Natalia - 16 de outubro de 2007
Meu nome é José, tenho 46 anos e essa é uma história real que aconteceu comigo há alguns meses. Moro em Montevidéu, num prédio de apartamentos no 7º andar. No 8º andar, mora uma garota muito jovem, atualmente com 19 anos, junto com a mãe e a avó. Essa garota se chama Natalia, tem uma altura mediana, é cheinha sem ser gorda, loira, cabelo liso e comprido até a cintura, muito gostosa. Conheço ela desde que me mudei pra cá, quando Natalia era uma menina de uns 8 ou 9 anos. Com o tempo, ela foi se transformando numa adolescente linda, e não tenho vergonha de admitir, comecei a gostar muito dela. Natalia sempre foi muito simpática comigo, até que há mais ou menos um ano ela começou a me dar mole. No começo, eu não percebi ou não quis perceber, por causa da diferença de idade e porque ela ainda era menor de idade, mas com o passar do tempo, a coisa foi ficando cada vez mais evidente.
Uma manhã, umas 9 horas, saí pra ir ao supermercado. Quando saí do elevador, uma imagem fez todos os meus alarmes dispararem e minhas hormonas irem à loucura automaticamente. Na porta do prédio, estava Natalia, conversando com o porteiro. Ela estava vestida com um moletom azul claro curto na cintura e uma legging azul bem justa, enfiada dentro de uma bunda maravilhosa. Aquela imagem me impactou. Natalia tinha a bunda mais linda que eu já tinha visto, não só pelo tamanho, mas pela redondez perfeita, que a legging justa mostrava em toda a sua plenitude. E pra aumentar ainda mais minha excitação, dava pra ver claramente a marca em forma de "V" da calcinha dela por baixo da calça. Depois de alguns segundos de perplexidade (que pareceram horas), reagi e a cumprimentei. Ela me cumprimentou super simpática como sempre, mas eu ainda estava completamente perturbado. Fui ao supermercado e, enquanto percorria as prateleiras, encontrei ela de novo. Parece que o destino insistia em nos juntar. Fizemos as compras e, enquanto voltávamos, ela me contou que estava triste porque tinha brigou com o namorado dela e aí percebi que era agora ou nunca e fui com tudo, comentei que há um tempão tava rolando umas paradas muito fortes com ela, que eu tava afim pra caralho, mas que sabia da nossa diferença de idade e que eu era casado, mas que era o que eu sentia. — "Bom, aleluia, já era hora de você se ligar" — ela respondeu. Essa resposta me surpreendeu. — "Faz mais ou menos um ano que tô te dando mole e você nada, você também me atrai pra caralho e não tô nem aí pra sua idade ou se você é casado, sou apaixonada por você desde os 14 ou 15 anos" — "Sério?" — perguntei, meio sem graça. — "Você achava que eu não percebia como você me olha?, toda vez que a gente se via seu olho ia direto pro meu rabo" — ela disse. Nisso a gente chegou no prédio e subiu no elevador, eu abri a porta do meu andar e perguntei: Não quer entrar em casa comigo? Tô sozinho. Entramos no meu apê e mal fechei a porta, já ficamos abraçados nos dando os beijos mais safados da minha vida. Nossas línguas se enroscavam, enquanto com as duas mãos eu acariciava toda a bunda dela, depois coloquei as mãos por baixo, entre a legging e a calcinha, amassando as nádegas dela. A paixão era foda dos dois lados. Aí virei ela, me abaixei, puxei a legging pra baixo e comecei a dar beijos e mordidas na bunda dela por cima da calcinha, que era de algodão, branca com estampa de florzinhas azuis e rosas, e embora não fosse uma fio dental, só cobria uma parte pequena das nádegas. O rabo dela era lindo, redondinho e com duas bandas bem durinhas e brancas, perfeitas sem nenhuma marca, típica bucetil de adolescente. O cheiro da bunda dela invadiu minhas narinas me excitando ainda mais, aí puxei a calcinha dela pro lado, separei as nádegas e comecei a lamber o cu dela, sugando com a língua aquele sabor gostoso e maravilhoso, ela abriu as bandinhas com a mão expondo mais o cuzinho lindo pra minha língua, e falava chupa mais minha buceta, come essa bunda divina, — Cê gosta? — Meu rabão? — ela perguntou. — Sim, adoro — respondi — vou comer ele todinho. Num piscar de olhos, já estávamos no quarto, ela subiu na cama e se ajoelhou de quatro, na posição de cachorrinho (ou "21", como chamam), de lado. Eu me ajoelhei no chão, puxei a leggings e a calcinha dela até quase os joelhos, lambi o cu dela com a língua, chupei e enfiei os dedos na buceta dela. Depois, com os dedos molhados dos sucos vaginais dela, enfiei a ponta do indicador no cu dela. Assim que a ponta entrou, senti a merda dela ali mesmo, na porta. Enfiei mais fundo e senti como escorregava, tirei o dedo e chupei a merdinha que saiu, comendo tudo. — Meu amor, você tá cheia de merda — falei. — Sim, ainda não fui ao banheiro, sempre faço de manhã nessa hora — ela respondeu entre gemidos, com a voz transformada pela excitação — Você tem nojo? Quer que eu vá ao banheiro? — Não! — respondi — Gosto assim, não me incomoda. Enfiei na buceta dela devagar e comi ela por uns minutos, depois enfiei no cu dela, lentamente, achando que ela ia resistir, mas não, Natalia era uma puta completa e adorava meu pau no cu dela. Enquanto comia ela pelo cu, ficava pensando naquela merdinha que ela tinha lá, que eu já tinha provado e era uma delícia. Aí me animei e falei: — Esse rabo é todo meu? — Sim — ela respondeu — é todo seu. — Então toda essa merda que você tem é toda pra mim, quero que você me dê tudo que sai do seu rabo — falei. — Quê! Isso é uma putaria — ela respondeu, surpresa. — Sim, mas eu gosto, desejo mais que tudo, me dá sua merda, por favor! — falei, quase implorando. — Tá bom, se você gosta, eu dou, não tenho problema. Mas como fazemos? Vamos ao banheiro? — Sim, vamos — respondi. Tirei meu pau do cu dela, e ele saiu sujo de merda. Levantamos e fomos ao banheiro, e enquanto íamos, ela na minha frente, sem subir a calça. Tirei a legging e a calcinha dela por completo, eu olhava pra bunda dela e babava. No banheiro, coloquei a toalha no chão e me deitei de barriga pra cima, mandando a Natalia se agachar de cócoras sobre mim, de frente pros meus pés, de um jeito que a bunda dela ficasse bem em cima do meu peito. Ela tirou a legging e a calcinha e se posicionou como eu pedi, com as duas mãos apoiadas nos meus joelhos, e aproximou o cu do meu peito. Eu tava pronto pra receber tudo que saísse daquela bunda divina e linda. Aí a Natalia começou a fazer força e um jato de mijo amarelo e quente saiu da buceta dela, encheu minha boca e eu engoli, encheu mais duas vezes e eu bebi tudo, e quase na hora apareceu a ponta de um tolete saindo do cu dela, e ela soltou uma descarga de merda mole e marrom claro em cima do meu peito. Enquanto ela cagava em mim, eu tava adorando e não acreditava, tava esfregando a merda da Natalia, minha vizinha gostosa. — Tá gostando? — ela perguntou entre suspiros. — Sim, adoro, tô todo cheio da sua caguinha — respondi — que caca gostosa que você faz, e que quantidade — falei — você sempre caga assim, bastante? — Sim — ela respondeu — quase sempre faço assim, bastante. Enquanto isso, eu pegava a merda dela do chão, passava no cu inteiro dela e lambia. — Posso descer? — ela disse — porque tô cansada daqui de cima. Ela desceu, aí eu me deitei no chão em cima de uma toalha e ela ficou de quatro em cima de mim na posição “69”, e começou a chupar minha pica, enquanto eu chupava o cu dilatado dela e lambia a buceta dela toda cheia de sucos, enquanto a putinha pedia mais pica no cu dela. Aproveitando que o cu dela tava bem aberto, meti de novo pelo cu e, enquanto comia ela, saboreava na boca todos os sucos dela. Enquanto a Natalia curtia minha pica enterrada no cu dela, virava a cabeça pra olhar como eu esfregava a merda dela e dizia: — Hum, que delícia, adoro ver você passando minha caguinha, fiz tudo isso. Pra você e hoje à tarde vou te dar mais, todo dia vou te dar minha merda. - Sim, quero que você me dê sua merdinha todo dia, quero ser daqui pra frente seu banheiro particular. Quero que toda a merda que sair do seu cu seja pra mim. A Natália gozou com um orgasmo tremendo e então eu jorrei todo o meu sêmen o mais fundo possível no cu dela. Aquele cu que tava cheio de merda agora tava cheio do meu gozo. Depois de um momento de relaxamento, a gente levantou e enquanto tomava banho ela me disse: - Nossa, que putaria, mas que bom que foi, adorei, a gente tem que fazer isso mais vezes. - Sim claro, toda vez que você tiver vontade de cagar é só me chamar que eu venho, hoje à tarde vou estar em casa, porque tô de licença, se você tiver vontade de cagar e levar no cu me liga – falei pra ela. A gente terminou de tomar banho, a Natália se vestiu e foi pra casa dela e eu fiquei com uma sensação de prazer que nunca tinha sentido. Lá pelas cinco e meia ou seis da tarde, a Natália me liga e diz: - Oi, minha mãe e minha avó saíram e eu tô sozinha, quer vir? Tenho um prêmio pra você. - Siiim, já vou aí buscar meu prêmio – respondi. E bom, vocês já imaginam o resto, como tava calor ela tava vestida com uma blusinha amarela curta e uma minissaia jeans, com uma calcinha de algodão azul clara. A gente tava tão excitado que nem deu tempo de ir pro banheiro, ela me entregou as pérolas dela em pé na cozinha com as mãos apoiadas na pia e eu agachado atrás com minha boca na porta do cu dela, ela nem tirou a calcinha, só puxou pro lado e enquanto com a mão direita segurava ela pro lado, com a esquerda abria a bunda dela pra deixar o cu todo livre. Como ela tinha dito, fez menos merda que de manhã, foram três coisinhas moles que passaram do cu dela pra minha mão bem quentinhas. Depois de lamber o cu dela todo e limpar o resto de merda, eu me levantei atrás dela e penetrei o cu dela. gozando abundantemente dentro do cu dele, que ficou transbordando de porra quente. Até hoje a gente continua com esses encontros e curte pra caralho.
Meu nome é José, tenho 46 anos e essa é uma história real que aconteceu comigo há alguns meses. Moro em Montevidéu, num prédio de apartamentos no 7º andar. No 8º andar, mora uma garota muito jovem, atualmente com 19 anos, junto com a mãe e a avó. Essa garota se chama Natalia, tem uma altura mediana, é cheinha sem ser gorda, loira, cabelo liso e comprido até a cintura, muito gostosa. Conheço ela desde que me mudei pra cá, quando Natalia era uma menina de uns 8 ou 9 anos. Com o tempo, ela foi se transformando numa adolescente linda, e não tenho vergonha de admitir, comecei a gostar muito dela. Natalia sempre foi muito simpática comigo, até que há mais ou menos um ano ela começou a me dar mole. No começo, eu não percebi ou não quis perceber, por causa da diferença de idade e porque ela ainda era menor de idade, mas com o passar do tempo, a coisa foi ficando cada vez mais evidente.
Uma manhã, umas 9 horas, saí pra ir ao supermercado. Quando saí do elevador, uma imagem fez todos os meus alarmes dispararem e minhas hormonas irem à loucura automaticamente. Na porta do prédio, estava Natalia, conversando com o porteiro. Ela estava vestida com um moletom azul claro curto na cintura e uma legging azul bem justa, enfiada dentro de uma bunda maravilhosa. Aquela imagem me impactou. Natalia tinha a bunda mais linda que eu já tinha visto, não só pelo tamanho, mas pela redondez perfeita, que a legging justa mostrava em toda a sua plenitude. E pra aumentar ainda mais minha excitação, dava pra ver claramente a marca em forma de "V" da calcinha dela por baixo da calça. Depois de alguns segundos de perplexidade (que pareceram horas), reagi e a cumprimentei. Ela me cumprimentou super simpática como sempre, mas eu ainda estava completamente perturbado. Fui ao supermercado e, enquanto percorria as prateleiras, encontrei ela de novo. Parece que o destino insistia em nos juntar. Fizemos as compras e, enquanto voltávamos, ela me contou que estava triste porque tinha brigou com o namorado dela e aí percebi que era agora ou nunca e fui com tudo, comentei que há um tempão tava rolando umas paradas muito fortes com ela, que eu tava afim pra caralho, mas que sabia da nossa diferença de idade e que eu era casado, mas que era o que eu sentia. — "Bom, aleluia, já era hora de você se ligar" — ela respondeu. Essa resposta me surpreendeu. — "Faz mais ou menos um ano que tô te dando mole e você nada, você também me atrai pra caralho e não tô nem aí pra sua idade ou se você é casado, sou apaixonada por você desde os 14 ou 15 anos" — "Sério?" — perguntei, meio sem graça. — "Você achava que eu não percebia como você me olha?, toda vez que a gente se via seu olho ia direto pro meu rabo" — ela disse. Nisso a gente chegou no prédio e subiu no elevador, eu abri a porta do meu andar e perguntei: Não quer entrar em casa comigo? Tô sozinho. Entramos no meu apê e mal fechei a porta, já ficamos abraçados nos dando os beijos mais safados da minha vida. Nossas línguas se enroscavam, enquanto com as duas mãos eu acariciava toda a bunda dela, depois coloquei as mãos por baixo, entre a legging e a calcinha, amassando as nádegas dela. A paixão era foda dos dois lados. Aí virei ela, me abaixei, puxei a legging pra baixo e comecei a dar beijos e mordidas na bunda dela por cima da calcinha, que era de algodão, branca com estampa de florzinhas azuis e rosas, e embora não fosse uma fio dental, só cobria uma parte pequena das nádegas. O rabo dela era lindo, redondinho e com duas bandas bem durinhas e brancas, perfeitas sem nenhuma marca, típica bucetil de adolescente. O cheiro da bunda dela invadiu minhas narinas me excitando ainda mais, aí puxei a calcinha dela pro lado, separei as nádegas e comecei a lamber o cu dela, sugando com a língua aquele sabor gostoso e maravilhoso, ela abriu as bandinhas com a mão expondo mais o cuzinho lindo pra minha língua, e falava chupa mais minha buceta, come essa bunda divina, — Cê gosta? — Meu rabão? — ela perguntou. — Sim, adoro — respondi — vou comer ele todinho. Num piscar de olhos, já estávamos no quarto, ela subiu na cama e se ajoelhou de quatro, na posição de cachorrinho (ou "21", como chamam), de lado. Eu me ajoelhei no chão, puxei a leggings e a calcinha dela até quase os joelhos, lambi o cu dela com a língua, chupei e enfiei os dedos na buceta dela. Depois, com os dedos molhados dos sucos vaginais dela, enfiei a ponta do indicador no cu dela. Assim que a ponta entrou, senti a merda dela ali mesmo, na porta. Enfiei mais fundo e senti como escorregava, tirei o dedo e chupei a merdinha que saiu, comendo tudo. — Meu amor, você tá cheia de merda — falei. — Sim, ainda não fui ao banheiro, sempre faço de manhã nessa hora — ela respondeu entre gemidos, com a voz transformada pela excitação — Você tem nojo? Quer que eu vá ao banheiro? — Não! — respondi — Gosto assim, não me incomoda. Enfiei na buceta dela devagar e comi ela por uns minutos, depois enfiei no cu dela, lentamente, achando que ela ia resistir, mas não, Natalia era uma puta completa e adorava meu pau no cu dela. Enquanto comia ela pelo cu, ficava pensando naquela merdinha que ela tinha lá, que eu já tinha provado e era uma delícia. Aí me animei e falei: — Esse rabo é todo meu? — Sim — ela respondeu — é todo seu. — Então toda essa merda que você tem é toda pra mim, quero que você me dê tudo que sai do seu rabo — falei. — Quê! Isso é uma putaria — ela respondeu, surpresa. — Sim, mas eu gosto, desejo mais que tudo, me dá sua merda, por favor! — falei, quase implorando. — Tá bom, se você gosta, eu dou, não tenho problema. Mas como fazemos? Vamos ao banheiro? — Sim, vamos — respondi. Tirei meu pau do cu dela, e ele saiu sujo de merda. Levantamos e fomos ao banheiro, e enquanto íamos, ela na minha frente, sem subir a calça. Tirei a legging e a calcinha dela por completo, eu olhava pra bunda dela e babava. No banheiro, coloquei a toalha no chão e me deitei de barriga pra cima, mandando a Natalia se agachar de cócoras sobre mim, de frente pros meus pés, de um jeito que a bunda dela ficasse bem em cima do meu peito. Ela tirou a legging e a calcinha e se posicionou como eu pedi, com as duas mãos apoiadas nos meus joelhos, e aproximou o cu do meu peito. Eu tava pronto pra receber tudo que saísse daquela bunda divina e linda. Aí a Natalia começou a fazer força e um jato de mijo amarelo e quente saiu da buceta dela, encheu minha boca e eu engoli, encheu mais duas vezes e eu bebi tudo, e quase na hora apareceu a ponta de um tolete saindo do cu dela, e ela soltou uma descarga de merda mole e marrom claro em cima do meu peito. Enquanto ela cagava em mim, eu tava adorando e não acreditava, tava esfregando a merda da Natalia, minha vizinha gostosa. — Tá gostando? — ela perguntou entre suspiros. — Sim, adoro, tô todo cheio da sua caguinha — respondi — que caca gostosa que você faz, e que quantidade — falei — você sempre caga assim, bastante? — Sim — ela respondeu — quase sempre faço assim, bastante. Enquanto isso, eu pegava a merda dela do chão, passava no cu inteiro dela e lambia. — Posso descer? — ela disse — porque tô cansada daqui de cima. Ela desceu, aí eu me deitei no chão em cima de uma toalha e ela ficou de quatro em cima de mim na posição “69”, e começou a chupar minha pica, enquanto eu chupava o cu dilatado dela e lambia a buceta dela toda cheia de sucos, enquanto a putinha pedia mais pica no cu dela. Aproveitando que o cu dela tava bem aberto, meti de novo pelo cu e, enquanto comia ela, saboreava na boca todos os sucos dela. Enquanto a Natalia curtia minha pica enterrada no cu dela, virava a cabeça pra olhar como eu esfregava a merda dela e dizia: — Hum, que delícia, adoro ver você passando minha caguinha, fiz tudo isso. Pra você e hoje à tarde vou te dar mais, todo dia vou te dar minha merda. - Sim, quero que você me dê sua merdinha todo dia, quero ser daqui pra frente seu banheiro particular. Quero que toda a merda que sair do seu cu seja pra mim. A Natália gozou com um orgasmo tremendo e então eu jorrei todo o meu sêmen o mais fundo possível no cu dela. Aquele cu que tava cheio de merda agora tava cheio do meu gozo. Depois de um momento de relaxamento, a gente levantou e enquanto tomava banho ela me disse: - Nossa, que putaria, mas que bom que foi, adorei, a gente tem que fazer isso mais vezes. - Sim claro, toda vez que você tiver vontade de cagar é só me chamar que eu venho, hoje à tarde vou estar em casa, porque tô de licença, se você tiver vontade de cagar e levar no cu me liga – falei pra ela. A gente terminou de tomar banho, a Natália se vestiu e foi pra casa dela e eu fiquei com uma sensação de prazer que nunca tinha sentido. Lá pelas cinco e meia ou seis da tarde, a Natália me liga e diz: - Oi, minha mãe e minha avó saíram e eu tô sozinha, quer vir? Tenho um prêmio pra você. - Siiim, já vou aí buscar meu prêmio – respondi. E bom, vocês já imaginam o resto, como tava calor ela tava vestida com uma blusinha amarela curta e uma minissaia jeans, com uma calcinha de algodão azul clara. A gente tava tão excitado que nem deu tempo de ir pro banheiro, ela me entregou as pérolas dela em pé na cozinha com as mãos apoiadas na pia e eu agachado atrás com minha boca na porta do cu dela, ela nem tirou a calcinha, só puxou pro lado e enquanto com a mão direita segurava ela pro lado, com a esquerda abria a bunda dela pra deixar o cu todo livre. Como ela tinha dito, fez menos merda que de manhã, foram três coisinhas moles que passaram do cu dela pra minha mão bem quentinhas. Depois de lamber o cu dela todo e limpar o resto de merda, eu me levantei atrás dela e penetrei o cu dela. gozando abundantemente dentro do cu dele, que ficou transbordando de porra quente. Até hoje a gente continua com esses encontros e curte pra caralho.
53 comentários - Nati, que tesão
dedicate a hacer enemas man !!!
Si es lo que a vos te gusta 😉
si tenes sed ya sabes que tomar no? no le vas a pedir una coca no????
zarpado mal que asco!!
ah.... esta bueno el relato del jovie. 😀 te felicito man. un poco de cosita me dio pero bien ahi por vos
Todos tenemos algun tipo de fantasia obscura, pero tampoco somos tan tarados de creer que una mina normal justo dio la casualidad que le gusta ese estilo y se va a pestar a eso, lo digo con todo respeto, pero flaco con 46 años todavia estas a tiempo para hacerte ver. 🆒
😀 😀
😀 😀
PD: todo bien con chupar una cola de nena, pero tragar caca.. eso es demasiado 🙄
howdy?!!!
vayase a la mierda, que asco!!! 😳
Y ESCRIBIME TE QUIERO" 🤤 🤤 🤤 🤤
Feito lo tuyo man.:noo: