Ele vinha de uma separação em ótimos termos, o que eu acho que é muito pior. Porque deixar alguém porque os caminhos buscam destinos diferentes quando ainda existe amor verdadeiro é muito duro. Não é para qualquer um, é só para autênticos cavalheiros que sabem o que querem e que, além disso, não aceitam migalhas. Ele já carregava 38 primaveras e, apesar de ter se soltado sem medo e sem culpa, arrastava o peso de se sentir velho, como se seu trem já tivesse passado. Pobre, né? Não estive lá naquele momento para dizer que não fosse otário, que tinha toda a vida pela frente, mas acho que também não fez muita falta. Apesar de se sentir um velho, dedicou uns anos a fazer o que (talvez) não tinha feito na adolescência por causa do rigor do pai. Que coisa tão destrutiva é a educação rígida demais!! Acha-se que é o caminho para a pessoa seguir uma vida de retidão, sem reparar nas marcas que pode deixar nas pessoas. No caso do Ariel (é esse o nome dele), o pai o controlou demais, com os horários, com que hora voltava, com o que fazia, com quem saía, etc. E pior ainda, produto do narcisismo dele, menosprezava, contradizia ou diminuía o filho na frente dos outros. Carregava também a ferida de ter sido maltratado pela sua paixão por comida e pelo sobrepeso. Coisa que depois, na adolescência, ele contrabalançou muito bem na base da dieta e do esporte. Para quando se separou, ostentava um corpo robusto mas magro, e uma calvície que lhe dava um charme particular. Hoje em dia, quando nos vemos, eu digo que ele é o Bruce Willis da Temu HAHAHAHAHAHAHAHA. Essas coisas já não o machucam, e muito menos quando vêm de mim, com quem ele tem uma confiança de anos e muitíssimas histórias vividas. Voltando à história dele, no final de dezembro e aos seus 38 anos, organizou um churrasco com o grupo de tênis onde nós dois jogávamos. Éramos todos homens entre 20 e 42 anos, casados, solteiros, divorciados, uma fauna com estados civis dos mais variados. Terminado o churrasco, decidimos continuar num puteiro Voltado para os +30. E sim!!, se tivesse sido outro boteco com outro público, não teríamos ido de jeito nenhum. E não porque não gostássemos das novinhas, mas principalmente porque provavelmente não teriam nos dado bola, e se dessem, o assunto da conversa teria sido bem limitado. Baahhhh, talvez seja um preconceito, isso não dá pra saber. A questão é que passamos um bom tempo no boteco, alguns conseguiram dançar e conversaram com garotas, mas sem chegar muito longe. Na época estava cheio de grupos de despedida de ano, com maioria de grupos de empresas que se conheciam entre si, então puxar e manter uma conversa era bem complicado. Mas o Ariel teve mais sorte, não naquele dia, mas pelo menos conseguiu pegar um número de telefone pra tentar algo nos dias seguintes. E assim fez. Deixando de lado esses preconceitos idiotas que a maioria tem (tanto homens quanto mulheres) de não se mostrar desesperado, urgido, vulnerável ou qualquer bobagem que passe pela cabeça, acordou ao meio-dia de sábado com a intenção de ligar pra ela e combinar algo pra mesma noite ou pro dia seguinte. No domingo, até à tarde, também podia ser uma boa oportunidade de conhecer alguém. Do outro lado também deixaram os preconceitos de lado. Sem frescura nem nada, pediram desculpas por não poder sair no sábado por causa de um aniversário de família, e disseram que no domingo poderia em qualquer horário porque não tinha nenhum compromisso. E assim fizeram, no domingo ao meio-dia os dois iam pra Chascomús passar a tarde. O Ariel era assim, tarado à primeira vista, mas um fofo por dentro. O cara sempre queria transar, mas no fundo sempre queria agradar e principalmente queria ser querido, e por isso optou por um rolê longo, que não implicasse num fuck imediato que depois de executado o deixasse vazio. A tarde transcorreu como a típica tarde de domingo em Chascomús, sol, água, umas voltas de jet ski, era como tirar de cima 15 anos com todo o seu passado, era andar leve. Foi uma Saída de amigos, uma saída do dia da primavera entre adolescentes, porque apenassó se deram uns beijos depois do último mate. Já de volta e na porta da casa da Claudia ele tentou o que não fez nas 8 horas anteriores. Colocou a mão esquerda na coxa da Claudia, que usava uma mini de jeans gasto, tentou levá-la para o interior, mas o pararam. Não com muita veemência, por isso insistiu e na segunda já estava tocando a vulva dela por cima da thong, que depois descobriria ser branca e muito muito muito pequena. Continuaram assim por alguns minutos, ele passou o dedo por baixo da thong diretamente na pussy que já estava molhada demais. Por sorte o estofado do banco era de couro, senão a mancha desses fluidos teria ficado indisimulável. A essa altura os dois já estavam super excitados, mas especialmente a Claudia, que fazia tempo que não transava, e o convidou para entrar. Claudia, que eu vi uma única vez na casa do Ariel, era uma baixinha de bunda pequena mas de boa forma, que se destacava pelos enormes peitos. O cabelo cacheado lhe dava um toque selvagem que melhorava enormemente o rosto dela. De rosto não era muito bonita, traços muito marcados, mas compensava com todo o resto. Continuando com as piadas idiotas, eu poderia dizer que a Julieta Ortega era a que você pedia no TEMU e a Claudia a que chegava HAHAHAHAHAHA mas melhor retomarmos a história. Claudia o convidou para entrar, avisando que estava lá a companheira dela, uma garota de uns vinte e poucos anos com quem dividia o aluguel da casa. Entraram, cumprimentaram a Leti (garota que estava fortíssima) e foram direto para o quarto da Claudia. Entre descerem do carro e chegarem ao quarto devem ter passado 2-3 minutos, instantes que não bastaram para apagar o fogo que traziam. Ficaram pelados, Ariel pegou um dos peitos dela com as duas mãos (eram realmente grandes e pesados) e começou a chupá-los. Estava em êxtase! Estavam os dois em êxtase. Ari liberou uma das mãos e desceu para continuar Trabalhando o clitóris, um dedo, dois dedos, a masturbação que ele estava fazendo era monumental. Claudia se contorcia como uma serpente até que caiu de cara na cama, empurrada por Ari. Não havia outra opção naquele momento a não ser começar a chupar a buceta como Deus manda, e foi isso que ele fez. Os gemidos contidos de Claudia já estavam virando gritos de guerra que dificilmente Leti não conseguiria ouvir. Claro, Ariel na sua mente imaginava que isso despertaria o instinto de Leti para terminar o ménage que sempre tinha sonhado. Mas não, caro leitor, não se iluda, o ménage não rolou porque Claudia era bem liberal, mas não curtia esse tipo de relação, ela só era do um contra um, pelo menos até aquele momento. Daquela chupada de buceta ele arrancou um orgasmo logo no começo e depois mais outro. Depois desse segundo orgasmo ele a virou e, quando tudo indicava que ia comer ela de quatro, começou com a chupada de cu mais longa da vida dele. Claudia estava extasiada, dizia: "Aaaai, aaaai, chupa meu cu, eu amo..." "Vai Ari, vai, enfia um dedinho...!" E como para Ari esses desejos são ordens, ele não fez nada além de enfiar um dedo... e depois outro até arrancar um orgasmo anal. Para Claudia já era o suficiente, achava Ariel, e então ele se colocou na frente dela para que ela chupasse o pau. Aaaaaah, o que meu amigo Ari sempre lembra é COMO ELA CHUPAVA, ele dizia que tinham que dar a ela o título de expert em boquete. Um minuto, dois, três, cinco, devem ter sido até que ele chegou no ponto de gozar e encher a boca dela de porra. Mas não, faltava mais um passo. Antes de descarregar os 2 litros que tinha guardado para ela, eles se engalfinharam num lindo 69. Ele voltou sobre a buceta dela, levantou as perninhas e de novo naquela posição esticou a língua para lamber o cu dela. E ela fez o mesmo, chupando o pau e o cu alternadamente até fazer ele gozar como era de se esperar. Não eram 2 litros, eram 10 litros de porra espalhados entre a boca, os peitos e a barriguinha dela.
Em breve continuamos com a parte 2.
e deem uma olhada nos meus posts anteriores. Um abraço grande
Em breve continuamos com a parte 2.
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0 comentários - Claudia: de dama a puta