As irmãs se juntaram... Parte 3

Capítulo 3 Quando entrei no apartamento, me aproximei das minhas irmãs com a caixa de bombons escondida atrás das costas e o sorvete na frente, deixei sobre a mesa — — chegou a sobremesa, Eve, por que você não serve? Ou a gente come direto do pote? — E isso da onde saiu? — O Lucas acabou de me trazer — — haaa, por isso que você demorou, hahaha — — nada a ver, é só um bom amigo, nada mais. — — um amigo que quer deixar seus peitos cheios de porra — — NATALIA!!! — hahahaha — — Quee!??? Se é verdade, hahaha — — você não pode falar essas coisas. — — tá me zoando? — — claro que não, você é muito nova pra ficar pensando nessas coisas — — aiiim Gi, também não sou tão nova assim pra.. — — Voz, não fala nada que você também não é exemplo — — o que você quer dizer, sua idiota? — — quer que eu saia mostrando a bunda por aí toda, tão jovem? — — que porra tá acontecendo com você? Sabe de uma coisa, enfia seu sorvete no cu... — NAATII... NATALIA. A Natalia se levantou super ofendida e foi direto pro quarto da Clara, a Evelin, um pouco menos irritada, se levantou e foi pra varanda sentar. A verdade é que uma noite tão linda terminou da pior maneira, antes de me deitar tentei entrar pra falar com a Nati mas a porta estava trancada e ela nem me respondeu, escrevi pra Clara, e ela me respondeu dizendo que estava trabalhando mas que de manhã falaria com ela. Na manhã seguinte acordei cedo, enquanto tomava mates vi a Clara chegar — — oi, olaaa — — Clari, oi, bom dia, como foi o trabalho? — — uuufff nem te conto, o povo não para, vai todo mundo comprar, quase enlouqueci. — — hahaha não me diga, então você se divertiu ontem à noite — — hahaha para de falar bobagem... por isso não consegui te responder direito. — — não tem problema, entendo. — — mas me conta o que aconteceu. — — pffff me diz, se eu estiver errada, mas a Nati não pode ficar falando coisas fora de hora, não acha? — — e o que foi essa coisa fora de hora que ela disse? — — a gente estava conversando e ela soltou que o Lucas quer encher meus peitos de porra.... — — te incomodou ela ter mencionado o Lucas? — — não, da onde ela tirou essa de porra e peitos. — — mas nós falamos pior kkkk o que você tá me dizendo? - mas na frente dela nunca, de onde ela tira isso? - hmm amiga... a natalia tem quantos? 18, 19 anos, já é grandinha, é uma mulher. -.... - sei que você é a irmã mais velha, e quer cuidar e guiar elas, mas chega um ponto em que já não é necessário. - haush. Você tem razão, ainda vejo ela como a pequenininha, a frágil. mas quando ela cresceu tanto? - te entendo, eu também teria querido alguém que cuidasse e me guiasse, como você faz com elas, mas só até certa idade também kkkkk. - obrigada linda, mas ainda por cima tratei super mal as duas, - a evelin também? - sim, pulei em defesa dela e chamei ela de puta na frente da nati.. - bom, acho que te conheço o suficiente pra saber que você não tava incomodada por causa da nati. - por que você diz isso? - o que tem a ver o lucas? O que aconteceu com ele? - veio me ver e me trouxe uns presentes. - awww sério? - não é bom isso, ainda por cima me beijou muito. - eita, não esperava isso - além disso antes ele tava com outro homem. - com quem?!!!, com o casado? - SHHHH cala a boca sua burra - bom, desculpa, mas com ele? - sii kkk - mas não tinha terminado tudo? - sim, mas ele me procurou de novo - kkkk olha como sua carinha se ilumina foxy - pra que vou mentir amiga, adorei ver ele de novo. - mas me conta o que ele queria? Alguma novidade? - hmm não, só tava super excitado e queria que eu fizesse sexo oral nele. - e você foi só pra isso? - e claro, não vou perder a oportunidade de ficar com ele. - haaa hmm bom se é o que você quer, mas... pra.... quanto tempo depois você se viu com o lucas e ele te beijou? - ele já tava me esperando. - o quêêê? - sim, além disso tava com a boca cheia de você sabe o quê. - kkkkk e mesmo assim você beijou ele sua filha da puta. - nãooo, ele me beijou, eu não esperava isso, mas um tempinho antes eu engoli tudo - mas ele deve ter sentido tudo igual, além do cheiro ser super forte, - e o gosto, kkkkk mas acho que não, porque antes de ir embora ele me beijou de novo e disse que meus beijos eram gostosos kkkk - que baba que você é kkkk, mas me diz, você fez de propósito? - não, nada a ver, - e por que você tava com porra Na boca? — O gordo me pediu pra deixar lá, e como eu tava super excitada eu deixei, e depois o Lucas tirou tudo ou sei lá, a verdade — Ele tirou ou você não sabe? — ... — Bom, querida, agora já sabemos por que você tava histérica e brigou com as meninas. — Não sei o que me deu, fiquei na vontade ou aconteceram coisas assim, mas nunca agi desse jeito nem com minhas irmãs. — Bom, acho que tem que começar pedindo desculpa. — É inútil, as duas me ignoram desde ontem à noite. Bom, nisso eu posso te ajudar, vamos começar pela Nati, ela tá no meu quarto? — Tá, mas se trancou. Clara vai até o quarto, bate e depois se apresenta, Natalia abre e deixa ela entrar, fiquei sozinha e em silêncio com o olhar perdido e refletindo sobre o que a gente tinha acabado de conversar com a Clara. Percebi que não tava chateada com o Lucas, nem com minhas irmãs, nem mesmo com o Diego, a verdade era que eu tava excitada, ter as duas coisas que toda mulher sempre desejou ao alcance das minhas mãos, por um lado o Diego, um macho que toma o controle, te leva às estrelas, te faz sentir mulher, e por outro lado o Lucas, o atencioso, detalhista, que sabe o que uma mulher gosta, que te faz sentir especial. O que um não tem, o outro compensa, não conseguiria escolher só um. Fantasiava uma e outra vez com cenários diferentes, sair com o Lucas que me trata como uma rainha e depois o Diego me destruir, ou ficar com meu macho e depois meu amigo me mimar. De tanto imaginar senti meus mamilos ficarem duros e um calor subir pelo meu corpo, levei meus dedos pra massagear meu clitóris que eu sentia inchado, me massageava por cima do short do camisão, fazendo círculos bem pequenos me concentrando naquele ponto específico, meus sentidos voavam, de prazer meus movimentos eram mais rápidos e meu short começava a me incomodar, pensei em parar mas na real já não queria, me levantei e tirei, ficando só com minha calcinha branca, voltei a me sentar e abrindo mais as pernas Recostei na cadeira e continuei, a primeira imagem que me veio à mente foi chegar com o Lucas de um jantar lindo e na cama estar o Diego sem roupa com seu enorme pau esperando, enquanto o Lucas me acompanha até a cama pra eu engolir tudo ele me ajuda a tirar os sapatos e fico confortável. Uma das tantas coisas que passavam pela minha cabeça. O que realmente me fez perder a percepção da realidade foi lembrar de uma cabana que o Diego me levou há um tempo no meio do campo, um fim de semana inteiro onde ele me comeu por todos os cantos, até ao relento, que ele me castigasse de novo, me sodomizasse, fizesse todas as mesmas coisas e me obrigasse a cumprir todas as suas ordens, 48h com seu pau delicioso na minha boca sem descanso pra que o Lucas chegasse e me satisfizesse todos os meus caprichos. Tanto me satisfazia que não percebi que já tinha tirado a calcinha e enfiado dois dedos dentro da minha buceta. Inclinava a cabeça pra trás de prazer enquanto minha palma apertava minha vulva e meus dedos entravam e saíam da minha vagina, por instantes eu os tirava até a última falange e enfiava bem rápido, o som dos meus fluidos já começava a se ouvir. Me lembrava da foda que o Diego me dava há um tempo, gozando nas minhas tetas mas nessa ocasião o Lucas participava, quem me limpava e me lambia, tudo acontecia na minha imaginação mas o êxtase era real, minha pelve também colaborava pra chegar ao orgasmo, quase chegando sozinha, quero me acomodar melhor e abro meus olhos, e não podia acreditar no que estava na minha frente. A alguns metros da mesa estavam paradas, Clara e Natalia me observando fixamente, de tão extasiada que eu estava levei pelo menos 3 a 5 segundos pra parar minha mão mas meu corpo já estava pronto pra terminar, os olhares delas não eram de susto ou de preconceito, não, notei como se estivessem vendo algo normal, - amiga? Precisa de ajuda? Perguntou a Clara enquanto eu ainda continuava agitada, com o corpo tremendo e com o choque não podia sem dizer nada, ela me dá um leve sorriso e se aproxima de mim, quase no mesmo instante fixo o olhar em Natalia, que se dirige para o outro lado da mesa e se senta quase de frente pra mim, volto a olhar pra Clara, que já estava do meu lado e abaixa a mão sobre minha pussy, o nó na garganta eu senti que desapareceu quando o primeiro roçar dos seus dedos suaves tocou meus lábios vaginais, no instante tudo voltou a funcionar em mim, não sei se pela calentura, pela confiança que tenho na Clara ou pela vergonha, não evitei nada disso, pelo contrário, me prestei e me entreguei ao favor da minha melhor amiga. Com uma mão ela massageava toda a minha pussy, já lubrificada com meus fluidos, enquanto a outra levantava minha blusa tentando chegar aos meus peitos, a blusa ficou sobre minhas grandes tetas, Clara se ajeitou e começou a me beijar, logo me veio a fantasia do Lucas nos meus peitos, o ritmo da mão dela era perfeito, sabia exatamente o que fazer, a língua dela rodeando meu mamilo duro era exquisito, não passou muito e ela já estava enfiando os dedos, cada vez mais rápido, mas muito bem feito, sem machucar, só curtir, como se eu mesma estivesse fazendo, subi as duas pernas em duas cadeiras ao meu lado e me relaxei, sabia que era a Clara quem fazia, mas eu imaginava o Lucas e o Diego, cada um no seu, já faltava pouco outra vez pra chegar a um orgasmo quando sinto outro par de lábios, mas no meu outro peito, foi um microssegundo no qual era o Diego me fodendo e se aproximando pra lamber a outra teta enquanto o Lucas a outra, mas logo caio em mim e ao abrir os olhos vejo minha irmã, segurando-a enquanto ela chupava. Da satisfação e luxúria que eu sentia, não queria perder essa dupla sensação... num momento a Clara deixa meu peito e se inclina na minha frente, por alguns segundos troca de mão, mas desta vez chegando com a boca onde eu comia o meu vale vulvar, a blusa dela cai pra frente das costas dela deixando eu ver os fios da calcinha fio-dental vermelha dela, levo minha mão na bunda dela e desço até a vulva dela e acaricio suavemente, isso a excita ainda mais, e acelera os movimentos dos dedos dela e beija e lambe meu clitóris, isso me deixou gozando, passei minha mão por trás da minha irmã e apertei ela junto, ela continuava com meu peito, pousou a mão sobre minha perna, e esse último contato me fez explodir, senti como minhas pernas tremeram, meu corpo tinha espasmos e um jato escapava da minha buceta, a louca da Clara ficou ali até o último, passando a ponta da língua pelos meus lábios vaginais pra depois voltar ao meu peito, não é a primeira vez que depois ou durante, e até antes, se divertem com meus peitos, são grandes e firmes, obviamente gosto que os acariciem, ficaram brincando com meus peitos enquanto eu acariciava a cabeça das duas, sentia minha buceta totalmente molhada e pulsando. 7 HORAS ANTES. Enquanto esperava que a Gisel fosse se deitar, pra não esbarrar nela de novo, revisava minhas redes, e conversava com amigos, depois vejo que tinha várias solicitações, entre elas a do Tomy e a do Leo, aceito os dois, mas esqueci deles pela raiva que sentia, quando finalmente minha irmã vai se deitar eu também vou pro meu quarto, tentei dormir mas não consegui, voltei pro celular e encontro duas mensagens, uma do Leo e outra do Tomy, conversei com os dois por pelo menos uma hora e meia, rapidamente a conversa com ambos ficou muito quente, os dois me convidaram pra sair, mas não conseguia escolher, sono não tinha, e os dois estavam a fim, então optei pelo recurso do ciúme, disse pros dois que sim mas que estava com um amigo, quem desse desculpa ou enrolasse, descartado, se os dois fossem ciumentos também não perdia nada, já que não teria que levantar da cama, qual foi minha surpresa que os dois disseram que não tinham problema, já estava jogada então combinamos, me custou um pouco arrumar a desculpa mas basicamente foi dizer pro Leo que meu amigo passaria pra me buscar, então ele podia vir até em casa e deixar sua moto segura, já que o Tomy viria de carro. Pro irmão da minha amiga eu disse sim que já estava com um amigo... como eu não sabia onde a gente ia ou o que ia fazer, optei por um short e uma blusinha com as costas abertas, minhas botinhas, e fui esperar o Leo. Daqui a pouco chegou o Leo numa moto enorme, acompanhei ele pra guardar a moto e esperamos o Tomy na calçada. O Leo era bem gente boa, divertido, e pelo jeito estava em modo amizade, já que em nenhum momento se insinuou nem tentou nada. Tempo depois chegou o Tomy estacionou e fomos até o carro, eu e o Leo nos aproximamos pela janela do carona pra cumprimentar ele, quando o Tomy nos convidou pra subir vejo que o Leo tentava abrir a porta de trás, -por que não vai na frente você, eu vou atrás. -não tenho problema, depende do dono. -como quiser. , onde se sentirem confortáveis. O Leo sentou na frente e eu atrás sozinha, e saímos, rodamos e passeamos pela cidade, escutávamos música e nos divertíamos, me surpreendeu o quão rápido eles pegaram boa onda, mais ainda pelo Tomy que era introvertido e reservado, falava e ria com a gente. Tudo ia bem até que o Leo soltou a bomba. -vocês são namorados? -.... -emmm não, ela é amiga da minha irmã -haaa bem bem - eee, vocês se conhecem de onde? -ela seria a amiga da minha colega, - então vocês também não são nada? -bomoo pessoal tantas perguntas eu jajaj -jajaja, quando você me disse que ia um amigo eu pensei que era seu namorado ou algo assim, e pra não ficar como masturbator aceitei, igual também pra não ficar em casa jaja -haaa olhaa que babaca que você é, Evelin, jaja -buuom chee jaja, dois cavalheiros lindos me convidaram, como eu podia recusar. -como ela fez hee, trouxe nós dois jajaj - sii mas bom a verdade eu aceitei porque pensei que você era o namorado e fiquei curiosa, já que hoje eu comi ela. -Tomaaaas! -haaa jajajaj que bom isso... e... e que tal chupa a cock jaja? -Leo, não. -até agora não me chuparam a cock. - ela ....ou ninguém? -Leo basta não é necessário,). -... ...ela foi a primeira mulher com quem eu fiquei. -... -mas... -já, já foi o assunto, não vamos deixar desconfortável. -não, de jeito nenhum... mas... te parabenizo, amigo, que mulherão pra estrear, mano!!!... minha primeira vez foi com uma que pesava mais que esse carro kkkkk -kkkkkk é, duas vezes eu dei massa nela. -heeey -e sim, dá pra dar a noite toda, só um pouco molinha que não te fez um blow job -bom, eu tô aqui, conto pra vocês. -kkkkk é, não teve tempo pra isso -haaa olha você, eu pensei que você era bem cagona. -haa kkkk cagona? Eu? Por favor. -mesmo assim você não vai aguentar os dois kkkk -pfff venham um de cada vez, querido, ou os dois juntos, vou deixar vocês secos kkkk -ha kkkkk bom, mas se você vai chupar o cock do novo amigo. -os dois, você acha que não cabem os dois kkkk -haaa prontooo... FREIA AQUI... kkkkkkkkk A gente começou a rachar de rir com o último comentário dele e continuamos no assunto por mais um tempo. Quando passamos por um 24h, o Léo propôs comprar algo pra beber, estacionei o carro e ele desceu. Enquanto esperávamos, o Tomy me disse -olha, se você quiser transar com ele, não tenho problema, tá -quê? Por que você tá me dizendo isso? -é que não me sinto bem de ficar os 3 juntos. -você não gosta de ménage ou não quer que eu fique com ele? -não, isso não me incomoda, você sabe que faz nem 24 horas que eu deixei de ser virgem, não tenho experiência. -tá com vergonha, Tomy? Mas se você tem um cock enorme, capaz até maior que o dele. -não é isso, dá pra ver que ele deve transar o tempo todo. O que eu vou fazer ali. -kkkk mas a gente tava só brincando, nada mais. -não parecia, mas te repito, sem drama, se vocês quiserem eu deixo vocês em algum lugar e já era, também não vou ficar de motorista de aplicativo. Não soube o que responder, a tensão e o desconforto dele se sentiam no ambiente, ficamos em silêncio até o Léo voltar, por sorte com a alegria dele levantou o ânimo quase que na hora, fomos até a periferia da cidade, um lugar que os jovens frequentavam, onde se reuniam e escutavam música dos carros, ao chegar Estacionamos e descemos os três, o ambiente era espetacular, muita gente boa, música, entre gole e gole eu fui me soltando muito mais, continuávamos nos divertindo entre risadas, brincadeiras, danças, histórias. Quanto mais o tempo passava, mais eufórica eu ficava, abraçava o Leo, depois o Tomy, dançava no ritmo das músicas, rebolava a bunda e fazia movimentos sensuais de vez em quando, eles me faziam rir e me sentir parte do grupo, em troca eu presenteava eles com toda a minha atenção. Num momento o Leo passa o copo pro Tomy, ele se posiciona na frente dele e começa a beber, aproveitei esse momento e me enfiei entre os dois, olhando pro Tomas, em tom de brincadeira me inclino e ficando como se estivesse sendo fodida enquanto chupo, fiz uns movimentos com o quadril, nenhum dos dois se moveu um centímetro, quando eu ia me levantar de novo sinto as mãos do Leo na minha cintura que me puxam pra ele, me deixei cair totalmente sobre o corpo dele e logo em seguida observo o Tomas, que me olhava com um sorriso safado, com o dedo indico pra ele se aproximar e ele vem, fiquei no meio dos dois caras, ambos apertando seus genitais contra mim, voltei a rebolar e a dançar entre eles, me balançava de frente pra trás, me esfregando nos membros deles, como o tecido do meu short era bem fininho eu podia sentir tudo, as dobras, os zíperes e claro os paus deles que iam ficando cada vez mais duros, o Tomy se apertava tanto contra mim que o volume do Leo ia abrindo minhas nádegas, não aguentei e me virei, agora tinha o Tomy atrás de mim, descobri um ponto duro entre meu clitóris e o Leo, o qual comecei a esfregar lentamente, acompanhava os movimentos com meu quadril massageando o pau do Tomy, ficamos assim um bom tempo, a quantidade de gente lentamente ia se dissipando, o Tomy se ofereceu pra preparar mais e foi pro carro, ficamos com o Leo e quase no ponto de beijá-lo ele me disse: — Tô vendo seu amigo nervoso. — Mmm sim, ele não tá acostumado com essas coisas. — Você devia ajudá-lo a tirar os nervos. - Você tem razão. Quando você voltou, continuamos bebendo, mas o clima já tinha ficado pesado, ao longe já se ouviam discussões e se viam situações conflituosas. Por medo de ter problemas, Tomás nos convidou a subir no carro e ir embora do lugar. O caminho, primeiro, eu segui, e a poucos metros sinto uma palmada na bunda, me viro pra ver o Leo e ele faz gestos pra eu ir junto com o Tomás, entendo perfeitamente e me adianto a ele, abro a porta de trás e pego a mão do Tomy -vamos atrás nós. -mas... ééé... tenho que dirigir -eu dirijo, tenho carteira, não te preocupa. Um pouco indeciso, Tomás aceitou e entramos os dois na parte de trás, o Leo ligou o carro e depois de umas manobras conduziu pra cidade. Não demorou muito tempo e me aproximei pra beijar o Tomy. -que sorte que você tem, mano, hein, a primeira que você pegou foi a Evelin e ainda por cima também a primeira que vai te mamar o pau, você é um craque, meu ídolo, hahaha. O comentário do Leo me deu graça, olhei pro Tomy e ele me disse quase tímido -sério que você vai chupar meu pau? -ummm. Emocionado, ele abre o zíper e tira pra fora, pra ficar mais confortável eu ajudo a baixar até os tornozelos e abrindo os joelhos dele, eu desço até a base do membro dele e passando a língua pelas bolas subo até a ponta, e faço o mesmo por todo o pau que dava pra mim, dando beijinhos e também lambendo como um picolé, quando enfio a cabeça do pau na boca ele solta um gemido de satisfação bem alto, o que faz o Leo rir, mas ele continuava colocando música e dirigindo, tinha o pau bem duro pra cima, o qual eu empurro o máximo que posso pra frente e me enfio entre a barriga e o pau dele, chegando na base, onde chupo e lambo ao mesmo tempo enquanto subia de novo, mamava bem devagar aproveitando cada instante, subia três centímetros e descia dois, isso fazia ele se agitar ainda mais, quando cheguei na ponta e Comecei a enfiar até a metade, leo novamente relata sua experiência - empurra a cabeça dela, elas adoram isso. Tomi, quase com medo, coloca uma mão sobre minha cabeça e só me dá um empurrão seco pra baixo, me segurei e ria com o pau dele na minha boca, então pego a mão dele e levo de novo sobre minha cabeça, mas agora a minha por cima, e ensino como me fazer, guiei ele por pelo menos 5 empurrões, tirei minha mão e ele continuou, aprendeu rápido, enquanto eu massageava os testículos dele, abria a boca quando ele descia e apertava os lábios quando eu subia, os gemidos dele foram acelerando e cada vez mais forte, senti como ele se contorcia e do nada, jatos de algo espesso começaram a bater no fundo da minha boca. Ele soltou um orgasmo longo e forte, o pau dele continuava jorrando dentro de mim. Quando senti que ele já estava relaxando, engoli o que tinha e ouvi leo - que bem que ela deve chupar, já te fez gozar, amigo. Tomi só soltou um gemido de risada, eu me levantei e me aproximei de leo por trás - siiim, viu, me dá um beijinho, - heee naa sai daqui kkkk Voltamos a rir os 3 e me deitei perto de tomas, passaram uns minutos que conversamos, tomas me diz suavemente - quer me chupar de novo? Não respondi com palavras, mas com o olhar, indiquei que dessa vez ele liberasse um dos pés da calça e ele fez, depois se deitou pela porta do carro, e a perna direita dele passou pro meu lado. Eu me deitei totalmente sobre o pau dele e de novo comecei a chupar, dessa vez descia muito mais, que ele teve que levantar a perna pelo encosto dos bancos traseiros e depois também a perna esquerda apoiada no banco do carona, estando assim me dava mais liberdade pra saborear ele por todos os lados, enquanto lambia as bolas dele olhava pra ele e via que ele estava com os olhos fechados, curtindo e com a boca semiaberta, mas queria levar ele ao limite, já que as pernas estavam levantadas pelo banco, empurrei Em direção a ele, isso fez com que seus genitais também se levantassem, deixando tudo muito mais confortável pra mim, segurando com a minha mão eu descia pelos testículos e subia pelo pau, minha língua cada vez ia mais pra baixo enquanto os testículos dele estavam na minha boca, por baixo eu tirava a língua e passava por debaixo das bolas quase roçando o ânus, me concentrei um bom tempo ali até que do nada se ouve - CUIDADO.. CUIDADO. aí uma freada e um baita solavanco, isso assustou o Tomás, o que fez ele cair mais pra baixo, só encostando a cabeça na porta. -que foi? -nada, era um quebra-molas, vi tarde mas tá tudo bem. Eu continuei no boquete mas agora já tinha o Tomás muito mais pra baixo e eu não podia ir mais pra trás, então abaixei os joelhos no chão e me encostei no banco, agora tinha o Tomás totalmente aberto pra mim. Fui direto beijar onde termina o saco e começa o cu, o saco testicular dele caía pelo meu rosto enquanto minha língua já chegava no ânus, abri tudo o que pude e ele me ajudou com as pernas, beijava a bunda dele e passava a língua em círculos, quando as bolas já estavam totalmente sobre os meus olhos e era eu quem o movia, enfiava o máximo da minha língua pra dentro dele, sentia como ele se contraía e abria com a minha língua dentro ou quando eu lambia, me dou conta que ele já estava se masturbando, interrompi ele e comecei a punhetar eu mesmo, agora era mais violento, eu sugava e chupava passando meus lábios com força, até que depois de várias vezes de abrir e fechar não abriu mais, mesmo assim continuei, até que senti algo escorrendo pela minha mão, levanto um pouco o olhar, e percebo que o que eu sentia eram as últimas gotas de porra, ele já tinha gozado, me levanto devagar e vejo ele totalmente extasiado mas toda a camiseta dele manchada do próprio sêmen, me aproximo só pra que ele me veja e aproveito pra limpar a mão na camiseta já suja dele. Enquanto nos recuperávamos contamos pro Léo. -olha, vamos pra casa e eu te empresto uma camiseta, sem problema. -se a verdade me faria bem, não posso chegar em casa com a camiseta assim, ou sem camiseta. Não demoramos muito pra chegar na casa do Leo, pouco antes de descer percebo que já estava amanhecendo. Quando entramos não perdi tempo e pedi pra ir ao banheiro, depois de sair voltei pra sala mas não os vi, até que escutei vozes em outro setor, fui até esses barulhos e os encontrei dentro de um quarto. Tomás já estava sem camiseta e o Leo mostrando algumas pra ele. - essa aqui acho que vai ficar melhor em você. ou essa - qualquer uma serve, só quero vestir logo. de qualquer jeito vão perceber que troquei de roupa. - ah tá bom, se é por isso, aqui tenho uma da mesma cor. - que vocês estão fazendo, meninos? - aqui trocando de roupa kkkk - você mora sozinho, Leo? - não, com meu colega, ele tá de plantão hoje. - ah, olha só. - experimenta essas, alguma tem que servir. - sim sim, claro, valeu. Tomás pegou as camisetas e saiu do quarto me deixando sozinha com o Leo, ele não perdeu tempo e se aproximou de mim, se apoiou colocando minhas mãos sobre meus ombros, - quer que eu chupe seu rabo também, kkkk? - kkkkk você é demais, mas depois eu não quero mais comer esse bumbum que me deixa louco, desde aquela vez que te vi na sua casa que não me aguentei. Me virei apoiando o bundão todo pra ele, peguei o elástico do meu short junto com a calcinha com as duas mãos e fui descendo devagar fazendo apresentação do meu rabinho, ele tira o pau, e em pé começa a meter forte na minha vagina com o membro dele, não demorou nada pra encontrar minha buceta e muito menos pra entrar todinha, primeiro foi carinhoso e suave, gostoso demais como ele me penetrava, mas ao me pegar pela cintura ele começou a meter muito rápido, quando entrava até o fundo o impulso me fazia levantar os calcanhares do chão, até que passou o braço e se agarrando na minha cintura me levantou uns centímetros, com meus pés pendurados e esse pau brocando a bucetinha, cheguei até sentir vertigem, já estava doendo de tão fundo que chegava mas esse safado ainda não pensava em parar, quando parecia que ele cansou, foi só pra caminhar comigo empalada pelo membro dele até a cama. Ele me deixou descer e logo me coloquei de quatro pra ele, subiu atrás de mim e de novo voltou a me foder, me deu várias palmadas pra depois pegar meu cabelo e puxar ele pra trás, tentava me penetrar de várias maneiras de cima pra baixo, me metia de lado, até que com o corpo dele se jogou sobre mim, e fiquei deitada na cama embaixo dele, se posicionou e dessa vez me comeu o mais rápido que pôde, todo meu corpo tremia no ritmo dele até que de um momento pro outro parou de repente, e tirou de mim, enchendo minhas costas com os fluidos seminais dele. Enquanto ofegava e se recuperava me disse - vou buscar o tomas, espera ele. Depois levantou e vestiu um short e saiu. Demorou vários minutos pra vir o tomas, fiquei deitadinha de barriga pra cima massageando minha bucetinha pra não perder o ritmo até que finalmente o tomas entrou, não disse nada e só me olhou como uma fera olha a presa, tirou a roupa e veio até mim. Com o pau duro dele se ajeitou e abrindo minhas pernas me penetrou, mas dessa vez era diferente, tomou o controle total, levantou minhas duas pernas o mais alto e com as mãos segurou pelos meus tornozelos, o membro dele entrava tão fundo na minha bucetinha já molhada, que além disso apertava pelas minhas coxas, vê-lo concentrado olhando como o pau dele se introduzia na minha buceta enquanto segurava minhas pernas, com o corpo esculpido dele se mexendo, me molhou ainda mais, já o som de chapa era muito mais forte, peguei minhas pernas com as mãos por baixo das minhas coxas e ele me soltou e só se concentrou em me comer, estava vivendo um sonho, o cara que eu mais gostava, já não era um novato, se transformou no macho dominante que sempre tinha que ser, durou um monte, só descansando pra se ajeitar e voltar a me comer, me relaxei tanto, que quando ele terminou eu adormeci. 5 HORAS ANTES... Dava voltas na cama sem conseguir dormir, estava furiosa com a gisel, já não sou uma garotinha que Nem deixam você falar de sexo, eu não sabia o que fazer e estava quase indo embora, mas pelo horário decidi ficar até o dia seguinte e depois ir embora. Coloquei o despertador pra poder receber a Clara e mais uma vez tentei descansar. 8 da manhã, meu celular me acorda, acordei menos irritada, e com as ideias mais frias continuava pensando: em meia hora a Clara chegaria e eu pediria pra ela me levar pra casa... Passaram vários minutos do horário dela chegar e a ansiedade estava me matando, até que reconheço a voz dela nos murmúrios que se ouviam do lado de fora do quarto. Quis sair e falar com ela, mas não queria ver a cara da Gisel, então só esperei. Depois de uma eternidade escuto batem na porta — tá acordada? Era a Clara, me levantei e fui rapidinho abrir pra ela — oi rainha, como você tá? — oi linda, te incomoda se eu ficar mais um pouco? A verdade é que não tô com vontade de cruzar com minhas irmãs. — óbvio. Ela entrou e fechou a porta, eu fui me deitar de novo na cama. — tudo bem, gordi? Já falei com a Gisel. — ahã, e ela te disse que é uma idiota? — hehe, sobre o que aconteceu ontem. — então você tá do lado dela? — olha, eu te adoro demais e ela é minha amiga. — maaas... — é que você precisa entender um pouco. — entender o quê? Já vou fazer 20 anos e continuam me tratando assim, todos, meus velhos, elas, até minhas amizades, e é isso que mais me dá raiva. — seus pais vão continuar fazendo isso pelo resto da sua vida, isso infelizmente não muda, e o que eu quero dizer é que ela é a mais velha, sempre cai essa responsabilidade nela, além disso ela sabe que tem coisas boas e muitas ruins, às vezes por um deslize sua vida pode mudar totalmente, e eu sei do que tô falando. — sim, isso eu já sei, mas também sei me cuidar sozinha. — disso eu não duvido, porque você é toda uma mulher e em algum momento vão se acalmar, mas você teria que encarar como é, carinho e amor e não pra te fuder. Essas palavras me atingiram fundo, a Clara tinha razão, eu queria me considerar madura, mas à mínima pressão eu fazia um chilique. .sempre vou ser a mais nova E depende de mim que me vejam como uma adulta. Clara sempre fez isso apesar de fazer essa bobagem de me trancar para evitar minha irmã mais velha, eu a observava enquanto se vestia, seu enorme booty engolia o fio-dental enquanto ela colocava uma camiseta, se abaixava para procurar nas gavetas de baixo e sua silhueta se marcava em todo seu esplendor, eu admirava muito essa mulher, e a opinião dela sempre foi muito relevante para mim - sério que você já me considera uma mulher? Ela se levantou e me olhou com um sorrisinho e depois se aproximou de mim, sentou ao meu lado na cama e enquanto ajeitava o cabelo do meu rosto me disse - não te considero, eu sei que você é. Essas palavras, a segurança e confiança dela em mim. Foram como uma flechada, sem pensar me aproximei dela e a beijei apaixonadamente, ela me correspondeu e passando as mãos pelas minhas costas me levou para baixo, se deitou e eu cruzei minhas pernas e me sentei sobre ela, enquanto acariciava meu rosto e minha cintura sentia o beijo mais tasty da minha vida. quando ela levou as mãos ao meu booty comecei a beijar seu pescoço, sentir seus lábios e sua respiração tão perto me acendia. nossos peitos se roçavam através dos tecidos da nossa roupa, ela tirou minha calça até debaixo dos glúteos, como ela estava sem calcinha quis imitá-la e desci de cima dela por um instante para tirar minha legging, antes de voltar a subir beijei entre os peitos dela mas quando ia descer ela me deteve, e me levou de volta à sua boca. novamente montei nela, mas suas mãos agora estavam no meu booty, sua língua entrava na minha boca brincando com a minha, meu corpo começou a se mover sozinho passando minha pelve por ela, num momento ela baixa mais as mãos e me impulsiona para frente quando me posiciona sobre seus peitos, passa ambas as mãos por baixo de mim e me sobe mais, dessa vez deixando minha buceta sobre o rosto dela, aproxima os lábios do tecido do meu fio-dental e começa a beijá-lo, eu me incorporo e ao olhar para baixo só consigo ver seus olhos fechados A estimulação era excepcional, mas eu queria mais. Puxei um pouquinho meu fio-dental para o lado, deixando toda a minha bucetinha exposta pra ela, que começou a chupar. A sensação era forte, e eu já estava me contorcendo de prazer. Ela puxa a parte de trás, deixando o fio no meio da minha bunda — agora nada se interpunha entre ela e meus lábios vaginais. Com a mão, ela levantava meu quadril pra que minha buceta pudesse alcançar sua boca. De tanta emoção, comecei a dar pulinhos, e ela, colocando a língua pra fora, me deixava penetrar. Eu esfregava minha buceta no rosto dela com movimentos oscilantes enquanto ela continuava chupando e lambendo. Foram uns minutos maravilhosos, até que ela me fez deitar de barriga pra cima na cama, se levantou e tirou toda a minha roupa íntima, e mais uma vez voltou a comer minha buceta. Apesar de agora estarmos mais confortáveis, eu sentia que estava quase terminando. Ela beijou meu clitóris, tão gostoso, enquanto só massageava minha vagina sem enfiar nada. Não aguentei e peguei a cabeça dela, apertando contra mim. Ela, entendendo, começou a fazer tudo mais rápido e mais forte, mas eu já estava no limite do clímax. Comecei a subir e a rebolar minha buceta acompanhando ela, até que ela ficou parada, movendo a língua em pequenos círculos. Apertando-a contra mim, esfreguei meu sexo o máximo que pude, até que as pernas começaram a tremer e meu órgão sexual estava prestes a explodir. Nos segundos seguintes, meu corpo se desligou — senti como se toda a minha energia fosse direto pra minha vulva. O orgasmo me deu vários espasmos muito fortes, e os primeiros me fizeram levantar o quadril e apertar as pernas com a Clara no meio. Não aguentei o prazer e tentei escapar, mas a Clara me segurou, ficando ali lambendo até o último instante. Tentei empurrar a testa dela, mas foi inútil — ela ficou grudada na minha bucetinha. Quando finalmente se levantou, senti um alívio, mas meu corpo ainda tremia. Ela me deu um beijinho e sorriu pra mim. Eu, totalmente extasiada e satisfeita, sorri de volta e ajeitei o cabelo dela que estava todo A cara dela dói atrás das orelhas. Ela se levanta e seca a boca e diz: — Vamos falar com a sua irmã, assim vocês fazem as pazes, quer? — Sim, vamos, onde estão minhas roupas? Capítulo 4

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