Me deixa cheia de porra, corno? - Cap 3

Me deixa cheia de porra, corno? - Cap 3
E Martín não aguentou mais. Seu pau parecia inchar a tal ponto de gozar ou explodir como um foguete. Quis dizer que sim, que ela contasse tudo, com detalhes, mas de sua boca só saiu um gemido grave, misturado com uma liberação que não experimentava desde a adolescência. Enquanto ele sentia como gozava litros de porra no escuro, Flor tentou evitá-lo tapando a cabeça do membro com a mão esquerda, mas isso só piorou a situação, superestimulando Martín e arruinando seu orgasmo de uma vez.
—Bom, parece que hoje não vai ter mais histórias. Olha como você acabou tudo; nem quando você me come você me enche tanto quanto isso, Tincho.

Martín levou longos segundos para se recompor. Estava extremamente relaxado e o orgasmo tinha sido de outro planeta.

—Eu estava muito excitado. A culpa é sua e dessa calcinha fio-dental que você deixou por aí, garota.

Florencia riu do comentário e começou a se ensaboar.

—Claro que foi a calcinha que te excitou. Vai, Martín, mente pra mamãe, se atreve —disse em tom brincalhão.


Martín ficou nervoso e com isso vieram as primeiras dúvidas. Flor tinha percebido, isso era óbvio; não fazia sentido mentir. Mas isso também era novo para ele e de repente tudo ficou confuso. «Nunca senti atração por algo assim, que estranho. Não sei se permitiria que tocassem na minha esposa, mas essa masturbação foi de outro planeta», pensou, até que decidiu continuar perguntando. Agora, sem o tesão de antes, só restava uma pontada de dor diante da resposta, então insistiu:

—Acho mais importante: o que meu amigo fez com você, Flor?

—Nada, bobo… ou talvez eu tenha me afogado no pau dele enquanto você trabalhava —soltou uma risada curta e acrescentou—: Brincadeira, brincadeira, shh, não fica bravo, meu amor!

Martín tinha se machucado com a piada, mas ao mesmo tempo umas gotas de prazer se fizeram presentes. Apesar de ter gozado, a atitude atrevida da sua esposa e a mera possibilidade de que algo acontecesse começaram a mover algumas engrenagens por dentro. Decidiu respirar; pensou que ele mesmo tinha se metido nessa situação e resmungou:
—É melhor que não tenha acontecido nada, sua puta —disse, agarrando os peitos dela no escuro com brutalidade.

Flor sentiu as mãos grandes de Martín envolvendo seus seios e sorriu com poder e luxúria no escuro.

—Será que meu marido finalmente tá com medo de levar chifre? Agora você vai ficar puto quando a gente estiver na praia e eu tiver de biquíni pequeno: o azul em cima e aquele vermelho minúsculo embaixo que eu quase nem uso. Fudeu, você vai viver puto —disse Flor com um tom safado que terminou numa risada genuína.

Martín sentiu como sua esposa o encurralava fácil outra vez.

—Cala a boca, sua garota de merda, ou não te deixo sair e te fodo aqui mesmo.

Martín a pegou pela cintura, a abraçou pra terminar agarrado na bunda dela e começou a esquentar de novo com o corpo dela.

—Vamos ver se você fica de pau duro primeiro, ou preciso trazer os peitos da Caro? Ah, não, capaz que basta eu te contar com que roupa eu atendi o Franco naquele dia. Não vou mentir, aí eu errei —disse de forma provocativa, ao mesmo tempo que agarrava o pau do namorado e brincava com ele de forma despreocupada.
cornoMartín começou a ficar excitado lentamente depois daqueles últimos comentários, até que percebeu que Flor, ao ter seu membro entre as mãos, sentia perfeitamente o impacto das suas palavras. Sem pensar muito, ele a virou tentando incliná-la para que seu bundão ficasse à disposição.

—Não, Mar, agora não posso, vai, tenho que ir. É sério, me deixa enxaguar mais uma vez que tenho que sair.

—Vai, só um pouquinho. Olha como você me provocou com aquilo do Franco; você me provoca, eu tenho que te comer.

—Ai, não aconteceu nada, é brincadeira pra te excitar um pouco.

—Nada de nada?

—Não, quer dizer... naquele dia sim aconteceu. Lembra que a gente ficou sem luz e o Franco veio resolver o curto-circuito? Estava um calor no apartamento...

—Sempre faz calor pra te verem pelada, como é isso?

—Não é como você pensa, Tincho. A situação era outra, mas foi como com o Lucas, não aconteceu nada sério; só que existiu aquele dia e bom, usei pra te contar.

—Tá, mas no geral o que aconteceu? —disse Martín entre irritado e frustrado por não poder transar.

—Nada, depois te conto. Mas mais do mesmo: fazia calor, eu estava com roupa de casa e bom, a gente era jovem. Eu suponho que ele me olhou um pouco, sei lá, gordo, depois te conto sério. Não fica chato, tenho que ir —soltou Florencia de forma irritadiça.

Martín decidiu que aquela era uma discussão estranha, que não tinha muito a ganhar, e preferiu não responder. Relaxou em silêncio enquanto sua mulher terminava de tomar banho e começava a andar pela casa, se preparando pra sair pra balada com as amigas.

Mais relaxado, Martín abriu uma lata de cerveja, colocou um jogo de futebol e começou a preparar o jantar daquela sexta. Como Flor ia sair, fez uns bifes à milanesa com salada, simples e eficazes. De vez em quando, sua esposa passava pra lá e pra cá indo e vindo com mais ou menos roupa, até que se aproximou e perguntou:

—E aí? Gostou?

Martín não podia acreditar; pensou que ela estava zoando com a cara dele. De todo o seu guarda-roupa ela tinha vestido o look mais puta que encontrou, tipo garota que tá começando a sair. E não bastasse isso, a Flor tava muito em forma de tanto jogar hóquei durante os anos. Tinha o cabelo preso num rabo de cavalo loiro bem pequeno, esticado e alto, como se tivesse pedindo pra, quando fossem arrebentar ela contra uma mesa, segurarem por ali. Na parte de cima, pra sustentar esses peitos insustentáveis, usava algo que não era nada mais que um sutiã de renda preto com um pouco mais de tecido embaixo, tentando ser um top que no final não era. Não só não cobria o abdômen, como os peitos tavam bem pra cima, apertados, cumprimentando qualquer um que quisesse dar uma olhada, quase como se competisse com a amiga Caro pra ver quem atraía o olhar de mais caras. A bunda, redonda e com pernas trabalhadas, pele esticada e jovem, se escondia mal sob uma saia minúscula de couro sintético, aberta na frente. Que surpresa o Martín levou ao ver que a luz passava através da buceta e, se o ângulo ajudasse, deixava ver a calcinha: de cor azul-claro. De todas que tinha, a gostosa vestiu justo a azul-claro. Tava pedindo.
corno—Florencia, você vai levar rola. Parece que saiu de um puteiro e é a puta mais cara de todas —disse Martín enquanto sentia seu pau começar a apertar dentro da cueca.

—Bom, vou encarar como um elogio —Florencia riu da reação genuína do namorado e decidiu dobrar a aposta com um tom nervoso e as bochechas coradas pelo que ia fazer—. Olha o que eu tô usando por baixo, caso me peçam pra ver o tecido.

Com cara de puta cara e as bochechas em brasa, levantou a saia. Entre o corte daquelas pernas, um triangulinho azul-celeste de carne jovem e apertada aparecia: o mesmo biquíni da história que ela tinha contado no chuveiro.

Martín se aproximou, ficou do lado dela, pegou firme no cabelo como se fosse a nuca de um animal, deixou-a parada e a inclinou com as costas retas, o suficiente pra frente pra que a parte de baixo daquele rabo ficasse exposta. Deu um tapa forte e Florencia soltou um gemido.

Sem dizer nada, com toda a atitude de gata, foi caminhando até a porta do apartamento rebolando aquele rabo escandaloso. Ao chegar, fez como se as chaves tivessem caído e, ao se abaixar, todo aquele biquíni azul-celeste se destacou como um ponto chamativo entre as pernas, deixando ver sua buceta por trás. Daquela posição, olhou nos olhos dele e disse:

—Dá pra ver? Espero que não, gordo.

Sem esperar mais um segundo, se endireitou, abriu a porta e, antes de sair, disse:

—Depois do que aconteceu hoje, eu ficaria de olho no celular essa noite se fosse você... a gente se vê, não me espera acordado até muito tarde. —mandou um beijo molhado, lento e barulhento

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Escrito por Tatiana Herrera.Escritora e Hotwife em tempo integral. 💋

História baseada em um testemunho real.
Nomes e detalhes modificados por discrição.

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4 comentários - Me deixa cheia de porra, corno? - Cap 3

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Era demasiado bueno para ser real , que lástima todo esto . Esto ya. O es lo que era . Triste
me volvieron loco tus relatos... de lo mejor que encontré en mucho tiempo... yendo a tu cafecito por todo, Diosa!
Ay, gracias cornudito, te espero en mi Cafecito!