Acampamento de putaria (relato gay) parte 1

Então, uns meses atrás me convidaram pra um acampamento de pesca. O problema era que ia o Lucas, um amigo que tenho há muitos anos e que me pediu em várias ocasiões se eu topava fazer um ménage. Quando aceitei com entusiasmo, ele tinha ficado me agarrando a bunda a noite toda e me pediu pra bater uma punheta pra ele enquanto a cutie chupava ele. Sempre gostei das cuties, embora alguma curiosidade eu sempre tive. Depois disso ele sempre me colocava em situações desconfortáveis, e eu fugia. Mas agora no acampamento a gente ia dormir na mesma barraca, que é pra quatro pessoas, mas só ia ter três. Lucas, Javier e eu. O Lucas tem trinta e três, é um cara dorminhoco, de costas largas, o típico que vai pra academia mas não faz dieta. Morenão e meio lampinho. De braços e mãos enormes. Tudo o oposto de mim. Por outro lado, pro Javier eu contei tudo o que tinha acontecido e ele quase que defende sem defender, tipo assim, o que acontece no ménage fica no ménage. O Javier é mais velho, deve ter uns quarenta anos, e é o típico pançudo cervejeiro, gordo peludo, mas bem mais baixo que o Lucas, embora mais alto que eu, e barbudo que enche o saco de todo mundo, de tez branca. No fim eu fui depois que minha namorada insistiu, porque eu ia ficar com os amigos e baixar o estresse. Na viagem o Javier não parou de me encher o saco por eu ter batido uma punheta pro Lucas num ménage, e embora não falasse aos gritos, sempre achava o momento pra mencionar. O Lucas se defendia com a desculpa do álcool e que a situação aconteceu, mas que ele gosta das cuties. Mas num momento, quando todo mundo estava distraído, ele me perguntou num sussurro no ouvido: Lucas: você gostou de bater uma pra mim? Eu só fiquei vermelho como tomate e balançava a cabeça negando, e ele continuava interrogando. Lucas: mas quando eu te pedi você não recusou. Tentei me juntar a outra conversa pra mudar de assunto. Chegamos lá e o dia passou tranquilão, a gente pescou pra caralho e óbvio que ninguém pescou porra nenhuma, e continuaram me enchendo o saco o dia todo com esse assunto, por outro lado ninguém pensou na a bateria dos celulares e aos poucos todos ficamos sem bateria, a noite estava sem lua então de repente tudo ficou bem escuro, a ponto de não ver um palmo de distância. Javier ainda tinha um pouquinho de bateria e com isso chegamos na barraca já de madrugada e fomos dormir. Quando nos deitamos Javier se deitou atrás de mim os dois com a cabeça pro fundo da barraca e Lucas do lado oposto com a cabeça pra entrada. Ficando eu no meio. A noite prometia ser meio quente somado ao porre que a gente tinha O primeiro a falar no escuro foi Lucas, e perguntou Lucas: vocês se incomodam se eu dormir pelado, não tô acostumado a dormir de roupa, com o escuro que tá ninguém vai ver nada Javier: sim responde rindo e continua, mas se cobre que de manhã não quero te ver pelado E todos nós rimos. De repente me chega um aroma de ovo e rola não de sujo, mas como se colocassem uma rola na sua cara enquanto a gente continuava zoando e conversando, daqui a pouco algo se apoia na minha cara e atrás disso uma mão, Claramente era a rola do Lucas e a mão dele, tinha a rola duríssima, e com a mão como se fosse coisa de todo dia tateou no escuro até achar minha boca e se acomodar no escuro, abriu minha boca com os dedos e enfiou a rola devagar, e me pegou pela nuca e fiquei de lado e ele enfia o mais fundo possível, e bem lento e devagar bombava indo e voltando enquanto me segurava pela nuca e continuava zoando na conversa com Javier. Eu fiquei mudo, sem saber como reagir levando a mão pra separar ou parar ele e ele pega minha mão e leva pra nuca também, então ele tinha minha única mão livre presa, enquanto a rola entrava e saía da minha boca, uma rola grossa e venuda e o Lucas entre uma zoeira e outra pergunta no ar Lucas: por quanto dinheiro vocês chupariam Uma rola? Tipo teria um valor que vocês digam por esse valor eu faço? Javier: e pergunta pra esse aqui, que já te bateu uma, comenta entre risadas E os dois riem. E como não continuava por que já tinha um pau na boca lucas comenta Lucas: acho que ele dormiu! Ou tá pensando e os dois voltam a rir Como pra confirmar Javier me tateia no escuro pelo quadril por trás de mim, perguntando se eu tava dormindo. Depois de insistir umas duas vezes desce a mão pra uma nádega por baixo da calça e apertando a nádega pergunta de novo. Como eu tava com a mão presa na nuca não conseguia nem abaixar a mão pra tirar e a mão não saía mesmo eu continuando a falar com Lucas como se nada. E cada vez ele apertava com mais intensidade, eu balançava o quadril mas longe de tirar a mão ele intensificava o apertão. E começou a descer pro ânus e começou a me dedar enfiando e tirando a ponta de um dedo até que chegou a enfiar e tirar um dedo inteiro. Enfiava e tirava com força até enfiar inteiro, quando conseguiu. Eu suava de dor, mas continuava com o pau na boca e agora um dedo no cu. Num momento ele tira a mão e pega minha cueca e abaixa até os joelhos e sobe a mão entre minhas pernas e começa a me apertar o pau que tava duro e só agora eu percebia. E volta pro ânus e começa a enfiar agora dois dedos brinca um tempo até conseguir enfiar e tirar. Com tudo isso continuavam falando como se nada, mas os dedos entrando e saindo do cu já faziam barulho de fricção no silêncio da noite já que ele separava as bandas do cu com uma mão e com a outra enfiava os dedos e Lucas pergunta Lucas: que isso tá se masturbando? Javier: ehhhh sim... Sii, ele responde e continua, te incomoda? Não consigo dormir se não gozar Saber disso excitou demais o Lucas, por que começou a me bombear com mais intensidade Lucas: não tranquilo... Comigo é igual! Enquanto se ouvia o pau sair e entrar na minha boca Com a mesma mão que me segurava na nuca, ele leva até o pau e se masturba a toda e me joga um jato tremendo na cara enquanto os dedos entravam e saíam com mais intensidade do cu. Javier me pega pela cintura e me puxa pra ele, e Lucas, sem ver nem entender, comenta: Lucas: shh, tranquilo que você vai acordá-lo com tanto rebuliço, querendo dizer pra fazer pouco barulho. Mas eu não terminei de me recuperar sendo a rola do Javier me fodendo o cu, apesar de ter me desejado o cu com aqueles dedos enormes, a rola também era grossíssima e me escapou um gemido suspiro. Lucas pensou que era pelo gozo dele e Javier pela foda, e os dois disseram ao mesmo tempo "shh", e enquanto terminava de enfiar a rola no meu cu, eu me masturbava e não parava de gozar. Era tanto agito que Lucas comenta: Lucas: uff, se continuar assim você vai arrancar ela, hehehe. Os dois riram, embora Javier estivesse ofegante. Depois de alguns minutos, ele ficou tenso pra caralho e sinto como encheu meu cu de porra e escapou um "ahhhhhhhh" enquanto continuava jorrando porra dentro do meu cu. Minhas pernas tremiam de dor, e dava pra ver que ele estava ofegante. Não podia acreditar que tinham acabado de me foder e chupar a rola daquele jeito. Mas a noite não terminava. Continua...

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