Porque isso era o que ia acontecer daqui pra frente, Anahí entendeu perfeitamente o que sua agora mãe sentia e ia compartilhar com seu namorado, mas claro ela tinha que estar presente, Rubén subiu em cima de Soledad e começou a dar bem forte, Soledad completamente indefesa e se perdendo no prazer só pôde gemer enquanto buscava o olhar aprovador da filha, que estava mais do que satisfeita com o que estava acontecendo, logo apoiou a mãe começando a tocá-la, mas isso não foi suficiente e Soledad a agarrou pelo cabelo.
Soledad: É isso o melhor que você pode fazer pela sua mãe?
Ao que Anahí não respondeu e só começou a chupar enquanto Rubén continuava bombardeando-a com tudo.
Rubén parou, se iam fazer, tinha que fazer bem, Desnudou Soledad, e a colocou no sofá com a pussy pra cima pra começar, agora sim ia dar com tudo, não só isso, mas nessa posição era mais confortável pra que a filha lamba a pussy enquanto o genro arrebentava ela, tinha o genro dando forte e a filha chupando ela, Rubén começou com tudo, o mete-saca bem forte e rápido enquanto a sogra quente gritava de prazer por como arrebentavam a buceta dela, Anahí estava curtindo também mas por dentro estava um pouco com ciúmes, ver o namorado dando assim pra mãe dela, fez ela desejar o cock de Rubén só pra ela.
Por isso que quando Rubén estava quase gozando, Anahí o segurou, não ia deixar que nem uma gota do leite do namorado dela caísse na mãe dela. Assim que Rubén estava prestes a gozar, ele tirou de Soledad e colocou na boca da namorada, que na hora abriu e engoliu tudo, enfiou na boca e deixou bem limpinhos. Enquanto se ouvia um "boa menina" ao fundo, era a mãe dela que olhava com orgulho como a filha não desperdiçava a grande carga que Rubén tinha soltado. Mãe e filha tinham dividido rola, de agora em diante tinha se criado um vínculo mais que familiar, era tudo estranho mas Rubén estava encantado, não se incomodava e de longe era o que mais saía ganhando, porque agora mãe e filha iam ser as putas dele, a casa ia virar um hotel local já que iam estar sempre transando, o pau de Rubén não ia ter descanso nunca mais. O resto do dia foi normal, as mulheres se dedicaram a limpar, Rubén tirou o dia pra descansar, Soledad e Anahí limparam a casa, lavaram roupa e depois Soledad fez o jantar pra todos, onde comeram os três na mesa como qualquer outro dia. Como tinham combinado que não iam falar sobre isso, os termos foram claros, vida normal, exceto quando mãe e filha combinam de transar, principalmente quando a mãe tá com tesão, já que Anahí não ia deixar Rubén comer a mãe dela sozinho, tinha que ser com ela ali, esse foi o acordo que as duas chegaram e do qual Rubén não podia participar. Mas claro que tinha um problema e era que Anahí estava um pouco ciumenta e como Rubén notou, decidiu passar a noite só com ela, já que a mãe dela já tinha tido a dose de rola.
Rubén a chamou na sala onde estava completamente nu, segurando o pau.
Rubén: Vem, meu amor, agora é a sua vez.
Anahi foi sem dizer uma palavra, se agachou e começou a trabalhar, enquanto olhava pra ele, engoliu como sempre.
Com uma mão enquanto seguia o movimento com a boca, olhando fixamente nos olhos dele com sua cara de satisfação, começou a chupar com vontade, agora era dela e ela ia aproveitar.
Enquanto chupava, Rubén começou a tirar a roupa dela, deixando-a nua, ela continuou chupando, não parou, agora colocando tudo na boca, garganta profunda, bem até o fundo, aguentava alguns segundos e soltava e depois de novo e de novo, fazendo desaparecer e enchendo de baba.
Até que Rubén não aguentou mais e soltou, soltou tudo na cara dela, mas logo em seguida ele segura o rosto dela.
Rubén: Abre, meu amor, agora é melhor você engolir de novo, se você fez isso antes com a sua mãe, agora tem que fazer de novo.
Aí a Anahí não disse nada, só abriu levemente os lábios pra pontinha entrar e engoliu, como uma boa menina.
Mas depois disso vinha o prato principal, ela estava com ciúmes da mãe, mas a mãe dela deixava dar pelo cu, então se ela queria ele só pra ela, ia ter que entregar, se colocou de quatro no sofá, Rubén separou as nádegas dela, Anahí segurou também enquanto suspirava e juntava força pro que vinha, sem reclamar muito porque sabia que coisas assim iam custar a decisão dela, simplesmente se preparou apertando os dentes enquanto Rubén encostava a cock no cu dela e devagarinho entrou, bem devagar até o fundo, Anahí apertava e soltava alguns gemidos enquanto perdia a virgindade anal, então uma vez que entrou Rubén já começou a mexer, total a cock dele tava bem lubrificada, aos poucos mas enfiando tudo bem até o fundo ele comeu ela enquanto Anahí soltava gemidos, meio de dor, sentir ela toda no cu era novo pra ela, tava tremendo toda, mas o namorado não teve piedade, "aguenta, aguenta" foi tudo o que ele disse enquanto continuava comendo ela, ele curtiu como ninguém, embora ela tenha sofrido, no dia seguinte ia custar andar e sentar, mas aguentou como uma campeã como destruíram o cu dela. A mãe dela no outro dia consolou ela, a primeira vez dói, pra ela doeu mas como já era mais velha não fez drama, a putinha da filha tinha entregado muito cedo na idade, mas isso só deixava ela mais orgulhosa, a filhinha dela era uma puta, então iam comemorar.
Mãe e filha começaram a ser fodidas por Rubén, uma em cima da outra, ambas com as pernas abertas, deixando as duas bucetas coladas pra ele escolher uma, embora tenha dado pras duas, agora estava com sua namorada, que a recebia inteira, enquanto sua mãe chupava suas tetas e a segurava colada a ela, deixando-a quieta pra que soassem mais forte as estocadas que seu namorado corpulento estava dando, com tudo o que tinha, sua cara de gozo absoluto dizia tudo, passavam o pau de uma em uma, um pouquinho pra filha, um pouquinho pra mãe, uma metida na namorada, uma na sogra e assim ele tinha pra escolher, a pussy da milf, a da girl, mas é claro que o cum era todo pra namorada, na boca ou dessa vez tudo dentro, onde vão.
Às vezes ele ficava por baixo e deixava suas duas ladys fazerem todo o trabalho, elas se revezavam entre as duas: uma montava no pau dele e a outra mantinha a boca dele ocupada, uma mostrava seus movimentos de quadril rebolando no pau dele e a outra o imobilizava com as coxas e colocava a boca e a língua dela pra trabalhar, com a qual ele não era muito habilidoso, mas pelo menos se esforçava, embora claro, sejamos justos, pra ele era muito difícil se concentrar em uma quando você tinha a outra monopolizando a atenção do seu amiguinho, mas nesses casos pouco podia fazer, onde perdia o controle.
Todas as vezes terminava sempre igual, mãe e filha ajoelhadas, uma vez tiraram todo o néctar do Rubén, já com um pau completamente mole e que não dá pra mais, agradecendo, massageando com os lábios, pra relaxar e estimular um pouco mais, eram dois seres completamente insaciáveis e as duas umas amantes de pau incríveis, que até morto continuavam chupando, pra espremer o máximo possível, como se milagrosamente fosse levantar de novo, mas já não tinha jeito, embora fosse a demonstração de amor total delas, amor e adoração ao pau que as fodia.
Essas eram as vezes em que faziam ménage, em que ele comia as duas, claro que nem sempre conseguia, às vezes a Soledad simplesmente tinha que ficar olhando o Rubén metendo na filha dela, já que entre todas as coisas eles também precisavam de um pouco de sexo apaixonado entre eles, pra não matar o namoro que tinham, então quase de frango assado, com as tetas de fora enquanto apertava, soltava e espremia, tava dando bem forte, sacudindo ela como desodorante vazio, comeu ela como a puta que ela era.
Uma dessas tantas vezes que Anahí deu pra ele, ela acabou engravidando, mesmo já estando na idade e não tendo problema com isso, porque naquela casa não estavam só eles, mas também estava Soledad, que agora ia ser avó, além de sogra bem safada, então não estava ali só pra apoiar e transar, mas também pra ajudar com o filho, seja pra cuidar porque trabalham ou pra ficar com ele um pouco enquanto têm um sexo descontrolado, embora com a chegada do bebê o pacto mudou, deixaram de lado os ménages (fizeram de vez em quando) e passaram mais a se revezar e uma cuidar do bebê enquanto a outra transava, embora claro que a sogra safada tinha uma restrição e essa era o sêmen do namorado sempre fora. Fim.
Soledad: É isso o melhor que você pode fazer pela sua mãe?
Ao que Anahí não respondeu e só começou a chupar enquanto Rubén continuava bombardeando-a com tudo.
Rubén parou, se iam fazer, tinha que fazer bem, Desnudou Soledad, e a colocou no sofá com a pussy pra cima pra começar, agora sim ia dar com tudo, não só isso, mas nessa posição era mais confortável pra que a filha lamba a pussy enquanto o genro arrebentava ela, tinha o genro dando forte e a filha chupando ela, Rubén começou com tudo, o mete-saca bem forte e rápido enquanto a sogra quente gritava de prazer por como arrebentavam a buceta dela, Anahí estava curtindo também mas por dentro estava um pouco com ciúmes, ver o namorado dando assim pra mãe dela, fez ela desejar o cock de Rubén só pra ela.
Por isso que quando Rubén estava quase gozando, Anahí o segurou, não ia deixar que nem uma gota do leite do namorado dela caísse na mãe dela. Assim que Rubén estava prestes a gozar, ele tirou de Soledad e colocou na boca da namorada, que na hora abriu e engoliu tudo, enfiou na boca e deixou bem limpinhos. Enquanto se ouvia um "boa menina" ao fundo, era a mãe dela que olhava com orgulho como a filha não desperdiçava a grande carga que Rubén tinha soltado. Mãe e filha tinham dividido rola, de agora em diante tinha se criado um vínculo mais que familiar, era tudo estranho mas Rubén estava encantado, não se incomodava e de longe era o que mais saía ganhando, porque agora mãe e filha iam ser as putas dele, a casa ia virar um hotel local já que iam estar sempre transando, o pau de Rubén não ia ter descanso nunca mais. O resto do dia foi normal, as mulheres se dedicaram a limpar, Rubén tirou o dia pra descansar, Soledad e Anahí limparam a casa, lavaram roupa e depois Soledad fez o jantar pra todos, onde comeram os três na mesa como qualquer outro dia. Como tinham combinado que não iam falar sobre isso, os termos foram claros, vida normal, exceto quando mãe e filha combinam de transar, principalmente quando a mãe tá com tesão, já que Anahí não ia deixar Rubén comer a mãe dela sozinho, tinha que ser com ela ali, esse foi o acordo que as duas chegaram e do qual Rubén não podia participar. Mas claro que tinha um problema e era que Anahí estava um pouco ciumenta e como Rubén notou, decidiu passar a noite só com ela, já que a mãe dela já tinha tido a dose de rola.
Rubén a chamou na sala onde estava completamente nu, segurando o pau.Rubén: Vem, meu amor, agora é a sua vez.
Anahi foi sem dizer uma palavra, se agachou e começou a trabalhar, enquanto olhava pra ele, engoliu como sempre.
Com uma mão enquanto seguia o movimento com a boca, olhando fixamente nos olhos dele com sua cara de satisfação, começou a chupar com vontade, agora era dela e ela ia aproveitar.
Enquanto chupava, Rubén começou a tirar a roupa dela, deixando-a nua, ela continuou chupando, não parou, agora colocando tudo na boca, garganta profunda, bem até o fundo, aguentava alguns segundos e soltava e depois de novo e de novo, fazendo desaparecer e enchendo de baba.
Até que Rubén não aguentou mais e soltou, soltou tudo na cara dela, mas logo em seguida ele segura o rosto dela.Rubén: Abre, meu amor, agora é melhor você engolir de novo, se você fez isso antes com a sua mãe, agora tem que fazer de novo.
Aí a Anahí não disse nada, só abriu levemente os lábios pra pontinha entrar e engoliu, como uma boa menina.
Mas depois disso vinha o prato principal, ela estava com ciúmes da mãe, mas a mãe dela deixava dar pelo cu, então se ela queria ele só pra ela, ia ter que entregar, se colocou de quatro no sofá, Rubén separou as nádegas dela, Anahí segurou também enquanto suspirava e juntava força pro que vinha, sem reclamar muito porque sabia que coisas assim iam custar a decisão dela, simplesmente se preparou apertando os dentes enquanto Rubén encostava a cock no cu dela e devagarinho entrou, bem devagar até o fundo, Anahí apertava e soltava alguns gemidos enquanto perdia a virgindade anal, então uma vez que entrou Rubén já começou a mexer, total a cock dele tava bem lubrificada, aos poucos mas enfiando tudo bem até o fundo ele comeu ela enquanto Anahí soltava gemidos, meio de dor, sentir ela toda no cu era novo pra ela, tava tremendo toda, mas o namorado não teve piedade, "aguenta, aguenta" foi tudo o que ele disse enquanto continuava comendo ela, ele curtiu como ninguém, embora ela tenha sofrido, no dia seguinte ia custar andar e sentar, mas aguentou como uma campeã como destruíram o cu dela. A mãe dela no outro dia consolou ela, a primeira vez dói, pra ela doeu mas como já era mais velha não fez drama, a putinha da filha tinha entregado muito cedo na idade, mas isso só deixava ela mais orgulhosa, a filhinha dela era uma puta, então iam comemorar.
Mãe e filha começaram a ser fodidas por Rubén, uma em cima da outra, ambas com as pernas abertas, deixando as duas bucetas coladas pra ele escolher uma, embora tenha dado pras duas, agora estava com sua namorada, que a recebia inteira, enquanto sua mãe chupava suas tetas e a segurava colada a ela, deixando-a quieta pra que soassem mais forte as estocadas que seu namorado corpulento estava dando, com tudo o que tinha, sua cara de gozo absoluto dizia tudo, passavam o pau de uma em uma, um pouquinho pra filha, um pouquinho pra mãe, uma metida na namorada, uma na sogra e assim ele tinha pra escolher, a pussy da milf, a da girl, mas é claro que o cum era todo pra namorada, na boca ou dessa vez tudo dentro, onde vão.
Às vezes ele ficava por baixo e deixava suas duas ladys fazerem todo o trabalho, elas se revezavam entre as duas: uma montava no pau dele e a outra mantinha a boca dele ocupada, uma mostrava seus movimentos de quadril rebolando no pau dele e a outra o imobilizava com as coxas e colocava a boca e a língua dela pra trabalhar, com a qual ele não era muito habilidoso, mas pelo menos se esforçava, embora claro, sejamos justos, pra ele era muito difícil se concentrar em uma quando você tinha a outra monopolizando a atenção do seu amiguinho, mas nesses casos pouco podia fazer, onde perdia o controle.
Todas as vezes terminava sempre igual, mãe e filha ajoelhadas, uma vez tiraram todo o néctar do Rubén, já com um pau completamente mole e que não dá pra mais, agradecendo, massageando com os lábios, pra relaxar e estimular um pouco mais, eram dois seres completamente insaciáveis e as duas umas amantes de pau incríveis, que até morto continuavam chupando, pra espremer o máximo possível, como se milagrosamente fosse levantar de novo, mas já não tinha jeito, embora fosse a demonstração de amor total delas, amor e adoração ao pau que as fodia.
Essas eram as vezes em que faziam ménage, em que ele comia as duas, claro que nem sempre conseguia, às vezes a Soledad simplesmente tinha que ficar olhando o Rubén metendo na filha dela, já que entre todas as coisas eles também precisavam de um pouco de sexo apaixonado entre eles, pra não matar o namoro que tinham, então quase de frango assado, com as tetas de fora enquanto apertava, soltava e espremia, tava dando bem forte, sacudindo ela como desodorante vazio, comeu ela como a puta que ela era.
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