Um grande amigo meu, Iván, estava comemorando seu aniversário, mas como era dia de trabalho, a gente não poderia ir. Chegou a data e, por coisas do destino, minha esposa e eu terminamos o trabalho bem cedo, passamos em casa rapidinho pra nos arrumar direito e minha mulher decidiu colocar um vestido que me deixa louco e uma meia-calça que quase fez eu pular em cima dela. Deixamos nossos filhos na casa da minha sogra e fomos pro aniversário.
Como presente pro meu amigo Iván, decidi levar umas cervejas especiais que tinham vários sabores e que outro amigo nosso, que trabalha com o negócio de cerveja, tinha nos dado de presente antes. Chegamos de surpresa na casa do Iván e foi grande a alegria de todos os nossos amigos ao nos receber, mais alegria ainda deram quando tirei da embalagem as tais cervejas, que foram a novidade da noite, e me dediquei a servir em pequenas quantidades, já que com uns goles já fazem um efeito muito intenso e deixam a gente muito alegre.
Minha mulher não gosta de cerveja, então ficou tomando taças de vinho, os outros acabamos com a cerveja sem cuidar das quantidades, coisa que provocaria tudo o que viria. Meu amigo Iván tomou bastante das cervejas mágicas, que o colocaram num estado de euforia e felicidade, enquanto outros ficaram sonolentos ou bateram muito forte, mas tudo era muito divertido. A esposa do Iván bebeu demais e, sentindo-se mal, decidiu subir pra descansar no quarto dela, o que ajudou o Iván a relaxar totalmente, já que ela meio que limita o comportamento dele.
Todos os outros convidados continuamos a festa, passado o tempo, já pela meia-noite, eu comecei a sentir que o cannabis e a cerveja misturados estavam me fazendo um pouco de estrago e comentei com a Samanta. Ela, toda risonha, tirou um pouco de sarro de mim e me perguntou se a gente ia embora ou o quê. Eu disse que nada disso, que ainda dava pra continuar e então seguimos nos divertindo.
O tempo passava e os convidados iam saindo felizes, já por volta das 3 da manhã restavam bem poucas pessoas, talvez 4 ou 5 além de Iván, minha mulher e eu. Em algum momento da madrugada eu comecei a ver tudo como flashazos, como se o tempo se cortasse pra mim, e falei isso pra Samanta, então ela, entre risadas, perguntou ao Iván sobre a cozinha, e ele muito gentilmente disse: "vamos, te levo pra você trazer um copo grande de água mineral pra ele". A questão é que entre os flashazos eu vi como ele a pegou levemente pela cintura (mas bem perto daquele rabo gostoso dela) pra guiá-la, e além disso, não sei se imaginei, mas senti que esse carinho durou vários segundos. Eles caminharam pra cozinha e eu acho que demorariam uns 5 minutos pra voltar, coisa que na hora eu notei mas não dei a mínima. Voltaram com meu copo de água mineral e aquilo caiu do céu pra mim, eu morria de sede e nem sabia. Mas notei algo estranho, alguma expressão esquisita nela, tipo suspeita, e o Iván também estava mais sério do que quando foi pra cozinha, mas eu tava curtindo a festa, continuei na minha, embora um pensamento estranho começasse a rondar minha cabeça, sem perceber eu tava pensando em coisas muito quentes, sem querer comecei a me perguntar o que tinha acontecido na cozinha enquanto me vinha à mente aquele carinho na cintura da minha mulher, coisa que começou a me deixar um pouco excitado, sentia meu coração batendo mais forte, até agora escrevendo essas palavras eu me sinto assim de novo. O clima continuava pesado enquanto eu mais ou menos me recuperava dos efeitos da bebida, já começava a ver tudo normal, coisa que eu acho que minha mulher e meu amigo não suspeitavam, porque de canto de olho eu notava que o Iván acariciava a perna da minha mulher bem onde terminava o vestido dela e ficavam aquelas meias sensuais que ela usava. Eu me fiz de louco, deixei que o que tivesse que acontecer, acontecesse. Comecei a ficar muito excitado com o que eu via enquanto me fazia de desligado. Depois de alguns minutos de carinhos inocentes, eles já praticamente não falavam, era eu o único que dizia incoerências e palavras Umas perdidas que não encontravam respostas. Eu, já cheio de tesão, olhava de canto de olho e via que a mão de Iván já subia pela coxa da minha esposa, enquanto ela, disfarçada, acariciava o ombro dele, virando de vez em quando pra mim pra ver se eu tava percebendo, e eu fazia de conta que a bebedeira me cegava. O tempo foi passando, as carícias foram esquentando, minha esposa toda corada olhava fundo nos olhos de Iván enquanto ele já percorria as pernas dela, os ombros, as bochechas com carícias suaves mas cheias de safadeza. Eu ficava louco de tesão e decidi facilitar as coisas pra eles: falei que ia ao banheiro, levantei e andei displicente enquanto eles nem me responderam. No meio de toda a minha bebedeira (embora ela fosse cada vez mais substituída pela luxúria), eu tinha escolhido ir ao banheiro porque ficava no andar de cima, então eles teriam certeza de que teriam um pouco de privacidade, mas ao mesmo tempo, subir me permitiria encontrar um ponto cego pra que eles não percebessem se eu os observasse. Meu plano funcionou perfeitamente: em vez de subir, entrei num quarto onde guardam as ferramentas e deixei a porta entreaberta, o que me dava uma visão perfeita da salinha onde estavam uns convidados já dormindo de bêbados e minha mulher com Iván, que, assim que me perderam de vista, se olharam cúmplices e intensificaram as carícias, isso sim, dando de repente olhadas pra onde eu tinha ido sem saber que eu podia ver tudo da escuridão. Os dedos de uma mão de Iván deslizaram pras nádegas da Samanta e as acariciaram como puderam, já que ela estava sentada, enquanto a outra mão roçou os lábios dela, e ela reagiu lambendo-os de leve e beijando-os (eu morria de excitação ao ver aquilo), não falavam, só se olhavam enquanto as mãos se percorriam suavemente. Os minutos passaram e, ao ver que eu não voltava, tomaram confiança e finalmente se decidiram a se beijar, dava pra ver que morriam por unir os lábios, as línguas, porque assim que começaram a fazer tudo ficou mais intenso, ele começou a acariciar os peitos dela com firmeza por cima do vestido e ela o pegava forte pelo pescoço. Era uma cena digna de ser filmada, minha esposa ficava louca de tesão enquanto Iván enfiava as mãos por baixo do vestido pra sentir os mamilos dela diretamente. Sentados um do lado do outro se acariciavam onde dava, ela abaixou o zíper do vestido pra liberar os peitos, e Iván reagiu indo direto devorá-los. Depois de vários minutos acho que foi impossível continuar ali, Iván murmurou algo pra ela e se levantaram pra ir pra cozinha, passaram tão perto de mim que achei que iam me ver, mas a escuridão me ajudou a passar despercebido. Quase não conseguiam andar, chegaram na cozinha cambaleando entre beijos e carícias, eu tinha uma visão ainda melhor de tudo que acontecia. Da minha perspectiva eu via de frente o Iván e a minha mulher de costas pra mim, podia ver as mãos do Iván acariciando frenéticas as costas, a bunda da minha esposa, era tão gostoso ver aquilo. Minha mulher soltava gemidos de prazer que tentava abafar mas mesmo assim dava pra ouvir. De repente vi como ela tentava abrir o calça do Iván, lutando pra descobrir o que tinha embaixo enquanto ele ajudava na tarefa. No momento em que Iván abaixou um pouco a calça pude ver como a Samanta pegava o volume com as mãos, como acariciava desde as bolas até a glande, ela estava fora de si. Não aguentou mais, se ajoelhou me deixando ver aquele rabo suculento enquanto enfiava aquele membro na boca e com maestria saboreava, Iván estava pasmo, parece que não conseguia acreditar no que estava recebendo como presente de aniversário. Imaginem ver o rabo da Samanta enquanto estava ajoelhada, o vestido já tinha tirado, ficando só de sutiã, fio-dental e meia, tudo preto, Iván pegava o cabelo dela e ficava louco. Depois de alguns minutos daquela cena, ele a fez Ela se levantou e se curvou apoiada na bancada do café da manhã, e logo em seguida ele se ajoelhou atrás dela e enfiou a cara entre as nádegas, devorando-a por trás enquanto ela se arqueava de prazer. Eu já estava me tocando há um tempo vendo tudo aquilo, lutava pra não gozar. O clímax chegou quando minha esposa disse algo que não entendi, mas fez sentido quando ela abriu as nádegas com as mãos, oferecendo o cuzinho delicioso pro Iván, que se levantou e, apontando o membro, enfiou de uma vez na minha esposa, que soltou um gemidão de prazer, recebendo estocada atrás de estocada com um tesão danado. Não sei em que momento eu gozei, mas sei que o Iván terminou quando a Samanta se virou e começou a punhetá-lo com uma mão enquanto com a outra acariciava as bolas dele (movimento que me deixa louco porque ela faz de luxo). O Iván não aguentou mais e gozou nas tetas da minha esposa. Passaram-se alguns segundos se olhando, se beijaram e voltaram pra sala em silêncio. Eu deixei passar uns minutos e voltei com eles fingindo que tinha me complicado no banheiro. Nos deixaram dormir na casa do Iván, nos emprestaram um quarto e já de manhã fomos embora. Quando chegamos no quarto eu disse pra minha esposa: me deu tesão e gostei de te ver transar com meu amigo. Naquela noite a gente fez o amor como loucos.
Como presente pro meu amigo Iván, decidi levar umas cervejas especiais que tinham vários sabores e que outro amigo nosso, que trabalha com o negócio de cerveja, tinha nos dado de presente antes. Chegamos de surpresa na casa do Iván e foi grande a alegria de todos os nossos amigos ao nos receber, mais alegria ainda deram quando tirei da embalagem as tais cervejas, que foram a novidade da noite, e me dediquei a servir em pequenas quantidades, já que com uns goles já fazem um efeito muito intenso e deixam a gente muito alegre.
Minha mulher não gosta de cerveja, então ficou tomando taças de vinho, os outros acabamos com a cerveja sem cuidar das quantidades, coisa que provocaria tudo o que viria. Meu amigo Iván tomou bastante das cervejas mágicas, que o colocaram num estado de euforia e felicidade, enquanto outros ficaram sonolentos ou bateram muito forte, mas tudo era muito divertido. A esposa do Iván bebeu demais e, sentindo-se mal, decidiu subir pra descansar no quarto dela, o que ajudou o Iván a relaxar totalmente, já que ela meio que limita o comportamento dele.
Todos os outros convidados continuamos a festa, passado o tempo, já pela meia-noite, eu comecei a sentir que o cannabis e a cerveja misturados estavam me fazendo um pouco de estrago e comentei com a Samanta. Ela, toda risonha, tirou um pouco de sarro de mim e me perguntou se a gente ia embora ou o quê. Eu disse que nada disso, que ainda dava pra continuar e então seguimos nos divertindo.
O tempo passava e os convidados iam saindo felizes, já por volta das 3 da manhã restavam bem poucas pessoas, talvez 4 ou 5 além de Iván, minha mulher e eu. Em algum momento da madrugada eu comecei a ver tudo como flashazos, como se o tempo se cortasse pra mim, e falei isso pra Samanta, então ela, entre risadas, perguntou ao Iván sobre a cozinha, e ele muito gentilmente disse: "vamos, te levo pra você trazer um copo grande de água mineral pra ele". A questão é que entre os flashazos eu vi como ele a pegou levemente pela cintura (mas bem perto daquele rabo gostoso dela) pra guiá-la, e além disso, não sei se imaginei, mas senti que esse carinho durou vários segundos. Eles caminharam pra cozinha e eu acho que demorariam uns 5 minutos pra voltar, coisa que na hora eu notei mas não dei a mínima. Voltaram com meu copo de água mineral e aquilo caiu do céu pra mim, eu morria de sede e nem sabia. Mas notei algo estranho, alguma expressão esquisita nela, tipo suspeita, e o Iván também estava mais sério do que quando foi pra cozinha, mas eu tava curtindo a festa, continuei na minha, embora um pensamento estranho começasse a rondar minha cabeça, sem perceber eu tava pensando em coisas muito quentes, sem querer comecei a me perguntar o que tinha acontecido na cozinha enquanto me vinha à mente aquele carinho na cintura da minha mulher, coisa que começou a me deixar um pouco excitado, sentia meu coração batendo mais forte, até agora escrevendo essas palavras eu me sinto assim de novo. O clima continuava pesado enquanto eu mais ou menos me recuperava dos efeitos da bebida, já começava a ver tudo normal, coisa que eu acho que minha mulher e meu amigo não suspeitavam, porque de canto de olho eu notava que o Iván acariciava a perna da minha mulher bem onde terminava o vestido dela e ficavam aquelas meias sensuais que ela usava. Eu me fiz de louco, deixei que o que tivesse que acontecer, acontecesse. Comecei a ficar muito excitado com o que eu via enquanto me fazia de desligado. Depois de alguns minutos de carinhos inocentes, eles já praticamente não falavam, era eu o único que dizia incoerências e palavras Umas perdidas que não encontravam respostas. Eu, já cheio de tesão, olhava de canto de olho e via que a mão de Iván já subia pela coxa da minha esposa, enquanto ela, disfarçada, acariciava o ombro dele, virando de vez em quando pra mim pra ver se eu tava percebendo, e eu fazia de conta que a bebedeira me cegava. O tempo foi passando, as carícias foram esquentando, minha esposa toda corada olhava fundo nos olhos de Iván enquanto ele já percorria as pernas dela, os ombros, as bochechas com carícias suaves mas cheias de safadeza. Eu ficava louco de tesão e decidi facilitar as coisas pra eles: falei que ia ao banheiro, levantei e andei displicente enquanto eles nem me responderam. No meio de toda a minha bebedeira (embora ela fosse cada vez mais substituída pela luxúria), eu tinha escolhido ir ao banheiro porque ficava no andar de cima, então eles teriam certeza de que teriam um pouco de privacidade, mas ao mesmo tempo, subir me permitiria encontrar um ponto cego pra que eles não percebessem se eu os observasse. Meu plano funcionou perfeitamente: em vez de subir, entrei num quarto onde guardam as ferramentas e deixei a porta entreaberta, o que me dava uma visão perfeita da salinha onde estavam uns convidados já dormindo de bêbados e minha mulher com Iván, que, assim que me perderam de vista, se olharam cúmplices e intensificaram as carícias, isso sim, dando de repente olhadas pra onde eu tinha ido sem saber que eu podia ver tudo da escuridão. Os dedos de uma mão de Iván deslizaram pras nádegas da Samanta e as acariciaram como puderam, já que ela estava sentada, enquanto a outra mão roçou os lábios dela, e ela reagiu lambendo-os de leve e beijando-os (eu morria de excitação ao ver aquilo), não falavam, só se olhavam enquanto as mãos se percorriam suavemente. Os minutos passaram e, ao ver que eu não voltava, tomaram confiança e finalmente se decidiram a se beijar, dava pra ver que morriam por unir os lábios, as línguas, porque assim que começaram a fazer tudo ficou mais intenso, ele começou a acariciar os peitos dela com firmeza por cima do vestido e ela o pegava forte pelo pescoço. Era uma cena digna de ser filmada, minha esposa ficava louca de tesão enquanto Iván enfiava as mãos por baixo do vestido pra sentir os mamilos dela diretamente. Sentados um do lado do outro se acariciavam onde dava, ela abaixou o zíper do vestido pra liberar os peitos, e Iván reagiu indo direto devorá-los. Depois de vários minutos acho que foi impossível continuar ali, Iván murmurou algo pra ela e se levantaram pra ir pra cozinha, passaram tão perto de mim que achei que iam me ver, mas a escuridão me ajudou a passar despercebido. Quase não conseguiam andar, chegaram na cozinha cambaleando entre beijos e carícias, eu tinha uma visão ainda melhor de tudo que acontecia. Da minha perspectiva eu via de frente o Iván e a minha mulher de costas pra mim, podia ver as mãos do Iván acariciando frenéticas as costas, a bunda da minha esposa, era tão gostoso ver aquilo. Minha mulher soltava gemidos de prazer que tentava abafar mas mesmo assim dava pra ouvir. De repente vi como ela tentava abrir o calça do Iván, lutando pra descobrir o que tinha embaixo enquanto ele ajudava na tarefa. No momento em que Iván abaixou um pouco a calça pude ver como a Samanta pegava o volume com as mãos, como acariciava desde as bolas até a glande, ela estava fora de si. Não aguentou mais, se ajoelhou me deixando ver aquele rabo suculento enquanto enfiava aquele membro na boca e com maestria saboreava, Iván estava pasmo, parece que não conseguia acreditar no que estava recebendo como presente de aniversário. Imaginem ver o rabo da Samanta enquanto estava ajoelhada, o vestido já tinha tirado, ficando só de sutiã, fio-dental e meia, tudo preto, Iván pegava o cabelo dela e ficava louco. Depois de alguns minutos daquela cena, ele a fez Ela se levantou e se curvou apoiada na bancada do café da manhã, e logo em seguida ele se ajoelhou atrás dela e enfiou a cara entre as nádegas, devorando-a por trás enquanto ela se arqueava de prazer. Eu já estava me tocando há um tempo vendo tudo aquilo, lutava pra não gozar. O clímax chegou quando minha esposa disse algo que não entendi, mas fez sentido quando ela abriu as nádegas com as mãos, oferecendo o cuzinho delicioso pro Iván, que se levantou e, apontando o membro, enfiou de uma vez na minha esposa, que soltou um gemidão de prazer, recebendo estocada atrás de estocada com um tesão danado. Não sei em que momento eu gozei, mas sei que o Iván terminou quando a Samanta se virou e começou a punhetá-lo com uma mão enquanto com a outra acariciava as bolas dele (movimento que me deixa louco porque ela faz de luxo). O Iván não aguentou mais e gozou nas tetas da minha esposa. Passaram-se alguns segundos se olhando, se beijaram e voltaram pra sala em silêncio. Eu deixei passar uns minutos e voltei com eles fingindo que tinha me complicado no banheiro. Nos deixaram dormir na casa do Iván, nos emprestaram um quarto e já de manhã fomos embora. Quando chegamos no quarto eu disse pra minha esposa: me deu tesão e gostei de te ver transar com meu amigo. Naquela noite a gente fez o amor como loucos.
2 comentários - Levo minha esposa na festa e meu amigo aproveita