O velho compra a pílula azul

Hoje fui visitar meu velhinho. Quando cheguei ele estava no jardim tomando sol. Ao me ver, o rosto dele brilhou de felicidade. "Oi, filhinha, que alegria que você veio", me disse. Estranho, porque eu o visito quase todos os dias. Levei ele pro quarto pra conversarmos tranquilos. No elevador ele me disse: "Neném, faz muito tempo que a gente não faz nada." Olhei pra ele e falei: "Velhinho, você tem forças pra fazer alguma coisa?" "Claro que tenho", ele respondeu. Coloquei ele na cama e, quando estava cobrindo ele, começou a tocar minhas tetas com muito carinho e suavidade, fazendo meus mamilos ficarem duros na hora. "Velhinho, que delícia isso. Adorei como você me tocou." Na hora ele colocou a mão no meio das minhas pernas e começou a mexer suavemente, levando todo o contato pro clitóris. Comecei a gemer. "Pai, hoje você tá incrível", eu disse. "É que sonhei com sua velhinha e lembrei do que eu fazia com ela." "Bom, bom", eu falei. "Deixa um espacinho na cama pra eu me deitar." "Espera", ele disse. "Abre aquela gaveta e traz a caixa que tem dentro." Fui com muita curiosidade e encontrei uma caixa de Viagra. "Pai, isso é perigoso", eu disse. "Fica tranquila, eu falei com o médico. Me dá um copo de água e 2 comprimidos." Depois de tomar, ele me disse: "Temos que esperar pelo menos meia hora. Mas tira a roupa e deita do meu lado." Enquanto me despia, vi o rosto do meu velho cheio de felicidade. "Que mulher linda você é. Tem o mesmo corpo da sua mãe. Um pouco mais de bunda, mas o resto é igual." Corada, me deitei do lado. "Cala a boca, pai, não fala da mamãe." "Você tem vergonha. Sua mãe na cama era uma leoa. Era ela que me comia." "Tá bom, tá bom. Deita aqui." Ele se inclinou sobre mim, o peito dele sobre os meus peitos. Eu podia sentir o coração dele e o meu. Começou a me beijar no pescoço, mordiscou minha orelha, continuou beijando meu pescoço até chegar aos meus peitos, começou a beijar perto da aréola até chegar ao mamilo. Colocou o mamilo dentro da boca e com a língua fazia pequenos círculos suaves ao redor até me dar umas mordidinhas em cada peito. Gritei de prazer. Ele os pega nas mãos e suavemente os acaricia. Eu estava surpresa, nunca tinha feito isso. Papai, onde você aprendeu isso? Perguntei a ele. Isso eu fazia com sua mãe. Continuou beijando descendo pela barriga, no umbigo enfiou a língua. Continuou beijando até chegar à minha virilha. Se posicionou e começou a chupar minha buceta como nunca tinha feito. Tive dois orgasmos seguidos naquele momento. Papai, deixa eu agora. Voltei a pegar o pau dele, estava mais duro e em pé do que nunca. Levei à minha boca. Entrou inteiro até a garganta, comecei a masturbar ele enquanto minha língua brincava na cabecinha. Filha, não me faz gozar que não vou conseguir te comer, ele me disse. Me paraliso. Parei de chupar. Olhei pra ele e disse. Mete em mim, papai. Ele. Se colocou em cima de mim e meteu de uma vez, era tão grande e poderoso, parecia o do meu filho. Me comeu por meia hora parando pra não gozar. Tive múltiplos orgasmos. Gemini, gritei de prazer como nunca tinha feito. Ele parou. Que foi, velhinho? Perguntei. É que. Filhinha, eu. Bom. Que foi, velho, fala. Tá bem. Nunca te meti no cu. Ha ha, eu ri. Tá bem, velhinho, meu cu é todo seu. Me coloquei na posição e de uma vez meteu tudo. Gritei como nunca. De dor. Mas ele continuou e continuou até gozar. Exausto se deitou do meu lado. Obrigado, filha. Foi a melhor foda que tive. Superou quando comi você e sua mãe e sua tia juntas. Bom, bom. Tanto assim não quero saber. Ele riu como nunca e bem suavemente começou a acariciar minha pussy. Velhinho, eu adoro, mas não me excita se não for conseguir. Conseguir? Gritou, se colocou em cima de mim e me comeu de novo.

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