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POR LOS VIEJOS TIEMPOS
Vivo un presente perfecto, mi esposo es contador público, tiene un estudio jurídico contable con un par de socios, Félix mi hijo cursa los estudios terciarios y es un calco de su padre, sigue la misma carrera y poco a poco se va metiendo en ese entorno laboral.
Yanina, mi hija, aún está cursando sus estudios secundarios, ella aún no decide que hará de su vida y tiene miles de proyectos a futuro.
De mi puedo decir que me siento plena, satisfecha, llena como mujer, soy una milf atractiva, aun puedo presumir de mis anchas caderas y mi cola llamativa, uso el cabello corto a la nuca, casi rapado, en un rubio artificial bastante llamativo. Soy profesora de matemáticas, y doy clases en un par de facultades terciarias, con alumnos que tienen en promedio la misma edad que mi hijo mayor.
Me gusta usar trajecitos de chaqueta y pollera a las rodillas, ajustadas, soy consciente de que despierto muchas fantasías en esos chicos, cuando escribo en la pizarra y mi trasero queda expuesto a sus ojos, me gusta jugar con eso, pero son solo juegos de una puta calienta pijas, pero nunca pasará de ahí, hoy soy una mujer seria que se ubica en la edad que tiene.
También puedo decir que he despertado interés en más de un profesor colega, con insinuaciones indirectas y alguna directa, pero yo ya no estoy para problemas.
Pero bien, no vine a hablar de mi presente, sino de mi pasado, alguna vez tuve veinte años, la edad de mi hijo mayor, de mis alumnos y como todos hice cosas alocadas.
En esos días ya tenía la idea de ser profesora de matemáticas, estaba muy metida en eso, solo que yo no tenía ingresos y dependía de mis padres. Si bien papá nunca me hizo faltar nada, él parecía contarme cada moneda que me regalaba y yo debía rendir cuentas por el uso que les daba, eso siempre lo ponía en un plano superior y sentía que debía dar respuesta a cada paso.
Surgían discusiones en forma continua y siempre por el mismo tema, me sentía una mendiga y eso me molestaba demasiado.
Sin que él lo supiera busqué un empleo a medio tiempo, evalué varias alternativas y me decidí por ser playera en una estación de servicios que estaba cerca de casa.
Recuerdo que era una estación de bandera brasileña, así que debía usar unas calzas amarillas muy llamativas y una remerita en color verde, con una gorrita azul.
Hoy me río al recordar la primera vez que papá me vio vestida, en mi primer día de trabajo, pobre viejo, casi le da un ataque al corazón! su nena, es que yo era su nena...
Como toda mulher, eu conhecia meus pontos fracos e meus pontos fortes. Tinha o melhor bundão de todas as garotas e atraía todos os olhares, mas eu não ligava, desde novinha eu gostava de jogar esse jogo.
Foi assim que conheci Reinaldo. Ele chegou numa manhã pra abastecer com uma moto enorme, barulhenta, chamativa. Usava barba naqueles dias, uns óculos espelhados que me impediam de ver seus olhos e um lenço amarrado na cabeça, com roupa de couro e botas texanas. Era a típica imagem do motoqueiro americano, e bom, eu também tinha sentimentos e desejos. Entre palavras ele me roubou um sorriso e naquele momento eu soube que tinha perdido.
Ele voltou pra me buscar no dia seguinte, e no outro, e já não consegui resistir a subir no seu corcel de aço.
Desde o primeiro momento eu soube que minha relação com aquele homem nunca chegaria a nada sério. Eu tinha apenas vinte anos e ele já era um trintão, era uma bala perdida, mas Reinaldo naquele momento da minha vida tinha muitas coisas que me atraíam. Era um boêmio, gostava de festa, era divertido, inteligente, falastrão e com toda a sua experiência de vida me levava por caminhos de luxúria que eu jamais tinha sonhado trilhar.
Mas além disso havia algo que me fascinava nele. Eu não tinha ficado com muitos caras, mas conhecer Reinaldo seria um antes e depois na minha sexualidade. É que ele tinha um pau simplesmente enorme e me matava na cama, me fazia gritar como se estivessem me matando, e é que realmente isso provocava em mim. Me deixava toda dolorida, mas era aquela dor tão prazerosa que eu só precisava de mais quando não tinha.
Sem dúvidas, sexualmente ele seria único e irrepetível pra mim. Ninguém tinha me comido como ele, nem ninguém voltaria a me comer depois, nem mesmo meu marido.
Reinaldo era um maldito pervertido. Com ele tive minha primeira experiência anal e foi o culpado de deixar todo o meu rabo dilatado. Ele me deu brinquedos, e ele em alguma festa me levou pro meu primeiro ménage com uma garota.
São velhas histórias, segredos, minha lado lésbico jamais revelado. Mas como eu disse, ele era uma bala perdida, um cara que me daria sexo, adrenalina, luxúria, mas nunca um futuro, desde que o conheci soube que seria só algo passageiro, só presente, só o momento.
Naquela noite não seria uma noite qualquer, era uma sexta-feira de primavera em que o Reinaldo tinha me chamado pra ir dançar. Naqueles dias eu ainda usava meus cabelos longos e no meu tom castanho natural, tinha colocado um vestido de lycra super justo, em tom imitação de pele de leopardo, em tons de amarelo e preto, bem curtinho, demais, no limite do abismo.
Meu pai me olhou por cima dos óculos de aumento e senti que ele me julgou mal, não disse nada, não era necessário, ele já tinha perdido aquele controle que todos os pais querem ter sobre as filhas, mas os gestos dele bastaram pra me fazer sentir como uma puta.
A mamãe, como sempre cúmplice, me disse pra não ligar pra ele, que já sabia como ele era, e que por sinal eu estava muito bonita.
O Reinaldo passou pontual, o escape barulhento da moto dele me fez saber que ele esperava na porta. Desci e subi no corcel de aço dele, como ele chamava a moto, abracei ele pela cintura e partimos rumo desconhecido.
Se tinha algo que eu tinha que reconhecer no meu homem é que ele tinha o mapa da cidade na cabeça e conhecia todos os lugares onde a gente podia passar um bom tempo, desde o mais top até o pior do pior, e pra aquela noite ele não tinha em mente me surpreender com algo de nível.
Demos umas voltas e acabamos tomando uns drinks no balcão de algum boteco afastado, onde tinha um tipo de palco pelo qual desfilavam números de garotas e caras strippers. Certamente aquilo não era a minha praia, mas o Reinaldo se mostrava como um menino numa loja de brinquedos, ele se perdia vendo as putas da vez, chegando ao limite de me ignorar, situação que chegava a me incomodar, mas eu sabia como era a nossa relação, livre, sem amarras, sem compromisso, sem cobrança, sem amor.
E essa história eu sabia quase de cor, ele me perguntava qual das garotas eu gostava e depois ele fazia o trabalho dele, oferecer o preço justo pra terminar os três na cama.
O Reinaldo se excitava muito com ménage, sempre com outra garota, ele Dizia ser muito macho e que sua bunda era intocável, no entanto, não tinha pudores em comer o que cruzasse seu caminho, me contou histórias de que por dinheiro tinha comido mais de um puto, ou só pagaram pra ele chupar um pouco, e ele não se incomodava com essa parte da vida dele.
Naquela noite, Reinaldo botou os olhos numa copeira, uma das tantas garotas que ficavam servindo drinques, e eu soube na hora que ele não pararia até levá-la pra cama. Era muito alta, e mais alta ainda parecia em cima de uns saltos finos, suas curvas eram perfeitas e apesar de estar tudo na meia-luz consegui notar seus cabelos loiros tingidos, ela passou várias vezes pela mesa e em cada ocasião meu homem aproveitava pra tocar a bunda dela, pegá-la pela cintura ou deslizar os dedos pelas pernas nuas, ela só respondia com sorrisos e se deixava tocar, assim eram as regras do jogo naquele lugar, tudo era permitido.
Da minha parte, eu era só uma espectadora do jogo de sedução, eu só olhava e me chamou a atenção um dos braços dele completamente tatuado, algo muito comum hoje em dia, mas que com certeza era uma raridade vinte anos atrás.
Tudo ia bem, os números no palco iam se sucedendo um atrás do outro, até que num momento chegou a vez de 'a única, a melhor, a irresistível Lulu', foi assim que anunciaram e pra nossa surpresa a garota que tinha nos servido as doses subiu pra fazer seu show.
Ela começou a se contorcer como uma serpente, de forma muito sexual ao ritmo de um blues lento e meloso, e uma a uma suas roupas foram caindo no chão, Reinaldo parecia um tonto hipnotizado, até me ignorando, me fazendo sentir uma idiota, mas Lulu tinha um segredo, não sei onde ele guardava, mas quando ela tirou a fio-dental pra ficar completamente nua, apareceu entre suas pernas um pau gostoso pra surpresa de todos.
Reinaldo ficou com cara de 'que porra é essa?' e eu não consegui me segurar e caí na gargalhada, é que o rosto dele realmente estava desfigurado.
Mas ele já tinha Coloquei o olho, e me perguntou se eu tinha algum problema, já que ele já estava com aquilo entalado. Perto das quatro da manhã partimos para a casa de Reinaldo, na moto dele, eu atrás dele como sempre e Lulu atrás de mim, parecia loucura, mas foi assim. Enquanto servia umas doses, Reinaldo pagava à garota transexual o dinheiro combinado e fez questão de deixar bem claro que só assumiria um papel de homem, nada de confundir as coisas, ela só respondeu com um sorriso safado e disse para ele ficar tranquilo, era toda uma profissional. Coloquei música, ele se sentou com o drinque ao lado, sabia que ele gostava de tomar seu tempo para observar, era um tarado por voyeur e achei muito excitante começar a jogar o jogo da sedução com Lulu, ela era bem mais alta que eu, então logo deixou os sapatos de lado, mesmo assim, era bem mais alta. Foram minutos de roces casuais ao compasso da música, olhares indiscretos, beijos roubados e sentir pele com pele, esses jogos quentes. Senti meus mamilos excitados sob a calcinha e como meu sexo ia ficando molhado aos poucos, resultado dos jogos com a garota transexual e do olhar indiscreto do meu amante. Uma dureza gostosa se marcou na saia de Lulu e aquilo soou a desejo, enfiei os dedos sob meu vestido e deslizei a fio-dental até o chão, tirei e joguei na cara de Reinaldo, que parecia um idiota só olhando, fui para um sofá ao lado e me coloquei de quatro, empinando a bunda na direção deles, naturalmente meu vestido oncinha subiu o suficiente para deixar exposta aos olhos deles minha buceta suculenta e quente, então Lulu veio sobre mim, e me segurando pelos quadris me penetrou, senti o pau dela deslizar no meu sexo e começou a se mover bem gostoso, a sensação era muito estranha, muito louca, ela parecia uma garota, parecia mais um dos meus jogos lésbicos, mas tinha um pau gostoso que me preenchia por completo e me fazia gemer. Reinaldo se decidiu a participar, veio pela frente, completamente nu, com seu enorme pau duro, imponente, e me deu pra eu chupar, caralho, uma rola na minha buceta, outra na minha boca, nunca teria imaginado! tentava chupar com toda a vontade, mas sem deixar de aproveitar o lindo presente que me preenchia por trás. Em algum momento Lulu exclamou
Mas que rola linda você tem! Quero chupar um pouco!!!
Meu homem me deixou então e foi até onde ela estava, pra Lulu se engasgar com rola e depois de uns minutos notei que ela tinha perdido a concentração em me foder, ela só se lambuzava no que estava chupando, então mudei o jogo, sentei e enchi a boca com a rola dele, eu chupava ela e ela o meu cara.
Lulu tinha uma rola boa, não tão grande quanto a do Reinaldo, mas sem dúvida era muito gostosa, bem grossa e me excitava que ela parecesse aos meus olhos uma mulher, mesmo não sendo. Eu gostava de acariciar as formas femininas dela, especialmente os peitos, as tetas, os mamilos.
De vez em quando eu subia pelo corpo dela, beijando a barriga, as tetas, o pescoço, os lábios e tentava roubar a rola que ela estava chupando, pelo menos compartilhar e entre as duas beijávamos o sexo do Reinaldo, a glande, o tronco, as bolas, era um jogo que mais de uma vez eu já tinha feito com alguma outra garota e ele ficava muito excitado, até gozava pra gente compartilhar o leite dele.
Reinaldo, que sempre estava pensando que loucura fazer, de repente me pegou e me levou de novo pro sofá, de quatro, levantou meu vestido até a cintura, abriu minhas nádegas e começou a chupar minha buceta e o cu, foi muito gostoso, então ele disse pra Lulu
Agora quero ver como você faz o cu dela
Ela voltou pra cima e sem muito esforço me enfiou por trás, me arrancou um gemido de prazer, era grossa, dava pra sentir e percebi que excitava muito ela esticar meu esfíncter, meu homem então me disse
Vai, sua puta, se masturba...
Caralho, abaixei meu vestido até a cintura e deixei meus peitos grandes de fora, meus mamilos estavam duros como aço e eu só os acariciava, fechei os olhos sentindo a carne que me penetrava e os olhos do meu homem que se deliciava com a vista, levei minha mão direita entre as pernas, estava toda molhada, movi a palma da mão com ritmo, com força apertando meu clitóris enquanto enfiava os dedos na minha buceta de vez em quando, pra me dar prazer e sentir a pressão sobre eles do pau que estava me arrombando o cu de um jeito tão delicioso.
Senti que ia gozar, não dava pra evitar, e meu clitóris explodiu descontrolado.
Assim que Reinaldo percebeu, decidiu voltar pro jogo, não conseguia ver muita coisa, mas percebi o que acontecia, Reinaldo foi por trás da Lulu e meteu tudo, a garota transexual começou a gemer e senti que inconscientemente ela cravava as unhas afiadas nas minhas nádegas.
Foi muito louco, tinha se formado um 'trenzinho anal' envolto em prazer, gemidos e delírios, onde eu era a locomotiva, meu garoto o vagão do Booty e a Lulu no meio era quem avançava e recuava, dando e recebendo.
Em algum momento, Reinaldo levou ela pro lado dele, sentou e ela por cima, com as pernas abertas, e só metia no cu dela por baixo, foi minha vez de ser espectadora, e a Lulu não parava de me chamar atenção, era uma garota de curvas lindas e peitos maravilhosos, mas tinha um pau gostoso entre as pernas, duro, grosso, enorme.
Fui sobre ela, só me ajoelhei entre as pernas dela e as do Reinaldo que não parava de arrombar o cu dela por baixo, comecei a chupar o pau da Lulu com muita vontade, um bom tempo, depois coloquei entre meus peitos e masturbei com gosto, olhando o rosto de prazer que me excitava demais.
Reinaldo não parava, eu não parava e ela já não aguentava mais
De repente como uma metralhadora sem controle, o esperma da Lulu começou a jorrar, com força, quente, pegajoso, enchendo meus peitos, a barriga dela, os próprios peitos dela, meu rosto, parte foi no chão, outra tanto na lateral do sofá, caralho!, comecei a rir da situação e acabei chupando ela um bom tempo até começar a perder a ereção.
Reinaldo me pegou então, me colocou de quatro de novo, Lulu sentada do meu lado e o maldito perverso, jogou suas cartas, o pau precioso dele foi alternando entre meu cu, minha buceta e a boca da garota transexual, um buraco, o outro e o outro, ele era um maldito degenerado e isso me enlouquecia nele, brincou um pouco até que disse Me acabo! me acabo! Mudei de posição e sentei ao lado de Lulu, conhecia os gostos do meu garoto, Reinaldo começou a jorrar o gozo dele sobre meu rosto e sobre o da garota transexual, ele tinha uma maldita obsessão em gozar na minha cara, e bom, não me incomodava, pelo contrário, eu precisava, embora jamais admitiria isso pra ele. Ficamos mais alguns minutos, Lulu e eu nos beijamos num beijo branco delicioso, um beijo de pecado com os sucos do nosso amante. O sol do amanhecer já entrava pela janela e, embora Reinaldo ainda tivesse muitas ideias loucas pra colocar em prática, Lulu deu um basta, já era o suficiente pelo que ela tinha pagado, outro dia com prazer, ela sabia onde encontrá-lo. Eles se ajeitaram um pouco e ele disse que ia encontrá-la na casa dela, enquanto isso fui tomar um banho, tinha uma mistura do gozo dos dois espalhada por todo o meu corpo, e depois a cama pra descansar. Nunca haveria um novo encontro com Lulu nem com outra garota transexual, sei lá, jamais sugeri, ele também não, é que era claro que Reinaldo preferia as bucetinhas. Continuamos mais um tempo juntos entre idas e vindas, mas o mundo continuou girando e eu fui mudando. Estava terminando meus estudos e já tinha vivido toda a loucura que precisava viver, me senti satisfeita, plena, e só o meu caminho já não era mais o mesmo do meu garoto. Eu queria criar raízes, formar uma família, me firmar no chão, e ele, ele sempre seria livre, como o vento, sem origem, sem fim. Nos últimos dias já não nos dávamos bem, tinha saído um encontro de motoqueiros pra rodar o país, ele queria que eu fosse junto, sabia que ele iria, comigo ou sem mim, e tinha chegado a hora de deixá-lo partir, Reinaldo jamais seria um pássaro pra ficar engaiolado. O destino me levaria a conhecer uns caras antes de conhecer meu marido, aquele que se transformaria no homem da minha vida, no meu amor, no meu companheiro, que me daria meus lindos filhos e ao lado de quem eu me transformaria na pessoa que sou, uma respeitada professora de matemática, uma milf de cabelos loiros curtos que exibe seu corpão em trajes caros e sexys, arrancando suspiros de colegas e alunos.
Meu marido sabe o que precisa saber, o justo e necessário, ele é insubstituível na minha vida, no meu coração, mas Reinaldo, na cama ele sempre será um fogo inigualável, seu enorme pau, seu prazer, sua sexualidade, mas não existe um mundo perfeito, não se pode ter tudo na vida.
Lembro dele com carinho, não sei o que será da vida dele, às vezes, quando estou sozinha, me sirvo uma taça de bom vinho, e nessa solidão brindo imaginariamente com ele, pelos velhos tempos.
Se você gostou da história pode me escrever com o título 'PELOS VELHOS TEMPOS' para dulces.placeres@live.com
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Yanina, mi hija, aún está cursando sus estudios secundarios, ella aún no decide que hará de su vida y tiene miles de proyectos a futuro.
De mi puedo decir que me siento plena, satisfecha, llena como mujer, soy una milf atractiva, aun puedo presumir de mis anchas caderas y mi cola llamativa, uso el cabello corto a la nuca, casi rapado, en un rubio artificial bastante llamativo. Soy profesora de matemáticas, y doy clases en un par de facultades terciarias, con alumnos que tienen en promedio la misma edad que mi hijo mayor.
Me gusta usar trajecitos de chaqueta y pollera a las rodillas, ajustadas, soy consciente de que despierto muchas fantasías en esos chicos, cuando escribo en la pizarra y mi trasero queda expuesto a sus ojos, me gusta jugar con eso, pero son solo juegos de una puta calienta pijas, pero nunca pasará de ahí, hoy soy una mujer seria que se ubica en la edad que tiene.
También puedo decir que he despertado interés en más de un profesor colega, con insinuaciones indirectas y alguna directa, pero yo ya no estoy para problemas.
Pero bien, no vine a hablar de mi presente, sino de mi pasado, alguna vez tuve veinte años, la edad de mi hijo mayor, de mis alumnos y como todos hice cosas alocadas.
En esos días ya tenía la idea de ser profesora de matemáticas, estaba muy metida en eso, solo que yo no tenía ingresos y dependía de mis padres. Si bien papá nunca me hizo faltar nada, él parecía contarme cada moneda que me regalaba y yo debía rendir cuentas por el uso que les daba, eso siempre lo ponía en un plano superior y sentía que debía dar respuesta a cada paso.
Surgían discusiones en forma continua y siempre por el mismo tema, me sentía una mendiga y eso me molestaba demasiado.
Sin que él lo supiera busqué un empleo a medio tiempo, evalué varias alternativas y me decidí por ser playera en una estación de servicios que estaba cerca de casa.
Recuerdo que era una estación de bandera brasileña, así que debía usar unas calzas amarillas muy llamativas y una remerita en color verde, con una gorrita azul.
Hoy me río al recordar la primera vez que papá me vio vestida, en mi primer día de trabajo, pobre viejo, casi le da un ataque al corazón! su nena, es que yo era su nena...
Como toda mulher, eu conhecia meus pontos fracos e meus pontos fortes. Tinha o melhor bundão de todas as garotas e atraía todos os olhares, mas eu não ligava, desde novinha eu gostava de jogar esse jogo.Foi assim que conheci Reinaldo. Ele chegou numa manhã pra abastecer com uma moto enorme, barulhenta, chamativa. Usava barba naqueles dias, uns óculos espelhados que me impediam de ver seus olhos e um lenço amarrado na cabeça, com roupa de couro e botas texanas. Era a típica imagem do motoqueiro americano, e bom, eu também tinha sentimentos e desejos. Entre palavras ele me roubou um sorriso e naquele momento eu soube que tinha perdido.
Ele voltou pra me buscar no dia seguinte, e no outro, e já não consegui resistir a subir no seu corcel de aço.
Desde o primeiro momento eu soube que minha relação com aquele homem nunca chegaria a nada sério. Eu tinha apenas vinte anos e ele já era um trintão, era uma bala perdida, mas Reinaldo naquele momento da minha vida tinha muitas coisas que me atraíam. Era um boêmio, gostava de festa, era divertido, inteligente, falastrão e com toda a sua experiência de vida me levava por caminhos de luxúria que eu jamais tinha sonhado trilhar.
Mas além disso havia algo que me fascinava nele. Eu não tinha ficado com muitos caras, mas conhecer Reinaldo seria um antes e depois na minha sexualidade. É que ele tinha um pau simplesmente enorme e me matava na cama, me fazia gritar como se estivessem me matando, e é que realmente isso provocava em mim. Me deixava toda dolorida, mas era aquela dor tão prazerosa que eu só precisava de mais quando não tinha.
Sem dúvidas, sexualmente ele seria único e irrepetível pra mim. Ninguém tinha me comido como ele, nem ninguém voltaria a me comer depois, nem mesmo meu marido.
Reinaldo era um maldito pervertido. Com ele tive minha primeira experiência anal e foi o culpado de deixar todo o meu rabo dilatado. Ele me deu brinquedos, e ele em alguma festa me levou pro meu primeiro ménage com uma garota.
São velhas histórias, segredos, minha lado lésbico jamais revelado. Mas como eu disse, ele era uma bala perdida, um cara que me daria sexo, adrenalina, luxúria, mas nunca um futuro, desde que o conheci soube que seria só algo passageiro, só presente, só o momento.
Naquela noite não seria uma noite qualquer, era uma sexta-feira de primavera em que o Reinaldo tinha me chamado pra ir dançar. Naqueles dias eu ainda usava meus cabelos longos e no meu tom castanho natural, tinha colocado um vestido de lycra super justo, em tom imitação de pele de leopardo, em tons de amarelo e preto, bem curtinho, demais, no limite do abismo.Meu pai me olhou por cima dos óculos de aumento e senti que ele me julgou mal, não disse nada, não era necessário, ele já tinha perdido aquele controle que todos os pais querem ter sobre as filhas, mas os gestos dele bastaram pra me fazer sentir como uma puta.
A mamãe, como sempre cúmplice, me disse pra não ligar pra ele, que já sabia como ele era, e que por sinal eu estava muito bonita.
O Reinaldo passou pontual, o escape barulhento da moto dele me fez saber que ele esperava na porta. Desci e subi no corcel de aço dele, como ele chamava a moto, abracei ele pela cintura e partimos rumo desconhecido.
Se tinha algo que eu tinha que reconhecer no meu homem é que ele tinha o mapa da cidade na cabeça e conhecia todos os lugares onde a gente podia passar um bom tempo, desde o mais top até o pior do pior, e pra aquela noite ele não tinha em mente me surpreender com algo de nível.
Demos umas voltas e acabamos tomando uns drinks no balcão de algum boteco afastado, onde tinha um tipo de palco pelo qual desfilavam números de garotas e caras strippers. Certamente aquilo não era a minha praia, mas o Reinaldo se mostrava como um menino numa loja de brinquedos, ele se perdia vendo as putas da vez, chegando ao limite de me ignorar, situação que chegava a me incomodar, mas eu sabia como era a nossa relação, livre, sem amarras, sem compromisso, sem cobrança, sem amor.
E essa história eu sabia quase de cor, ele me perguntava qual das garotas eu gostava e depois ele fazia o trabalho dele, oferecer o preço justo pra terminar os três na cama.
O Reinaldo se excitava muito com ménage, sempre com outra garota, ele Dizia ser muito macho e que sua bunda era intocável, no entanto, não tinha pudores em comer o que cruzasse seu caminho, me contou histórias de que por dinheiro tinha comido mais de um puto, ou só pagaram pra ele chupar um pouco, e ele não se incomodava com essa parte da vida dele.
Naquela noite, Reinaldo botou os olhos numa copeira, uma das tantas garotas que ficavam servindo drinques, e eu soube na hora que ele não pararia até levá-la pra cama. Era muito alta, e mais alta ainda parecia em cima de uns saltos finos, suas curvas eram perfeitas e apesar de estar tudo na meia-luz consegui notar seus cabelos loiros tingidos, ela passou várias vezes pela mesa e em cada ocasião meu homem aproveitava pra tocar a bunda dela, pegá-la pela cintura ou deslizar os dedos pelas pernas nuas, ela só respondia com sorrisos e se deixava tocar, assim eram as regras do jogo naquele lugar, tudo era permitido.
Da minha parte, eu era só uma espectadora do jogo de sedução, eu só olhava e me chamou a atenção um dos braços dele completamente tatuado, algo muito comum hoje em dia, mas que com certeza era uma raridade vinte anos atrás.
Tudo ia bem, os números no palco iam se sucedendo um atrás do outro, até que num momento chegou a vez de 'a única, a melhor, a irresistível Lulu', foi assim que anunciaram e pra nossa surpresa a garota que tinha nos servido as doses subiu pra fazer seu show.
Ela começou a se contorcer como uma serpente, de forma muito sexual ao ritmo de um blues lento e meloso, e uma a uma suas roupas foram caindo no chão, Reinaldo parecia um tonto hipnotizado, até me ignorando, me fazendo sentir uma idiota, mas Lulu tinha um segredo, não sei onde ele guardava, mas quando ela tirou a fio-dental pra ficar completamente nua, apareceu entre suas pernas um pau gostoso pra surpresa de todos.
Reinaldo ficou com cara de 'que porra é essa?' e eu não consegui me segurar e caí na gargalhada, é que o rosto dele realmente estava desfigurado.
Mas ele já tinha Coloquei o olho, e me perguntou se eu tinha algum problema, já que ele já estava com aquilo entalado. Perto das quatro da manhã partimos para a casa de Reinaldo, na moto dele, eu atrás dele como sempre e Lulu atrás de mim, parecia loucura, mas foi assim. Enquanto servia umas doses, Reinaldo pagava à garota transexual o dinheiro combinado e fez questão de deixar bem claro que só assumiria um papel de homem, nada de confundir as coisas, ela só respondeu com um sorriso safado e disse para ele ficar tranquilo, era toda uma profissional. Coloquei música, ele se sentou com o drinque ao lado, sabia que ele gostava de tomar seu tempo para observar, era um tarado por voyeur e achei muito excitante começar a jogar o jogo da sedução com Lulu, ela era bem mais alta que eu, então logo deixou os sapatos de lado, mesmo assim, era bem mais alta. Foram minutos de roces casuais ao compasso da música, olhares indiscretos, beijos roubados e sentir pele com pele, esses jogos quentes. Senti meus mamilos excitados sob a calcinha e como meu sexo ia ficando molhado aos poucos, resultado dos jogos com a garota transexual e do olhar indiscreto do meu amante. Uma dureza gostosa se marcou na saia de Lulu e aquilo soou a desejo, enfiei os dedos sob meu vestido e deslizei a fio-dental até o chão, tirei e joguei na cara de Reinaldo, que parecia um idiota só olhando, fui para um sofá ao lado e me coloquei de quatro, empinando a bunda na direção deles, naturalmente meu vestido oncinha subiu o suficiente para deixar exposta aos olhos deles minha buceta suculenta e quente, então Lulu veio sobre mim, e me segurando pelos quadris me penetrou, senti o pau dela deslizar no meu sexo e começou a se mover bem gostoso, a sensação era muito estranha, muito louca, ela parecia uma garota, parecia mais um dos meus jogos lésbicos, mas tinha um pau gostoso que me preenchia por completo e me fazia gemer. Reinaldo se decidiu a participar, veio pela frente, completamente nu, com seu enorme pau duro, imponente, e me deu pra eu chupar, caralho, uma rola na minha buceta, outra na minha boca, nunca teria imaginado! tentava chupar com toda a vontade, mas sem deixar de aproveitar o lindo presente que me preenchia por trás. Em algum momento Lulu exclamou
Mas que rola linda você tem! Quero chupar um pouco!!!Meu homem me deixou então e foi até onde ela estava, pra Lulu se engasgar com rola e depois de uns minutos notei que ela tinha perdido a concentração em me foder, ela só se lambuzava no que estava chupando, então mudei o jogo, sentei e enchi a boca com a rola dele, eu chupava ela e ela o meu cara.
Lulu tinha uma rola boa, não tão grande quanto a do Reinaldo, mas sem dúvida era muito gostosa, bem grossa e me excitava que ela parecesse aos meus olhos uma mulher, mesmo não sendo. Eu gostava de acariciar as formas femininas dela, especialmente os peitos, as tetas, os mamilos.
De vez em quando eu subia pelo corpo dela, beijando a barriga, as tetas, o pescoço, os lábios e tentava roubar a rola que ela estava chupando, pelo menos compartilhar e entre as duas beijávamos o sexo do Reinaldo, a glande, o tronco, as bolas, era um jogo que mais de uma vez eu já tinha feito com alguma outra garota e ele ficava muito excitado, até gozava pra gente compartilhar o leite dele.
Reinaldo, que sempre estava pensando que loucura fazer, de repente me pegou e me levou de novo pro sofá, de quatro, levantou meu vestido até a cintura, abriu minhas nádegas e começou a chupar minha buceta e o cu, foi muito gostoso, então ele disse pra Lulu
Agora quero ver como você faz o cu dela
Ela voltou pra cima e sem muito esforço me enfiou por trás, me arrancou um gemido de prazer, era grossa, dava pra sentir e percebi que excitava muito ela esticar meu esfíncter, meu homem então me disse
Vai, sua puta, se masturba...
Caralho, abaixei meu vestido até a cintura e deixei meus peitos grandes de fora, meus mamilos estavam duros como aço e eu só os acariciava, fechei os olhos sentindo a carne que me penetrava e os olhos do meu homem que se deliciava com a vista, levei minha mão direita entre as pernas, estava toda molhada, movi a palma da mão com ritmo, com força apertando meu clitóris enquanto enfiava os dedos na minha buceta de vez em quando, pra me dar prazer e sentir a pressão sobre eles do pau que estava me arrombando o cu de um jeito tão delicioso.
Senti que ia gozar, não dava pra evitar, e meu clitóris explodiu descontrolado.
Assim que Reinaldo percebeu, decidiu voltar pro jogo, não conseguia ver muita coisa, mas percebi o que acontecia, Reinaldo foi por trás da Lulu e meteu tudo, a garota transexual começou a gemer e senti que inconscientemente ela cravava as unhas afiadas nas minhas nádegas.
Foi muito louco, tinha se formado um 'trenzinho anal' envolto em prazer, gemidos e delírios, onde eu era a locomotiva, meu garoto o vagão do Booty e a Lulu no meio era quem avançava e recuava, dando e recebendo.
Em algum momento, Reinaldo levou ela pro lado dele, sentou e ela por cima, com as pernas abertas, e só metia no cu dela por baixo, foi minha vez de ser espectadora, e a Lulu não parava de me chamar atenção, era uma garota de curvas lindas e peitos maravilhosos, mas tinha um pau gostoso entre as pernas, duro, grosso, enorme.
Fui sobre ela, só me ajoelhei entre as pernas dela e as do Reinaldo que não parava de arrombar o cu dela por baixo, comecei a chupar o pau da Lulu com muita vontade, um bom tempo, depois coloquei entre meus peitos e masturbei com gosto, olhando o rosto de prazer que me excitava demais.
Reinaldo não parava, eu não parava e ela já não aguentava mais
De repente como uma metralhadora sem controle, o esperma da Lulu começou a jorrar, com força, quente, pegajoso, enchendo meus peitos, a barriga dela, os próprios peitos dela, meu rosto, parte foi no chão, outra tanto na lateral do sofá, caralho!, comecei a rir da situação e acabei chupando ela um bom tempo até começar a perder a ereção.
Reinaldo me pegou então, me colocou de quatro de novo, Lulu sentada do meu lado e o maldito perverso, jogou suas cartas, o pau precioso dele foi alternando entre meu cu, minha buceta e a boca da garota transexual, um buraco, o outro e o outro, ele era um maldito degenerado e isso me enlouquecia nele, brincou um pouco até que disse Me acabo! me acabo! Mudei de posição e sentei ao lado de Lulu, conhecia os gostos do meu garoto, Reinaldo começou a jorrar o gozo dele sobre meu rosto e sobre o da garota transexual, ele tinha uma maldita obsessão em gozar na minha cara, e bom, não me incomodava, pelo contrário, eu precisava, embora jamais admitiria isso pra ele. Ficamos mais alguns minutos, Lulu e eu nos beijamos num beijo branco delicioso, um beijo de pecado com os sucos do nosso amante. O sol do amanhecer já entrava pela janela e, embora Reinaldo ainda tivesse muitas ideias loucas pra colocar em prática, Lulu deu um basta, já era o suficiente pelo que ela tinha pagado, outro dia com prazer, ela sabia onde encontrá-lo. Eles se ajeitaram um pouco e ele disse que ia encontrá-la na casa dela, enquanto isso fui tomar um banho, tinha uma mistura do gozo dos dois espalhada por todo o meu corpo, e depois a cama pra descansar. Nunca haveria um novo encontro com Lulu nem com outra garota transexual, sei lá, jamais sugeri, ele também não, é que era claro que Reinaldo preferia as bucetinhas. Continuamos mais um tempo juntos entre idas e vindas, mas o mundo continuou girando e eu fui mudando. Estava terminando meus estudos e já tinha vivido toda a loucura que precisava viver, me senti satisfeita, plena, e só o meu caminho já não era mais o mesmo do meu garoto. Eu queria criar raízes, formar uma família, me firmar no chão, e ele, ele sempre seria livre, como o vento, sem origem, sem fim. Nos últimos dias já não nos dávamos bem, tinha saído um encontro de motoqueiros pra rodar o país, ele queria que eu fosse junto, sabia que ele iria, comigo ou sem mim, e tinha chegado a hora de deixá-lo partir, Reinaldo jamais seria um pássaro pra ficar engaiolado. O destino me levaria a conhecer uns caras antes de conhecer meu marido, aquele que se transformaria no homem da minha vida, no meu amor, no meu companheiro, que me daria meus lindos filhos e ao lado de quem eu me transformaria na pessoa que sou, uma respeitada professora de matemática, uma milf de cabelos loiros curtos que exibe seu corpão em trajes caros e sexys, arrancando suspiros de colegas e alunos.
Meu marido sabe o que precisa saber, o justo e necessário, ele é insubstituível na minha vida, no meu coração, mas Reinaldo, na cama ele sempre será um fogo inigualável, seu enorme pau, seu prazer, sua sexualidade, mas não existe um mundo perfeito, não se pode ter tudo na vida.
Lembro dele com carinho, não sei o que será da vida dele, às vezes, quando estou sozinha, me sirvo uma taça de bom vinho, e nessa solidão brindo imaginariamente com ele, pelos velhos tempos.
Se você gostou da história pode me escrever com o título 'PELOS VELHOS TEMPOS' para dulces.placeres@live.com
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