E aí, tudo bem? Este é meu primeiro relato e isso aconteceu mais ou menos há um ano. A gente tava há vários dias planejando um porre, mas por um motivo ou outro nunca conseguia concretizar. No fim, os que estávamos organizando éramos minha amiga Mônica, a amiga dela Jimena e eu. A verdade é que, desde o começo, a Jimena me chamava muita atenção. Fisicamente ela me atraía bastante, tinha um corpo que eu gostava muito, especialmente as curvas dela. Nunca tinha falado isso diretamente pra ela, embora tivesse vontade de que rolasse algo entre a gente. Naquele dia finalmente a gente combinou. Fomos na minha caminhonete e compramos um Bacardi. O problema foi que não achávamos onde beber. Primeiro pensamos em ir num parque, mas vimos que tinha policiais vigiando e preferimos procurar outro lugar. Depois de dar umas voltas, decidimos estacionar no acostamento de uma estrada dessas que ligam os povoados. Era um lugar afastado e pensamos que a gente ficaria mais tranquilo ali. A caminhonete era de cabine e meia. A Mônica tava no banco do motorista, eu tava no do carona e a Jimena ia na parte de trás da cabine. Nenhum de nós desceu pra beber; a gente ficou ali praticamente a noite toda. Conforme a gente foi bebendo, os três ficamos bem bêbados. Em certo momento, a Jimena começou a ligar pro ex-namorado dela, que além de tudo era amigo meu. A Mônica não concordava que ela procurasse ele porque sabia como ele tinha tratado ela e tava tentando convencer a Jimena a desligar. Mas a Jimena não queria. Eu já tava bem chapado e, no meio daquela situação, me veio na cabeça falar pra Mônica que, se a Jimena não desligasse, a gente podia fingir que tava se beijando. Nessa hora eu já tinha saído da caminhonete e a Mônica tava no banco do motorista. Primeiro cheguei perto da Jimena e dei um beijo perto dos lábios dela, mas não diretamente. Depois a gente continuou com os beijos e a situação foi avançando. Em algum momento a Mônica saiu da caminhonete pra ir no banheiro. Jimena e eu ficamos lá dentro, e foi aí que a gente começou a ficar íntimos. Eu acabei no banco do motorista e a Jimena estava por cima de mim. Durante aquele momento eu falei uma coisa que nunca tinha contado pra ela: que ela já me atraía fazia um tempão. A Jimena me perguntou por que eu nunca tinha falado isso antes. A verdade é que eu não respondi. A gente só continuou com o que estava fazendo. Depois de um tempo, a Mônica voltou e começou a bater na janela porque não conseguia abrir a porta. Eu tinha travado as portas e, quando a gente percebeu que ela estava lá fora, tivemos que nos separar. Eu falei que aquela porta não abria por fora, mas na real dava pra abrir sim. A situação me deixou meio nervoso porque eu tinha quase certeza de que ela tinha sacado o que a gente estava fazendo. No fim a gente abriu e ela voltou pra dentro. A noite continuou mais um pouco, mas entre as interrupções e o espaço da caminhonete também não deu pra fazer muita coisa. Quando finalmente acabou, levei cada uma pra casa. Achei que ali tinha acabado tudo, mas uns dez minutos depois recebi uma mensagem da Mônica dizendo se a gente podia se ver de novo naquele mesmo momento, mas eu já tinha dormido
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