O que vou contar aconteceu há muito tempo. Não tinha redes sociais. Nem a tecnologia de hoje. Eu morava numa fazenda de vinhedos com minha família. Isso aconteceu uns 30 anos atrás, tenho 4 e pouco agora. Sempre gostei de fantasiar desde criança, eu ia pela fazenda onde não tinha casas na hora da sesta caminhar e uma vez enquanto ia ao banheiro ao ar livre tive uma sensação estranha. Aí um dia me animei e tirei toda a roupa pra ir ao banheiro e gostei. Com o tempo comecei a fazer mais seguido. Já depois chegava num lugar solitário, tirava tudo e começava a caminhar pelo lugar, sempre atento pra não ter ninguém. Um dia estava caminhando pelado, tinha deixado a roupa a uns 20 metros e quando viro pra olhar vejo um homem parado me olhando, estava entre a roupa e eu, só atinei a me cobrir com as mãos e não sabia o que fazer, me deu vergonha, medo, comecei a suar. Comecei a olhar onde estava a roupa e ele percebeu, me disse Ele. Não vai se vestir não, você fica bem assim Eu. Desculpa é que fui ao banheiro, mas já vou indo Ele. De verdade, porque já te vi algumas vezes e você passa tempo sem roupa Mais calor me deu. Não sei quantas vezes e quanto tempo ele me viu pelado Eu. Só às vezes Ele. Várias Eu. Sim Ele. Por que não continua caminhando mas sem se cobrir Eu. É que me dá vergonha Ele. Eu só vou ficar olhando sem dizer nada Eu. Tá bom Comecei a caminhar devagar, tirei minhas mãos e não me cobria. Quando virei de costas me deu muito calor. Porque me virei e ele olhava meu booty que naquela idade não era muito grande. Já não sentia medo mas sim um pouco de vergonha. Nunca tinha ficado sem roupa na frente de um adulto Eu. Tenho que ir Ele. Tá bom Comecei a me vestir enquanto ele não parava de olhar Eu. Não conta pra ninguém por favor (vale esclarecer que nesses lugares todos se conhecem e por isso ele conhecia meus pais) Ele. Não vou dizer nada se você continuar vindo e continuar fazendo o que faz Eu. Tá bom Fui embora caminhando rápido. Ele ficou ali sentado. Cheguei em casa, estavam todos fazendo suas coisas. Me mandaram fazer coisas e continuei o dia como se nada. Depois, à noite, pensava se voltava ou não. Mas se não voltasse e ele me acusasse, eu ia ter problemas em casa. Família de mente fechada, ia passar mal. E no final eu tinha mais medo de que descobrissem na minha casa do que de voltar a ficar na frente dele sem roupa. No dia seguinte não fui por causa da escola. Aí que fui no outro dia... ia olhando pra todos os lados pra ver se ele estava por ali, mas não o vi. Fui tirando a roupa mais devagar que antes, comecei a andar mas ele nunca chegou, então fiquei um tempo e depois fui embora. Tenho que admitir que fiquei um pouco decepcionado porque uma parte de mim queria que ele aparecesse. Eu tinha gostado que ele me visse assim. No dia seguinte voltei um pouco mais tranquilo, me despi e comecei a andar pensando que ele já não iria, que só tinha feito aquilo pra me assustar, também não veio nesse dia. Fiquei uns dias sem ir porque estava ocupado. Já na semana seguinte voltei. Quando estava andando, me viro e o vejo parado ali. Me cobri com as mãos, mas tirei as mãos e já não me cobri. Continuei andando como se nada. Ele. Pensei que você não ia mais vir. Eu. Estive ocupado com a escola. Ele. Tá bom. Eu. Você não contou pra ninguém, né? Ele. Não. Eu. Obrigado. Ele. Se você cumprir, eu também cumpro. Eu. Bom. Ele. Vai cumprir com tudo? Eu. Sim... vou continuar vindo. Ele. Não só isso. Eu. O que mais? Ele. Algumas vezes vou te pedir algo mais e você vai ter que cumprir se quiser que eu não conte nada. Eu. Tá bom. Ele. Te incomoda se eu mijar? Eu. Não. Então ele abaixou o calção e começou a mijar. Fiquei olhando porque era a primeira vez que eu via um adulto sem roupa e era maior que a minha. E não sei se por nervosismo ou o quê, comecei a mijar sem perceber. Como estava sem roupa, não molhei nada. Ele. Dá pra ver que você gosta do que vê. Eu. Não, é que eu nunca tinha visto. Só o meu. Ele. Mas você mijou, isso significa que você gosta. Eu. Não sei, só tinha vontade. Ele. Pode ser. Continua andando. Eu. Tá bom. Me virei e comecei a andar, mas quando olhei pra ele, ele não levantou. A roupa, ele só ficou ali olhando e com o pau na mão. Andei um pouco quase sempre tentando ficar de costas pra ele. Eu gostava de ficar de costas pra ele. Eu. Tenho que ir. Ele. Tá bom. Eu fico mais um pouco. Me vesti e fui embora e ele ficou. No dia seguinte não sei por quê, mas só esperava a hora da sesta chegar pra voltar. Fui e não estava, me despi e daqui a pouco ele chegou. Só olhei pra ele e continuei andando. Ele sentou num tronco na beira e ficava me olhando passar. Ele. Vem sentar comigo. Eu. Tá bom. Ele estava com o pau na mão. Quando fui sentar, o tronco me espetou a bunda. Ele percebeu e me disse: senta aqui, e apontou pras pernas dele. Eu. Bom. E quando fui sentar, sinto que ele agarra pela cintura e me guia pra sentar em cima dele, mas mais no centro. Quando me apoio, sinto algo que toca minha bunda. Me abaixo pra ver e vejo o pau dele bem embaixo da minha bunda. Eu. Se quiser eu sento na sua perna. Ele. Não, tá bom aí. Eu. Bom. A verdade é que era estranho, mas não me incomodava. Pelo contrário, era gostoso sentir como ele se apoiava entre a bunda e se mexia. De repente me deu vontade de mijar e quis me levantar. Ele me segurou e disse por que eu estava me levantando. Eu. É que quero mijar. Ele. Dá pra ver que você gosta de ficar sentado em cima de mim. Eu. Gosto, mas só quero mijar. Ele terminou de tirar toda a roupa, deixou de lado, abriu as pernas e as minhas também. Ele. Mija aí. Eu. Sério? Ele. Sim, nós dois estamos sem roupa. Quis pegar meu pau pra mijar. Ele segurou minha mão e disse: Ele. Faz assim, sem pegar. Eu. Bom. Comecei a mijar e senti um calor no corpo todo. Era gostoso estar sentado ali mijando. Aí sinto que ele se mexia embaixo de mim. Começou a roçar minhas pernas e a entrada da bunda e daqui a pouco sinto algo quentinho descendo pela minha perna. Olhei e vi algo branco. Aí me levanto e pergunto o que era aquilo. Ele. É porra. Eu. Como porra? Ele. Você vai saber depois. Quis me limpar. Com a mão ele me passa um lenço e me limpo. Ele. Vai ter que tomar banho. Eu. Sim. Comecei a me vestir e fui embora. No dia seguinte só queria voltar. No dia seguinte fui. Ao chegar me despi esperando que ele chegasse. Daqui a pouco vi que ele chegou, começou a tirar a roupa e se sentou.. passei algumas vezes na frente dele e vejo o pau dele mais duro e grande. Eu. Me sento. Ele. Dá pra ver que você gostou. Eu. Um pouco vermelha. Sim. Ele. Vem, senta. Me aproximo e me viro. Mas dessa vez ele não me pegou pela cintura, quando estava me virando sinto a mão dele no meu rabo. Gostei. Quando começo a sentar sinto que toca a ponta do pau dele entre meu rabo. Aí quis me levantar e ele me segura pela barriga. Ele. Que foi? Eu. É que não consegui sentar, tá aí. Ele. Te incomoda? Eu. Não, mas não consigo sentar. Ele. Só faz. Eu. Não te machuca se eu sentar aí? Ele. Não. Vem. Me virei mas dessa vez fui descendo mais devagar até que senti de novo a ponta. Desci até sentir que se apoiava na entrada do meu rabo e aí parei. Fiquei fazendo força com as pernas. Ele. Por que não desce mais? Eu. Porque não dá. Ele. Dá sim. Só se você quiser. Eu. Como? Aí ele põe a mão entre a barriga e a virilha e começa a me baixar e sinto como a ponta quis entrar no meu rabo. E senti que doía e gemi. Aí ele parou, me fez levantar um pouco e abrir o rabo com as mãos. Me senti estranha mas gostei. Ele. É que tá fechado. Tem que abrir. Eu. O quê? Ele. Essa bunda pequena. Eu. Como assim tem que abrir? Ele. Eu faço. Senti que ele cuspiu e a saliva escorreu pelo meu rabo. Começou a tocar com os dedos e tocava a entrada e senti que queria enfiar um dedo. Cuspiu de novo e entrou um pouquinho e gemi de novo. Ele. Vai ter que aguentar. Eu. Mas dói. Ele. Mas é só um pouco. Depois passa. Gemendo eu disse tá bom. Ele continuou empurrando o dedo até que senti que entrou. Quando escorregou pra dentro foi como se tivesse parado de doer. Mas era estranho. Começou a mexer, enfiar e tirar E senti tipo que ia me cagar. Eu. Espera, quero ir ao banheiro. Ele. Calma, é normal por ser a primeira vez. Só aguenta. Eu. Não quero me sujar. Ele. Não vai, só aguenta. Continuou mexendo. Cuspiu de novo e senti que me abria mais e era porque ele meteu mais um dedo. No começo ardeu um pouco. Mas quando ele cuspia de novo passava, ficou assim um tempo. Ele. Agora você já pode sentar. Eu. Em cima disso? Ele. Sim. Me apoiei de novo nele e senti que ele me apontava com o pau na entrada. Mas dessa vez começou a entrar, ardia um pouquinho mas continuava entrando até que senti que sentei nele e todo o pau dele ficou dentro de mim. Era estranho mas bom. Quente. Ele. Fica assim sentado. Eu. Tá bom. Ele. Tá doendo ou te incomodando? Eu. Não. Tá gostoso. Ele. Sobe e desce um pouco. Eu. Pra quê? Ele. Pra eu te deixar um presentinho dentro. Eu. Tá. Apoiei minhas mãos nas pernas dele e comecei a subir, ele me segurava pela barriga pra eu não subir muito e descia de novo. Comecei a gostar de sentir como entrava e saía. Até que desci até o fundo. Ele me apertou contra ele e senti algo quente dentro. Estiquei as pernas e ele ficou parado. Eu relaxei em cima dele e depois de um momento levantei. Senti como saiu. Comecei a me vestir e fui embora. Sentia estranho o rabo quando andava. Além de molhada, tanta coisa escorrendo. Cheguei e entrei no banheiro pra me lavar. Fiquei uns dias sem voltar... depois fui e me desnudei esperando que ele chegasse. Quando chegou já estava sem roupa também e o pau dele duro. Eu. Preciso sentar. Ele. Gostou? Eu. Sim. Ele. Mas primeiro você vai usar a boca. Eu. Como? Ele. Vem que eu te ensino. Eu. Tá bom. Ele sentou e me indicou que fosse. Quando estou pra me virar ele me agarra e diz que não, que me ajoelhe na frente dele. Fiz, com uma mão ele pegou o pau e apontou pra mim. Com a outra me pegou pela cabeça e me levou até o pau dele. Ele. Abre a boca. Eu. Sério? Ele. Sim. Abri a boca e ele meteu. Passa a língua e chupa como Se fosse um sorvete. Eu fiz, não era feio. Depois ele começou a empurrar minha cabeça pra que entrasse mais na minha boca. Até que sentiu que eu engasguei. Aí ele parou e daqui a pouco fazia de novo até eu me engasgar de novo. Ele. Agora sim, vira. Eu. Tá bom. Logo de cara eu abri a bunda como antes. Ele cuspiu, enfiou um dedo. Uma vez que já entrava fácil. Ele me fez sentar aos poucos até entrar completo. Repetimos o sobe e desce até me encher de novo. Assim seguimos por uns dias. Cada vez entrava mais fácil. Já sentava nele sem apoiar as mãos. Só abria um pouco e descia até sentir que entrava inteira. Fui umas vezes e ele não ia. Comecei a ficar triste porque ele não ia. Fiquei uns dias sem ir. Até que voltei um dia. Estava andando e quando me virei, vi ele. Mas não estava sozinho. Estava com mais dois. Deu vergonha e medo como na primeira vez. Me cobri, quis ir onde estava a roupa e ele parou. Ele. Calma. Eu. Você disse que não contaria pra ninguém. Eu cumpri tudo o que você me pediu. Um dos outros. Era verdade que ele era obediente. Ele. Cala a boca. Eu. O que você contou pra eles? O outro. Tudo. Deu muito calor. Não sabia o que dizer. Só de pensar que ele tinha contado o que a gente fazia me dava vergonha. Ele. Calma, são amigos. Não vão contar pra ninguém. Só queriam te conhecer e ver se você queria sentar neles. Eu. Neles também? Ele. Só se você quiser. Eu. Mas não contem nada pra minha família. Eu conhecia eles. Sabia que eles conheciam meus pais. O outro. Fica tranquilo, não vamos contar nada. Ele. Continua andando enquanto a gente tira a roupa. Eu olhava enquanto eles tiravam a roupa e um deles tinha maior. Um não falava, só olhava. Me chamaram. Ele mostra o que você sabe fazer com a boca. Estavam sentados, então eu ia em turno um tempo com cada um. Tentava enfiar o máximo que podia até sentir que engasgava. De vez em quando acariciavam minha bunda. Ele. Vem, senta comigo primeiro. Me virei, me abri e deixei que me cuspisse. Desci devagar até que entrou. O outro. Aaa, você tem ele bem treinado. Ele. Sim, aprendeu bem. Eu só fiquei vermelho e me sentei até entrar completa. Fui passando de um em um. Depois, enquanto estava sentado em um, os outros se revezavam pra colocar na boca. E o outro começou a me tocar o pau. Era estranho, mas não falei nada. Ficou assim por um tempo até os três terminarem. Me vesti e fui embora. O outro: Te esperamos amanhã. Eu: Tá bom. No dia seguinte voltei. Quando chegaram, eu já estava sem roupa. Então, sem dizer nada, esperei que tirassem a roupa e fui e comecei a chupar. Me chamavam de "promíscuo gostoso", me explicaram o que significava porque eu não entendia. E eu gostava que me chamassem assim. Foram vários dias assim até que começaram a aparecer outros novos. Que diziam que eram amigos. Já não me assustava como antes e ficava com todos. Alguns eram garotos. Às vezes apareciam alguns grandões. Foram vários meses assim. Eu já tinha virado o promíscuo da fazenda. Era assim que alguns me chamavam. Com o tempo a fofoca se espalhou tanto que meus pais ficaram sabendo. Ficaram putos. Diziam que tinham criado um homem. Não o que o povo falava de mim. Então, depois de um tempo, me mandaram morar com uma tia em outra província. Lá era mais cidade. Minha tia me recebeu. Ela morava sozinha. Me disse que não estava brava comigo, que não me julgava. Mas que eu tinha que ser sempre honesto com ela e que tinha que contar tudo o que eu tinha feito. Mas isso vai ficar pra outra história.
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