Capítulo 1 Descobrindo nossos gostos Parada em frente ao espelho do meu quarto, com um pequeno lampejo de luz entrando pelas cortinas da janela, admirava minha silhueta, com apenas uma camiseta vestida dançava ao ritmo das minhas fantasias, subo a camiseta para deixar ver minha buceta com uma depilação modesta, e me virando de lado para ver o contorno da perdição dos meus seguidores no Instagram, o pêssego proibido que muitos querem morder. Abro as pernas e me inclino para tirar a foto, que depois de uns filtros vai se encher de likes e comentários. Por que uma garota como eu faz isso?, vão se perguntar, a verdade é que só por diversão, sei que sou gostosa, com minha bunda pequena bem empinada e minha barriguinha lisa que termina nos meus peitos firmes, tenho certeza de que nunca vou ficar sem atenção. Batem na porta. Tento alcançar minha roupa que estava na cama mas não consigo, a porta se abre e só consigo esticar o tecido da minha camiseta para cobrir algo -O que você está fazendo? Eve!! Era a voz da minha irmã mais velha, Gisel. -Idiota, você me assustou. -Mas o que você está fazendo haha -Estou me trocando -Mas pelada? Gisel é a mais velha de nós, com 27 anos é uma loira linda, alta, tem um dos peitos mais grandes que conheço, magra mas com uma postura muito sensual, se já a viram arrumada para sair é uma deusa, sempre leva todos os olhares, por muito tempo senti ciúmes, já que no bairro e onde quer que a gente estivesse era ela a favorita. Quando fui tomando corpo comecei a conseguir meus próprios admiradores e esses ciúmes quase beiravam a competição. Sempre teve namorados bonitos, atléticos e com dinheiro mas por alguma razão atualmente estava solteira. Entrou vestida com um short muito curto, que ela sempre subia até o topo marcando sua vulva o tempo todo, e seu topzinho que parecia que ia rasgar por causa dos seus peitos. -E claro! Como você acha que é se trocar? Ela ria e brincamos por mais um momento, aproveitei para colocar uma legging mas sem nada embaixo, quando ela sair eu continuaria com a minha sessão. -queria saber se de noite você quer me acompanhar numa reunião? -de que é a reunião? - é de um projeto que a gente tá fazendo com uns amigos, é coisa de um tempinho mas tenho certeza que depois vão querer beber alguma coisa, e você seria minha desculpa pra não ficar mal, a verdade é que não tô com vontade de sair mas tenho que estar presente. - bom, tá bom. não tinha planos pra hoje. Depois de combinar ela saiu, fui até a porta pra trancar e tirei de novo a calcinha, me deitei na cama e comecei a editar as fotos que tirei. Depois de publicar as fotos, ver as notificações e apagar solicitações de mensagens de punheteiros que me mandavam fotos dos paus deles, me deu vontade de tomar chimarrão, fui pra cozinha preparar e encontrei a Clara. Clara é nossa colega de aluguel, é amiga da Gisel, se conhecem há vários anos. entre as 3 a gente dividia um aluguel num complexo de apartamentos no centro da cidade. -oi gorda. - que que tu tá fazendo rainha como tu tá? - bem, quer tomar chimarrão? - aí tô esquentando a água, prepara a erva, quer? - vai vai Nos sentamos ao redor da mesinha da sala, a Clara apoia o kit de chimarrão em cima dela e ao sentar ajeita o cabelo fazendo um rabo de cavalo, o elástico cai no chão sem querer e ela se abaixa pra pegar e me deixa ver o cuzão enorme que ela tinha. Há alguns anos, vazou um vídeo dela transando com, na época o namorado dela, teve muitos problemas com a família por causa disso, ficou marcada pelo círculo dela e isso levou ela a se afastar de todo aquele ambiente, no começo foi muito difícil pra ela estabelecer um relacionamento já que o vídeo ficou muito popular porque a Clara era muito linda. Uma branquinha de cabelo escuro bem atlética, com cinturinha de vespa e um rabo que me deixava no ridículo. por muito tempo foi retraída e reservada, até que a gente começou a conviver todas juntas e o brilho dela De apouco voltou. —Você não viu o Dom Verde ontem? —Ontem eu não saí o dia todo, por quê? —Quando eu voltava das compras, ele me perguntou se eu queria falar com a voz ou com a sua irmã. —Teríamos que perguntar pra Gisel, mas também não sei o que ele quer agora. "Dom Verde" era o coproprietário e um dos porteiros do complexo. Um senhor de uns 65 anos, que era realmente insuportável, soltava indiretas e convites e, em mais de uma ocasião, propostas muito indecentes. Ficamos sabendo que anos atrás ele convencia inquilinas a dar pra ele, seja com cotas do aluguel ou favores econômicos ou de contatos, ele tinha grana e nos seus melhores anos diziam que era muito bonito, mulher que alugava passava por ele, com filhos, casadas, bem mais velhas, segundo ele transou ou pelo menos chuparam o pau dele em todos os quartos, por estatística a gente supunha que podia ser verdade. Mas os anos cobraram a conta, o uísque e o tabaco foram acabando com o que ele é hoje, um velho demacrado, com voz rouca e uma tosse que dava repulsa, mas ele ainda achava que podia continuar como no passado. Não duvido que apareça uma, com a autoestima tão baixa, e caia. Era recorrente brincar sobre ele e fazer piadas, inventando quem seria a corajosa no dia que a gente não tiver pra pagar o mês. Por sorte Clara e Gisel trabalhavam bem e mantinham tudo, eu por minha parte não, mas era a encarregada de limpar e manter a ordem, era minha contribuição pra casa. Entre risadas e mates, chega uma mensagem no celular da Clara, ela olha e se assusta —Ai, puta que pariu, olha a hora, tenho que tomar banho. O grito da Clara também me assustou, quase me engasguei —Por quê, o que aconteceu? —É o Leo, já vem me buscar pra ir trabalhar... Dizia enquanto ia correndo. Clara trabalha num posto de gasolina muito conhecido na parte da loja, quando pegava os turnos noturnos os colegas passavam pra buscá-la por segurança. Enquanto ela estava tomando banho e eu babando no meu celular, escuto que batem na porta. principal. Vou até a porta do banheiro e depois de dar duas batidinhas... -Gorda, tá esperando alguém? Por que bateram na porta? -siiim Eve, é o Leo, fala pra ele me esperar por favor. Caminho até a entrada, destranco e abro a porta, na minha frente um cara de cabelo curto em degradê, olhos claros e com o uniforme da empresa. Ele me olhou de cima a baixo -oi, a Clara tá? -tá sim, se atrasou e tá se arrumando, entra e senta que já sai. Quando termino de falar, me viro deixando a porta aberta, a qual ele atravessou e depois fechou. -senta aí, já vem. Indiquei apontando pros sofás, ele sentou e eu fui pra cozinha. Quando estava prestes a abrir uma das gavetas, caiu a ficha de por que ele me olhou assim. Eu tava com a camiseta de mais cedo, mas embaixo só um shortinho bem curto, de tanta vergonha fiquei na cozinha esperando a Clara ir embora com ele. Alguns minutos depois ela sai e se cumprimenta com o colega pra depois vir se despedir de mim, eu fingia que enxaguava uns copos, ela chega por trás e me abraçando me dá um beijinho na bochecha -a gente se vê amanhã, se comportem -se cuida, rainha. Fiquei pensando um bom tempo quando os dois foram embora, se bem que os homens quase nunca chegam no nosso apê e é por isso que andamos praticamente de tanga, exceto quando tem que vir algum eletricista, encanador ou técnico, que sempre nos avisamos pra cuidar das aparências, dessa vez me pegou de surpresa, sei que não foi culpa da Clara, mas sim me deu um pouco de tesão, ficar o tempo todo entre mulheres, a gente sente falta da presença de um homem, essa energia masculina que te pega e faz uma mulher chegar ao orgasmo, isso me fez lembrar dos meus vizinhos quando escutei eles transando na varanda. Numa noite de chuva, passada a meia-noite, sentei na varanda pra admirar o clima, quando a tempestade começa a diminuir. Escuto levemente sons estranhos e vozes, olho pra dentro e não vejo ninguém, por um momento Eu estava sentindo sono até que percebi que os sons vinham de trás de uma parede divisória que separava as varandas. Me aproximei lentamente para escutar, distingui os gemidos de uma mulher e uns batimentos rítmicos. A única maneira de ver era me debruçar para fora da varanda e olhar para aquele lado. Fiz isso lentamente, mas só vi escuridão. A curiosidade me invadiu e, me ajeitando um pouco melhor, me debrucei de novo. E olhando para baixo pude ver minha vizinha do 4º andar sendo penetrada por, acho eu, seu parceiro. O cara, um homem grandão de cabelo um pouco comprido, a pegava pelos glúteos e a puxava para si. Com um gesto de fúria, ele a fodia. Minha vizinha, inclinada para baixo, tentava tapar a boca com uma mão, mas era inútil. Virando a cabeça para trás para ver o que eu tinha em primeiro plano, um clarão de luz de um trovão me despertou e iluminou todo o lugar. De susto, perdi o apoio e me assustei. Por sorte, escorreguei para dentro, o que me fez soltar um leve gemido, para logo tapar a boca e me esconder colada na parede divisória. Fiquei em total silêncio, mas só conseguia ouvir o leve vento e a conversa dos meus vizinhos: — Levanta aí, meu amor. — Não, vão nos ver. — Não vão nos ver, estamos no escuro aqui. — E se cair outro raio? — Não acontece nada. Alguns segundos de silêncio e se ouvem de novo os batimentozinhos: — Aahaa aahaaa aí, amor, assim, assim. — Gosta, sua safada? He hee. — Que delícia de pica, ahaa ahaaa. — Você vai tomar na cara? — Aí sim, sim, mas não termina ainda, quero qu... AAHAAA HAHAAAA. — Quem disse que eu vou terminar... Ouvir como a estocavam e ela gritava me dava vontade de ser ela. Eu rebolava meu booty pela parede, enquanto do outro lado estavam se divertindo, e não consegui me conter e me toquei. Prestava muita atenção no que faziam, mas também olhava ao meu redor. Queria ir para o meu quarto, mas perderia todo o show. Podia sentir como o corpo dela batia na parede através das vibrações. Minha roupa me incomodava muito, mas não me animava a me demitir dela já que não teria tempo se alguma das garotas aparecesse, me agachei sobre mim e abrindo as pernas só enfiei a mão puxando minha calcinha pra dentro da minha calça de pijama, comecei a me massagear -ahaa minha vida como eu amo te foder você é bem apertadinha. Dava pra ouvir uns barulhinhos de chupada e os gemidos do vizinho prestes a explodir, não era só a vizinha que estava molhada, meus fluidos começavam a sair de mim, enquanto eu escutava cada vez mais eu me tocava mais rápido *palmas eufóricas* -ah ah aha sim sim humm humm -ah aha ahaa vem vem Todos os sons pararam de repente seguidos de passinhos -humm humm humm -tá quentinha? *som de chupão* -buaa ajaa humm humm -ohoo siiim -eu amo chupar sua bucetaaa -cala a boca chupa ela ahaaaa -hgg huggg uugg Enquanto isso eu no clímax tentando manter o equilíbrio, a sensação foi tão forte que não consegui continuar e minhas pernas se fecharam tentando conter, caí sobre meus joelhos, ofegante Depois disso um silêncio total. Essa lembrança é uma das que mais me acenderam e sempre que penso nisso não consigo evitar sentir coisinhas. só me acariciei um pouco e me deitei pra esperar minha irmã Gisel._ Chegando a noite, enquanto esperava Evelin terminar de se arrumar pra ir no encontro com meus amigos, não conseguia tirar da cabeça o que descobri algumas horas antes, Acontece que um dos meus amigos, Lucas, com quem a gente compartilha o projeto pensava em se declarar pra mim, não é feio nem nada mas eu o conheço há anos e o considero como um irmão, é por isso que eu queria levar a Evelin pra não dar oportunidade dele tentar e acabar com a amizade, sei que cedo ou tarde vou ter que enfrentar essa situação mas até saber o que fazer prefiro evitar. Quando estávamos ultimando os detalhes pra sair escuto que batiam na porta principal, me aproximo e antes de abrir pergunto. -quem é? -soou nati, me abre? viro pra ver minha irmã que estava alguns metros surpresa e abro a porta. A primeira coisa que vimos foi um sorriso enorme e lindo e não conseguimos evitar e começou a gritaria. - O que você tá fazendo aqui, maluca? - Não acredito, com quem você veio? Entre abraços e gritos, fizemos a Nati entrar. Natalia era a terceira irmã, a mais nova, a mimada e a que aparentemente levou toda a beleza na genética. Mas vamos deixar claro, eu fico com os peitos, a Evelin com a bunda, mas a Nati com os olhos mais lindos de todos. Uns azuis profundos e seu rostinho que emanava ternura. - Como vocês estão? - Bem, sua idiota, mas por que não avisou que vinha? - Fiquei sem bateria no celular e daqui ficava muito mais perto, será que vocês podem avisar a mamãe? - Sim, já falo com ela.. Respondeu a Evelin e ligou pra minha mãe. - Vocês vão sair? Eu não sabia. - Não importa, se quiser vem com a gente, é rapidinho. - Certeza que não vou incomodar? - Vamos, sim, assim você não fica sozinha.. A Clara também tá trabalhando. - Já falei com a mamãe, ela ficou tranquila, disse que se você quiser ficar o fim de semana é só avisar. - Não sei.. não trouxe nada de roupa. - Relaxa, falo com o papai pra te trazer. - A gente sentiu sua falta, sua ridícula. Depois disso nos abraçamos entre as três com pulos incluídos. Apagamos as luzes, fechamos tudo e fomos embora. Chegando no lugar do encontro, vemos meu grupo de amigos que estavam me esperando. Me aproximo primeiro com minhas irmãzinhas atrás e cumprimento e apresento elas. Me custou um pouco encarar o Lucas, mas me mantive normal. Sentamos numa mesa comprida, todos, mas eu não conseguia parar de olhar pra uma pessoa, a Leila. Ela não era uma "amiga" propriamente dita, tínhamos conhecidos em comum, em especial, o marido dela. Diego, casado com ela há vários anos, um trintão, sério, bem-sucedido e com muita segurança. Lembro da primeira vez que o vi, foi um flechazo direto no coração, e em outras partes. Num festival há alguns anos a gente se esbarrou, algum dos meus amigos o conhecia, nos apresentaram e logo nos demos bem, lembro que estava frio , eu estava vestida com uma calça jeans de cintura alta e uma jaquetinha que por baixo tinha uma blusinha bem decotada, queria chamar a atenção dele e sabia como, mas também estava muito frio, quando o festival terminou ele me convidou pra um After, por sorte consegui convencer dois amigos a ir. Ao chegar era uma casa enorme com várias pessoas já se divertindo lá dentro, rapidamente meus amigos foram atrás de umas gatinhas, isso me caiu bem pra ficar sozinha com o Diego, que ele também não desperdiçava, fazíamos piadas de duplo sentido, comentários picantes, o contato físico também não faltava, de um momento pro outro uma mina se aproxima como quem procura algo. - desculpa, vocês não viram um casaco branco por aqui? - não, desculpa, nem percebemos, respondeu o Diego enquanto a mulher continuava na busca dela - eu tô morrendo de calor aqui dentro, mas se eu for perder também prefiro suar - guarda no meu carro, não tem problema - tem certeza? E se eu esquecer? - bom, vai ser uma desculpa pra falar contigo amanhã, além do mais, tá fazendo calor pela quantidade de gente. Dei um sorriso cúmplice e depois fomos pro carro dele, quando chegamos ele destravou de longe, abriu a porta e me ajudou a tirar a jaquetinha, era totalmente desnecessário mas não recusei. Ele colocou lá dentro e fechou a porta, naquele momento aproveitei pra ajeitar os peitos e abaixar mais a blusa. Ele, ao se virar, não conseguiu evitar fixar o olhar, levantou as sobrancelhas e depois olhou pra mim, juntando meus ombros pra apertá-los ainda mais, inclinei um pouco a cabeça e, molhando os lábios, o observei, ele dá um leve suspiro e se aproxima de mim passando as mãos pela minha cintura e começou a me beijar, acariciava meus peitos e eu massageava o volume dele. A situação me deu tesão, mas por estar na via pública me contive, mas sem deixar de apertar mais forte as partes dele que cada vez ficavam mais duras. Sentia a umidade do meu corpo, as mãos dele passavam pelo meu rabo, cintura e costas. Queria tirar o pau dele logo, mas não Eu estava animada, esperei que ele decidisse. Num momento nossos beijos fizeram barulho e a gente se segurou pra não rir, de repente ele me levou pro carro e continuamos nos beijando — linda, me passa teu número pra eu agendar antes de esquecer... — melhor você anotar o teu. Falei isso enquanto tirava meu celular do bolso, desbloqueei e passei pra ele. Quando ele pegou, puxei meu cabelo pra trás e me agachei. Ele ficou me olhando nos olhos e enquanto eu desabotoava o zíper da calça dele também olhava de um jeito safado e disse — anota bem teu número aí, hein. Quando tirei pra fora, dei beijinhos na cabeça, na pontinha e nas laterais. Quando segurei pela base, passei a ponta da minha língua por todo o tronco e pelo orifício da uretra dele. Deixava ele louco. Enquanto passava, coloquei um pouco entre meus lábios sem parar de massagear com a língua... engoli e comecei a chupar. Chupava bem devagar mas apertando meus lábios naquele pau enquanto entrava e saía, quando chegava na cabeça aproveitava e dava beijos de novo. Fiquei um bom tempo chupando o pau do Diego. A verdade é que eu gostava de sentir e ouvir os gemidos dele, me concentrei tanto que só fui perceber tarde que atrás dele passou um grupo de pessoas, de susto fiquei com o pau dele na boca sem fazer movimento, mas ele segurou minha cabeça com uma mão e começou a foder minha boca, enfiava tão fundo e forte que o som da minha garganta se misturava com os assobios e a gritaria dos homens e as risadas das mulheres que passavam. Por sorte só seguiram o caminho deles. Senti muita vergonha mas também muito tesão. Me preparei pra receber toda a porra do Diego que dava pra ver que estava quase terminando, apertei forte meus lábios no membro dele enquanto ele continuava me dando duro. Quando chegou ao orgasmo ele investiu tão forte que me fez deitar totalmente sobre o carro dele e começou a ejacular dentro da minha boca. Rapidamente encheu minha boca com a porra dele, apesar de ter o pau enorme dele na não aguentei muito a superestimulação e tirei pra fora, eu contente levantei enquanto levava os fluidos ao redor da minha boca pra dentro, depois de arrumarmos a roupa voltamos pra festa, naquela noite não aconteceu mais nada mas sim nos vimos várias vezes. até que descobri que ele era casado. Ter a Leila quase na minha frente me enchia de emoções, raiva, inveja, medo. vê-la me trazia lembranças de tudo que o marido dela fazia comigo, quantas vezes o beijei depois que ele chupou minha buceta. chegou a suspeitar e fazer perguntas, por sorte eu nunca estive no radar dela. Ao terminar a reunião efetivamente queriam fazer algo. por sorte tinha a desculpa ideal das minhas irmãs. Me despedi e me retirei. já na rua vejo o carro do Diego estacionado, com os vidros levantados e a Leila caminhando até ele. Entra e simplesmente vão embora. mas atrás de mim chega o Lucas -não vai com a gente? -não gordo, tô com minhas irmãs e ainda chega a Nati que fica o fim de semana. -ahh que pena. porque queria falar com você -hmm sim sim a gente organiza e faz algo outro dia. Passo na sua casa amanhã tomamos uns mates? -não acho que a gente vai estar, te aviso. Fiquei muito nervosa e o Lucas ficou insistente, por sorte chegaram a Evelin e a Natalia. não perdi tempo em me despedir e a gente vazar. No caminho pra casa escrevi pra Clara pra avisar da chegada da Nati e se podia dormir naquele quarto dela essa noite e amanhã a gente se organizar, não teve nenhum problema já que ela adorava muito essa bobona... Chegando no apartamento das minhas irmãs, muito cansada e só com vontade de tomar banho e deitar. me incomodava que a Gisel e a Evelin me tratassem como uma inútil, queriam resolver tudo pra mim, me aconselhar sobre qualquer coisa e, acima de tudo, me superproteger. Amo vocês, mas parece que ignoram que já sou mulher. Vi os comentários das redes sociais da Evelin e ouvi algumas histórias da Gisel. Sou muito mais tranquila e reservada que elas, mas não vou negar que tenho o libido muito alto. Não esquento homens nas redes ou troco de namorado mais do que de calcinha, o meu é mais privado e só pra mim. Gosto de me tocar e, desde que as duas saíram da casa dos nossos pais, faço isso ao acordar e antes de dormir, e se puder mais vezes durante o dia. Sabendo que dormiria no quarto da Clara, entrei pra tomar banho. Conhecendo meu pai, sabia que ele ia demorar muito pra me trazer roupa e talvez até nem venha, por isso aproveitei e lavei minha calcinha no chuveiro, esfreguei com o shampoo e enxaguei, torcendo pra sair o máximo de água possível, mas mesmo assim ficou úmida. É normal ver calcinhas penduradas nas torneiras e a minha seria mais uma. Passei o sabonete nas minhas partes enquanto a água quente escorria pelos meus peitos pequenos. A janelinha do banheiro sempre ficava um pouco aberta e deixava entrar uma brisa fresca que endurecia meus mamilos. A Gisel bate na porta e depois entra, me deixa uma toalha e se oferece pra levar minha roupa pro tanque. — Gorda, deixo a toalha aqui, quer que eu ponha no tanque? — Vai, sim, por favor. O papai não falou nada? — A mamãe disse que passa amanhã depois do meio-dia, mas você sabe como é, só não esquece de tirar depois. — Tá bom, valeu, Gis. Quando terminei e saí do chuveiro, me sequei e percebi que não tinha o que vestir. Me cobri com a toalha desde os peitos, mas não conseguia cobrir todo o meu traseiro. Peguei minha calcinha e saí. Ao olhar pelo corredor, já estava escuro em grande parte, minhas irmãs pelo jeito já tinham se deitado. Caminhei até o quarto da Clara. Quando entrei, pendurei minha calcinha numa cadeira e tirei a toalha pra secar melhor o cabelo. Andei peladinha pelo quarto dela olhando as suas coisas sem tocar nada, até que avistei entre as coisas dela sobre uma cômoda algo que me chamou a atenção. Era um desodorante com formato arredondado, e os pensamentos intrusivos me invadiram, não era grande nem grosso, uns 10 cm mais ou menos, peguei ele e simplesmente passei pela minha vulva, não conseguia parar de pensar que Clara também pelo menos teria pensado nisso também, ao estar sozinha seguramente usava outros métodos para se satisfazer. Minha relação com Clara era bem particular, já que para ambas vazaram coisas, se bem que o meu não foi tão grave quanto o dela, já que foram só fotos íntimas para um cara, onde não aparecia meu rosto, mas o cara passou elas, cheguei a ver em outros lugares e me reconheci, mas por sorte nunca se soube, Clara é a única que sabe, já que contei pra ela pela mesma razão que ela passou. Me deitei na cama com um travesseiro na frente da minha buceta e segurando ele com uma perna. Ajeitei o desodorante da minha amiga apontando pra mim, enquanto massageava meu clitóris não foi necessário tanto protocolo já que estava bem molhadinha, com as duas pernas seguro o travesseiro e começo a me penetrar suavemente mas só a pontinha, enquanto tirava meus fluidos espalhando por toda minha vagina mexia os quadris pra sentir mais fundo. Isso me levava muito rápido ao clímax e precisava de mais estímulo, é por isso que com meu corpo levantando o dildo sobre o travesseiro e me sento em cima, de tão molhada que estava o desodorante deslizava bem gostoso. Também me ajudava com a mão enquanto beliscava meus mamilos que estavam mais duros ainda. Me inclino pra frente pra continuar me fodendo mas o cilindro já ficava dentro de mim.. não tive opção a não ser me deitar totalmente sobre meus ombros passando minha mão por baixo pra me estimular, enquanto meu rabinho levantado com mais da metade do desodorante cambaleando dentro da minha bucetinha. Me masturbei tão rápido que em poucos segundos cheguei ao orgasmo, sentindo espasmos por todo meu corpo. minhas fluidos escorriam da minha buceta e eu passava ele pelo meu sexo, quando me recuperei com os músculos da minha buceta expulsei o objeto, e quando saiu por completo senti como se estivesse fazendo xixi. abaixei minha pelve e sentia um frescor nas minhas partes, foi tão relaxante que acabei dormindo assim... CAPÍTULO 2
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