso, busquei pela primeira vez o mel da sua buceta. Provei. Passei a língua entre as dobras da sua vulva. Provei seus lábios maiores e depois seus lábios mais delicados, molhados e internos. Foi estranho e delicioso ao mesmo tempo. No começo, desagradável, pra ser sincero, mas à medida que eu cutucava com a língua a umidade daquelas carnes macias, o sabor que se formava nas minhas papilas foi ficando muito gostoso. Logo eu estava comendo a buceta dela com tanta naturalidade como se fosse a boca dela, e até me atrevia a dar passadas de língua, bem pontuais e insistentes, no cu dela. Ela dava pulos e a pele dela se arrepiava igual a um ouriço quando eu conseguia acertar o clitóris dela ou alguma região sensível do cu dela. Disciplinada, ela lambia meu pau, enfiava na boca e tirava, lambia pra cima e pra baixo, mordiscava de leve, depois enfiava e tirava com certa violência, balançando a cabeça, e eu só gozava e gozava. Eu tava no paraíso enquanto fazia festa com a boca na carne viva dela. Pensava em como minha tia era indecifrável pra mim. Uma hora dizia sim, outra hora dizia não. Acho que ela tava confusa, e isso explicava a atitude instável dela. Mas agora ela queria me ter, então eu devia esquecer tudo e aproveitar o corpo dela. A buceta dela eu senti gostosa e parecia ficar cada vez mais molhada, banhando de lubrificação toda a minha boca, que se enchia de grossura. Tinha que lutar pra tirar de vez em quando alguns pelos que soltavam e enroscavam na minha boca. Ela gemeu como se tivesse tido um orgasmo.
Ela se levantou por fim. com uma expressão de ansiedade e prazer nos olhos castanhos. Ela pegou meu pau com a mão e o guiou, esfregando a glande contra as dobras inchadas da buceta dela. Quando se sentiu segura de que tinha apontado certo, sentou-se de frente para mim, enfiando tudo e me dando uma sensação deliciosa de calor e maciez. Começou um sobe e desce cadenciado e lento que me deixou louco. A pelagem pubiana preta como carvão e espessa se misturava com a minha quando ela descia, os peitos grandes e agora mais definidos do que eu tinha visto ontem balançavam soltos de um lado para o outro. Ela estava muito gostosa, apesar da expressão de mulher que acabou de gozar ao se levantar. De repente, entre os gemidos abafados, ouvimos um barulho. Pelo visto, Manuel tinha acordado, mas ela não se alarmou, parecia ter tudo planejado. Me convidou a fazer silêncio absoluto com o gesto universal de colocar o dedo indicador na vertical, cruzado horizontalmente sobre os lábios. Ficou parada e totalmente penetrada, com o corpo um pouco inclinado para trás até se apoiar com as mãos nos meus tornozelos, enquanto eu sufocava meus gemidos contemplando os lindos peitos nus dela, a nudez dos quilos a mais e o triângulo de pelos que parecia engolir todo o meu pau. Ouvimos a voz do Manuel chamando na porta do quarto dela, depois escutamos ele andando por todos os cômodos, menos para onde estávamos; nunca passaria pela cabeça dele e, se passasse, o trinco trancado da porta faria ele descartar a possibilidade de pensar que alguém pudesse estar ali. Depois ouvimos ele chegar na cozinha e nos divertimos brincando de ladrões escondidos enquanto transávamos. Ríamos abafados da travessura. Depois ouvimos ele se afastar resignado, com certeza para o quarto dele. Ele teria concluído que, no momento, nem a mãe nem o primo estavam em casa.
Quando tivemos certeza de que Manuel tinha voltado para o quarto dele, ela continuou rebolando em cima de mim. Gozava tanto. Por momentos Subia e descia com uma sensualidade danada, às vezes acelerava e fazia movimentos curtos com uma agilidade incrível, mexendo a cintura pra frente e pra trás enquanto os peitões balançavam como pêndulos pesados. Depois de um tempo, cansou de ser ela quem comandava os movimentos. Banhada em suor, com o cabelo preso num coque meio bagunçado e sem dizer nada, desceu do meu corpo, se esticou de bruços bem do meu lado no espaço apertado que sobrava do colchonete surrado. Fiquei com as costas e a bunda dela toda pra mim. Fiquei olhando excitado enquanto sentia meu pau pulsar de tanto tesão, com vontade de meter de novo naquela caverna tão gostosa. Deitei por cima dela, beijando o pescoço e as costas suadas, e brincando, deslizei várias vezes meu pau molhado dos sucos dela pelo meio da bunda, roçando de leve no cu dela, fiz um pouco de pressão pra enfiar lá, achando que tinha permissão, mas ela me impediu.
Eu: "Não, Miguel, agora não… outro dia a gente faz por aí… hoje não… tá muito seco. Tem que lubrificar primeiro, senão arde. Outro dia eu te ensino." – ela falou como uma professora falando com o aluno mais querido.
Fiquei felizão em saber que minha tia não era contra sexo anal, era só esperar outra ocasião com as condições certas. Ela abriu mais as pernas e eu penetrei ela de novo pela buceta por trás, com minha pélvis esmagada contra a bunda grande dela, que parecia duas montanhas. Continuei ali, agitado, num movimento ritmado que pareceu dar um orgasmo profundo nela, mas ela conseguiu gozar sem fazer barulho. Terminei quase junto com ela e não tirei o pau até sentir o último espasmo e a última gota escorrer lá no fundo da buceta dela.
Eu: "Com certeza você faz muito gostoso. Não lembro de ter gozado tanto antes." – ela disse com uma cara de satisfeita, quase sem fôlego.
Eu: "Você também faz muito gostoso. tia" – respondi, puxando devagar da toca meu pau meio duro e ainda molhado do meu próprio gozo.
Eu: "Valeu" – ela disse, soltando um suspiro e com um gesto mostrando que tava exausta.
Depois de vários minutos parados e em silêncio, nos recuperando do excesso de prazer. Ela se levantou, se vestiu com cuidado e abriu a porta devagar, meio com medo. Saiu pra cozinha, deu uma olhada e voltou. Ficou parada na soleira da porta entreaberta e com a mão me fez sinal que já podia sair. Terminei de me vestir e saí suado do quarto abafado, sem esquecer de pegar o colchonete que tava molhado do nosso suor. Ela falou baixinho, quase no meu ouvido, pra eu ir pra rua e fingir que tava vindo de fora pra não levantar suspeitas. Ela foi pro quarto do Manuel, mas parece que encontrou ele dormindo de novo.
Enquanto preparávamos o café da manhã e com voz baixinha, conversamos longamente sobre o que tinha rolado. Dessa vez, como duas pessoas pensativas. Concordamos que não era certo o que a gente fazia, mas que era um jeito de liberar os prazeres acumulados. Prometemos manter aquilo em segredo e respeitar o fato de que não dava pra fingir ser um casal de verdade, além do afeto e do sexo eventual.
Eu: "Um dia você vai se apaixonar por alguma mina da sua idade e eu vou entender. Não se preocupa em esconder. Não quero que você seja meu marido agora. Tomara que isso aconteça logo"
Eu: "Te quero, tia"
Ela: "Eu também te quero, mas o nosso é impossível. Vamos ser só o que a gente é enquanto você morar aqui. Se eu conseguir um marido um dia, vou te avisar, e nem preciso dizer que vai ser o fim" – ela falou com determinação.
Eu: "Tá bem, tia, vou entender"
Ela: "É que uma mulher precisa... você sabe" – ela se justificou.
Eu: "Sei, tia. Vou estar pronto pra te satisfazer enquanto der. Entendo."
Ela: "Você é um safado... quem te vê com essa carinha de santo, ninguém imagina o atrevido e provocador que você é na cama – ela disse rindo.
Eu: "Tia, posso te perguntar uma coisa?"
Ela: "Sim, claro"
Eu: "Você deixou eu gozar dentro de você ontem e agora, como sabe que não vou te… que não vou te…?"
Ela: "Que não vou te engravidar?" – Ela me interrompeu, se adiantando a responder – "Ah… por causa do período. Minha menstruação terminou na quarta-feira, por isso sei que não tenho óvulos férteis. Podemos transar sem risco até a outra quarta-feira, depois já temos que tomar cuidado" – senti uma felicidade imensa com essa resposta, como se fosse uma consolidação absoluta, me dando o poder de fazer dela minha mulher sempre que desse vontade.
Consagramos essa relação estranha em silêncio e com absoluta discrição. Fui o garoto mais feliz do mundo por vários meses. Sentia que minha tia era minha e eu era dela. Fazíamos amor à nossa vontade, mas sempre tomando todo cuidado possível. Às vezes, ousadamente, fazíamos durante a semana, quando de madrugada, com sigilo, eu me enfiava no quarto dela antes do despertador tocar às cinco e quarenta e cinco, hora de acordar para o Manuel, meu primo. Nos períodos férteis, testamos pílulas anticoncepcionais, mas isso dava problemas de saúde nela, então fui obrigado a incluir na cesta de compras dos sábados um pacote de camisinhas, coisa que a gente não curtia muito.
No dia que completei dezoito anos, vivemos o único momento de risco real, mas por imprudência dela, mais do que qualquer outra coisa. Era uma quinta-feira, lembro, e ela tinha acordado até antes de mim. Me esperou na cozinha quase nua, só de uma calcinha fio-dental vermelha nova que comprou para me surpreender. Fiquei muito excitado ao vê-la ali. Peguei ela por trás, encostando meu corpo no dela e amassando com minhas mãos os peitos quentes dela. Me abaixei para tirar a calcinha com a boca e logo a deixei toda nua. Como um cachorrinho, comi a buceta dela por baixo. Me surpreendi com o quanto ela já estava excitada, porque os fluidos escorriam pelas coxas dela enquanto eu lambia e lambia. Ela se permitiu uns Gemidos meio altos e ela me pediu ansiosa pra eu penetrar ela. Ela se apoiou inclinada na bancada da cozinha, curvando o corpo e empinando a bunda pra me oferecer a buceta dela. Peguei ela por trás e só precisei abaixar um pouco minha calça de pijama. Meu pau entrou de uma vez só e logo aquele calor gostoso da buceta dela me envolveu num prazer delicioso. A Isabel se mexia, era ela quem fazia os movimentos. Eu fiquei de pé, parado, com as mãos na cintura dela. Ela rebolava pra frente e pra trás pra deslizar meu pau insistentemente dentro da buceta dela. A gente tava no auge do prazer quando, milagrosamente, apesar dos nossos gemidos, conseguimos ouvir o som da porta do quarto do Manuel se fechando. Estranhamos ele ter levantado tão cedo sem precisar esperar o despertador tocar insistentemente como de costume. Me desvencilhei rápido da Isabel com meu pau molhado e fervendo e, como pude, me enfiei no quartinho de serviço sem fazer barulho que denunciasse. Fechei a porta bem devagar. Por sorte, consegui me trancar, assustado e em silêncio, antes do Manuel me ver. A Isabel conseguiu só colocar a calcinha fio dental. Quando o Manuel encontrou a mãe quase nua na cozinha, ele se surpreendeu, apesar da inocência dele. Eu, atento e tremendo de susto, escutei a conversa.
M: "Mãe, bom di— mãe! — Por que você tá sem roupa?... o Miguelito pode te ver assim" — falou o menino, surpreso e com ingenuidade.
I: "Querido... é que... é que... o creme que eu coloquei pra ferver tava transbordando e eu tive que sair correndo do banheiro pra baixar a panela" — disse minha tia com a voz muito ofegante e num tom falso.
M: "Ah... e cadê o Miguelito?" — perguntou o menino, estranhando.
I: "Ele saiu pra... pra... correr... você sabe... que ele faz isso às vezes" — respondeu a Isabel, já um pouco mais controlada — "vai, Manuel, vai tomar banho, acho que já tá um pouco tarde" — falou com insistência.
M: "Ainda tô com frio e é muito cedo, mãe." — respondeu meu primo com a voz rouca.
I: "Vai, querido, entra no banho pra Vai se acostumando com a água fria. Assim você não vai mais tremer de frio igual faz todo dia." – insistiu minha tia, angustiada, falando alto pra eu ouvir.
Finalmente Manuel foi pro banheiro e, até eu não ouvir a água do chuveiro correndo, não tive coragem de sair. Quando abri a porta, vi que Isabel já tinha trazido minha roupa de correr e meu par de tênis pra eu vestir e fingir que vinha de fora, como se realmente tivesse trotando. Ela já tinha vestido o roupão. Ainda estava ofegante e meio assustada, mas zoava a situação toda. Levantou a barra do roupão e me mostrou como a calcinha dela estava molhada.
I: "Tô queimando de tesão por dentro."
Eu: "Idem." – falei resignado, me vestindo sem vontade, mas morrendo de vontade de terminar o que a gente tinha começado, sentindo a ereção voltar.
Insisti em continuar tudo, tentando agarrá-la com um gesto ousado pelas cintura, levantando a barra do roupão dela e puxando ela contra meu corpo, mas ela, esquiva e com medo, disse que era melhor a gente ter cuidado. Me deu um beijo e sussurrou "feliz aniversário" no meu ouvido. Lembrou que a partir daquele dia eu já era maior de idade e que devia me sentir um homem feito e direito. Naquele dia não deu pra transar. Tivemos que esperar até a madrugada do dia seguinte pra extravasar tudo sem freio no quarto dela.
Minha avó dizia: "O que a gente foge sempre acaba alcançando a gente", e foi bem assim. Passaram-se muitos meses e a gente continuou nessa relação incestuosa. Aprendemos a lidar com isso e levar como a coisa mais natural do mundo, sempre com muita prudência e juízo. Sempre com cuidado, mas quando faltavam só três meses pra eu terminar os estudos, aconteceu algo inesperado. Minha tia tinha tomado uns drinks com umas amigas. Isso era raro nela, porque sempre foi mais do tipo abstêmia. Chegou um pouco tarde e meio alterada naquele sábado à tarde, depois de... trabalhar. O Manuel tava com o pai dele e a França tinha acabado de ir embora depois de lavar e passar roupa.
Minha tia chegou com uma vontade de transar que não dava pra aguentar. Eu também tava a fim, apesar de estar com um pouco de sono. Na real, a gente tinha ficado umas semanas sem sexo porque ela teve uma cistite que deixou a buceta dela inflamada e forçou ela a fazer um tratamento que recomendava evitar relações íntimas, mas nessa época já tinha melhorado.
Quando ela entrou no apartamento e viu que a gente tava sozinho, me beijou na boca como sinal de que queria sexo. Nem fomos pro quarto, fechamos as cortinas da sala e fizemos amor sem pudor no sofá e no tapete. Senti uma delícia, ainda mais depois de quase três semanas sem nada. Gozei dentro dela, uma delícia, o primeiro orgasmo, e na segunda vez terminei exausto no cu dela, que era algo que ela adorava. Depois da euforia, a gente tomou banho, se vestiu e saiu pra comer. Tudo seguiu sem problemas até que duas semanas depois ela me soltou um comentário assustador:
Ela: "Miguel, minha menstruação não desceu"
Eu: "Não? – perguntei, apavorado
Ela: "Não"
Eu: "Tia, mas você me disse naquela vez que não tinha problema. Que ia menstruar no dia seguinte e que por isso a gente podia transar sem camisinha."
Ela: "Sim, eu sei, sou muito regulada, é estranho. Talvez tenha atrasado dessa vez. Não precisa se desesperar. Vamos esperar"
Mas depois de uma semana esperando, vendo que não menstruava, minha tia fez um exame e deu um positivo assustador. Ela tava grávida. Foi uma loucura. O acaso pregou uma peça na gente, porque estranhamente naquela vez o ciclo dela atrasou e a gente confiou nisso. Vieram os lamentos, as tensões, as culpas, as angústias e, por fim, a decisão terrível de abortar. Ela tomou uns comprimidos fortes que fizeram ela expulsar a criancinha ainda no começo. Aquilo me abalou pra caralho e marcou a minha vida e a dela. Também. Nunca deixei de apoiar e consolar ela, mas a gente não se sentia bem com o que a gente fez. Não encontramos outra saída pra aquela angústia, porque a gente concluiu que teria sido muito mais bizarro ela dar à luz um filho do próprio sobrinho. Viver com aquilo teria sido terrível. Só de sermos amantes já bastava pra gente se sentir preso a uma certa culpa, imagina carregar outro peso tão grande na consciência. A gente não transou de novo até o dia da minha formatura, quatro meses depois. E a gente fez com paixão, mas com todo cuidado do mundo.
I: "Bom, já tá na hora de deixar isso pra lá, Miguel"
Eu: "Sim, tia. Eu sei. Te amo e vou sentir sua falta"
I: "Também, mas é o melhor. Você pode ficar um mês enquanto arruma um trampo, senão é só procurar da cidade e, se precisar vir, essa sempre vai ser sua casa"
Eu: "Valeu, tia, obrigado por tudo e desculpa pelas merdas que te causei."
I: "Você não me causou nada. Foi uma experiência que não devia ter acontecido, mas aconteceu. Vamos só tentar viver com isso sem nos martirizar tanto. A gente se amou muito."
Fui pra cidade dois dias depois da formatura, não sem antes transar com a Isabel de madrugada com toda a emoção do mundo, sabendo que talvez fosse a última vez. Levei, no entanto, muitos currículos pra várias empresas. Nada aconteceu, mas depois de uns três meses de espera e entrevistas fracassadas, fui trabalhar numa cidade menor graças a uma recomendação muito boa de um professor que gostava de mim. A cidade ficava umas cinco horas de ônibus de lá. Comecei assim, muito empolgado, meu primeiro emprego numa empresa nova que tinha se instalado e me saí muito bem. Iniciei outra fase na minha vida que, por sorte, me afastou bastante da minha tia. Mas a gente mantinha contato por e-mails semanais. Só trocávamos saudações pra saber que ambos estavam bem. A gente se dava medo de dizer coisas além que pudessem mexer no vespeiro.
Mas as ausências duraram só seis meses, porque durante um treinamento de dois dias que precisei fazer na empresa bem na cidade onde minha tia mora, não me segurei na tentação e liguei pra ela convidando pra jantar. Pensei que não ia aceitar, mas não só ficou feliz e emocionada ao me ouvir, como apareceu toda arrumada e gostosa no hotel onde eu estava hospedado com mais dois colegas. Esses até fizeram uns comentários meio obscenos de mau gosto quando a viram chegar com um vestido azul meio curto e bem decotado, mostrando os peitões dela, porque nunca souberam que era minha tia até eu contar depois, e eles ficaram tão envergonhados que pediram desculpas, sem nunca suspeitar nem de longe o rolo amoroso que existia entre nós. Sentei então com ela separado, em outra mesa enquanto comíamos e vomitamos de novo a vontade de ficar juntos. Não precisamos discutir muito. Simplesmente, como se já tivéssemos combinado, fomos de táxi pra um motel nos arredores da cidade que ela mesma escolheu e nos detonamos num quartzão grande que tinha uma cama larga de colchão d'água e nas paredes vários espelhos. Agora a encontrei mais magra. Caímos de novo nos desejos proibidos. Eu já não era mais um menino, já tinha vinte anos completos e era independente. Ela já me tratava como um homem e não tanto como o sobrinho mimado. Depois de fazer o love várias vezes e com o cansaço batendo, ficamos pelados e em silêncio por umas horas. Eu passava a mão nos peitos dela e ela gemia e me beijava. Só quando viu que eram quase dez da noite é que ela reagiu, lembrando do filho que com certeza já devia estar esperando preocupado no apartamento da Marta, a vizinha. Ligou pra se acalmar e se desculpar, e então, com aquela vontade de dormir juntos, nos despedimos e, sem precisar falar, sabíamos que fazer o love seria questão de qualquer um de nós dois decidisse assim. Na verdade, já se passaram anos assim e não conseguimos parar, porque sempre um de nós acaba procurando o outro pra terminar na cama.
Já se passaram sete longos anos desde que tudo isso aconteceu e, apesar de centenas de promessas e pontos finais, não conseguimos superar. Agora eu tenho uma namorada na cidade onde moro. Me sinto muito feliz com ela e o relacionamento é normal e bem sólido. Estou com ela há mais de um ano e meio e não tenho do que reclamar da minha parceira até agora, mas ainda tenho aquele ponto escuro na minha vida. Ainda penso na minha tia Isabel, ainda a desejo, embora o tempo e a distância tenham conseguido amenizar isso um pouco, mas isso não quer dizer que já superamos. Talvez quando ela estiver mais velha e menos atraente eu consiga, mas por enquanto é muito difícil. Ela agora tem quarenta e um anos completos e já tem alguns fios de cabelo branco nos cabelos longos, mas continua linda e exuberante do meu jeito. Ela tem um companheiro há um ano e mora com ele, mas os e-mails que trocamos ainda são bem explícitos.
A última vez que a gente transou foi há três meses. Passei no apartamento dela pra visitar depois de voltar da cidade onde meus pais moram. Quando cheguei, encontrei ela sozinha umas cinco e meia da tarde. Ela tinha acabado de chegar do trabalho e meu primo Manuel, já grandinho, tinha saído pelo bairro. O marido dela agora só chegava às sete, então não perdemos tempo e ali na cozinha, sem nos despir muito, pra ficarmos preparados e não sermos pegos de surpresa, a gente foi devagar. Ela se ajoelhou decidida e ansiosa, tirou meu pau pra fora e colocou na boca de uma vez só, como se fosse o último pinto do mundo. Chupou devagar e quando ficou bem duro, ela se levantou apressada. Sentou na bancada com as pernas abertas e sem tirar a saia. A calcinha caiu no chão e eu apontei meu pau pra buceta fervendo dela. Não conseguia enfiar porque tava muito alto, então peguei Um livro grosso de uma enciclopédia que estava aberto na mesa da sala, fechei e, descalço, subi em cima dele. Fiquei na altura perfeita. A vulva dela agora estava depilada, do jeito que o marido atual gostava, como ela me explicou, e, sinceramente, achei atraente assim. Ela tirou os peitos depois de desabotoar os três primeiros botões da camisa e afastar o sutiã de tamanho grande. Me ofereceu aquele par de peitos tão suculentos que nunca deixei de sentir falta, para eu chupar enquanto meu pau arrombava dentro da buceta deliciosa dela. Ela estava tão excitada que, em menos tempo que o normal, teve um orgasmo intenso que abafou num gemido profundo, me obrigando a ficar parado. Me abraçou forte com os braços no pescoço e com as pernas em volta dos meus quadris como tenazes. Depois de alguns minutos, pude terminar e continuar metendo nela, apesar da sensibilidade na buceta irritada, mas ela aguentou um pouco pra eu gozar. Dessa vez não perguntei. Simplesmente tirei o meu membro ao sentir o prazer da ejaculação inevitável e vomitei todo o semen do mundo fora, sujando um pouco a saia dela, as coxas e parte da vulva. Respiramos fundo, sorrindo um para o outro, abraçados e nos beijando com ternura por termos sentido prazer depois de tanto tempo, e então ela foi ao banheiro se limpar. Nos despedimos com um beijo desesperado na porta do apartamento. Fui embora, mas antes encontrei meu primo lá embaixo, na porta do prédio. Ele já estava bem crescido e ofereci pra ele passar uns dias na minha casa.
Não vi mais minha tia desde aquela vez, mas escrevi pra ela dizendo o quanto a amo e a desejo. Ela corresponde do mesmo jeito e me diz o quanto me deseja, e que só espera uma oportunidade pra fazer amor. Agora somos amantes infiéis aos nossos parceiros. Não é algo do qual me orgulho, e realmente gostaria que não fosse assim, mas uma coisa é falar, outra bem diferente é colocar em prática. Dos nossos companheiros atuais, não falamos muito. Por puro tato e respeito. Ela evita ao máximo tocar no assunto da minha namorada, que mal conhece e com quem trocou algumas palavras, e eu também não faço muitas perguntas sobre o parceiro dela, com quem mal falei por telefone e vi em algumas reuniões de família. A gente se contenta em saber que estamos bem nesse sentido. Os dois, bem lá no fundo, sabemos que voltar a transar é só questão de esperar as circunstâncias se alinharem.
Bom, espero que tenham gostado e me desculpem pelo tamanho dessa história. Um abraço a todos e aguardo seus comentários. Valeu.
Na manhã de domingo, acordei cedo como de costume, sem saber o que fazer ou que atitude tomar. Ela, lá pelas nove da manhã, saiu do quarto vestindo o mesmo roupão do dia anterior, com o rosto inchado de tanto dormir.
Ela: "Como você está?"
Eu: "Bem, e você?"
Ela: "Mais tranquila agora" – disse ela, puxando o assunto que eu pensei que ela queria evitar.
Eu: "Que bom. Não tem motivo pra você não estar"
Ela: "Me perdoa se fui dura ontem depois de... bom... do que a gente fez... me entende, é tudo tão confuso"
Eu: "Eu sei, tia... eu sei"
Ela: "Me perdoa"
Eu: "Não tenho nada pra perdoar, você agiu certo" – falei sério
Ela: "Pensei um pouco e, sinceramente, você tem razão... tá tudo na cabeça... é tudo um tabu. Você é um homem e eu sou uma mulher, mesmo que eu seja uma tia mais velha e você um sobrinho adolescente, mas, sinceramente, ainda soa estranho pra mim e não quero justificar o que não deve ser"
Eu: "É assim, tia, simples assim"
Minha tia confessou que não se sentia bem, mas que já tínhamos passado de um limite que não devíamos ter cruzado e que, por isso, já era bobo se arrepender. Era inútil tentar esquecer tudo, ainda mais considerando que morávamos juntos e nos desejávamos como loucos. Ela falou como foi delicioso pra ela ter um homem de novo no corpo dela e que não conseguiu dormir direito, pensando e revivendo as milhares de sensações gostosas que teve enquanto a gente transava e as imagens do meu corpo pelado penetrando ela. Expressou o amor, admiração e também desejo por mim. Que nunca tinha imaginado aquilo e que, na verdade, nunca se sentiu atraída por garotos novos, mas que não sabia como eu tinha conseguido entrar na vida dela daquele jeito. Justificou isso dizendo que eu era um cara que definitivamente se comportava como um homem maduro e que essa combinação era muito atraente pra ela. Parecia resignada a aceitar. as coisas e continuar aproveitando elas como uma fase passageira da vida dela. Ela chegava a conclusões enquanto falava, como se olhasse pra dentro de si com muita tranquilidade e sanidade, mas com aceitação e sem tanto sentimento de culpa. Dava pra ver que ela tinha refletido sobre tudo isso durante a longa noite.
Eu: "Então, nessa mesma linha de pensamento, se eu fosse sua mãe, aconteceria do mesmo jeito? Não… não… Miguel… isso não me parece certo." – ela me disse de repente, com uma cara de desaprovação.
Eu: "Tia… pra mim também não… acho que com a mãe não é certo… isso já é… é… outra coisa diferente. Você não é minha mãe, é minha tia. Acho que essa parada de transar com a própria mãe já é muito bizarra, não sei te explicar, mas isso já não me parece desse mundo." – falei na maior naturalidade.
Ela: "Você gostou, né?" – ela me surpreendeu com a pergunta, que eu não peguei de cara.
Eu: "Do quê?" – perguntei, inocente.
Ela: "Daquilo ontem, bobinho… de me fazer amor" – ela sorriu pela primeira vez, me dando a entender que não queria mais ficar enrolando e se julgando tanto pelo que aconteceu.
Eu: "Adorei, tia… não parei de pensar nisso" – falei meio sem graça.
Ela: "Eu também não, Miguel, também não. E então, essa gordinha aqui não é nada mal, hein?" – ela dizia isso enquanto passava os olhos castanhos pelo próprio corpo.
Eu: "Não, pelo contrário… essa gordinha é muito… muito… gostosa." – falei brincando, mas depois mudei pro tom sério – "Tia, sério… você… gostou de verdade?" – ela riu com malícia ao ouvir.
Ela: "O que você acha? Tô aqui querendo te comer na hora." – ela falou com uma voz atrevida, provocante e bem baixinha no meu ouvido, e me pegou pela mão, me obrigando a levantar da cadeira e segui-la – "Manuel pode nos ouvir… não faz barulho."
Pra minha surpresa, ela me levou pro quartinho de serviço vazio ao lado da cozinha, onde só tinha uma cadeira velha, a mesa de passar roupa e um colchonete encostado num canto. Aí eu entendi que aquele gesto era um convite inesperado e inacreditável pra Transar de novo como uma forma de reivindicação. Eu nem acreditava naquela felicidade.
Soltou a ponta do colchonete que se abriu estendido no chão. Fechou a porta com o trinco e acendeu a luz amarelada. Fez tudo com determinação, como se já tivesse planejado. O quarto cheirava a mofo. Eu me deitei de barriga pra cima no colchonete pra deixar livre as intenções dela. De pé e de costas pra mim, ela se livrou do roupão e da roupa íntima com agilidade e um pouco de desespero. Tava decidida a transar de vez. Vi a bunda dela pela primeira vez. Era grande, meio caída e bem clara, a direita tinha uma pinta curiosa bem no meio. Aquele par de bundas era tão excitante e tremendamente provocante que me deu uma ereção potente na hora. Ela se virou e me pareceu imponente, totalmente nua ali como uma estátua enorme, eu vendo de baixo.
Eu: "Vai, o que cê tá esperando? Tira a roupa, ou vai me deixar na vontade?" – ela falou enquanto colocava as roupas na cadeira.
Ri satisfeito, tirei a roupa e fiquei tão nu quanto ela. Tentei me levantar, mas ela me parou com um gesto da mão esquerda. Minha tia é canhota. Ela se ajoelhou e inclinou o tronco pra alcançar meu pau que apontava pro teto. Mamou de novo, mas com mais calma e entrega que da outra vez. Foi se virando sem parar de me fazer sexo oral e aos poucos a bunda dela foi ficando na minha frente. A buceta quente dela se arrastava pelo meu peito e logo tava quase no meu rosto. Nunca tinha visto uma buceta e um par de bundas tão perto da minha cara. Eram tão imponentes e provocantes, porque se tem uns atributos físicos que se destacam nela, são exatamente a bunda grande e os peitões. A buceta dela era realmente larga, e aí entendi o porquê daqueles comentários obscenos que eu ouvia sobre o sexo da minha tia: "Chavelita a mandona" ou "Chavelita a panochona" ou "Chavelita a conchona" e outros mais. É verdade que agora, com o sexo dela bem na minha cara, pude Verificar o quanto era amplo, generoso e abundante. Tudo cheirava forte. Cheirava a sexo de mulher. Era a fonte deliciosa dos aromas que impregnavam tantas calcinhas que eu tinha cheirado. Já tinha a racha aberta, avermelhada e úmida, e pude distinguir seu pequeno clitóris. Sua buceta parecia transpirar como um ser vivo independente. Ela a aproximou de mim depois, deitando seu corpo voluptuoso sobre o meu. Ela chupava meu pau e eu, ansioso, busquei pela primeira vez o mel da sua buceta. Provei. Passei a língua entre as dobras da sua vulva. Provei seus lábios maiores e depois seus lábios mais delicados, molhados e internos. Foi estranho e delicioso ao mesmo tempo. No começo, desagradável, pra ser sincero, mas à medida que eu cutucava com a língua a umidade daquelas carnes macias, o sabor que se formava nas minhas papilas foi ficando muito gostoso. Logo eu estava comendo a buceta dela com tanta naturalidade como se fosse a boca dela, e até me atrevia a dar passadas de língua, bem pontuais e insistentes, no cu dela. Ela dava pulos e a pele dela se arrepiava igual a um ouriço quando eu conseguia acertar o clitóris dela ou alguma região sensível do cu dela. Disciplinada, ela lambia meu pau, enfiava na boca e tirava, lambia pra cima e pra baixo, mordiscava de leve, depois enfiava e tirava com certa violência, balançando a cabeça, e eu só gozava e gozava. Eu tava no paraíso enquanto fazia festa com a boca na carne viva dela. Pensava em como minha tia era indecifrável pra mim. Uma hora dizia sim, outra hora dizia não. Acho que ela tava confusa, e isso explicava a atitude instável dela. Mas agora ela queria me ter, então eu devia esquecer tudo e aproveitar o corpo dela. A buceta dela eu senti gostosa e parecia ficar cada vez mais molhada, banhando de lubrificação toda a minha boca, que se enchia de grossura. Tinha que lutar pra tirar de vez em quando alguns pelos que soltavam e enroscavam na minha boca. Ela gemeu como se tivesse tido um orgasmo.
Ela se levantou por fim. com uma expressão de ansiedade e prazer nos olhos castanhos. Ela pegou meu pau com a mão e o guiou, esfregando a glande contra as dobras inchadas da buceta dela. Quando se sentiu segura de que tinha apontado certo, sentou-se de frente para mim, enfiando tudo e me dando uma sensação deliciosa de calor e maciez. Começou um sobe e desce cadenciado e lento que me deixou louco. A pelagem pubiana preta como carvão e espessa se misturava com a minha quando ela descia, os peitos grandes e agora mais definidos do que eu tinha visto ontem balançavam soltos de um lado para o outro. Ela estava muito gostosa, apesar da expressão de mulher que acabou de gozar ao se levantar. De repente, entre os gemidos abafados, ouvimos um barulho. Pelo visto, Manuel tinha acordado, mas ela não se alarmou, parecia ter tudo planejado. Me convidou a fazer silêncio absoluto com o gesto universal de colocar o dedo indicador na vertical, cruzado horizontalmente sobre os lábios. Ficou parada e totalmente penetrada, com o corpo um pouco inclinado para trás até se apoiar com as mãos nos meus tornozelos, enquanto eu sufocava meus gemidos contemplando os lindos peitos nus dela, a nudez dos quilos a mais e o triângulo de pelos que parecia engolir todo o meu pau. Ouvimos a voz do Manuel chamando na porta do quarto dela, depois escutamos ele andando por todos os cômodos, menos para onde estávamos; nunca passaria pela cabeça dele e, se passasse, o trinco trancado da porta faria ele descartar a possibilidade de pensar que alguém pudesse estar ali. Depois ouvimos ele chegar na cozinha e nos divertimos brincando de ladrões escondidos enquanto transávamos. Ríamos abafados da travessura. Depois ouvimos ele se afastar resignado, com certeza para o quarto dele. Ele teria concluído que, no momento, nem a mãe nem o primo estavam em casa.
Quando tivemos certeza de que Manuel tinha voltado para o quarto dele, ela continuou rebolando em cima de mim. Gozava tanto. Por momentos Subia e descia com uma sensualidade danada, às vezes acelerava e fazia movimentos curtos com uma agilidade incrível, mexendo a cintura pra frente e pra trás enquanto os peitões balançavam como pêndulos pesados. Depois de um tempo, cansou de ser ela quem comandava os movimentos. Banhada em suor, com o cabelo preso num coque meio bagunçado e sem dizer nada, desceu do meu corpo, se esticou de bruços bem do meu lado no espaço apertado que sobrava do colchonete surrado. Fiquei com as costas e a bunda dela toda pra mim. Fiquei olhando excitado enquanto sentia meu pau pulsar de tanto tesão, com vontade de meter de novo naquela caverna tão gostosa. Deitei por cima dela, beijando o pescoço e as costas suadas, e brincando, deslizei várias vezes meu pau molhado dos sucos dela pelo meio da bunda, roçando de leve no cu dela, fiz um pouco de pressão pra enfiar lá, achando que tinha permissão, mas ela me impediu.
Eu: "Não, Miguel, agora não… outro dia a gente faz por aí… hoje não… tá muito seco. Tem que lubrificar primeiro, senão arde. Outro dia eu te ensino." – ela falou como uma professora falando com o aluno mais querido.
Fiquei felizão em saber que minha tia não era contra sexo anal, era só esperar outra ocasião com as condições certas. Ela abriu mais as pernas e eu penetrei ela de novo pela buceta por trás, com minha pélvis esmagada contra a bunda grande dela, que parecia duas montanhas. Continuei ali, agitado, num movimento ritmado que pareceu dar um orgasmo profundo nela, mas ela conseguiu gozar sem fazer barulho. Terminei quase junto com ela e não tirei o pau até sentir o último espasmo e a última gota escorrer lá no fundo da buceta dela.
Eu: "Com certeza você faz muito gostoso. Não lembro de ter gozado tanto antes." – ela disse com uma cara de satisfeita, quase sem fôlego.
Eu: "Você também faz muito gostoso. tia" – respondi, puxando devagar da toca meu pau meio duro e ainda molhado do meu próprio gozo.
Eu: "Valeu" – ela disse, soltando um suspiro e com um gesto mostrando que tava exausta.
Depois de vários minutos parados e em silêncio, nos recuperando do excesso de prazer. Ela se levantou, se vestiu com cuidado e abriu a porta devagar, meio com medo. Saiu pra cozinha, deu uma olhada e voltou. Ficou parada na soleira da porta entreaberta e com a mão me fez sinal que já podia sair. Terminei de me vestir e saí suado do quarto abafado, sem esquecer de pegar o colchonete que tava molhado do nosso suor. Ela falou baixinho, quase no meu ouvido, pra eu ir pra rua e fingir que tava vindo de fora pra não levantar suspeitas. Ela foi pro quarto do Manuel, mas parece que encontrou ele dormindo de novo.
Enquanto preparávamos o café da manhã e com voz baixinha, conversamos longamente sobre o que tinha rolado. Dessa vez, como duas pessoas pensativas. Concordamos que não era certo o que a gente fazia, mas que era um jeito de liberar os prazeres acumulados. Prometemos manter aquilo em segredo e respeitar o fato de que não dava pra fingir ser um casal de verdade, além do afeto e do sexo eventual.
Eu: "Um dia você vai se apaixonar por alguma mina da sua idade e eu vou entender. Não se preocupa em esconder. Não quero que você seja meu marido agora. Tomara que isso aconteça logo"
Eu: "Te quero, tia"
Ela: "Eu também te quero, mas o nosso é impossível. Vamos ser só o que a gente é enquanto você morar aqui. Se eu conseguir um marido um dia, vou te avisar, e nem preciso dizer que vai ser o fim" – ela falou com determinação.
Eu: "Tá bem, tia, vou entender"
Ela: "É que uma mulher precisa... você sabe" – ela se justificou.
Eu: "Sei, tia. Vou estar pronto pra te satisfazer enquanto der. Entendo."
Ela: "Você é um safado... quem te vê com essa carinha de santo, ninguém imagina o atrevido e provocador que você é na cama – ela disse rindo.
Eu: "Tia, posso te perguntar uma coisa?"
Ela: "Sim, claro"
Eu: "Você deixou eu gozar dentro de você ontem e agora, como sabe que não vou te… que não vou te…?"
Ela: "Que não vou te engravidar?" – Ela me interrompeu, se adiantando a responder – "Ah… por causa do período. Minha menstruação terminou na quarta-feira, por isso sei que não tenho óvulos férteis. Podemos transar sem risco até a outra quarta-feira, depois já temos que tomar cuidado" – senti uma felicidade imensa com essa resposta, como se fosse uma consolidação absoluta, me dando o poder de fazer dela minha mulher sempre que desse vontade.
Consagramos essa relação estranha em silêncio e com absoluta discrição. Fui o garoto mais feliz do mundo por vários meses. Sentia que minha tia era minha e eu era dela. Fazíamos amor à nossa vontade, mas sempre tomando todo cuidado possível. Às vezes, ousadamente, fazíamos durante a semana, quando de madrugada, com sigilo, eu me enfiava no quarto dela antes do despertador tocar às cinco e quarenta e cinco, hora de acordar para o Manuel, meu primo. Nos períodos férteis, testamos pílulas anticoncepcionais, mas isso dava problemas de saúde nela, então fui obrigado a incluir na cesta de compras dos sábados um pacote de camisinhas, coisa que a gente não curtia muito.
No dia que completei dezoito anos, vivemos o único momento de risco real, mas por imprudência dela, mais do que qualquer outra coisa. Era uma quinta-feira, lembro, e ela tinha acordado até antes de mim. Me esperou na cozinha quase nua, só de uma calcinha fio-dental vermelha nova que comprou para me surpreender. Fiquei muito excitado ao vê-la ali. Peguei ela por trás, encostando meu corpo no dela e amassando com minhas mãos os peitos quentes dela. Me abaixei para tirar a calcinha com a boca e logo a deixei toda nua. Como um cachorrinho, comi a buceta dela por baixo. Me surpreendi com o quanto ela já estava excitada, porque os fluidos escorriam pelas coxas dela enquanto eu lambia e lambia. Ela se permitiu uns Gemidos meio altos e ela me pediu ansiosa pra eu penetrar ela. Ela se apoiou inclinada na bancada da cozinha, curvando o corpo e empinando a bunda pra me oferecer a buceta dela. Peguei ela por trás e só precisei abaixar um pouco minha calça de pijama. Meu pau entrou de uma vez só e logo aquele calor gostoso da buceta dela me envolveu num prazer delicioso. A Isabel se mexia, era ela quem fazia os movimentos. Eu fiquei de pé, parado, com as mãos na cintura dela. Ela rebolava pra frente e pra trás pra deslizar meu pau insistentemente dentro da buceta dela. A gente tava no auge do prazer quando, milagrosamente, apesar dos nossos gemidos, conseguimos ouvir o som da porta do quarto do Manuel se fechando. Estranhamos ele ter levantado tão cedo sem precisar esperar o despertador tocar insistentemente como de costume. Me desvencilhei rápido da Isabel com meu pau molhado e fervendo e, como pude, me enfiei no quartinho de serviço sem fazer barulho que denunciasse. Fechei a porta bem devagar. Por sorte, consegui me trancar, assustado e em silêncio, antes do Manuel me ver. A Isabel conseguiu só colocar a calcinha fio dental. Quando o Manuel encontrou a mãe quase nua na cozinha, ele se surpreendeu, apesar da inocência dele. Eu, atento e tremendo de susto, escutei a conversa.
M: "Mãe, bom di— mãe! — Por que você tá sem roupa?... o Miguelito pode te ver assim" — falou o menino, surpreso e com ingenuidade.
I: "Querido... é que... é que... o creme que eu coloquei pra ferver tava transbordando e eu tive que sair correndo do banheiro pra baixar a panela" — disse minha tia com a voz muito ofegante e num tom falso.
M: "Ah... e cadê o Miguelito?" — perguntou o menino, estranhando.
I: "Ele saiu pra... pra... correr... você sabe... que ele faz isso às vezes" — respondeu a Isabel, já um pouco mais controlada — "vai, Manuel, vai tomar banho, acho que já tá um pouco tarde" — falou com insistência.
M: "Ainda tô com frio e é muito cedo, mãe." — respondeu meu primo com a voz rouca.
I: "Vai, querido, entra no banho pra Vai se acostumando com a água fria. Assim você não vai mais tremer de frio igual faz todo dia." – insistiu minha tia, angustiada, falando alto pra eu ouvir.
Finalmente Manuel foi pro banheiro e, até eu não ouvir a água do chuveiro correndo, não tive coragem de sair. Quando abri a porta, vi que Isabel já tinha trazido minha roupa de correr e meu par de tênis pra eu vestir e fingir que vinha de fora, como se realmente tivesse trotando. Ela já tinha vestido o roupão. Ainda estava ofegante e meio assustada, mas zoava a situação toda. Levantou a barra do roupão e me mostrou como a calcinha dela estava molhada.
I: "Tô queimando de tesão por dentro."
Eu: "Idem." – falei resignado, me vestindo sem vontade, mas morrendo de vontade de terminar o que a gente tinha começado, sentindo a ereção voltar.
Insisti em continuar tudo, tentando agarrá-la com um gesto ousado pelas cintura, levantando a barra do roupão dela e puxando ela contra meu corpo, mas ela, esquiva e com medo, disse que era melhor a gente ter cuidado. Me deu um beijo e sussurrou "feliz aniversário" no meu ouvido. Lembrou que a partir daquele dia eu já era maior de idade e que devia me sentir um homem feito e direito. Naquele dia não deu pra transar. Tivemos que esperar até a madrugada do dia seguinte pra extravasar tudo sem freio no quarto dela.
Minha avó dizia: "O que a gente foge sempre acaba alcançando a gente", e foi bem assim. Passaram-se muitos meses e a gente continuou nessa relação incestuosa. Aprendemos a lidar com isso e levar como a coisa mais natural do mundo, sempre com muita prudência e juízo. Sempre com cuidado, mas quando faltavam só três meses pra eu terminar os estudos, aconteceu algo inesperado. Minha tia tinha tomado uns drinks com umas amigas. Isso era raro nela, porque sempre foi mais do tipo abstêmia. Chegou um pouco tarde e meio alterada naquele sábado à tarde, depois de... trabalhar. O Manuel tava com o pai dele e a França tinha acabado de ir embora depois de lavar e passar roupa.
Minha tia chegou com uma vontade de transar que não dava pra aguentar. Eu também tava a fim, apesar de estar com um pouco de sono. Na real, a gente tinha ficado umas semanas sem sexo porque ela teve uma cistite que deixou a buceta dela inflamada e forçou ela a fazer um tratamento que recomendava evitar relações íntimas, mas nessa época já tinha melhorado.
Quando ela entrou no apartamento e viu que a gente tava sozinho, me beijou na boca como sinal de que queria sexo. Nem fomos pro quarto, fechamos as cortinas da sala e fizemos amor sem pudor no sofá e no tapete. Senti uma delícia, ainda mais depois de quase três semanas sem nada. Gozei dentro dela, uma delícia, o primeiro orgasmo, e na segunda vez terminei exausto no cu dela, que era algo que ela adorava. Depois da euforia, a gente tomou banho, se vestiu e saiu pra comer. Tudo seguiu sem problemas até que duas semanas depois ela me soltou um comentário assustador:
Ela: "Miguel, minha menstruação não desceu"
Eu: "Não? – perguntei, apavorado
Ela: "Não"
Eu: "Tia, mas você me disse naquela vez que não tinha problema. Que ia menstruar no dia seguinte e que por isso a gente podia transar sem camisinha."
Ela: "Sim, eu sei, sou muito regulada, é estranho. Talvez tenha atrasado dessa vez. Não precisa se desesperar. Vamos esperar"
Mas depois de uma semana esperando, vendo que não menstruava, minha tia fez um exame e deu um positivo assustador. Ela tava grávida. Foi uma loucura. O acaso pregou uma peça na gente, porque estranhamente naquela vez o ciclo dela atrasou e a gente confiou nisso. Vieram os lamentos, as tensões, as culpas, as angústias e, por fim, a decisão terrível de abortar. Ela tomou uns comprimidos fortes que fizeram ela expulsar a criancinha ainda no começo. Aquilo me abalou pra caralho e marcou a minha vida e a dela. Também. Nunca deixei de apoiar e consolar ela, mas a gente não se sentia bem com o que a gente fez. Não encontramos outra saída pra aquela angústia, porque a gente concluiu que teria sido muito mais bizarro ela dar à luz um filho do próprio sobrinho. Viver com aquilo teria sido terrível. Só de sermos amantes já bastava pra gente se sentir preso a uma certa culpa, imagina carregar outro peso tão grande na consciência. A gente não transou de novo até o dia da minha formatura, quatro meses depois. E a gente fez com paixão, mas com todo cuidado do mundo.
I: "Bom, já tá na hora de deixar isso pra lá, Miguel"
Eu: "Sim, tia. Eu sei. Te amo e vou sentir sua falta"
I: "Também, mas é o melhor. Você pode ficar um mês enquanto arruma um trampo, senão é só procurar da cidade e, se precisar vir, essa sempre vai ser sua casa"
Eu: "Valeu, tia, obrigado por tudo e desculpa pelas merdas que te causei."
I: "Você não me causou nada. Foi uma experiência que não devia ter acontecido, mas aconteceu. Vamos só tentar viver com isso sem nos martirizar tanto. A gente se amou muito."
Fui pra cidade dois dias depois da formatura, não sem antes transar com a Isabel de madrugada com toda a emoção do mundo, sabendo que talvez fosse a última vez. Levei, no entanto, muitos currículos pra várias empresas. Nada aconteceu, mas depois de uns três meses de espera e entrevistas fracassadas, fui trabalhar numa cidade menor graças a uma recomendação muito boa de um professor que gostava de mim. A cidade ficava umas cinco horas de ônibus de lá. Comecei assim, muito empolgado, meu primeiro emprego numa empresa nova que tinha se instalado e me saí muito bem. Iniciei outra fase na minha vida que, por sorte, me afastou bastante da minha tia. Mas a gente mantinha contato por e-mails semanais. Só trocávamos saudações pra saber que ambos estavam bem. A gente se dava medo de dizer coisas além que pudessem mexer no vespeiro.
Mas as ausências duraram só seis meses, porque durante um treinamento de dois dias que precisei fazer na empresa bem na cidade onde minha tia mora, não me segurei na tentação e liguei pra ela convidando pra jantar. Pensei que não ia aceitar, mas não só ficou feliz e emocionada ao me ouvir, como apareceu toda arrumada e gostosa no hotel onde eu estava hospedado com mais dois colegas. Esses até fizeram uns comentários meio obscenos de mau gosto quando a viram chegar com um vestido azul meio curto e bem decotado, mostrando os peitões dela, porque nunca souberam que era minha tia até eu contar depois, e eles ficaram tão envergonhados que pediram desculpas, sem nunca suspeitar nem de longe o rolo amoroso que existia entre nós. Sentei então com ela separado, em outra mesa enquanto comíamos e vomitamos de novo a vontade de ficar juntos. Não precisamos discutir muito. Simplesmente, como se já tivéssemos combinado, fomos de táxi pra um motel nos arredores da cidade que ela mesma escolheu e nos detonamos num quartzão grande que tinha uma cama larga de colchão d'água e nas paredes vários espelhos. Agora a encontrei mais magra. Caímos de novo nos desejos proibidos. Eu já não era mais um menino, já tinha vinte anos completos e era independente. Ela já me tratava como um homem e não tanto como o sobrinho mimado. Depois de fazer o love várias vezes e com o cansaço batendo, ficamos pelados e em silêncio por umas horas. Eu passava a mão nos peitos dela e ela gemia e me beijava. Só quando viu que eram quase dez da noite é que ela reagiu, lembrando do filho que com certeza já devia estar esperando preocupado no apartamento da Marta, a vizinha. Ligou pra se acalmar e se desculpar, e então, com aquela vontade de dormir juntos, nos despedimos e, sem precisar falar, sabíamos que fazer o love seria questão de qualquer um de nós dois decidisse assim. Na verdade, já se passaram anos assim e não conseguimos parar, porque sempre um de nós acaba procurando o outro pra terminar na cama.
Já se passaram sete longos anos desde que tudo isso aconteceu e, apesar de centenas de promessas e pontos finais, não conseguimos superar. Agora eu tenho uma namorada na cidade onde moro. Me sinto muito feliz com ela e o relacionamento é normal e bem sólido. Estou com ela há mais de um ano e meio e não tenho do que reclamar da minha parceira até agora, mas ainda tenho aquele ponto escuro na minha vida. Ainda penso na minha tia Isabel, ainda a desejo, embora o tempo e a distância tenham conseguido amenizar isso um pouco, mas isso não quer dizer que já superamos. Talvez quando ela estiver mais velha e menos atraente eu consiga, mas por enquanto é muito difícil. Ela agora tem quarenta e um anos completos e já tem alguns fios de cabelo branco nos cabelos longos, mas continua linda e exuberante do meu jeito. Ela tem um companheiro há um ano e mora com ele, mas os e-mails que trocamos ainda são bem explícitos.
A última vez que a gente transou foi há três meses. Passei no apartamento dela pra visitar depois de voltar da cidade onde meus pais moram. Quando cheguei, encontrei ela sozinha umas cinco e meia da tarde. Ela tinha acabado de chegar do trabalho e meu primo Manuel, já grandinho, tinha saído pelo bairro. O marido dela agora só chegava às sete, então não perdemos tempo e ali na cozinha, sem nos despir muito, pra ficarmos preparados e não sermos pegos de surpresa, a gente foi devagar. Ela se ajoelhou decidida e ansiosa, tirou meu pau pra fora e colocou na boca de uma vez só, como se fosse o último pinto do mundo. Chupou devagar e quando ficou bem duro, ela se levantou apressada. Sentou na bancada com as pernas abertas e sem tirar a saia. A calcinha caiu no chão e eu apontei meu pau pra buceta fervendo dela. Não conseguia enfiar porque tava muito alto, então peguei Um livro grosso de uma enciclopédia que estava aberto na mesa da sala, fechei e, descalço, subi em cima dele. Fiquei na altura perfeita. A vulva dela agora estava depilada, do jeito que o marido atual gostava, como ela me explicou, e, sinceramente, achei atraente assim. Ela tirou os peitos depois de desabotoar os três primeiros botões da camisa e afastar o sutiã de tamanho grande. Me ofereceu aquele par de peitos tão suculentos que nunca deixei de sentir falta, para eu chupar enquanto meu pau arrombava dentro da buceta deliciosa dela. Ela estava tão excitada que, em menos tempo que o normal, teve um orgasmo intenso que abafou num gemido profundo, me obrigando a ficar parado. Me abraçou forte com os braços no pescoço e com as pernas em volta dos meus quadris como tenazes. Depois de alguns minutos, pude terminar e continuar metendo nela, apesar da sensibilidade na buceta irritada, mas ela aguentou um pouco pra eu gozar. Dessa vez não perguntei. Simplesmente tirei o meu membro ao sentir o prazer da ejaculação inevitável e vomitei todo o semen do mundo fora, sujando um pouco a saia dela, as coxas e parte da vulva. Respiramos fundo, sorrindo um para o outro, abraçados e nos beijando com ternura por termos sentido prazer depois de tanto tempo, e então ela foi ao banheiro se limpar. Nos despedimos com um beijo desesperado na porta do apartamento. Fui embora, mas antes encontrei meu primo lá embaixo, na porta do prédio. Ele já estava bem crescido e ofereci pra ele passar uns dias na minha casa.
Não vi mais minha tia desde aquela vez, mas escrevi pra ela dizendo o quanto a amo e a desejo. Ela corresponde do mesmo jeito e me diz o quanto me deseja, e que só espera uma oportunidade pra fazer amor. Agora somos amantes infiéis aos nossos parceiros. Não é algo do qual me orgulho, e realmente gostaria que não fosse assim, mas uma coisa é falar, outra bem diferente é colocar em prática. Dos nossos companheiros atuais, não falamos muito. Por puro tato e respeito. Ela evita ao máximo tocar no assunto da minha namorada, que mal conhece e com quem trocou algumas palavras, e eu também não faço muitas perguntas sobre o parceiro dela, com quem mal falei por telefone e vi em algumas reuniões de família. A gente se contenta em saber que estamos bem nesse sentido. Os dois, bem lá no fundo, sabemos que voltar a transar é só questão de esperar as circunstâncias se alinharem.
Bom, espero que tenham gostado e me desculpem pelo tamanho dessa história. Um abraço a todos e aguardo seus comentários. Valeu.
13 comentários - Enamorado de mi tia ( Final)
Y ME TIENES AQUI LEYENDO TODA LA HISTORIA
AL PURO PEDO MAN
SIGUE ASI
CUIDATE
😳