Aos 25 anos, eu tava saindo com o Fabián. Conheci ele numa balada e desde a primeira vez que vi, já queria comer ele. Era lindo, um vagabundo, um cara da noite, o que chamam de "caravanero", mas era irresistível. Um tesão. Obviamente, naquela primeira vez que vi, comi ele inteiro, e também na segunda, na terceira, e assim começamos a namorar. A gente tava junto há quase um ano e até então posso dizer que tinha sido o melhor sexo da minha vida. Aprendemos um monte de coisas juntos. Acho que, pelo jeito dele, o Fabián devia ter transado com outras minas enquanto tava comigo, mas nunca descobri. E eu também não era nenhuma santinha, comi uns caras nessa época, mas pros dois lados valia aquele "olhos que não veem, coração que não sente". Naquela época, eu saía muito com a Paula, uma colega da faculdade que virou minha melhor amiga. Um dia, a Paula chegou em casa chorando. Eu tava bem no meio de uma transa inesquecível com o Fabián, mas amigos são amigos, então abri a porta e atendi ela. Ela entrou feita um trapo. Me contou que o Mauro, o namorado dela, tinha terminado por outra mina e que ela tava destruída, sem saber o que fazer. Preciso dizer que a Paula é daquelas que dramatiza tudo e vive se afogando em copo d'água. Falei pro Fabi me desculpar, que ele fosse embora e que eu ligava depois. Claro que ele não fez drama, o Fabián era o oposto da Paula, não se estressava com nada. Preparei dois cafés e tive, com minha amiga, uma longa noite de conversa sem parar. Tive que ser o ombro amigo e aguentei bem. Ela tava tão destruída que dava pena de ver. Consol ela até onde pude. Falei pra ela não se preocupar, que os homens são todos uns filhos da puta, que ela ia encontrar alguém que merecesse ela. Ela se acalmou e eu disse que, pra dar uma distanciada de tudo, no próximo fim de semana, que era prolongado, a gente ia pra Mar del Plata relaxar juntas. Contei sobre a viagem pro Fabián. Não fez drama, pelo contrário, me incentivou a fazer. Olha, não contei a parte de chutar as pernas, mas imaginava que ele também ia dar um jeito, não era do tipo que gosta de dormir sozinho.
A questão é que chegamos com Paula em Mar del Plata na sexta de manhã e nos acomodamos no hotel, muito bonito por sinal, no bairro Los Troncos. Almoçamos juntas e fomos caminhar pela rua de pedestres. É preciso dizer que a cidade nesses feriados prolongados é um formigueiro. Gente sobrando pra todo lado. Vendo pelo lado positivo, é um mostruário de caras gostosos por toda parte, principalmente à noite nas baladas. Mas aquele fim de semana não ia ser tão longo quanto eu imaginava.
No fim da tarde, sentadas na rua de pedestres e tomando um café, organizávamos nosso rolê noturno. Eu dizia que íamos pegar dois caras, ir com eles e eles iam comer a gente tão bem que ela ia esquecer o Mauro e todos os problemas dela. No melhor da conversa, aconteceu o inacreditável, porque as coisas acontecem e quando acontecem é por algum motivo. Andando bem tranquilo pela rua de pedestres, o Mauro, o ex da Paula, abraçado com a "outra".
Paula desabou, começou a chorar pra caralho e aos gritos. Nem preciso dizer que o Mauro nem percebeu.
Eu a parei, paguei a conta e pegamos um táxi de volta pro hotel.
No quarto, ainda chorando, a Paula pegou a bolsa e começou a jogar tudo pra dentro.
— Eu vou embora daqui!!!!!!, não quero ficar na mesma cidade que esse filho da puta!!!!!! — gritava igual uma louca.
— Calma, Pau, se acalma — tentei apaziguar.
— Não me acalmo nada, esse filho da puta vai me perseguir a vida inteira — e continuava chorando.
— Não, Pau, foi uma coincidência, por favor, se acalma.
— Não me acalmo, vou embora.
Não consegui convencê-la, então liguei pra rodoviária e reservei duas passagens pras 21:30 de volta pra Buenos Aires.
De volta a Buenos Aires, me ofereci pra ir na casa dela pra ficarmos juntas e acalmá-la caso ela entrasse em depressão. Disse que não, que queria ficar sozinha.
Pra mim, pensei que era o melhor, tinha feito duas viagens num dia, uma cena de choro incontrolável na calçadão de Mar del Plata e sinceramente queria chegar em casa e dormir.
Então peguei um táxi desde Retiro.
Paguei e desci do carro.
Primeira surpresa, o carro do Fabián estava estacionado na porta. Sexta-feira duas da manhã e ele na minha casa. Duas opções: ou emprestou o apê pra algum comparsa ou não tinha nada pra comer na casa dele e aproveitou que na minha geladeira sempre tem alguma coisa.
Afinal, nem tudo estava perdido, pensei que depois de tanta correria uma boa trepada com meu garoto seria tipo revigorante.
Entrei tentando não fazer barulho, pra surpreendê-lo.
Segunda surpresa: na sala tinha roupa de mulher jogada no chão. Poderia ter começado a gritar, mas não sei que parte do meu tesão me obrigou a manter o silêncio e descobrir o que estava rolando sem fazer escândalo.
Do quarto vinha luz e dava pra ouvir uns gemidos, tinha barulho de movimento, o sexo dava pra sentir no ar conforme eu me aproximava.
Espiei pela porta e lá estava ele montando por trás uma loira.
Ou seja, vamos revisar a situação: saio de lenço descartável de uma amiga a 500 quilômetros, pensava em me divertir mas não rolou, tenho que voltar porque a outra histérica fez um melodrama da vida dela e ainda por cima meu namorado tá comendo uma gostosa na minha casa e na minha cama. Situação de merda, né?
Tinha duas opções: ou fazia um escândalo na hora e começava a distribuir tapas, ou me fazia de lady e lidava com a situação com frieza. Escolhi a segunda.
— Fabi, que surpresa? — falei e a voz me traiu no final da frase.
Ele se virou num pulo e não podia acreditar no que tava vendo.
— O que cê tá fazendo aqui, não tava em Mar del Plata?
— É uma história longa, outro dia te conto, agora quero dormir — não entendia por que, mas um nó tinha se formado na minha garganta.
— Quem é essa gostosa? — ela perguntou.
Terceira surpresa, quando ela se virou pra me olhar, notei que tinha entre as pernas uma cock tão linda e tão grande quanto a do Fabián.
O filho da puta tava comendo um travesti.
A cara que eu devo ter feito foi fatal, porque o Fabi pulou da cama...
—Deixa eu explicar—
—Sai, filho da puta, o que você vai me explicar?—
Virei as costas e fui pra cozinha.
Ele me seguiu.
Me alcançou.
—Fionna, meu amor...
—Que Fionna meu amor, seu idiota, não defende o indefensável.
Devo confessar que, parado na minha frente pelado, suado, aquele corpo tatuado, dava vontade de comer ele ali mesmo.
Não sei por que, talvez o dia agitado, talvez a Paula e o choro dela, ou o próprio cansaço, meio que me amoleceu.
Ele colocou a mão no meu ombro e senti uma descarga no corpo todo.
Me abraçou forte, me envolveu inteira.
O corpo dele exalava cheiro de sexo e suor.
Me beijou, deixei ele beijar. Enfiou a língua na minha boca e me apertou com força. A duração do beijo foi o tempo que a cock dele levou pra ficar dura. Senti ela rija na minha barriga e comecei a ficar molhada. Não digo que esqueci o que tinha rolado quinze minutos antes, mas meio que tirei aquilo do foco das prioridades.
Ele me levantou e me sentou na mesa da cozinha.
Abriu minhas pernas e continuou me beijando com força.
Meus peitos endureceram, isso me entregou.
Sem dizer nada, enfiou a mão entre minhas pernas e percebeu minha umidade. Cortou o beijo e me olhou. Sorriu e piscou o olho. Eu, firme, não mostrei nem um sorriso.
Ele tirou minha camiseta e o sutiã e começou a chupar meus peitos com aquela suavidade que os homens têm quando querem fazer as coisas direito. Comecei a me deixar levar devagar, fui me soltando aos poucos, tava com vontade de transar. A língua dele ia e vinha, meus peitos, meu pescoço, meus ombros. Ele começou a beijar meu umbigo e desceu até a pussy. Como aquele filho da puta chupava. Se eu tivesse que fazer um top cinco dos melhores minetes da minha vida, o Fabi ficaria em segundo ou terceiro.
Eu já tava pronta pra... Colocar um daqueles cartazes amarelos que têm nas lanchonetes, "cuidado piso molhado", trocando a palavra piso por buceta.
Cinco minutos de língua até meu primeiro orgasmo.
Ela se abaixou, tirou minha calcinha e a saia. Sentou numa cadeira, quis me sentar em cima dela, mas preferi adiar e me ajoelhei direto entre as pernas dela, nunca perdi a chance de meter uma tremenda beleza de carne na boca e essa não ia ser exceção. Ainda tinha cheiro de cu, mas naquela altura não me importei e de uma bocada enfiei até os ovos. Comecei a subir e descer chupando, cada vez que tocava o fundo minha língua passava pelos ovos dela.
Sentia o pau pulsando, ia estourar a qualquer momento.
— Bom, bom, tem uma festa e não me convidam —
Parado ou parada na porta estava o travesti, que pelo visto já tava espiando há um tempo porque tava de pau duro.
Não consegui evitar olhar o pau dele, disfarçadamente comparei com o do Fabián num relance rápido, os dois estavam pau a pau, como se alguém com aquele dom tivesse resolvido chutar pro outro lado.
— Continua com o teu serviço, gata, que dá pra ver que tu manda bem — ele disse e se aproximou por trás.
Me segurou pela cintura enquanto eu continuava chupando e abriu minhas pernas. Meteu até o fundo, não custou muito porque eu tava encharcada.
Começou a bombar devagar, tranquilo, com a suavidade de uma mulher, apesar de ter um pau de touro.
Vou contar pra vocês que é muito estranho virar a cabeça e ver um par de peitos, grandes, balançando enquanto tão te comendo, nunca tinha experimentado isso, o resto era conhecido, um pinto pra dentro, centímetros a mais ou a menos, sempre é um pinto pra dentro.
O Fabián deve ter ficado louco com a situação porque logo começou a gozar na minha boca.
— Continua, Tamara, não para — ele dizia enquanto gozava.
Além de viado, mau gosto, se vai escolher um nome não pode botar Tamara, acho que depois de Felix, é o nome mais felino que conheço. A questão é que Tamara não parava e cada vez me batia com mais força.
Ela me separou do Fabián e me acomodou na bancada.
Ela tirou o meu e da minha buceta saiu aquele barulho que sempre sai quando o ar escapa. Ela riu e eu também.
Ela se abaixou e começou a lamber meu cu, com os dedos trazia o suco da minha buceta e lubrificava meu ânus. Enfiou um dedo e eu me soltei. Ela se posicionou atrás e começou a encaixar. A cabeça era enorme e entrou com dificuldade, e já se sabe que uma vez que a cabeça entra, o resto vai sozinho. Então ela começou a me comer o cu. Metia como um animal. Eu já não sabia se estava sendo comida por um cara, uma travecão ou um burro, a questão é que a suavidade do começo virou violência.
Fabián, espectador VIP, tinha começado a se tocar e já estava duro de novo.
Tamara olhou pra ele e disse:
— Já que você tá aí, por que não termina o que começou hoje?
Fabi riu. Levantou, abriu a geladeira e pegou um pão de manteiga (todo mundo viu “O Último Tango em Paris”) e pegou um pedaço com a mão e esfregou no cu da Tamara.
Logo estávamos os três num trem de sexo violento. Tamara me comia o cu e Fabián comia ela.
Parece que quando Fabián enfiou nela, a excitação dela acelerou, porque ela encheu meu cu de porra. Tive um orgasmo. Queria mais.
Então tirei ela de dentro de mim e deixei Fabián comendo ela, me abaixei e comecei a chupar o pau de Tamara, todo melado, ainda com restos de gozo e com um cheirinho de cu, o meu.
Fiz ele ficar duro de novo, era lindo pra caralho.
Pedi pro Fabián parar. Ele obedeceu. Peguei ele pela mão e sentei ele numa cadeira, agarrei meu cu com as duas mãos e abri, e sentei em cima dele, que estava mais duro que eu.
Me recostei no peito dele e abri as pernas, mostrando minha buceta pra Tamara.
Ela sacou a jogada e enfiou tudo na minha xereca.
Ficamos assim cinco minutos.
Meu namorado me comia o cu e uma travecão me comia a buceta.
Eu estava plena, numa situação. Rara, mas completa.
A Tamara tirou ele completamente duro e molhado.
O Fabi me parou e me colocou de quatro no chão.
Começou a me comer com força.
Quarta surpresa, agora era a Tamara que segurava o pão de queijo na mão.
Um minuto depois, enquanto o Fabi arrebentava minha bunda, a Tamara montava nele.
Eu sempre era a locomotiva, os vagões rodavam.
Vinte minutos trançados até o Fabián encher minha bunda e a Tamara encher ele.
Tive um orgasmo do caralho.
Ficamos os três largados no chão da cozinha.
Ela pediu pra tomar um banho.
O Fabi e eu nos olhamos e rimos.
Enquanto ela se lavava, o Fabián e eu nos jogamos no sofá e fizemos um 69, de puro safados.
Quando ela saiu, ainda estávamos pelados, mas deitados em sofás diferentes.
Quando já ia saindo pela porta, o Fabi falou:
— Espera que vou pegar a carteira —
— Não, bombom, essa é por conta da casa, a próxima você paga —
Devo confessar que esse trio se repetiu mais vezes, mas isso é outra história.
FIM
A questão é que chegamos com Paula em Mar del Plata na sexta de manhã e nos acomodamos no hotel, muito bonito por sinal, no bairro Los Troncos. Almoçamos juntas e fomos caminhar pela rua de pedestres. É preciso dizer que a cidade nesses feriados prolongados é um formigueiro. Gente sobrando pra todo lado. Vendo pelo lado positivo, é um mostruário de caras gostosos por toda parte, principalmente à noite nas baladas. Mas aquele fim de semana não ia ser tão longo quanto eu imaginava.
No fim da tarde, sentadas na rua de pedestres e tomando um café, organizávamos nosso rolê noturno. Eu dizia que íamos pegar dois caras, ir com eles e eles iam comer a gente tão bem que ela ia esquecer o Mauro e todos os problemas dela. No melhor da conversa, aconteceu o inacreditável, porque as coisas acontecem e quando acontecem é por algum motivo. Andando bem tranquilo pela rua de pedestres, o Mauro, o ex da Paula, abraçado com a "outra".
Paula desabou, começou a chorar pra caralho e aos gritos. Nem preciso dizer que o Mauro nem percebeu.
Eu a parei, paguei a conta e pegamos um táxi de volta pro hotel.
No quarto, ainda chorando, a Paula pegou a bolsa e começou a jogar tudo pra dentro.
— Eu vou embora daqui!!!!!!, não quero ficar na mesma cidade que esse filho da puta!!!!!! — gritava igual uma louca.
— Calma, Pau, se acalma — tentei apaziguar.
— Não me acalmo nada, esse filho da puta vai me perseguir a vida inteira — e continuava chorando.
— Não, Pau, foi uma coincidência, por favor, se acalma.
— Não me acalmo, vou embora.
Não consegui convencê-la, então liguei pra rodoviária e reservei duas passagens pras 21:30 de volta pra Buenos Aires.
De volta a Buenos Aires, me ofereci pra ir na casa dela pra ficarmos juntas e acalmá-la caso ela entrasse em depressão. Disse que não, que queria ficar sozinha.
Pra mim, pensei que era o melhor, tinha feito duas viagens num dia, uma cena de choro incontrolável na calçadão de Mar del Plata e sinceramente queria chegar em casa e dormir.
Então peguei um táxi desde Retiro.
Paguei e desci do carro.
Primeira surpresa, o carro do Fabián estava estacionado na porta. Sexta-feira duas da manhã e ele na minha casa. Duas opções: ou emprestou o apê pra algum comparsa ou não tinha nada pra comer na casa dele e aproveitou que na minha geladeira sempre tem alguma coisa.
Afinal, nem tudo estava perdido, pensei que depois de tanta correria uma boa trepada com meu garoto seria tipo revigorante.
Entrei tentando não fazer barulho, pra surpreendê-lo.
Segunda surpresa: na sala tinha roupa de mulher jogada no chão. Poderia ter começado a gritar, mas não sei que parte do meu tesão me obrigou a manter o silêncio e descobrir o que estava rolando sem fazer escândalo.
Do quarto vinha luz e dava pra ouvir uns gemidos, tinha barulho de movimento, o sexo dava pra sentir no ar conforme eu me aproximava.
Espiei pela porta e lá estava ele montando por trás uma loira.
Ou seja, vamos revisar a situação: saio de lenço descartável de uma amiga a 500 quilômetros, pensava em me divertir mas não rolou, tenho que voltar porque a outra histérica fez um melodrama da vida dela e ainda por cima meu namorado tá comendo uma gostosa na minha casa e na minha cama. Situação de merda, né?
Tinha duas opções: ou fazia um escândalo na hora e começava a distribuir tapas, ou me fazia de lady e lidava com a situação com frieza. Escolhi a segunda.
— Fabi, que surpresa? — falei e a voz me traiu no final da frase.
Ele se virou num pulo e não podia acreditar no que tava vendo.
— O que cê tá fazendo aqui, não tava em Mar del Plata?
— É uma história longa, outro dia te conto, agora quero dormir — não entendia por que, mas um nó tinha se formado na minha garganta.
— Quem é essa gostosa? — ela perguntou.
Terceira surpresa, quando ela se virou pra me olhar, notei que tinha entre as pernas uma cock tão linda e tão grande quanto a do Fabián.
O filho da puta tava comendo um travesti.
A cara que eu devo ter feito foi fatal, porque o Fabi pulou da cama...
—Deixa eu explicar—
—Sai, filho da puta, o que você vai me explicar?—
Virei as costas e fui pra cozinha.
Ele me seguiu.
Me alcançou.
—Fionna, meu amor...
—Que Fionna meu amor, seu idiota, não defende o indefensável.
Devo confessar que, parado na minha frente pelado, suado, aquele corpo tatuado, dava vontade de comer ele ali mesmo.
Não sei por que, talvez o dia agitado, talvez a Paula e o choro dela, ou o próprio cansaço, meio que me amoleceu.
Ele colocou a mão no meu ombro e senti uma descarga no corpo todo.
Me abraçou forte, me envolveu inteira.
O corpo dele exalava cheiro de sexo e suor.
Me beijou, deixei ele beijar. Enfiou a língua na minha boca e me apertou com força. A duração do beijo foi o tempo que a cock dele levou pra ficar dura. Senti ela rija na minha barriga e comecei a ficar molhada. Não digo que esqueci o que tinha rolado quinze minutos antes, mas meio que tirei aquilo do foco das prioridades.
Ele me levantou e me sentou na mesa da cozinha.
Abriu minhas pernas e continuou me beijando com força.
Meus peitos endureceram, isso me entregou.
Sem dizer nada, enfiou a mão entre minhas pernas e percebeu minha umidade. Cortou o beijo e me olhou. Sorriu e piscou o olho. Eu, firme, não mostrei nem um sorriso.
Ele tirou minha camiseta e o sutiã e começou a chupar meus peitos com aquela suavidade que os homens têm quando querem fazer as coisas direito. Comecei a me deixar levar devagar, fui me soltando aos poucos, tava com vontade de transar. A língua dele ia e vinha, meus peitos, meu pescoço, meus ombros. Ele começou a beijar meu umbigo e desceu até a pussy. Como aquele filho da puta chupava. Se eu tivesse que fazer um top cinco dos melhores minetes da minha vida, o Fabi ficaria em segundo ou terceiro.
Eu já tava pronta pra... Colocar um daqueles cartazes amarelos que têm nas lanchonetes, "cuidado piso molhado", trocando a palavra piso por buceta.
Cinco minutos de língua até meu primeiro orgasmo.
Ela se abaixou, tirou minha calcinha e a saia. Sentou numa cadeira, quis me sentar em cima dela, mas preferi adiar e me ajoelhei direto entre as pernas dela, nunca perdi a chance de meter uma tremenda beleza de carne na boca e essa não ia ser exceção. Ainda tinha cheiro de cu, mas naquela altura não me importei e de uma bocada enfiei até os ovos. Comecei a subir e descer chupando, cada vez que tocava o fundo minha língua passava pelos ovos dela.
Sentia o pau pulsando, ia estourar a qualquer momento.
— Bom, bom, tem uma festa e não me convidam —
Parado ou parada na porta estava o travesti, que pelo visto já tava espiando há um tempo porque tava de pau duro.
Não consegui evitar olhar o pau dele, disfarçadamente comparei com o do Fabián num relance rápido, os dois estavam pau a pau, como se alguém com aquele dom tivesse resolvido chutar pro outro lado.
— Continua com o teu serviço, gata, que dá pra ver que tu manda bem — ele disse e se aproximou por trás.
Me segurou pela cintura enquanto eu continuava chupando e abriu minhas pernas. Meteu até o fundo, não custou muito porque eu tava encharcada.
Começou a bombar devagar, tranquilo, com a suavidade de uma mulher, apesar de ter um pau de touro.
Vou contar pra vocês que é muito estranho virar a cabeça e ver um par de peitos, grandes, balançando enquanto tão te comendo, nunca tinha experimentado isso, o resto era conhecido, um pinto pra dentro, centímetros a mais ou a menos, sempre é um pinto pra dentro.
O Fabián deve ter ficado louco com a situação porque logo começou a gozar na minha boca.
— Continua, Tamara, não para — ele dizia enquanto gozava.
Além de viado, mau gosto, se vai escolher um nome não pode botar Tamara, acho que depois de Felix, é o nome mais felino que conheço. A questão é que Tamara não parava e cada vez me batia com mais força.
Ela me separou do Fabián e me acomodou na bancada.
Ela tirou o meu e da minha buceta saiu aquele barulho que sempre sai quando o ar escapa. Ela riu e eu também.
Ela se abaixou e começou a lamber meu cu, com os dedos trazia o suco da minha buceta e lubrificava meu ânus. Enfiou um dedo e eu me soltei. Ela se posicionou atrás e começou a encaixar. A cabeça era enorme e entrou com dificuldade, e já se sabe que uma vez que a cabeça entra, o resto vai sozinho. Então ela começou a me comer o cu. Metia como um animal. Eu já não sabia se estava sendo comida por um cara, uma travecão ou um burro, a questão é que a suavidade do começo virou violência.
Fabián, espectador VIP, tinha começado a se tocar e já estava duro de novo.
Tamara olhou pra ele e disse:
— Já que você tá aí, por que não termina o que começou hoje?
Fabi riu. Levantou, abriu a geladeira e pegou um pão de manteiga (todo mundo viu “O Último Tango em Paris”) e pegou um pedaço com a mão e esfregou no cu da Tamara.
Logo estávamos os três num trem de sexo violento. Tamara me comia o cu e Fabián comia ela.
Parece que quando Fabián enfiou nela, a excitação dela acelerou, porque ela encheu meu cu de porra. Tive um orgasmo. Queria mais.
Então tirei ela de dentro de mim e deixei Fabián comendo ela, me abaixei e comecei a chupar o pau de Tamara, todo melado, ainda com restos de gozo e com um cheirinho de cu, o meu.
Fiz ele ficar duro de novo, era lindo pra caralho.
Pedi pro Fabián parar. Ele obedeceu. Peguei ele pela mão e sentei ele numa cadeira, agarrei meu cu com as duas mãos e abri, e sentei em cima dele, que estava mais duro que eu.
Me recostei no peito dele e abri as pernas, mostrando minha buceta pra Tamara.
Ela sacou a jogada e enfiou tudo na minha xereca.
Ficamos assim cinco minutos.
Meu namorado me comia o cu e uma travecão me comia a buceta.
Eu estava plena, numa situação. Rara, mas completa.
A Tamara tirou ele completamente duro e molhado.
O Fabi me parou e me colocou de quatro no chão.
Começou a me comer com força.
Quarta surpresa, agora era a Tamara que segurava o pão de queijo na mão.
Um minuto depois, enquanto o Fabi arrebentava minha bunda, a Tamara montava nele.
Eu sempre era a locomotiva, os vagões rodavam.
Vinte minutos trançados até o Fabián encher minha bunda e a Tamara encher ele.
Tive um orgasmo do caralho.
Ficamos os três largados no chão da cozinha.
Ela pediu pra tomar um banho.
O Fabi e eu nos olhamos e rimos.
Enquanto ela se lavava, o Fabián e eu nos jogamos no sofá e fizemos um 69, de puro safados.
Quando ela saiu, ainda estávamos pelados, mas deitados em sofás diferentes.
Quando já ia saindo pela porta, o Fabi falou:
— Espera que vou pegar a carteira —
— Não, bombom, essa é por conta da casa, a próxima você paga —
Devo confessar que esse trio se repetiu mais vezes, mas isso é outra história.
FIM
26 comentários - Meu Deus, que trio gostoso.
Igual muy caballero de tu parte los puntos.
Beso.
F.
Igualmente a vos Murdock.
Así dan ganas de seguir escribiendo.
tuvo buena :E
si me caslento a mi 🙎♂️