Literalmente eu tinha comido as três mulheres da minha família. Não era mais uma fantasia. Tinha acontecido de verdade. Mas isso não significava que as três estavam à minha disposição, pra saciar meus desejos incestuosos quando eu quisesse, muito pelo contrário. Pra possuir a mamãe de novo eu tinha que esperar as condições certas se darem, pra assim poder transar com ela sem que ela se visse obrigada a encarar a realidade. Com a tia Mariana era diferente. Ela tinha deixado eu tirar o tesão, sim, mas tinha sido algo do momento. Tipo quando, numa festa, uma gatinha meio bêbada acaba se entregando pra um cara com quem normalmente nunca transaria. E a Luana… Ela tinha sido bem clara: só ia transar comigo quando desse na telha dela. Além disso, ela tava com a tia Mariana, então não é como se elas precisassem muito de mim, como era o caso da mamãe.
Então se passaram uns dias de quarentena rígida. Lá fora tudo continuava parado. Como os casos se multiplicavam, e as mortes eram numerosas, o povo tava muito mais com medo desse COVID do que o de 2020.
Dava pra notar que a Luana tava provocando comigo. Sempre passando do meu lado com pouca roupa, me olhando de canto pra ver se meus olhos iam pra ela. E claro que iam. Tava gravado na minha memória como eu tinha comido ela no banheiro.
A tia Mariana, por sua vez, agia com total naturalidade. Não fazia nenhum esforço pra chamar minha atenção, nem se dava ao trabalho de me ignorar pra não criar falsas expectativas em mim. Simplesmente agia como se nada tivesse acontecido, ou como se a nossa trepada no banheiro do térreo não tivesse passado de um procedimento de rotina.
Por outro lado, a mamãe começava a mudar de humor de novo. O confinamento e a abstinência deixavam ela um pouco insuportável. Mas pra mim melhor. De vez em quando eu aproveitava pra fazer uns massagens nos ombros dela, pra acariciar ela com carinho quando via ela de mau humor. Sabia que, por enquanto, eu tinha que continuar o jogo, agir como se nada tivesse acontecido entre a gente. Mas às vezes eu custava.
Uma tarde, quando já tinha passado quase uma semana desde a festa à fantasia, a mamãe me pediu pra ajudar ela a arrumar o quarto do quintal do fundo, que tava cheio de caixas com coisas que a gente não usava.
Aceitei sem pensar duas vezes. Por dentro eu já sentia aquela excitação familiar que me percorria toda vez que eu ficava a sós com ela. Fomos juntos pro quintal, atravessando a casa em silêncio. A mamãe ia na frente, e eu não consegui evitar de reparar na roupa dela: uma legging cinza que marcava o rabo dela como se o tecido estivesse pintado na pele, e uma regata branca fininha, daquelas que grudam no corpo com o calor e deixam adivinhar os contornos das tetas grandes e firmes dela. O cabelo loiro ela levava preso num coque desleixado, com alguns fios soltos caindo na nuca. Andava com aquele rebolado natural de quadril que me deixava louco, e eu ia atrás, tentando disfarçar o jeito que meus olhos grudavam na bunda dela, imaginando como seria me afundar de novo nela como naquela noite louca.
— Pedi pra Luana arrumar isso — comentou a mamãe, passando pelas espreguiçadeiras da piscina. A verdade era que tinha uma que simplesmente estava torta em relação às outras. Mas a mamãe estava muito irritada. Isso me dava medo, embora também me desse esperança. Quanto mais irritada ela ficava, era porque mais falta fazia uma rola, e o único na casa com uma rola era eu. Entramos no quarto, um espaço pequeno e empoeirado cheio de caixas empilhadas contra as paredes, com aquele cheiro de guardado velho que se mistura com o calor sufocante da quarentena. Começamos a arrumar um pouco: ela tirava coisas de uma caixa baixa, classificando tranqueiras inúteis como enfeites quebrados ou roupa velha, e eu passava outras do chão. — Isso eu nem lembro pra que a gente guardou — comentou, me mostrando uma enciclopédia velha. — Capaz que valha uma grana — arrisquei —. Hoje se pesquisa tudo pela internet, mas pode ser algo colecionável, ou pelo menos difícil de encontrar. — Bom, depois dá uma olhada no Mercado Livre se vende algo parecido, e quanto tá. Embora agora eu não faria um envio nem louca. Deve ser muito complicado com essa pandemia de merda. A pobre estava muito estressada pelo confinamento. Não podia negar que isso me dava pena, mas também não podia evitar pensar que, quanto mais abatida, melhor pra mim. — Aham — respondi. Não conseguia parar de olhar pra ela, roubando olhadas pras tetas que se moviam livres sob a regata cada vez que ela se abaixava ou esticava, ou pro jeito que a legging afundava entre as nádegas, marcando aquela racha profunda que me fazia salivar. Cada movimento dela era uma tortura: o suor perlava a pele, fazendo o tecido colar mais, e eu sentia meu pau começando a acordar, pressionando contra a calça. Num momento, a mamãe viu uma caixa no alto de uma pilha instável, cheia de livros velhos ou algo do tipo. Ela se esticou pra acomodar, ficando na ponta dos pés, com os braços pra cima. O corpo dela tensionou inteiro, a bunda se Ele levantou um pouco mais. Mas a caixa cambaleou, prestes a cair. Sem pensar, fiquei atrás dela para ajudá-la, esticando as mãos para cima para segurá-la e estabilizá-la. Minha pelve se apoiou contra a bunda dela naquele instante, sentindo o calor e a firmeza daquelas nádegas perfeitas contra minha virilha. Foi involuntário no começo, mas o roçar me acendeu como um fósforo: meu pau, já meio duro, se pressionou contra a bunda linda dela. A todas as luzes era um contato obsceno. Por mais que tivesse feito sem querer, teria que me afastar imediatamente. Mas as nádegas dela eram tão gostosas, que não consegui fazer isso, nem ela fez nada para me afastar. Só ficou naquela posição, por alguns segundos eternos, enquanto eu sentia nas nádegas dela como meu pau terminava de endurecer. Além disso, como sou baixinho, não alcancei direito; meus dedos roçaram a caixa, mas não consegui segurá-la a tempo. Acabou caindo com um estrondo surdo, espalhando seu conteúdo pelo chão empoeirado.
—A puta da mãe —disse mamãe.
Aí sim, ela se separou de mim e se inclinou para pegar as coisas, agachando-se com as pernas um pouco afastadas para manter o equilíbrio. A bunda dela ficou exposta na minha frente, redonda e maciça sob a legging, me convidando como um ímã.
Não consegui resistir: estiquei a mão e comecei a acariciar a bunda dela com as pontas dos dedos, de um jeito quase imperceptível, como se fosse um roçar acidental, ou pelo menos foi no começo.
Depois, quando vi que ela nem se abalava com aquele contato proibido, deslizei os dedos por uma nádega, desenhando sua forma sinuosa, sentindo a textura perfeita do rabo dela.
Ela parecia não notar nada, ou pelo menos não disse nada; continuou recolhendo os livros do chão, murmurando algo sobre a bagunça. Isso me encorajou, e continuei um tempo assim, traçando círculos leves, subindo e descendo pela racha que dividia as nádegas dela, sentindo como meu pau endurecia por completo, pulsando contra a calça, pronto para Explodir se continuasse assim. O coração batia forte, e por dentro me perguntava se ela fingia ou se de verdade não percebia, mas o desejo me nublava tudo, transformando aquele momento numa tortura deliciosa. Quando terminamos de arrumar, ambos bem suados, nos dispusemos a sair do quarto. Não pude evitar me perguntar o que significava aquilo que tinha acabado de acontecer. Mamãe se deixava apalpar abertamente. No final, tinha metido a mão tão intensamente, que já era muito difícil imaginar que ela não sentia meus dedos na bunda. Será que significava que eu podia fazer isso quando quisesse? A atitude dela de fingir que nada acontecia combinava com o que eu vinha suspeitando desde que fiz aquela massagem sensual no quarto dela. Ela podia ceder, desde que eu respeitasse aquela regra implícita que dizia que eu tinha que aceitar que ela agiria como se não lembrasse o que tinha acontecido. Isso me deu muito ânimo. Tinha tocado o céu com as mãos ao ter comido as três, mas agora o que estava em abstinência era eu, e ansiava voltar a estar com uma delas. Principalmente com mamãe, obviamente. De repente, justo quando estávamos saindo do quarto, mamãe parou um segundo, como se algo a deixasse tonta, e apoiou a mão no meu ombro para se estabilizar. Seu toque foi quente, pegajoso pelo suor, mas naquele instante percebi que ela estava pálida, com o rosto desfigurado, os lábios entreabertos e os olhos vidrados. Justo quando vi que os joelhos dela se dobraram e ela ia desmaiar, a abracei pela cintura para mantê-la de pé, atraindo-a contra mim com força instintiva.
Fiquei preocupado de verdade, o coração deu um pulo pensando que algo ruim estava acontecendo com ela —o confinamento, o calor, a quarentena interminável—, mas ao mesmo tempo não consegui evitar sentir como os peitos dela roçavam contra o meu peito, esses peitos grandes e macios que se esmagavam contra a minha camisa molhada, me mandando uma descarga elétrica direto na caceta. Era impossível ignorar: o corpo dela grudado no meu, quente e vulnerável, fazia meu sangue ferver. Sem pensar muito, desci um pouco a mão em direção à bunda dela, fingindo que era pra segurar melhor, mas na real só queria sentir aquela carne firme sob a legging, apertar de leve, enquanto com a outra mão pegava um papelão velho e abanava ela como um ventilador improvisado, agitando o ar parado pra refrescar o rosto dela. Ela piscou algumas vezes, se animando um pouco, e murmurou algo como "Tô bem, só uma tontura...", mas a voz saiu fraca, entrecortada. Ajudei ela a andar até o quarto, segurando pela cintura o caminho todo. Enquanto atravessávamos o pátio e entrávamos em casa, me perguntei onde caralhos estavam Luana e tia Mariana pra me ajudar com isso, mas logo veio a resposta óbvia: deviam estar transando em algum canto da casa, perdidas no próprio mundo lésbico delas, gemendo e se tocando sem se importar com mais nada. Isso me deu uma pontada de ciúmes, mas também gostei da ideia de que estavam ocupadas justo naquele momento. Enquanto caminhávamos, aproveitei pra passar a mão nela de vez em quando, deslizando um pouco mais pra baixo, roçando a bunda ou o quadril dela com disfarce, e às vezes nem tão disfarçadamente. Finalmente, ajudei ela a entrar no quarto e liguei o ar-condicionado. Ela se jogou na cama toda suada, caindo de costas com as pernas ligeiramente abertas numa pose involuntária mas pra caralho sexy: a regata grudada no corpo, marcando os mamilos duros pelo suor, e a legging afundando entre suas coxas, delineando essa use the word: buceta que eu já conhecia de cor. Parecia uma deusa exausta, pronta para ser devorada, e eu tive que engolir o impulso de pular em cima dela ali mesmo.
—Vou buscar algo pra levantar sua pressão — falei, tentando soar preocupado e não como o degenerado que eu era, enquanto saía do quarto com a mente fervilhando.
Quando voltei ao quarto com um copo de água com açúcar — a primeira coisa que encontrei na cozinha pra levantar a pressão dela, lembrando que isso ajudava com tontura —, me deparei com uma cena que me deixou congelado na porta.
Mamãe não estava mais deitada na cama; ela tinha se levantado e estava de costas pra porta, sem a regata nem a legging, coberta só por uma calcinha fio-dental preta minúscula que mal cobria o essencial. A pele dela brilhava de suor, com gotinhas escorrendo pelas costas curvadas e pela bunda firme, exposta quase por completo. O cabelo loiro grudava na nuca, e ela se movia devagar, como se ainda não estivesse totalmente recuperada, dobrando a roupa que tinha acabado de tirar e deixando sobre uma cadeira.
—Não vou dormir toda suada assim — disse com a voz fraca mas decidida, se virando um pouco pra mim sem se cobrir, como se naquele momento de vulnerabilidade não se importasse que eu a visse semidesnuda.
Os peitos grandes e perfeitos dela ficaram à vista, com os bicos rosados endurecidos pelo frescor do ar-condicionado, balançando levemente a cada respiração entrecortada.
Fiquei olhando pra ela, a boca seca, o pau pulsando de novo dentro da calça.
—Tá bom, mãe, mas toma cuidado.
Como vi que ela cambaleava um pouco, ainda pálida e com os olhos vidrados, me aproximei rápido e segurei ela pela cintura de novo pra apoiar. Dessa vez, ao puxá-la contra mim, minhas mãos roçaram os seios nus dela sem querer, sentindo a maciez quente daquela carne proibida, os bicos duros roçando meu antebraço enquanto eu a estabilizava. Foi um toque Fugaz, mas elétrico, que me fez engolir em seco e ficar ainda mais duro.
— Toma isso, pra pressão — falei, oferecendo o copo com a mão livre, minha voz saindo mais rouca que o normal. Ela pegou com as mãos trêmulas, deu um gole longo e murmurou um "Obrigada, filho" que soou íntimo demais naquele quarto fresco e silencioso.
Como ela ainda não parecia totalmente estável, acompanhei até o banheiro, segurando-a pela cintura o caminho todo. O fato de ter minha mãe escultural semidesnuda nos meus braços já era mais que suficiente pra meu tesão ficar insuportável.
O banheiro era amplo, com uma banheira funda, e a mamãe se soltou de mim pra abrir a água quente, deixando o jato encher a banheira com um barulho reconfortante.
Pegou um frasco de sabonete de espuma da prateleira — um daqueles com cheiro de lavanda que ela usava pra relaxar — e despejou uma boa quantidade, fazendo a água se cobrir rápido de bolhas brancas e espessas, perfumando o ar com um aroma doce e calmante.
Depois, sem dizer nada, entrou na banheira, afundando na água fumegante com um suspiro de alívio. A espuma a cobria por completo do pescoço pra baixo, escondendo seu corpo nu, e só então, sob aquela cobertura espessa, vi sua mão emergir por um segundo pra tirar a calcinha molhada e jogá-la no chão com um plaf suave. Se ajeitou melhor, recostando a cabeça na borda, fechando os olhos enquanto a água a envolvia, relaxando seus músculos tensos. Seu rosto se suavizou, os lábios entreabertos numa expressão de paz, mas pra mim era uma imagem do caralho de erótica.
Lembrei do chuveiro com minha irmã e da transa com a tia Mariana. Os banheiros da casa estavam se tornando um lugar especial do nosso lar. Me perguntei se para a mamãe seria normal que eu estivesse ali se ela estivesse em um estado normal. Mas não estava, claro. Tinha que ajudá-la a entrar no banheiro. Isso qualquer filho faria. No entanto, agora já não tinha nada o que fazer, né? Não me restava outra coisa senão voltar sobre meus passos, e isso me decepcionava. De repente, me veio uma ideia. —Vou ficar enquanto você toma banho —falei. Não vai ser coisa que você desmaie e se afogue. Ela só sorriu. Tinha a cabeça apoiada na borda da banheira. Parecia muito à vontade. Fechou os olhos. Pegou um sabonete e passou lentamente pelo braço. Não parecia muito preocupada em tirar o suor de verdade. Só queria relaxar. Depois, mergulhou o sabonete entre as pernas, aparentemente entre as coxas —foi o que supus, porque a espuma espessa escondia tudo o que acontecia sob a superfície da água, formando uma barreira branca e borbulhante que só deixava ver seu rosto relaxado e seus ombros nus—. Moveu a mão com lentidão, como se estivesse se lavando de maneira casual, mas algo no movimento sutil do seu braço me fez imaginar que o sabonete deslizava mais para dentro, roçando zonas mais íntimas. De repente, sua expressão mudou ligeiramente: franziu a testa. —A puta da mãe —soltou em voz baixa. Compreendi que tinha perdido o sabonete. Ficou um tempo procurando, mexendo a água com a mão sob a espuma, respingando um pouco a borda da banheira. Seus peitos emergiam apenas por momentos, os mamilos rosados aparecendo como ilhas em um mar de bolhas, mas logo voltavam a se esconder. Eu a observava hipnotizado, sentado na borda da banheira, sem conseguir terminar de acreditar que estava nessa situação. —Te ajudo, mamãe —falei enfim. Ela não respondeu, só assentiu levemente com os olhos fechados, como se estivesse em um transe, me dando permissão implícito sem ter que admitir nada. Mergulhei a mão na água quente, direto entre suas coxas abertas, sentindo o calor do líquido envolvendo meus dedos. No primeiro roçar com sua pele macia e escorregadia, ela se estremeceu: um tremor sutil que percorreu seu corpo, fazendo seus lábios se entreabrirem num suspiro abafado. Fingi que procurava o sabonete, movendo os dedos em círculos amplos pelo interior de suas coxas, roçando a carne lisa e quente, subindo e descendo com deliberada lentidão. Cada carícia era como uma descarga elétrica pra mim; sentia a textura sedosa da pele dela sob a água, e como seus músculos se tensavam de leve, respondendo ao meu toque proibido. Ela gemeu baixinho, um som grave e gutural que escapou da garganta, como se não pudesse conter, mas manteve os olhos fechados, imaginei que fingindo que não estava totalmente consciente, que isso era só um sonho ou algo assim. Não parava de olhar pra ela enquanto a tocava. Era como no quarto do fundo, ela agia como se nada estivesse acontecendo, e a queda de pressão que tinha dado uns minutos antes era uma boa desculpa pra fingir que não estava totalmente consciente. Finalmente encontrei o sabonete, mas longe de me afastar, continuei com esse jogo perverso, levando a um novo nível. Segurei o sabonete e comecei a esfregá-lo diretamente na buceta, pressionando com suavidade mas também com firmeza. Deslizei o sabonete pela fenda, sentindo como se abria ligeiramente sob a pressão, as dobras macias e molhadas cedendo ao meu movimento. Movi em círculos lentos ao redor do clitóris, que já estava inchado e sensível, roçando com a ponta do sabonete pra mandar ondas de prazer. A água espirrava de leve a cada esfregada. Os gemidos dela ficaram mais intensos: começaram como suspiros entrecortados, mas logo viraram arfadas profundas, o peito subindo e descendo rápido, fazendo a espuma se agitar e revelar fugazes vislumbres de seus peitos tremendo.
—Ah... —murmurou baixinho, quase inaudível, mas o suficiente para me encorajar.
Aumentei o ritmo, esfregando o sabonete de cima a baixo pela sua buceta, pressionando mais forte no clitóris, sentindo como sua buceta se contraía ao redor da borda escorregadia, lubrificada pelo sabonete e pelos próprios sucos.
Meus dedos acompanhavam o movimento, roçando diretamente sua carne quente, me introduzindo apenas na entrada da sua vagina para esfregar as paredes internas, sentindo o calor pulsante que me sugava como um ímã.
Mamãe arqueou as costas levemente, a cabeça jogada para trás contra a borda da banheira, os lábios mordidos para conter os gemidos que agora saíam em rajadas.
—Mmm... oh...
Seu corpo se tensionava inteiro, as coxas se apertando ao redor da minha mão como se quisesse prendê-la ali para sempre, e eu continuava esfregando com precisão, alternando círculos rápidos no clitóris com passadas longas por toda a sua fenda, sentindo como ela inchava mais, como a água esquentava ainda mais com seu calor corporal.
E enquanto massageava a buceta dela daquela maneira que nunca teria imaginado, não parava de olhá-la. Seus olhos fechados, numa expressão de total relaxamento; seus lábios se abrindo um pouco para soltar os gemidos, e depois voltando a se fechar; seu corpo tremendo debaixo d'água; seus músculos se tensionando, certamente pela iminência do orgasmo.
Era lindo vê-la assim, satisfeita pela minha mão. Ultimamente só pensava no meu próprio prazer, mas era maravilhoso ver uma mulher gozando.
Finalmente, chegou o clímax: um tremor violento a percorreu, seus quadris se elevaram um pouco sob a água, espalhando espuma por toda parte, e ela soltou um gemido longo e abafado, enquanto sua buceta se contraía em espasmos ao redor do sabonete e dos meus dedos, liberando uma onda de prazer que a deixou ofegante e relaxada.
Tirei a mão devagar, com o sabonete nela, e olhei para ela: olhos ainda olhos fechados, rosto corado, um sorriso sutil nos lábios como se tivesse sido apenas um sonho prazeroso. Então, eu me levantei. Abaixei o zíper da minha calça e libertei meu pau. Sabia que não podia foder ela naquele momento. Pra fazer isso, precisava esperar outro momento como o da festa. Então comecei a me masturbar, sem parar de olhar pra ela. Minha mão envolvia o tronco grosso, subindo e descendo num ritmo lento no começo, sentindo como a pele deslizava sobre a carne dura, inchada pelo desejo acumulado. Mamãe continuava ali, mergulhada na banheira, com os olhos fechados e o rosto relaxado depois do orgasmo que eu tinha provocado nela, a espuma cobrindo o corpo como um cobertor branco e espesso, escondendo suas curvas mas não apagando da minha mente a imagem dos seus peitos perfeitos ou da sua buceta quente que eu tinha acabado de esfregar. O banheiro estava carregado de vapor, o aroma de lavanda misturado com o cheiro sutil da minha excitação, e eu me movia com discrição, apoiado contra a parede, tentando não fazer barulho, embora soubesse que se ela abrisse os olhos me veria. Mas ela não fazia isso; fingia aquele soninho leve, aquele estado de semi-inconsciência que nos permitia manter o pacto implícito. Meu pau pulsava no meu punho, a glande vermelha e brilhante surgindo a cada descida, gotas de pré-sêmen lubrificando o movimento e fazendo o som ser um chapinhar suave. Olhei fixamente pra ela: seus lábios entreabertos, o peito subindo e descendo com respirações profundas, a espuma grudada no pescoço e nos ombros como se fosse chantilly, me convidando a imaginar descarregar sobre ela. Acelerei o ritmo, apertando mais forte, lembrando o toque da sua buceta debaixo d'água, como tinha se contraído ao redor dos meus dedos e do sabonete, seus gemidos abafados que ainda ecoavam na minha cabeça. Minha mão voava agora, o prazer se construindo em ondas desde a base do meu pau até a ponta, pronto pra explodir. Não consegui me conter mais: um grunhido baixo escapou de minha garganta enquanto
meu corpo se tensionava, e ejaculei com força, disparando jatos espessos e
brancos direto sobre a espuma que cobria sua barriga e coxas
invisíveis.
O sêmen caiu em arcos quentes, salpicando as bolhas e
se dissolvendo parcialmente na água, formando manchas leitosas que
flutuavam como evidência proibida da minha luxúria. Arfei, a mão ainda
apertando o pau que pulsava nos últimos espasmos, olhando como
meu gozo se misturava com a espuma, desaparecendo lentamente no banho
fumegante, enquanto mamãe continuava com os olhos fechados, como se nada
tivesse acontecido.
Me perguntei se ela perceberia o que eu tinha feito, mas disse a mim mesmo que
se percebesse, com certeza fingiria que não sabia o que era aquele líquido
branco e denso que tinha se misturado com a água.
No final, não tinha conseguido comer ela de novo, mas pelo menos me sentia
satisfeito.
Então se passaram uns dias de quarentena rígida. Lá fora tudo continuava parado. Como os casos se multiplicavam, e as mortes eram numerosas, o povo tava muito mais com medo desse COVID do que o de 2020.
Dava pra notar que a Luana tava provocando comigo. Sempre passando do meu lado com pouca roupa, me olhando de canto pra ver se meus olhos iam pra ela. E claro que iam. Tava gravado na minha memória como eu tinha comido ela no banheiro.
A tia Mariana, por sua vez, agia com total naturalidade. Não fazia nenhum esforço pra chamar minha atenção, nem se dava ao trabalho de me ignorar pra não criar falsas expectativas em mim. Simplesmente agia como se nada tivesse acontecido, ou como se a nossa trepada no banheiro do térreo não tivesse passado de um procedimento de rotina.
Por outro lado, a mamãe começava a mudar de humor de novo. O confinamento e a abstinência deixavam ela um pouco insuportável. Mas pra mim melhor. De vez em quando eu aproveitava pra fazer uns massagens nos ombros dela, pra acariciar ela com carinho quando via ela de mau humor. Sabia que, por enquanto, eu tinha que continuar o jogo, agir como se nada tivesse acontecido entre a gente. Mas às vezes eu custava.
Uma tarde, quando já tinha passado quase uma semana desde a festa à fantasia, a mamãe me pediu pra ajudar ela a arrumar o quarto do quintal do fundo, que tava cheio de caixas com coisas que a gente não usava.
Aceitei sem pensar duas vezes. Por dentro eu já sentia aquela excitação familiar que me percorria toda vez que eu ficava a sós com ela. Fomos juntos pro quintal, atravessando a casa em silêncio. A mamãe ia na frente, e eu não consegui evitar de reparar na roupa dela: uma legging cinza que marcava o rabo dela como se o tecido estivesse pintado na pele, e uma regata branca fininha, daquelas que grudam no corpo com o calor e deixam adivinhar os contornos das tetas grandes e firmes dela. O cabelo loiro ela levava preso num coque desleixado, com alguns fios soltos caindo na nuca. Andava com aquele rebolado natural de quadril que me deixava louco, e eu ia atrás, tentando disfarçar o jeito que meus olhos grudavam na bunda dela, imaginando como seria me afundar de novo nela como naquela noite louca.
— Pedi pra Luana arrumar isso — comentou a mamãe, passando pelas espreguiçadeiras da piscina. A verdade era que tinha uma que simplesmente estava torta em relação às outras. Mas a mamãe estava muito irritada. Isso me dava medo, embora também me desse esperança. Quanto mais irritada ela ficava, era porque mais falta fazia uma rola, e o único na casa com uma rola era eu. Entramos no quarto, um espaço pequeno e empoeirado cheio de caixas empilhadas contra as paredes, com aquele cheiro de guardado velho que se mistura com o calor sufocante da quarentena. Começamos a arrumar um pouco: ela tirava coisas de uma caixa baixa, classificando tranqueiras inúteis como enfeites quebrados ou roupa velha, e eu passava outras do chão. — Isso eu nem lembro pra que a gente guardou — comentou, me mostrando uma enciclopédia velha. — Capaz que valha uma grana — arrisquei —. Hoje se pesquisa tudo pela internet, mas pode ser algo colecionável, ou pelo menos difícil de encontrar. — Bom, depois dá uma olhada no Mercado Livre se vende algo parecido, e quanto tá. Embora agora eu não faria um envio nem louca. Deve ser muito complicado com essa pandemia de merda. A pobre estava muito estressada pelo confinamento. Não podia negar que isso me dava pena, mas também não podia evitar pensar que, quanto mais abatida, melhor pra mim. — Aham — respondi. Não conseguia parar de olhar pra ela, roubando olhadas pras tetas que se moviam livres sob a regata cada vez que ela se abaixava ou esticava, ou pro jeito que a legging afundava entre as nádegas, marcando aquela racha profunda que me fazia salivar. Cada movimento dela era uma tortura: o suor perlava a pele, fazendo o tecido colar mais, e eu sentia meu pau começando a acordar, pressionando contra a calça. Num momento, a mamãe viu uma caixa no alto de uma pilha instável, cheia de livros velhos ou algo do tipo. Ela se esticou pra acomodar, ficando na ponta dos pés, com os braços pra cima. O corpo dela tensionou inteiro, a bunda se Ele levantou um pouco mais. Mas a caixa cambaleou, prestes a cair. Sem pensar, fiquei atrás dela para ajudá-la, esticando as mãos para cima para segurá-la e estabilizá-la. Minha pelve se apoiou contra a bunda dela naquele instante, sentindo o calor e a firmeza daquelas nádegas perfeitas contra minha virilha. Foi involuntário no começo, mas o roçar me acendeu como um fósforo: meu pau, já meio duro, se pressionou contra a bunda linda dela. A todas as luzes era um contato obsceno. Por mais que tivesse feito sem querer, teria que me afastar imediatamente. Mas as nádegas dela eram tão gostosas, que não consegui fazer isso, nem ela fez nada para me afastar. Só ficou naquela posição, por alguns segundos eternos, enquanto eu sentia nas nádegas dela como meu pau terminava de endurecer. Além disso, como sou baixinho, não alcancei direito; meus dedos roçaram a caixa, mas não consegui segurá-la a tempo. Acabou caindo com um estrondo surdo, espalhando seu conteúdo pelo chão empoeirado.—A puta da mãe —disse mamãe.
Aí sim, ela se separou de mim e se inclinou para pegar as coisas, agachando-se com as pernas um pouco afastadas para manter o equilíbrio. A bunda dela ficou exposta na minha frente, redonda e maciça sob a legging, me convidando como um ímã.
Não consegui resistir: estiquei a mão e comecei a acariciar a bunda dela com as pontas dos dedos, de um jeito quase imperceptível, como se fosse um roçar acidental, ou pelo menos foi no começo.
Depois, quando vi que ela nem se abalava com aquele contato proibido, deslizei os dedos por uma nádega, desenhando sua forma sinuosa, sentindo a textura perfeita do rabo dela.
Ela parecia não notar nada, ou pelo menos não disse nada; continuou recolhendo os livros do chão, murmurando algo sobre a bagunça. Isso me encorajou, e continuei um tempo assim, traçando círculos leves, subindo e descendo pela racha que dividia as nádegas dela, sentindo como meu pau endurecia por completo, pulsando contra a calça, pronto para Explodir se continuasse assim. O coração batia forte, e por dentro me perguntava se ela fingia ou se de verdade não percebia, mas o desejo me nublava tudo, transformando aquele momento numa tortura deliciosa. Quando terminamos de arrumar, ambos bem suados, nos dispusemos a sair do quarto. Não pude evitar me perguntar o que significava aquilo que tinha acabado de acontecer. Mamãe se deixava apalpar abertamente. No final, tinha metido a mão tão intensamente, que já era muito difícil imaginar que ela não sentia meus dedos na bunda. Será que significava que eu podia fazer isso quando quisesse? A atitude dela de fingir que nada acontecia combinava com o que eu vinha suspeitando desde que fiz aquela massagem sensual no quarto dela. Ela podia ceder, desde que eu respeitasse aquela regra implícita que dizia que eu tinha que aceitar que ela agiria como se não lembrasse o que tinha acontecido. Isso me deu muito ânimo. Tinha tocado o céu com as mãos ao ter comido as três, mas agora o que estava em abstinência era eu, e ansiava voltar a estar com uma delas. Principalmente com mamãe, obviamente. De repente, justo quando estávamos saindo do quarto, mamãe parou um segundo, como se algo a deixasse tonta, e apoiou a mão no meu ombro para se estabilizar. Seu toque foi quente, pegajoso pelo suor, mas naquele instante percebi que ela estava pálida, com o rosto desfigurado, os lábios entreabertos e os olhos vidrados. Justo quando vi que os joelhos dela se dobraram e ela ia desmaiar, a abracei pela cintura para mantê-la de pé, atraindo-a contra mim com força instintiva.
Fiquei preocupado de verdade, o coração deu um pulo pensando que algo ruim estava acontecendo com ela —o confinamento, o calor, a quarentena interminável—, mas ao mesmo tempo não consegui evitar sentir como os peitos dela roçavam contra o meu peito, esses peitos grandes e macios que se esmagavam contra a minha camisa molhada, me mandando uma descarga elétrica direto na caceta. Era impossível ignorar: o corpo dela grudado no meu, quente e vulnerável, fazia meu sangue ferver. Sem pensar muito, desci um pouco a mão em direção à bunda dela, fingindo que era pra segurar melhor, mas na real só queria sentir aquela carne firme sob a legging, apertar de leve, enquanto com a outra mão pegava um papelão velho e abanava ela como um ventilador improvisado, agitando o ar parado pra refrescar o rosto dela. Ela piscou algumas vezes, se animando um pouco, e murmurou algo como "Tô bem, só uma tontura...", mas a voz saiu fraca, entrecortada. Ajudei ela a andar até o quarto, segurando pela cintura o caminho todo. Enquanto atravessávamos o pátio e entrávamos em casa, me perguntei onde caralhos estavam Luana e tia Mariana pra me ajudar com isso, mas logo veio a resposta óbvia: deviam estar transando em algum canto da casa, perdidas no próprio mundo lésbico delas, gemendo e se tocando sem se importar com mais nada. Isso me deu uma pontada de ciúmes, mas também gostei da ideia de que estavam ocupadas justo naquele momento. Enquanto caminhávamos, aproveitei pra passar a mão nela de vez em quando, deslizando um pouco mais pra baixo, roçando a bunda ou o quadril dela com disfarce, e às vezes nem tão disfarçadamente. Finalmente, ajudei ela a entrar no quarto e liguei o ar-condicionado. Ela se jogou na cama toda suada, caindo de costas com as pernas ligeiramente abertas numa pose involuntária mas pra caralho sexy: a regata grudada no corpo, marcando os mamilos duros pelo suor, e a legging afundando entre suas coxas, delineando essa use the word: buceta que eu já conhecia de cor. Parecia uma deusa exausta, pronta para ser devorada, e eu tive que engolir o impulso de pular em cima dela ali mesmo.—Vou buscar algo pra levantar sua pressão — falei, tentando soar preocupado e não como o degenerado que eu era, enquanto saía do quarto com a mente fervilhando.
Quando voltei ao quarto com um copo de água com açúcar — a primeira coisa que encontrei na cozinha pra levantar a pressão dela, lembrando que isso ajudava com tontura —, me deparei com uma cena que me deixou congelado na porta.
Mamãe não estava mais deitada na cama; ela tinha se levantado e estava de costas pra porta, sem a regata nem a legging, coberta só por uma calcinha fio-dental preta minúscula que mal cobria o essencial. A pele dela brilhava de suor, com gotinhas escorrendo pelas costas curvadas e pela bunda firme, exposta quase por completo. O cabelo loiro grudava na nuca, e ela se movia devagar, como se ainda não estivesse totalmente recuperada, dobrando a roupa que tinha acabado de tirar e deixando sobre uma cadeira.
—Não vou dormir toda suada assim — disse com a voz fraca mas decidida, se virando um pouco pra mim sem se cobrir, como se naquele momento de vulnerabilidade não se importasse que eu a visse semidesnuda.
Os peitos grandes e perfeitos dela ficaram à vista, com os bicos rosados endurecidos pelo frescor do ar-condicionado, balançando levemente a cada respiração entrecortada.
Fiquei olhando pra ela, a boca seca, o pau pulsando de novo dentro da calça.
—Tá bom, mãe, mas toma cuidado.
Como vi que ela cambaleava um pouco, ainda pálida e com os olhos vidrados, me aproximei rápido e segurei ela pela cintura de novo pra apoiar. Dessa vez, ao puxá-la contra mim, minhas mãos roçaram os seios nus dela sem querer, sentindo a maciez quente daquela carne proibida, os bicos duros roçando meu antebraço enquanto eu a estabilizava. Foi um toque Fugaz, mas elétrico, que me fez engolir em seco e ficar ainda mais duro.
— Toma isso, pra pressão — falei, oferecendo o copo com a mão livre, minha voz saindo mais rouca que o normal. Ela pegou com as mãos trêmulas, deu um gole longo e murmurou um "Obrigada, filho" que soou íntimo demais naquele quarto fresco e silencioso.
Como ela ainda não parecia totalmente estável, acompanhei até o banheiro, segurando-a pela cintura o caminho todo. O fato de ter minha mãe escultural semidesnuda nos meus braços já era mais que suficiente pra meu tesão ficar insuportável.
O banheiro era amplo, com uma banheira funda, e a mamãe se soltou de mim pra abrir a água quente, deixando o jato encher a banheira com um barulho reconfortante.
Pegou um frasco de sabonete de espuma da prateleira — um daqueles com cheiro de lavanda que ela usava pra relaxar — e despejou uma boa quantidade, fazendo a água se cobrir rápido de bolhas brancas e espessas, perfumando o ar com um aroma doce e calmante.
Depois, sem dizer nada, entrou na banheira, afundando na água fumegante com um suspiro de alívio. A espuma a cobria por completo do pescoço pra baixo, escondendo seu corpo nu, e só então, sob aquela cobertura espessa, vi sua mão emergir por um segundo pra tirar a calcinha molhada e jogá-la no chão com um plaf suave. Se ajeitou melhor, recostando a cabeça na borda, fechando os olhos enquanto a água a envolvia, relaxando seus músculos tensos. Seu rosto se suavizou, os lábios entreabertos numa expressão de paz, mas pra mim era uma imagem do caralho de erótica.
Lembrei do chuveiro com minha irmã e da transa com a tia Mariana. Os banheiros da casa estavam se tornando um lugar especial do nosso lar. Me perguntei se para a mamãe seria normal que eu estivesse ali se ela estivesse em um estado normal. Mas não estava, claro. Tinha que ajudá-la a entrar no banheiro. Isso qualquer filho faria. No entanto, agora já não tinha nada o que fazer, né? Não me restava outra coisa senão voltar sobre meus passos, e isso me decepcionava. De repente, me veio uma ideia. —Vou ficar enquanto você toma banho —falei. Não vai ser coisa que você desmaie e se afogue. Ela só sorriu. Tinha a cabeça apoiada na borda da banheira. Parecia muito à vontade. Fechou os olhos. Pegou um sabonete e passou lentamente pelo braço. Não parecia muito preocupada em tirar o suor de verdade. Só queria relaxar. Depois, mergulhou o sabonete entre as pernas, aparentemente entre as coxas —foi o que supus, porque a espuma espessa escondia tudo o que acontecia sob a superfície da água, formando uma barreira branca e borbulhante que só deixava ver seu rosto relaxado e seus ombros nus—. Moveu a mão com lentidão, como se estivesse se lavando de maneira casual, mas algo no movimento sutil do seu braço me fez imaginar que o sabonete deslizava mais para dentro, roçando zonas mais íntimas. De repente, sua expressão mudou ligeiramente: franziu a testa. —A puta da mãe —soltou em voz baixa. Compreendi que tinha perdido o sabonete. Ficou um tempo procurando, mexendo a água com a mão sob a espuma, respingando um pouco a borda da banheira. Seus peitos emergiam apenas por momentos, os mamilos rosados aparecendo como ilhas em um mar de bolhas, mas logo voltavam a se esconder. Eu a observava hipnotizado, sentado na borda da banheira, sem conseguir terminar de acreditar que estava nessa situação. —Te ajudo, mamãe —falei enfim. Ela não respondeu, só assentiu levemente com os olhos fechados, como se estivesse em um transe, me dando permissão implícito sem ter que admitir nada. Mergulhei a mão na água quente, direto entre suas coxas abertas, sentindo o calor do líquido envolvendo meus dedos. No primeiro roçar com sua pele macia e escorregadia, ela se estremeceu: um tremor sutil que percorreu seu corpo, fazendo seus lábios se entreabrirem num suspiro abafado. Fingi que procurava o sabonete, movendo os dedos em círculos amplos pelo interior de suas coxas, roçando a carne lisa e quente, subindo e descendo com deliberada lentidão. Cada carícia era como uma descarga elétrica pra mim; sentia a textura sedosa da pele dela sob a água, e como seus músculos se tensavam de leve, respondendo ao meu toque proibido. Ela gemeu baixinho, um som grave e gutural que escapou da garganta, como se não pudesse conter, mas manteve os olhos fechados, imaginei que fingindo que não estava totalmente consciente, que isso era só um sonho ou algo assim. Não parava de olhar pra ela enquanto a tocava. Era como no quarto do fundo, ela agia como se nada estivesse acontecendo, e a queda de pressão que tinha dado uns minutos antes era uma boa desculpa pra fingir que não estava totalmente consciente. Finalmente encontrei o sabonete, mas longe de me afastar, continuei com esse jogo perverso, levando a um novo nível. Segurei o sabonete e comecei a esfregá-lo diretamente na buceta, pressionando com suavidade mas também com firmeza. Deslizei o sabonete pela fenda, sentindo como se abria ligeiramente sob a pressão, as dobras macias e molhadas cedendo ao meu movimento. Movi em círculos lentos ao redor do clitóris, que já estava inchado e sensível, roçando com a ponta do sabonete pra mandar ondas de prazer. A água espirrava de leve a cada esfregada. Os gemidos dela ficaram mais intensos: começaram como suspiros entrecortados, mas logo viraram arfadas profundas, o peito subindo e descendo rápido, fazendo a espuma se agitar e revelar fugazes vislumbres de seus peitos tremendo.—Ah... —murmurou baixinho, quase inaudível, mas o suficiente para me encorajar.
Aumentei o ritmo, esfregando o sabonete de cima a baixo pela sua buceta, pressionando mais forte no clitóris, sentindo como sua buceta se contraía ao redor da borda escorregadia, lubrificada pelo sabonete e pelos próprios sucos.
Meus dedos acompanhavam o movimento, roçando diretamente sua carne quente, me introduzindo apenas na entrada da sua vagina para esfregar as paredes internas, sentindo o calor pulsante que me sugava como um ímã.
Mamãe arqueou as costas levemente, a cabeça jogada para trás contra a borda da banheira, os lábios mordidos para conter os gemidos que agora saíam em rajadas.
—Mmm... oh...
Seu corpo se tensionava inteiro, as coxas se apertando ao redor da minha mão como se quisesse prendê-la ali para sempre, e eu continuava esfregando com precisão, alternando círculos rápidos no clitóris com passadas longas por toda a sua fenda, sentindo como ela inchava mais, como a água esquentava ainda mais com seu calor corporal.
E enquanto massageava a buceta dela daquela maneira que nunca teria imaginado, não parava de olhá-la. Seus olhos fechados, numa expressão de total relaxamento; seus lábios se abrindo um pouco para soltar os gemidos, e depois voltando a se fechar; seu corpo tremendo debaixo d'água; seus músculos se tensionando, certamente pela iminência do orgasmo.
Era lindo vê-la assim, satisfeita pela minha mão. Ultimamente só pensava no meu próprio prazer, mas era maravilhoso ver uma mulher gozando.
Finalmente, chegou o clímax: um tremor violento a percorreu, seus quadris se elevaram um pouco sob a água, espalhando espuma por toda parte, e ela soltou um gemido longo e abafado, enquanto sua buceta se contraía em espasmos ao redor do sabonete e dos meus dedos, liberando uma onda de prazer que a deixou ofegante e relaxada.
Tirei a mão devagar, com o sabonete nela, e olhei para ela: olhos ainda olhos fechados, rosto corado, um sorriso sutil nos lábios como se tivesse sido apenas um sonho prazeroso. Então, eu me levantei. Abaixei o zíper da minha calça e libertei meu pau. Sabia que não podia foder ela naquele momento. Pra fazer isso, precisava esperar outro momento como o da festa. Então comecei a me masturbar, sem parar de olhar pra ela. Minha mão envolvia o tronco grosso, subindo e descendo num ritmo lento no começo, sentindo como a pele deslizava sobre a carne dura, inchada pelo desejo acumulado. Mamãe continuava ali, mergulhada na banheira, com os olhos fechados e o rosto relaxado depois do orgasmo que eu tinha provocado nela, a espuma cobrindo o corpo como um cobertor branco e espesso, escondendo suas curvas mas não apagando da minha mente a imagem dos seus peitos perfeitos ou da sua buceta quente que eu tinha acabado de esfregar. O banheiro estava carregado de vapor, o aroma de lavanda misturado com o cheiro sutil da minha excitação, e eu me movia com discrição, apoiado contra a parede, tentando não fazer barulho, embora soubesse que se ela abrisse os olhos me veria. Mas ela não fazia isso; fingia aquele soninho leve, aquele estado de semi-inconsciência que nos permitia manter o pacto implícito. Meu pau pulsava no meu punho, a glande vermelha e brilhante surgindo a cada descida, gotas de pré-sêmen lubrificando o movimento e fazendo o som ser um chapinhar suave. Olhei fixamente pra ela: seus lábios entreabertos, o peito subindo e descendo com respirações profundas, a espuma grudada no pescoço e nos ombros como se fosse chantilly, me convidando a imaginar descarregar sobre ela. Acelerei o ritmo, apertando mais forte, lembrando o toque da sua buceta debaixo d'água, como tinha se contraído ao redor dos meus dedos e do sabonete, seus gemidos abafados que ainda ecoavam na minha cabeça. Minha mão voava agora, o prazer se construindo em ondas desde a base do meu pau até a ponta, pronto pra explodir. Não consegui me conter mais: um grunhido baixo escapou de minha garganta enquanto
meu corpo se tensionava, e ejaculei com força, disparando jatos espessos e
brancos direto sobre a espuma que cobria sua barriga e coxas
invisíveis.
O sêmen caiu em arcos quentes, salpicando as bolhas e
se dissolvendo parcialmente na água, formando manchas leitosas que
flutuavam como evidência proibida da minha luxúria. Arfei, a mão ainda
apertando o pau que pulsava nos últimos espasmos, olhando como
meu gozo se misturava com a espuma, desaparecendo lentamente no banho
fumegante, enquanto mamãe continuava com os olhos fechados, como se nada
tivesse acontecido.
Me perguntei se ela perceberia o que eu tinha feito, mas disse a mim mesmo que
se percebesse, com certeza fingiria que não sabia o que era aquele líquido
branco e denso que tinha se misturado com a água.
No final, não tinha conseguido comer ela de novo, mas pelo menos me sentia
satisfeito.
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