Confissão de Halloween

Meu nome é Marcos, tenho quarenta anos. Sou alto, de compleição atlética, desses que ainda se cuidam mesmo que o trabalho não ajude muito. Levanto cedo quase todos os dias pra treinar antes de sair pro trabalho. Sou encanador. Não ganho uma fortuna, mas dá pra manter a casa e criar minha filha desde que minha esposa morreu há quinze anos.

Minha filha se chama Valentina. Tem 21 anos e é, sem exagero, uma das mulheres mais gostosas que já vi na vida. Loira de cabelo longo e ondulado, olhos azuis claros, lábios carnudos e um corpo que parece saído de uma revista: peitos firmes, cintura estreita, quadris largos e um rabo redondo e perfeito. Sempre foi linda, até na adolescência, mas nos últimos anos ficou impossível de ignorar.Confissão de HalloweenSempre a respeitei. Nunca cruzei nenhuma linha. Nunca disse nada inapropriado nem olhei demais quando ela estava presente. Mas sou homem. Estou há quinze anos sem um relacionamento de verdade, sem uma mulher na minha cama, e tem noites em que o corpo pede o que a cabeça não deveria. Algumas dessas noites, quando estava sozinho e a casa em silêncio, me masturbei pensando nela. No corpo dela. Em como ela ficaria debaixo de mim. Depois me sentia nojento de mim mesmo, tomava banho com água fria e jurava que não faria de novo. Até a próxima vez.

Nada disso, porém, me preparou para o que eu ia viver naquele dia de Halloween.

Naquele dia, enquanto tomávamos café da manhã na cozinha, Valentina deixou o copo de suco de lado e olhou pra mim com aquele sorriso que ela sempre usava quando queria alguma coisa.

—Pai… posso ir hoje à noite numa festa de Halloween?

Deixei o café sobre a mesa e olhei pra ela por cima da xícara.

—Vai ir fantasiada?

Ela assentiu, um pouco rápido demais.

—Sim… embora a fantasia seja mais..."santa" que a do ano passado — disse e soltou uma risadinha.

Assim que ela disse isso, minha mente foi sozinha lembrando o ano passado.

O ano anterior. A fantasia foi de diabinha. Um body vermelho brilhante, tão justo que parecia pintado na pele dela, o decote tão profundo que quase os peitos dela saíam, as meias-calças de rede vermelhas subindo por aquelas coxas grossas e firmes, e aqueles chifrinhos vermelhos de pelúcia sobre a cabeça loira dela.vadiaEla tinha parado na minha frente na sala, virando devagar, deixando eu ver como o tecido marcava cada curva da bunda. Tinha me custado um esforço sobre-humano não perder a compostura. Fiquei com ciúmes de um jeito absurdo, pensando em todos os caras que iam olhar pra ela, que iam botar as mãos nela, que iam imaginar comendo ela e talvez um até teria conseguido. No fim, deixei ela ir. Naquela mesma noite, depois de beber além da conta, entrei no quarto dela, abri a gaveta das calcinhas, peguei umas duas tangas usadas e levei pro rosto enquanto batia uma punheta como um degenerado, sentindo o cheiro dela até gozar forte e terminar tudo em cima de uma delas.loira—Papai?

A voz de Valentina me tirou da lembrança. Pisquei e voltei a focar nela, que me olhava esperando resposta, com uma sobrancelha levemente arqueada.

Engoli em seco e assenti, tentando soar firme.

—Tá bom. Pode ir. Mas tem que chegar cedo. E se a fantasia for demais… não te deixo sair. Ficou claro?

Ela sorriu, satisfeita, e assentiu.

—Claro, pai. Não se preocupa.

Eu, por outro lado, já estava preocupado e talvez um pouco excitado.

Depois disso fui trabalhar. Foi um dia normal, ou pelo menos tentei que fosse. Passei a manhã revisando um vazamento num prédio de apartamentos e a tarde trocando o encanamento de uma casa velha na periferia. O trabalho me mantinha ocupado com as mãos, mas a cabeça não colaborava.

A toda hora, sem que eu pudesse evitar, a imagem de Valentina voltava. Primeiro a fantasia do ano passado: aquele body vermelho brilhante colado ao corpo dela, o decote profundo, as meias de renda subindo pelas coxas, a bunda redonda marcando quando ela se virava. Depois minha mente começava a inventar. Eu a imaginava com algo ainda mais ousado. Cada versão que me vinha à cabeça era pior que a anterior, mais provocante, mais impossível de ignorar.

Mais de uma vez tive que parar, me apoiar na parede ou no caminhão, e respirar fundo porque tinha ficado de pau duro só de pensar nisso. Me sentia um porco. Um pai de merda. Mas o desejo não ia embora. Continuava ali, quente, insistente, me lembrando que fazia quinze anos que eu não tocava numa mulher de verdade e que a única que ocupava minha cabeça ultimamente era minha própria filha.

No fim da tarde cheguei em casa. Mal fechei a porta atrás de mim e escutei a voz de Valentina gritando do andar de cima:

—Papaiiii! Que bom que você chegou! Bem na hora de ver minha fantasia.

Ela riu de um jeito sedutor, e sua voz baixou um tom, quase brincalhona.

—Com essa fantasia você vai confiar que sou a mulher mais pura do mundo.

Baixei o olhar um segundo, sentindo já um nó no estômago. —Senta na sala —continuou—. Já desço. Obedeci. Sentei no sofá da sala, com as mãos apoiadas nos joelhos, e levantei a voz o suficiente para que ela me ouvisse. —Já estou sentado. Escutei seus passos descendo as escadas. Lentos. Deliberados. Como se estivesse medindo cada degrau. Quando finalmente apareceu no patamar, o ar me faltou. Ela estava com um body preto justo, de decote tão profundo que quase chegava ao umbigo, deixando à vista a curva interna dos peitos. Uma gola branca e estreita rodeava seu pescoço, com um pequeno crucifixo prateado pendurado bem no centro do peito. Na cabeça, usava o hábito preto de freira, com a faixa branca na testa. As meias-calças de rede pretas subiam pelas coxas e eram presas por ligas que sumiam sob a borda do body. Estava muito gostosa. Sagrada e pecaminosa ao mesmo tempo. Meu pau ficou duro na hora, apertado contra a calça do trabalho. Ela se aproximou devagar, com um sorriso de canto, e começou a desfilar a fantasia na minha frente. Deu uma volta completa. Quando me deu as costas, o body marcava perfeitamente a bunda redonda e firme, e as meias de rede esticavam aquelas coxas grossas de um jeito que me fez cerrar os dentes.borracha—Você aprova, papai? — perguntou ela, olhando de novo por cima do ombro — Prometo que não vou fazer nada de errado.

Então ela se ajoelhou no chão, na minha frente, com as pernas abertas e as mãos juntas na altura do peito, numa pose de reza. O decote se abriu ainda mais com esse movimento. Levantou o olhar pra mim, com os olhos semicerrados e uma expressão que não tinha nada de inocente.gostosa—Vou passar a noite toda rezando...

Eu só engoli em seco. Tentando encontrar a voz antes de responder.

Não sabia o que dizer. Me levantei, precisando me mover pra pensar com um pouco mais de clareza. Por um lado queria que Valentina saísse, que curtisse a noite dela, que fosse uma garota normal de vinte e um anos. Por outro, o ciúme me corroía. Ciúme sujo, irracional. Sabia que naquela festa mais de um ia olhar pra ela com fome. Que algum ia tentar pegar no rabo dela ou meter a mão por baixo daquele body. Que talvez acabasse transando com alguém. E só a ideia me embrulhava o estômago e deixava meu pau ainda mais duro ao mesmo tempo.

Pensei o suficiente. Respirei fundo. E finalmente cedi.

—Tá bom —falei, com a voz mais firme do que eu me sentia—. Pode ir.

Ela, que continuava de joelhos, se levantou num pulo e se jogou pra me abraçar. O impacto do corpo dela contra o meu me pegou de surpresa. As tetas dela, mal cobertas pelo body preto, se esmagaram contra meu peito. Senti o calor da pele dela através do tecido fino. Sem pensar, uma das minhas mãos desceu e se fechou sobre uma das nádegas dela, apertando com força um segundo a mais. O material do body e a meia de rede não escondiam quase nada. Estava macia, firme, quente.

Ela pareceu não notar... ou fingiu não notar. Me deu um beijo rápido na bochecha, bem perto do canto da boca, e me apertou mais forte.

—Te amo muito, papai —sussurrou no meu ouvido—. De verdade.

Quando o arrebatamento passou, ela se afastou um pouco, ainda sorrindo, e levantou uma mão jurando.

—Prometo que não vou beber muito. E que vou me comportar.

Me deu outro beijo na bochecha, mais curto dessa vez, e me abraçou de novo, mais breve. Depois pegou a bolsa do sofá, ajeitou o hábito preto e foi em direção à porta.

—Volto cedo, prometo.

Abriu a porta e saiu. Eu fiquei parado no meio da sala, ainda com o calor da bunda dela marcado na palma da mão. Consegui ver, pela janela, como ela se aproximava de um carro preto que já a esperava com as luzes acesas. Abriu a porta do carona, entrou e o veículo arrancou na hora, sumindo rua abaixo.

Fiquei sozinho na casa. Com o pau duro apertando a calça e a sensação do corpo dela ainda grudada no meu.

Fiquei na sala. Liguei a TV mais por hábito do que por interesse e peguei uma garrafa de uísque do móvel. Comecei a beber sozinho, sem copo, direto no bico. As imagens da tela passavam sem que eu registrasse. Minha cabeça estava em outro lugar. Na Valentina. Naquele body preto. Em como a bunda dela marcava quando ela se virou. No jeito que os peitos dela tinham se esmagado contra o meu peito quando ela me abraçou.

O pau continuava duro. Desabrochei a calça, tirei o pau pra fora e comecei a me masturbar com a mão ainda suja do trabalho. Fechei os olhos e imaginei que era ela que estava me punhetando. Que estava de joelhos de novo, mas dessa vez não rezando. Que abria a boca e eu enfiava até o fundo. O prazer subiu rápido, quente, quase doloroso… mas de repente eu parei. Senti nojo de mim mesmo. Soltei o pau, guardei de novo na calça e limpei a mão na camisa. Continuei bebendo.

As horas passaram. Continuei bebendo até que o cansaço e o álcool me venceram. Peguei no sono no sofá, com a garrafa ainda na mão.

O som de uma buzina me acordou de repente. Me levantei tonto, com a boca seca e a cabeça pesada. Olhei o relógio da parede. Três da manhã.

Me levantei cambaleando um pouco e espiei pela janela. Vi a Valentina descendo de um carro azul que parou na frente da casa. Ela caminhava em direção à porta de forma instável, quase arrastando os pés. O carro arrancou e foi embora assim que ela fechou a porta.

Fui até a entrada e abri. Ela se jogou em cima de mim e se deixou cair nos meus braços. O cheiro de álcool saía dela por todos os lados: da boca, do cabelo, da pele. —Já cheguei, papai… —disse ela, arrastando as palavras, com a voz pastosa e baixa. Levantei ela como deu, fechei a porta com o pé e a levei até o sofá. Deitei ela com cuidado e dei uma olhada de canto. Parecia bem. Bêbada até o fundo, mas sem machucados nem nada estranho. Fui à cozinha servir um copo d'água. Quando voltei, ela já estava de pé no meio da sala. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas e ela me encarava fixamente, com uma expressão que não soube interpretar direito. Ela se jogou em mim de repente. Se agarrou no meu pescoço e deixou todo o peso do corpo cair sobre mim. O copo d'água escorregou da minha mão e se estilhaçou no chão. O barulho do vidro quebrando encheu a sala por um segundo, mas nenhum dos dois olhou pra baixo. Valentina enterrou o rosto no meu peito e soltou um soluço curto, abafado. A voz dela saiu baixa, quase um sussurro, colada na minha camisa: —Todos os homens são uns bostas… Todos querem a mesma coisa… Acariciei as costas dela com uma mão, ainda surpreso com o abraço e com o cheiro de álcool que vinha do cabelo e da pele dela. —Alguém fez alguma coisa com você? —perguntei, tentando manter a voz firme—. Te tocaram? Te forçaram a algo? Ela negou com a cabeça sem se separar de mim. —Não… Não me fizeram nada. Mas é sempre igual. Me olham como se eu fosse um pedaço de carne. Me dizem coisas. Me roçam "sem querer". Até os que se fazem de bons terminam igual. Só querem meter a mão ou me foder e pronto. Respirei fundo. O body preto de freira colava no meu peito a cada movimento dela. Sentia o calor das tetas dela através do tecido fino. —Nem todos são assim —disse, mais baixo—. Um dia você vai conhecer alguém que valha a pena. Alguém que te respeite de verdade. Ela assentiu devagar. Então levantou a cabeça e me olhou nos olhos. Estavam brilhantes, úmidos, com o rímel um pouco borrado. Ficou me olhando por um segundo longo, como se estivesse procurando algo no meu rosto. —Você tem razão… —sussurrou—. Você não Você é assim. Nunca foi assim. Sempre cuidou de mim. Sempre me protegeu. Sempre me amou… Você é um grande homem, pai.

Ficamos nos olhando, o silêncio ficou pesado. Eu conseguia ouvir minha própria respiração e a dela. O cheiro de álcool barato e do perfume dela se misturava no ar. Ela se aproximou mais um pouco. Eu não me movi. Não soube como. Os lábios dela estavam a poucos centímetros dos meus. Pude sentir o hálito quente dela contra a minha boca.

Foi ela quem deu o último passo.

Os lábios dela pousaram sobre os meus. Suaves no começo, quase tímidos, mas firmes. Não foi um beijo de filha. Foi um beijo de mulher. Lento, molhado, carregado de tudo o que a gente não devia estar sentindo. Eu fiquei congelado por um segundo… e depois respondi.

No começo pensei que aquilo estava errado. Que eu tinha que parar. Que era minha filha, que ela estava bêbada, que eu era o adulto e que cruzar essa linha era algo sem volta. Tentei me afastar um pouco, mas ela não deixou. Me beijou com tanta paixão, com tanta necessidade, que qualquer pensamento racional começou a se desfazer.

Os lábios dela se abriram e a língua dela encontrou a minha. O contato foi elétrico. Fazia anos que eu não beijava ninguém assim. Anos sem sentir o calor de uma boca molhada e faminta contra a minha. O gosto de álcool barato e dela mesma me atingiu em cheio. Um gemido baixo escapou da minha garganta sem que eu pudesse evitar.

Por alguns segundos ainda resisti. Minhas mãos estavam ao lado do corpo, tensas, como se eu não soubesse o que fazer com elas. Mas o corpo de Valentina se colava mais ao meu, os peitos dela se esmagavam contra o meu peito através do body preto, e o cheiro da pele dela me deixava com a cabeça confusa.

Peguei ela pela cintura com as duas mãos e puxei com força contra mim. Meus dedos afundaram no tecido fino da fantasia, sentindo a curva dos quadris dela. Comecei a beijar de volta com a mesma paixão com que ela estava devorando minha boca. Já não havia contenção. Só o som molhado dos nossos lábios, o roçar das nossas línguas e o calor crescente entre nós dois. Entre beijos, senti a mão dela descer pelo meu abdômen até parar na minha virilha. Começou a esfregar meu pau por cima da calça, apertando com a palma, medindo o quão duro estava. Eu soltei um grunhido baixo contra a boca dela. Ela se afastou só o suficiente pra falar no meu ouvido, com a voz pastosa e carregada de desejo: —Tá bem duro, papai… Tá tão duro assim pela sua filhinha? Me beijou de novo, mais profundo, enquanto continuava me esfregando. Depois, sem esperar resposta, se abaixou um pouco, desabotoou o botão da minha calça e baixou o zíper. Ficou de joelhos na minha frente, ainda com o hábito preto de freira, o crucifixo pendurado entre os peitos. Baixou minha calça e a cueca de uma vez, deixando meu pau livre. Estava completamente ereto, grosso, as veias marcadas, a cabeça já brilhando de líquido pré-ejaculatório. Valentina ficou olhando por um segundo, com os olhos semicerrados e uma expressão de surpresa genuína. —Caralho… —sussurrou—. É o pau mais grande que eu já vi. Ele é muito lindo, papai… Se inclinou e depositou um beijo lento, molhado, bem na glande. Os lábios dela ficaram ali um momento, saboreando, antes de levantar o olhar pra mim, ainda de joelhos, com meu membro a poucos centímetros da boca. Ela começou a me dar beijos lentos ao longo de todo o pau. Da base até a ponta, deixando um rastro molhado e quente com os lábios. Eu me estremeci cada vez que sentia aquela boca macia me roçar. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Minha filha… minha Valentina… de joelhos na minha frente, com a fantasia de freira ainda vestida, prestes a chupar meu pau.filhaEla notou meu nervosismo. Levantou o olhar, ainda com os lábios roçando meu membro, e falou baixinho, quase com ternura:

—Calma, papai… Não aconteceu nada. Eu te amo.

Dito isso, sem desviar os olhos dos meus, abriu a boca e engoliu todo o meu pau de uma só vez. Senti a cabeça do meu membro bater no fundo da garganta dela. O calor, a pressão, a umidade… foi demais. Ela ficou assim por alguns segundos, com o nariz encostado no meu baixo ventre, engolindo ao redor de mim, até que teve que tirar pra respirar. Um fio de saliva conectava os lábios dela com minha glande.

Ela não esperou muito. Voltou a me colocar na boca e começou a chupar com desespero. Subia e descia a cabeça no ritmo, chupando forte, usando a língua, molhando todo o meu pau com saliva. O som obsceno da boca dela enchia a sala. Eu tinha uma mão apoiada na parede e a outra enroscada no cabelo dela, por baixo do hábito preto, sem saber se empurrava mais ou deixava ela fazer.incestoSenti como o esperma começava a se acumular nas bolas. Estava prestes a gozar. Ela percebeu. Afrouxou a sucção, tirou meu pau da boca com um som molhado e olhou pra mim de baixo, com os lábios inchados e brilhantes.

—Te amo, papai… —sussurrou, ofegante—. Mas eu te quero dentro.

Ela se levantou, pegou meu pau com uma mão e começou a me guiar pro quarto dela, puxando de leve como se fosse uma coleira. Andamos pelo corredor em silêncio, ela ainda com o body preto de freira e as meias de renda, eu com a calça abaixada até as coxas e o pau encharcado de saliva apontando pra frente.

Ela entrou primeiro no quarto. Eu fiquei parado no batente da porta, com a calça ainda abaixada e o pau duro e brilhante de saliva apontando pra ela. Valentina subiu na cama de joelhos e ficou de quatro sem perder um segundo. O body preto de freira tinha subido um pouco, deixando quase toda a bunda à mostra. As meias de renda pretas esticavam aquelas coxas grossas e firmes, e o tecido da fantasia entrava entre as nádegas, marcando perfeitamente o formato redondo e pesado do traseiro dela.

Começou a rebolar as cadeiras de um lado pro outro, devagar no começo, depois com mais força, como se estivesse dançando só pra mim. O movimento fazia a bunda dela quicar e se abrir um pouco a cada vaivém. Olhou por cima do ombro, com o hábito preto ainda no corpo e um sorriso safado nos lábios.padre—Vem, papai… —sussurrou ela, mexendo a bunda com mais insistência —. Sou sua. Me reivindica. Me faz sua de uma vez, sua puta.

Eu continuava paralisado na porta, engolindo seco, com o coração batendo na garganta. Ela não parou. Pelo contrário. Levantou uma mão e deu um tapa forte na própria bunda. O som seco da palmada encheu o quarto. A carne da bunda dela tremeu com o impacto e sob as meias de rede. Ela deu outro. E outro. Cada vez mais forte, abrindo as nádegas com os dedos pra eu ver tudo, até o buraquinho apertado e a buceta inchada e brilhante que aparecia entre as coxas.seducao—Olha pra mim, papai… —ela ofegou, ainda se dando tapas na bunda—. Essa bunda é sua. Essa buceta é sua. Vem e me fode. Por favor… preciso de você dentro.

A fantasia de freira, o crucifixo pendurado, as meias de renda e aquela pose obscena… era demais. Meu pau latejava forte, soltando um fio de saliva que caía no chão. Não tinha mais volta. Dei um passo pra dentro do quarto e fechei a porta atrás de mim.

Ela me viu entrar e sorriu. Aquele sorriso lento, safado, sabendo exatamente o efeito que estava me causando. Ela se ajoelhou no meio da cama, me encarando com aqueles olhos azuis semientrefechados. O hábito preto de freira emoldurava o rosto dela, o crucifixo prateado pendurado entre os peitos e as meias de renda subindo pelas coxas abertas.

Sem dizer uma palavra, ela levou as mãos ao decote do body preto. Abriu devagar, puxando o tecido pros lados até que seus peitos ficaram completamente à mostra. Eram pequenos, firmes e lindos, com os bicos já duros e rosados de excitação. O contraste entre aquela pele macia e a fantasia de freira me acertou como um soco.padre e hijaMeu pau palpitou com mais força ao vê-la assim: de joelhos, as tetas de fora, o body abaixado até a cintura, as meias de rede e aquele olhar fixo em mim. Parecia obscena. Sagrada e completamente pervertida ao mesmo tempo.

Valentina não desviou o olhar. Só ficou ali, me oferecendo o peito, respirando um pouco ofegante, esperando que eu me aproximasse.

—Vem, papai… —sussurrou, se levantando—. Chegou a hora.

Ela se esticou e me deu um beijo profundo, me deixando provar meu próprio sabor na língua dela. Depois me empurrou suavemente em direção à cama. Me deixei cair de costas. Ela subiu em cima de mim, ainda com o body preto aberto no peito e as meias de rede. Com uma mão, afastou o tecido do entrepernas do body e, sem muito cuidado, rasgou as meias de rede bem no entrepernas, deixando a buceta dela completamente exposta. Estava inchada, brilhando de excitação.

Ela se ajeitou sobre mim, pegando meu pau com uma mão, e me olhou de cima com um sorriso carregado de luxúria.

—Agora sim, papai… —gemeu—. Vou ser sua.

Nos olhamos nos olhos. Ela estava em cima de mim, com as tetas de fora, o body preto aberto e as meias de rede rasgadas no entrepernas. Pegou meu pau com uma mão e o alinhou contra a entrada dela. Estava tão molhada que senti o calor dos sucos dela antes mesmo de entrar.

Começou a descer devagar.

O primeiro centímetro me arrancou um grunhido. Estava incrivelmente apertada. Mais do que eu tinha imaginado. A buceta dela me apertava como um punho quente e molhado. Ela soltou um gemido longo e trêmulo enquanto continuava descendo, centímetro a centímetro, deixando o peso do corpo cair sobre meu pau.

—Ahh… papai… —gemeu, com a voz falhando—. Tá tão grande… tá me abrindo…

Continuava descendo. Eu sentia as paredes internas dela se esticando pra me receber. Estava encharcada, escorrendo sobre minha pelve, mas ao mesmo tempo tão estreita que eu mal conseguia não gozar só de sentir. Quando finalmente chegou até o fundo, quando minhas bolas tocaram a buceta, nós dois ficamos parados por um segundo, respirando ofegantes. Ela começou a se mover. No começo foi desajeitado. Ela subia demais e meu pau escapava dela, então tinha que ajeitar de novo e descer outra vez, gemendo toda vez que me engolia inteiro de novo. Mas depois de alguns segundos ela encontrou o ritmo. Começou a quicar com mais força, me enfiando até o fundo em cada descida, com as mãos apoiadas no meu peito e os peitos balançando no ritmo das investidas dela.Confissão de Halloween—Eu amo… —ela gemia, quase chorando de prazer—. Eu amo o pau do meu papai… tá tão fundo…

Seus movimentos ficaram mais frenéticos. O som molhado da sua buceta me engolindo enchia o quarto. De repente seu corpo ficou tenso. Ela arqueou as costas, abriu a boca num grito silencioso e começou a jorrar um fluxo quente e abundante sobre minha pelve e meu baixo ventre. O squirt saía aos borbotões enquanto ela continuava quicando no meu pau, tremendo de forma incontrolável.vadia—Estou gozando, papai! Estou gozando no seu pau!

Quando o orgasmo começou a baixar, ela se deixou cair pra frente, ainda comigo dentro, tremendo e respirando entrecortado. Eu acariciei as costas e o cabelo dela sob o hábito.

—Tá tudo bem… —falei baixinho—. Estou aqui.

Dei um beijo lento nos lábios dela, saboreando o hálito ofegante. Depois olhei nos olhos dela e falei com a voz rouca:

—Agora fica de quatro.

Ela assentiu, ainda tremendo, e desceu de mim com um som molhado. Se virou na cama e se posicionou, me oferecendo o cu marcado pelas meias de arrastão rasgadas e a buceta vermelha e inchada que ainda pingava.

Valentina ficou de quatro. Daquele ângulo o cu dela ficava lindo: redondo, firme, marcado pelas meias de arrastão rasgadas e ainda brilhante dos próprios sucos. As nádegas tremiam um pouco por causa do orgasmo anterior. Me ajoelhei atrás dela, peguei meu pau molhado e apoiei contra a entrada inchada dela.

Comecei a entrar devagar.

Ela soltou um gemido forte assim que a cabeça abriu caminho.

—Ahh… papai… ainda tá muito grande…

Continuei empurrando, centímetro por centímetro. Cada vez que avançava mais um pouco, ela soltava um queixume agudo e apertava os lençóis com os punhos. A buceta dela me engolia com dificuldade, ainda apertada demais apesar de toda molhada que estava. Quando já tinha mais da metade dentro, parei um segundo pra ela se acostumar.loiraDepois, sem avisar, empurrei até o fundo de uma vez só.

Ela gritou.

—Porra! Entrou muito fundo! Tá tudo dentro, papai!

Fiquei cravado até as bolas, sentindo como as paredes dela me apertavam com força. Depois comecei a bombear. Ritmo constante, fundo, tirando quase inteira e enfiando de volta até o final. O som molhado da buceta dela enchia o quarto. Ela gemia sem parar, com o rosto meio afundado no travesseiro e o hábito preto de freira ainda vestido.

—Isso… assim… não para…

Continuei metendo. Cada investida fazia a bunda dela quicar contra minha pelve. De repente a voz dela ficou mais agitada, mais desesperada.borracha—Vou gozar de novo… papai… vou gozar de novo…

Não parei. Pelo contrário. Agarrei os quadris dela com força e aumentei o ritmo. Comecei a foder mais forte, mais fundo, sacudindo o corpo todo dela a cada investida. Ela gritou, já sem controle.

—Porra, isso, papai! Sou sua puta, isso! Me fode mais forte!

Os braços dela cederam. Desabou completamente de bruços na cama, com a bunda ainda empinada. As pernas tremiam sem controle. Um segundo depois começou a esguichar de novo, jatos quentes que respingavam nas minhas coxas e encharcavam os lençóis embaixo da gente enquanto eu recuperava o fôlego depois daquele esforço.

Enquanto ela recuperava o fôlego, ainda de bruços e tremendo, murmurou entre arfadas:

—Tá muito quente… caralho, tô pegando fogo…

Apesar de já ser altas horas da madrugada, o quarto cheirava a sexo e suor. Valentina se levantou com dificuldade, ainda com as pernas tremendo. Começou a tirar o pouco que restava da fantasia. Deixou o hábito preto por completo, o que ela tirou foi o body preto e o que restava das meias-calças de rede rasgadas. Em menos de um minuto estava completamente nua na minha frente.

O corpo magro e gostoso dela brilhava de suor. Os peitos pequenos e firmes subiam e desciam a cada respiração. A buceta estava vermelha, inchada e brilhante de tanto esguichar.

Ela se jogou de costas na cama, abriu as pernas e me olhou com os olhos semicerrados.

—Tá muito sensível, papai… não aguento mais…

Me ajoelhei entre as pernas dela. Chupei dois dedos devagar, sem tirar os olhos da buceta dela, e comecei a massagear o clitóris com delicadeza. Ela soltou um gemido longo assim que eu toquei. Estava tão sensível que até o carinho mais leve fazia ela se arquear.

—Você tá encharcada de novo… —falei, sentindo meus dedos deslizarem com facilidade.gostosaSem parar de olhar pra ela, enfiei os dois dedos dentro dela. Estava quente, escorregadia e ainda bem apertada. Comecei a movê-los devagar, curvando-os pra cima, procurando aquele ponto que fazia ela tremer. Ela abriu a boca e soltou um gemido mais agudo.

—Aí… bem aí, papai… não para…

Acelerei o ritmo. Meus dedos entravam e saíam com som molhado enquanto o polegar roçava o clitóris dela. O corpo dela tensionou de novo. As pernas tremeram e, de repente, um jato quente saiu disparado em volta dos meus dedos, molhando minha mão e os lençóis mais uma vez.

Ela gritou, arqueando as costas, enquanto o squirt saía aos borbotões.

Quando o orgasmo começou a baixar, tirei os dedos encharcados e levei eles até a boca. Ela, ainda ofegante, abriu os lábios e chupou sem hesitar, saboreando os próprios sucos enquanto me olhava nos olhos.

—Prova… —falei baixinho—. É assim que você tá gostosa.

Ela só gemeu em volta dos meus dedos, lambendo eles até limpar.filhaDepois disso, dei-lhe um beijo apaixonado, profundo, saboreando ainda o gosto dos próprios sucos na língua dela. Os dois estávamos cansados, suados e sensíveis demais. O quarto cheirava a sexo, a suor e a ela.

Com uma força que já não tentei disfarçar, peguei-a pela cintura e a virei de bruços na cama de novo. Levantei os quadris dela até deixá-la mais uma vez de quatro. Só estava usando o hábito preto de freira sobre a cabeça; o resto do corpo estava completamente nu, brilhando de suor e de squirt.

Me ajoelhei atrás dela, alinhei meu pau contra a entrada inchada e a penetrei de uma vez só. Ela soltou um gemido surpreso, mas não reclamou. Pelo contrário.

—Mais… —ofegou, empurrando a bunda pra trás—. Me dá mais, papai…

Comecei a meter com força. Já não havia delicadeza. Cada estocada fazia as nádegas dela rebaterem contra minha pelve e o hábito preto se mover nas costas dela. Ela pedia mais a cada golpe.incesto—Mais forte… mais fundo… não para…

Senti meu pau começar a pulsar forte dentro dela. Eu estava no limite. Ela percebeu. Empurrou a bunda ainda mais pra trás e começou a falar sacanagem, com a voz quebrada pelos gemidos.

—Goza em mim, papai… me dá seu leite… me engravida… me enche toda… quero sentir você me preenchendo…

As palavras dela me levaram ao limite. Quase gozei dentro. No último segundo, tirei de repente. Com um grunhido profundo, comecei a jorrar nas costas dela. Jatos grossos e quentes caíram na pele suada, no hábito preto e na fenda da bunda. Continuei me ordenhando em cima dela até não sobrar nada.

Ela ficou de quatro, ofegante, com meu esperma escorrendo pelas costas enquanto o hábito de freira cobria a cabeça dela.padreValentina se virou ao ver que não havia gozado dentro e fez um bico, ainda com meu esperma escorrendo pelas costas dela.

—Eu queria dentro… —murmurou, quase emburrada.

Depois soltou uma risadinha cansada e deu de ombros.

—Não importa. Tenho certeza de que depois você vai fazer.

Ela se ajoelhou na minha frente e me deu um beijo apaixonado, lento, saboreando ainda o cansaço e o sexo na boca um do outro. Quando nos separamos, os dois olhamos ao redor.

O quarto de Valentina estava um desastre. Os lençóis encharcados, o cheiro de squirt e esperma impregnando tudo, restos da fantasia jogados pelo chão. Nenhum dos dois tinha vontade de ficar ali.

—Vamos pro meu quarto —falei.

Ela assentiu. Levantou-se, ainda nua exceto pelo hábito preto que tinha se ajeitado pela metade, e foi até o banheiro se limpar. Eu caminhei até o quarto principal, o mesmo onde tinha dormido sozinho por quinze anos, e me deixei cair na cama.

Enquanto esperava, a realidade começou a me atingir. Eu tinha fodido minha filha. Tinha cruzado uma linha da qual não se volta. E tinha adorado. Cada gemido, cada squirt, cada vez que ela me chamava de papai enquanto eu metia… eu tinha gostado mais do que estava disposto a admitir. E ao mesmo tempo sabia, no fundo, que estava errado. Muito errado.

Esse pensamento se apagou assim que a porta do banheiro se abriu.

Valentina saiu completamente nua, com o cabelo molhado e a pele limpa. Entrou na cama sem dizer nada, se aconchegou contra meu peito e apoiou a cabeça no meu ombro. O corpo quente dela se colou ao meu. Passei um braço pela cintura dela e apertei um pouco mais perto.

Depois de alguns minutos, o cansaço venceu os dois. A gente adormeceu assim, enroscados, na cama que até aquela noite tinha sido só minha.

...

No dia seguinte acordei com a luz da manhã entrando pela janela. A cama ao meu lado estava vazia. Por alguns segundos fiquei parado, lembrando tudo da noite anterior, sentindo ainda o cheiro de sexo nos lençóis. Levantei, vesti uma calça e uma camiseta, e desci pra cozinha com o coração um pouco acelerado. Valentina estava de pé perto do fogão. Usava um body de renda azul-claro, tão justo que marcava a bunda inteira e mal cobria porra nenhuma. Quando me ouviu, virou e me deu um sorriso largo.seducao—Bom dia, papai —disse ela, como se absolutamente nada tivesse acontecido—. Vem, senta. Fiz o café da manhã.

Ela se aproximou, me deu um beijo direto nos lábios (não no rosto) e me pegou pela mão para me levar até a mesa. Sentei ainda perplexo. Ela se movia pela cozinha como se fizesse aquilo há anos: servir o café, colocar os pratos, sorrir.

Tentei falar.

—Ei, filha… sobre o que aconteceu ontem à noite…

Ela me interrompeu com naturalidade, sentando-se à minha frente.

—Era algo que tinha que acontecer. Eu gosto de verdade. E quero que as coisas continuem assim.

Fiquei sem palavras. Só assenti devagar e comecei a comer em silêncio, pensativo. Ela percebeu minha cara e decidiu mudar de assunto.

—Você gostou da minha fantasia de ontem?

Fiquei imóvel por um segundo. Lembrei do body preto, das meias de renda, do crucifixo, de como ela ficava de joelhos e de quatro…

—Gostei —respondi no final—. Mas acho que você mostrava mais do que o necessário.

Ela soltou uma risadinha e deu de ombros.

—Bom… já tenho minha fantasia para a festa de hoje à noite.

Levantei o olhar, estranhando.

—Vai ter outra festa?

—Sim. E só vou se você autorizar a fantasia.

—De quê é?

Ela se levantou da cadeira, ainda com aquele sorriso safado, e me chamou com o dedo.

—Vou te mostrar. Mas temos que ir para a sala. Fecha os olhos e me espera. Não abre até eu falar.

Fiquei olhando para ela por um segundo. Depois assenti, me levantei e a segui até a sala, me perguntando que porra ela planejava agora.

Sentei no sofá da sala e esperei. Ouvi Valentina subir as escadas sorrindo. Passaram uns dois minutos em silêncio até que a voz dela veio lá de cima:

—Já tá com os olhos fechados, papai?

Fechei os olhos e respondi em voz alta:

—Tô. Já estão fechados.

Ouvi os passos dela descendo. Devagar. Depois o leve som dos joelhos dela tocando o chão. O silêncio se alongou por alguns segundos.

—Abre os olhos.

Abri.

Valentina estava de quatro no meio da sala, olhando pra mim de baixo. Usava uma fantasia de vaquinha ridiculamente pequena: um biquíni branco com manchas pretas que mal cobria alguma coisa, meias longas com o mesmo estampado até as coxas, e umas orelhas de vaca rosa e preta na cabeça. Estava com a língua pra fora, mostrando de um jeito brincalhão, e a bunda empinada.padre e hijaEla me olhou com um sorriso safado e sedutor.

—Agora você vai dar leite pra essa vaquinha pobre, papai?

Ela começou a engatinhar na minha direção. Devagar. Até chegar entre as minhas pernas. Parou bem na frente da minha virilha e, sem tirar os olhos dos meus, encostou o rosto no meu calça. Depois levantou uma mão e começou a esfregar meu pau por cima do tecido, sentindo ele ficar duro na hora.

Ela ficou ali, me acariciando, com aquele sorriso de vaquinha safada, esperando eu decidir o que ia acontecer depois.Confissão de HalloweenFIM

0 comentários - Confissão de Halloween