O ar de Tóquio pesava, carregado de um vapor metálico e do cheiro de ozônio das estações de trem. Eu caminhava entre a multidão de Shinjuku, sentindo como a minha presença, a de um estrangeiro latino de trinta e sete anos, quebrava a homogeneidade daquele mar de ternos escuros e rostos inexpressivos. Ao meu lado, Sakura caminhava com o olhar baixo, seus passos curtos tentando acompanhar o ritmo da minha passada. Tinha vinte e um anos e uma fragilidade que me era viciante. Seus peitos pequenos balançavam levemente sob a blusa branca, e aquela bunda empinada, apertada por uma saia plissada, era um ímã para os meus impulsos mais sombrios. Ela sabia o que eu queria. Sabia que hoje não seria um dia de passeios românticos, mas sim uma jornada de entrega absoluta. Sobe no vagão, Sakura. Agora. Sua voz foi um sussurro, quase inaudível, enquanto obedecia. O trem encheu em segundos. A superlotação era perfeita. Ficamos presos entre um salaryman que cochilava em pé e uma estudante que olhava o celular. Eu a empurrei contra a porta de vidro, sentindo a resistência mínima do seu corpo. Seus olhos, grandes e escuros, me olharam com uma mistura de terror e antecipação. Fica quieta. Nem um único som, ou vou te castigar na frente de todos. Minha mão desceu. Não houve sutileza. Deslizei meus dedos sob o tecido da saia, sentindo o frio da meia-calça e depois o calor abrasador da pele. Sakura soltou um gemido abafado que disfarçou com um movimento de cabeça. Meus dedos encontraram a umidade já presente na calcinha, um rastro molhado que denunciava sua excitação. Você está encharcada, sua putinha. Nem saímos da estação e você já está implorando por mim. Não... por favor... A voz dela tremia. Eu não parei. Afastei o tecido fino para o lado e enfiei dois dedos no canal vaginal dela. O som foi um estalo molhado, um squelch abafado que só nós dois podíamos sentir em meio ao barulho do motor do trem. Sakura arqueou as costas, pressionando a pelve contra a minha mão. Comecei a movendo meus dedos com um ritmo cruel, rápido, roçando o clitóris dela com o polegar enquanto meus dedos se aprofundavam no interior. Olhe nos meus olhos. Olhe enquanto eu te faço gozar no meio deste vagão. Ela obedeceu. Suas pupilas estavam dilatadas, o rosto em brasa. Senti como as paredes da buceta dela começavam a se contrair ritmicamente. Suas coxas tremiam violentamente. O roçar constante, a fricção da minha pele contra a dela, gerou um calor insuportável. Sakura fechou os olhos e soltou um gemido que se transformou num suspiro longo quando o orgasmo a atingiu. Seu corpo ficou tenso, seus dedos cravaram no meu braço e um jato de fluidos quentes encharcou meus dedos, escorrendo pelo meu pulso. Patético. Nem aguentou cinco minutos. Soltei ela bruscamente quando o trem parou. Ela ficou ali, cambaleando, com o olhar perdido e a calcinha arruinada. Desça. Temos muito mais o que fazer. Caminhamos até uma praça movimentada, um espaço aberto onde a arquitetura moderna contrastava com a vulnerabilidade da carne. Levei ela para um canto semi-escondido por uns arbustos ornamentais, embora o fluxo de gente a poucos metros continuasse constante. O risco era o combustível da minha ereção. Tire a roupa. Tudo. Agora. Sakura hesitou um segundo, olhando para os pedestres. Suas mãos tremiam enquanto ela desabotoava a blusa. As peças caíram no chão, revelando sua pele clara e seus pezinhos pequenos e eretos que se destacavam no ar frio da tarde. Quando ela tirou a saia e a calcinha, ficou exposta, uma figura miúda e submissa sob meu olhar predador. Sua bunda empinada brilhava sob a luz do sol, e sua buceta, ainda molhada pelo trem, se abria levemente. Ajoelhe e abra as pernas. Quero ver o quanto você está curtindo essa humilhação. Ela se ajoelhou sobre o cascalho frio, abrindo as pernas o máximo possível. Fiquei de pé na frente dela, observando a simetria do seu corpo. Estendi minha mão e comecei a masturbá-la. Meus dedos brincaram com os lábios vaginais dela, separando-os com brusquidão para expor o clitóris congestionado. O som do atrito, um shlicking constante e molhado, preenchia o silêncio entre nós. Você é só um brinquedo, Sakura. Um buraco submisso que existe para o meu prazer. Você gosta de ser tratada assim? Gosta de saber que qualquer pessoa poderia virar a esquina e te ver tão aberta? Sim... amo que você me humilhe... por favor, mais forte... Aumentei a velocidade. Meus dedos entravam e saíam da buceta dela, criando uma espuma branca de lubrificação e saliva que manchava suas coxas. A pressão era intensa, quase dolorosa, mas ela se contorcia, buscando mais. Seus peitos pequenos balançavam a cada espasmo. O prazer a estava consumindo, apagando qualquer vestígio de vergonha. Os gemidos dela ficaram mais altos, mais desesperados. Você tá quase lá, né? Mas não vou te deixar gozar até eu decidir. Parei o movimento bruscamente. Sakura soltou um grito abafado, o corpo vibrando de frustração. Chora. Implora. Por favor, Edu... eu te imploro... deixa eu gozar... não aguento mais... Quando vi que ela estava à beira do colapso, ataquei de novo. Dessa vez, enfiei três dedos com força, batendo na parede vaginal dela enquanto o polegar esmagava o clitóris contra o osso púbico. O orgasmo foi violento. Sakura desabou pra frente, a testa tocando o chão, enquanto a buceta dela se contraía em espasmos furiosos, expelindo mais fluidos que encharcaram o cascalho. Levanta. Veste rápido. Ainda não terminamos sua educação. A próxima parada foi um banheiro público num shopping. Empurrei ela pra dentro de uma das cabines, mas não fechei a porta. Deixei entreaberta, permitindo que qualquer pessoa que entrasse pudesse ver a cena. Encosta na parede. Abre as pernas e segura firme. Sakura obedeceu, a respiração ainda ofegante. Eu desaboto ei a calça, libertando meu membro, que pulsava com uma urgência agressiva. Me posicionei Na frente dela, sentindo o calor que emanava do seu corpo. Sem preâmbulos, empurrei minha glande contra a entrada dela, que ainda estava dilatada e lubrificada. Entrei de um só golpe, me afundando até a base. Sakura soltou um grito que ressoou nos azulejos brancos do banheiro. Seus olhos se arregalaram, o prazer e a dor se misturando numa expressão de êxtase puro. O som do impacto, o choque das minhas bolas contra o períneo dela, criou um eco rítmico e vulgar. Squelch. Squelch. Squelch. Você é uma vadia tão usável, Sakura. Olha como você se abre pra mim. Sente como eu te preencho? Sim... você me preenche... você é tão grande... ahhh... Comecei a metê-la com uma fúria cega. Minhas penetrações eram profundas, batendo no colo do útero dela a cada movimento. A porta aberta adicionava uma camada de tensão elétrica. Cada vez que alguém entrava no banheiro, Sakura prendia a respiração, apertando os músculos vaginais ao redor do meu pau, o que só aumentava minha excitação. A humilhação de estar sendo fodida num lugar tão sujo e exposto a deixava louca. Mexe o quadril, vadia. Me ajuda a te arrebentar. Ela começou a empurrar pra trás, buscando mais profundidade, suas unhas arranhando a parede de azulejos. O som da fricção era úmido e viscoso, o ar sendo expulso da buceta dela a cada estocada criava um ruído de sucção constante. O suor começou a perlar nossas peles, se misturando no ponto de união. Não ousa gozar ainda. Você não tem permissão. A insultei, chamando-a de lixo, dizendo que seu único propósito era servir de recipiente pro meu sêmen. Cada palavra parecia um chicote que a excitava mais. Seus gemidos se tornaram súplicas incoerentes. Finalmente, depois de minutos de uma fricção exaustiva, cheguei ao limite. Não me retirei. Me afundei o mais fundo que pude, sentindo como as paredes dela se fechavam sobre mim num último espasmo, e descarreguei meu esperma quente no fundo do útero dela. Sakura desabou contra mim, ofegante, enquanto Eu me retirava lentamente, deixando o excesso de fluido escorrer pelas coxas dela. Se limpa. Vamos te comprar umas roupas novas, porque você provavelmente já destruiu tudo o que trouxe. Entramos numa loja de roupas de luxo, um lugar cheio de espelhos e tecidos caros. Levei ela até a seção de lingerie e escolhi um conjunto de renda preta que realçava a palidez dela. Direcionei ela para os provadores. Quando entramos no cubículo pequeno, fechei a cortina, mas não travei de vez. Tira tudo. Coloca isso. Ela se despiu com dedos desajeitados. Quando vestiu a lingerie, a renda preta apertava os peitos pequenos dela e deixava a bunda quase toda à mostra. Girei ela, forçando-a a se apoiar contra o espelho. O frio do vidro contra o peito dela fez ela tremer. Hoje quero experimentar algo diferente. Minha mão desceu até o ânus dela. Sakura tensionou o corpo, um gemidinho de medo escapando dos lábios. Usei um pouco de lubrificante que eu tinha comigo e comecei a massagear o orifício apertado e rosado. Não... Edu... aí não... por favor... Calada. Você sabe que eu amo quando você tenta resistir. Empurrei a ponta do meu pau contra o esfíncter. A resistência era forte, mas eu era mais forte. Com um empurrão lento e constante, comecei a penetrar o ânus dela. Sakura soltou um grito abafado, enterrando o rosto no espelho pra não fazer barulho. Senti o músculo se dilatar, envolvendo meu membro com uma pressão muito mais intensa que a vaginal. Caralho, você é tão apertada aqui embaixo. É perfeito. Comecei a me mover. O sexo anal era mais lento, mais visceral. Cada estocada fazia Sakura soltar pequenos soluços de prazer e dor. O som era diferente, mais seco, um roçar carnudo que ressoava no espaço fechado do provador. As nádegas dela quicavam contra minhas coxas, e o espelho embaçado refletia a imagem de um homem dominando uma mulher destruída. Diz que você é minha puta anal. Diz agora. Sou... sou sua puta anal... ahhh... tá doendo... eu amo... Penetrei com mais força, ignorando seus gemidos. A sensação de preenchê-la por trás, sentindo como seu corpo se adaptava ao meu tamanho, me levou ao clímax rapidamente. Investi três vezes com violência e ejaculei profundamente em seu reto, sentindo o calor se espalhar dentro dela. Me retirei, deixando-a tremendo e com a renda preta manchada. Vista-se. O ato final nos espera. O cinema estava meio cheio. Escolhemos uma sessão de um filme de ação barulhento e nos sentamos na última fileira, na penumbra mais absoluta. Sakura estava nervosa, seus sentidos alerta. A alguns assentos de nós, dois jovens, provavelmente universitários, falavam baixo e riam. Chegou o momento. Com movimentos lentos e precisos, comecei a despir Sakura. Primeiro a blusa, depois a saia. Deixei-a completamente nua no assento, sua pele branca brilhando fracamente sob a luz da tela. Obriguei-a a abrir as pernas e arquear as costas, expondo sua buceta e seu ânus ao ar frio do ar-condicionado. Agora, olhe para aqueles caras. Sakura se virou levemente, vendo os dois jovens. Eles já tinham nos notado. A visão de uma mulher nua e vulnerável na última fileira do cinema foi como uma injeção de adrenalina para eles. Vi como seus olhares se fixavam no corpo de Sakura, como suas respirações se aceleravam. Edu, o que é isso? O jovem mais próximo perguntou num sussurro, sua voz carregada de desejo. Eu sorri, curtindo o papel de titereiro. É um presente. Ela é submissa e precisa ser usada. Se se comportarem, podem brincar com ela. Os dois jovens não hesitaram. Se aproximaram como animais famintos. Sakura tremia, mas seus mamilos estavam eretos e sua buceta pingava lubrificação. Estava apavorada, mas a ideia de ser exposta e usada por estranhos sob minha supervisão a excitava até a loucura. Tomem seu lugar. Um dos jovens se posicionou entre suas pernas. Sem preâmbulos, penetrou sua buceta com um impulso brusco. Sakura soltou um gemido alto que foi abafado pelo barulho de uma explosão no filme. O outro jovem, vendo a oportunidade, se ajoelhou na frente dela e enfiou o pau na boca da garota. Sakura estava sendo aniquilada pelo prazer e pela degradação. Sentia o pau do primeiro cara batendo no colo do útero enquanto o segundo enchia sua garganta, forçando-a a fazer sons de engasgo. Eu observava, minha mão apertando meu próprio membro, curtindo a visão do rosto congestionado dela e dos olhos revirados. Continua engolindo, Sakura. Não quero que nenhuma gota seja desperdiçada. O som na fileira era uma sinfonia de luxúria: o shlicking molhado da penetração vaginal, o som da saliva se misturando com a carne na boca dela e os gemidos desesperados dos jovens. Depois de alguns minutos, os caras trocaram de posição. O que estava na boca dela passou para a buceta, e o que estava embaixo subiu para ser chupado. A intensidade aumentou. Sakura já não conseguia nem gritar; só emitia sons guturais enquanto o corpo dela se sacudia. Os jovens, levados pelo frenesi, começaram a meter com mais força, sem se importar com a delicadeza. Finalmente, os dois chegaram ao clímax quase ao mesmo tempo. Um gozou fundo na buceta dela, enquanto o outro encheu a boca dela de porra grossa e branca. Sakura engoliu tudo, limpando os restos dos lábios com a língua, enquanto a porra escorria pelas coxas dela. Os jovens, exaustos e satisfeitos, se limparam rapidamente e saíram da sala sem dizer uma palavra, deixando-a ali, aberta e usada. Agora é a minha vez. Sakura estava em um estado de transe, o corpo exausto mas a mente acesa. Virei ela bruscamente, colocando-a de quatro, com a cara colada no encosto do banco da frente. O ânus dela, já dilatado pela sessão anterior na loja, parecia me convidar. Me posicionei atrás dela. Meu membro estava duro como aço, pulsando pela necessidade de reivindicar o que era meu. Entrei no reto dela com um Empurrão violento, sentindo como o corpo dela tremia diante da invasão. Sente isso, Sakura. Sente quem é seu verdadeiro dono. Comecei a foder ela analmente com uma força primitiva. Cada estocada era um golpe seco, um impacto que fazia o corpo todo dela pular. O som era vulgar, um squelch rítmico que competia com o áudio do filme. Sakura gritava, mas dessa vez não era de dor, e sim de um orgasmo iminente. A combinação do sexo grupal, a exposição pública e minha brutalidade final estavam levando ela ao limite. Sente como eu te arrebento... sente como eu te preencho... ahhh! Aumentei a velocidade, minhas bolas batendo na bunda dela com um som molhado e constante. A fricção era insuportável, o calor no ponto de união parecia queimar nós dois. Sakura começou a convulsionar, as paredes anais dela apertando ao redor do meu pau em espasmos violentos. Agora, Sakura! Goza comigo! Com um último empurrão que quase tirou ela do assento, ejaculei dentro dela. Foi uma descarga massiva, um torrente de porra quente que inundou o reto dela. Naquele exato instante, Sakura alcançou um orgasmo tão forte que os olhos dela viraram e o corpo ficou rígido, tremendo incontrolavelmente enquanto o prazer consumia ela por completo. Fiquei ali, unido a ela, sentindo como as batidas dela se sincronizavam com as minhas. Aos poucos, a tensão desapareceu, deixando só o aroma de sexo, suor e a satisfação de ter submetido ela totalmente. Ajudei ela a se vestir em silêncio. Enquanto caminhávamos de volta para as luzes de neon da cidade, Sakura andava com as pernas ligeiramente abertas, sentindo o peso da minha porra e a dos outros dentro dela. Não disse nada, mas o jeito que ela se grudadava no meu braço me dizia que ela já estava esperando a próxima vez que eu decidisse destruir ela.
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