Meu primeiro Plug 🙈

A primeira vez que enfiei um plug anal foi um erro de principiante do tamanho de uma tragédia íntima. Meu nome é Ivonne. E naquela tarde eu estava sozinha em casa, me olhando no espelho do banheiro como se fosse outra pessoa. Tinha visto vídeos, lido fóruns, comprado o brinquedo maior da loja online porque "quanto maior, melhor" e porque meu ego idiota não queria começar pelo pequeno. O plug era preto, brilhante, grosso como dois dedos juntos na base e ainda mais largo no meio, com uma base larga em forma de coração que prometia não se perder lá dentro. Parecia uma promessa e uma ameaça ao mesmo tempo. Ai, Ivonne… mas você queria se bancar de puta experimentando. É o que dá querer ser ousada. Tomei banho. Ensaboei o cu com dedos trêmulos, enfiando primeiro um, depois dois, sentindo como o anel de músculo resistia, como se abria a contragosto, como o sabão ardia um pouco na carne sensível. Depois me sequei mal, com pressa. Coloquei lubrificante demais. Demais e ao mesmo tempo insuficiente. Me ajoelhei no chão do banheiro, separei as nádegas com uma mão e com a outra empurrei a ponta fria do silicone contra meu buraco. O primeiro contato foi um choque. O frio do brinquedo contra o calor do meu corpo. Empurrei. O esfíncter se contraiu com força, como um punho fechado se recusando a abrir a porta. Empurrei mais. Senti o ardor inicial, aquela queimação seca que aparece quando algo grosso demais força a entrada. Gritei baixinho. Continuei empurrando. O músculo cedeu de repente, se abriu como uma boca que engole a contragosto, e o plug deslizou pra dentro num único empurrão brutal. A dor foi imediata e branca. Não era uma dor limpa. Era uma dor que se expandia, que preenchia, que ocupava espaço onde antes só havia vazio. Senti como as paredes internas se esticavam, como o anel interno se abria à força, como o volume do brinquedo empurrava contra tudo o que encontrava. O ardor era intenso, como se alguém tivesse acendido um fósforo dentro de mim e tivesse deixado queimar. Respirei ofegante. Fiquei imóvel de joelhos, com o cu aberto, o plug cravado até a base, sentindo como meu corpo tentava expulsá-lo e não conseguia. Olha pra você, Ivonne. Com o cu aberto como uma puta qualquer. Você quis experimentar, né? Então aguenta, sua safada. A base larga pressionava contra minhas nádegas. Cada vez que eu contraía o esfíncter, o músculo se fechava ao redor do pescoço do plug e encontrava uma resistência impossível. Era como tentar fechar uma porta que tem um tronco atravessado no batente. O músculo se contraía, tensionava, tremia… e a silicone não se movia. Essa luta interna me deixou sem ar. Eu queria me fechar. Queria expulsá-lo. Queria que a ardência parasse. Mas o plug estava ali, ocupando, abrindo, impedindo. Levantei com as pernas tremendo. Caminhei até o quarto. Cada passo era uma nova onda. O brinquedo se movia dentro de mim com o movimento dos quadris, roçava paredes que nunca tinham sido tocadas desse jeito, pressionava contra meu interior de forma constante e pesada. A ardência não diminuía. Se transformava. Ficava mais profunda, mais quente, como se o fogo tivesse encontrado mais combustível. E aí cometi o segundo erro: saí pra rua. Me vesti. Calça jeans justa. Camiseta. Tênis. O plug continuava dentro, escondido, mas presente em cada fibra do meu corpo. Desci as escadas do prédio sentindo como cada degrau fazia o brinquedo se mover, como a base empurrava contra minhas nádegas, como o peso interno me lembrava que eu estava aberta. Na rua o ar fresco bateu na minha cara, mas dentro de mim o calor continuava crescendo. Ai, Ivonne… mas você queria se bancar de puta pela rua com o cu cheio. Bem feito pra você, sua safada experimentadora. Comecei a andar. No começo tentei andar normal. Impossível. Cada passo fazia o plug se deslocar um milímetro. Esse milímetro era suficiente pra roçar nervos que eu não sabia que tinha. A ardência se intensificou. Já não Era só o alongamento inicial. Agora era uma queimação constante, como se tivessem enfiado um ferro quente e deixado lá. O esfíncter não parava de se contrair. Cada contração era uma batalha perdida. O músculo se fechava com força ao redor do colo do plug, tensionava até doer, e o brinquedo respondia ficando exatamente onde estava, impedindo o fechamento completo. Era uma luta íntima e silenciosa que ninguém na rua podia ver. Caminhei pela calçada sentindo o suor começar a escorrer pelas minhas costas. As nádegas se apertavam instintivamente. O jeans roçava a base do plug a cada movimento, empurrando-a um pouco mais para dentro. O ardor ficou quase insuportável. Imaginava meu buraco vermelho, inflamado, aberto ao redor da silicone preta, as rugas do esfíncter esticadas até o limite, brilhantes de lubrificante e daquele líquido claro que o corpo produz quando está forçado. Passei por pessoas. Uma mulher com sacolas de compras. Um homem falando ao telefone. Ninguém sabia que dentro das minhas calças meu cu estava travando uma guerra. Que cada passo era uma investida. Que o plug se movia, pressionava, queimava. Que meu esfíncter se contraía uma e outra vez numa tentativa desesperada de se fechar e encontrava sempre a mesma resistência dura e implacável. Olha pra você, Ivonne. Andando como se nada fosse enquanto seu cu chora por dentro. Você queria ser uma puta ousada, né? Então engole, sua gostosa. O calor se concentrou. Já não era só ardor. Era uma sensação de plenitude absurda, de estar cheia até a borda, de ter algo grande demais ocupando um espaço que não foi feito pra isso. Cada vez que o plug se deslocava, uma onda de prazer sujo se misturava com a dor. Era confuso. Queria tirar. Queria empurrar mais pra dentro. Queria que o fogo parasse. Queria que nunca parasse. Cheguei a um semáforo vermelho. Parei. O simples fato de ficar parada não aliviava nada. O plug continuava ali, pesado, ocupando. Fechei os olhos por um segundo e senti como o músculo se contraía de novo, como tentava expulsar o intruso, como se agarrava ao colo do brinquedo e tremia de esforço. O ardor ficou mais agudo. Imaginava as paredes internas vermelhas, sensíveis, roçadas pela silicone cada vez que respirava. Quando o semáforo mudou, continuei andando. Agora o suor encharcava minha camiseta. As pernas tremiam. Cada passo era mais consciente. Levantava um pé e o plug se movia. Apoiava o outro e ele afundava um pouco mais. O jeans tinha virado uma prisão. Queria abri-lo, queria enfiar a mão dentro, queria tocar a base do plug e empurrá-la enquanto andava. Não fiz isso. Continuei. Passei por um parque. Gente sentada nos bancos. Crianças correndo. Eu andando com o cu aberto, com o esfíncter em guerra constante contra um objeto que não cedia. O ardor tinha chegado a um ponto em que eu já não sabia se era dor ou prazer. Era as duas coisas. Era um fogo que subia pela minha coluna, que apertava meu estômago, que me fazia morder o lábio inferior pra não soltar um gemido no meio da rua. Ai, Ivonne… mas você queria experimentar tudo, né? Queria se sentir uma puta ousada. Agora aguenta o fogo, foxy. Você mesma procurou. Em um momento parei ao lado de uma árvore, fingindo olhar o celular. Na verdade fechei os olhos e me concentrei na sensação. O plug estava profundamente cravado. Podia sentir cada curva, cada mudança de grossura. O músculo se contraía em ondas rítmicas, como se tentasse ordenhar o brinquedo, como se quisesse expulsá-lo à força. Cada contração fazia o ardor se intensificar. Era como ter um ferro em brasa que não esfriava. Como ter uma boca aberta à força por tempo demais, com os lábios esticados, incapazes de se fechar. Continuei andando. Já não tentava disfarçar o mancar. Cada passo era uma confissão silenciosa. O lubrificante tinha esquentado com o calor do meu corpo e agora escorria um pouco, fazendo com que O movimento ficou ainda mais escorregadio, mais sujo. Eu sentia como o esfíncter se agarrava ao colo do plug e escorregava, se agarrava e escorregava. Essa fricção constante era uma tortura deliciosa. Quando finalmente virei e comecei a voltar pra casa, o ardor já não era só no buraco. Tinha se espalhado. Eu sentia calor nas nádegas, na parte interna das coxas, no baixo ventre. O plug tinha vencido. Meu corpo tinha parado de lutar tanto e começado a se adaptar, mas a adaptação era pior. Agora o músculo se contraía de forma diferente, mais profunda, mais rítmica, como se estivesse tentando absorver o brinquedo em vez de expulsá-lo. Olha pra você, Ivonne. Voltando pra casa com o cu derrotado. Queria bancar a puta experimentando… e olha como ficou seu buraco. É o que dá ser foxy. Subi as escadas do prédio quase me arrastando. Cada degrau era uma estocada. Quando finalmente entrei em casa e fechei a porta, me deixei cair de joelhos no corredor. Tirei o jeans com as mãos tremendo. Me toquei. A base do plug estava quente. Minhas nádegas estavam quentes. O buraco, quando toquei com os dedos, estava inflamado, sensível, aberto ao redor da silicone como uma boca que já não sabia se fechar. Empurrei o plug um pouco mais pra dentro só pra sentir. O ardor respondeu com uma onda nova. Fiquei assim, de joelhos, com o cu pra cima, contraindo o esfíncter uma e outra vez contra o brinquedo, sentindo essa luta inútil e deliciosa. Querer me fechar. Não conseguir. O plug impedindo. O fogo interno que não apagava. Ai, Ivonne… mas você quis. Você quis se sentir uma puta. Agora fica assim, foxy, com o cu aberto e ardendo. Você merece. Essa foi a primeira vez. E ainda hoje, quando lembro daquela caminhada pela rua com o cu aberto e ardendo, sinto o eco desse mesmo fogo entre as nádegas… e a voz na minha cabeça repetindo o mesmo: É o que dá ser foxy, Ivonne.Meu primeiro Plug 🙈

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