O amigo do papai

Eu estava tranquila em casa quando o telefone tocou. Era o Juan, amigo do meu pai. Primeiro me assustei. Mas não era nada disso. "Bebê, seu pai me contou que você se comporta muito bem com ele. Que você deixou ele te comer o cu. E que você deu pra ele várias vezes. Eu gostaria, se você não levar a mal, de te visitar. Te pagaria o que você pedir." "Nooo. Eu não faço por dinheiro, meu pai é especial, sempre me deu tesão desde que eu espiava ele comendo minha mãe. Mas vamos fazer assim, Juan. Vamos comer e a gente vê." Naquela noite o Juan me buscou. Fomos a um restaurante na orla. Ele sentou do meu lado. A janta inteira ficou me tocando, me acariciando. Pegou minha mão e fez eu tocar o pau dele. Me surpreendi com o quão duro e grande ele estava. Naquele momento ele se virou, ficou cara a cara comigo e disse: "Não aguento mais, quero te comer." A mão dele entrou por baixo da minha blusa e começou a tocar meus peitos. Naquele momento meu celular tocou. Era meu pai. Enquanto o Juan continuava tocando meus peitos, eu atendi. "Oi, filhinha. Sei que você está com o Juan. Te peço que você dê pra ele. Ele está desesperado desde que eu contei o que a gente fazia." "Tá bom, papai." Quando ouvi "papai", na hora tirei a mão dos meus peitos. Que já estavam com os mamilos duros. "Calma", eu disse. "Ele pediu pra eu te comer." Fomos pro hotel na Monroe e ele pediu o melhor quarto. Ao entrar, ele me disse: "Você tem problema se eu filmar?" "Não. Claro que não." Ele colocou o celular na frente da cama e começou a filmar. Chegou perto de mim, devo dizer que pra idade, ele estava muito atraente, dá pra ver que na juventude ele malhava. Bom. Ele se aproximou, pegou meu rosto com muita suavidade, olhou nos meus olhos e disse: "Você é linda, estou com tesão em você desde que você tinha 15 anos." Ajeitou meu cabelo e me beijou, a língua dele fazia umas brincadeiras que eu nunca tinha sentido. Começou a me acariciar bem devagar, como se não quisesse que aquele momento acabasse. Deitamos, ele por cima de mim, começou a beijar cada parte do meu corpo. Enquanto continuava me tocando. Eu estava fascinada, finalmente sexo devagar. Aproveitando cada segundo. Comecei a acariciá-lo. Brinquei um pouco com meus peitos. Eu acariciava o pau duro dele. Ele se apertou mais contra meu corpo, nossos rostos estavam bochecha a bochecha, ele levou a mão à minha buceta e aí começou algo que eu nunca tinha sentido. O jeito dele de me tocar, de enfiar suavemente os dedos, de acariciar meu clitóris com constante suavidade, eu já estava fervendo, cada carícia, cada dedo me faziam gritar de prazer. Olhei pra ele e disse: Juan. Por que você não fez isso comigo antes? Ele sorriu. Começou a beijar meu corpo enquanto descia, eu estava pronta pra língua dele. Aaaaaaa gritei. O que você está fazendo, meu Deus. Continua assim. Continua. Ele me olhou e disse: isso é o grande redemoinho, Juancito. Não para, continua. Por favor, continua, aí tive meu primeiro squirting da noite. Juan. Por favor, enfia em mim, me fode de uma vez. Quero seu pau enorme dentro de mim. Agora. Agora. Siiii assim. Mais fundo, mais fundo. Juan estava me fodendo como ninguém nunca tinha feito. Tive multiorgasmos mesmo depois que ele parou de me foder. Nunca gemi e gritei tanto de prazer. Nos deitamos um ao lado do outro. Minha cara de felicidade se refletia no espelho do teto. Aí percebi que Juan continuava duro. Era minha vez. Deslizei até o pau dele e comecei a chupá-lo. Primeiro a cabeça, passei a ponta da língua ao redor. Coloquei dentro da minha boca, acariciava, tocava, levava de cima pra baixo. Com minha língua no pau, olhei pra ele e disse: Quero que você arrombe meu cu. Ele sorriu. Foi pra isso que vim. Me fez deitar de barriga pra cima, levantou minha cintura com as pernas pra cima. E aí me penetrou no ânus. Pau enorme. Juan bombou até me encher de porra. Isso foi maravilhoso, eu disse. Espero que você continue me fodendo. Pequena, coisa boa é escassa. Eu te aviso quando quiser te foder. Foi até o celular, pegou e me focou e disse: Quero que você comece a se tocar. O quê? Perguntei. Quero fazer um vídeo seu se masturbando. Olhei pra ele. Sorri e comecei a me tocar. Comecei a gemer enquanto enfiava meus dedos na minha a palavra: buceta. De vez em quando eu olhava pra ele. O rosto dele demonstrava prazer. Então continuei me tocando por um bom tempo. O turno tinha acabado, fomos em direção à garagem do hotel. Ele abriu a porta pra mim, mas não me deixou entrar. Levantou minha saia e me comeu de novo, minhas mãos sobre o carro. Senti que ele gozava dentro de mim. Ele me pegou pelos cabelos me puxando pra trás. Essa noite você não vai esquecer nunca mais. Ele me virou com muita força enquanto batia nos meus rosto. Juan. Essa noite é a minha melhor transada.

0 comentários - O amigo do papai