Minha história como uma porca puta fácil de cu

Nayeli uma puta detida (dominação) Bom, como eu dizia antes, eu estava vestida como menina com a Booty e a thong especial de látex, embora para ser honesto eu já não estava mais com a Booty posta por razões óbvias, a verdade é que me doía o corpo todo, mas principalmente o cu que ardia e coçava como louco, mas isso em vez de me incomodar me excitava ainda mais, eu já sei, estou louco e não nego, mas lá ia eu caminhando pelas ruas do centro em direção à minha casa quando de repente passa uma viatura, eu ia com minha mochila nas costas, uns tênis velhos e todo vestido como puta, por isso os policiais pararam e me ordenaram encostar na parede para revista, ao abrir a mochila viram que eu trazia meus materiais e também por razões óbvias o plug com Booty e enquanto um revistava minhas coisas o outro me revistava metendo a mão descaradamente, então o da mochila disse para o companheiro: olha só a puta o que ela traz, mostrando o plug, dá pra ver que é das degeneradas, o outro riu e respondeu, pois é, se isso te parece louco olha aqui, vem, e me virando o outro percebeu todas as minhas amarras, respondendo, pois pelo visto essa aí acabou de dar serviço, eu ainda estava com o esperma escorrendo entre as pernas, então nem como negar, então falaram entre eles e um se dirigiu a mim dizendo: bem puta, vamos, sobe na viatura, você está detida por exibicionismo e atentado ao pudor, como você se chama, puta? Eu respondi que me chamava Iván, mas que por favor não me detivessem, que eu não tinha feito nada, então rindo me disseram que não acreditavam, se eu ainda estava com o cu escorrendo de porra, então me algemaram e me colocaram no carro, então no caminho eles iam zombando, revistando minhas coisas, por sorte para mim eu nunca levo meus documentos, então realmente não sabiam meu nome nem meu endereço nem nada, então iam me perguntando coisas como: de onde você é, o que você faz, de onde vinha, quantos anos tinha, se era puta profissional, coisas assim, ao que respondia vagamente pra não dar indícios de nada da minha vida real.Minha história como uma porca puta fácil de cuDepois de um longo caminho chegamos à delegacia onde estacionaram a viatura na parte de trás e um deles entrou, o outro me tirou da viatura, mas antes me virou, eu não tinha visto, mas ele se inclinou sobre a viatura e, abaixando minha calcinha fio-dental, enfiou o plug sem cerimônia, ajeitou minha roupa e sussurrou no meu ouvido: bem, sua puta, agora você vai ficar aqui, mas em algumas horas vamos conversar de novo e é melhor você concordar com o que eu disser, ok, ou vou me certificar de que você realmente passe mal. O lugar estava desolado, só a luz da recepção estava acesa, quando me colocaram lá dentro a pessoa me olhou e zombou de mim também dizendo: que tipo de puta sadomasoquista era essa, se eu gostava de ser usada e que ali eu ia aprender a satisfazer homens em excesso e que iam me deixar assim vestida e com o rabo de fora pra divertir os detentos, coisas assim. Então só pegaram meu nome, por ser uma infração administrativa me informaram que eu ficaria ali 48 horas detida. Então me levaram para as celas de triagem onde estavam duas celas, uma vazia e outra cheia. Aí o mesmo oficial que me colocou lá dentro disse pra todos os que estavam dentro: que tinha conseguido diversão pra eles, que se divertissem bem com o brinquedinho deles por um tempo. Abriram a cela e me colocaram dentro, todos os homens que estavam lá me olhavam e faziam comentários tipo: olhem a puta, até acorrentada trazem ela, deve ser uma puta selvagem kkkkkkkkkk, olhem a puta, até o rabo de fora ela tem. Aí me rodearam, como todos sabem dentro das celas de triagem tem câmeras de vigilância, mas todas elas são de enfeite porque não funcionam. Então um deles, o maior e mais bruto, me ordenou ajoelhar e andar como a puta que eu era. Assim fiz, não queria irritá-los e que fosse piorar pra mim. Assim me trouxeram por um tempo até que se cansaram e me deixaram sentar, mas sem tirar o plug, o que doeu até a medula de tão sensível que meu cu estava por razões óbvias.VadiaEntão assim eles me deixaram rodeada e zombando de repente um começou a tirar o pau e me ordenou ficar de joelhos e começar a mamar, então eu fiz não sei se pelo meu instinto de puta tarada por medo ou porque sou uma puta submissa e obediente o caso é que um a um começou a passar pela minha boca fiquei mamando até que gozavam uns dentro da minha boca outros na minha cara e cabelo outros sobre a minha roupa o caso é que de novo acabei cheia de porra de macho a qual saboreei apesar do cheiro ou sujeira dos membros depois que passaram os 8 ou 9 que estavam ali me doía o queixo e realmente estava cansadíssima então o maior se pôs atrás de mim e me agarrando pela cintura me empinou colocando meu cu à sua disposição depois agarrou a fio-dental pelos lados e abaixou tirando do plug então assim estava eu de novo a ponto de receber um pau de novo e com o coração e o cu a mil quando de repente se ouviu a porta da cela entrando o oficial que me levou dizendo que se afastassem e que me deixassem então me chutando disse: levanta puta estúpida vou acreditar o puta que você é é incrível você acabou de agradá-los e quando te pegamos ainda trazia porra de outros e outra vez já está aqui se oferecendo tem que ver não há dúvida você é uma puta, então me levando pelo cabelo me levantou o outro homem reclamou que por que levava sua diversão ao que oficial respondeu que se calasse me tirou da cela e me levou para a outra me metendo ali sozinha me deixando jogada, um tempo mais segundo vi no relógio que havia na parede eram quase 6 da manhã então se ouviu a porta mais uma vez e o oficial entrou se dirigiu à minha cela e me disse: bem putinha isto é o que vamos fazer o supervisor já vai e a verdade é que você me dá muito tesão se vê que você é uma degenerada e que topa tudo e eu gosto de fazer muitas coisas sujas bem vou te tirar daqui dizendo que você cumpriu seu tempo te meterei no meu carro no porta-malas você nem se mexe ok vou demorar um tempo pra te tirar e Depois a gente vê como e onde se diverte, mas uma coisa eu te digo: se você não me agradar, vou te trazer de volta aqui, mas com uma acusação real, e acredita que se aqui já foi assim, dentro do presídio vai ser muito pior, ok? Bem, sua puta, em 5 min volto pra te buscar. E assim foi, saímos, não tinha ninguém na recepção e ele me colocou dentro do porta-malas. Eu não resisti, além de estar cansada e assustada, não queria mais confusão, então fiquei quieta. Apesar de estar um pouco quente ali dentro, não estava tão ruim. Então escutei que abriam o carro e ligavam, andamos não sei quanto tempo, mas foi um bom tempo. De repente paramos e ele estacionou o carro, e quando abriu o porta-malas vi que estávamos num motel. Eu saí do porta-malas e caminhei pra dentro. Ele me disse: que eu tomasse banho, que não ia me usar assim, mas antes deixa eu fazer uma coisa. Me ajoelhou e mais uma vez senti dor ao me ajoelhar e empurrar com meu próprio pé o plug, fazendo o cu doer de novo. Ele tirou o membro dele, que era bem normalzinho, sem exagero nem nada, e me ordenou: bem, sua puta, abre a boca e engole, não quero que caia nem uma gota ou você vai ver. E assim, sem mais, soltou o jato de mijo na minha boca, que eu engoli como pude, com nojo e tudo, não deixei cair nada. E então caiu a ficha de quanto eu gostava dessa atividade e que ele tinha ficado bem satisfeito. Depois ele me ordenou levantar e ir tomar banho, e assim fiz. Ao fazer isso, ele me deu uma palmada e disse: bem, sua puta, hoje vou me divertir pra caralho. Eu entrei no banheiro, tirei a roupa e a Booty, mas os braceletes e a coleira não consegui, já que ainda estava com os cadeados. Como pude, me banhei tentando relaxar um pouco e umedecer e esfregar meu ânus muito maltratado. Fiquei uns 20 min em paz, depois de 2 dias, mas pouco durou meu sossego.bundaoO oficial entrou e, me vendo assim, começou a esfregar a virilha por cima da calça. Eu só olhava com a cabeça baixa. Ele me disse: que me apressasse, que queria sair e aproveitar o tempo. Eu me assustei porque ele me tiraria durante o dia e eu nem sabia onde estava. Ele, ao me ver duvidando, me disse: que me castigaria por duvidar dele, então me ordenou sair e me secar. Depois de fazer isso, me ordenou: "Vamos, slut, acho que você não entendeu seu lugar, então vou te lembrar. Seu lugar é debaixo dos meus pés, entendido? Ao meu serviço. Então ponha as mãos no vaso." Assim fiz. "Empina bem a bunda, slut." Obedeci, e ele tirou o cinto da calça e o estalou. Então me disse de novo: "Muito bem, slut, este será seu primeiro castigo. Você vai contar cada chibatada e me dirá: 'Sou sua slut e estou aos seus pés', entendido?" E deu a primeira. Eu repeti o que ele ordenou: "1... sou... sua... slut... e... estou... aos... seus... pés!!" "Mais rápido!", gritou ele, e caiu a segunda. "2, sou sua slut... e estou aos... seus pés, sou sua slut e estou aos seus pés." E assim segui até dez. Então ele me puxou pelo cabelo e me jogou na cama, dizendo: que tinha ficado muito dura e que agora eu tinha que baixar. Então me deitou de barriga pra cima, subiu meus pés nos ombros dele e, sem mais, enfiou o cacete no meu cu. Por ser normal, pensei que não doeria, mas com o quanto eu estava sentida e machucada, foi impossível, e gritei, o que pelo visto ele adorou, me dizendo: "Isso, slut, aproveita seu macho. Me diga quem você é." Eu respondi: "Sou sua slut e estou aos seus pés, amo, pertenço a você, faça comigo o que quiser, use esta slut como quiser, mas por favor não tire e me encha com seu gozo de macho de verdade, assim me engravide." Eu já não sabia mais o que dizer. Realmente estava pirada ou louca. Doía como nunca antes pelo quanto eu estava machucada, mas eu realmente me sentia excitada e dizia as coisas de verdade.PorcaDepois de um tempo recebendo as investidas de touro selvagem dele, senti como ele se descolou de mim e, aproximando o pau dele da minha boca, se esvaziou dentro dela me ordenando não derramar nada e assim fiz. Depois comecei a sentir mais líquido, algo ácido, e percebi que o que ele estava fazendo era mijar, e continuei engolindo e saboreando como louca. Depois de terminar e de limpar o pau dele, ele me ordenou: bem, sua puta, já me acalmei um pouco, então vai e veste aquela roupa porque vamos sair e você será minha mulher a tarde toda, e depois você está livre pra ir embora porque não quero confusão, entendeu, sua puta? Mas se comporte bem ou você vai descobrir quem eu sou. Eu me dirigi à cadeira: era uma linda minissaia plissada tipo colegial, meio curta, uma blusa longa sem mangas mas com decote, um sutiã e calcinha preta de renda combinando, umas meias de rede e uns tênis altos de plataforma. Como eu sempre disse, sou realmente péssima pra andar de salto, já que não costumo usar, mas não podia recusar. E some a isso as pulseiras nos pés e nas mãos e a coleira que eu estava usando, e ninguém poderia ter negado que eu era uma puta e não outra coisa. Mas enfim, é isso que eu sou, e apesar de ter me afastado de tudo isso, sempre vai estar dentro de mim.escravaAssim que terminei de me vestir, me pintei não muito, mas bem marcado: os lábios, as unhas e os olhos. Ele só me olhava e não dizia nada, então me ordenou: levanta a saia, slut, quero ver minha obra de arte, se referindo às marcas que eu tinha na bunda e me perguntando do que eram as outras que eu tinha nas costas. Eu só respondi que um cliente tinha me açoitado, não ia entrar em detalhes do que vivi ontem, né? Mas enfim, depois disso ele me disse: pega suas coisas e sobe no carro. Assim fiz. Ao sair de lá com o carro, percebi que estávamos pela Avenida Zaragoza, na altura do metrô da linha 9. Saímos do motel e ele virou como quem vai pra Pantitlán, pegou a avenida e chegamos na Av. Cuauhtémoc. Lá ele virou, não sei exatamente a hora, mas já era mais de meio-dia. Então chegamos num bar e ele estacionou na frente. Eu estava morta de vergonha e vermelha porque eu passava por ali todo dia, e além do mais era de dia, todo mundo podia me ver. Ele me disse pra esperar dentro, o que me aliviou, mas os que passavam ainda podiam me ver e isso me excitava e me dava vergonha. Já não sei nem o que eu sentia, mas sei que me sentia viva e plena. Já sei que parece estranho, mas era o meu sentir naquele momento. Assim estava quando vi que ele voltava, abria minha porta e dizia: bem, slut, vamos entrar e você será minha parceira, aceitará as propostas e servirá como deve ser entendido, mas sempre dizendo que primeiro devem se acertar com seu amo, de acordo, slut? E pegou meu braço e me tirou como se eu fosse uma dama. Caminhamos e eu estava morrendo de vergonha porque naquele momento passou um grupo de pessoas, a maioria homens, e começaram a me dizer coisas como: mamacita, quanto você cobra, slut, assim você deve mamar. Então entramos. Lá dentro havia alguns homens e duas ou três garçonetes que pareciam tão putas quanto eu. Ao me acostumar com a penumbra, percebi que era um bar gay e que servia o dia todo, mas à noite é que fica melhor. Então me dispus a sentar ao lado do meu amo. Alguns viraram pra me ver. Estávamos Já faz um bom tempo que a gente estava tomando uns drinks quando pedi licença pra ir ao banheiro e ele me disse: tá bom, sua puta, mas se alguém te propor algo você já sabe o que dizer, de acordo, sua idiota. Eu balancei a cabeça e fui em direção ao banheiro.bichaA caminho do banheiro, dois caras ficaram me olhando, um se aproximou e me barrou o caminho, aí perguntei o que eles queriam. Um, sorrindo, me disse: "oi, vadia, não pude deixar de notar que você é gostosa e quero ver quanto custa um rapidinho com você, vadia". Eu só balancei a cabeça e respondi: "olha, amor, por mim eu adoraria te dar prazer e te servir, é pra isso que eu sirvo, mas tá vendo aquele senhor sentado ali?", apontando pro meu dono, "ele é meu dono e senhor, sem a aprovação dele eu não posso fazer nada, já que sou escrava dele, você vai ter que acertar com ele". Ele sorriu e, me puxando pelo braço, me levou até meu senhor e perguntou se podia sentar. "Desculpa, amigo", ele diz, "essa vadia que é sua escrava disse que se eu quiser algo com você tenho que acertar primeiro com você, então vim falar quanto custa pra passar um tempo com a sua vadia". Meu dono perguntou o que ele queria fazer comigo, e o outro respondeu que só sexo oral, me dar pelo cu e que eu engolisse o gozo dele. Aí meu dono respondeu: "me parece bem, mas seria aqui mesmo, onde eu possa ver, se não, não tem acordo. Essa vadia gosta de ser exibida e ser tratada com grosseria, e mais, seu amigo pode participar se quiser". Ele, encantado, disse que sim, e então: "quanto seria?" Ele disse que por boquete seriam 20 e por transar 50, porque eu era uma vadia barata e que fazia por gosto, se dependesse dela, faria de graça. E no meu íntimo pensei que era verdade. Então ele disse que só esperariam chegar mais gente pra dar mais tesão, enquanto eu, de tanta emoção, até do banheiro esqueci, coisa que depois eu lamentaria de verdade, mas enfim, isso fica pra mais adiante.sissyDepois de um tempo continuando a beber e sem perceber o amo me deu uma bala que me deixou muito alegre e extremamente excitada, depois ele quis que a gente dançasse, mas eu não sei dançar e de tênis era pior ainda, mas ele estava feliz zombando de mim, de repente o outro cara se aproximou por trás e começou a esfregar o pau dele na minha bunda, eu sentia perfeitamente, então ele sussurrou no meu ouvido: sua putinha, você tá muito gostosa, pode apostar que vou te dar até pelas orelhas, sua vadia, depois disso já era mais tarde, eu já estava bem bêbada e drogada, a verdade, mas eu me sentia bem, então a gente sentou em uma das mesas, já o pessoal e o ambiente começavam a esquentar, gritos, música e mais, de repente os outros dois caras que antes tinham feito negócio com meu amo se aproximaram perguntando: se já podia, e o amo respondeu: toda sua, a vadia, então cada um sentou de um lado e começaram a me apalpar, então um deles me deu outra bala que me deixou ainda mais louca e excitada e os amassos já eram insuportáveis, eu estava me derretendo, então um deles tirou o pau e me pegou pela cabeça me fazendo enfiar o pau dele na boca até a garganta enquanto o outro continuava me apalpando a bunda e todo o pessoal em volta, isso me deixava louca, não sei se pelas balas, pelo álcool ou porque eu realmente sou uma vadia exibicionista, mas eu estava no paraíso, ficamos assim um tempo, depois trocamos, mas na troca o outro já não se contentou em só tocar, ele afastou minha calcinha e enfiou o ferro quente dele até o fundo, meu cu recebeu inteiro e com gosto, e assim ele ficou me dando enquanto outras pessoas se juntavam em volta e eu continuava chupando o outro cara, os caras não aguentaram muito, me enchendo de porra de novo, mas as coisas não pararam por aí, o policial estava me prostituindo, ali oferecia meus serviços e vários caras aceitaram, e assim fiquei um bom tempo entre chupar e engolir e receber porra de macho.Do jeito que eu gostoEram umas 3 da manhã quando ele decidiu me deixar ir, dizendo que já tinha ganhado bastante e que era melhor ir embora, mas não sem antes meter de novo na minha bunda, aí saímos do lugar, eu vim andando pelas ruas escuras tentando não arrumar mais confusão, além de que eu estava muito excitada pelas pílulas tomadas e ainda por cima vestida assim, a verdade é que eu me sentia viva, feliz, eufórica, gostosa, mas realmente me sentia viva, inteira, feminina e talvez mais do que devia, porque eu ia andando assim como uma mulher, aí cheguei em casa e terminei uma das melhores aventuras de toda a minha vida que me fez sentir plena e feliz.Me trata como putaespero que vocês tenham gostado dessa história e logo vou escrever mais algumas que vivi antes de me dedicar ao sali bato bom lembrem que mando mil beijos e espero os comentários e mensagens de vocês que me deixam muito excitada beijosMinha história como uma porca puta fácil de cuEspero que tenham gostado deste relato e em breve escreverei outro com minhas vivências, já não são muitas, espero que gostem, aguardo seus comentários e lembrem-se que busco um amo dominante que me submeta, use, domine, viole, humilhe, exiba e que me faça sua slut submissa fiel. Beijos a todos, beijos da sua slutty Nayeli.Vadia

0 comentários - Minha história como uma porca puta fácil de cu