Minha ex me transformou em corno submisso

Começo esta história com uma breve descrição da Ana. Ela é uma garota, cabelo preto longo até a cintura, pele muito branca e delicada, rosto pequeno e triangular, olhos castanhos, com peitos de limãozinho, uma bunda pequena e mãos e pés delicados sempre com as unhas pintadas, tem a buceta chiquita, sempre depilada na definitiva. Usa calça legging preta, camisetas justinhas e calcinhas fio-dental de cores intensas. Conheci ela pelas redes e desde a primeira vez que a gente transou ela me deixou louco, pelo jeito dela de olhar e pelas caras que faz quando goza. A primeira vez que tive uma suspeita foi quando a Ana ficou na minha casa pra dormir; revistando os bolsos da calça dela pra lavar, encontrei um ticket de um hotel de beira de estrada, e ela se justificou dizendo que era de um amigo taxista e que ela pegou pra que a mulher dele não encontrasse. Apesar das minhas dúvidas, optei por acreditar nela e segui com o relacionamento sem mais perguntas. Ela me pedia exclusividade e cada vez se mostrava mais atenciosa e interessada em ter um relacionamento sério comigo. Nas semanas seguintes a gente se via cada vez mais, sempre ela vinha na minha casa, a gente comia alguma coisa, transava e ela ia embora. E a próxima coisa que chama minha atenção são hematomas grandes nos dois braços, como se alguém tivesse segurado ou amarrado ela com muita força. Aí ela me diz que no trabalho dela teve que levantar coisas pesadas e ficou assim. Incrédulo, eu aceito a verdade dela, mas da minha parte continuo me vendo com outras mulheres pela minha própria desconfiança. Um dia ela me confronta, já que encontra fotos de mulheres sem roupa no meu computador, de muito tempo atrás, que eu tinha esquecido de apagar. Devido aos antecedentes e esses ciúmes persistentes, aproveito um dia que a gente foi viajar, bebemos demais e ela dorme, e começo a revistar o celular dela e encontro uma galeria cheia de fotos de paus e fragmentos de conversas (evidente que várias mensagens tinham sido apagadas) dos supostos amigos dela, com frases como: que gostoso que você chupa o pau, ou que vontade de Comer sua buceta. Depois de longas discussões, ela me diz que são conversas antigas e bloqueia os supostos amigos, jurando que queria algo sério comigo. Por um tempo, o relacionamento parecia ir perfeito, eu morava no centro da cidade e ela, trabalhando perto, vinha cada vez mais seguido. Num dia de muito calor, espero ela com a comida pronta e muita vontade de transar, e assim que ela entra tento tirar a roupa dela e beijá-la, para minha surpresa quando noto ao abaixar o short que a calcinha fio-dental vermelha estava cortada e ela tinha amarrado com um nó, ela me conta que é de má qualidade e que rasgou tentando ir ao banheiro às pressas, entra para tomar banho e da curiosidade e nervosismo não consigo evitar pegar da lixeira e ver que estava cheia de fluidos brancos e um cheiro muito intenso. Com todos esses acontecimentos na minha cabeça surge a ideia de que minha namorada é uma ninfomaníaca e me trai, por minha parte eu também tinha sido infiel várias vezes, então proponho a ideia de abrir o relacionamento já que tem um lado dela que não podia mostrar comigo e esse lado obscuro cada vez me chamava mais a atenção, no começo ela se mostrou interessada, chegamos a conversar com casais ou até ver de incluir uma mulher mas sei muito bem que ela não é bi, e além disso é muito ciumenta então terminamos falando de fazer um ménage com outro cara, aos poucos a ideia foi se desvanecendo e ela se negou a tudo, tornando o relacionamento algo mais monótono e cotidiano. Por causa dos ciúmes frequentes de ambos nessa instância paramos de sair separados e começamos a morar juntos num apê novo nos arredores da cidade. Como não podia sair pra festa, meus dias de lazer se tornaram convidar meus amigos pro apê e beber algo e conversar enquanto a Ana quase sempre estava presente. Nessa instância é quando começa a acontecer o interessante. No começo só pareciam simples descuidos, ou comportamentos normais de que ela se sentia à vontade, mas cada vez mais começaram a se notar as atitudes dela. Começo a treinar junto com um amigo que vamos chamar de Esteban, que costumava me visitar seguido, um cara moreno, bem quieto e tímido mas muito segundinho. Toda vez que voltávamos do treino, Ana entrava no banho minutos antes da nossa chegada e saía com roupa confortável, relaxada, e tomava ou jantava com a gente. E pega o hábito de tomar banho com a porta aberta e a luz apagada, aí eu falo que acho inapropriado e ela se justifica dizendo que nunca toma banho com a porta fechada. Começo a notar que cada vez ela está mais fria e com menos vontade de ter intimidade, ao contrário de quando Esteban vai embora, que ela fica muito excitada e começa a chupar meus dedos quando a gente transa. Com a ideia fixa na minha cabeça de ela dando pros dois, me encho de uma mistura de insegurança, nervos que me fazem tremer toda vez que penso ou falo do assunto, e uma excitação que nunca tinha sentido antes. Toda vez que tento falar do assunto com ela, ela se faz de desentendida, e na presença do Esteban continua fazendo o mesmo, usa shortinhos curtinhos, camisetas sem sutiã, e sobe os pés na mesa apontando pra ele. Um dia transando, ela de quatro, noto que o ânus dela dilata demais, faz meses que não fazíamos por trás, mas estando nessa posição a bunda dela se abre como se tivessem metido uma garrafa ali, outro dia aparece com um roxo na nádega com desculpa de que caiu por causa da chuva. Em outra ocasião, quando meus amigos vieram tomar alguma coisa, ela me pergunta se devia se trocar pra descer, estando com um microshort que ao abrir as pernas dava pra ver a calcinha e uma camiseta minha regata com buracos sem sutiã, na qual escapa um mamilo, e por pura raiva minha e por não saber como responder, tento colocá-la à prova dizendo que ela pode usar o que quiser, e noto como todos os meus amigos veem as tetas e a bunda dela. Um dia ela pede a um amigo meu que ensine ela a andar de moto, porque segundo ela eu não tinha paciência, esse me olha pra ver se eu aprovo e eu permito, acompanhando eles e eu como um Bóludo vendo como meu amigo apoia minha namorada e a leva na moto sentado atrás dela. Com tudo isso eu já sabia que era um puta de um cuck, e todo mundo me dizia que eu tinha que deixá-la, mas o tesão de vê-la transando com outro sendo a puta que ela é, e comigo ela finge, se transforma numa obsessão que me corrói os nervos mas me enche de prazer ao mesmo tempo. Opto finalmente por colocar microfones na minha casa e saber o que ela fazia quando eu estava trabalhando e pra minha surpresa fica gravado com muito barulho, mas pra mim claro que entra um homem: ... aii estou nervosa, é que não sei se ele leu ou não, mmm mmm que delícia de rola, vem dá pra mim punheteiro, quer que eu te chupe a rola toda, ahh. Para, acabaram? Vai fazer por trás? É seu amigo que te dá tesão? Resultado desses áudios o que ela nega até a morte, eu me separo com a maior intriga de saber com qual dos meus amigos ela transou, ou se realmente foi um amigo meu. Num período de reconciliação tentei fazer sexo oral nela e quando chupei o cu dela senti gosto de lubrificante. Essa foi a última vez que estivemos juntos, hoje em dia ela continua me escrevendo, me afastei de todos os meus amigos, e quando ela me escreve é querendo lembrar os momentos felizes de casal, os jantares em família, as viagens. Mas na minha cabeça está a ideia fixa de querer vê-la como a puta que ela é, já pensei muitas vezes em aparecer com um amigo direto pra ver como ela reage, em propor isso pra ela, ou simplesmente espioná-la pra saber o que ela faz. Aos poucos foi se tornando minha maior obsessão. Nesse tempo separados eu estive com garotas mais bonitas que ela, que me deram tudo o que eu quis e mais. Mas por alguma razão não consigo tirar da cabeça a puta da minha ex. Nas coisas que ela deve estar fazendo agora, em que eu até pagaria pra vê-la com o cu arrebentado por outro homem, e que ela me olhe com esses olhos castanhos e cara de puta no cio enquanto chupa meu pau e outro homem arrebenta a bunda pequena dela. Vocês o que acham que eu deveria fazer?

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