O que todos estavam esperando, aqui vou revelar minha jogada mestre de como consegui influenciar o subconsciente da minha mãe pra fazer algo tão retorcido como masturbar o próprio filho. Então me leiam sem piscar
Vocês vão lembrar que em uma das nossas conversas com a minha mãe na temporada mais febril da pandemia, eu falei da minha atriz favorita (Tudo o que foi descrito na Pt. 1) Raina W, e do efeito desenfreado que eu provoquei nela. Bom, a essa altura é indispensável mencionar que eu procurei cuidadosamente as imagens que mostraria das galerias dela desde aquela ocasião há 6 anos, em que a atriz vestia roupas muito parecidas com as da minha mãe, o cabelo penteado de forma muito parecida também, a maquiagem, e tudo foi com o propósito de criar uma semelhança difícil de esquecer no mais recôndito da memória dela. Perfeito. Certeiro. Semeado.
Minha mãe tem duas paixões na vida que são uma medalha a exibir. O altruísmo e a empatia. Isso a torna uma mulher tremendamente humana na hora de ajudar qualquer pessoa, boa ou má, que precise dela, por isso sua profissão médica a compõe como uma mulher que dá sem pensar sua mão ao necessitado. E é aqui que tudo se encaixa perfeitamente. No mês passado foi o aniversário dela, ela me pediu para não fazer alvoroço pois não queria sair a lugar nenhum, não queria estar rodeada de pessoas, então a sorte foi se acomodando para mim. Era óbvio que não passaríamos o dia dela despercebido, então comprei a massa com camarão que ela tanto gosta, a entupi de afrodisíacos, chocolates com um toque de sal marinho que ela por alguma razão acha que é uma boa combinação, e o inigualável vinho espumante rosé a uma temperatura gelada, mas só uma garrafa para que ela não o tomasse de forma inapropriada.
Essa era a minha cena, como se fosse um filme de fadas e rainhas, como se o centauro e a donzela estivessem à mesa, assim ela com sua beleza e ternura enfeitavam minha visão, eu como o centauro pervertido que só ansiava por um deslize da donzela para prejudicá-la. Então novamente coloquei meu plano sujo em ação, comemos, rimos, conversamos, bebemos, nem percebemos e já era quase noite e ela estava meio corada pelo vinho, então me despedi dela com um beijo carinhoso entre a bochecha e a alma, para isso fiz questão de que ela me visse saboreando os lábios antes de beijá-la e depois do beijo coloquei um pouco a língua pra fora e, como quem degusta um doce que gruda, insinuei que era o sabor dela. Ela não disse nada, só sorrindo me deu boa noite e fomos dormir. Na manhã seguinte do aniversário dela, segunda-feira, início de semana e de milhares de tarefas, ela teve que cancelar vários pacientes para fazer tarefas de casa, mas a boa atitude não a abandonou, então achei que seria um bom dia para avançar mais, embora nem eu soubesse o quanto ia conseguir. Então novamente sentamos pra comer, não teve muita conversa porque ainda tinha louça pra lavar e algo pra varrer, então fingi que ia trabalhar no laptop enquanto ela lavava na pia, e como se tudo estivesse bem calculado, quando ela se dispôs a varrer, selecionei um vídeo na busca, um que acenderia como um fósforo nossos instintos mais baixos, com um volume bem prudente, quase imperceptível a menos que você estivesse vendo diretamente na frente do computador, e com umas imagens que o subconsciente dela tinha guardado perfeitamente, só que agora com um potencial de ação mil vezes maior, fingi entrar no banheiro e me posicionei num lugar onde pudesse vê-la de longe sem ser visto enquanto ela devorava as cenas com seus olhos felinos famintos de um desejo voraz que ela achava esquecido..
Não tem sentido explicar a semelhança e o paralelismo que minha mãe estaria imaginando naquele momento, né?
Foi impossível pra ela desviar o olhar da tela
O vídeo corria e corria, e ela, hipnotizada pelo que seus olhos estavam vendo, continuava possuída
Não consigo descrever o que meu coração estava sentindo naquele momento, porque estava a mil, e se vocês já sentiram tantos níveis de adrenalina alguma vez, sabem que certos sentidos se aguçam, mas outros ficam nublados, e ela estava igual a mim..
Mas como se estivéssemos saindo de um transe compartilhado, tive lucidez para subir os degraus sem fazer barulho e fingir que meus passos estavam descendo a escada, avisando que eu ia até ela
Nem preciso dizer que o erotismo tinha inundado a nossa casa e tanto para ela quanto pra mim foi impossível soltar uma única palavra, então ela imediatamente se dispôs a subir pro quarto dela, como se tivesse terminado as tarefas, supostamente se preparando pra ir ao consultório dela que fica na nossa própria casa, mas não foi assim..
Eu não ouvi nenhum barulho, não houve nenhum sinal que denunciasse o óbvio, mas no momento em que ela saiu do quarto, entrei direto e me encontrei no cesto de roupa suja dela, a mais bela demonstração do amor dela, como se fosse um sussurro, denunciando o desejo fervoroso dela que não tinha desaparecido, mas estava mais vivo do que nunca. E como um mendigo sedento ao encontrar um oásis, me dispus a me deliciar com o mel dela, um aroma intenso de buceta com um dulçor e consistência cremosa, devorei até o último resto da gozada feminina dela, jamais vou superar esse sabor, jamais vou superar essa cena, jamais vou superar a minha mãe. Eu tenho que tê-la para mim. Mal continha minha respiração, a visão parecia tirada de um filme onde a imagem é embaçada em primeira pessoa, desci como pude até o consultório dela e ela estava num quarto separado que tem onde também deixa o jaleco ou a roupa, ou os utensílios para atender os pacientes, num transe igual ao meu quando mal consegui abaixar as calças e acho que joguei a camisa por aí antes de entrar, subi no banquinho médico dela, enchi os pulmões e então gritei - Mãe ahhh tá doendooo Não houve espaço entre os segundos quando
Ela não se abalou ao me ver pelado, se desligou da faceta de médica e me disse: — O que está acontecendo? O que está doendo e por quê? Enquanto ela preparava o mais básico em termos médicos, um kit de primeiros socorros
O celular eu levava colado no peito porque antes de entrar e dar o passo sabia que tinha que registrar esse tremendo presente que não sabia como começaria nem como terminaria, só improvisei. Juro que só improvisei
-Mãe, meu pau tá doendo muito, tá ardendo por dentro, acho que tá entupido
- O pau não pode entupir a não ser que você tenha uma infecção renal e pedras nos rins, tem ardido quando você mija? - Não mãe, na verdade eu sinto que as bolas vão explodir, fiquei tanto tempo reprimido e acho que meu corpo tá me obrigando a gozar mas não consigo, tá doendo
- O que você tá fazendo? - Preciso que você me ajude, pela primeira vez seu filho precisa de você, vai negar sua ajuda pro seu próprio filho? Prosseguiu desconectando sua lógica e entrou sua vocação guiada por uma luxúria feroz, ambas as colheitas das minhas sementes plantadas depois de tantos e tantos anos de espera
- Ah, mamãe, por favor me ajuda a acabar com esse sofrimento. Ela tenta afastar minha mão, mas não consegue.
Ele faz sua primeira aproximação, eu me deito, abaixo o collant dela e meu pau já estava num mar de lubrificação natural, masculina
A mente e a razão eram nulas para ambos, não havia palavras, mas eu sentia a sua suadeira e o seu palpitar
Eu fazia isso com tanta devoção que parecia que eu ia morrer se não conseguisse
Nesse momento eu comecei a soltar meu prazer já descarado - Oh mamãe, ohhh que delícia - Assim papai, assim.. Assim papai assim Deus eu me estremeci ao ouvi-la dizer isso, tinha evocado a mais puta das vadias e estava em si disfarce de mãe masturbando seu filho pervertido, sabendo ambos que não havia razão, não havia pretexto, só dois corpos pecando juntos, assinando sua sentença antimoral, negando-se o direito ao céu
Então decidimos ir com tudo
Ela soprava ar quente em mim que eu sentia percorrer da minha uretra ao peito como se me mergulhassem numa piscina de lava ardendo - Oh mamãe
- Assim, buceta, assim
- Ah, que delícia, mamãe
- Solta, filho, solta
- Oh, mamãe
- Solta, papai, você tem que gozar - Ah, mamãe - Vamos, papai, vamos, vamos, filho, me dá seu esperma

- Ahhhhh ahhhh ahhhh Rezo pelo dia em que eu possa emanar toda a minha vitalidade na sua barriga, sentir a sua umidade, sentir o seu calor, cheirar os seus aromas, gozar as suas contrações. Ser homem e mulher para sempre.
Vocês vão lembrar que em uma das nossas conversas com a minha mãe na temporada mais febril da pandemia, eu falei da minha atriz favorita (Tudo o que foi descrito na Pt. 1) Raina W, e do efeito desenfreado que eu provoquei nela. Bom, a essa altura é indispensável mencionar que eu procurei cuidadosamente as imagens que mostraria das galerias dela desde aquela ocasião há 6 anos, em que a atriz vestia roupas muito parecidas com as da minha mãe, o cabelo penteado de forma muito parecida também, a maquiagem, e tudo foi com o propósito de criar uma semelhança difícil de esquecer no mais recôndito da memória dela. Perfeito. Certeiro. Semeado.
Minha mãe tem duas paixões na vida que são uma medalha a exibir. O altruísmo e a empatia. Isso a torna uma mulher tremendamente humana na hora de ajudar qualquer pessoa, boa ou má, que precise dela, por isso sua profissão médica a compõe como uma mulher que dá sem pensar sua mão ao necessitado. E é aqui que tudo se encaixa perfeitamente. No mês passado foi o aniversário dela, ela me pediu para não fazer alvoroço pois não queria sair a lugar nenhum, não queria estar rodeada de pessoas, então a sorte foi se acomodando para mim. Era óbvio que não passaríamos o dia dela despercebido, então comprei a massa com camarão que ela tanto gosta, a entupi de afrodisíacos, chocolates com um toque de sal marinho que ela por alguma razão acha que é uma boa combinação, e o inigualável vinho espumante rosé a uma temperatura gelada, mas só uma garrafa para que ela não o tomasse de forma inapropriada.
Essa era a minha cena, como se fosse um filme de fadas e rainhas, como se o centauro e a donzela estivessem à mesa, assim ela com sua beleza e ternura enfeitavam minha visão, eu como o centauro pervertido que só ansiava por um deslize da donzela para prejudicá-la. Então novamente coloquei meu plano sujo em ação, comemos, rimos, conversamos, bebemos, nem percebemos e já era quase noite e ela estava meio corada pelo vinho, então me despedi dela com um beijo carinhoso entre a bochecha e a alma, para isso fiz questão de que ela me visse saboreando os lábios antes de beijá-la e depois do beijo coloquei um pouco a língua pra fora e, como quem degusta um doce que gruda, insinuei que era o sabor dela. Ela não disse nada, só sorrindo me deu boa noite e fomos dormir. Na manhã seguinte do aniversário dela, segunda-feira, início de semana e de milhares de tarefas, ela teve que cancelar vários pacientes para fazer tarefas de casa, mas a boa atitude não a abandonou, então achei que seria um bom dia para avançar mais, embora nem eu soubesse o quanto ia conseguir. Então novamente sentamos pra comer, não teve muita conversa porque ainda tinha louça pra lavar e algo pra varrer, então fingi que ia trabalhar no laptop enquanto ela lavava na pia, e como se tudo estivesse bem calculado, quando ela se dispôs a varrer, selecionei um vídeo na busca, um que acenderia como um fósforo nossos instintos mais baixos, com um volume bem prudente, quase imperceptível a menos que você estivesse vendo diretamente na frente do computador, e com umas imagens que o subconsciente dela tinha guardado perfeitamente, só que agora com um potencial de ação mil vezes maior, fingi entrar no banheiro e me posicionei num lugar onde pudesse vê-la de longe sem ser visto enquanto ela devorava as cenas com seus olhos felinos famintos de um desejo voraz que ela achava esquecido..
Não tem sentido explicar a semelhança e o paralelismo que minha mãe estaria imaginando naquele momento, né?
Foi impossível pra ela desviar o olhar da tela
O vídeo corria e corria, e ela, hipnotizada pelo que seus olhos estavam vendo, continuava possuída
Não consigo descrever o que meu coração estava sentindo naquele momento, porque estava a mil, e se vocês já sentiram tantos níveis de adrenalina alguma vez, sabem que certos sentidos se aguçam, mas outros ficam nublados, e ela estava igual a mim..
Mas como se estivéssemos saindo de um transe compartilhado, tive lucidez para subir os degraus sem fazer barulho e fingir que meus passos estavam descendo a escada, avisando que eu ia até ela
Nem preciso dizer que o erotismo tinha inundado a nossa casa e tanto para ela quanto pra mim foi impossível soltar uma única palavra, então ela imediatamente se dispôs a subir pro quarto dela, como se tivesse terminado as tarefas, supostamente se preparando pra ir ao consultório dela que fica na nossa própria casa, mas não foi assim..
Eu não ouvi nenhum barulho, não houve nenhum sinal que denunciasse o óbvio, mas no momento em que ela saiu do quarto, entrei direto e me encontrei no cesto de roupa suja dela, a mais bela demonstração do amor dela, como se fosse um sussurro, denunciando o desejo fervoroso dela que não tinha desaparecido, mas estava mais vivo do que nunca. E como um mendigo sedento ao encontrar um oásis, me dispus a me deliciar com o mel dela, um aroma intenso de buceta com um dulçor e consistência cremosa, devorei até o último resto da gozada feminina dela, jamais vou superar esse sabor, jamais vou superar essa cena, jamais vou superar a minha mãe. Eu tenho que tê-la para mim. Mal continha minha respiração, a visão parecia tirada de um filme onde a imagem é embaçada em primeira pessoa, desci como pude até o consultório dela e ela estava num quarto separado que tem onde também deixa o jaleco ou a roupa, ou os utensílios para atender os pacientes, num transe igual ao meu quando mal consegui abaixar as calças e acho que joguei a camisa por aí antes de entrar, subi no banquinho médico dela, enchi os pulmões e então gritei - Mãe ahhh tá doendooo Não houve espaço entre os segundos quando
Ela não se abalou ao me ver pelado, se desligou da faceta de médica e me disse: — O que está acontecendo? O que está doendo e por quê? Enquanto ela preparava o mais básico em termos médicos, um kit de primeiros socorros
O celular eu levava colado no peito porque antes de entrar e dar o passo sabia que tinha que registrar esse tremendo presente que não sabia como começaria nem como terminaria, só improvisei. Juro que só improvisei
-Mãe, meu pau tá doendo muito, tá ardendo por dentro, acho que tá entupido
- O pau não pode entupir a não ser que você tenha uma infecção renal e pedras nos rins, tem ardido quando você mija? - Não mãe, na verdade eu sinto que as bolas vão explodir, fiquei tanto tempo reprimido e acho que meu corpo tá me obrigando a gozar mas não consigo, tá doendo
- O que você tá fazendo? - Preciso que você me ajude, pela primeira vez seu filho precisa de você, vai negar sua ajuda pro seu próprio filho? Prosseguiu desconectando sua lógica e entrou sua vocação guiada por uma luxúria feroz, ambas as colheitas das minhas sementes plantadas depois de tantos e tantos anos de espera
- Ah, mamãe, por favor me ajuda a acabar com esse sofrimento. Ela tenta afastar minha mão, mas não consegue.
Ele faz sua primeira aproximação, eu me deito, abaixo o collant dela e meu pau já estava num mar de lubrificação natural, masculina
A mente e a razão eram nulas para ambos, não havia palavras, mas eu sentia a sua suadeira e o seu palpitar
Eu fazia isso com tanta devoção que parecia que eu ia morrer se não conseguisse
Nesse momento eu comecei a soltar meu prazer já descarado - Oh mamãe, ohhh que delícia - Assim papai, assim.. Assim papai assim Deus eu me estremeci ao ouvi-la dizer isso, tinha evocado a mais puta das vadias e estava em si disfarce de mãe masturbando seu filho pervertido, sabendo ambos que não havia razão, não havia pretexto, só dois corpos pecando juntos, assinando sua sentença antimoral, negando-se o direito ao céu
Então decidimos ir com tudo
Ela soprava ar quente em mim que eu sentia percorrer da minha uretra ao peito como se me mergulhassem numa piscina de lava ardendo - Oh mamãe
- Assim, buceta, assim
- Ah, que delícia, mamãe
- Solta, filho, solta- Oh, mamãe
- Solta, papai, você tem que gozar - Ah, mamãe - Vamos, papai, vamos, vamos, filho, me dá seu esperma

- Ahhhhh ahhhh ahhhh Rezo pelo dia em que eu possa emanar toda a minha vitalidade na sua barriga, sentir a sua umidade, sentir o seu calor, cheirar os seus aromas, gozar as suas contrações. Ser homem e mulher para sempre.
0 comentários - Como chantageei a mamãe Pt. 3 (final)