Escandalo sexual de las maestras correntinas


Escândalo sexual das professoras correntinas
O escândalo sexual de Saladas viralizou na mídia nacional. Tudo começou com umas fotos comprometedoras que mostram imagens de uma suruba que teve como protagonistas seis professoras e um motorista daquela cidade correntina. A TV Sudamericana foi um dos primeiros canais de informação a divulgar o caso.Diferentes meios de TV, rádios e jornais digitais de todo o país entraram em contato com a emissora por causa do caso que chocou essa cidade. A divulgação de fotos privadas, envolvendo várias professoras e o motorista de um transporte, gerou uma revolução na mídia que ultrapassou as fronteiras dessa cidade tranquila chamada Saladas. Correspondentes dos canais TN, Telefé e Améyummy entrevistaram duas das mulheres envolvidas.


ESCÂNDALO (Raphael)

Sempre a mesma rotina
A gente se vê nas esquinas
Fugindo do que vão falar
Meu corpo não se acostuma
Com esse love entre as sombras
Que é mais forte que um vulcão

Escondidos da lua
Não dá pra continuar
Por desgraça ou por sorte
Não vou parar de te amar

Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo

Não ligo se eles cochicham
E meu nome eles censuram
Por toda a cidade, sim
Agora ninguém me segura
Mesmo que não pare a língua
Da alta sociedade

Esse rio transbordado
Não dá pra controlar
Se o nosso é um pecado
Não vou parar de pecar

Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo

Vivo minha vida, sou como sou...

Não me importa se te pega de surpresa
Uma alma livre sempre fui eu
Se tô a fim, faço o que me dá na telha
Eu sou quem decide sim ou não

Se pensam mal, não tô nem aí
Do teu lado não vou me separar
Penso diferente, não vivo com a galera
E meu jeito não vou mudar

Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Escândalo, é um escândalo
Depois que a Sudamericana divulgou sem papas na língua essa história de sexo e enganação, vários veículos de nível nacional repercutiram os acontecimentos e, embora alguns jornais locais tenham tentado esconder o ocorrido, os colegas da rádio Fm "La Cueva" da cidade de Saladas conseguiram uma entrevista exclusiva com duas das professoras envolvidas. Aí vão os detalhes da matéria:

O jornalista, bem incisivo, já chega jogando os rumores na cara das duas docentes supostamente envolvidas que toparam a entrevista e vai direto ao ponto, perguntando se elas participaram dessa "orgia sexual" que causou tanto auê.

Sem pestanejar, as professoras questionadas responderam em uníssono com um sonoro "não, não"; "em momento algum rolou isso", esclareceu uma delas, "de jeito nenhum", sentenciou a outra.

O jornalista então insiste e pergunta "o que vocês podem dizer sobre isso?" Aí, com uma voz firme, a primeira professora explica que "são boatos, que é totalmente falso, que em momento algum houve uma orgia, que são ações privadas, da vida particular das pessoas que supostamente aparecem nas fotos e em momento algum foi de forma coletiva".

O jornalista então pergunta se "com isso vocês afirmam que o ato aconteceu, mas de forma independente" – "Totalmente independente", afirma a mulher, enquanto uma voz masculina a interpela perguntando se isso rolou no colégio ou no transporte; aí a mulher, indignada, garante que "de jeito nenhum, de jeito nenhum, não tem nada a ver nem com o transporte, nem com o caminho até o colégio, foram fatos totalmente privados.— Como é que a senhora se relaciona com esse cara e com as 6 professoras que supostamente tinham relações íntimas com ele? É pura coincidência? — insiste o entrevistador.

— É, pura coincidência. Eu não sabia que ele tava saindo ou tinha relação com nenhuma das minhas colegas, nem com nenhuma das outras pessoas envolvidas. Não sabia de nada. — diz uma, enquanto a outra balança a cabeça, quase imperceptivelmente.

— Que função esse homem tinha? — pergunta então a imprensa.

— Era o motorista do carro que transporta os professores. — respostas curtas das mulheres, enquanto os homens não querem deixar escapar nenhuma pergunta.

— No seu caso, a senhora é solteira, né? Como conheceu essa pessoa?

— Conheci ele na escola, e meu primeiro contato foi por mensagem, pelo celular. — argumenta a professora, quase inocente.

— Então dá pra definir como o começo de um romance, normal. — sugere o homem, dessa vez.

— Aham. — foi tudo que a pobre mulher conseguiu dizer.

— Mas em nenhum momento a senhora soube que ele tinha um relacionamento ou ligação com as outras professoras? — insiste o repórter, faminto por respostas.

— Em nenhum momento. — esclarece ela, ansiosa pra tirar todas as dúvidas.

— Sabem como essas fotos foram parar na internet?

— Não.

— O motorista é daqui da cidade ou de outro estado?

— Mora em Saladas, mas acho que é de Buenos Aires.

— Quando a senhora descobriu que, além da senhora, tinha outras pessoas ligadas sexualmente a esse indivíduo?

— Quando as fotos apareceram.

— A senhora ficou surpresa que eram colegas, amigas suas, as pessoas que também tinham um relacionamento com ele?

— Além de surpresa, fiquei muito preocupada com a vida, com as pessoas, com as famílias das pessoas que tão sabendo, com a dele, comigo mesma. — responde angustiada.

— E entre as professoras, não tinha... nenhum dado, nunca conversaram entre vocês sobre esse assunto?

- Não, nunca, nunca. Nossa relação na escola era só de trabalho.

- Dizem que tinha uma pessoa despeitada, ou seja, além da mulher desse homem e além de vocês, as professoras, tem mais uma pessoa.

- Sim, senhor, é isso. Uma que também tinha relações com ele. Todo mundo acredita que é ela a culpada, a que entrou justamente no e-mail dele pra começar a espalhar de e-mail em e-mail. A gente tá investigando, queremos que venha à tona quem é o culpado ou a culpada de publicar as fotos. Ela exclama, enquanto espera o fio da próxima pergunta.

- Vocês permitiram que ele tirasse fotos de vocês no "ato"?

- Sim, foi com meu consentimento — diz resignada, depois esclarece — mas não sabia que era pra baixar no e-mail dele, não tinha conhecimento do e-mail dele. Ele sempre me disse que era pra baixar no celular dele, que tinha um código que ninguém olhava, só ele.

A outra professora, por outro lado, diz que não sabia que ele tirava as fotos, que foi tudo sem o consentimento dela.

- Por que vocês se animam a falar? — pergunta o entrevistador, ainda incrédulo com a coragem das mulheres.

- Porque tem muitos meios irresponsáveis espalhando notícias erradas e isso tem que acabar, porque são muitas versões que não são a verdade — diz ela, compungida.

- Como estão as outras pessoas? — quer saber o interlocutor.

- Estão afetados, estamos todos muito afetados. Tem pessoas inocentes, instituições públicas foram citadas que não têm nada a ver. O dano que foi causado pela pessoa que começou tudo isso não tem nome, além das ações privadas de cada um dos adultos envolvidos. Graças a Deus eu não perdi minha família, mas não sei até que ponto isso vai afetar meus filhos. E sobre a relação com o marido, ela só responde que isso é uma questão privada.

E fechando a nota, o colega saladeño faz a pergunta final. Como você definiria esse senhor?
- Doente. Também em uníssono, como no início da nota. E depois… silêncio.



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A edição correntina da revista Corsa publicou um kamasutra pra carro bem didático, com a colaboração das professoras da Salada.

Na imagem da esquerda, o negócio é reclinar os bancos antes de se meter nessas tarefas. Na direita, a mina montada no cara, de costas pra ele. Essa posição com certeza é possível se a mulher abrir as pernas, pra não atrapalhar com o volante, e ainda levantar (ou abaixar) a saia.
correntes
Isso é uma cavalgada selvagem no banco de trás.
escandalo
Essa posição se chama: "a mosca que ficou grudada no vidro".
motorista
Isso é um 69, que geralmente é bem gostoso, desde que o cara abaixe as calças, algo que o desenhista não levou em conta.
maestas
Penetração por trás no banco do carona. Meio desconfortável, isso aí.
Escandalo sexual de las maestras correntinas
Toque mútuo nas zonas genitais. Não é exatamente uma posição, mas é ótimo pra quebrar o gelo, desde que seja feito com graça e sem vergonha. Por exemplo:
— Nossa, mas você tem uma coisa entre as pernas!
— A sua é um buraquinho…
— Demais! Vamos encaixar nossos aparelhos genitais?
— Siim!
sexo
À esquerda, uma siririca no capô do carro. À direita, um boquete lá dentro. O cara tem que apoiar um joelho em cada banco da frente enquanto a mina chupa ele sentada no banco de trás.
masturbacao
Err. Isso é mais coisa de faquir e contorcionista do que de gente normal. Tô falando por causa da posição encolhida do cara.
correntinas
Pra fazer essa posição, tem que reclinar o banco do carona pra trás. O cara tem que tomar cuidado pra não colocar todo o peso dele em cima da mina, senão ele vai empurrar a barriga dela contra o encosto do banco e ela acaba vomitando tudo que comeu.
correntes
Montada no banco do carona. Melhor com a porta do carro aberta, assim a mulher pode abrir as pernas o quanto precisar.
escandalo
Nessa posição, a mina se deita no banco de trás e levanta as pernas, apoiando elas nos encostos de cabeça dos bancos da frente.
motorista
E isso é tudo.

7 comentários - Escandalo sexual de las maestras correntinas

tremendo post..
jaja macho argentino
q HDP con todas las maestras es un grande
van +10
Mortal!
Como se las pasó por la piedra a las 5!!!
Mis 10 de hoy son tuyos. 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
Muy bueno, felicitaciones y Feliz navidad!!!

Lluvia de bendiciones para todos!!
que putas son estas maestras, casadas y con hijos encima.. que chupadoras