Oi, gente, meu nome Ă© Ana, vou contar pra vocĂȘs que sou nova por aqui, entĂŁo se vocĂȘs me seguirem vĂŁo me ajudar muito. Hoje vou contar uma coisa que nunca contei e que tambĂ©m nĂŁo achei que fosse contar. Antes, queria colocar vocĂȘs em contexto. Meus pais se separaram quando eu era muito pequena (bebĂȘ). Eu cresci morando com a minha mĂŁe, e meu pai morava a umas 30 quadras, mais ou menos. Tudo muda quando eu tinha 6 anos. Lembro de chegar da escola e minha mĂŁe querer conversar comigo. Ela me disse que ia morar com a gente uma pessoa nova, que era o Mario, o novo companheiro dela. Que a partir daquele dia eu tinha 2 pais. Minha criação foi tranquila, eu peguei um carinho infinito pelo Mario, sempre o vi como pai, porque desde os 6 anos convivi com ele. Eu comecei a crescer e, bom, fiquei sabendo que minha mĂŁe tinha se separado do meu pai porque ela foi infiel. O que, desde aquele dia, eu nĂŁo consigo explicar o que aconteceu dentro de mim, mas parei de vĂȘ-la com amor de filha (desculpa se eu estive errada), Ă© o que eu senti e nĂŁo consigo evitar dizer. Eu fiquei sabendo disso sendo adolescente, o que eu lidei numa boa. E aqui começa tudo: eu tinha 19 anos. De manhĂŁ bem cedo eu acordava e ia trabalhar (limpeza). O Mario tambĂ©m ia trabalhar, ele Ă s 5h30 da manhĂŁ, e eu sempre ia Ă s 6h. Tudo começa numa segunda-feira, eu chegando no trabalho, meu patrĂŁo me liga dizendo pra eu voltar pra casa por um problema familiar, ele nĂŁo podia abrir o negĂłcio. AĂ eu volto pra minha casa. E jĂĄ conto pra vocĂȘs: minha casa naquele momento tinha 2 entradas, uma pela garagem do lado (que ficava mais perto dos quartos), jĂĄ que eu ia com a ideia de voltar a dormir. E a outra dava na frente, a porta principal. Eu, quando cheguei na esquina da minha casa, me pareceu ver alguĂ©m entrando na minha casa, mas fingi demĂȘncia, porque eu estava puta da vida por jĂĄ estar quase indo trabalhar, e disse que foi impressĂŁo minha. EntĂŁo, quando cheguei em casa, tinha mĂșsica no quarto da minha mĂŁe e eu escutei que eles estavam falando. Tudo me lembrou da minha adolescĂȘncia quando eu descobri o que tinha acontecido com meu pai. Naquele momento eu tinha as velhas cĂąmeras de fotos e de vĂdeos. SaĂ do meu quarto, fui pelo quintal sem fazer barulho e o quarto da minha mĂŁe dava pro quintal, entĂŁo na janela comecei a filmar e depois saĂ de casa. Fui tomar um cafĂ© numa cafeteria a poucas quadras. Voltei por volta das 10 da manhĂŁ. Minha mĂŁe me perguntou por que eu tinha chegado cedo e eu disse que o patrĂŁo teve um problema familiar. Fui pro quintal, peguei a cĂąmera e lembro de me deitar atĂ© perto do meio-dia. Almocei e na hora da sesta eu sempre ia pra academia, mas decidi ir pro quarto e ver o que a cĂąmera tinha gravado. A cĂąmera gravou um pouco menos de 1 hora e depois parou porque o armazenamento encheu. Mas eu jĂĄ tinha provas suficientes (com vĂdeo e ĂĄudio) de tudo. Daria mais detalhes, mas tambĂ©m nĂŁo quero entediar vocĂȘs. Mario chegava Ă s 15h. E minha mĂŁe saĂa Ă s 17h. EntĂŁo decidi ir caminhar jĂĄ que nĂŁo tinha ido pra academia. Cheguei lĂĄ pelas 16h30, tomei banho e liguei pro Mario. Eu sempre o chamava de velho. "Velho, tĂĄ ocupado?" E ele apareceu da porta do quarto dele pro lado da sala. Falei que precisava conversar com ele. E eu contei pra ele o porquĂȘ de minha mĂŁe ter se separado antes, e ele me perguntou por que eu estava contando aquilo? E eu contei que tive que voltar do trabalho. Eu: eu vou te mostrar uma coisa, mas morre entre nĂłs e vocĂȘ nĂŁo me joga na fogueira? Mario: sim, me fala. Mostrei a cĂąmera numa parte onde ela estava chupando ele. AĂ as lĂĄgrimas começaram a cair e eu o abracei, ficamos uns 2 minutos assim. Mario: obrigado por me contar, nunca imaginei uma coisa dessas, vivo trabalhando pra que nĂŁo falte nada. Eu: vocĂȘ nĂŁo merece isso e por isso decidi fazer tudo isso pra que vocĂȘ veja. Durante essa conversa ele decidiu que nĂŁo ia me envolver em nada, mas que precisava da cĂąmera, que ia dizer que foi ele quem colocou a cĂąmera. E assim foi, justamente nesse dia Ă noite eu nĂŁo ia estar porque tinha uma cena de uma amiga que fazia aniversĂĄrio. Eles se separaram naquela noite. Eu lembro de chegar 00:00 e minha mĂŁe me disse que tinha se separado, que voltarĂamos a morar sozinhas. AĂ perguntei: e o Mario? Ela respondeu que ele ia sair da casa da mĂŁe dele pra morar. AĂ eu disse pra minha mĂŁe que fui em casa buscar roupa e que ia sair pra festa. Eu fui pra casa do Mario, precisava ver ele e conversar. A mĂŁe dele estava viajando jĂĄ que era janeiro e eu fiquei lĂĄ conversando com ele. Falamos de tudo e aqui começa o hotđ„ Era mais ou menos 2 da manhĂŁ. Eu: agora foca em vocĂȘ e curte a vida, tĂĄ? VocĂȘ Ă© um homem bem resolvido. Mario: sorriu e me disse que poderia dizer que perdeu anos de vida casado, mas tambĂ©m pode dizer que conheceu uma pessoa excelente e que hoje em dia Ă© amiga. Eu: Ăłbvio, vocĂȘ sabe o quanto te valorizo. Nos abraçamos e ele me abraçou pela cintura pela primeira vez, aĂ eu sem falar nada peguei a mĂŁo dele e coloquei no meu rabo. Eu: muito estresse ultimamente? (Sorriso) Mario: demais, e começou a fazer carinho nas minhas pernas e no rabo... Essa foi a primeira parte porque nĂŁo consigo continuar escrevendo!! Deixa pontos e nĂŁo esquece de me seguir que jĂĄ jĂĄ subo a segunda parte!! Leio tambĂ©m os comentĂĄrios
1 comentĂĄrios - Fiquei com meu padrasto e conto tudo đ„đ„