Com minha filha realizamos todo tipo de fantasias e a cada nova tentávamos ir um pouco mais além. Como já contei antes, minha filha é uma puta que adora ser usada como tal e eu fiz dela uma viciada em porra, com apenas 20 anos já tinha engolido litros de esperma de todo tipo de homens, desde velhos de idade avançada até garotos virgens que não aguentavam um minuto da língua dela na cabeça dos paus. Nessa busca por fantasias novas, encontramos uma noite circulando com a caminhonete pelas proximidades do porto onde havia vários caminhões esperando sua vez para o carregamento de contêineres. Como de costume, Lorena ia vestida bem de puta com uma minissaia bem curta com uma fio-dental minúsculo, a parte de cima era uma camisolinha branca transparente sem sutiã e amarrada na cintura, meias de rede e saltos altos. Quando vimos um grupo de caminhoneiros conversando, decidimos parar e ela se aproximou deles, pediu fogo e logo eles a rodearam, eram quatro de uns cinquenta anos cada um, começaram a apalpá-la e logo a colocaram de joelhos e tiraram seus paus e começaram a abusar da boca dela, um a um foi enfiando o pau até a garganta fazendo Lore engasgar e por reflexo tentar tossir gerando muita saliva, nesse momento me aproximei, já todos sabem que gosto de vê-la de perto quando é usada, e me apresentei para esses homens dizendo que era o pai dela, claro que isso gerou um momento de incerteza naqueles caras e pararam o abuso que estavam perpetrando na minha garotinha, mas bastaram algumas poucas palavras minhas para que se relaxassem de novo e voltassem a ser os degenerados que estavam sendo até minha chegada. -"Continuem, rapazes, é minha filha mas é uma puta de uso público e não há nada que eu goste mais do que vê-la usada e cheia de pau" Eles voltaram a violar a boca dela já com mais desespero, a agarravam pela cabeça e praticamente não a deixavam respirar, a saliva da boca dela jorrava em borbotões e as lágrimas nos olhos dela produto de engasgar já tinham corrido toda a maquiagem dela gerando uma imagem linda e perfeita de uma magnífica violação em matilha. Depois de um tempo se deliciando com a boca dela, a colocaram de pé com as duas mãos apoiadas num caminhão e um a um foram comendo ela pela buceta e pelo cu, ela gemia como puta no cio e eles entre chicotadas na bundinha dela, puxões de cabelo e fortes bombadas foram passando e abrindo os buracos dela à vontade. Um deles tirou uma manta e colocou no chão, levantaram a Lore e a colocaram de quatro e começaram a comer ela enquanto outros a metiam na boca, não preciso dizer que me excitava demais ver como tiravam suas picas molhadas dos sucos da buceta da minha menininha e metiam na boca dela fazendo ela saborear a mistura de fluido com líquido pré-seminal das picas deles. Depois veio a dupla penetração, um se deitou na manta e fez ela sentar e cavalgar sobre ele penetrando pelo cu e outro a penetrava pela buceta, claro que os outros dois não ficaram só olhando, se revezavam para usar a boca dela ou ela os masturbava. Os gemidos da minha menininha não paravam e os insultos daqueles degenerados não demoravam. Assim a tiveram por um longo tempo até que novamente a fizeram ajoelhar e um a um foram gozando na boca dela enquanto eu segurava a cabeça dela jogada pra trás, o gozo encheu a boca dela e grande parte respingou na carinha e no cabelo lindos dela, depois de ficar caída quase sem forças por uns instantes sobre a manta não faltaram as cuspidas para coroá-la de puta arrebentada. Nua como estava, fiz ela subir na caminhonete para que na viagem de volta se masturbasse e gozasse pra mim. Ao arrancar e dirigir por uns 100 metros um homem me fez sinais para que parasse, estacionei e abaixei o vidro do lado da Lore, o cara se aproximou e depois de olhar de cima a baixo minha nena, me disse. -"Vi o que vocês fizeram lá atrás e adoraria que você leve essa puta aonde trabalho pra gente usar com meus colegas" Eu não sabia, mas ali termina a linha 100 de coletivos e esse cara era um dos motoristas que estava esperando a vez dele pra sair no seu itinerário, tinha saído pra esticar as pernas e nos encontrou com os caminhoneiros e ficou meio escondido vendo o espetáculo. -"Claro que podemos fazer, respondi, ela é uma viciada de cock, vai adorar te esvaziar e aos seus amigos" -"Não é verdade meu love" -"Claro Papi, sou sua slut e sua escrava" me respondeu com aquela voz de gota no cio que tanto gosto. Continuamos a viagem, e como mencionei acima, ela se masturbou e gozou pra mim, obviamente encostei e me deliciei lambendo a vagina dela e engolindo todo aquele suco de mulher puta. Na semana seguinte decidimos continuar com as fantasias e fomos dar voltas de trem no horário de pico, ela de novo com minissaia curta mas dessa vez sem thong o que facilita que quando a mãozeiam possam acessar sua pussy ou culo com facilidade. Nesses horários é fácil encontrar depravados que querem mãozeiar e abusar de uma girl, principalmente quando a girl é slut e faz de tudo pra excitá-los, então logo nos colocamos num lugar onde podemos passar mais despercebidos e na hora se colocou atrás dela um velho de uns 65 anos, no começo tocava ela disfarçadamente mas a Lorenita sabe bem como fazer pra deixá-los loucos e ao sentir a mão dele roçar seu culo abriu as pernas e jogou o culo pra trás fazendo pressão contra o volume dele. Naquele instante a moral do velho desabou e meteu a mão sem nenhum tipo de pudor debaixo da saia da minha menina e ao se encontrar sem nada que se interponha entre os dedos dele e o sexo da minha filha, suspirou profundamente e meteu dois dedos direto na pussy dela, metia e tirava, chupava e metia de novo. Enquanto isso minha menina olhando pra mim dava pequenos suspiros e gemidos que faziam meu cock ficar duro enquanto ela com a mão tocava ele sobre meu calção. Um cara que estava do nosso lado observando a situação e cobrindo para que ninguém mais nos visse nos propôs irmos para o vagão do furgão (onde levam as bicicletas), fomos os quatro para lá, nos acomodamos num canto já que também estava lotado de gente, o velho começou de novo com o amasso mas dessa vez o outro cara se juntou, o velho tirou seu pau e se lambeu na sua buceta e bombou rápido até gozar dentro dela, ao terminar limpou o pau com a roupa da Lore e foi embora, enquanto a porra escorria pelas pernas da minha filha o outro cara a fez agachar e gozou na boca dela, a Lore recebeu a porra com gosto e engoliu até a última gota deixando o pau bem limpinho. Na volta pra casa estávamos transando excitados com o que tínhamos vivido e lembramos do motorista que nos convidou pra transar no terminal, procuramos o telefone que ele tinha dado e ligamos. Combinamos de encontrar com o primeiro e de lá iríamos os três juntos, o terminal fica em Lanús Este, é um grande terreno onde têm o estacionamento, a oficina e um prédio onde tem alguns escritórios e um lugar onde os motoristas descansam. Ao chegar ele entrou e falou com o segurança, era de noite, apesar do horário não ter muito pessoal, mas como circula a noite toda tinha oito motoristas mais o supervisor e duas pessoas de vigilância. Nos ofereceram uns refrigerantes e perguntavam se a gente era mesmo pai e filha, quando demonstramos nossa relação com os documentos deu pra notar que ficaram muito mais excitados do que ao entrar, entre brincadeiras e amassos deixaram minha menina pelada e começaram a tirar os paus e a fazer ela chupar, alguns gozavam com só uns minutos de chupada enquanto os mais resistentes já tinham passado pras transadas, usaram ela em todas as posições que cada um gostava mais, colocaram ela de quatro, de bruços, cavalgando, no papai e mamãe, metiam no cu dela na buceta, na boca, dupla penetração. Usavam ela como boneca sexo sem ter nenhuma contemplação. Assim como vários acabavam na boca dela, outros enchiam a buceta dela de porra, alguns se recuperavam e gozavam duas e até três vezes. O melhor é que o plantel ia se renovando, já que alguns iam embora, outros que chegavam do seu recorrido entravam, se deparavam com o espetáculo e se juntavam usando de depósito de porra a minha gostosa. Ao terminar de passar todos os motoristas, chegou a vez do supervisor e dos seguranças, que abusaram da Lore fortemente, quase como um estupro, porque ela já quase não tinha forças, e ao terminar os três dentro da pussy dela, ela colocou a calcinha para evitar que o leite escorresse e poder viajar assim suja e com porra dentro até a nossa casa. Ao chegar no nosso lar, ela tirou, chupou na minha frente e, com a calcinha na boca, transamos forte e selamos de novo nosso amor de pai e filha.
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