As irmãs se juntaram... parte 2

Capítulo 2 Perdendo toda a decência

Entre sonhos sinto um barulho e abro meus olhos, uma silhueta se movia dentro do quarto, quando me desperto de vez posso ver que era a Clara, ainda estava com a roupa de trabalho por isso assumi que chegou faz um tempo, quando me lembrei da minha sessão de ontem à noite procurei com minhas mãos o desodorante mas qual foi minha surpresa ao ver sobre a mesinha de cabeceira ao lado da cama. Senti um arrepio descer pela minha espinha e mais ainda quando vi minha calcinha na cadeira, me lembrando que estava completamente nua. Estava um pouco coberta com os lençóis e tentei me cobrir melhor, aí escuto a Clara mas sem se virar exclamou - te acordei? - não, tá tudo bem que horas são? - são 9 e pouco, queria só me trocar e te deixava dormindo tranquila - não tem problema, é seu quarto eu que tô invadindo. - imagina. Descansa tranquila, vejo que você ficou acordada até tarde ontem... - te peço mil desculpas, juro que ia arrumar tudo pra quando você voltas.... - não me fala nada gordinha, te entendo ahaa. talvez você possa me repor o desodorante, nada mais que era novo.

Senti um ardor por todo meu rosto, a vergonha era continental, instintivamente só cobri meu rosto e de tanto nervoso comecei a rir - juro que sim, não sei o que me deu - é brincadeira boba, não aconteceu nada, mas acho que é sua roupa que tá na máquina de lavar, não? - aaii não, a puta da mãe esqueci e agora o que eu faço? - ah aha você é muito esquecida, né. Agora eu falo pras suas irmãs ou você usa algo daquela gaveta, tem que ter do seu tamanho, pelo menos por um tempo - valeu, agora vou ver. Clara tirou a calça e colocou um short, quando tirou a camiseta pude ver por uns segundos seus peitos enquanto vestia outra. Saiu do quarto e fui direto pra minha roupa íntima, coloquei e procurei na gaveta que ela indicou. A roupa da Clara era pelo menos 1 ou 2 tamanhos maior mas de qualquer jeito consegui achar algo que servia. Uma calcinha de 3/4 que não me apertava de jeito nenhum mas ficava boa e uma blusinha que enfim me cobria mas ficava muito folgada. depois de me higienizar e lavar o desodorante, fui até as meninas, era um festival de booties. Evelin estava com um vestidinho que facilmente dava pra ver os glúteos. Gisel como sempre com um macaquinho que marcava toda a buceta e a booty, a booty da Clara dava pra notar muito bem naquele short jeans mal cortado. - bom dia. - oi.. - como amanheceu a rainha? - bem, por sorte. Clara me olha e só sorri. também me deu graça a cumplicidade e mais que minhas irmãs não entendiam nada. Evelin se dirigiu a mim e me perguntou - vai dormir comigo hoje à noite ou com a Gisel? - como vocês decidirem. - fica só no meu quarto, eu trabalho de novo à noite. amanhã só tenho folga, não te preocupa. - certeza? - sii, daqui a pouco eu vou me deitar só depois, tenho que voltar - vai voltar pra te buscar teu companheiro hoje? - nãoo, hoje é folga dele. por quê? Gostou? - yyy ele viu toda a minha bunda ontem. - como assim te viu toda? Ah aha - e estava quase de conchas ontem quando ele veio - haaa mas tu sai com a palavra: buceta pra todo lado aha haha - cala a boca sua estúpida ahahaa - a verdade que muito bom é o Leo, mas assim também é muito mulherengo te aviso. - eu não conheço o tal Leo? Como ele é? - tá pra arregaçar, igual não quero pra casar se não pra que ele me arrebente toda aha haha - ahaha Evelin que que tu tá dizendo sua louca haha Depois de um bom tempo escutando todas o que fariam com o pobre do Leo e outros homens que conheciam, cada uma foi fazer suas coisas, Evelin saiu, e Gisel e Clara foram pros seus quartos. depois de um bom tempo me entediei e decidi sair. Desci até a entrada principal mas estava trancada com chave. pensei em ir buscar a chave no apê mas também não quis incomodar as meninas é por isso que subi até a terraça. me sentei em uns sofás debaixo de uma sombra e contemplava a vista. depois de uns minutos sobe um rapaz, olha pra todos os lados como procurando algo e quando me vê duvida, mas depois se aproxima - oi me desculpa, você não viu o concierge aqui por acaso? - oi, não, faz um tempo que estou aqui e parece que não tem ninguém - ah, tá bom, obrigada, é que a gente tá procurando ele com minha namorada e lá embaixo me disseram que ele podia estar aqui - a verdade é que não tenho ideia - não tem problema, você é nova aqui? - não, tô só uns dias na casa das minhas irmãs. - ah, tá, é que eu não tinha te visto. bom, obrigada de qualquer forma. Ele se despediu e se retirou. Enquanto o via ir embora, percebi que do outro lado da varanda tinha uns sofás mais confortáveis. Não perdi tempo e fui até esse setor. Antes de chegar e pelo canto do olho, notei uns movimentos, parei de repente e fixei o olhar naquele lugar. Qual foi minha surpresa que, ao entender a cena, vejo um senhor parado num canto e, agachada na frente dele, uma mulher. Ela estava fazendo sexo oral nele. Enquanto ele empurrava a cabeça dela com a mão, ela se movia muito fervorosamente. Quando decidi me mexer, ele me vê, mas não faz nada além de sorrir pra mim enquanto continuava empurrando a garota pela cabeça pra baixar o olhar dela de novo. Me pareceu estranho, sentia que isso era normal, mas também me deu curiosidade, não sei por que não saí correndo, só fui me sentar a alguns metros deles. Assumi que ele era o concierge, e a mulher, a namorada do cara que subiu faz um momento. Quis esperar pra ver o que acontecia. Foram minutos eternos onde não acontecia nada até que a mulher saiu do canto. Ela caminhou devagar, mas não me viu. Era uma garota de pelo menos 20 anos, muito gostosa... Segundos depois sai o senhor, ele sim me vê, mas eu abaixo o olhar pro celular. Ele se aproxima de mim ajeitando os genitais na calça. - Desculpe, que você tenha visto isso, pensei que não tinha ninguém? Quase não sobe gente a essa hora - não vi nada, na verdade, de qualquer forma eu deveria ter perguntado antes - pra mim você viu tudo sim, e gostou - quê? Não, nada a ver, não sabia o que fazer, nada mais. Você tá se confundindo - ah, tá bom, de qualquer forma não me incomoda que me observem. - ah, e a sua namorada? Também não parece. — Não é minha namorada, é uma inquilina. Eu sou o dono do complexo, me chamo Jorge. E você? Nunca tinha te visto. — Ah, prazer... me chamo Natália, tô com minhas irmãs por uns dias no 3º andar. — Ah, não sabia que Eve e Gisela tinham outra irmã. São todas lindas vocês. — Valeu. Posso te perguntar uma coisa? — Claro. — Por que as inquilinas fazem esses favores pra você? — É ao contrário, faz 3 meses que ela não me paga, mas de algum jeito eu tenho que cobrar. Né? — Mas assim você vai à falência. — Grana não é problema pra mim. — Mas você tem que fazer uma vez por mês? — Ah, essa puta me dá quando eu quero. Até eu ver dinheiro vivo, ela vai ter que continuar me entregando o cu. — Ah, não é só boquete? — Hahaha claro que não. Uns dias atrás eu comi o cu dela no apê dela enquanto o namorado tinha saído. Deixei ela cheia de porra, ela gosta e economiza grana. — Tem que ter mais cuidado, antes acho que o namorado dela subiu pra procurar ela. — Não me fala? Sério? Bom, valeu pela informação, vou ter mais cuidado. — Vai continuar fazendo isso? — Já não me recupero tão rápido como antes, senão eu te diria pra chupar. — Hahaha você acha que eu vou chupar você? — Bom, por algum motivo você ainda tá aqui, ou não? — O fato de eu não ir embora ou te mandar à merda não quer dizer que eu seja uma puta. Sou muito educada, e além do mais isso não me surpreende. — Não disse que você era uma puta, só que também não te incomoda. Isso é muito bom numa mina gostosa como você. — O que isso significa? — Que você é uma mulher que sabe o que quer, não tem que dar satisfação a ninguém, suponho. — Claro que sim, faço o que eu quiser e quando eu quiser. — Sério? Mas não tô seguro de que você não é cagona. — Por favor, eu não recuo com nada... nem com ninguém. — Nem comigo? — Por que eu teria medo de você? Eu não alugo aqui. Você não tem nada pra me ameaçar. — Não é minha intenção te assustar, pelo contrário, quero me dar bem com você. — Quer ser meu amigo? — Entre outras coisas... — Uma Que pena, porque eu não sou como as vadias dele, o controle eu sempre tenho. - Não tenho problema, faço o que você me pedir. - Vamos ver se é isso mesmo que você diz, chupa meu peito. - Ok. Jorge se aproximou mais de mim e com a mão levantou um pouco a blusa, eu me recostei no encosto, ele se inclinou e descobrindo meu peito colocou na boca, mais da metade do meu seio entrou, quando tentei levar a mão dele na minha virilha eu tirei. - Isso é tudo que você vai conseguir de mim. Ele não insistiu nem disse nada, só ficou lambendo meu mamilo, deixei ele se divertir enquanto eu pensava por que estava permitindo isso, e a verdade é que ele foi o primeiro que me tratou como mulher, me fez sentir bem comigo mesma e pensei que deveria compensar ele por isso. Depois de várias horas tomando mate e colocando o papo em dia com minha amiga, chega uma mensagem da Gisel - [Eve, vamos fazer pizza hoje?] - [Siiim, que delícia] - [Já que você saiu, pode trazer algumas coisas que estão faltando, por favor] - [Sim, me diz que eu levo no caminho pra casa] Depois de passar o que estava faltando, começamos a nos despedir da minha amiga, já que o namorado dela também viria buscar ela pra sair, mas naquele momento chega o irmão dela, um cara de 19 anos que me deixa louca, cabelo preto, olhos castanhos e um rostinho que parecia um deus grego, tem uma voz grave e é bem calado, juro pra vocês que ele é o único que eu realmente quero comer, mas ele não me dá bola, nem sequer me segue em nenhuma rede social, é por isso que ele me faz desejar ainda mais, mas como é irmão da minha amiga, eu respeitava os códigos, era mais um amor platônico, mas não diria não se ele avançasse. - Oi - Oiiii - Oi, Tomy, você vai fazer o quê? - Ah, nada, vou tomar banho. - Você pode levar a Eve até o centro? - Não, amiga, vou de Uber. - Se você esperar eu tomo banho e a gente vai, não tenho problema. - Viu? - Não, sério, além do mais tenho que parar pra comprar coisas pro jantar, não quero incomodar. - Não se preocupe, assim eu fico tranquila também, você leva ela? - Sim, além do mais ele vai te cobrar mais caro. Caro, o Uber, se você precisa parar. - Bom, te agradeço muito. Sério. O irmão dela entrou pra tomar banho e, poucos minutos depois, minha amiga foi embora com o namorado... até que do nada aparece o Tomás com o torso nu e de toalha.. - Vou indo, vai demorar um pouco mais, acabou a água, vou carregar, he he. Fiquei de boca aberta admirando todo aquele ser. E só consegui responder com um balbucio. O silêncio tomou conta e quase em seguida os pais dele apareceram pelo corredor. - Oi, Eve, achei que minha filha já tinha ido. - Oi, como vocês estão? Sim, estou esperando o Tomy, ele se ofereceu pra me levar. - Ah, bom, melhor assim. Cadê ele? - Saiu pro quintal. - Bom, TOMÁÁÁS! Vamos sair com a mamãe, fecha tudo direitinho, não esquece. - BEEEM. Quando os pais se retiraram, me deu um pico de adrenalina, a casa estava vazia e lá fora estava meu amor impossível, mil coisas passavam pela minha cabeça, mas eu não sabia o que fazer, estava inquieta e até me dava ansiedade, por isso decidi me levantar e caminhar pra me acalmar. Percorri a sala de forma espontânea até que ele entrou, mas dessa vez tinha algo diferente nele, o volume dele começou a marcar por baixo da toalha. - Carreguei um pouco, pra tomar banho e a gente já vaza. - Não se preocupa, eu não tenho pressa. Respondi enquanto olhava ele de cima a baixo com as pernas cruzadas e as mãos pra trás, deixava o olhar por uns segundos no volume dele e voltava pros olhos. Pude notar como ele ficou nervoso, então só me aproximei um pouco de forma mais provocativa e perguntei: - Precisa que eu te ajude em algo? - Éé, hãm, não, não, já me apronto, te levo, desculpa pela demora. Ele foi quase correndo pelo corredor e entrou no banheiro, fiquei surpresa com o jeito que ele agiu e comecei a imaginar teorias, ou eu não era nada atraente pra ele, ou esse cara não gostava de mulheres. Qualquer uma das duas opções, eu ia ficar mal se continuasse, mas algo dentro de mim me dizia pra fazer uma última tentativa. Fui até a porta do banheiro e escutei que ainda caía água no chuveiro, sinceramente parei porque não queria molhar o cabelo, então optei por esperá-lo no quarto. Sabia perfeitamente qual era, não é a primeira vez que estava nesta casa, entrei e me sentei na beira da cama, no começo estava decidida, mas enquanto o tempo passava a ansiedade começou a me dominar de novo, parecia eterno o que ele demorava no chuveiro e me deixava nervosa o fato de que não sabia como ele ia reagir. Quando estava prestes a me levantar escuto a porta do banheiro se abrir, assumi minha posição quase de imediato e então ele entrou no quarto. Quando levantei o olhar e ele me viu, se surpreendeu quase assustado e com um sorriso nervoso exclamou. - que você faz aqui. - estava entediada, te incomoda? - eu estava prestes a me trocar - se quiser te ajudo. Respondi enquanto me levantava e caminhava até ele, não disse uma palavra e só me observava nervoso enquanto eu me aproximava. Quando estou na frente dele ponho minha mão sobre o peito dele e ele dá um pequeno espasmo - se não quiser, te espero lá fora. - é que você é a amiga da minha irmã, não quero confundir as coisas. - já sei, pra mim também é difícil mas... Fiz uma pausa e me aproximei da boca dele e o beijei. Senti que não fui correspondida mas minha mão no peito dele sentia como o coração dele acelerava, parei de beijá-lo e olhei buscando resposta - não gostou né? - não é isso, você é muito gostosa mas.. Respondeu enquanto se escapava para dentro do quarto eu me virei e o vi muito sem graça. - mas o quê? Ele dá um suspiro e olha nos meus olhos, ruivo prestes a contar algo ruim - eu ainda não transei... Me disse envergonhado e eu obviamente me surpreendi mas também me deu uma ternura, pensar que eu seria a primeira mulher da vida dele também me acendeu mais. Não disse nada e me aproximei dele de novo, desta vez já não fui na boca dele mas nos peitorais, enquanto o beijava, o despi da toalha que caiu no chão, deixando-o totalmente nu e agora sim o beijei e me apertei contra ele, Sentia como suas mãos desajeitadas ainda tinham medo de me tocar, eu em compensação o acariciava por todos os lados, sua cintura, suas costas e até apertava seus glúteos, subi uma perna pelas suas coxas e nossos genitais se roçavam, empurrei ele até a cama e o fiz sentar, antes de subir em cima dele eu abaixei a parte de cima do meu vestido e depois tirei meu sutiã deixando meus peitos à vista dele. Com ele sentado me sentei no colo dele, com o pau dele já duro mas pra baixo, trouxe o rosto dele pros meus peitos, todo o trabalho eu tinha que fazer, mas não me incomodava, pelo contrário, fazia com muito prazer, me movia passando meus mamilos pela boca dele, ele só conseguia botar a língua pra fora e dar beijos, mais uma vez empurrei ele, deitando ele totalmente na cama, me ajeitei sobre o pau e puxando um pouco meu fio-dental peguei o pau dele e levei até minha buceta. Primeiro passei a ponta pelos meus lábios que estava muito gostoso. Tomas enquanto isso tinha um semblante de glória e a respiração ofegante, depois que eu já estava bem lubrificada ajeitei a ponta dentro da minha buceta e comecei a descer, os gemidos dele eram longos e profundos à medida que ele ia entrando em mim, comecei com movimentos suaves de frente pra trás, enquanto ele continuava gemendo e suspirando, me inclino e beijo o pescoço e os ombros dele, passando pelas orelhas pra que ele escutasse meus gemidos. Pego as mãos dele e levo até meu rabo, que ele aperta bem forte e faz com que se abram, isso me excitou muito mais, me empolguei um pouco e me segurando com uma mão começo a socar mais rápido enquanto observava ele aproveitar o prazer, meus movimentos eram tão fortes que a cama dele começou a ranger, tinha embaixo de mim o homem que sempre quis e ainda por cima era eu a primeira que provava esse pau. Como eu estava me cansando na posição falei pra ele: — agora que você já é um homem, me fode. Ele abriu os olhos e brilharam como dois luzeiros, tentou se levantar mas eu só me deitei sobre ele e juntos nos viramos, agora eu embaixo E ele por cima, levou alguns segundos pra se ajeitar, mas depois começou a me meter, não era muito sincronizado, mas parecia um touro. Tantos anos guardando toda aquela energia e agora estava descarregando na minha buceta. Cruzei minhas pernas por trás dele e meus braços rodeavam seu pescoço — aí sim, sim, me fode, me fode assim! Ahh ahaaa ummm hummm Que piroca gostosa, eu amo ahaa hahaa. Quando eu conseguia olhar pra ele, via que estava bem concentrado, eu amava ver o rosto dele, atento ao que fazia, olhando pros meus peitos, e cada vez que eu dizia "me fode", ele mordia os lábios e ficava ainda mais excitado. Cada vez ele tirava mais pra fora a rola dele pra voltar a investir. Aos poucos eu ia pegando a mão dele, me fazia muito feliz ser fodida pelo Tomás e eu não parava de dizer o quanto eu amava — que gostoso que você me fode, humm humm, quero você todo dentro de mim, aí sim, sim, hooo hooo. Nessa última ele não aguentou e antes de perceber terminou dentro de mim, com um gemido e espasmos, encheu minha bucetinha com o gozo quentinho dele e ficou rendido nos meus peitos. Abracei ele enquanto sentia as pulsações da rola dele dentro da minha buceta, deixei ele descansar enquanto ofegava. Ficamos um bom tempo assim enquanto eu sentia o pau dele voltar ao tamanho normal... Quando a Evelin voltou, e depois de assar as pizzas, sentamos pra comer, separamos várias porções pra Clara que estava trabalhando. As três estávamos comendo e rindo entre a gente quando me chega uma notificação. Quando pego o celular vejo que é do Diego, abro o chat e a primeira coisa que aparece é uma foto da rola dele dura saindo de dentro de um carro e embaixo uma mensagem *Foto — me diz que você tá em casa? Tô no estacionamento* Meus olhos se arregalaram de surpresa, já que faz um bom tempo que o Diego não me procura, e mais ainda ao ver essa rola linda me esperando [— quééé jaja você tá louco? O que você tá fazendo aqui?] [— senti sua falta e já que eu tava por aqui quis te visitar...] [— awwww eu também senti sua falta mas agora tô com minhas irmãs, não posso sair] [— é um tempo, também não tenho muito tempo, mas olha como a tenho ] [-hmm bom, me dá uns minutos e eu desço, em que parte você está exatamente? -[ atrás do prédio ] Combinamos e fui escovar os dentes e depois de inventar uma desculpa pra Nati e Eve, e saí. Desci nervosa pelas escadas mas muito animada, quando chego no estacionamento me custou encontrar o carro dele, mas avistei quase no fundo de tudo, me aproximei por trás, peguei a maçaneta da porta do passageiro e abri, ele estava do lado do motorista com o pau pra fora se masturbando, olhei ao meu redor e entrei, quando me sento, sem dizer nada levo minha mão ao pau dele e ele tira a dele, estava dura e grossa mas seca, levo minha cabeça sobre ela e solto um pouco de saliva, me sentia perseguida por estar ali, já que conheço o movimento do condomínio, ao não ver nada estranho pelos vidros desci pra chupar. Masturbava a base do tronco enquanto com a boca mamava a ponta. Por momentos só tirava a língua e enquanto o masturbava me dava golzinho com o membro, também colocava na boca e descia girando um pouco a cabeça e voltava a subir da mesma forma, sei que isso deixa o Diego louco e eu adoro satisfazê-lo, ouvi-lo gemer com aquele tom grave me molhava ainda mais, durante a melhor parte quando já conseguia colocar até a metade do pau dele na minha boca toca uma ligação no meu celular, pras pessoas importantes eu atribuí toques específicos e esse som era genérico, então não dei importância. Continuei com meu trabalho oral e uns segundos depois tocou de novo, parei de chupar e olhei pro Diego com cara de angústia e peguei meu celular, quando vi que era o Luxas na identificação, abaixei mas o Diego me perguntou -e esse quem é? - é um amigo, nada mais. -atende - nãooo, não quero me distrair kkk - esse te distrai pra chupar meu pau? O comentário dele me deixou com raiva, e pra mostrar pra ele que só ele me deixa excitada atendi. -alô? -alô Gisel, o que você tá fazendo? - Oi, Luu, tô ocupada, o que foi? - Ah, tá bom, é rapidinho, você tá em casa? - Eeemm, sim, por quê? - Trouxe uma coisa pra você, pode descer? - Viz, você tá aqui? - Tô chegando, porra, se não quiser, vou pra outro lugar. - Mas o que é? - Algo que eu sei que você gosta. - Huu, hee, tá bom, me dá uns minutinhos, tá? - Tá, te espero, gostosa, você vai gostar. A conversa toda aconteceu enquanto ela fazia um boquete no Diego, só parava pra responder o Lucas. Isso deixou o Diego muito excitado, que quando ela desligou, começou a meter na boca dela, e não se limitou a isso, também abaixava a cabeça dela. Quase no final, ele segurou a testa dela e, deixando a ponta do pau na boca dela, começou a se masturbar bem rápido. Depois de vários minutos, gozou na boca dela, enchendo-a com seu elixir de macho enquanto tinha leves espasmos e soltava as últimas gotinhas. Ela não deixou cair nada, apertou bem os lábios enquanto ele escorria o pau e o retirava da boca dela. Ela olha pra ele e ele diz: - Deixa aí enquanto você fala com seu amigo. Com os lábios bem fechados, ela dá um sorriso e acena com a cabeça. Guardando o pau e colocando o carro em movimento, ele indica que já era hora de ir. Ela se despede acenando com a mão e começa a descer. Antes de sair totalmente do carro, sente os dedos dele entrarem na sua buceta, isso a excita e escapa um pouco de porra da boca dela. Ela se vira e, enquanto se limpa, dá um olhar cúmplice pra ele. Ele só ri e ela fecha a porta. Andou vários metros e, ao longe, vê o Lucas sentado na escada com uma sacola. Quando ele a vê chegar e fazem contato visual, ela sorri e ele se levanta. A poucos metros de chegar, ele mete a mão na sacola e tira uma caixa de bombons muito caros. Ao ver isso, ela instintivamente engole toda a porra do Diego e abre a boca de surpresa. O Lucas se aproxima com a caixa pra frente, mas rapidamente foi beijá-la. O mar de emoções que ela sentia naquele momento a deixou em choque, o tesão que ele deixou Diego, mas o detalhe do Lucas, me deixei levar, fechei os olhos e correspondi levemente ao beijo me imaginando que era o Diego. Ele me beijou com muita paixão, da mesma forma que sempre quis que o Diego fizesse, me beijou por um bom tempo bem longo e finalizou me dando selinhos nas bochechas e ao redor da boca. - O que foi isso? - Algo que eu queria fazer há muito tempo, eu curto muito você, Gisel - .... - Sentir seus lábios e seus beijos gostosos. - Mas somos amigos.. - Sim, eu sei, mas só quero que você saiba. Ele pega algo mais da bolsa, era um pote de isopor de sorvete artesanal, ia me cair muito bem depois de ter passado tanto tempo mamando e esconder um pouco o gosto de porra, ele me entregou tudo e me beijou de novo. Dessa vez deixei ele meter a língua na minha boca, lembrando que até segundos atrás ela estava cheia de porra de outro. Nos despedimos e subi para o apartamento. Escondi os bombons mas o sorvete eu compartilhei com minhas irmãs. Capítulo 3

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