Dois dotados me destroem por todos os buracos

Não sei o que está acontecendo comigo ultimamente. Tudo começou como algo normal. Aos meus 22 anos, suponho que como qualquer pessoa, sempre tive curiosidade sobre sexo. Mas sinto que meu corpo e minha mente estão em outro nível há um tempo. É como se meu desejo tivesse despertado de repente e eu não conseguisse apagá-lo. No começo eu adorava essa liberdade, essa energia que me fazia sentir viva e poderosa. Explorar, fantasiar e me deixar levar era emocionante. Mas agora, às vezes me olho no espelho e me pergunto se isso é normal ou se estou cruzando uma linha vermelha. Não é só que penso em sexo mais do que costumava. É que eu procuro. Eu preciso. Se passo um dia sem essa faísca, sinto um vazio estranho, como se me faltasse algo essencial. No começo, quando terminei com meu ex, surgiu a chama com meu irmão, dois anos mais velho. Costumávamos transar uma vez por dia. Depois foram duas, de manhã e à noite, transas furtivas às escondidas dos nossos pais. Isso dava emoção. Na noite anterior ao meu 22º aniversário, fiz um ménage com meu irmão e um desconhecido, que acabou se tornando meu novo namorado. Desde então, acordo de manhã e vou procurar meu irmão no quarto dele, para que ele me dê a primeira dose de sexo diário. Depois, à tarde ou à noite, faço com ele e meu namorado, mais um ménage. Essa rotina se repetia dia após dia até que meu namorado teve que se ausentar por negócios na cidade. Então suprí sua ausência com Lucas, um cara que conheci num bar. Naquela noite fiz com ele e meu irmão. Mas, como disse, ultimamente, não sei o que está acontecendo comigo. Uns dias atrás, por exemplo, estava num restaurante comendo com duas amigas. Num momento, em vez de prestar atenção na conversa, minha mente foi completamente para outro lado, para dois garçons que conversavam. Imaginei coisas com eles que nem ouso contar em voz alta. Não consegui resistir. Buscando algo que acalmasse essa urgência, fui ao banheiro me masturbar. Funcionou por um tempo, até que voltei a experimentar a mesma fome. Quando terminamos de comer, Sofía e eu fomos para a casa dela. Precisava confessar o que estava acontecendo comigo e não queria que a outra soubesse. Meio brincando, meio falando sério, depois de colocá-la a par da situação, eu disse: —Acho que estou me tornando viciada em sexo. —Pra mim você está exagerando —respondeu Sofía—. Acho que você só está descobrindo seu lado selvagem. —Não tenho tanta certeza —repliquei com tom azedo—. Acho que não é uma das minhas fases e que pode sair do controle. Às vezes me sinto culpada, como se estivesse fazendo algo errado, embora saiba que não há nada de errado em curtir meu corpo ou meus desejos. A sociedade sempre nos diz que as mulheres não deveriam querer tanto, que deveríamos nos conter. Mas e se eu quiser tudo e gostar de ser assim? »No entanto, essa situação me assusta um pouco. Não quero que isso defina quem eu sou. Não quero que cada decisão que eu tome gire em torno dessa necessidade. Me questiono se é vício se eu curto tanto, ou se só estou aprendendo a me conhecer. Não sei. Às vezes penso em buscar ajuda, falar com alguém que entenda, mas depois me digo que talvez eu só precise de tempo pra encontrar um equilíbrio. Enquanto isso, me sinto presa entre o prazer e a dúvida, me perguntando se esse fogo que sinto é minha força ou minha fraqueza. Sofía ficou muda, sem saber o que dizer. Possivelmente não se via como essa pessoa que entende. Desviou a atenção, propondo preparar uns shakes gelados de frutas, e a conversa ficou no ar. Por volta das nove, quando eu estava indo pra casa com intenção de tomar banho e trocar de roupa, antes de me encontrar com meu irmão e meu namorado na casa dele, aconteceu algo que jogaria luz sobre minhas divagações. Entrei no elevador, apertei o botão do térreo com dedo preguiçoso e esperei, apoiada de costas na parede do fundo. O treco estava meio escuro e com um cheiro de mofo misturado com desodorante barato que te acertava como um soco. Contive a respiração e novamente vieram à minha mente os dois garçons do restaurante. Justo quando as portas iam se fechar, entrou um cara grandão de uns quarenta anos, com barba de poucos dias e um corpo que algum dia tinha sido de academia, mas que agora estava mais pra gordinho do que qualquer outra coisa. Estava de bermuda, camiseta preta e uma sacola de supermercado pendurada na mão. Eu usava uma legging branca tão justa que marcava até a última dobra, e o cabelo preso num rabo de cavalo desfeito que caía pelas minhas costas. Nos olhamos por um segundo e nos cumprimentamos com aquele "oi" seco e automático típico de desconhecidos. O treco começou a se mover. Nenhum dos dois dizia nada, só se ouvia um leve rangido, o roçar da sacola plástica do cara e o mínimo farfalhar da minha legging, cada vez que eu mudava o peso do corpo de uma perna pra outra. Mas então, entre o nono e o oitavo andar, o treco deu um solavanco brusco, as luzes piscaram como num pesadelo e parou de vez. —Puta que pariu essa porra! —soltlei puta da vida, suspeitando que o cara tinha apertado o botão de emergência com as costas, mas medindo minhas palavras caso estivesse errada. —É pra fuder com esse treco mesmo —disse o cara enquanto largava a sacola no chão—. Parece que voltou a dar problema e já é uma das tantas. Acho que dessa vez a gente se ferrou bonito —acrescentou com um meio sorriso que me soou mais quente do que o esperado num momento desses. Olhei de esguelha, reparando em como a bermuda marcava um volume entre as pernas que não estava nada mal pra um cara com cara de preguiçoso. —Pois é, a gente tá bem fudido mesmo —respondi, cruzando os braços e me apoiando na parede do elevador, movimento que fez meus peitos se apertarem contra a blusa como se quisessem escapar. O cara não disfarçou: cravou os olhos no meu decote como se fosse o mapa do tesouro. —Pelo menos não fiquei preso com o gordo do 12A —brincou, se inclinando um pouco para mim.
Mordi meu lábio inferior, um gesto que me sai sem querer quando estou nervosa ou com tesão, e esta tarde, com o calor começando a se fazer sentir naquele cubículo de merda, era um pouco das duas sensações.
—Você gosta do que vê ou só está olhando por olhar? — soltei com um tom que era metade desafio, metade convite.
O cara deu um passo na minha direção, encurtando a distância até nossos corpos quase se roçarem.
—Faz meses que te vejo pelo prédio com essa bunda de parar o trânsito e pensando em como seria te pegar de uma vez — confessou, com a voz grave e os olhos brilhando como se estivesse imaginando o cenário.
Eu não recuei; pelo contrário, levantei o queixo e olhei fixamente nos olhos dele.
—Então para de imaginar e põe a mão em mim porque eu não mordo. Embora, dependendo de como você se comportar, é possível que você não escape de alguma mordidinha — respondi, e isso foi como acender um estopim.
O cara não pensou duas vezes: plantou a mãozona na minha bunda, apertando tão forte que senti os dedos dele cravar na minha carne; a outra subiu para um dos meus peitos, amassando por cima da blusa como se quisesse arrancá-la. Eu gemia de prazer e me contorcia como uma serpente. O cara, me notando tão animada e predisposta, murmurou que eu era uma gostosa de primeira e se colou mais em mim, até que senti o pau duro contra minha coxa, mesmo através do short.
Dei um gritinho, surpresa com a rapidez com que minha buceta ficou molhada com aquele contato tão bruto. Então, sem poder evitar, desci ao lamaçal da vulgaridade afirmando que ele tinha um pau descomunal, acrescentando que era um safado e perguntando se usava ou só passeava, tudo isso enquanto enfiava a mão direita dentro da calça dele e agarrava o pau. Senti ele meio mole, quente e pulsando como se tivesse vida própria.
Minhas palavras foram espontâneas mas afiadas, tanto que atingiram o orgulho masculino dele. Então, enquanto eu começava a punhetá-lo com movimentos lentos mas firmes, ele garantiu num tom ameaçador que a usava e que ia me foder até me partir ao meio. O calor no elevador subia a cada momento, e o ar estava ficando espesso, carregado de um cheiro de suor e tensão que nos deixava aos dois no limite. Eu apertei o pau dele um pouco mais, arrancando um grunhido. —Se você continuar assim, vou gozar antes de começar —confessou o cara, mas eu só sorri como uma raposa e acelerei o ritmo. Metidos na foda e com o elevador virado num puta forno, ele começou a se mover de repente, parou uns dois segundos depois e por um milagre de merda as portas se abriram. Do outro lado apareceu um cara magro mas fibrado, jovem, com tatuagens nos braços e cara de malandro, desses que estão sempre tramando algo. Vestia uma camiseta regata preta e uma calça de moletom. Ao ver a cena, ficou de boca aberta, como se tivesse acabado de pegar os pais no meio do sexo. —Puta que pariu a puta que me pariu! —exclamou—. Que porra tá acontecendo aqui? —perguntou com uma mistura de surpresa e deboche que quebrou o clima. O outro e eu ficamos parados uns segundos, mas reagi rápido. —Acontece se você entrar na festa que a gente tá montando —falei com descaramento—. Qualquer coisa, mas não fica aí olhando com cara de idiota —acrescentei sem soltar o pau do outro, que ainda estava na minha mão duro e quente. —Porra!, não precisa falar duas vezes —respondeu o magrelo, soltando uma gargalhada rouca e se enfiando entre as portas antes de fecharem. Agora, éramos três naquele cubículo de merda, onde o espaço, que já era pequeno, virou uma puta bagunça de corpos e respirações aceleradas. Apesar de morarem no mesmo prédio, os dois pareciam não se conhecer. Concluí que devia ser assim porque o primeiro, enquanto continuava apalpando meus peitos como se fossem dele, questionou que eu convidasse o segundo. Eu, que já estava com a buceta molhada e o pulso a mil, fantasiando com ter dois paus melhor que um, quis aparar asperezas perguntando seus nomes. O primeiro disse se chamar Carlos e Javi o outro. —Já que somos amigos —disse com tom irônico e alegre—, que haja paz porque tem para os dois. Eles se olharam, resignados a compartilhar a presa como hienas famintas. —Essa mina é uma puta máquina —disse Javi, abaixando o calção o suficiente para que o pau aparecesse, longo e duro, não tão grosso quanto o de Carlos, mas com uma curva que prometia entrar em lugares interessantes—. Por nada desse mundo teria imaginado que hoje encontraria uma verdadeira gostosa. Olha o que eu tenho para você —acrescentou com o pau numa mão, balançando de um lado para o outro, enquanto com a outra apertava o botão do último andar. Não soube se fez isso buscando o maior tempo possível ou se foi ao acaso. Lambi os lábios, mas também propus a possibilidade de que alguém nos pegasse. Os dois se olharam, uma conversa silenciosa, tentando buscar uma solução. —Eu tenho um quarto de despejo dos que tem na laje —disse Carlos—, mas devo ir em casa e pegar a chave. —Então já que você entra na sua casa, pega uns preservativos —exigi, me benzendo por não ter pensado nisso antes. —Nunca uso com minha mulher, mas imagino que algum encontrarei remexendo um pouco —respondeu Carlos. —Desde o primeiro momento suspeitava que você é casado —disse com ar indiferente, sem dar maior importância a esse novo detalhe. Também não quis saber o estado sentimental de Javi, igualmente era indiferente para mim. Em apenas cinco minutos, percorríamos o longo corredor dos depósitos até que Carlos parou, abriu a porta do seu e entramos os três. Rapidamente me ajoelhei no chão, sem prestar atenção ao que me rodeava, só me interessava sacar os paus e tê-los diante do meu nariz. Agarrai cada pau com uma mão e comecei a punhetá-los ao mesmo tempo, alternando olhares com eles, como se decidisse por onde começar. Me decidi primeiro pelo de Javi, o recém-descoberto, a novidade. Ele fechou os olhos, enquanto eu a apertava com força.
—Não veja que mão tem essa Promiscuous —murmurou quando comecei a punhetá-lo—. É melhor você começar a chupá-la, porque estou que vou explodir —acrescentou empurrando os quadris para frente até colocá-la na minha cara.Fim do primeiro capítulo, parte 2 na rede social do autor original
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