Nayeli uma puta detida (dominação) Bom, como eu dizia antes, eu estava vestida como menina com a Booty e a thong especial de látex, embora para ser honestos eu já não estava mais com a Booty por razões óbvias, a verdade é que doía meu corpo todo, mas principalmente o cu que ardia e coçava como louca, mas isso em vez de me incomodar me excitava ainda mais, eu já sei, estou louca e não nego, mas lá ia eu caminhando pelas ruas do centro em direção à minha casa quando de repente passa uma viatura, eu ia com minha mochila nas costas, uns tênis velhos e toda vestida como puta, por isso os policiais pararam e me ordenaram encostar na parede para revista, ao abrir a mochila viram que eu trazia meus materiais e também por razões óbvias o plug com Booty, e enquanto um revistava minhas coisas o outro me revistava metendo a mão descaradamente, então o da mochila disse para o companheiro: olha só a puta, o que ela traz, mostrando o plug, dá pra ver que é das degeneradas, o outro riu e respondeu, pois é, se isso te parece louco, olha aqui, e me virando, o outro percebeu todas as minhas amarras, respondendo, pois pelo visto essa acabou de dar serviço, eu ainda estava com o esperma escorrendo entre as pernas, então nem como negar, então falaram entre eles e um se dirigiu a mim dizendo: bem, puta, vamos, sobe na viatura, você está detida por exibicionismo e atentado ao pudor, como você se chama, puta? Eu respondi que me chamava Iván, mas que por favor não me detivessem, que eu não tinha feito nada, então rindo me disseram que não acreditavam, se eu ainda estava com o cu escorrendo de porra, então me algemaram e me colocaram no carro, então no decorrer do caminho eles iam zombando, revistando minhas coisas, por sorte para mim eu nunca levo meus documentos, então realmente não sabiam meu nome nem meu endereço nem nada, então iam me perguntando coisas como: de onde você é, o que você faz, de onde vinha, quantos anos tinha, se era puta profissional, coisas assim, respondia de forma vaga pra não dar indício nenhum da minha vida real.
Depois de um longo caminho chegamos à delegacia onde estacionaram a viatura na parte de trás e um deles entrou, o outro me tirou da viatura, mas antes me virou, eu não tinha visto, mas ele se inclinou sobre a viatura e, abaixando minha calcinha fio-dental, enfiou o plug sem dó nem piedade, ajeitou minha roupa e sussurrou no meu ouvido: bem, sua puta, agora você vai ficar aqui, mas em algumas horas vamos conversar de novo e é melhor você concordar com o que eu disser, ok, ou vou me certificar de que você vai passar muito mal mesmo. O lugar estava desolado, só a luz da recepção estava acesa, quando me colocaram lá dentro a pessoa me olhou e zombou de mim também, dizendo: que tipo de puta sadomasoquista era essa, se eu gostava de ser usada e que ali eu ia aprender a satisfazer homens demais e que iam me deixar vestida assim e com a bunda de fora pra divertir os detentos, coisas assim. Então só pegaram meu nome, por ser uma infração administrativa me informaram que eu ficaria detida por 48 horas. Aí me levaram pros separos onde tinham duas celas, uma vazia e outra cheia. Então o mesmo oficial que me colocou lá dentro disse pra todos os que estavam dentro: que tinha conseguido diversão pra eles, que se divertissem bem com o brinquedinho deles por um tempo. Abriram a cela e me colocaram dentro, todos os homens que estavam lá me olhavam e faziam comentários tipo: olhem a puta, até acorrentada trazem, deve ser uma puta selvagem, hahahahahahaha, olhem a puta, até a bunda de fora tá. Aí me rodearam, como todos sabem, dentro dos separos tem câmeras de vigilância, mas todas elas são de enfeite porque não funcionam. Então um deles, o maior e mais bruto, me ordenou que me ajoelhasse e andasse como a puta que eu era. Assim fiz, não queria irritá-los e que fosse piorar pra mim. Assim me fizeram andar um tempo até se cansarem e me deixaram sentar, mas sem tirar a bunda de fora, o que doeu até a medula de tão sensível que meu cu estava por razões óbvias.
Então eles me deixaram rodeada e zombando de mim, de repente um começou a tirar o pau e me ordenou ficar de joelhos e começar a mamar, então eu fiz, não sei se pelo meu instinto de puta tarada, por medo ou porque sou uma puta submissa e obediente, o caso é que um a um começou a passar pela minha boca, fiquei mamando até que gozaram, uns dentro da minha boca, outros na minha cara e cabelo, outros na minha roupa, o caso é que de novo acabei cheia de porra de macho, a qual saboreei apesar do cheiro ou sujeira dos membros, depois que passaram os 8 ou 9 que estavam ali, minha mandíbula doía e eu estava realmente cansadíssima, então o maior se colocou atrás de mim e me agarrando pela cintura me empinou, colocando meu cu à disposição, depois pegou a fio-dental pelos lados e abaixou, tirando do plug, então lá estava eu de novo prestes a receber um pau de novo e com o coração e o cu a mil, quando de repente se ouviu a porta da cela, entrando o oficial que me levou, dizendo que se afastassem e que me deixassem, então me chutando ele disse: levanta, puta estúpida, vou acreditar, que puta você é, é incrível, você acabou de satisfazê-los e quando te pegamos você ainda trazia porra dos outros e de novo já está aqui se oferecendo, veja só, não há dúvida, você é uma puta, então me levando pelo cabelo ele me levantou, o outro homem reclamou por que ele estava levando a diversão dele, ao que o oficial respondeu que se calasse, me tirou da cela e me levou para a outra, me colocando lá sozinha, me deixando jogada, um tempo depois, conforme vi no relógio que havia na parede, eram quase 6 da manhã, então se ouviu a porta mais uma vez e o oficial entrou, se dirigiu à minha cela e me disse: bem, putinha, isto é o que vamos fazer, o supervisor já está indo embora e a verdade é que você me dá muito tesão, dá pra ver que você é uma degenerada e que topa tudo e eu gosto de fazer muitas coisas sujas, bem, vou te tirar daqui dizendo que você cumpriu seu tempo, vou te colocar no porta-malas do meu carro, você não se mexe, ok, vou demorar um pouco pra te tirar e depois a gente vê como e onde se diverte, mas uma coisa eu te digo: se você não me agradar, vou te trazer de volta aqui, mas com uma acusação de verdade, e acredita, se aqui já foi assim dentro do presídio vai ser muito pior, ok, bem sua vadia, em 5 min volto pra te buscar, e assim foi, saímos, não tinha ninguém na recepção e ele me enfiou dentro do porta-malas do carro dele, eu não resisti, além de que estava cansada e assustada, não queria mais confusão, então fiquei quieta, embora estivesse um pouco de calor lá dentro não estava tão ruim, então escutei que abriam o carro e ligavam, andamos não sei quanto tempo, mas foi um bom tempo, de repente paramos e ele estacionou o carro, e quando abriu o porta-malas vi que estávamos num motel, eu saí do porta-malas e caminhei pra dentro, ele me disse: que eu tomasse banho, que não ia me usar assim, mas antes deixa eu fazer uma coisa, me ajoelhou e mais uma vez senti dor ao me ajoelhar e empurrar com meu próprio pé o plug, fazendo o cu doer de novo, ele tirou o membro dele que era bem normalzinho, sem exagero nem nada, e me ordenou: bem sua vadia, abre a boca e engole, não quero que caia nem uma gota ou você vai ver, e assim sem mais nem menos soltou o jato de mijo na minha boca, o qual engoli como pude, com o nojo e tudo, não deixei cair nada, e então caiu a ficha de quanto eu gostava dessa atividade e que ele tinha ficado bem satisfeito, depois me ordenou levantar e ir tomar banho, assim fiz, ao fazer isso ele me deu uma palmada e disse: bem sua vadia, hoje vou me divertir pra caramba, eu entrei no banheiro e tirei a roupa e a Booty, mas os braceletes e a coleira não consegui, já que ainda estava com os cadeados postos, como pude me banhei tentando relaxar um pouco e de umedecer e esfregar meu cu muito maltratado, assim fiquei uns 20 min em paz, depois de 2 dias, mas pouco durou o gosto.
O oficial entrou e, me vendo assim, começou a esfregar a virilha por cima da calça; eu só olhava com a cabeça baixa. Ele me disse: que me apressasse, que queria sair e aproveitar o tempo. Eu me assustei porque ele me tiraria durante o dia e eu nem sabia onde estava. Ele, ao me ver duvidando, disse: que me castigaria por duvidar dele, então me ordenou sair e me secar. Depois de fazer isso, me ordenou: "Vamos, slut, acho que você não entendeu seu lugar, então vou te lembrar: seu lugar é debaixo dos meus pés, entendido? Ao meu serviço. Então põe as mãos no vaso." Assim fiz. "Empina bem a bunda, slut." Obedeci, e ele tirou o cinto da calça e estalou. Então me disse de novo: "Muito bem, slut, esse será seu primeiro castigo. Você vai contar cada chibatada e vai me dizer: 'Sou sua slut e estou aos seus pés', entendido?" E deu a primeira. Eu repeti o que ele ordenou: "1... sou... sua... slut... e... estou... aos... seus... pés!!" "Mais rápido!", gritou ele, e calou a segunda. "2, sou sua slut... e estou aos... seus pés, sou sua slut e estou aos seus pés." E assim segui até o dez. Então ele me puxou pelo cabelo e me jogou na cama, dizendo: que tinha ficado muito dura e que agora eu tinha que baixar. Então me deitou de barriga pra cima, subiu meus pés nos ombros dele e, sem mais, enfiou o cacete no meu cu. Por ser normal, pensei que não doeria, mas com o quanto eu estava sentida e machucada, foi impossível, e gritei, o que pelo visto ele adorou, me dizendo: "Assim, slut, aproveita seu macho. Diz quem você é." Eu respondi: "Sou sua slut e estou aos seus pés, amo, pertenço a você, faça comigo o que quiser, use essa slut ao seu bel-prazer, mas por favor não tire, e me encha com seu gozo de macho de verdade, assim me engravide." Eu já não sabia mais o que dizer; realmente estava louca ou pirada. Doía como nunca antes, pelo quanto eu estava machucada, mas eu realmente me sentia quente e dizia as coisas de verdade.
Depois de um tempo recebendo as investidas de touro selvagem dele, senti como ele se descolou de mim e, aproximando o pau dele da minha boca, se esvaziou dentro dela me ordenando não derramar nada e assim fiz. Depois comecei a sentir mais líquido, algo ácido, e percebi que o que ele estava fazendo era mijar, e continuei engolindo e saboreando como uma louca. Depois de terminar e de limpar o pau dele, ele me ordenou: bem, sua puta, já me acalmei um pouco, então vai e veste aquela roupa porque vamos sair e você vai ser minha mulher a tarde toda, e depois você está livre pra ir embora porque não quero confusão, entendeu, sua puta? Mas se comporta direitinho ou você vai descobrir quem eu sou. Eu me dirigi à cadeira: era uma linda minissaia plissada tipo colegial, meio curta, uma blusa longa sem mangas mas com decote, um sutiã e calcinha preta de renda combinando, umas meias de rede e uns tênis de plataforma altos. Como eu sempre disse, sou realmente péssima pra andar de salto, já que não costumo usar, mas não podia recusar. E some a isso as pulseiras nos pés e nas mãos e a coleira que eu estava usando, e ninguém poderia ter negado que eu era uma puta e não outra coisa. Mas enfim, é isso que eu sou, e apesar de ter me afastado de tudo isso, sempre vai estar dentro de mim.
Assim que terminei de me vestir, me pintei não muito, mas bem marcado: os lábios, as unhas e os olhos. Ele só me olhava e não dizia nada, então me ordenou: levanta a saia, slut, quero ver minha obra de arte, referindo-se às marcas que eu tinha na bunda e perguntando o que eram aquelas outras que eu tinha nas costas. Eu só respondi que um cliente tinha me açoitado, não ia entrar em detalhes do que vivi ontem, né? Mas enfim, depois disso ele disse: pega suas coisas e sobe no carro. Assim fiz. Ao sair de lá com o carro, percebi que estávamos pela Avenida Zaragoza, na altura do metrô da linha 9, saímos do motel e ele virou como quem vai para Pantitlán, pegou a avenida e chegamos na Av. Cuauhtémoc. Lá ele virou, não sei exatamente a hora, mas já era mais de meio-dia. Então chegamos a um bar e ele estacionou na frente. Eu estava morta de vergonha e vermelha porque passava por ali todo dia e, além disso, era de dia, todo mundo podia me ver. Ele disse para eu esperar dentro, o que me aliviou, mas os que passavam ainda podiam me ver e isso me excitava e me dava vergonha. Já não sei nem o que sentia, mas sei que me sentia viva e plena. Já sei que parece estranho, mas era o meu sentir naquele momento. Assim estava quando vi que ele voltava, abria minha porta e dizia: bem, slut, vamos entrar e você será minha parceira, aceitará as propostas e servirá como deve ser entendido, mas sempre dizendo que primeiro devem se acertar com seu amo, de acordo, slut? E pegou meu braço e me tirou como se eu fosse uma dama. Caminhamos e eu estava morrendo de vergonha porque naquele momento passou um grupo de pessoas, em sua maioria homens, e começaram a me dizer coisas como: mamacita, quanto você cobra, slut, assim você deve mamar. Então entramos. Lá dentro havia alguns homens e duas ou três garçonetes que pareciam tão putas quanto eu. Ao me aclimatar à penumbra, percebi que era um bar gay e que servia o dia todo, mas à noite é que fica melhor. Então me dispus a sentar ao lado do meu amo, alguns viraram para me ver, estávamos Já faz um bom tempo que a gente estava tomando umas doses quando pedi licença pra ir ao banheiro, ele me disse: tá bom, sua puta, mas se alguém te propor algo você já sabe o que dizer, de acordo, sua idiota. Eu balancei a cabeça e fui em direção ao banheiro.
A caminho do banheiro, dois caras ficaram me olhando, um se aproximou e me barrou o caminho, então perguntei o que eles queriam. Um, sorrindo, me disse: oi, vadia, não pude deixar de notar que você é gostosa e quero ver quanto custa um rapidinho com você, vadia. Eu só balancei a cabeça e respondi: olha, amor, por mim eu adoraria te satisfazer e te servir, é pra isso que eu estou aqui, mas tá vendo aquele senhor sentado ali? Apontando pro meu amo. Ele é meu dono e senhor, sem a aprovação dele eu não posso fazer nada, já que sou escrava dele, você vai ter que acertar com ele. Ele sorriu e, me puxando pelo braço, me levou até meu senhor e perguntou se podia sentar. Desculpa, amigo, me diz ele, essa vadia que é sua escrava disse que se eu quiser algo com você tenho que acertar primeiro com você, então vim falar quanto custa por um tempinho com sua vadia. Meu amo perguntou o que ele queria fazer comigo, e o outro respondeu que só sexo oral, me dar pelo cu e que eu engolisse o gozo dele. Ao que meu amo respondeu: me parece bem, mas seria aqui mesmo, onde eu possa ver, se não, não entendi. Essa vadia gosta de ser exibida e ser tratada com grosseria, e mais, seu amigo pode participar se quiser. Ao que ele, encantado, disse que sim, e bom, quanto seria? Ele disse que por boquete seriam 20 e por foder 50, porque eu era uma vadia barata e que fazia por gosto, se dependesse dela, faria de graça. E pra mim mesma pensei que era verdade. Então ele disse: que só esperariam chegar mais gente pra me dar mais tesão, enquanto eu, de tanta emoção, até do banheiro esqueci, coisa que depois eu lamentaria de verdade, mas bom, isso será mais pra frente.
Depois de um tempo continuando a beber e sem perceber o amo me deu uma bala que me deixou muito alegre e extremamente excitada, depois ele quis que a gente dançasse, mas eu não sei dançar e com o tênis era pior, mas ele estava feliz zombando de mim, de repente o outro cara se aproximou por trás e começou a esfregar o pau dele na minha bunda, eu sentia perfeitamente, então ele sussurrou no meu ouvido: sua putinha, você tá muito gostosa, pode crer que vou te dar até pelas orelhas, sua vadia. Depois disso já era mais tarde, eu já estava bem embriagada e drogada, a verdade, mas eu me sentia bem, então a gente sentou em uma das mesas, o pessoal e o clima já começavam a esquentar, gritos, música e mais, de repente os outros dois caras que antes tinham feito negócio com o meu amo se aproximaram perguntando: se já podia, e o amo disse: toda sua, a vadia. Então cada um sentou de um lado e começaram a me apalpar, aí um deles me deu outra bala que me deixou ainda mais louca e excitada, e os amassos já eram insuportáveis, eu estava derretendo, então um deles tirou o pau e me pegou pela cabeça me fazendo engolir o pau dele até a garganta enquanto o outro continuava me apalpando a bunda e todo o pessoal em volta, isso me deixava louca, não sei se pelas balas, pelo álcool ou porque eu realmente sou uma vadia exibicionista, mas eu estava no paraíso. Ficamos assim um tempo, depois trocamos, mas na troca o outro não se contentou só em tocar, ele afastou minha calcinha e enfiou o ferro quente dele até o fundo, meu cu recebeu inteiro e com gosto, e ele ficou me dando enquanto outras pessoas se juntavam em volta e eu continuava chupando o outro cara. Os caras não aguentaram muito, me enchendo de porra de novo, mas as coisas não pararam por aí, o policial estava me prostituindo, ali oferecia meus serviços e vários caras aceitaram, e assim fiquei um bom tempo entre mamar e engolir e receber porra de macho.
Eram umas 3 da manhã quando ele decidiu me deixar ir, dizendo que já tinha ganhado bastante e que era melhor ir embora, mas não sem antes me meter mais uma vez a Booty. Aí saímos do lugar, eu vim caminhando entre as ruas escuras tentando não arrumar mais confusão, além de que eu estava muito excitada pelas pílulas tomadas e, por cima de tudo, vestida assim, a verdade é que eu me sentia viva, feliz, eufórica, gostosa, mas realmente me sentia viva, inteira, feminina e talvez mais do que devia, porque eu ia caminhando assim como uma mulher. Aí cheguei em casa e terminei com uma das melhores aventuras de toda a minha vida, que me fez sentir plena e feliz.
espero que vocês tenham gostado dessa história e em breve vou escrever mais algumas que vivi antes de me dedicar ao sali bato, bom, lembrem que mando mil beijos e espero os comentários e mensagens de vocês que me deixam muito excitada, beijos
Espero que tenham gostado deste relato e em breve escreverei outro com minhas vivências, já não são muitas, espero que gostem, aguardo seus comentários e lembrem que busco um amo dominante que me submeta, use, domine, viole, humilhe, exiba e que me faça sua puta submissa fiel. Beijos a todos, beijos da sua putinha nayeli.
Depois de um longo caminho chegamos à delegacia onde estacionaram a viatura na parte de trás e um deles entrou, o outro me tirou da viatura, mas antes me virou, eu não tinha visto, mas ele se inclinou sobre a viatura e, abaixando minha calcinha fio-dental, enfiou o plug sem dó nem piedade, ajeitou minha roupa e sussurrou no meu ouvido: bem, sua puta, agora você vai ficar aqui, mas em algumas horas vamos conversar de novo e é melhor você concordar com o que eu disser, ok, ou vou me certificar de que você vai passar muito mal mesmo. O lugar estava desolado, só a luz da recepção estava acesa, quando me colocaram lá dentro a pessoa me olhou e zombou de mim também, dizendo: que tipo de puta sadomasoquista era essa, se eu gostava de ser usada e que ali eu ia aprender a satisfazer homens demais e que iam me deixar vestida assim e com a bunda de fora pra divertir os detentos, coisas assim. Então só pegaram meu nome, por ser uma infração administrativa me informaram que eu ficaria detida por 48 horas. Aí me levaram pros separos onde tinham duas celas, uma vazia e outra cheia. Então o mesmo oficial que me colocou lá dentro disse pra todos os que estavam dentro: que tinha conseguido diversão pra eles, que se divertissem bem com o brinquedinho deles por um tempo. Abriram a cela e me colocaram dentro, todos os homens que estavam lá me olhavam e faziam comentários tipo: olhem a puta, até acorrentada trazem, deve ser uma puta selvagem, hahahahahahaha, olhem a puta, até a bunda de fora tá. Aí me rodearam, como todos sabem, dentro dos separos tem câmeras de vigilância, mas todas elas são de enfeite porque não funcionam. Então um deles, o maior e mais bruto, me ordenou que me ajoelhasse e andasse como a puta que eu era. Assim fiz, não queria irritá-los e que fosse piorar pra mim. Assim me fizeram andar um tempo até se cansarem e me deixaram sentar, mas sem tirar a bunda de fora, o que doeu até a medula de tão sensível que meu cu estava por razões óbvias.
Então eles me deixaram rodeada e zombando de mim, de repente um começou a tirar o pau e me ordenou ficar de joelhos e começar a mamar, então eu fiz, não sei se pelo meu instinto de puta tarada, por medo ou porque sou uma puta submissa e obediente, o caso é que um a um começou a passar pela minha boca, fiquei mamando até que gozaram, uns dentro da minha boca, outros na minha cara e cabelo, outros na minha roupa, o caso é que de novo acabei cheia de porra de macho, a qual saboreei apesar do cheiro ou sujeira dos membros, depois que passaram os 8 ou 9 que estavam ali, minha mandíbula doía e eu estava realmente cansadíssima, então o maior se colocou atrás de mim e me agarrando pela cintura me empinou, colocando meu cu à disposição, depois pegou a fio-dental pelos lados e abaixou, tirando do plug, então lá estava eu de novo prestes a receber um pau de novo e com o coração e o cu a mil, quando de repente se ouviu a porta da cela, entrando o oficial que me levou, dizendo que se afastassem e que me deixassem, então me chutando ele disse: levanta, puta estúpida, vou acreditar, que puta você é, é incrível, você acabou de satisfazê-los e quando te pegamos você ainda trazia porra dos outros e de novo já está aqui se oferecendo, veja só, não há dúvida, você é uma puta, então me levando pelo cabelo ele me levantou, o outro homem reclamou por que ele estava levando a diversão dele, ao que o oficial respondeu que se calasse, me tirou da cela e me levou para a outra, me colocando lá sozinha, me deixando jogada, um tempo depois, conforme vi no relógio que havia na parede, eram quase 6 da manhã, então se ouviu a porta mais uma vez e o oficial entrou, se dirigiu à minha cela e me disse: bem, putinha, isto é o que vamos fazer, o supervisor já está indo embora e a verdade é que você me dá muito tesão, dá pra ver que você é uma degenerada e que topa tudo e eu gosto de fazer muitas coisas sujas, bem, vou te tirar daqui dizendo que você cumpriu seu tempo, vou te colocar no porta-malas do meu carro, você não se mexe, ok, vou demorar um pouco pra te tirar e depois a gente vê como e onde se diverte, mas uma coisa eu te digo: se você não me agradar, vou te trazer de volta aqui, mas com uma acusação de verdade, e acredita, se aqui já foi assim dentro do presídio vai ser muito pior, ok, bem sua vadia, em 5 min volto pra te buscar, e assim foi, saímos, não tinha ninguém na recepção e ele me enfiou dentro do porta-malas do carro dele, eu não resisti, além de que estava cansada e assustada, não queria mais confusão, então fiquei quieta, embora estivesse um pouco de calor lá dentro não estava tão ruim, então escutei que abriam o carro e ligavam, andamos não sei quanto tempo, mas foi um bom tempo, de repente paramos e ele estacionou o carro, e quando abriu o porta-malas vi que estávamos num motel, eu saí do porta-malas e caminhei pra dentro, ele me disse: que eu tomasse banho, que não ia me usar assim, mas antes deixa eu fazer uma coisa, me ajoelhou e mais uma vez senti dor ao me ajoelhar e empurrar com meu próprio pé o plug, fazendo o cu doer de novo, ele tirou o membro dele que era bem normalzinho, sem exagero nem nada, e me ordenou: bem sua vadia, abre a boca e engole, não quero que caia nem uma gota ou você vai ver, e assim sem mais nem menos soltou o jato de mijo na minha boca, o qual engoli como pude, com o nojo e tudo, não deixei cair nada, e então caiu a ficha de quanto eu gostava dessa atividade e que ele tinha ficado bem satisfeito, depois me ordenou levantar e ir tomar banho, assim fiz, ao fazer isso ele me deu uma palmada e disse: bem sua vadia, hoje vou me divertir pra caramba, eu entrei no banheiro e tirei a roupa e a Booty, mas os braceletes e a coleira não consegui, já que ainda estava com os cadeados postos, como pude me banhei tentando relaxar um pouco e de umedecer e esfregar meu cu muito maltratado, assim fiquei uns 20 min em paz, depois de 2 dias, mas pouco durou o gosto.
O oficial entrou e, me vendo assim, começou a esfregar a virilha por cima da calça; eu só olhava com a cabeça baixa. Ele me disse: que me apressasse, que queria sair e aproveitar o tempo. Eu me assustei porque ele me tiraria durante o dia e eu nem sabia onde estava. Ele, ao me ver duvidando, disse: que me castigaria por duvidar dele, então me ordenou sair e me secar. Depois de fazer isso, me ordenou: "Vamos, slut, acho que você não entendeu seu lugar, então vou te lembrar: seu lugar é debaixo dos meus pés, entendido? Ao meu serviço. Então põe as mãos no vaso." Assim fiz. "Empina bem a bunda, slut." Obedeci, e ele tirou o cinto da calça e estalou. Então me disse de novo: "Muito bem, slut, esse será seu primeiro castigo. Você vai contar cada chibatada e vai me dizer: 'Sou sua slut e estou aos seus pés', entendido?" E deu a primeira. Eu repeti o que ele ordenou: "1... sou... sua... slut... e... estou... aos... seus... pés!!" "Mais rápido!", gritou ele, e calou a segunda. "2, sou sua slut... e estou aos... seus pés, sou sua slut e estou aos seus pés." E assim segui até o dez. Então ele me puxou pelo cabelo e me jogou na cama, dizendo: que tinha ficado muito dura e que agora eu tinha que baixar. Então me deitou de barriga pra cima, subiu meus pés nos ombros dele e, sem mais, enfiou o cacete no meu cu. Por ser normal, pensei que não doeria, mas com o quanto eu estava sentida e machucada, foi impossível, e gritei, o que pelo visto ele adorou, me dizendo: "Assim, slut, aproveita seu macho. Diz quem você é." Eu respondi: "Sou sua slut e estou aos seus pés, amo, pertenço a você, faça comigo o que quiser, use essa slut ao seu bel-prazer, mas por favor não tire, e me encha com seu gozo de macho de verdade, assim me engravide." Eu já não sabia mais o que dizer; realmente estava louca ou pirada. Doía como nunca antes, pelo quanto eu estava machucada, mas eu realmente me sentia quente e dizia as coisas de verdade.
Depois de um tempo recebendo as investidas de touro selvagem dele, senti como ele se descolou de mim e, aproximando o pau dele da minha boca, se esvaziou dentro dela me ordenando não derramar nada e assim fiz. Depois comecei a sentir mais líquido, algo ácido, e percebi que o que ele estava fazendo era mijar, e continuei engolindo e saboreando como uma louca. Depois de terminar e de limpar o pau dele, ele me ordenou: bem, sua puta, já me acalmei um pouco, então vai e veste aquela roupa porque vamos sair e você vai ser minha mulher a tarde toda, e depois você está livre pra ir embora porque não quero confusão, entendeu, sua puta? Mas se comporta direitinho ou você vai descobrir quem eu sou. Eu me dirigi à cadeira: era uma linda minissaia plissada tipo colegial, meio curta, uma blusa longa sem mangas mas com decote, um sutiã e calcinha preta de renda combinando, umas meias de rede e uns tênis de plataforma altos. Como eu sempre disse, sou realmente péssima pra andar de salto, já que não costumo usar, mas não podia recusar. E some a isso as pulseiras nos pés e nas mãos e a coleira que eu estava usando, e ninguém poderia ter negado que eu era uma puta e não outra coisa. Mas enfim, é isso que eu sou, e apesar de ter me afastado de tudo isso, sempre vai estar dentro de mim.
Assim que terminei de me vestir, me pintei não muito, mas bem marcado: os lábios, as unhas e os olhos. Ele só me olhava e não dizia nada, então me ordenou: levanta a saia, slut, quero ver minha obra de arte, referindo-se às marcas que eu tinha na bunda e perguntando o que eram aquelas outras que eu tinha nas costas. Eu só respondi que um cliente tinha me açoitado, não ia entrar em detalhes do que vivi ontem, né? Mas enfim, depois disso ele disse: pega suas coisas e sobe no carro. Assim fiz. Ao sair de lá com o carro, percebi que estávamos pela Avenida Zaragoza, na altura do metrô da linha 9, saímos do motel e ele virou como quem vai para Pantitlán, pegou a avenida e chegamos na Av. Cuauhtémoc. Lá ele virou, não sei exatamente a hora, mas já era mais de meio-dia. Então chegamos a um bar e ele estacionou na frente. Eu estava morta de vergonha e vermelha porque passava por ali todo dia e, além disso, era de dia, todo mundo podia me ver. Ele disse para eu esperar dentro, o que me aliviou, mas os que passavam ainda podiam me ver e isso me excitava e me dava vergonha. Já não sei nem o que sentia, mas sei que me sentia viva e plena. Já sei que parece estranho, mas era o meu sentir naquele momento. Assim estava quando vi que ele voltava, abria minha porta e dizia: bem, slut, vamos entrar e você será minha parceira, aceitará as propostas e servirá como deve ser entendido, mas sempre dizendo que primeiro devem se acertar com seu amo, de acordo, slut? E pegou meu braço e me tirou como se eu fosse uma dama. Caminhamos e eu estava morrendo de vergonha porque naquele momento passou um grupo de pessoas, em sua maioria homens, e começaram a me dizer coisas como: mamacita, quanto você cobra, slut, assim você deve mamar. Então entramos. Lá dentro havia alguns homens e duas ou três garçonetes que pareciam tão putas quanto eu. Ao me aclimatar à penumbra, percebi que era um bar gay e que servia o dia todo, mas à noite é que fica melhor. Então me dispus a sentar ao lado do meu amo, alguns viraram para me ver, estávamos Já faz um bom tempo que a gente estava tomando umas doses quando pedi licença pra ir ao banheiro, ele me disse: tá bom, sua puta, mas se alguém te propor algo você já sabe o que dizer, de acordo, sua idiota. Eu balancei a cabeça e fui em direção ao banheiro.
A caminho do banheiro, dois caras ficaram me olhando, um se aproximou e me barrou o caminho, então perguntei o que eles queriam. Um, sorrindo, me disse: oi, vadia, não pude deixar de notar que você é gostosa e quero ver quanto custa um rapidinho com você, vadia. Eu só balancei a cabeça e respondi: olha, amor, por mim eu adoraria te satisfazer e te servir, é pra isso que eu estou aqui, mas tá vendo aquele senhor sentado ali? Apontando pro meu amo. Ele é meu dono e senhor, sem a aprovação dele eu não posso fazer nada, já que sou escrava dele, você vai ter que acertar com ele. Ele sorriu e, me puxando pelo braço, me levou até meu senhor e perguntou se podia sentar. Desculpa, amigo, me diz ele, essa vadia que é sua escrava disse que se eu quiser algo com você tenho que acertar primeiro com você, então vim falar quanto custa por um tempinho com sua vadia. Meu amo perguntou o que ele queria fazer comigo, e o outro respondeu que só sexo oral, me dar pelo cu e que eu engolisse o gozo dele. Ao que meu amo respondeu: me parece bem, mas seria aqui mesmo, onde eu possa ver, se não, não entendi. Essa vadia gosta de ser exibida e ser tratada com grosseria, e mais, seu amigo pode participar se quiser. Ao que ele, encantado, disse que sim, e bom, quanto seria? Ele disse que por boquete seriam 20 e por foder 50, porque eu era uma vadia barata e que fazia por gosto, se dependesse dela, faria de graça. E pra mim mesma pensei que era verdade. Então ele disse: que só esperariam chegar mais gente pra me dar mais tesão, enquanto eu, de tanta emoção, até do banheiro esqueci, coisa que depois eu lamentaria de verdade, mas bom, isso será mais pra frente.
Depois de um tempo continuando a beber e sem perceber o amo me deu uma bala que me deixou muito alegre e extremamente excitada, depois ele quis que a gente dançasse, mas eu não sei dançar e com o tênis era pior, mas ele estava feliz zombando de mim, de repente o outro cara se aproximou por trás e começou a esfregar o pau dele na minha bunda, eu sentia perfeitamente, então ele sussurrou no meu ouvido: sua putinha, você tá muito gostosa, pode crer que vou te dar até pelas orelhas, sua vadia. Depois disso já era mais tarde, eu já estava bem embriagada e drogada, a verdade, mas eu me sentia bem, então a gente sentou em uma das mesas, o pessoal e o clima já começavam a esquentar, gritos, música e mais, de repente os outros dois caras que antes tinham feito negócio com o meu amo se aproximaram perguntando: se já podia, e o amo disse: toda sua, a vadia. Então cada um sentou de um lado e começaram a me apalpar, aí um deles me deu outra bala que me deixou ainda mais louca e excitada, e os amassos já eram insuportáveis, eu estava derretendo, então um deles tirou o pau e me pegou pela cabeça me fazendo engolir o pau dele até a garganta enquanto o outro continuava me apalpando a bunda e todo o pessoal em volta, isso me deixava louca, não sei se pelas balas, pelo álcool ou porque eu realmente sou uma vadia exibicionista, mas eu estava no paraíso. Ficamos assim um tempo, depois trocamos, mas na troca o outro não se contentou só em tocar, ele afastou minha calcinha e enfiou o ferro quente dele até o fundo, meu cu recebeu inteiro e com gosto, e ele ficou me dando enquanto outras pessoas se juntavam em volta e eu continuava chupando o outro cara. Os caras não aguentaram muito, me enchendo de porra de novo, mas as coisas não pararam por aí, o policial estava me prostituindo, ali oferecia meus serviços e vários caras aceitaram, e assim fiquei um bom tempo entre mamar e engolir e receber porra de macho.
Eram umas 3 da manhã quando ele decidiu me deixar ir, dizendo que já tinha ganhado bastante e que era melhor ir embora, mas não sem antes me meter mais uma vez a Booty. Aí saímos do lugar, eu vim caminhando entre as ruas escuras tentando não arrumar mais confusão, além de que eu estava muito excitada pelas pílulas tomadas e, por cima de tudo, vestida assim, a verdade é que eu me sentia viva, feliz, eufórica, gostosa, mas realmente me sentia viva, inteira, feminina e talvez mais do que devia, porque eu ia caminhando assim como uma mulher. Aí cheguei em casa e terminei com uma das melhores aventuras de toda a minha vida, que me fez sentir plena e feliz.
espero que vocês tenham gostado dessa história e em breve vou escrever mais algumas que vivi antes de me dedicar ao sali bato, bom, lembrem que mando mil beijos e espero os comentários e mensagens de vocês que me deixam muito excitada, beijos
Espero que tenham gostado deste relato e em breve escreverei outro com minhas vivências, já não são muitas, espero que gostem, aguardo seus comentários e lembrem que busco um amo dominante que me submeta, use, domine, viole, humilhe, exiba e que me faça sua puta submissa fiel. Beijos a todos, beijos da sua putinha nayeli.
0 comentários - Minha história como uma porca safada puta fácil