Con mi hermana (2)

Leyre— Tava certa. E você, o que acha, Rubén?
Rubén— E o que você quer que eu ache? Que ela é uma gostosa pra caralho.
Leyre— Kkkkk. Valeu, galera, vocês vão fazer eu ficar vermelha.
Rubén— Me diz, Leyre. Com que idade você transou pela primeira vez?
Leyre— Com que idade eu fiz o quê? Foder? Foi com catorze anos, com um cara de dezessete.
Antonio— Olha só minha irmãzinha, que precoce que ela é.
Leyre— É? Nem tanto, é normal. E vocês, com que idade comeram alguém?
Rubén— Eu já tinha dezoito.
Antonio— E eu tinha acabado de fazer dezenove.
Leyre— Pô, então vocês demoraram hein?
Antonio— Mais ou menos o normal, você é que fez muito cedo, não a gente tarde.
Leyre— Sei lá, sei lá. De qualquer forma, já transei com muito mais. É que tenho sorte de que, quando bate vontade de foder, sempre acho alguém que topa comigo.
Rubén— Haha, não me surpreende.
Antonio— E com quantos mais ou menos você já comeu?
Leyre— Pô, não levo conta. Também não é como se eu fosse dando pra qualquer um, hein? Mas umas vinte pessoas.
Antonio— Nada mal pra quem tem dezesseis anos.
Rubén— E o que você mais gosta de fazer ou que façam com você?
Leyre— Acho que gosto de tudo, até de levar no cu.
Rubén— Então tenho na minha frente uma ninfomaníaca bem bebada, hein? Tô pensando que talvez eu pudesse me aproveitar de você.
Esse comentário eu fiz de brincadeira, mas quando Leyre mandou eu ir em frente, fiquei sem saber o que dizer. Claro que eu tava morrendo de vontade de comer ela na hora, mas não queria me aproveitar dela bêbada, então decidi ficar parado sem falar nada.
Leyre, vendo que eu não fazia nada, resolveu mudar de tática e, sem dizer uma palavra, tirou o top, ficando com os peitos de fora. Aí ela chegou perto de mim, apertou as tetas contra meu peito, aproximou os lábios a alguns centímetros dos meus e, enquanto passava o joelho de leve na minha rola, falou pra eu comer ela ali mesmo. Eu tentava de todo jeito não sucumbir à tentação, e bem quando ia fazer isso, ela se afastou, foi até o irmão dela e repetiu o mesmo ritual. Antonio colocou uma das mãos na bunda da Leyre, e por um momento pensei que ele ia foder ela, mas não fez mais nada, e ficou assim até Leyre cansar e se afastar do Antonio.
Ela sentou na cama com cara de decepção, depois se deitou e em poucos segundos já tinha dormido. Decidimos levar ela pro quarto da minha irmã mais velha, então peguei ela no colo e fomos nós três pra lá. Assim que entrei no quarto, joguei ela na cama, e ficamos nós dois olhando pra ela.

Antonio — Que peitão que a Leyre tem, hein?
Rubén — Pode crer, são lindos. Mas não só os peitos. Ela é toda gostosa. Se não tivesse bêbada, eu tinha comido ela.
Antonio — Comigo foi a mesma coisa, mas com ela bêbada não achei certo.
Rubén — Você teria fodido ela? Não teria ligado por ser sua irmã?
Antonio — Por que eu ligaria? Ela tem buceta e eu tenho pau, né? Então pronto, o resto tanto faz. Além disso, não sou o único que quer foder a própria irmã, hein?
Rubén — Isso é por minha causa? Que isso, cara, minha irmã é uma criança.
Antonio — Você não me engana, mas beleza, deixa esse assunto pra lá, você me conta quando quiser. Mudando de papo, quer ver a Leyre pelada?
Rubén — Claro que sim.

Sem dizer mais nada, Antonio chegou perto da irmã e, sem nenhum cuidado, tirou a calça e a calcinha fio dental dela. Ela ficou completamente nua na nossa frente, e a gente ficou besta olhando pra buceta dela, quase toda depilada, só com uma listinha bem em cima. Então Antonio me olhou e falou: “vamos apalpar ela um pouco”, e sem mais delongas, a gente fez isso.
A gente focou mais nos mamilos, que estavam durinhos como pedra, e na buceta linda dela, que estava bem molhada. Eu tava com o pau prestes a explodir, e o que eu queria era... Enfiar a pica dentro dela, mas eu me segurava. Aí vi uma coisa surpreendente, o Antonio tava chupando a buceta da Leyre, e eu também fiquei com muita vontade de fazer aquilo, e até o Antonio me chamou pra fazer, mas não tive coragem e me contentei em chupar os peitos dela.
Depois de um tempo, a gente parou, colocamos a calcinha fio dental nela de novo e saímos do quarto. O Antonio foi direto pro meu quarto dormir, e eu me preparei pra fazer o mesmo no quarto dos meus pais, mas pra isso tinha que passar na frente do quarto da minha irmã Laura, e quando passei, ouvi muito barulho, então resolvi entrar pra ver o que elas estavam fazendo.
Quando entrei, vi que não estavam fazendo nada de errado, só estavam conversando, mas o que me surpreendeu foi ver que as cinco estavam só de calcinha e camiseta, o que me deixou com muito tesão. As meninas, ao me verem, tiveram reações diferentes por estarem só de calcinha: a Laura, a Xiomara e a Ana Maria não ligaram, a Yurena ficou vermelha, mas não se cobriu, e a Evita pegou o travesseiro o mais rápido que pôde e se cobriu com ele.
A Laurita logo me mandou ficar com elas, e eu obedeci, sentei na cama, perto da Yurena e da Eva, a Laura tava sentada numa cadeira, e a Xiomara e a Ana Maria estavam de pé.
Eu tava realmente com muito tesão por causa dessas cinco menininhas, mas principalmente por causa das duas irmãs, já que elas estavam de fio dental, a mais velha com um verde, e a mais nova com um branco mais infantil, o que a deixava ainda mais provocante.
Provavelmente por causa do álcool, mas eu não parava de olhar fixo e descaradamente pra Xiomara e pra Ana Maria com cara de bobão, e até com a boca ligeiramente aberta, essas duas tinham percebido, mas as outras parecia que não. As duas meninas pareciam contentes sabendo que deixavam minha pica muito, muito dura, e faziam de tudo pra me provocar.
Eu tava no meu mundo imaginando que tava comendo as duas irmãs, quando percebi que a Laura tava falando comigo. Disse pra ela me perdoar, que não tinha ouvido, e aí ela me disse de novo que queria que eu fizesse o trenzinho nela.
Em circunstâncias normais, eu não teria aceitado fazer o trenzinho na frente de ninguém, mas como tava meio bêbado e com a pika dura pra caralho, topei. Ela ficou toda feliz, subiu no meu colo, eu segurei ela pela cintura e encaixei a bunda dela bem em cima da minha pika, que ela devia estar sentindo porque tava no auge. Coloquei minhas mãos de cada lado do quadril dela e comecei a mover ela devagar pra frente e pra trás, esfregando bem na minha pika.
Ela logo pediu pra eu fazer bem mais rápido, então eu fiz, comecei a mover ela o mais rápido que conseguia, e isso me dava ainda mais prazer, e pelo visto pra minha irmã também, porque de vez em quando ela soltava uns gemidinhos. Aí eu olhei e vi que as outras meninas estavam de pé nos olhando, e isso me deixou mais tesudo e me fez decidir ir mais longe.
Parei de mover ela e comecei a mexer meus quadris, esfregando bem a pika na bunda dela, enquanto levei meus lábios até o pescoço dela e comecei a beijá-la, acariciando as pernas nuas dela.
A Laura gemia cada vez mais, sinal de que tava cada vez mais excitada, aí olhei pra ela e vi que tava com a cara vermelha, depois olhei pras outras meninas, e todas estavam surpresas, menos a Xiomara, que tava lá de pé, sorrindo.
Como vi que nós dois távamos curtindo e ninguém falava nada, decidi ir mais longe, e fui levando uma mão devagar até a calcinha dela, e quando cheguei, fui enfiando a mão dentro da calcinha bem devagar, mas quando já tinha uns cinco centímetros de mão e ia chegar na bucetinha dela, ela tirou minha mão com a dela, e na sequência colocou as duas mãos na própria ppk por cima da calcinha e começou a se acariciar, enquanto eu continuava esfregando na bunda dela.
Teve um momento em que a Laura se inclinou pra trás, com a cabeça virada pra cima e gemendo bem forte, o que com certeza significava que ela tinha gozado, provavelmente o primeiro orgasmo dela em doze anos, e pensar nisso fez com que logo em seguida fosse eu que gozasse também.

Quando o clímax passou, o silêncio tomou conta do quarto, as quatro amigas da minha irmã não paravam de olhar pra gente, chocadas com o que tinham acabado de ver. Minha irmã tava completamente vermelha, e como a excitação do momento já tinha passado, dava pra ver que ela tava envergonhada, porque por mais inocente que fosse, já devia saber mais ou menos o que tinha rolado, então sem falar nada ela se levantou.

Quem quebrou o silêncio foi a Xiomara.

Xiomara – Então esse é o trenzinho, né? E vocês brincam disso muitas vezes?
Laura – Nnn… não. Com ela… só duas vezes.
Xiomara – É? E por quê? Mas se isso parecia ser muito divertido. Eu bem que queria experimentar.
Rubén – Se você realmente quiser experimentar, pode fazer quando quiser.

Xiomara me olhou enquanto sorria, e disse que se eu realmente deixaria ela experimentar quando quisesse, ela queria fazer agora.

Rubén – Então vem, sobe no meu colo.
Xiomara – Vale, mas antes fica só de cueca, que com certeza a calça esquenta demais.

Eu sorri, e tirei a calça, sabia que aquilo de tirar a calça não tinha nada a ver com calor, mas sim porque ela era muito foxy e queria sentir bem minha pica.

Xiomara sentou no meu colo, eu segurei ela pela cintura e coloquei ela bem em cima da minha pica. Ela deve ter sentido minha cueca molhada, já que eu tinha acabado de gozar, mas não falou absolutamente nada. Coloquei minhas mãos na cintura dela e comecei a mover ela devagar, mas aí ela pediu pra parar, que não precisava eu mover ela, que ela mesma se mexia e assim eu ficava com as mãos livres pra outras coisas.

Exatamente como ela tinha dito, ela começou a se mexer, esfregando a bunda dela na minha pica poderosa. Xiomara nem disfarçava, parecia mais que a gente tava transando, porque ela não parava de esfregar a bunda gostosa dela de um jeito que nem as putas profissionais saberiam fazer. Além disso, ela não se segurava na hora de gemer.
Eu aproveitava que era ela quem se mexia pra acariciar ela por dentro das coxas, mas pouco tempo depois enfiei de uma vez a mão por baixo da calcinha fio dental dela e comecei a masturbar ela, enquanto ela continuava rebolando e agora gemia ainda mais forte. Eu comecei a beijar ela no pescoço também, mas ela virou a cabeça na hora e a gente começou a se beijar de boca aberta enquanto continuava com nosso “trenzinho” particular. As outras minas olhavam pra gente super surpresas, menos a Ana Maria, que tava sorrindo. Xiomara tava cada vez mais e mais tesuda, e respirava muito forte, igual a mim. Eu tava tão excitado que quando afastava um pouco a boca da dela, falava coisas tipo “gostosa”, “putinha” e essas paradas, que parecia que deixava ela ainda mais louca.
Depois de um tempo que pareceu terrivelmente curto, ela separou a cabeça da minha, levantou de repente, se virou e sentou de novo em cima de mim, mas dessa vez me encarando. Ela logo enfiou a mão dentro da minha cueca, tirou minha rola pra fora e começou a bater uma pra mim. Ela sussurrou com a voz ainda ofegante pra eu continuar com a minha parte, e eu, obediente como sempre, enfiei a mão por baixo da calcinha fio dental dela e continuei masturbando ela devagar.
Como minha irmã e as outras tavam atrás da Xiomara, eu tava safe de elas verem direito o que a gente tava fazendo (embora fosse óbvio), mas me surpreendi quando vi de repente a Ana Maria bem do nosso lado, olhando pra gente com aquela cara de safada que a irmã dela costumava fazer. Isso me excitou ainda mais, coloquei uma mão nas costas da Xiomara e puxei ela pra perto até ficar colada, sentindo os peitos dela no meu peito, e comecei a beijar ela. Mesmo um pouco mais desconfortáveis por causa da posição nova, a gente continuava se masturbando um ao outro.
Depois de Fiquei um tempão assim, chegou a hora dos orgasmos, ela teve o primeiro, e foi bem escandaloso, soltou uma porrada de fluidos da buceta dela, mas não parei de masturbá-la. Uns minutos depois chegou o meu, e todo o meu semen espirrou na barriguinha lisa dela, já que a camiseta estava um pouco levantada. Ela sorriu pra mim, soltou minha pica e com a mão que tinha me masturbado, pegou um pouco do meu semen e levou à boca enquanto continuava me olhando. Já a Ana Maria também não perdia detalhe e não parava de olhar a cena, dava pra ver que ela também estava muito tesuda.
Xiomara limpou o semen com a própria camiseta, colocou minha pica de volta na minha cueca, tirou minha mão da buceta dela, se levantou, ajeitou a roupinha que estava usando, deu uns passos pra trás, onde estavam minha irmã e as amigas dela, e disse:
Xiomara — Bom, a verdade é que o trenzinho não é ruim. Gostei bastante.
Laura e as outras não disseram nem fizeram nada, mas eu e a Ana Maria não conseguimos evitar de rir. Aí eu também me levantei, ajeitei um pouco a roupa, olhei fixamente pra Xiomara e, com um sorriso no rosto, falei:
Rubén — Quer dormir comigo pra gente terminar o que a gente acabou de fazer?
Xiomara — O que exatamente a gente acabou de fazer? Que eu saiba, só fizemos o trenzinho, né?
Ao ouvir isso, o sorriso sumiu do meu rosto, e sem dizer nada, saí do quarto e fui pro dos meus pais. Enquanto xingava a puta da Xiomara mentalmente, me deitei e dormi bem rápido.
Acordei de repente, olhei o relógio e vi que eram quatro da manhã. Levantei da cama e fui pro banheiro, porque tava com uma vontade danada de mijar, mas quando cheguei na porta, me surpreendi que estava ocupado, então fiquei esperando do lado de fora.
Poucos segundos depois, a porta do banheiro abriu, e saiu a Ana Maria. Nós dois nos assustamos muito, e rapidamente... Meus olhos se cravaram no corpinho dela, ela tinha um corpo realmente gostoso, ainda estava usando a mesma calcinha fio dental branca que eu tinha visto ela usar um tempo atrás, mas a camiseta que ela vestia agora era diferente, ela estava usando a que antes era da irmã dela, a Xiomara. Esse detalhe me excitou pra caralho, principalmente sabendo que naquela camiseta tinha meu gozo já seco. Além disso, o cabelo dela estava meio bagunçado de ter dormido.

Ela percebeu que eu tava olhando pra ela e sorriu do mesmo jeito que a irmã dela costumava fazer, me cumprimentou e continuou andando pra ir pro quarto dela. Eu, sem saber por que fiz aquilo, peguei ela pelo braço e puxei ela na minha direção, segurei cada um dos braços dela com minhas mãos e fiquei olhando pra ela. No começo ela se assustou, mas rapidamente me devolveu o olhar, sorriu de novo e me perguntou se eu ia ficar parado ali ou se ia ter coragem de fazer algo mais. Quando ouvi aquilo, soltei ela, e ela foi pro quarto dela rebolando a bunda enorme.

Quando ela sumiu da minha vista, entrei no banheiro, mijei, fui pro meu quarto, me deitei e dormi na hora.

No dia seguinte, acordei bem tarde, e com uma dor de cabeça leve. Só estavam em casa o Antonio e a Leyre, e ela me disse que minha irmã e as amigas tinham saído pra dar uma volta. A Leyre falava comigo numa boa e não mencionou em nenhum momento o que rolou na noite anterior, então achei que talvez ela não se lembrasse. Dessa vez ela tava vestindo uma calça de moletom e um top curto, mas menos sexy do que o que ela usou no dia anterior.

Bebi o suco de laranja que a Leyre preparou pra mim, que segundo ela era bom pra ressaca, e fomos nós três pra sala. Lá, ligamos a TV e deixamos num canal que tava passando pela enésima vez "Esquadrão Classe A", mas ninguém tava prestando atenção.

Antonio - Que barraco você armou ontem, Leyre. Você nos deixou surpresos.
Leyre - Eu? Nossa. E o que eu fiz? Não fiz nada de errado, fiz?
Antonio - Nada, pouca coisa, não se preocupa. Relaxa. Não é mesmo, Rubén?
Rubén – Certo, não foi nada.
Leyre – Puxa, que bom.
Rubén – Aliás, Leyre, não fazia ideia que você fumava baseado, nem que gostava tanto de beber.
Leyre – Hehe, haha. Cara, eu nunca disse pra vocês que fazia, mas também nunca disse que não fazia.
Rubén – E também foi surpreendente quando você falou que não era mais virgem.
Leyre – Eu falei isso? Nossa, como beber me faz mal.
Antonio – O que mais nos surpreendeu foi quando você começou a xingar nós dois, e até quis bater na gente.
Leyre – Hehe, haha. Você acha certo contar mentiras pra sua irmã mais nova? Não foi isso que aconteceu.
Antonio – Então você quer dizer que lembra do que realmente rolou. Não é mesmo, irmãzinha?
Leyre – Claro que lembro. Lembro que me insinuei pra vocês dois. E que vocês me rejeitaram. Sabiam que foi a primeira vez que me rejeitam? Por que fizeram isso?
Antonio – O que você queria que eu fizesse? Você é minha irmã.
Leyre – E você, Rubén? Qual desculpa você me dá?
Rubén – É que você estava muito bêbada e eu não queria me aproveitar de você.
Leyre – Puxa, que íntegro você é. Valeu. Mas agora não estou bêbada, o que você faria se eu me insinuasse como ontem?
Rubén – Hehe, haha. Ora, é claro, né? Não deixaria você escapar de novo.

Ao ouvir isso, Leyre se levantou e, sem dizer nada, tirou o top, se aproximou de mim, me pôs de pé e colou os peitos no meu peito, e me disse pra provar o que eu tinha acabado de falar.
Durante toda a conversa, eu achava que ela estava brincando, e por isso entrei na onda, e ao ver que ela estava falando sério, hesitei um pouco no começo, então ela pegou minha mão e colocou na bunda dela, e me disse de novo pra provar o que eu tinha acabado de falar, aí eu reagi, coloquei a outra mão também na bunda dela, e comecei a beijá-la.
Teve um momento em que Leyre virou a cabeça, olhou pro irmão e disse:
Leyre – Como você e eu somos irmãos, não podemos foder, mas faz o que tiver que fazer.

Eu não sabia muito bem a Não entendi o que ela quis dizer com aquilo, mas não tava nem aí. Tirei a camiseta e deitei ela no sofá, subi em cima e comecei a chupar os peitos dela. Os peitos dela não eram exageradamente grandes, mas tinham um tamanho bom. As auréolas eram grandes e um pouco mais escuras que a pele, os bicos estavam durinhos como pedras e também bem grandes.
Enquanto eu chupava e apertava aquelas tetonas, ela me deliciava gemendo baixinho, rebolando e se tocando por cima da calça. Esqueci as tetas por um momento e tirei a calça dela, ficando à vista uma calcinha fio dental azul bonita e pequena. Levei minha boca até lá e tentei arrancá-la com uma mordida. Demorei mais do que pensei, mas consegui. A buceta dela tava na minha mercê e, sem perder tempo, comecei a chupá-la.
Primeiro, peguei o clitóris dela na boca, comecei lambendo de leve. A Leyre já contraiu os músculos e começou a gemer baixinho, enquanto se agarrava no meu cabelo com as mãos. Comecei a alternar minhas lambidinhas com sugar o clitóris inteiro dela dentro da boca, o que fazia os gemidos aumentarem. Mesmo percebendo que ela tava adorando, desci um pouco até a rachinha dela, que era o que me interessava. Com uma mão, continuei acariciando o clitóris, e com a outra, abri bem os lábios da buceta dela e comecei a lamber e enfiar a língua o mais fundo que conseguia. Leyre gemia cada vez mais e rebolava mais rápido, e eu sabia que ela tava gostando ainda mais porque puxava meu cabelo com mais força.
Leyre: "Be… beija… qui… quero gozar… gozar enquanto você me… beija."
Quando ela falou isso, já tava chupando a buceta dela fazia um bom tempo e, claro, resolvi obedecer. Subi minha cabeça até a dela, e ela partiu pra cima da minha boca, me beijando com muita paixão. Enquanto nos beijávamos, eu masturbava ela com uma mão e, com a outra, apertava os peitos dela. Ela se mexia pra caralho. Suas cadeiras, tanto que parecia que era ela quem estava fodendo meus dedos e não o contrário. Tava tão excitada que eu tinha três dos meus dedos dentro dela e tava convencido de que cabia um quarto, mas não coloquei. E chegou o momento do grande orgasmo dela, ela se agarrou bem nas minhas costas com as unhas e começou a gemer com muita força até gozar num grito poderoso de prazer.

Ela ficou deitada ofegante, eu saí de cima dela e sentei do lado, feliz que a Leyre tinha curtido tanto. Logo ela se levantou e começou a me beijar, no pescoço, no peito, na barriga, até chegar na minha virilha, aí me olhou e disse que agora era minha vez, e sem mais baixou minha calça e minha cueca até os joelhos (embora precisou da minha ajuda, já que eu tava sentado).

Meu pau ficou livre, e a Leyre agarrou ele na hora, começou a me bater uma lentamente enquanto olhava de todos os ângulos que vinham na cabeça dela, e de repente, de uma só vez, enfiou ele na boca. Isso pra mim foi a glória, principalmente porque não esperava que ela fizesse aquilo. Logo tirou da boca e começou a lamber como se fosse um sorvete, e de vez em quando dava uma lambida nas minhas bolas também.

De repente ouvi um gemido que não vinha nem de mim nem da Leyre, olhei e vi o Antonio se masturbando. Isso no começo não me agradou, mas ao pensar que ele tava batendo uma vendo a irmãzinha dele, acabei ficando excitado com a situação. Deu vontade de contar pra Leyre pra ver o que ela achava, mas com medo de que ela não gostasse e acabasse tudo, não fiz.

A Leyre continuava chupando meu pau, alternava boquetes com punhetas e lambidas, e cada vez dava mais velocidade. Ela fazia maravilhosamente bem, e dava pra ver que tinha bastante prática, e isso me deixava com muito tesão. Tava perto de gozar, e não sabia se ela ia gostar que eu gozasse na boca dela, mas como tava com vontade, decidi que sim. Eu ia avisar ela.
Então, quando chegou a hora de eu gozar, segurei a cabeça dela pra ela não conseguir se afastar, e começaram a sair jatos de porra do meu pau que ficavam na boca dela ou até iam direto pra garganta.
Quando descarreguei toda a minha porra, tirei a mão da cabeça dela, e ela se levantou rapidinho. Olhei pra ela e vi que um pouco de sêmen escorria da boca dela, e de repente ela começou a tossir e saiu correndo pro banheiro.
Por uns minutos fiquei sozinho com o Antonio, e ele aproveitou pra me dizer que a gente tava dando um puta espetáculo, e que continuasse assim. Eu, por minha vez, não tinha certeza se a gente ia continuar, e tava meio assustado com a reação que a Leyre poderia ter.
Quando a Leyre apareceu na sala, percebi que ela parecia brava, então comecei a me desculpar meio sem jeito. Aí a Leyre sorriu e me disse que não se importava de eu gozar na boca dela, mas que avisasse antes, porque achou que ia se engasgar.

Rubén – Desculpa, é que eu tava tão tarado que…
Leyre – Relaxa, mas agora você vai ter que me fazer gozar muito pra compensar…

Ela não terminou a frase porque naquela hora percebeu que o Antonio tava sentado numa cadeira com o pau na mão.

Leyre – Olha só, olha só, irmãozinho. Tô vendo que você também tava se divertindo. Então vamos continuar dando espetáculo pra você poder seguir, né, Rubén?

Não deu tempo de eu responder, porque ela já tava a poucos centímetros de mim, me empurrou pra eu cair no sofá, terminou de tirar minha calça e minha cueca, subiu em cima de mim, e de uma só vez enfiou o pau na buceta dela. Deitou sobre mim e sussurrou que tava a fim de uma boa transa, e que eu me preparasse.

Claro que eu tava doido pra ver o que ela ia fazer. Então ela se sentou de novo, colocou as mãos no meu peito e começou a rebolar com meu pau dentro, numa velocidade absurda. Eu praticamente não Não fazia nada, só ficava olhando as tetas dela balançando. Ela, por outro lado, estava suando do esforço que tava fazendo, mas não parecia cansada de jeito nenhum. Dava pra ver que ela tinha experiência transando, porque quando sentia que eu ia gozar, ela diminuía o ritmo pra eu aguentar mais.
Depois de um bom tempo montada em mim, Leyre parou de repente, virou a cabeça pra olhar pro irmão dela, passou a língua sensual nos lábios e, sem dizer nada, continuou cavalgando em mim.
Uns instantes depois, Leyre deitou de novo em cima de mim, e aí vi que foi o Antonio quem empurrou ela com uma mão pra fazer isso, embora ela não parasse de mexer a bunda. Antonio então, com uma mão, abriu um pouco a bunda dela, colocou o pau na frente e fez força pra enfiar. O pau teve um pouco de dificuldade, mas no fim entrou. Enquanto Antonio tentava enfiar, Leyre fez uma cara de dor, mas em nenhum momento reclamou, e nem olhou pra trás ou se surpreendeu por estar levando outro pau.
Naquele momento, Leyre tava sendo penetrada na buceta e no cu, e quem tava arrombando a bunda dela era o próprio irmão. Agora quem dominava a situação e botava o ritmo éramos nós, ela só podia se limitar a ser fodida e gemer de prazer.
Eu gozei na hora, então tirei o pau da buceta da Leyre e me afastei um pouco, mas Antonio continuou metendo na irmã dele, cada vez mais rápido, enquanto ela soltava uns gritinhos de dor, mas mesmo assim não falava nada pro irmão.
Depois de alguns minutos, eu já tinha me recuperado, e Antonio pediu pra eu revezar, então ele tirou o pau do cu da Leyre e eu meti. Antonio disse que queria gozar na boca da irmã dele, e foi até ela, e sem dizer nada, enfiou o pau na boca dela, que começou a chupar sem reclamar.
Era a primeira vez que eu dava no cu. comendo o cu de alguém, e eu tava gostando da sensação, não era tão apertadinho quanto eu imaginava, mas supus que era porque o Antonio já tinha alargado antes. Eu metia com toda a força que podia, e muitas vezes por causa disso a Leyre se jogava pra frente e enfiava inteira a pica da irmã dela.
Dessa vez foi o Antonio quem gozou primeiro, e ele gozou na boca da Leyre, e ela engoliu tudo. O Antonio então sentou, e eu continuei comendo o cu dela por mais um tempo.

Poucos segundos depois, a Leyre me mandou parar, que queria experimentar uma coisa que sempre quis fazer. Ela se ajoelhou no chão, mandou eu e o Antonio chegarmos perto, colocou cada um do lado direito e esquerdo dela, pegou com cada mão nossas picas, e sem parar de bater uma pra gente, começou a chupar a gente de vez em quando.
Ela ia controlando a velocidade pra cada um, pra gente gozar mais ou menos ao mesmo tempo, e quando já tava perto, ela falou que queria que a gente gozasse na cara dela. A gente adorou a ideia, então ficamos na frente dela e descarregamos toda nossa porra na cara dela.

Quando acabamos, a Leyre tava com a cara toda melada de porra, tanto que um olho dela nem conseguia abrir, mas ela não parava de sorrir, igual a gente. Depois ela levantou e foi no banheiro se limpar, mas voltou rapidinho pedindo mais guerra, e então o Antonio me pediu pra deixar um quarto livre, que queria foder bem a putinha da irmã dele, então eu topei e deixei o meu pra eles.

Fiquei sozinho na sala, então aproveitei pra me vestir e juntar a roupa do Antonio e da Leyre. O barulho que eles faziam transando era muito alto, mas não me importava, pelo contrário, me excitava pra caralho. Mas aí de repente a porta da minha casa abriu, eu corri até lá e vi a Laurita entrando, que tava assustada com os barulhos. Eu expliquei que era o Antonio com outra garota transando no meu quarto, e mesmo não gostando da ideia, ela se acalmou.
Nós dois fomos pra sala, mas não conversamos sobre nada, o que fazia com que se ouvisse perfeitamente os gemidos e barulhos dos irmãos trepando. Pensei em ligar a televisão pra abafar o som, mas não fiz isso porque, mesmo sendo uma situação desconfortável, também era muito excitante.
A Laura estava bem desconfortável e muito corada, o que me deixava ainda mais a fim. Depois de um bom tempo, paramos de ouvir os barulhos, e poucos minutos depois, o Antonio e a Leyre apareceram na sala. Aí eles viram minha irmã, e ela viu eles, e as caras da Laura e da Leyre ficaram com uma expressão exageradíssima de surpresa, já o Antonio parecia não se importar, se despediu da gente e disse que iam pra casa deles, e que me ligaria depois.
Depois que eles foram embora, a Laura ficou calada por um tempão, até durante o almoço não disse nada. Quando terminamos de comer, ela foi pro quarto dela e eu fui pro meu, bater papo no computador. Como tava muito calor, me despi até ficar só de cueca, que era como eu andava ultimamente.
Daí a pouco a Laura entrou no meu quarto, ela também tava com a roupa desses dias, camisa e calcinha. Essa visão me deixou duro na hora, perguntei o que ela queria e ela disse que queria falar comigo sobre uma coisa. Eu imaginei que fosse sobre o Antonio e a Leyre, então falei pra ela sentar e me contar, enquanto desligava o computador.
Laura – Bom… tô meio sem graça. Você… você tá… tá saindo com a Xiomara?
Rubén – Hã? Não. De onde você tirou essa ideia? Foi ela que te disse?
Laura – Não, não perguntei pra Xio. Mas como ontem… bom, você sabe… rolou aquilo, pensei que…
Rubén – O que rolou ontem não significa que a gente tá saindo junto nem nada disso. Só nos pegamos um pouco, só isso. Mas, tipo, acho que você também já deve ter se pegado com caras e isso não significa que você tava saindo com eles, né?
Laura — Eu… Bom, é que eu nunca fiquei com um cara. Nunca nem beijei ninguém na boca, uma vez sequer.
Rubén — Sério? E por quê? Mas se você é muito gata e tem um corpão, os caras deviam fazer fila pra ficar com você.
Essa última frase eu soltei sem nem pensar, e percebi que a Laurita ficou vermelha.
Laura — A verdade é que tem muitos caras que me querem, e até alguns que eu gosto, mas me dá um medo de aceitar, porque como nunca saí com ninguém e nunca nem beijei ninguém, então…
Rubén — É, ha, ha. Te entendo, mas pensa que alguém vai ter que ser o primeiro, né?
Laura — É… Olha, Rubén. Você me ensinaria a beijar?
Ela me pegou de surpresa com isso, e me deixou em silêncio por uns segundos, mas depois de pensar um pouco, eu disse que sim. Ela ficou super feliz e me abraçou, e num reflexo, uma das minhas mãos foi parar na bunda dela. Aí ela me soltou, mas não falou nada.
Então, do jeito que dava, tentei explicar como se beijava, mas entre eu não saber me explicar direito e ela também não parecer entender nada, percebi que só na teoria a gente não ia chegar a lugar nenhum.
Fui pegar um copo de vidro, e fingindo que era a boca de outra pessoa, comecei a beijar ele enquanto a Laura olhava. Depois de um tempo, dei outro copo pra Laurita e falei pra ela tentar, mas como a boca dela era menor que a minha, ela não conseguia fazer direito, então esse método também foi descartado.
Rubén — Sabe, Laura, acho que o melhor seria você tentar com outra pessoa. Não se preocupa, é muito fácil, é só se deixar levar.
Laura — É… Mas… Você não podia me ensinar? Tipo, praticar com você.
Rubén — Sei não, pequena, não tenho certeza se seria certo, somos irmãos.
Laura — Mas a gente não vai fazer nada de errado, você só vai me ensinar. Além do mais, depois do que eles fizeram essa… Amanhã teu amigo e a irmã dele, isso não tem importância.
Eu só sorri, e percebi que minha irmã cada vez era menos inocente e se interessava mais por sexo. Com um tom que tentava parecer que não tava muito afim, aceitei (embora na real tivesse doido pra isso).
Laura – E aí, Rubén, enquanto a gente tiver se beijando, eu devia fazer alguma coisa?
Rubén – Tipo o quê?
Laura – Sei lá, te acariciar ou pegar na sua… bunda ou algo assim.
Rubén – Acho que sim. Mas não esquenta com isso, só se deixa levar.
Sem falar mais nada, cheguei perto da Laura devagar, quando tava na frente dela, coloquei uma mão na cinturinha dela, e notei que ela tava muito nervosa, falei pra ela se acalmar, e aí comecei a beijá-la.
Beijava bem devagar, enfiando minha língua na boca dela lentamente e mexendo com suavidade. Laura tava se deixando levar, e tava indo muito bem, eu por minha vez tentava não ficar muito excitado e me segurar, mas foi impossível, e agarrei a bunda dela com as duas mãos.
Ela não falou nada das minhas mãos, e eu sentia a respiração dela cada vez mais acelerada, ela levou uma das mãos pro meu peito, e foi me acariciando enquanto descia até chegar na cintura, e aí de repente levou ela pra minha bunda. Isso me surpreendeu pra caralho, mas ao mesmo tempo me deu força pra ir mais longe, então fiz a gente cair na minha cama sem parar de nos beijar, tirei minhas mãos da bunda dela e levei pra camisa dela, desabotoei os botões, e assim que a camisa ficou aberta, levei minhas mãos pros peitinhos dela e comecei a acariciar os bicos.
Laura cada vez respirava mais forte, e levou as duas mãos pra minha cabeça, e apertou ela mais contra si, eu peguei uma das mãos dela, e levei até meu pau por cima da cueca, e deixei ali, depois enfiei minha mão por baixo da calcinha dela, e comecei a acariciar a bucetinha dela. Nessa hora a gente parou de se beijar, porque Laura começou a gemer que nem uma louca de prazer. então continuei beijando ela no pescoço, enquanto descia devagar, quando cheguei nos peitos dela, me distraí uns minutos antes de continuar descendo, depois beijei a barriguinha dela, o umbiguinho, até chegar onde começava a calcinha dela.
Sem pensar, tirei a calcinha dela de uma vez, e depois de observar por uns minutos a bucetinha dela quase sem pelos, ia começar a chupar ela, mas sem saber por quê, parei, coloquei a calcinha de volta, abotoei a camisa dela e falei que a lição tinha acabado.
Nós dois levantamos, reparei que Laura estava vermelha, provavelmente de tesão, já que a respiração dela ainda estava bem pesada, ficamos nos olhando, e então Laura disse:
Laura – Foi uma lição bem intensa, muito obrigada, maninho, gostei muito.
Ao ouvir essa frase, me arrependi de não ter ido mais longe com ela, mas já era tarde, e ela foi pro quarto dela.
No resto do dia, Laura falava comigo como se nada tivesse acontecido, então eu fazia o mesmo, mas só pensava na hora em que a gente fosse dormir junto à noite na cama dos nossos pais, pra continuar o que a gente tinha começado. Mas percebi que não ia rolar quando, durante o jantar, as amigas da minha irmã bateram na porta pra dormir aqui.
Logo as amigas vieram me cumprimentar, achei todas especialmente gostosas, mas principalmente a putinha da Xiomara, que tava com uma minissaia que quase mostrava a bunda dela. Assim que terminamos de jantar, as meninas foram pro quarto da minha irmã, e eu fui pro meu dormir.
Do meu quarto dava pra ouvir elas falando e rindo, e eu não conseguia dormir, então resolvi bater uma punheta o mais alto que pude pra elas perceberem, e depois disso consegui pegar no sono mais fácil.
Durante aquela semana, as amigas da minha irmã estavam pratica comigo o dia inteiro enfiado dentro de casa, minha relação com minha irmã ficou de lado, e a Xiomara continuava de vez em quando me provocando.
Então uma noite resolvi convidar a Leyre, que eu não via desde o dia em que eu e o Antonio comemos ela. Levei ela pra casa pra jantar, e falei que ela era minha namorada, e durante o jantar inteiro a gente não parava de se beijar e se apalpar.
Naquela noite, a Xiomara parecia puta, e como eu imaginava que era ciúme, fiquei de pau duro na hora. Quando terminamos de jantar, eu e a Leyre fomos pro meu quarto.
Lá dentro, começamos a fumar uns baseados enquanto conversávamos. Ela me disse que se eu quisesse comer a Xiomara, tinha que dar o fora nela e fazer ciúme, e aí ela viria me implorar, mas que não sabia que conselho me dar pra me ajudar a comer minha irmã.
Fiquei muito surpreso com as palavras dela, e mesmo tentando convencê-la de que não queria comer a Laura, não consegui.
Quando ouvimos alguém entrar no quarto da minha irmã, decidimos começar a foder pra elas nos ouvirem. Não teve quase preliminares, e logo ela montou em mim e começou a cavalgar o mais rápido que podia, enquanto a cama batia na parede fazendo um barulhão, e pra piorar, a Leyre parecia gemer sem controle.
Quando gozei dentro dela (a Leyre tomava pílula), ela se deitou do meu lado, e sem falar nada, só nos olhando e rindo, fomos dormindo.
Acordei umas três horas da manhã com a pica cheia, e não parava de olhar pro corpo pelado da minha parceira de cama, e sem conseguir me segurar, comecei a chupar a buceta dela. A Leyre acordou na hora, mas não falou nada, só começou a passar a mão nos próprios peitos enquanto eu continuava comendo ela. Quando consegui fazer ela gozar, entre suspiros ela pediu pra eu meter minha pica, então me posicionei na altura dela, enfiei pau e comecei a foder ela com força.
Depois de um tempo, percebi que a porta do quarto estava entreaberta, e que atrás dela tinha alguém nos espiando. Me esforcei pra ver quem era, e descobri que era a Xiomara, que ainda tinha uma mão enfiada por baixo da calcinha fio dental. Então, sem parar de olhar pra ela, continuei fodendo a irmãzinha do meu melhor amigo, até gozar de novo dentro dela. Naquele momento, a Xiomara voltou pro quarto da minha irmã, e eu e a Leyre dormimos de novo.
Na manhã seguinte, a Leyre foi embora bem cedo, e eu fiquei acordado, tomei café e sentei na sala pra ver TV.
A primeira a se levantar foi a Ana Maria, que veio pra sala. Ela tava vestindo a roupa “de verão”, uma calcinha fio dental e uma camiseta (embora eu não possa falar nada, já que eu tava só de cueca). A Ana Maria sentou do meu lado, e na hora meu pau reagiu.
Ana Maria: — Ontem à noite você deve ter se divertido pra caralho, né? Porque com o barulho que você fez…
Rubén: — Pois é, verdade, me diverti sim. Mas será que fiz tanto barulho assim?
Ana Maria: — Pra ser sincera, sim. Você acordou todas nós.
Rubén: — Desculpa, mas aposto que todas ficaram com tesão, né?
Ana Maria: — Ju, ju, ju. Isso você queria, não é?
O olhar dela parou no meu volume, e quando viu o estado dele, ela falou de novo sem me deixar responder.
Ana Maria: — Pelo que vejo, é você que fica com tesão quando me vê. Ou vai negar?
Rubén: — Não nego, você me deixa com um tesão do caralho, e sua irmã também me deixa louco.

A Ana Maria não esperava por essa resposta. Ficou vermelha e calada, sem dizer nada. Então peguei ela pelo pulso e aproximei meu rosto do dela, ficando a alguns centímetros de distância. A Ana Maria tava com cara de surpresa, não esperava o que tava rolando, mas não fez nada pra se afastar. Eu, por minha vez, tava muito seguro do que fazia e não hesitei nem um pouco. Falei pra ela: um sussurro que me pararia quando eu quisesse, e comecei a beijá-la.
Ela no começo não respondia aos beijos, mas quando superou o susto inicial, começou a retribuir. Essa situação me lembrava a que tinha tido dias antes com minha irmã, mas tinha uma grande diferença: Ana Maria tinha muita iniciativa.
Ana Maria levou as mãos até minha cueca, e aos poucos a tirou. Assim que meu pau ficou livre, ela agarrou ele com uma mão e começou a me masturbar devagar. Ela não fazia muito bem, mas dava pra ver que não era a primeira vez. Eu tirei a camiseta dela e, de um puxão só, arranquei a calcinha fio dental. Depois de acariciar o clitóris dela por um tempo, enfiei dois dedos na bucetinha dela, que estava bem molhadinha, o que me excitou pra caralho. A respiração dela ficava cada vez mais forte, e eu não parava de chamar ela de putinha e slut entre sussurros, o que parecia agradar ela.
Eu tava me esforçando pra fazer ela gozar, e ela tava me fazendo aproveitar pra caralho com a masturbação dela, mas antes que eu gozasse, ela me pediu pra enfiar meu pau dentro. Apesar dessas palavras terem me deixado a mil, parei de beijar ela, tirei a mão dela do meu pau, coloquei a cueca de novo e falei:
Rubén: Vou te foder, agora não quero, mas vou te foder.
E, deixando ela pelada no sofá, fui pro meu quarto.
Saí de lá na hora do almoço mais ou menos, e em casa só tinha a Laura, então fizemos uns sanduíches e comemos. Pouco depois de comer, minha irmãzinha disse que tinha combinado de ir ao cinema com as amigas, então se arrumou e foi.
Eu aproveitei pra tirar um cochilo, e mais ou menos uma hora depois de ter dormido, acordei com a campainha. Levantei e, meio dormindo, abri a porta, e com o susto que levei, acordei de vez. A pessoa que tinha tocado a campainha era a Xiomara. Falei que a Laura não estava, mas ela entrou mesmo assim, então... Fechei a porta atrás dela, e fomos os dois pra sala.
Quando chegamos na sala, percebi que ela estava mais gostosa do que o normal, muito bem maquiada e usando um vestido rosa bem curto e com bastante decote, que a deixava muito sexy e com um ar mais infantil do que ela já tinha.

Rubén – Laura, não sei que horas ela volta, mas ela disse que tinha combinado com vocês.
Xiomara – Sim, eu sei. Ela tá com minha irmã e as outras. Não vim ver ela, vim ver você.
Rubén – Eu? E pra que você quer me ver?
Xiomara – Bom, é que eu tava conversando com minha irmã hoje de manhã e ela me contou o que vocês andaram fazendo, e também me disse que você deixou ela com vontade de mais.
Rubén – Bom, sim, é que…
Xiomara – Relaxa, não vim pedir explicação. Vim mostrar pra Ana Maria que comigo você não vai me deixar na vontade.

Sem dizer mais nada, ela se aproximou de mim e colocou a mão no meu pau, que já tava pedindo guerra. Eu, sem tempo de me surpreender muito, meti uma mão por baixo da saia dela pra conferir que ela não tava usando nada além do vestido. Comecei a masturbar ela, enquanto ela tirava o vestido. Depois de nua, ela tirou minha cueca, a única peça que ainda me restava, e ficamos os dois pelados, frente a frente.

Eu continuava masturbando ela quando ela disse que queria continuar no quarto da Laura. Isso me excitou pra caralho, então peguei ela no colo e levei até lá.

Deitei ela na cama e subi em cima, mas na hora Xiomara mandou eu descer. Surpreso, obedeci e fiquei sentado na cama. Ela também se levantou e se ajoelhou na minha frente, olhou nos meus olhos e disse que a primeira coisa que queria fazer era chupar meu pau, e sem mais, meteu ele na boca dela.

Xiomara era uma verdadeira especialista em chupar rola. Enfiava o pau inteiro na boca com uma facilidade incrível e numa velocidade do caralho, às vezes até engolia ele todo. Um pouco dos ovos na boca, coisa que eu não sabia como era capaz de fazer. Apesar de ela, por conta própria, chupar muito rápido, eu me levantei, agarrei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela o mais rápido que podia.
Quando notei que faltava pouco para gozar, parei e perguntei pra Xiomara se ela queria que eu gozasse na boca dela ou fora. Xiomara nem tirou a pica da boca e continuou chupando meu pauzão, então supus que ela preferia que eu gozasse na boca dela, ou pelo menos não ligava. Minha gozada veio rápido, e enchi a boca dela de porra quentinha, que ela engoliu sem reclamar.
Ela se levantou e logo em seguida se deitou na cama, dizendo que agora era a vez dela de receber prazer. Eu subi em cima dela e comecei a chupar os peitos docinhos dela, enquanto acariciava a buceta dela, mas sem meter nenhum dedo dentro. Ela não gemia nem fazia barulho, mas a respiração dela ficava cada vez mais forte e ela mordia o lábio inferior, então supus que ela tava gostando.
Decidi dar ainda mais prazer pra ela, e desci minha cabeça até a altura da buceta dela, agarrei a bunda dela com as mãos e levantei levemente. Passei minha língua devagar em volta da xerequinha dela, e de vez em quando lambia os lábios vaginais dela. Fui aumentando a velocidade das lambidas, até que de repente, sem avisar, comecei a chupar a buceta dela. Enfiava minha língua o mais fundo que podia enquanto acariciava o clitóris dela com dois dedos.
Xiomara não conseguia se segurar e começou a gemer, e com as mãos se agarrava forte no lençol. Depois de um tempo, enfiei três dos meus dedos na buceta dela, enquanto chupava o clitóris dela com a boca, e fiquei nisso até Xiomara chegar ao orgasmo.
Ela pareceu relaxar, mas mesmo assim me pediu pra foder ela. Então coloquei as pernas dela sobre meus ombros e enfiei minha pica de uma vez na buceta dela. Comecei as estocadas com muita força, mas depois fui alternando pra não gozar cedo demais. Enquanto eu tava metendo nela, ela rebolava a cintura de um jeito fabuloso, que muitas minas da minha idade não sabiam fazer, o que me excitava pra caralho, porque isso significava que eu tava comendo uma novinha bem putinha.
Quando sentia que ia gozar, tirava rápido e gozava em cima dela. Xiomara percebeu e me perguntou por que eu tinha feito aquilo, que eu podia gozar dentro, que pra isso ela gastava dinheiro com pílula anticoncepcional. Eu não falei nada e deitei do lado dela pra descansar.
Xiomara tirou do bolso do vestido um baseado já bolado, me deu e começou a bolar outro pra ela. Enquanto a gente fumava, ela me perguntou se a irmã dela me deixava de pau duro. Depois de uns segundos de silêncio, eu falei que sim, pra caralho, e ela perguntou se eu queria comer ela. Sem pensar nem um segundo, eu falei que sim. Aí ela subiu em cima de mim, enfiou meu pau na buceta dela, e enquanto a gente continuava fumando, começou a cavalgar devagar.
Enquanto a gente transava, ela disse que ia dar um jeito de eu comer a irmãzinha querida dela. Depois o baseado acabou, e ela começou a se mexer o mais rápido que podia, até eu gozar de novo, dessa vez dentro dela.
Depois dessa sessão de sexo, Xiomara tomou banho e foi embora, mas não sem antes garantir que eu visse bem a rabeta dela enquanto ela saía.
Pouco depois de Xiomara ir embora, Laura chegou, se trocou e me perguntou se a gente ia estudar hoje, que fazia tempo que não estudávamos. Eu, sem muita vontade, falei que não e fui tomar banho.
Quando saí do banho, deitei na cama pra descansar. Tinha sido um dia puxado, mas com certeza muito bom, e eu não sabia quando teria um tão bom assim. Tinha comido uma mina que com certeza fazia um monte de caras suspirarem, e ainda tinha tido o luxo de recusar outra, embora com certeza eu comeria ela fodendo do mesmo jeito, e com esses pensamentos acabei dormindo.
Acordei mais ou menos na hora do jantar, que a Laura já tinha preparado, jantamos, vimos um filme, mas eu não entendi nada porque continuava nas nuvens, e depois fomos dormir juntos na cama dos nossos pais.
Como estava meio cansado, dormi na hora, mas no meio da noite acordei com um barulhinho, abri os olhos e, ainda meio sonolento, vi minha irmã se masturbando. Não podia acreditar, nunca nem tinha pensado que ela se masturbava, muito menos que teria coragem de fazer isso comigo do lado. Fiquei observando ela enquanto fingia que estava dormindo.
Quando terminou, dormiu de novo, mas eu já não consegui mais pegar no sono de tão tarado que fiquei, e antes de fazer qualquer coisa tive que bater uma duas vezes.
Na manhã seguinte, acordei antes dela, me vesti e preparei o café. Daí a pouco ela levantou, e não sei por que, mas eu já não via ela como minha irmã de jeito nenhum, e sim como uma putinha, e deu uma vontade imensa de foder ela, mas agora eu tava focado só em comer a Ana Maria com a ajuda da irmã dela.
Depois do café, fui com o Antonio dar uma volta e fumar uns baseados, e voltei pra casa na hora do almoço, mas antes comprei um frango assado pra gente comer, eu e a Laura.
Quando cheguei, me surpreendi que a Laura estava arrumada pra sair, e ela disse que tinha combinado de almoçar com a Eva e a Yurena, me deu um beijo na bochecha e foi embora. Fiquei sozinho em casa de novo, então comecei a comer, e bem quando tava arrumando a mesa, bateram na porta, abri e dessa vez eram a Xiomara e a Ana Maria.
Mesmo não esperando essa visita, também não me surpreendi, mandei as meninas entrarem, e elas entraram, indiquei pra irem pra sala, mas a Xiomara disse que não, que a gente fosse pro meu quarto. quarto, porque não queria perder tempo.
Fomos pra lá, e meu pau foi ficando duro a cada passo que eu dava, já que imaginava o que me esperava. Assim que chegamos no meu quarto, a Xiomara mandou a irmã tirar a roupa, e ela obedeceu sem dizer uma palavra, ficando só de tanguinha vermelha.

A Ana Maria tava bem nervosa, eu queria ter falado algo pra acalmá-la, mas não me vinha nada, então fiquei calado olhando pra ela. Ela tinha um corpaço lindo, ainda não totalmente desenvolvido, mas capaz de deixar qualquer um de pau duro, e o melhor era a carinha de menina inocente.
A Ana Maria sentou na cama, e a Xiomara fez o mesmo na cadeira.
Xiomara — Minha irmã tá pelada, acho justo você tirar a sua também.
Quando ouvi isso, me despi rápido, até ficar completamente nu, e as duas ficaram olhando pro meu pau. Aí a Xiomara fez um sinal com a cabeça na direção da irmã, e eu entendi o que tinha que fazer. Me aproximei da Ana Maria e sentei do lado dela.

Fiquei surpreso com o quanto a Ana Maria tava tímida, já que ela sempre se comportava como uma metida, então imaginei que na real ela não tinha muita experiência com caras.
Rubén — Me diz, Ana Maria, até onde você já foi com um cara? Você é virgem?
Ana Maria — Bom, virgem eu sou. Por que perguntou? Te incomoda que eu seja?
Rubén — Não, não. De jeito nenhum, até prefiro.
Xiomara — Bom, ela é virgem, mas já fez umas coisas, já bateu muita punheta, e já chupou dois caras, né Ana Mari? E um deles era meu namorado.
Quando ouvi isso, olhei pra Ana Maria pensando que ela era meio putinha, e ela pareceu ler minha mente, porque logo tentou se desculpar.
Ana Maria — Pois ela é mais puta que eu, porque um namorado que eu tive, ela comeu, a vagabunda.
Rubén — É, pelo visto vocês duas são bem vadias. Mas beleza, Não vamos perder mais tempo e vamos direto ao que interessa, ok?
Embora tenha feito isso como pergunta, não esperei que respondessem e logo comecei a beijar Ana Mari enquanto acariciava os peitos dela. Enquanto fazia isso, ouvi um "bravo" vindo de Xiomara, e foi quando percebi que ela ia assistir, o que me excitou ainda mais.
Me separei de Ana Maria e disse que queria que ela me chupasse igual chupou o namorado da irmã dela. Ela fez uma cara meio estranha, então imaginei que não gostava muito daquilo, mas mesmo assim se ajoelhou no chão e começou a lamber minha pica. Mas me surpreendi quando Xiomara se levantou e se ajoelhou ao lado da irmã, disse pra ela olhar bem, e começou a me chupar.
Ela me chupava de forma magistral, como já tinha me mostrado que sabia fazer, e fazia como se realmente quisesse comer minha pica inteira. Parou bem rápido, e então a irmã dela assumiu.
Ana Maria chupava sensivelmente pior que a irmã mais velha, mas ainda assim fazia com muita vontade e eu adorava. De vez em quando sentia que ela roçava um pouco com os dentes, mas nada muito doloroso.
Como eu estava muito tarado, bateu uma vontade de gozar bem rápido, mas antes de fazer isso, mandei ela parar. Ela tirou a boca, eu peguei ela e deitei na cama, tirei a calcinha devagar e dei umas lambidas na buceta antes de beijar o pescoço e os lábios dela, pra que ela sentisse o gosto da própria buceta.
Mas então Xiomara me mandou parar, disse que queria me dar uma coisa. Levantei e fui até ela pra ver o que era, e ela tirou um saquinho pequeno, esvaziou em cima da mesinha, e vi que era coca. Ela rapidamente tirou o RG e preparou umas carreiras, pegou um canudo que já tinha pronto, cheirou uma das carreiras, e em seguida me deu o canudo. Fiquei olhando pra ela, e ela disse pra eu fazer, que ia me deixar mais louco. ajudaria a aguentar mais, e como era a primeira vez da irmã dela, queria que durasse muito, então peguei o bagulho e cheirei a outra carreira de cocaína.
Foi uma sensação muito estranha, mas não saberia dizer se foi agradável ou desagradável. Voltei pra cama, e me coloquei por cima da Ana Maria, coloquei meu pau na entrada da bucetinha dela, comecei a beijá-la, e quando já tinha um tempinho, enfiei sem avisar o pau lá dentro. Ela soltou um gritinho e depois me mordeu um lábio até sangrar, o que fez com que, pra descarregar minha raiva, eu enfiasse o pau com mais força e velocidade. Ela soltava uns gemidinhos de vez em quando, mas parecia que tava doendo pela cara que ela fazia, mas eu não tava nem aí.
Depois de um tempo, a dor passou, e ela começou a gemer bem alto, e a pedir pra eu continuar. Eu me sentia eufórico, e por nada nesse mundo queria parar, e cada vez ia mais e mais rápido, até que chegou um momento em que eu tava numa velocidade que nem sabia que tinha.
Já tava há um tempão fodendo a menina, e ainda não tinha gozado, mas tava a fim de mudar, então tirei o pau da buceta dela e falei pra ela me chupar, mas antes da Ana Maria responder, a Xiomara já tinha se levantado e dito que queria ser ela quem ia me chupar, então ela se ajoelhou, enfiei o pau na boca dela, agarrei a cabeça dela e comecei a foder a boca dela a toda velocidade, enquanto minhas bolas batiam no queixo dela.
Também demorei um pouco, mas no final gozei na boca dela, ela nem reclamou, e engoliu o que tinha caído dentro da boca dela. Meu pau continuava duríssimo e cheio de vontade, então a Xiomara se pelou toda, se apoiou na mesinha de costas pra mim, colocou a bunda bem empinada e falou pra eu foder ela.
Eu, sem pensar, fiquei atrás dela e meti meu pau na buceta dela, e comecei a foder com toda a minha força enquanto agarrava bem os peitos dela. Enquanto Xiomara e eu estávamos fodendo, Ana Mari estava sentada na cama nos olhando enquanto se masturbava.
Quando já estávamos há um tempinho fodendo, vi em cima da mesinha a coca, o RG da Xio e o canudo. Peguei o RG, preparei duas carreiras, e sem parar de foder a Xiomara, peguei o canudo e cheirei uma carreira, depois passei o canudo pra Xio e ela fez o mesmo.
Isso me deixou ainda mais bruto, e comecei a meter ainda mais forte. Xiomara então chamou a irmã e mandou ela se aproximar, ela veio, e aí Xiomara começou a beijar ela na boca, a pequena parecia surpresa, mas não se afastou, isso me deixou ainda mais tesudo, e levei uma das minhas mãos pra bucetinha linda e delicada da Ana Mari, e continuei o trabalho dela de se masturbar.
Pouco depois disso, tirei a pica da buceta da Xio, e meti (com um pouco de esforço) no cu dela. Xiomara, além de um gritinho baixinho, não deu nenhum sinal de que tava doendo ou incomodando.
Eu metia com toda força pra fazer ela gritar de dor, mas não conseguia, então deduzi que ela já tinha o cu bem aberto.
Mesmo tendo ficado assim por um tempão, tirei minha pica do cu dela antes de gozar, peguei a Ana Mari no colo, deitei ela na cama de novo, e pedi pra Xiomara me ajudar a chupar a bucetinha da irmã dela, e ela fez isso.
Nós dois estávamos chupando a buceta da pequena, enquanto de vez em quando nos beijávamos. Ana Maria não parava de gemer, tava adorando o que a gente tava fazendo com ela, e teve uns dois orgasmos. Depois, pra ela sentir bem o gosto da própria buceta, a gente se fundiu num beijo a três.
Aí pedi pra Xiomara deixar eu e a irmã dela a sós. Ela aceitou, então peguei a Ana Maria no colo, fiquei de pé, encostei ela na parede e comecei a foder ela o mais rápido que podia. Mesmo sendo uma posição desconfortável, como ela não pesava muito, cansava pouco. Depois de um bom tempo, chegou a hora de gozar, e mesmo sabendo que a Ana Maria não ia estar tomando a pílula, gozei dentro dela.

Quando acabamos, deitamos nós três no chão por um tempo, mas quando vi que horas eram, falei pra elas que tinham que ir embora porque a Laura ia chegar logo.
Quando elas foram, tomei um banho bem gostoso e me deitei no sofá.
Pouco depois a Laurinha chegou, e nessa hora reparei como ela tinha saído na rua: tava usando uma minissaia bem minissaia, daquelas que a Xiomara costumava usar, e uma regata branca bem decotada, mostrando o umbigo. Adorei ver o quanto minha irmã tinha mudado em poucas semanas, e fiquei de pau duro.
Ela foi pro quarto dela se trocar, mas voltou vestindo a mesma regata e de fio dental, o que me surpreendeu pra caralho, porque nunca tinha visto ela usando um, mas gostei.
A gente sentou pra ver um filme, e enquanto assistia, ela se abraçou em mim. Eu, de vez em quando, disfarçadamente passava a mão na bunda dela. Não prestei atenção em nada do filme, porque tava ligado na minha irmã e em poder apalpar ela.
Quando o filme acabou, perguntei se ela queria jantar, ela disse que não, que tava cansada e que ia dormir, então falei que ia fazer o mesmo.

Assim que me deitei, apaguei na hora, mas acordei com um barulho igual na noite anterior: era de novo a Laurinha se masturbando. Fingi que tava dormindo e fiquei olhando ela. Adorava ter minha irmã a centímetros de mim se masturbando que nem uma louca. Enquanto se tocava, ela gemia baixinho, e aí, entre os gemidos, ela falou meu nome. Isso me surpreendeu pra caralho, e então abri os olhos e a Laurinha me viu, ficou vermelha que nem um pimentão e parou.
Eu, sem pensar duas vezes, troquei a mão dela pela minha e continuei masturbando ela. A Laurinha não falou nada, só fechou os olhos e se deixou levar. Enquanto eu tocava ela com uma Mano, com a outra comecei a baixar a cueca, até ficar com o pau de fora.
Comecei a beijar ela, e ela não só não tirava a boca, como também me devolvia os beijos, e por iniciativa própria, pegou no meu pau com as duas mãos e começou a me masturbar devagar.
Isso me excitou pra caralho, e parei de masturbar minha irmãzinha pra sentir direitinho como ela tava me masturbando. Como era a primeira vez que ela batia uma, não tava fazendo muito bem, então tive que guiar a mão dela.

Quando gozei, espirrei na mão dela, e fiz ela levar até a boca pra provar meu leite. Depois, abri bem as pernas dela e continuei masturbando ela enquanto chupava os peitos dela, mas depois de um tempo pensei que o melhor era chupar a bucetinha dela, e foi o que fiz.
Assim que minha língua começou a tocar a bucetinha dela, ela começou a gemer de prazer, e o que mais ela gostava era quando eu chupava o clitóris dela enquanto enfiava uns dedinhos lá dentro, mas sentir minha língua lá dentro também fazia ela tremer de tesão.

Fiquei um tempão chupando a perereca dela, porque sabia que ela gostava e eu amava o gosto da bucetinha virgem dela. Parei quando ela chegou no orgasmo. Laura perguntou se eu queria que ela me chupasse agora, e apesar de ser uma oferta tentadora, recusei, porque tava morrendo de vontade de meter o pau na putinha da minha irmã. Então coloquei meu pau na entrada da bucetinha dela e, bem devagar, fui enfiando dentro dela.

Laurita dava uns gritinhos de dor, e eu percebi que ela começou a sangrar um pouco, e enquanto continuava enfiando, beijava ela pra ela não pensar tanto na dor. Quando consegui enfiar o pau todo dentro dela, fiquei parado ali.

26 comentários - Con mi hermana (2)

Muy largo paraeso me compro un libro, igual buena onda Enjoy!!!
y a donde sigue SEXO DROGA Y ROCK AND ROLL 😀 😀 😀 😀
TE DIGO PARECE QUE EL UNICO QUE LEE SOY YO, DONDE SIGUE ESTOOOOOOOOOOOOOOOOO
ESTA BARBAROOOOOOOOOOOO
ASI NO SEA VERDAD ESTA BUENO IGUAL
CHILENOOOOOO DONDE SIGUE ESTO ESTÁ BARBAROOOOOOOO, PLEASEEEEEEE
ayrton
es largo pero esta bueno, seguí a ver..
che tipon ponete las pilas y poné la fuente!!!! 🙎‍♂️
La verdad que es largo.... pero esta terrible... muy bueno muy bueno que siga que siga 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️ 🙎‍♂️
Tio!!, xD pareces escritor ta muy weno 😀 felicitaciones.
Perdon...Me trague la lectura por culpa de los comentarios para descubrir q lo robo de gemidos.com
dejate de joderrrrrrrrrrr....Isidoro Cañones
ni da muy largo

mostra a tu hermana o algo !!
retkle
muy largo anda a cojerte un libro 🤔 🤔 🤔 🤔 🤔 😳
yo soy de los que no leen pero para la banda de wuevones como yo se las recomiendo la neta vale la pena tienes un 10 hermano 🤤
DEINTE
y?????????? q sigue???????????????
ta buena la historia tio, dichosote!!!!!!!!!!
es lo mas exitante que he leido en mi vida este relato es oro