Relato quente da irmã

Relato quente da irmãRelato quente da minha irmã

Eu tinha chegado em casa mais cedo do que o normal. O apartamento estava em silêncio, só se ouvia o leve barulho da água do chuveiro. Deixei as chaves sobre a mesa e fui em direção ao corredor. A porta do banheiro estava entreaberta e o vapor saía em espirais. Eu a vi. Minha irmã estava de costas, sob o jato de água quente. O sabão escorria pelas costas dela, descia pela curva da cintura e se perdia entre as nádegas. A água colava o cabelo dela na nuca e fazia a pele brilhar. Ela se virou um pouco para se enxaguar e então eu a vi de perfil: peitos firmes, mamilos duros pelo contraste do calor, abdômen liso e aquela virilha que eu sempre tinha tentado não olhar… até agora. Ela abriu os olhos e me descobriu. Não gritou. Não se cobriu. Só me olhou com aquela mistura de surpresa e algo mais escuro, mais quente.

—Quanto tempo você tá aí? —perguntou com voz baixa, quase rouca.

Não respondi. Me aproximei. O vapor me envolveu. Ela não se mexeu. Só ficou me olhando enquanto eu tirava a roupa, peça por peça, sem pressa. Quando eu estava nu, ela baixou o olhar e um suspiro escapou ao ver o quanto eu já estava duro. Empurrei ela de leve contra a parede do box. A água caía sobre nós dois. Beijei o pescoço dela, a clavícula, desci até os peitos e chupei um mamilo enquanto minha mão descia entre as pernas dela. Estava encharcada, e não só por causa da água. Meus dedos deslizaram entre os lábios inchados dela e encontrei o clitóris inchado e sensível. Ela abriu mais as pernas e soltou um gemido abafado contra meu ombro.

—Faz… —sussurrou—. Por favor.

Eu a levantei. Ela enroscou as pernas na minha cintura e eu a penetrei com um único empurrão profundo. Estava tão quente e tão apertada que quase gozei naquele mesmo instante. Comecei a foder ela contra a parede, forte, fundo, enquanto a água nos encharcava. Ela gemia sem controle, cravando as unhas nas minhas costas, dizendo meu nome entre arfadas. Virei ela. Obriguei ela a se apoiar contra O vidro embaçado. Abri as nádegas dela e entrei de novo, dessa vez mais fundo. Minhas mãos agarravam os quadris dela com força enquanto eu metia. O som da nossa pele batendo se misturava com a água e com os gemidos dela cada vez mais altos. —Mais… mais forte —pediu. Dei exatamente o que ela pediu. Uma mão envolveu o pescoço dela com suavidade, a outra desceu pra esfregar o clitóris enquanto eu fodia sem piedade. Senti como ela se contraía ao redor do meu pau, como tremia, como gozava com um grito abafado. Não parei. Continuei metendo até que eu também explodi dentro dela, enchendo-a com jatos quentes enquanto ela ainda se tremia com as ondas do orgasmo. Ficamos ali um tempo, ofegantes, a água morna escorrendo pelos nossos corpos colados. Ela se virou um pouco, me olhou com os olhos semicerrados e um sorriso preguiçoso e safado. —Da próxima vez… fecha a porta —murmurou—. Ou não. Como preferir. E me beijou. Devagar. Profundo. Como se isso estivesse só começando.

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