DP em festa à fantasia

Meu nome é Hanna. Tenho a pele tão clara que nas fotos com flash eu saio quase transparente, os olhos castanhos, o cabelo preto e liso caindo até o meio das costas, e essa cara de menina boa que engana todo mundo: cara de que vou à missa, de que digo "sim, senhor" pros professores, de que nunca quebrei um prato. E depois o corpo. Porque a cara é de menina boa mas o corpo é de outra coisa, e eu sei disso, e por isso adoro me vestir do jeito que me visto. Naquela noite era uma festa de fantasia na casa de uma amiga da faculdade, e eu tinha me vestido de Sam Manson. Não era fantasia de loja, era a minha versão: um top preto de alcinhas que deixava meus ombros nus e grudava no peito como uma segunda pele, um colar preto grosso no pescoço que me fazia sentir um pouco puta, uma minissaia de couro tão curta que se eu me abaixasse um centímetro dava pra ver tudo, meia-calça de rede e luvas de rede até o cotovelo, e uns saltos altos, pretos, que esticavam minhas pernas e me obrigavam a andar com aquele rebolado que não é totalmente natural mas que eu adoro exagerar. Debaixo do top, sem sutiã. Debaixo da saia, uma calcinha fio-dental preta mínima. Nada mais.DP em festa à fantasia( desta versão) Me olhei no espelho do banheiro da minha casa antes de sair, passei um batom vermelho escuro, desarrumei um pouco a franja de propósito e tirei uma foto pra mandar pro Daniel, meu namorado, com um "tô a caminho, se comporta". Daniel e eu estávamos juntos há oito meses. Oito meses de sexo gostoso, de domingos na cama dele, de filmes e planos de férias. Um namorado bom, tranquilo, desses que abrem a porta pra você e perguntam se você já comeu. Oito meses. E aquela noite, sem saber ainda, ia ser a noite em que tudo isso ia escorrer pelas minhas pernas junto com a porra de dois homens que não eram ele. Cheguei na festa e o barulho me bateu na cara. Música alta, luzes roxas, gente apertada pra todo lado com fantasias de bruxas, de vampiros, de gatos, de coisas genéricas de Halloween. Procurei o Daniel no meio da galera e não achei, então fiz o que sempre faço quando tô desconfortável num lugar: me servi um drink. E depois outro. Um vodka com suco de cranberry, depois outro, depois um terceiro que já nem senti o gosto. O álcool desceu rápido pro estômago, quentinho, e soltou meu corpo, afrouxou minha timidez, deixou minha pele sensível. Comecei a dançar sozinha perto de uma parede, com os braços pra cima, sentindo a música no quadril, e dali, de salto alto, com a saia de couro grudando na coxa cada vez que eu me mexia, me senti observada. E eu estava. Eles estavam do outro lado da sala, os dois juntos, com copos na mão e sem fantasia, como se a festa fosse a maior merda. Dois homens negros, enormes, desses que ocupam o espaço só de estar. O primeiro era mais alto, com a cabeça raspada e uma barba curta e bem aparada, ombros de jogador de futebol americano, uma camisa preta de botão que esticava no peito e nos braços. O outro era mais largo, mais parrudo, com o cabelo em tranças curtas coladas no crânio e um sorriso lento, de dentes brancos, que não saía do rosto dele mesmo quando não estava falando com ninguém. Os dois estavam me olhando. Não disfarçavam. Não faziam aquele gesto de desviar o olhar quando você é pega; continuavam ali, plantados, com os olhos cravados nas minhas pernas, na minha cintura, no decote do top. E eu gostei. Gostei demais. Gostei de me sentir o centro de alguma coisa, de sentir que dois homens assim, desses que a gente vê e pensa "eita", estavam me despindo com o olhar no meio de uma sala cheia de gente. Passei a língua pelos lábios, coloquei as mãos na cintura e continuei dançando, agora sim pra eles, me mexendo mais do que precisava, deixando a saia subir, deixando a rede da meia marcar na coxa. Bebi outro gole olhando pra eles por cima do copo. O de barba foi o primeiro a se mexer. Chegou sem pressa, abrindo caminho entre a gente como se a gente fosse água, e parou do meu lado, bem perto, tão perto que chegou o cheiro do perfume dele e da pele quente. Falou algo no meu ouvido que eu não entendi por causa da música, e quando pedi pra repetir, ele se inclinou mais e disse, com uma voz baixa que vibrou no meu pescoço: "que você tá bem yummy, mami". Assim, sem mais. E eu, que já tinha três doses na cabeça e a pele em brasa, ri e falei "valeu", e ele ficou olhando pra minha boca. O outro chegou por trás. Não vi ele chegar, só senti uma mão grande na minha cintura, a palma inteira cobrindo o osso, e um corpo largo colando nas minhas costas, e o hálito dele na nuca. E ali, entre os dois, um na frente e outro atrás, eu fiquei parada um segundo, com o coração batendo na garganta. O de trás falou no meu ouvido também, com uma voz mais rouca: "e você saiu de onde?". Eu disse meu nome. Os dois riram, baixinho, e o da frente colocou um dedo embaixo do meu colar e puxou um pouquinho, brincando, e disse "Hanna" como se provasse a palavra. E depois colocou a mão na minha cintura, subiu pela lateral, roçou o lado do meu peito com o polegar e falou: "e essa fantasia tão do caralho? Cê sabe que tá deixando meio mundo louco?". Eu já estava molhada. Não é uma jeito de falar. Eu estava excitada de verdade, com a calcinha fio-dental grudenta, com as pernas se apertando sozinhas, com os mamilos tão duros que marcavam no top de tiras e dava pra ver perfeitamente. A vodka tinha tirado meu filtro e eles tinham tirado o pouco que restava. Eu me deixei tocar. A mão do de trás desceu do meu quadril até a borda da saia e enfiou um dedo por baixo, e eu abri um pouco as pernas. O da frente pôs a mão na minha nuca, inclinou minha cabeça e me beijou. Foi um beijo daqueles que não se parecem com nada. Ele pegou minha boca inteira, abriu com a língua, mordeu meu lábio inferior e chupou, e tinha gosto de cerveja e de algo mais, algo dele, algo forte. Eu coloquei as mãos no peito dele e senti o músculo por baixo da camisa, duro, quente, e me agarrei ali. O de trás, enquanto isso, estava subindo minha saia por trás com toda a calma do mundo, e quando o tecido não deu mais, ele pôs a mão aberta na minha bunda, sobre a meia-calça arrastão, e apertou. Apertou forte, com vontade, e me escapou um gemido na boca do outro. E o outro engoliu. A gente se moveu. Não sei quem decidiu, mas a gente se moveu, os três colados, saindo da sala, por um corredor escuro, entre gente que dançava e mal nos via. Eu ia no meio, com uma mão de cada um em cima, subindo escadas, e a cada degrau a saia subia mais e o arrastão enganchava no salto. Chegamos numa porta. O das tranças abriu, me empurrou pra dentro primeiro e trancou. Era um quarto de hóspedes, pequeno, com uma cama meio arrumada, um abajur com luz amarela e a janela com a persiana abaixada. Cheirava a poeira e a roupa guardada. E ali, naquela luz feia, com a música da festa tocando longe, lá embaixo, eu me dei conta da dimensão do que estava fazendo. Eu tinha namorado. Estava num quarto com dois homens que tinha conhecido vinte minutos atrás. E não queria sair dali nem pra ir no banheiro. O de barba me pegou pela cintura e me sentou na beira da cama, e ficou de pau duro Enfrentou, e desabrochou a camisa. Tirou-a devagar e ali estava aquele peito, largo, com o peitoral marcado e uma linha de pelos que descia pelo abdômen e se perdia na calça. O das tranças sentou ao meu lado e pegou meu rosto com uma mão e me beijou de novo, mais devagar, mais suave, com a língua lenta, e com a outra mão acariciou minha coxa por cima da meia, subindo e descendo, subindo e descendo, sem nunca chegar aonde eu queria. Estavam me excitando como se excita uma puta. E eu me sentia puta. Me sentia exatamente como queria me sentir. O de barba se colocou na minha frente e abaixou o zíper. Tirou o pau e eu vi e fiquei sem ar. Era grosso, comprido, moreno, com a cabeça brilhante, e pendia pesado entre as pernas quando tirou tudo. Colocou na minha cara, passou pela minha bochecha, pelos lábios, e eu abri a boca antes que ele pedisse. Enfiou e enfiou até o fundo, e eu senti como minha boca se enchia, como meu maxilar se abria, como a ponta tocava minha garganta e me dava vontade de tossir. Ele colocou a mão na minha nuca e começou a se mover, e eu me deixei, com os olhos fechados, com a saliva escorrendo pelos cantos da boca, enquanto o outro continuava acariciando minha coxa e apertava meu peito por cima do top.vadiaTira o top", disse o de barba, e o outro subiu ele pelo meu peito e tirou pela minha cabeça. Fiquei com as tetas de fora, só com o colar, e o de trança ficou um momento olhando pra elas como se fosse a primeira vez que ele vê umas, e depois pegou uma na boca, lambeu meu mamilo, chupou e mordeu, e eu gemi com a cock dentro e a vibração fez ele gemer também. Ele beliscou o outro mamilo com os dedos, apertou, puxou, e torceu até eu soltar um gritinho. Estavam me comendo viva entre os dois. Ele tirou a cock da minha boca e colocou de novo, e outra vez até o fundo, e outra vez, e outra, e eu já estava lacrimejando. Ele tirou, passou ela pelo meu rosto molhado e disse "olha pra mim". Olhei pra ele. Limpei a saliva com as costas da luva de rede e ele riu e disse "isso, bem descabelada". O de trança, enquanto isso, já tinha enfiado a mão por baixo da saia e estava movendo a thong pro lado, e senti os dedos dele na pussy, escorregando, me lambuzando, e ele enfiou dois dedos de uma vez. Enfiou e mexeu, e eu arqueei as costas e apertei eles. Estava encharcada. Dava pra ouvir. Dava pra ouvir o barulhinho dos dedos dele entrando e saindo e ele comentou, riu e falou pro outro "tá bem molhada, brother, escuta", e eu fiquei vermelha de vergonha e de tesão.peitos grandes
vadiaEle tirou meus dedos, levou-os à boca, chupou-os e disse "tá gostoso". E aí me pegou pelos quadris e me virou, me colocou de quatro na cama. Levantou minha saia até a cintura e deixou meu rabo de fora, só com a calcinha fio-dental, e apertou com as duas mãos, abriu, separou e ficou olhando meu ânus. Senti a respiração dele ali, quente, e depois a língua dele, plana, passando de cima a baixo, e quase caí de cara no colchão. Lambeu meu ânus demoradamente, com calma, com a língua dura, dando voltas, empurrando um pouquinho, e enquanto lambia, mantinha a mão na minha buceta, com os dedos dentro, mexendo devagar. Eu tinha o rosto afundado na colcha e gemia como uma tonta, com o rabo pra cima, ainda com os saltos altos, com as luvas de rede cravadas no tecido. O de barba se colocou na minha frente, subiu na cama e sentou encostado na cabeceira, e me pegou pela cabeça e abaixou ela pro pau dele de novo. E fiquei assim um tempo: com a boca cheia por diante e a língua dele no cu por trás, sem conseguir pensar, sem conseguir fazer outra coisa a não ser me entregar. Quando não aguentava mais, quando o nó já estava se formando na barriga e sentia que ia gozar só com aquilo, o de trás se levantou, cuspiu na mão, passou no pau e colocou na minha buceta. Passou pelos lábios, pra cima e pra baixo, me molhando com o meu próprio suco, e aí começou a enfiar.Dupla Penetracao
infielE aí sim. Aí eu esqueci tudo. Ele enfiou devagar, centímetro por centímetro, e eu senti como me abria, como me esticava, como me preenchia de um jeito que o Daniel não me preenche, e quando já estava toda dentro os dois ficamos parados um segundo, eu com a boca aberta e o pau do outro apoiado na bochecha, e depois ele começou a se mexer. E que jeito de se mexer. Me dava forte, com o quadril, com o corpo todo, e em cada investida me empurrava pra frente e eu engolia o pau do cara da frente até a garganta. Era um ritmo, um vai e vem, me empurravam de um lado e do outro e eu era o ponto onde tudo se encontrava. Ele me agarrou pelo quadril com as duas mãos, enfiou até o fundo e deixou lá, se mexendo em círculos, e eu senti a ponta batendo no fundo e me veio um arrepio pelo corpo todo.corno
namorada putaVocê gosta assim, mamãe?", ele me perguntou, e eu tentei dizer que sim, mas estava com a boca cheia. "Você gosta de levar forte?". Ele mexeu o quadril, enfiou tudo de novo, e eu soltei um grito com o pau na boca e o da frente riu e me disse "fala, fala que você gosta". Ele tirou da minha boca e eu disse "sim, sim, eu gosto, não para" e ele enfiou de novo.vadia gostosa
DP em festa à fantasiaEle me pegou assim por um bom tempo, com a mão aberta na minha nádega, deixando a marca dos dedos, e eu já estava quase lá, já estava ali, já estava tudo subindo e de repente ele enfiou o polegar molhado no ânus, mexeu e eu gozei. Gozei com um grito que com certeza deu pra ouvir lá embaixo, com a buceta apertando o pau dele jorrando, com as pernas tremendo, com o rosto afundado no colchão. E ele não parou. Continuou me dando durante todo o orgasmo, continuou enquanto eu me estremecia e tremia, e quando finalmente relaxei ele tirou o pau e me deixou ali, escorrendo, ofegante, com o cu ainda aberto. Me deixei cair de lado. Estava tremendo. Tinha as pernas como gelatina e o coração como um tambor. O das tranças deitou do meu lado e me beijou, passou a mão no meu cabelo suado e disse "respira, calma". E me deixou respirar uns segundos. Uns segundos só. Porque depois ele levantou, foi até a calça, pegou uma camisinha, colocou e voltou pra cama. O da barba também colocou uma. E eu vi os dois parados ali, com os paus embrulhados e brilhantes, e soube o que ia acontecer antes de falarem. "Você já fez dupla antes?", me perguntou o das tranças. "Já", eu disse, e era verdade, uma vez, com o Daniel e um amigo dele, uma vez só e eu tinha adorado. "E você gostou?". "Muito". Eles se olharam e sorriram. "Então você sabe como é", disse o da barba. Ele pôs a mão nas minhas costas, me levantou, me colocou de quatro de novo, mas dessa vez não ficou atrás: ficou na frente, sentou encostado na cabeceira e levou a mão ao pau pra eu sentar em cima. Montei de pernas abertas, me apoiei nos ombros dele e desci devagar, e senti como ele entrava, como me abria de novo, e fiquei sentada até o fundo com um gemido longo. E depois senti os dedos do outro no ânus, dois, lambuzados com lubrificante frio, e me mexi um pouquinho, me apertando, impaciente. Ele mexeu os dedos, tirou, pôs a ponta do pau e começou a empurrar. E aí minha respiração travou. Aí ele Isso deixou meu corpo todo tenso, porque por mais que eu esperasse, por mais que já tivesse feito, é igual: parece que te partem ao meio, como se não coubesse, como se o corpo tivesse que se reorganizar em volta disso. "Respira", me disse o de baixo, e pôs as mãos na minha cintura. "Relaxa, gostosa, relaxa". Respirei. Empurrei um pouco pra trás. E o pau entrou. Fiquei parada, com os dois dentro, com a boca aberta e os olhos fechados, sentindo como tudo latejava, como o corpo ia se ajeitando, como a dor ia virando outra coisa. "Já", eu disse depois de um tempo, com a voz rouca. "Já, se mexam". E se mexeram. No começo devagar, alternando, um entrando quando o outro saía, e eu senti a parede que os separava, senti os dois paus se movendo juntos, se roçando através de mim, e me deu um espasmo tão forte que meus braços dobraram. Me seguraram entre os dois. Me pegaram pela cintura e pelos ombros e me firmaram, e aí começaram a ir mais rápido, e o ritmo foi se sincronizando, e já não se alternavam: entravam os dois ao mesmo tempo, me enchiam os dois ao mesmo tempo, e eu ficava sem ar a cada estocada.vadia
peitos grandesAí eu já não era uma pessoa. Era um buraco. Era um par de buracos, na verdade, e era deles, e eu adorava ser isso. Eu me movia com eles, procurando, com os quadris, com as costas arqueadas, com os peitos balançando, com a coleira apertando meu pescoço cada vez que eu jogava a cabeça pra trás. O de baixo pegou meus peitos, apertou, beliscou meus mamilos e torceu até eu gritar. O de trás puxou meu cabelo, jogou minha cabeça pra trás, encostou a boca no meu pescoço e mordeu. "Quem é que é uma puta?", perguntou o de barba. "Eu", eu disse, e a voz quase não saiu. "Quem?". "Eu, sou a puta de vocês", e falei mais alto, e gostei de dizer, gostei mais do que esperava. "Isso, meu amor, isso", disse ele, e enfiou mais fundo, e o de trás fez o mesmo, e eu fiquei sem ar de novo.vadiaMe comeram assim até que o nó começou a se formar de novo em mim. E dessa vez foi maior, mais fundo, subiu pelos meus pés, subiu pelas minhas pernas, subiu pelas minhas costas, e quando chegou lá em cima me partiu em dois. Eu gozei gritando, com o rosto no ombro do cara da frente, mordendo ele, com o corpo todo tremendo, com a buceta apertando e o cu apertando, e eles continuaram, continuaram, continuaram, e o orgasmo não acabava, se esticava, saía pelas bordas e escorria pelas minhas coxas e me deixava tremendo como um animal.Dupla PenetracaoQuando finalmente relaxei, o de trás tirou. Senti o vazio, o ar frio entrando, e fiquei só com o pau do outro, escorrendo pelo ânus. Ele desceu de cima de mim, me colocou de barriga pra cima na cama, dobrou minhas pernas contra o peito e enfiou de novo na minha buceta. O das tranças se ajoelhou do lado do meu rosto e pegou minha boca, e assim, com as pernas dobradas, com o pau entrando e saindo, com o outro na boca, fiquei olhando pro teto, fora de mim, com os olhos molhados e a cara destruída. Já não sabia quanto tempo a gente estava nisso. Já não me importava. O das tranças tirou da minha boca, arrancou a camisinha e começou a se masturbar, rápido, me olhando. "Onde você quer?", ele perguntou. "Na cara", eu disse. "Na minha cara, por favor".infiel
corno
namorada putaE ele gozou. Gozou com um grunhido e caiu na minha bochecha, na boca, no queixo, e depois no pescoço e no peito, e eu abri a boca e coloquei a língua pra fora como uma puta agradecida. Ele continuou até esvaziar tudo, e depois ficou ali, respirando forte, com a mão ainda em cima, olhando meu rosto coberto.vadia gostosaE o de barba continuou lá dentro. Continuava me dando, mais forte, mais rápido, com as mãos nos meus joelhos. "Eu gozo dentro", disse, mais como um aviso do que como uma pergunta. "Sim", eu disse, com a porra do outro escorrendo pela minha cara. "Sim, dentro, não sai". Ele me deu mais algumas, fundas, e depois afundou até o fundo, tremendo, e gozou. Senti como ele se esvaziava, como me enchia, como o calor subia por dentro de mim, e ele ficou ali, em cima, com os olhos fechados, até passar. Quando ele tirou, a porra escorreu pelo meu cu e pela minha buceta e caiu na colcha. Fiquei deitada, aberta, sem fechar as pernas. Os três respirando forte no quarto. A música da festa continuava lá embaixo, igual de longe, igual de alheia. O de barba tirou a camisinha, jogou fora, e colocou a mão na minha coxa. "Tá bem?", me perguntou. Eu assenti com a cabeça, com a cara ainda brilhando. O de tranças trouxe um pouco de papel da mesinha de cabeceira e limpou meu rosto com uma ternura que não combinava com nada do que a gente tinha acabado de fazer. Limpou minha bochecha, a boca, o pescoço, e disse "como você é gostosa, Hanna". E depois me ajudou a sentar. E aí a ficha caiu de uma vez, como um balde de água: Daniel. Daniel lá embaixo. Daniel me esperando. Daniel que ia me ver. Levantei num pulo, ainda tremendo. "Tenho que descer", eu disse. "Meu namorado". Os dois riram. "Eita", disse o de tranças, "o namorado". E o de barba me deu um tapa na bunda quando me agachei pra pegar meu top. Me vesti na correria. Coloquei o top e ajeitei, mas não adiantava nada: os mamilos continuavam duríssimos e apareciam nas alças, e eu tinha uma mancha de porra na borda. Subi a saia e percebi que a calcinha estava torcida e encharcada, e que o fio tinha entrado entre as nádegas. Ajeitei como deu. As meias de rede estavam corridas e rasgadas em dois pontos no joelho. As luvas, manchadas. Passei a mão no cabelo e não melhorou nada. Me vi no reflexo da janela E eu ri de mim mesma. Tinha a cara de alguém que acabou de levar dois. A boca inchada, o rímel escorrido, o pescoço marcado, o vermelho do batom apagado por completo. E ainda escorria. Calcei o salto, puxei a saia pra baixo com as duas mãos e fiquei um segundo parada na porta. "Tô bonita?", perguntei. "Você tá com cara de puta", disse a das tranças, com carinho. "Perfeito", falei, e abri a porta. Desci as escadas com as pernas ainda bambas, me segurando no corrimão, e senti o gozo escorrendo a cada degrau. Senti ele se mexer, quente, e no segundo andar já tava escorrendo pela coxa por baixo da saia. Senti na borda da meia. Senti chegar no joelho. Encontrei o Daniel na cozinha, com um copo na mão, conversando com um amigo dele. Ele levantou os olhos, me viu e sorriu. "Aí tá você! Tava te procurando, onde você se meteu?". "No banheiro", falei. "Tinha muita fila". Ele veio perto, me abraçou pela cintura e me deu um beijo. Eu coloquei as mãos no peito dele e deixei ele me beijar, com o coração ainda a mil, e quando ele se afastou olhou meu rosto e falou: "E esse rímel? Você tá bem?". "É que tava muito calor", falei. "Lavei o rosto". Ele acreditou. Claro que acreditou. Colocou a mão na minha cintura, apertou e falou "você tá linda, sério, seu cosplay ficou incrível". E eu sorri, e sorri de verdade, e naquele momento, enquanto ele me falava do amigo que tinha vindo de Puebla, senti uma gota de gozo descer por dentro da coxa, passar pela meia arrastão e parar na borda do joelho. Apertei as pernas. O Daniel me abraçou de novo. E eu, com o rosto no ombro dele, senti escorrer o que não era dele. Bônusssss deixem pontos e subo algo melhor meus amores vocês gostam do meu cosplay??DP em festa à fantasia

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