Um final em Vallarta.

Então aí vai a historinha, curtinha como o piupiu que o garoto da animação tinha. Pois é, acontece que me convidaram pra um tudo incluído num hotel nas praias de Vallarta, no México. Pagaram e me levaram de ônibus, a gente se registrou e lá no fundo, num corredor, eu vejo uma cabeleira preta muito bonita, por sinal. Como já tô velho, demoro pra focar. Não tava de óculos. Vejo um sorrisinho e retribuo com outro. De repente, some pelo corredor. Não dou importância. Meu quarto é no 3º andar, me troco e vou pro jantar e show, e de repente aparece essa senhorita e qual era o senhorito. Pele branca, cabelo longo e preto, nariz afilado, blusa colada sem sutiã, com peitinhos pequenos mas os biquinhos bem durinhos. E um short branco coladinho, coladinho. Como se usasse uma cueca de mulher, porque o piupiu dela tava guardado, montado. Começa a dançar e o transsexual parecia um pouquinho, me olha e me mostra a língua toda provocante, e pra responder, enfio a mão no meu short e coço as bolas. Dá uma pirueta e fica no chão me olhando. Esperei a puta terminar de dançar e o encontro com o DJ. Dou a ordem pra ele me levar dar uma volta pelo hotel pra conhecer, e ele diz que vai se trocar e aceita. Passados 20 minutos, sai com um short licrado preto que deixava transparecer uma calcinha branca e descreve um corpete rosa. Me mostrou as piscinas. A academia, área de spa e massagens. Lá ele diz se eu queria uma, e como todo cavalheiro, sim. Me deita numa caminha de massagem. Tira minha camisa, acaricia meus grisalhos no peito e se deita na minha barriga saliente, pois sou gordo. Passa óleo no peito, depois no estômago, aos poucos ia baixando minha bermuda e deixa ver minha cueca coladinha verde, assim que baixa a cueca aparecem meus pelos pubianos, ele agarra com as duas mãozinhas e chupa como bezerro com fome. Esse promíscuo mamava pau como sedento por porra, já que depois de um tempo ele se vira de costas, eu baixo o shortinho e a calcinha branca, agarro ele e ponho De barriga pra cima e com as perninhas flexionadas, eu cuspo no rabo dela e começo a penetrar, e ela gemia tão gostoso que comecei a bombear mais e mais. Tapei a boca dela e com a outra mão apertei o pauzinho dela pra ele não crescer. Com meus dois dedos, o indicador e o médio, eu mantinha o pauzinho dela preso. Depois de um tempo ela não gemeu mais, deixei o rabo todo cheio de porra e ela soltou um último suspiro. Com os mesmos dois dedos que mantinham o pauzinho dela preso, agora enfiei e tampei o cuzinho dela pra não vazar nem uma gota de porra. Ela se virou e começou a chupar, prometendo que ia me deixar limpo, e assim foi: os lábios e a língua dela pareciam de gata, lambendo e sugando. No final, ela me deixou a calcinha dela de presente.

1 comentários - Um final em Vallarta.