25 contra 2 (suruba)

Esta história não é minha, mas baixei ela há muito tempo e queria compartilhar.

Lembro que tinha 20 anos, jogava futebol no clube da escola e naquele dia disputávamos a final pelo 3º ou 4º lugar (tínhamos perdido a chance de ganhar o primeiro), mas a ideia era se divertir o máximo possível... tínhamos combinado que, se ganhássemos, iríamos para minha casa comemorar na piscina por uma excelente campanha de futebol universitário.

Para o bem ou para o mal, ganhamos naquela manhã... para o bem ou para o mal, fomos para minha casa comemorar e, para o bem ou para o mal, não tinha ninguém...

As cervejas e o licor correram soltos, e a piscina estava cheia, com dois barris de cerveja flutuando, várias garrafas no fundo e uns 20 moleques, entre o time e a torcida, se banhando de shorts do uniforme e sungas os da torcida... tudo era felicidade! O troféu estava a 2 metros de profundidade no "mar" em algum lugar da piscina, e a música se ouvia no quarteirão inteiro...

O álcool já estava fazendo minha cabeça rodar, porque nunca fui um bom bebedor - como bom atleta - então nem percebi quando duas silhuetas pequenas apareceram no portão do jardim... lembro que um amigo chegou perto de mim e disse: "Bicho - é como me chamam - acho que sua irmã e a amiga dela acabaram de chegar..." senti o sangue gelar, porque, embora seja minha irmã mais nova, de 17 anos, sei que ela tem uma grande preferência da minha mãe; então larguei minha cerveja e me aproximei cambaleando dela...

-Ei, Sofia, é minha festa - falei, puxando ela para um canto para que não visse os convidados nada sutis se comportando como animais no cio - ganhamos o terceiro lugar da liga! Não vai me parabenizar, irmãzinha?

-Parabéns, Bicho, mas tenho pena de você quando papai e mamãe chegarem da viagem depois de amanhã, porque isso vai ser o seu fim... você deixou a casa uma zona...

-Eles não precisam saber se você não quiser - tentei convencê-la.

-Vim com a Julieta para estudar para uma prova, mas os gritos e a música não deixam... Pega uns refrigerante pro teu quarto e vai ver MTV... elas vão embora logo...
—Talvez... —ela se virou e, pegando Julieta pela mão, saíram do jardim... suspirei entre aliviado e pensando no que me esperava, porque sabia que ela ia contar tudo... o melhor era voltar pra festa e tentar curtir o máximo possível.

Passou uma hora de diversão louca, piadas, aquelas anedotas sexuais típicas entre os jovens. Foi quando um amigo chegou perto de novo e falou: “Bicho, sua irmã e a amiga dela tão aqui de novo... mas...” esse “mas” não me agradou nada, minha cabeça tava a mil e meu foco já era uma bagunça. Virei e vi minha irmã mais nova abrindo caminho entre os 20 caras, enfiada no biquíni laranja dela, seguida pela amiga num biquíni de duas peças da minha irmã, as duas completamente bêbadas!

—Infelizmente, bicho —ela disse, arrastando as palavras— só tinha cerveja na geladeira... então decidimos vir pra festa...

Todo mundo gritou animado e eu só consegui aceitar os tapas que davam nos meus ombros com um sorriso...

—Pô, que bom... pode entrar —limpei a garganta o melhor que pude e gritei— Ei, bêbados... essa de biquíni laranja é minha irmã Sofia, ouviram? Minha irmã, cuidado com isso... e essa é a amiga dela, Julieta... cuidado com isso também, seus tarados...

Isso só serviu pra arrancar mil gargalhadas e comentários baixinhos cheios de putaria... enfim, eu só queria achar a porra do troféu e levar pro meu quarto...

—Bom, então se divirtam...

A música subiu de novo e as cervejas voltaram a rolar... aí minha cabeça travou e meus olhos grudaram no biquíni de duas peças e no corpo gostoso que o preenchia... de cara dava pra ver que o biquíni era um número menor do que Julieta precisava e que ela tinha vestido bêbada, porque as alças estavam enroladas várias vezes nos ombros e o biquíni na altura do quadril tava todo desnivelado...

O espetáculo era lindo... os peitos pareciam gritar que soltem elas daí, apertadas e vazando pra fora do sutiã... a fio dental era um sonho; a bunda dela explodia presa ali e o melhor de tudo era que o maiô era tão pequeno (minha irmã tem um corpo magro, torneado mas magro) que a buceta se desenhava perfeitinha e, diante da obviedade de que não tinham se preparado pra um mergulho na piscina, a moita de pelos transbordava pros lados do maiô azul... todo mundo via a mesma coisa, aqueles pelos castanho-escuros estavam enlouquecendo o time, mas eu só tinha olhos pra Julieta, nos seus meros 17 anos...

—Vou comer ela —falei pro parceiro mais próximo...

—Você também? —ele respondeu sorrindo e sem tirar os olhos dela... nós dois rimos...

Fizemos uma roda entre as garrafas e começamos um jogo idiota de ações e castigos... obviamente todo mundo topou a palhaçada do jogo a pedido da Julieta e da minha irmã, que eu já queria que fosse dormir pra poder ficar com a amiga dela... Os castigos iam desde tomar uma cerveja inteira de uma vez, fazer papel de viado e outras merdas dessas pros homens que perdiam... mas todo mundo participou das besteiras na esperança de que a Julieta levasse algum castigo...

Eu tive que dançar lambada com outro cara antes dela pegar um castigo. Mas finalmente chegou a vez dela...

—Qual castigo? Qual castigo?

Todo mundo pensou a 1000 km/h em busca do melhor castigo. Só tinha uma chance e se pedíssemos alguma bobagem nunca mais teríamos outra oportunidade... finalmente alguém sussurrou:

—Faz um table dance, um strip tease...

Todo mundo ficou chocado... todo mundo olhou pra ela parada ali com a cara atônita pelo comentário, mas ninguém falou nada... um puritano disse “não, pede outra coisa...” outro calou ele e voltaram a murmurar “faz um table dance...” Continuamos chocados, olhei pra minha irmã e ela olhou pra todos nós. Não dava pra saber o que passava pela cabeça dela, mas o que passou pela minha foi “Mãe, o bicho mandou a Julieta dançar pelada pra ele...”, eu era homem morto... e nisso a garota dentro do círculo de mais de 20 jovens disse, ceceando:
—Tá bem...
Por alguns segundos, todo mundo engoliu seco, mas não podíamos estar todos errados... ouvimos claramente... ela disse que sim!
A música não era a ideal, mas foda-se, o show ia começar...
Julieta estava dando a primeira volta e acariciava nossos cabelos, bagunçando eles e passando o dedo indicador pelos nossos ombros... acho que em algum lugar ela tinha visto como fazer aquilo, mas isso era algo que eu pensava em perguntar pra ela depois, por conta própria. Então a galera pediu que ela fosse pro centro, entre vaias, fósforos e isqueiros acesos. No centro, começou a parte boa, longe do alcance de algum braço ousado...
Ela se agachou com as pernas juntas e, com as mãos, levantou os peitos dentro do sutiã... por um momento, desejei que eles pulassem pra fora, depois ela sorriu e abriu as pernas... o círculo inteiro se aglomerou na frente dela pra poder ver aquela buceta apertada, com os pelos escuros saindo pelos lados, ela riu e passou a mão na ppk, todo mundo gritou de alegria... ela não aguentou a risada e se levantou, dizendo que até ali ia. Mas o público tava muito excitado e queria mais, então empurramos ela de volta pro centro e deixamos claro que no table dance tinha que ficar pelada... ela disse que não, mas com a insistência, ela falou que sim —“tá bom, seus cuzões... aqui vai”— voltando pro centro, cambaleando... com aplausos, pegamos o ritmo e ela se balançava junto com esses aplausos... ela se aproximou de um de nós e cruzou uma perna na cintura dele, ficando com uma perna de cada lado; subiu e desceu, aproximando os peitos do rosto dele, mas evitando ser tocada... Depois, pra minha sorte, ela se aproximou de mim na mesma posição, só que dessa vez eu ia tentar algo a mais... levantei uma mão e coloquei nos quadris dela... achei que ela fosse tirar, mas não fez, então comecei a acariciar as pernas da Julieta. A pele dela Era macia como seda e as pernas dela eram duras como granito... parecia que tava gostando! Foi aí que decidi ir com tudo; quando ela tava sentada no meu colo, peguei ela pela cintura e puxei pra perto... agarrei os lábios dela e minha língua foi procurar dentro da boca dela. Eu aceitaria o tapa, então fechei os olhos esperando; mas em vez disso, senti os lábios dela se enroscarem no meu pescoço e a língua dela brincando com a minha... tava tudo dito, meu pau acordou mais do que nunca e senti ela colada na buceta quente dela... minhas mãos foram pra frente e pegaram nos peitões dela, duros e enormes... "se minha irmã vai me dedurar, que seja com motivo"... Julieta jogou a cabeça pra trás e me ofereceu os peitos... olhei pros meus amigos que estavam de olhos arregalados, mudos, até que um falou: "vai, cara, come ela!" Procurei o fecho do sutiã nas costas e mal precisei tocar pra ele soltar. Os peitos de Julieta pularam pra cima, mostrando como os bicos dela estavam durinhos e os peitos firmes... minha boca devorou um bico e apertei entre os dentes, minha outra mão amassou o outro e fiz ela gemer. Ela apertava minha cabeça contra os peitos dela e gemia cada vez mais... aí pensei em meter um dedo na bocetinha dela, que tava apertada contra meu pau inchado... minha mão desceu pro meio das pernas dela e de repente senti outra mão ali, esfregando com força o grelinho de Julieta! Olhei por cima dos ombros dela e vi o Roberto de joelhos, mordendo a bunda dela, afastando a fio dental e lambendo as belas nádegas dela... o mais impressionante foi ver uns 20 caras se aproximando, excitados, largando as cervejas... já não dava mais pra parar o que tava rolando, eu tinha começado e já não conseguia controlar eles...

— Tô apaixonada por você, bicho — Julieta falou no meu ouvido, bêbada mas meiga...

— Espero que você goste deles também... — falei sorrindo.

Ela virou e um gritinho escapou, mas não parou de esfregar a bocetinha no meu pau, talvez porque o Roberto continuasse esfregando com força. A cerveja e o quanto ela tava gostosa fizeram eu aceitar o que vinha... Duas seguraram ela pelos braços e ela parecia cooperar; o sutiã caiu no chão... ofereceram mais uma cerveja e forçaram ela a tomar tudo de uma vez. Os pés dela enroscaram e ela quase caiu, mas duas seguraram ela... Outro dos meus amigos tentava desfazer o nó da tanga no quadril dela, e no meio da bebedeira ela afastou a mão dele e ela mesma desabotoou o biquíni, que caiu no chão também... a visão dela tava embaçada e já não focava em lugar nenhum, só se mexia pra onde puxavam ela e aquilo era entre constrangedor e excitante... Levaram ela até uma mesa. Vários deles chupavam os peitos dela no caminho ou apertavam a bunda... vi vários shorts do uniforme no chão e a coisa já me preocupou... outras cuecas de homem ficavam pelo caminho... Cheguei perto com o pau duro mas angustiado... ela tava cercada por uns 15 deles e um atrás dela forçava ela a se inclinar; outro se abaixou e dobrou os joelhos dela pra fora pra ela cair sobre eles... deixaram ela de joelhos e como mágica 15 ou mais paus dispararam no rosto meio perdido dela pelo álcool... ela sorriu; aproximaram um par dos lábios dela e esfregaram na bochecha e nos lábios; outro segurava a cabeça dela... então ela tentou falar algo e um pauzão atravessou a garganta dela e de lá não sairia até ela chupar todos... imagino que ela já não pensava e tudo ficava no instinto... então começou a chupar aquele picaço como se fosse um pirulito, de cima pra baixo, mostrando a língua e deixando escorrer toda a saliva que não conseguia engolir... “eu vou, eu vou” gritavam e uma fila começou a se formar. Um novo passava e o que saía segurava a cabeça de Julieta... ela chupava com certo frenesi cada pau, lambia, lubrificava com saliva e voltava a chupar cada cabeça... contar era idiota, mas eram mais de 20 caralhos, dois times de futebol, quase, quase!!! -Chupa minhas bolas, amor. Falou um Miguel, levantando o pau e deixando as bolas balançarem...
A garota pegou elas com uma mão e começou a lamber...
— Devagar, devagar...
Ela concordou com a cabeça e lambeu com carinho... enfiou um ovo na boca e tirou ele escorrendo de saliva. Depois Miguel abaixou o pinto e fez ela chupar tudo. Ela mamou ele, indiferente, já alcoolizada. Aí um deles se jogou no chão e meteu a cabeça entre as pernas da Julieta, fazendo ela descer até sentar na cara dele... ele começou a lamber ela com barulho e em segundos ela ficou dura, com os olhos virados... arqueou o corpo, mas cinco paus esperavam perto da cara dela... ela começou a mamar eles que nem louca, um por um, usando as mãos e masturbando aqueles negões... ela gemia, mas mal conseguia respirar porque a boca dela tava cheia de carne dura e quente...
Um jato de cerveja molhou os peitos dela, e o gelado do líquido deixou os bicos duros... dois atacaram cada teta, enquanto novos paus entravam na boca dela... assim até que pegaram ela pelos ombros e levantaram ela dali...
Trouxeram a mesa e, colocando ela de frente, dobraram a cintura dela, deitando ela de bruços mas em pé. Isso deixou a bunda dela no ar... dois subiram na mesa e, de joelhos, entregaram os paus pra Julieta continuar mamando... ela concordou com a cabeça, como se pensasse “se eu chupar eles, vão me deixar em paz...” então mamou cada um que subia na mesa...
Outra fila se formou atrás dela. O primeiro abriu as pernas dela e eu pude ver um dos maiores paus da festa... ele enterrou de uma só vez na bocetinha dela, sem evitar machucar, sem lubrificar direito, então Julieta se levantou, mas não conseguiu falar, só virou pra ver o que tava rolando atrás quando pegaram ela pela cabeça e puxaram pra novos paus na mesa... ela tentava se soltar, mas mamava um por um os 4 paus que tavam na frente, enquanto o do pau gigante bombava ela sem parar... Força e sem respeito... a pica entrava e saía rapidinho e quando trocaram de turno, tiraram ela seca... Julieta ainda não tava molhada e já tavam partindo ela no meio...
— Não tá molhada — falei.
O próximo que vinha me ouviu e, pegando o resto de uma cerveja, derramou nas nádegas dela. Na bunda linda e chegando na buceta dela... os pelos grossos brilharam de cerveja, aí ele se molhou um pouco na pica e enterrou até o fundo... era uma fodida de 20 sem respeito pela mina...
— Melhor você se formar, bicho — me falaram, pegando meu braço e me colocando quase na frente da Booty...
As risadas aumentavam e cobriam os gemidos de Julieta, todo mundo passava e enterrava na bucetinha de 17 anos dela as piconas duras e quentes... aí chegou minha vez...
— Julieta... acho que sou eu — falei meio sem graça. Então ela me olhou com o olhar perdido, chorosa, mas acho que me reconhecendo... aí ela abriu as pernas e com as mãos separou as nádegas duras, me oferecendo aquele queijinho, molhado e com cerveja... Isso acabou com qualquer vergonha e eu não me segurei pra aproveitar aquilo... que se dane, vamos dar uma boa fodida na mina da festa...
Sem delicadeza, enterrei minha pica até o fundo e curti pra caralho... ela, pela primeira vez, mexia os quadris e levantava a bunda... começou a chupar as picas dos novos em cima da mesa, só que agora curtindo elas, masturbando e beijando os 8 ovos da frente...
Bombeei uma vez e outra, mais fundo, fazendo brotar gotas de cerveja e sucos daquela buceta que me apertava com força... até que uma mão tocou meu ombro: “vou eu, mano”, e eu saí de lado... agora pra mesa!!! Subi na mesa e fiquei no centro; mais três estavam comigo, mas Julieta, ao me ver, se aproximou da minha pica e começou a chupar como nunca, a língua dela viajava por ela toda e os dedos brincavam com minhas bolas... peguei ela pela nuca e indiquei a velocidade que queria; ela começou a me mamar rapidinho, soltando gemidos de esforço cada vez que subia e pegava ar... —Agora, lambe minhas bolas —falei, já sem vergonha. Ela esticou a língua e a saliva escorreu dos lábios dela. Pegou na minha sacola de bolas e chupou de mansinho, a língua dela passando por cada uma, e onde passava deixava um rastro de cuspe entre meus pelos... Pensei em me formar de novo e calculei quantos tinham na Booty... 5 na Booty e nós 4 na mesa, show! Não eram muitos, então me formei de novo... mas quando cheguei no final da Booty, vi que pegaram ela pela cintura e mudaram de posição... agora deitaram ela de costas, na beirada da mesa... e todo mundo se ajeitou de novo. Dois dos lados da cara dela ofereciam os paus, que ela engolia sem perceber o que tava rolando; mais dois chupavam os peitos dela e guiavam as mãos dela pra bater uma pra eles enquanto lambiam os bicos; e o resto de nós tava na Booty, passando de turno e enterrando nossas picas na bucetinha dela... ela gemia cada vez mais, e botaram cerveja de novo no queijinho dela... Faltavam dois antes de eu passar de novo, e meu pau tava inchado e quente... Aí mexeram ela de novo dali... um pegou ela pelos ombros e virou ela pra ele. Ele deitou na mesa e fez ela sentar no pau dele, ela gritou mas não teve jeito, três paus engasgaram ela e ela só conseguia mamar sem parar... Outro pegou ela pelos ombros e subia e descia ela no pau que atravessava a buceta que escorria... “Porra —pensei— assim vai ser mais difícil a troca.” Mas o que tava segurando ela pelos ombros empurrou ela pra frente, fazendo o que tava embaixo abraçar ela com força... “não solta ela, não solta ela!” e o que tava de pé se inclinou... pude ver o pau dele... era aquele com o pau descomunal, com o pau maior! Ele se abaixou mais e aproximou a cabeça do membro do cuzinho rosado que tremia com a bombada do cara de baixo... Julieta sentiu aquilo no cu e se virou com os olhos arregalados, saliva escorrendo da boca dela e Dentes trincados...
-N-não... só não... -o olhar dela estava apavorado, mas não conseguia encarar o rosto do homem que se ajeitava por trás, só olhava pro vazio, como se desse um aviso ou pedido pra todo mundo, mas pra ninguém ao mesmo tempo... ninguém ligou...

Meu amigo Julián segurou ela pela cintura e o cara de baixo apertou ela contra si, fazendo a bunda da Julieta levantar mais. Aí ele empurrou no buraco, todo mundo paralisou e deu pra ver a cabeça do pau dele se deformando com a pressão e o cu apertado... parecia que nunca ia entrar, mas de repente as dobras começaram a ceder e a cabeçona vermelha começou a abrir caminho pelo cu da Julieta...

Ela tava com a garganta cheia de carne, mas abrindo os lábios conseguiu soltar algo parecido com um grito, os olhos dela se arregalaram e cuspindo a rola da boca enterrou a cara no ombro do filho da puta que segurava ela pela cintura, não dava pra escapar daquele abraço e ela sabia...

A cabeça da rola do Julián tava pela metade lá dentro e dava pra ver como puxava as nádegas pra dentro, elas se deformavam e ficavam brancas onde a pele esticava demais... todo mundo gritava “fundo, fundo no cu; fundo, fundo no cu” e a Julieta gritava abafada pelo abraço... as dobras do cu ainda não cediam e não deixavam a arma passar, e o pior é que a rola tava seca igual o cu dela; isso deve doer pra caralho, mas já era tarde pra cerveja... meu pau inchou como nunca, a imagem da sodomia de uma mina de 17 anos por 20 caras era demais...

Finalmente a Julieta cooperou pelo próprio bem e relaxou o esfíncter, e a cabeça vermelha foi engolida... os três em cima da mesa na frente levantaram a cara da Julieta e encostaram os paus nos lábios e bochechas dela... ela, confusa, só conseguia dar umas lambidas nos troncos e cabeças... um acertou de meter na garganta e ela começou a mamar de novo... Julián começou a meter cada centímetro da rola dele no cu de 17 anos, cada veia, cada pedaço de carne Naquele estojo de 17 anos, virgem pelo menos do cu...
Julieta gemia, lambia e acho que chorava de dor... eram quase 25 cm de carne que estavam se cravando no cu dela e com certeza a partindo até o estômago... minha pica pulou até o umbigo...
Julião empurrou sem respeito o ferro dele e em duas estocadas já tinha a Julieta com o pau dele enfiado até a base no cu dela; então o de baixo soltou ela, e começaram as bombadas rápidas e sem lubrificação naquele buraco... as dobras do cu afundavam quando ele empurrava pra dentro e esticavam pra fora quando ele tirava só a metade pra enterrar de novo... comeu ela igual um cachorro, partiu ela até o cu ficar vermelho e as marcas das mãos dele nas nádegas dela ficaram gravadas em vermelho claro... depois ele tirou tudo e Julieta gritou de novo quando a cabeçona saiu igual uma rolha...
Ela soluçava quando outro ocupou o lugar do Julião e enterrou a rola no cu rosado dela, mesmo que já estivesse com a largura da rola anterior... o novo cara comeu igual um louco, bombando o cu rapidinho. O de baixo se mexia igual, mas pediram pra eles trocarem...
Outros ocuparam os lugares, um embaixo e outro metendo pelo cu; ao mesmo tempo, três ou quatro ficavam de pé na mesa e ofereciam as rolas pra boca da Julieta, que mamava automaticamente... os olhos dela já estavam brancos...
Chegou minha vez e subi com meu pau duro... lembrei do bom tratamento que ela tinha me dado momentos antes e decidi falar que era eu:
— Sou eu, Julieta... bicho.
Ela me olhou, ou tentou. Com a boca cheia de uma rola molhada, me ofereceu o cu separando as nádegas. Meus parças aplaudiram e me empurraram pra frente... coloquei meu pau na porta do cu e foi ela que se jogou pra trás. Minha cabeça demorou pra entrar, mas a carne cedeu e comecei a comer ela pelo cu como nunca tinha feito. Sentia a beirada do cu apertando o tronco do meu pau e os gemidos dela soaram mais doces... então um dos que estavam na frente gemeu. Um jato de porra voou pra boca da Julieta. que engoliu sem saber o que era, outros mais voaram sobre seus cabelos, olhos e bochechas, banhando ela por completo... o que tinha gozado enfiou a pica na boca dela e obrigou ela a chupar até a última gota... depois desceu da mesa, um a menos... outro dos da mesa pediu pra ela chupar ele por baixo e assim ela fez, com o rosto escorrendo de porra mas sem se importar mais... então ele gemeu igual, mas manteve a pica até a metade dentro da boca de Julieta... então as bochechas dela incharam cada vez mais enquanto ele gemia igual um louco e segurava ela no ferro dele... ela não conseguiu evitar que longos fios de porra escorressem dos lábios dela, e começou a engolir devagar... todo o sêmen do moleque, até que conseguiu abrir a boca pra outra rola sem ter nada dentro... mamou a seguinte...
Eu comia igual um louco aquele cu, vendo como era elástico e como apertava mais que queijo... não queria gozar, então saí de lá...
— Tragam ela pra cá embaixo! — gritou um e todos dissemos que sim...
Carregaram ela e já tinha outro de costas no chão... dessa vez abriram as pernas dela e desceram ela devagar sobre a rola que estava debaixo do cu dela... baixaram ela e começou a enterrar o pau na bunda dela, ela negou com a cabeça mas já estava toda dentro. Agora empurraram ela pra trás, abrindo as pernas dela e deixando ver a buceta rosada... a fila se formou de novo e passamos a comer igual bestas aquela menina de 17 anos...
— Tá uma delícia, caralho... uma delícia... e ela adora...
Vários paus esperavam a boca dela e segurando pelas mãos indicavam pra ela masturbar outros dois...
— Sim — falei — só espero que minha irmã...
UM RAIO PASSOU PELA MINHA MENTE... minha irmã, a amiga dela, ERA HOMEM MORTO!!! Virei de repente procurando minha irmã e buscando as palavras pra explicar a orgia que tava rolando no jardim; todos enfiando na amiga dela... Deus, iam me esfolar vivo!!! Procurei a Sofia e não vi ela onde tinha deixado e então foi que contei De novo todo mundo que tava comendo a Julieta... umas 10 pessoas! Cadê o resto?
- Ah, não, ah, não! - gritei correndo quando vi um segundo grupo de caras pelados no outro lado da piscina - Ah, não, ah, não!!!

Quando cheguei lá, a primeira coisa que gritaram foi "na Booty, na Booty, guey!" Aí a primeira coisa que vi foi minha irmã sentada numa piroca venosa na buceta enquanto chupava com raiva quatro paus e meu parceiro com a piroca gigante se posicionava atrás, mirando no cu dela...

Aí eu não fiz mais nada pra evitar... simplesmente já não dava mais pra evitar, e - o mais importante - a Sofia não ia falar nada pros meus pais... eu parei e meus amigos reagiram, ficando frios... sussurros de "já era, guey, é a irmã do bicho..." se ouviram. O cara da pirocona me encarou pálido...

- Na Booty! - gritei sorrindo.

Então aquele pauzão começou a se abrir caminho no cu da minha irmã... ela gritou e balançou os dedos indicadores dizendo que não, já que a boca dela tava cheia de carne... mas o de trás não parou e começou a enterrar o membro no cu da Sofia; a cabeça se deformou de novo, mas rapidamente entrou de uma vez... e com um único empurrão meteu até a base... 25 cm dentro do cu da minha irmã, o que fez ela se curvar pra receber melhor...

- Ah, bicho... seus amigos tão rasgando meu cu... tão me comendo pelo cu, bicho...
- Quer que eu pare eles?
- N-não... isso n-não... só não conta pra... mamãe... ahhhh... ohhhh...

E começaram a bombar ela por todos os lados; o de baixo se mexia e o de trás fodia ela pelo cu... ela enfiava duas cabeças na boca e masturbava outros dois com as mãos...

Finalmente o de trás saiu, deixando o cu da minha irmã redondo, vermelho e suado... "você vai, você vai..." me falaram me empurrando... eu não entendia o que tava rolando, mas minha pica tava rugindo de tão inchada... diabos, que diferença faz? A cerveja era um bom pretexto... então me posicionei atrás da Sofia mas parei quando ela Ela me olhou, meio chapada e babando pela boca... mas não disse nada e voltou pro boquete foda que tava dando nos meus amigos... então enfiei a cabeça da minha pica no cu da minha irmã e empurrei com força, entre prazer e vingança por todas que ela já tinha me feito... comecei a cavalgar aquele rabo familiar com tudo e todo mundo aplaudiu... tava comendo minha própria irmã! Que bundão gostoso ela tinha, que apertadinha gostosa e que quente era por dentro... minhas veias incharam e eu soube que até ali tinha que ir...
Saí e fui pra frente; empurrei um cara de lado e ofereci meu pau pra boca da minha irmã... isso me excitava como nunca antes e ela também, porque de uma bocada só engoliu e começou a me dar o melhor boquete da minha vida. Pegou minhas bolas com as mãos e apertou; passou a língua por todo o tronco e chupava a cabeça enquanto me masturbava dentro da boca dela... aí não aguentei mais...
Ela me sentiu duro e abriu a boca... um jorro quente de porra voou até a garganta dela; vi como pendia entre os dentes. Outro jorro foi nos olhos e escorreu pelo rosto; molhei o cabelo dela e de novo dentro da boca... ela engolia sem parar, levando meu leite pro estômago... depois espremeu a última gota e limpou meu pau com a língua...
—Você é perfeita, irmãzinha...
—Você tem um gosto delicioso...
—Tragam as duas pra cá!
Juntaram elas de joelhos e o cara da pica de 25 cm deitou no chão e fez a Sofia sentar no pau dele, atravessando o cu dela de novo... a mesma coisa fizeram com a Julieta pelo rabo; as duas juntinhas... então todo mundo rodeou elas e começaram a se masturbar na cara delas... uns seguravam pra gozar até todo mundo falar “já”...
Minha irmã e a Julieta abriram a boca e viraram os olhos... milhares de jorros quentes de leite voaram pros rostos delas, milhares acertaram dentro da boca das duas meninas e elas sorriam... os cabelos delas começaram a ficar brancos com a quantidade de porra que caía... Pescoços e ombros estavam encharcados a cada segundo da porra que caía de todos os lados, e os rostos já nem dava pra reconhecer de tanta máscara de esperma que tinham... as bocas transbordavam de porra e engoliam sem parar, mas mais e mais porra enchia a boca delas...
Até que finalmente o último de nós gozou e a gente descansou na grama... minha irmã e a amiga dela lambiam os lábios, engoliam e espalhavam o esperma no corpo... depois se olharam e se agarraram num beijo longo, mostrando as línguas se enrolando... minha irmã esticou a língua e limpou toda a porra que a Julieta tinha nos ombros e no pescoço... e começaram a pular nas picas que atravessavam os cus delas... até que os dois caras gritaram que iam gozar e, esticando as pernas, encheram os cuzinhos das minas... elas levantaram rápido e a porra escorreu dos cus até as coxas... esfregaram tudo e lamberam os dedos...
Eu não podia acreditar, mas tinha acontecido de tudo... uma orgia; mais de 20 caras contra duas meninas de 17 anos; comi minha própria irmã e a gente macetou elas e banhou de porra...
— Caralho, Sofia... o que pode ser melhor que isso? — falei pra minha irmã caindo do meu lado...
— Só tem uma coisa melhor que isso, bicho... — e levantando a voz falou pra todo mundo — Ei, galera, meus pais só chegam depois de amanhã... espero vocês amanhã com mais cervejas... e mais amigos se tiverem!!!
Bicho

17 comentários - 25 contra 2 (suruba)

Perversito el relato no? No podía se la prima o la tía...?
largo y poco creible ... cambia el titulo y dale mas suspenso ... jajaja ...
che q mala onda tdos ta bueno el relato...
animenlo asi escribe mas..
vale fantasear no?? a mi me parecio de lo mejor! aunq fuera un poco apresurado y previsible.. sisi hasta las orgias puede relatarse mejor creo yo debo decir que MUUUY BUENO!
pd: se nota que leguleyo no tiene una hermana.. y si la tiene no esta buena jajaja -el morbo de \"la hermana\" es algo demasiado excitante!! es lo mas prohibido que puede haber!!! eso lo hace tan cachondo y morboso!

gracias por la ereccion !!

saludos! dejaria puntos pero soy novato 😞
JaJajajaj es re bolasero!!!!

tiene razon fedemania!

cambia el titulo, asi tiene mas suspenso
buenisimo!!!!!!!donde estas mi hermana???!!!! 😀
🙄 Eh... me parece algo divertido de hacer y es algo en lo que he querido participar desde hace mucho... aunque tal vez con menos gente y definitivamente sin que se garchen a mi hermana todos mis amigos.
jajajajajaja buenisimo me cage de risa cuando no sabias donde estaba tu hermana
a todos nos paso buen relato
todo bien hasta la parte del incesto..
loco de mierda.. tirarse a su hermana...
+9 puntos
Daniel_84 dijo::roll: Eh... me parece algo divertido de hacer y es algo en lo que he querido participar desde hace mucho... aunque tal vez con menos gente y definitivamente sin que se garchen a mi hermana todos mis amigos.

claro sin que garchen a mi hermana eso seguro jojo 😉
las dos primas mas creible,,, van puntos igual viejo,,,,,,