Eu já estava há seis meses sem trabalho e minha situação era desesperadora; o que tinham me dado de rescisão no escritório de advocacia estava acabando, embora eu racionasse tudo: a comida, a água, o papel e outros utensílios. Parei de sair para não gastar, só saía para procurar emprego. Eu achava que morar sozinha era uma vantagem, mas pelo visto os contratantes não achavam assim; pois nos lugares onde eu levava meu currículo pensavam que eu era irresponsável, imatura e conflituosa; não sei por que não gostavam da minha independência. Comecei a pensar que talvez fosse bom voltar ao escritório e ceder às intenções sujas do Doutor, digamos Zamora, e me tornar amante dele. Ele já tinha me oferecido ficar com ele para manter meu cargo, mas eu não tinha aceitado porque eu sei que sou muito gostosa e poderia conseguir o que quisesse abrindo as pernas, dando a bunda e chupando paus, mas eu não queria isso. Eu queria ser reconhecida e respeitada pelos meus conhecimentos e meu potencial, então não aceitei, embora o velho fosse feio, grosseiro e cheirasse mal; mas era o chefe de todos e foi quem ordenou ao meu chefe que me demitisse quando não cedi às suas pretensões. Vale ressaltar que isso que vou contar pra vocês é 100% real, na minha vida tive dois estupros, este é um deles, depois contarei o outro, no entanto essas duas experiências mudaram meu jeito de ser e minha vida. Gostaria de mencionar que, apesar do meu atrativo, eu não tinha sido infiel ao meu namorado, que no caso era meu noivo, e oportunidades não me faltavam, pois os homens no trabalho, na escola e na rua falavam comigo, me convidavam para sair, me mandavam mensagens e até fotos e vídeos muito comprometedores, aos quais eu não dava bola. A única coisa que eu fazia era guardar as fotos e vídeos de membros bonitos ou que eu gostava para me dar prazer vendo eles hahaha, mas não conta como infidelidade porque eu não respondia, depois tudo mudou, mas vamos por partes. Por Por outro lado, um processo seria inútil, o que eu poderia ganhar, uma garota de 27 anos, estagiária de Direito contra um dos advogados mais reconhecidos e prestigiosos do estado, com um dos escritórios mais fortes e grandes; amigo de advogados, promotores e juízes? Não, era inútil. Eu mesma vi os documentos do primeiro divórcio dele, no qual deixou a ex-esposa sem nada, na rua da amargura e queimada nas emissoras de TV para que ela nunca mais conseguisse trabalho como repórter, que era a profissão dela. Cheguei a pensar que o maldito velho talvez tivesse me bloqueado também para que eu não conseguisse trabalho por não ter querido transar com ele. É o ruim de ter um corpo como o meu: embora tenha algo que não gosto muito, que é minha altura, já que sou um pouco alta (tenho 1,72 m) e de salto chego a uns 1,80 m, a verdade é que tenho curvas muito boas, tenho pernas muito bem torneadas e sou de rosto bonito, oval e de nariz e lábios pequenos, mas de olhos grandes.
Essa sou eu pra vocês verem como é meu corpo e minha compleição. E agora deixo vocês com meu rostinho pra me conhecerem.
Por isso, quando me contrataram no escritório de cobrança onde fui pedir trabalho, me senti muito feliz, pois me ofereceram um salário magnífico, comissões sobre cada cobrança realizada, benefícios, me deram um celular e um tablet para fazer o trabalho de cobrança e meus relatórios. A única coisa que não gostei muito foi a recomendação do que seria meu chefe, quando ele me disse: Se você souber explorar bem seus bons atributos, vai conseguir muitas cobranças e terá excelentes comissões e promoções, você vai ver. Embora tenha achado o comentário dele um pouco atrevido e voltando à mesma coisa de basear meu trabalho no meu corpo e não nas minhas habilidades, eu curtia, mas fazer o quê, já tinha conseguido emprego, não dei muita bola, confiei nas minhas habilidades de negociação para convencer as pessoas. Comecei a trabalhar e supus que teria que ser muito formal, então nos primeiros dias me vesti bem executiva, com os mesmos terninhos que usava quando trabalhava no escritório de advocacia. Um dia, mais ou menos uma semana depois de ter entrado, meu chefe me chamou na sala dele e disse: Olha, quando você vier ao escritório, tudo bem esse visual, mas quando for visitar os inadimplentes, vai ter que usar outro tipo de roupa, não sei se estou me fazendo entender. Mmmm, não, não entendi, mais formal? Eh, não; pelo contrário, mais… como vou te dizer?... pois mais ousada, tá me entendendo? Não tão formal nem rígida, mas mais casual, só que menos coberta. Como?, não… não entendi, disse eu surpresa. É, olha: a maioria dos devedores que foram designados pra você são homens e, tipo assim, é mais fácil você convencê-los se sua… você sabe, é uma estratégia que a gente começou a implementar, já que funciona melhor mandar mulheres gostosas, porque antes a gente mandava homens e eles ficavam muito agressivos; desde que a gente manda mulheres, eles não ficam agressivos e muitos pagam pela pressão. Ah, agora entendi! Você quer que eu me vista mais provocante pra eles pagarem. Exato! Tá comprovado que é mais fácil os devedores pagarem se a cobradora for uma voz feminina ou uma garota gostosa, tá me entendendo? Ah Claro! Bom, é isso que vou fazer. Combinado, então se prepara porque na segunda-feira você tem sua primeira visita de cobrança. Sim, chefe! De verdade, achei muito interessante o que meu chefe me disse, era uma grande estratégia, a única coisa é que me viam como objeto de desejo para homens e que eles pagariam, mas bom, faz parte, o que eu gostava era que eu podia me vestir como eu quisesse, pois nunca gostei de terninho, prefiro usar minissaia, blusas decotadas, leggings e em geral roupa justa ou curta e uso pra mim, pra me sentir gostosa e é assim que gosto de me vestir, gosto de me ver bonita; é por isso que antes de sair da sala dele, perguntei ao meu chefe: E quando eu vier aqui tenho que usar roupa formal? Não, claro que não! Bom, você não pode vir de biquíni ou de lingerie, embora muitos de nós estaríamos encantados, de novo meu chefe flertando comigo, mas é proibido, hahaha. Hahaha. Claro que não, a partir de amanhã vou vir mais fresquinha. Acho perfeito. Com efeito, desde o outro dia me vesti muito mais sensual e com roupa mais confortável e fresca. Não demoraram a se aproximar de mim os colegas com qualquer pretexto e percebi o poder da sedução, embora não desse bola pra eles por respeito ao meu namorado. A primeira semana foi muito agradável, já que tudo eu fazia do escritório por telefone; havia muitos problemas ao querer cobrar dos inadimplentes, já que alguns eram muito grossos ou arrogantes; a maioria me disse que se eu quisesse cobrar deles teria que ir nas casas deles, e como meu chefe tinha indicado, comecei a marcar encontros para a semana seguinte. Durante duas semanas saí acompanhando meu chefe pra ver clientes; ele me ensinou as técnicas de cobrança eficaz e o trato com os clientes; todos os dias eu me vestia com minissaia, jeans ou leggings e blusas decotadas e meu chefe me avisou que muitos dos inadimplentes estavam começando a pagar porque eu ia com ele e porque eu me vestia bem bonita e gostosa, então ele me disse que continuasse por esse caminho e que quando fosse sozinha já pra cobrar eu teria que fazer o mesmo. Eu pensei que não teria nenhum problema, pois gosto desse jeito de me vestir e gosto de me sentir bem com o meu jeito de ser, além disso sou muito simpática e gostosa no trato, sai muito natural. Assim eu me vestia depois pra ir aos encontros usando vestidos, minissaias, shorts, etc.
Eu já estava trabalhando nesse lugar há um mês quando finalmente meu chefe me disse que na semana seguinte eu já sairia sozinha, pois considerava que eu já estava preparada para atuar e alcançar bons resultados; então preparei minha agenda para meus compromissos da semana seguinte. De segunda a quinta consegui resultados muito bons, tive bastante sucesso com os homens devedores; todos começaram a pagar depois que eu fui visitá-los e fiz falsas promessas de que, se pagassem, eu os visitaria regularmente ou poderiam marcar um encontro comigo para ver o lance dos pagamentos indiretamente, como se estivessem me chamando pra sair. Chegou a sexta-feira e às 10h00 saí do escritório, convencida de que conseguiria três cobranças muito boas naquele dia; animada pelos meus êxitos da semana e pelos parabéns do meu chefe. Eu tinha deixado as cobranças mais difíceis para aquele dia de propósito; mas não tinha percebido que os lugares eram muito distantes um do outro e o tempo de deslocamento seria grande, mesmo de táxi. Cheguei ao primeiro lugar e não me dei bem, acabou sendo um endereço falso; era uma casa abandonada. Fui para o segundo lugar. Também não tive sorte, pois a pessoa estava viajando, ou pelo menos foi o que me disse a mulher que abriu a porta e me varreu com um olhar desdenhoso. Eu tinha deixado para o final o lugar mais longe do escritório, um bairro popular que ficava bem longe das zonas residenciais que eu tinha visitado de manhã. Depois do meu horário de almoço, às três e quinze da tarde, peguei um táxi e entreguei ao motorista, um senhor de óculos, com cabelo e barba brancos, gordo e bem sujo, um papel com o endereço para onde ele tinha que me levar; ele virou para me olhar por cima do assento, me percorreu com um olhar mórbido e me perguntou: Você tem certeza de que quer ir aí? Sim, por quê? E vai vestida assim? Claro! O que tem? Pois é… eu não te recomendaria, esse lugar é… Não se preocupe, interrompi, não acontece nada, eu sei me cuidar, falei um pouco irritada por ele se meter nos meus assuntos. Bom, depois não diga que eu não te avisei. O táxi arrancou enquanto eu virava pra ver minha roupa, nesse dia acho que eu tinha exagerado pra ir visitar esse lugar: É verdade que minha saia era bem bem curta, talvez demais, porque sentada ela mal cobria minhas coxas, com o agito da viagem ela subia demais quase chegando no ponto de mostrar a calcinha kkkkk. Minha blusa era branca, bem justa, estava praticamente grudada no meu corpo, dessa vez não tinha decote mas era tipo ombrigueira; mas não precisava de decote porque eu burra não tava de sutiã, quando coloquei como ainda não tinha muita luz não percebi que dava pra transparentar, só quando cheguei no escritório que percebi que se prestasse muita atenção por causa da blusa fina dava pra ver e distinguir e eu não tinha colocado sutiã porque às vezes eu gosto de sair assim é muito mais confortável e mais fresco mas meus bicos davam pra aparecer um pouco; tava de tênis de salto preto. Basicamente como na foto abaixo só que nessa foto eu tava de sutiã, mas imaginem a ponta dos meus bicos e a transparência.
Ela também levava uma pasta com os documentos do trabalho, o celular e a minha bolsa; era tudo. Tinha muito trânsito, levamos quase uma hora e meia para chegar à quebrada onde a gente ia; eu estava distraída mexendo nas minhas redes sociais no celular enquanto o taxista me contava quase toda a vida dele e me fazia perguntas indiscretas tipo: E aí, tá trabalhando? Tô, por quê?, respondi seca. Só isso, do que você trabalha? De… entregadora, menti pra que o cara não achasse que, sendo cobradora, eu tava com dinheiro em espécie. Ah, que bom. E você sempre se veste assim? Sim, algum problema?, respondi já puta da cara com o jeito claramente humilhante e mórbido como ele falava. Não, tipo, eu só tô comentando!, disse o taxista e ficou quieto um tempo. Depois de uns minutos ouvi o taxista murmurar: Se vestem como putas, vão pra lugares sinistros e depois reclamam que são estupradas. O que você disse?, perguntei, embora tivesse escutado perfeitamente o que ele tinha falado. Não, nada, tava pensando alto, respondeu e não falou mais nada o caminho todo. Num momento o taxista parou e eu perguntei: É aqui? Tá bem perto. Bom, então por que parou? Porque daqui eu não passo. Eu não entro com o carro aí. Ei, não, me leva até o endereço, vai me deixar aqui sozinha? Não, até aqui, se quiser eu te levo de volta pra onde te peguei, mas aí eu não entro nem a pau, eu te avisei que não era bom vir aqui. Tá, então, vê quanto é. Paguei o que marcava o taxímetro e desci resmungando. O taxi arrancou em alta velocidade, se afastando rápido dali. Caminhei na direção que o taxista tinha indicado; a área não parecia assim tão feia, era uma quebrada popular; o que eu notei é que quase não tinha gente nas ruas. Cheguei numa esquina, mas não sabia pra onde andar; então peguei o celular pra ligar pro cara que eu ia visitar e pedir instruções de como chegar na casa dele; ele atendeu, mas mal a ligação tinha se estabelecido quando o telefone emitiu dois apitos e não escutei mais nada. Afastei o celular do ouvido e vi que a tela mostrava: "sem bateria" e desligou. puta merda, isso me acontece por sempre deixar sem carregar. Maldisse minha sorte e fiquei puta por estar navegando nas redes e acabando com a bateria à toa. Eu tinha o carregador, mas não tinha onde plugar. Enquanto eu estava parada na esquina, um carro parou, o motorista abaixou o vidro e me perguntou: quanto pelo chiquito? De início me pegou desprevenida, mas depois fiz um gesto obsceno com o dedo e virei para o outro lado. O carro arrancou enquanto o cara gritava: assim você não vai conseguir cliente, além do mais nem é tão gostosa assim, sua puta! Fiquei com um puta de um ódio, mas decidi que era melhor me concentrar no trabalho que eu tinha que fazer ali, pois já passava das cinco da tarde, começava a escurecer e ameaçava chover. Outro carro parou e a cena se repetiu, então tive que sair da esquina às pressas para que não continuassem me confundindo com uma prostituta. Lamentei não ter levado um suéter ou casaco comprido para não parecer tão à mostra. Pensei em voltar para o escritório ou ir para casa, mas não queria chegar no dia seguinte com as mãos vazias e decepcionar meu chefe. Caminhei pela rua sem saber se estava indo no rumo certo; a ameaça de chuva tinha afastado as pessoas das ruas; só tinha três homens do lado de fora de um local que dizia na fachada: "oficina de torno". Eles conversavam e jogavam cartas. Não muito convencida, mas sem outra opção, com meu melhor sorriso, me aproximei para perguntar: oi, boa tarde, desculpem, estou procurando um endereço… Os três praticamente me despiram com o olhar, me percorrendo de cima a baixo sem nenhum disfarce e sorriram, o olhar deles era muito safado. Oi, disse um deles, o mais velho, que vestia uma camiseta regata que um dia foi branca, mas que com a sujeira de graxa e terra já estava quase preta. Oi, disse um cara de uns trinta e cinco anos, gordo e Bofo, vestindo uma camisa de time de futebol e jeans; sorria com a boca torta, fumava um cigarro e não parava de me olhar de cima a baixo com aquele olhar sujo. "E aí?" Disse o terceiro, um cara mais ou menos da mesma idade, mas forte e musculoso; vestido com um macacão de trabalho. Tinha um olhar sinistro, quase malévolo; dava medo, mas foi ele que se aproximou de mim. "Vamos ver, aonde você vai?" Entreguei a ele o mesmo papel que tinha dado antes ao taxista e ele leu balançando a cabeça afirmativamente; me disse: "É aqui perto, eu conheço o senhor, se quiser te levo." "Ah, não obrigada, só me indiquem como chegar que eu chego, obrigada", falei pelo medo que o cara me inspirava. "Mas é perigoso você andar sozinha por essas ruas, dá pra ver que você não é daqui", disse ele. "Não importa, só me diga por favor." "Como é que fica?" Disse ele pro senhor mais velho. "Eu acho melhor você levar ela, ou eu levo", disse o senhor. "Pra que você quer ir lá? Aquele velho vive sozinho", me perguntou o gordo. "Sou sobrinha dele e quero dar uma surpresa", menti. "Ah, sobrinha dele!", disse o mais jovem. "Olha, ele é nosso parceiro, melhor a gente te levar." "É, não desconfia", disse o senhor mais velho. "Tá bom", respondi resignada diante de tanta insistência e com medo de que, se não aceitasse, me mandassem pro rumo errado ou não me ajudassem. "Aí você fica cuidando do boteco", disse o velho pro gordo, e ele assentiu com a cabeça. Os dois caras pegaram suas jaquetas e vestiram, o velho também levou um guarda-chuva, "por via das dúvidas". Começamos a andar e eles a me interrogar: "Você nunca tinha vindo aqui, né?" "Não." "E você é filha de quem, da Rosa ou do Emílio?" "Da Rosa", disse continuando com minha mentira. "Ah é, você puxou ela, ela era muito gostosa. E agora onde ela mora? Ela tinha ido pros Estados Unidos, né?" "É, lá continua." "Que bom, manda um abraço pra ela quando você ver ela de novo, fala pra ela lembrar do Camilo", disse com um sorriso que denotava que ele e a tal "Rosa" tinham tido algo. "Ah tá, eu falo." "E quanto tempo você vai ficar aqui?" "Amanhã eu vou embora." "Uau. Que droga, bom, você passa pra se despedir da gente, a gente pode te dar um presentinho cada um, ou os três juntos, disse o velho de forma suspeita e bem com duplo sentido. Bom, obrigada, respondi me fazendo de sonsa, pois sabia que os comentários dele tinham dupla intenção e eram sacanas. Naquele momento pensei que quando saísse da casa do cliente, na volta teria que rodear por outras ruas pra não encontrá-los de novo e eles perceberem minhas mentiras ou, pior ainda, pensarem que "meu tio" não tinha me recebido e eles me dariam pousada com muito prazer. Eles continuaram conversando sobre os velhos tempos e logo chegamos ao endereço; era uma casa bonita e simples de dois andares, mas um pouco abandonada. Aqui é. Bom, obrigada, disse apertando a mão deles pra me despedir. Aqui a gente espera você entrar. Não, é que quero dar uma grande surpresa pra ele, sabe? E não quero que estrague tudo. Ah, é! Você tem razão, bom, amanhã você passa na oficina antes de ir e a gente faz uma despedida e, como te falei, te damos uns presentinhos. Já, não exagera! Disse o jovem ao velho. Tá bom, obrigada, disse sorrindo nervosa. Eles foram embora e assim que vi que se afastaram subi um pouco mais minha saia e ajeitei minha blusa e bati no portão da casa; ouviu-se o latido de um cachorro e uma voz grave que gritou: Quem? O senhor Rodríguez está?, perguntei. Quem procura ele? Venho entregar um produto pra ele (eu sabia que o senhor pedia produtos pela internet, pois justamente eram essas dívidas que eu ia cobrar dele e me arrisquei que ele estivesse esperando algo). Durante alguns segundos só se ouviam os latidos do cachorro; depois uns passos se aproximaram da porta; adivinhei que o senhor me olharia pelo olho mágico da porta, então sorri e fiz uma pose sedutora pra conseguir que ele abrisse. Um momento, vou amarrar o cachorro! Disse com voz forte e grave. Tá bom, respondi. Ouvi como ele puxava o cachorro e o amarava e depois voltava à porta e a abriu. Grande foi minha Surpresa ao ver que o indivíduo que me abriu a porta era o mesmo a quem eu tinha feito o gesto grosseiro com o dedo uns minutos antes e que tinha me confundido com uma prostituta! Ele era alto, tipo 1,90 m, forte e tinha cara de amargurado; era de pele morena e dura, olhos negros e cabelo cortado quase raspado, tipo militar. Vestia uns jeans desbotados, tênis sujos e camiseta preta com uma estampa borrada que parecia ser de algum grupo de Heavy Metal oitentista. Engoli em seco e comecei a falar, tentando disfarçar a surpresa: Boa tarde, posso entrar? Não, me dê meu produto e vá embora. É que preciso falar com você. Pra quê? É sobre os produtos que você compra. Mmmmm… não, obrigado, disse enquanto fechava a porta. Espera! – falei enquanto enfiei um pé pra evitar que fechasse totalmente a porta – tô te trazendo uma promoção especial por ser cliente frequente! Mmmmm imagino, essa promoção inclui sinais com o dedo? Não, olha, me desculpo, é que tipo, eu não sou… você sabe e você me confundiu com uma… Pois como você se veste, se parece, disse ele me percorrendo com o olhar e sorrindo debochadamente. Tá bom, olha, deixa eu entrar e eu te explico. Bom, mas te aviso que não gosto de enganação e que se eu ficar puto não respondo por mim. Entendi, falei um pouco preocupada, mas confiante de que conseguiria convencê-lo. O cara me deu passagem e entrei; o cachorro começou a latir e a se puxar na coleira que o prendia à parede, era um Rottweiler preto e forte, que babava pela boca e se mostrava muito feroz. Passei rapidamente o mais longe que pude dele. Chega, Killer! Deu a ordem o cara ao cachorro e este mansamente sentou, parando de latir. O lugar era típico de solteiro: garrafas de cerveja vazias em vários lugares, caixas de pizza pela metade sobre uma mesinha de centro velha, uma sala velha e suja de cor azul, uma TV ligada ultrapassada, pratos e copos sujos, lixo jogado; enfim, uma verdadeira pocilga. No fundo tinha uma mesa com seis cadeiras desgastadas, parecia ser um jogo de jantar que já tinha visto dias melhores; também havia uma estante de vidro sujo com enfeites velhos e também sujos; então fui até lá para me sentar e negociar com o cara. Antes de me sentar, lembrei que meu celular não tinha bateria e decidi pedir um favor: Desculpe, posso colocar meu celular para carregar? É que fiquei sem bateria ¡MM! Disse resmungando e me apontou uma tomada quase rente ao chão. Deixei os documentos na mesa, tirei da bolsa o carregador do celular e me agachei para plugar, mas não me agachei dobrando os joelhos, mantive os joelhos retos e abaixei o tronco para que minha saia levantasse e mostrasse minha bunda. Imaginei que o cara ia se regozijar vendo minha bunda enquanto eu me agachava, já que só estava com uma calcinha fio-dental de renda preta; fiz de propósito para deixá-lo tonto e negociar com ele com todas as vantagens para mim. Depois me sentei numa cadeira e pedi um copo com água; enquanto ele ia até o que deveria ser sua cozinha buscar a água, eu rapidamente tirei os documentos que levava para cobrar dele: um extrato de conta, cópias de promissórias, etc. Ele voltou e me deu a água; tomei um gole e "acidentalmente" derramei um pouco na minha blusa; me fiz de tonta, mas pude ver como ele arregalou os olhos ao notar meus peitos e meus mamilos em todo o esplendor, se já era transparente a blusa, com a água mais ainda ¡Ah, que tonta eu sou!, disse, tentando parecer descuidada. Deixa eu trazer algo para você se secar, disse ele. Não, não, tá tudo bem, foi só um pouco, já vai secar, respondi, dando pouca importância ao assunto. Bom, disse ele. Bom, vim pelo que vim, falei ficando séria. Olha, você já deve muito dinheiro de produtos que comprou e vim ver por que razão não tem pagado. O rosto do cara ficou sério e ele me olhou fixamente. Então você vem cobrar... Não, olha, não veja assim, o que eu quero é negociar com você para ver como pode ir cobrindo sua dívida e te ajudar a ter um bom histórico de crédito… Ha! Me ajudar. Você só vem pelo meu dinheiro e não vou te dar. Olha, é que já tem doze pagamentos atrasados… Não vou te dar nem um centavo!, gritou irritado. Me assustei, pois o cara tinha se levantado e começado a andar pela sala, de repente dando socos na mesa, nos móveis ou na parede. Vi que o cachorro começava a ficar ansioso. Espera, olha eu... Cala a boca! Me disse ele muito irritado. Por isso me mandaram uma puta, pra me roubar como todas! Malditas velhas! Fiquei com medo ao ver como a situação estava ficando, então comecei a guardar meus papéis e pensei em sair dali o mais rápido possível enquanto ele vociferava: Desgraçadas! Mas algum dia vocês vão me pagar, velhas vadias, malditas mentirosas todas!; mas todas vão me pagar, juntas ou uma por uma! Já tinha guardado todos os meus papéis e me agachei para desconectar meu celular quando ele me surpreendeu: me pegou pelo cabelo e puxou com força, me jogando no chão e me arrastando até a porta. Aaaaaaaai! Ei, me solta!, gritei. Pensei que ele ia me tirar da casa dele, e aparentemente era isso que ia fazer; mas de repente ele parou e, me olhando friamente, com uns olhos que davam medo, disse: Pensando bem, você vem me cobrar; muito bem, vou te pagar tudo e com juros, você vai ver. E dizendo isso, me soltou e foi na direção de onde estava o cachorro; soltou ele da parede e levou até a porta, abriu, amarrou ele na porta, mas do lado de fora, e ordenou que ficasse sentado e quieto. Enquanto isso, eu tinha me levantado e já tinha pegado minha bolsa, minha pasta e meu celular e com passo apressado caminhava até a porta; mas antes que eu chegasse, ele fechou e trancou enquanto me dizia calmamente: Você não vai poder sair até me pagar tudo e se tentar escapar, o Killer acaba com você, então começa a tirar a roupa. Mas…! Tira a roupa eu disse! Ou quer que eu faça isso? Por favor senhor, eu não…! Bom, quer à força, então à força Será! Disse enquanto se jogava em cima de mim. NÃO, NÃO! – gritei – SOCORRO! O cara caminhou e eu recuei; de repente minhas pernas bateram na mesa e ele me empurrou e me fez cair sobre a mesa e se deitou em cima de mim; minhas costas estavam na mesa, mas minhas nádegas e pernas ficavam de fora, mal conseguia tocar o chão; ele estava em cima de mim me impedindo de me mexer; eu tentava empurrá-lo com todas as minhas forças, mas não conseguia movê-lo. Ele rasgou minha blusa, deixando meus peitos de fora; amaldiçoei o momento em que não coloquei sutiã. Com uma mão ele agarrou meu cabelo e segurou minha cabeça contra a mesa, enquanto a outra mão subia pela minha coxa, enfiando facilmente a mão na minha saia curta e começou a puxar minha calcinha fio-dental; ao mesmo tempo começou a lamber e chupar meu peito esquerdo. Eu dava tapas na cabeça dele, chutava e gritava desesperada: NÃO, NÃO, ME SOLTA, SEU PORCO INFELIZ! Ele não dizia nada, continuava empenhado em chupar meu peito e finalmente conseguiu seu intento: de tanto puxar minha calcinha, ela cedeu e rasgou, deixando o caminho livre para sua mão, ele a colocou aberta tocando com o polegar meu clitóris e com o dedo médio meu cu. Ele me disse: Você tá bem gostosa, putinha, vou te comer todinha e vou te pagar com muitos juros! Depois procurou minha vagina; facilmente a encontrou e começou a enfiar um dedo nela. UUUUGGGGGHHH, NÃO!, eu disse, tentando evitar o inevitável. O dedo começou a entrar e sair da minha buceta seca, não tinha excitação e por isso nem molhada estava, doía do jeito que ele estava fazendo enquanto ele tinha levantado o rosto e olhando nos meus olhos me disse: Agora você vai receber tudo o que me deve, sua vadia! Não, por favor, não, eu só sou uma empregada, não faz isso comigo! Cala a boca, sua idiota! Você é tão vadia quanto a que levou meu dinheiro e todas as coisas que comprei pra ela e agora querem que eu pague! Não, vadia, você vai me pagar o que aquela gostosa me fez! Eu soube que meu problema era muito grande, pois o cara estava se vingando em mim da mulher que o tinha abandonado e, ao parecia, tinha levado todas as suas coisas de valor. A única coisa que me veio à cabeça foi tentar fazê-lo cair na real: Eu posso… ¡ugh! Aju…dar…¡ugh! Se você me… soltar… e a gente conver…sar… ¡auch! Ele parou por um momento, cessando a dor que estava me causando, com o dedo ainda dentro da minha buceta; achei que tinha conseguido fazê-lo raciocinar, mas aí ele disse: E você que falou: já era esse cara, né? ¡Pois não, sua vadia, a garota aqui é você, por ter vindo se meter na minha casa e ter vindo se oferecer pra transar comigo e vir vestida toda putona! Percebi que ele tinha razão, se eu saísse dali, como eu poderia denunciá-lo ou acusá-lo se eu entrei com meus próprios pés na casa dele, até com enganação? Mas não consegui mais pensar nisso, porque ele já estava de novo enfiando e tirando o dedo da minha buceta seca e agora lambia meu peito direito, mas desesperadamente, como um animal. Soube que a única forma de sair dali era lutando, mas cada vez era mais difícil; ele me dominava e era muito mais forte que eu. Não conseguia me levantar porque tinha todo o peso dele em cima. Em algum lugar li que dar uma joelhada ou um chute nas bolas deixava os homens fora de combate e pensei em fazer isso, mas naquele momento não dava; pois ele estava no meio das minhas pernas abertas e por mais que eu esperneasse, não conseguia acertar. Minha chance veio quando ele parou um instante, se endireitou pra desabotoar a calça, soltando meu cabelo e tirando o dedo da minha buceta; deu um passo pra trás e então eu desci da mesa e soltei um chute forte direto na virilha dele… mas errei. O maldito do cara percebeu a tempo e reagiu rápido, segurando o chute com uma mão e me agarrando pelo tornozelo. Aí foi pior, porque o sujeito ficou mais puto ainda, levantou minha perna facilmente me jogando de novo sobre a mesa; soltou minha perna, mas se jogou de novo sobre mim; me pegou pelo pescoço e gritou: ¡ENTÃO QUERIA ME PEGAR DE SURPRESA, SUA VADIA, AGORA VOCÊ VAI VER! ¡GGGGGGGAAAAAGGGGHHH! Tentei gritar, mas a mão dele no meu pescoço me sufocava e me impedia de emitir qualquer som; coloquei minhas mãos sobre as dele, tentando tirá-la, mas não consegui, ele era forte demais. Não conseguia puxar ar e achei que ali era meu fim. Chutei e debati desesperada sem conseguir nada. O pior foi que, me segurando daquele jeito, o desgraçado do cara conseguiu colocar o pau dele na entrada da minha buceta e empurrou com força, me penetrando selvagemente sem me dar tempo pra nada, minha buceta ainda seca e pelo que pude sentir ele tava bem grande mesmo, já que como ele me segurava pelo pescoço eu não podia ver o que estava acontecendo, só sentir, então doeu demais porque eu não estava tão lubrificada pra aguentar aquele membro e de uma vez só até o fundo. Foi horrível sentir o estupro e o sufocamento ao mesmo tempo. Da minha garganta só saíam sons guturais: ¡GGGGGGGGGHHHHHH! Tudo começou a ficar escuro, senti que era meu fim, mas aí o cara me soltou o pescoço e então recebi uma grande bocada de ar. Vi a cara sorridente do cara na minha frente; ele tinha tirado o pau, mas continuava no meio das minhas pernas, pronto pra me penetrar de novo; foi quando ele me disse: ¡Ainda não é hora de você ir embora, vadia, primeiro você tem que sentir tudo o que eu vou te dar com o meu pau! ¡NÃO, POR FAVOR, OLHA EU…MMMMMMNNNGGGHHH! Consegui dizer antes de ele tapar minha boca com uma das suas mãos enormes e cuspir no pau dele e na entrada da minha buceta. ¡Não fala mais, você não vai conseguir me enganar, vadia; agora é a minha vez! E dizendo isso, pegou o membro com a mão que estava livre e colocou o pau dele na entrada da minha bucetinha que já estava com saliva assim como o pênis dele e empurrou com força, me penetrando até o fundo, me fazendo me contorcer e gritar de dor porque a saliva até ajudou, mas como eu não estava excitada minha buceta não estava pronta pra receber aquele membro tão grande:
¡MMMMMMMMMMGGGGGGGGG! ¡AH!, ISSO É puta, ¡COBRA ISSO! Disse ele enquanto começava um mete-saca selvagem com seu enorme pau na minha pobre buceta seca. Ele meteu e tirou com força seu pau duro da minha pobre buceta seca, me estuprando sem compaixão e sem se importar com a minha dor nem com meus gritos abafados pela mão dele cheirando a tabaco e gordura. Eu me debatia tentando fazer ele me soltar e gritava por baixo da grande mão que tapava minha boca; a dor era insuportável. Ao mesmo tempo o desgraçado pegou meu peito direito com a mão que estava livre e começou a apertá-lo com força, me provocando mais dor e fazendo as lágrimas saltarem dos meus olhos. Queria cobrar, puta? Então cobra com isso!, continuava dizendo enquanto empurrava com força seu pau gordo e comprido dentro de mim, me estuprando selvagemente. ¡MMMMMNNNNNNGGGGG!, suplicava eu enquanto batia com as duas mãos nos braços e no peito dele, sem que ele se abalasse. O desgraçado continuou me estuprando selvagemente, aproveitando sua força superior. Por mais que eu o golpeasse e me debatesse, não conseguia tirá-lo de cima de mim e evitar que ele continuasse me estuprando. O cara soltou minha boca e meu peito e segurou minhas mãos; inclinou-se mais sobre mim, me esmagando com seu enorme corpo e segurando minhas mãos acima da minha cabeça. Eu, ao ver minha boca livre, comecei a gritar com força: ¡NOOOOO!, ¡AAAAAYYYYY!, JÁ BASTA, POR FAVOR, ¡JÁ ME DEIXA! ¡CALA A BOCA, puta!, VEIO COBRAR E EU ESTOU TE PAGANDO, ¡GOZA ISSO! ¡NÃO, POR FAVOR!, SENHOR, EU IMPLORO, ¡NÃO CONTINUA! ¡NÃO SE FAZ!, BEM QUE VOCÊ GOSTA, ¡É O QUE VEIO BUSCAR, puta! Por isso se veste assim. ¡NOOO, POR FAVOOOR! ¡MMMMGGGMMMM! De repente não pude gritar mais porque o desgraçado me beijou à força me pegando desprevenida. Ele enfiou a língua na minha boca e me senti estuprada por dois lados. Abri os olhos muito surpresa e sem saber o que fazer, não me ocorreu mais nada além de espernear, reclamar e me debater tentando fazer ele me soltar. Agora penso que eu deveria ter mordido a língua dele, mas não sei por que naquele momento não me ocorreu. O desgraçado continuou se movendo com força, metendo e tirando seu pau gordo na minha buceta dolorida. Senti uma grande impotência por estar ali sozinha, sem que ninguém soubesse de mim, sendo estuprada por um desconhecido que aproveitava sua maior força para me dominar. O que ia acontecer depois? Como eu ia sair dali? Senti um medo terrível ao pensar que o cara poderia me deter e fazer o que quisesse comigo sem que ninguém jamais soubesse de mim de novo. Tentei usar todas as minhas forças para tirá-lo de cima de mim, mas não consegui, era desesperador não conseguir me livrar dele. Ele parou de me beijar, tirando a língua da minha boca, soltou meus braços e se endireitou; tirou o membro de mim e, antes que eu pudesse reagir, me pegou pela cintura e me virou sobre a mesa, me colocando de bruços enquanto dizia — a essa altura eu já tinha conseguido ver o pau dele e era enorme, era grande, muito grosso, venoso, cabeçudo e de uma cor morena escura. Aproximadamente uns 22 cm e na minha buceta seca causava muita, muita dor: — Agora você vai ver, vadia, vai gozar como a vadia que você é! O que você tá fazendo?, consegui perguntar antes de perceber as intenções dele. Ele levantou minha saia, acariciou um pouco minhas nádegas e disse: — Que bumbum gostoso, vadia, agora vou te estrear aqui, parece bem fechadinho e apertadinho... ou já te comeram por aí? NÃO, POR FAVOR!, SOU VIRGEM!, NÃO FAÇA ISSO!, implorei desesperada (só uma vez tinha tentado com meu namorado, cujo pau é bem pequeno, uns 13 cm, e tinha doído demais, e olha que ele só colocou a pontinha; agora com esse membro ia doer demais). — Pois agora você vai deixar de ser, putinha!, disse e colocou seu pau gordo na entrada do meu ânus. Minha calcinha fio-dental já estava rasgada de um lado, só se sustentava numa perna; ele a pegou e desceu pela minha perna comprida, deixando-a no chão, abriu minhas pernas deixando meu compasso aberto e pegou um frasco do que parecia ser azeite de oliva e começou a lubrificar seu pau e meu bumbum. NÃOOO!, NÃOOOO! gritei aterrorizada. CALA A BOCA, AÍ TÁ TOMANDO!, disse ele. Antes fala que tô passando óleo porque dá pra ver que tá bem fechado e só com saliva não vai entrar. Começou a empurrar tentando meter o membro duro no meu cu fechado e virgem ainda; eu debatia desesperada tentando evitar a iminente violação anal. Ele segurou meus pulsos nas costas com uma mão e não me deixou continuar debatendo, enquanto com a mão livre dirigia o enorme falo ao meu pobre cu. Continuou empurrando, mas não conseguia meter, disse: slut slut, TÁ MUITO FECHADO, AGORA VOCÊ VAI VER! Parou de empurrar, mas começou a meter um dedo no meu ânus e quando conseguiu colocar dentro começou a movê-lo em círculos enquanto continuava falando: Agorinha vou alargar seu cuzinho slut, que tasty você vai apertar, vai ver como vai caber até uma porra de uma melancia aí jajaja! NÃO, POR FAVOR, JÁ PARE!, continuei suplicando, por favor por aí não. No entanto, ele continuou me dedando e movendo o dedo, o que já me causava certa dor; imaginei que ter uma cock desse tamanho dentro doeria muito mais se a do meu namorado doeu a pontinha. De repente ele meteu outro dedo e disse: Tá vendo? Já tá crescendo slut. TÁ DOENDO, POR FAVOR…! E espera até eu meter a cock slut, vou te partir no meio, você tá bem bunduda que tasty! POR FAVOR, NÃO, EU IMPLORO! O infeliz já tinha três dedos dentro do meu ânus e então me disse: Já tá pronta slut, se prepara pra sentir a cock maior da sua slut vida. NÃO, NÃO, NÃOOOOOO, AAAAAAAYYYYYYYY!, gritei ao sentir ele empurrando pra meter o membro no meu cu ainda fechado. COBRA TUDO, PUTAAAAAA!, gritou enquanto empurrava com força, me penetrando aos poucos e me causando uma dor tremenda. Com uma mão segurava as minhas e a outra colocou nas minhas costas, impedindo que eu pudesse me levantar.
¡AAAAAIHHHH, EU IMPLOROOOOOO!, supliquei chutando e me empurrando pra trás com força, tentando me levantar sem conseguir. Ele não respondeu nem deu bola pros meus pedidos, continuou empurrando com força, enfiando aos poucos o pau enorme no meu cu virgem e me fazendo chorar. ¡AAAAAIIIIIIGGGGHHHHH, JÁ CHEGA, EU IMPLOROOOOO!, eu gritava com todas as minhas forças, doía muito, estava doendo demais. ¡Cala a boca, sua puta, você vai gostar! ¡NÃOOOO, NÃOOOO, AAAAAIIII! ¡SOCORROOOOOOO! A dor era terrível, era como se um ferro em brasa estivesse me rasgando pelo cu e isso era só o começo. Quando ele me empalou por completo, disse: ¡Agora sim, sua puta, aproveita o pau!, ¡aguenta! Ficou alguns segundos parado, curtindo como me tinha enquanto eu chorava e reclamava: ¡POR FAVOOOOR! TIRA ISSO, EU IMPLORO, ¡TÁ DOENDO MUITOOOO! ¡Cala a boca e aguenta, sua puta!, ele disse. E aí começou um mete-saca selvagem, destruindo meu cuzinho pobre e pequeno que eu nunca imaginei que fosse ser desvirginado desse jeito tão horrível. ¡AAAAAGGGGGHHHHH!, chorei inconsolável com a dor que ele me causava.
¡UF! ¡UF! ¡UF!, bufava o infeliz enquanto continuava me estuprando sem piedade. ¡POR FAVOR! ¡EU NÃO FIZ NADA PRA VOCÊ!, gritei. ¡Cala a boca, sua gostosa! ¡Você veio aqui pelo meu dinheiro e eu te pago com algo melhor! ¡NÃO! ¡JÁ CHEGA, POR FAVOR, TÁ DOENDO MUITO, PARE! ¡Bem que você gosta, sua puta, como todas! ¡NÃO! ¡JÁ ME DEIXA EM PAZ, SEU INFELIZ!, gritei desesperada. O infame estupro continuou por vários minutos, eu queria que ele me soltasse, me deixasse ou que pelo menos acabasse logo pra eu poder ir embora e gozar com a dor imensa que ele estava me causando no ânus e na barriga. Foram minutos de muita dor e sofrimento. O pau imenso do cara fez sangrar meu pobre ânus massacrado. Chorei, gritei, esperneei, xinguei, implorei e ameacei, mas nada deu resultado. O porco infeliz tinha se transformado num animal selvagem e me penetrava e tirava o membro com uma força descomunal, que fazia eu sentir como se fosse me partir ao meio. De repente, depois de vários minutos de dor e sofrimento em que o desgraçado me bombou sem compaixão, ele parou, com o pau gigante enfiado até o fundo do meu ânus massacrado e, enquanto jorrava dentro de mim grandes jatos do seu sêmen nojento, gritou: AAAAAAHHHHHHH, TÁ BOM, SUA PUTAAAAAA, AAAAAAHHHH, ¡GOZOOOOOO! ¡NÃO, TIRA LOGO, POR FAVOOOOOR!, gritei dolorida e desesperada. Depois de vários segundos liberando toda a porra dentro de mim, ele me soltou e tirou o pau ainda babando e me disse: Muito bem, sua gostosa, já te dei o primeiro pagamento. Quantos pagamentos você disse? Doze? Como?, perguntei atordoada enquanto me levantava com dificuldade, com as pernas tremendo, meu ânus ardendo como nunca antes, sentia o sêmen dele escorrendo pela minha bunda e descendo pelas minhas pernas longas até cair no chão, e no chão observei ao lado da minha calcinha rasgada que o sêmen estava misturado com sangue, sangue da minha bunda que ele tinha acabado de arrebentar, doía demais o abdômen, não sabia se ele tinha perfurado alguma coisa. Você disse que eu devo doze pagamentos, disse ele, lá de longe, pois tinha entrado em outro quarto. Mas… Não soube o que dizer, eu Desconcertava que ele falasse da dívida naquele momento e ilusoriamente pensei que tinha vindo por dinheiro ou pelo talão de cheques. Já te fiz o primeiro pagamento, disse ele saindo do quarto e levando na mão umas cordas. Como? Não entendo, falei enquanto tentava me afastar em direção à porta. Que você vai ficar até eu te pagar por completo, disse ele com um olhar de louco e se aproximando de mim enquanto esticava as cordas. Não! Eu…! Pra mim a dívida tá quitada!, falei tentando abrir a porta, que estava trancada. Mas pra mim não, sua vadia! Você vai ficar até eu acabar de te pagar! E então ele me pegou por um braço; eu tentei chutá-lo e empurrá-lo, mas ele era muito mais alto que eu e a força dele fez com que eu me submetesse facilmente.
Essa sou eu pra vocês verem como é meu corpo e minha compleição. E agora deixo vocês com meu rostinho pra me conhecerem.
Por isso, quando me contrataram no escritório de cobrança onde fui pedir trabalho, me senti muito feliz, pois me ofereceram um salário magnífico, comissões sobre cada cobrança realizada, benefícios, me deram um celular e um tablet para fazer o trabalho de cobrança e meus relatórios. A única coisa que não gostei muito foi a recomendação do que seria meu chefe, quando ele me disse: Se você souber explorar bem seus bons atributos, vai conseguir muitas cobranças e terá excelentes comissões e promoções, você vai ver. Embora tenha achado o comentário dele um pouco atrevido e voltando à mesma coisa de basear meu trabalho no meu corpo e não nas minhas habilidades, eu curtia, mas fazer o quê, já tinha conseguido emprego, não dei muita bola, confiei nas minhas habilidades de negociação para convencer as pessoas. Comecei a trabalhar e supus que teria que ser muito formal, então nos primeiros dias me vesti bem executiva, com os mesmos terninhos que usava quando trabalhava no escritório de advocacia. Um dia, mais ou menos uma semana depois de ter entrado, meu chefe me chamou na sala dele e disse: Olha, quando você vier ao escritório, tudo bem esse visual, mas quando for visitar os inadimplentes, vai ter que usar outro tipo de roupa, não sei se estou me fazendo entender. Mmmm, não, não entendi, mais formal? Eh, não; pelo contrário, mais… como vou te dizer?... pois mais ousada, tá me entendendo? Não tão formal nem rígida, mas mais casual, só que menos coberta. Como?, não… não entendi, disse eu surpresa. É, olha: a maioria dos devedores que foram designados pra você são homens e, tipo assim, é mais fácil você convencê-los se sua… você sabe, é uma estratégia que a gente começou a implementar, já que funciona melhor mandar mulheres gostosas, porque antes a gente mandava homens e eles ficavam muito agressivos; desde que a gente manda mulheres, eles não ficam agressivos e muitos pagam pela pressão. Ah, agora entendi! Você quer que eu me vista mais provocante pra eles pagarem. Exato! Tá comprovado que é mais fácil os devedores pagarem se a cobradora for uma voz feminina ou uma garota gostosa, tá me entendendo? Ah Claro! Bom, é isso que vou fazer. Combinado, então se prepara porque na segunda-feira você tem sua primeira visita de cobrança. Sim, chefe! De verdade, achei muito interessante o que meu chefe me disse, era uma grande estratégia, a única coisa é que me viam como objeto de desejo para homens e que eles pagariam, mas bom, faz parte, o que eu gostava era que eu podia me vestir como eu quisesse, pois nunca gostei de terninho, prefiro usar minissaia, blusas decotadas, leggings e em geral roupa justa ou curta e uso pra mim, pra me sentir gostosa e é assim que gosto de me vestir, gosto de me ver bonita; é por isso que antes de sair da sala dele, perguntei ao meu chefe: E quando eu vier aqui tenho que usar roupa formal? Não, claro que não! Bom, você não pode vir de biquíni ou de lingerie, embora muitos de nós estaríamos encantados, de novo meu chefe flertando comigo, mas é proibido, hahaha. Hahaha. Claro que não, a partir de amanhã vou vir mais fresquinha. Acho perfeito. Com efeito, desde o outro dia me vesti muito mais sensual e com roupa mais confortável e fresca. Não demoraram a se aproximar de mim os colegas com qualquer pretexto e percebi o poder da sedução, embora não desse bola pra eles por respeito ao meu namorado. A primeira semana foi muito agradável, já que tudo eu fazia do escritório por telefone; havia muitos problemas ao querer cobrar dos inadimplentes, já que alguns eram muito grossos ou arrogantes; a maioria me disse que se eu quisesse cobrar deles teria que ir nas casas deles, e como meu chefe tinha indicado, comecei a marcar encontros para a semana seguinte. Durante duas semanas saí acompanhando meu chefe pra ver clientes; ele me ensinou as técnicas de cobrança eficaz e o trato com os clientes; todos os dias eu me vestia com minissaia, jeans ou leggings e blusas decotadas e meu chefe me avisou que muitos dos inadimplentes estavam começando a pagar porque eu ia com ele e porque eu me vestia bem bonita e gostosa, então ele me disse que continuasse por esse caminho e que quando fosse sozinha já pra cobrar eu teria que fazer o mesmo. Eu pensei que não teria nenhum problema, pois gosto desse jeito de me vestir e gosto de me sentir bem com o meu jeito de ser, além disso sou muito simpática e gostosa no trato, sai muito natural. Assim eu me vestia depois pra ir aos encontros usando vestidos, minissaias, shorts, etc.
Eu já estava trabalhando nesse lugar há um mês quando finalmente meu chefe me disse que na semana seguinte eu já sairia sozinha, pois considerava que eu já estava preparada para atuar e alcançar bons resultados; então preparei minha agenda para meus compromissos da semana seguinte. De segunda a quinta consegui resultados muito bons, tive bastante sucesso com os homens devedores; todos começaram a pagar depois que eu fui visitá-los e fiz falsas promessas de que, se pagassem, eu os visitaria regularmente ou poderiam marcar um encontro comigo para ver o lance dos pagamentos indiretamente, como se estivessem me chamando pra sair. Chegou a sexta-feira e às 10h00 saí do escritório, convencida de que conseguiria três cobranças muito boas naquele dia; animada pelos meus êxitos da semana e pelos parabéns do meu chefe. Eu tinha deixado as cobranças mais difíceis para aquele dia de propósito; mas não tinha percebido que os lugares eram muito distantes um do outro e o tempo de deslocamento seria grande, mesmo de táxi. Cheguei ao primeiro lugar e não me dei bem, acabou sendo um endereço falso; era uma casa abandonada. Fui para o segundo lugar. Também não tive sorte, pois a pessoa estava viajando, ou pelo menos foi o que me disse a mulher que abriu a porta e me varreu com um olhar desdenhoso. Eu tinha deixado para o final o lugar mais longe do escritório, um bairro popular que ficava bem longe das zonas residenciais que eu tinha visitado de manhã. Depois do meu horário de almoço, às três e quinze da tarde, peguei um táxi e entreguei ao motorista, um senhor de óculos, com cabelo e barba brancos, gordo e bem sujo, um papel com o endereço para onde ele tinha que me levar; ele virou para me olhar por cima do assento, me percorreu com um olhar mórbido e me perguntou: Você tem certeza de que quer ir aí? Sim, por quê? E vai vestida assim? Claro! O que tem? Pois é… eu não te recomendaria, esse lugar é… Não se preocupe, interrompi, não acontece nada, eu sei me cuidar, falei um pouco irritada por ele se meter nos meus assuntos. Bom, depois não diga que eu não te avisei. O táxi arrancou enquanto eu virava pra ver minha roupa, nesse dia acho que eu tinha exagerado pra ir visitar esse lugar: É verdade que minha saia era bem bem curta, talvez demais, porque sentada ela mal cobria minhas coxas, com o agito da viagem ela subia demais quase chegando no ponto de mostrar a calcinha kkkkk. Minha blusa era branca, bem justa, estava praticamente grudada no meu corpo, dessa vez não tinha decote mas era tipo ombrigueira; mas não precisava de decote porque eu burra não tava de sutiã, quando coloquei como ainda não tinha muita luz não percebi que dava pra transparentar, só quando cheguei no escritório que percebi que se prestasse muita atenção por causa da blusa fina dava pra ver e distinguir e eu não tinha colocado sutiã porque às vezes eu gosto de sair assim é muito mais confortável e mais fresco mas meus bicos davam pra aparecer um pouco; tava de tênis de salto preto. Basicamente como na foto abaixo só que nessa foto eu tava de sutiã, mas imaginem a ponta dos meus bicos e a transparência.
Ela também levava uma pasta com os documentos do trabalho, o celular e a minha bolsa; era tudo. Tinha muito trânsito, levamos quase uma hora e meia para chegar à quebrada onde a gente ia; eu estava distraída mexendo nas minhas redes sociais no celular enquanto o taxista me contava quase toda a vida dele e me fazia perguntas indiscretas tipo: E aí, tá trabalhando? Tô, por quê?, respondi seca. Só isso, do que você trabalha? De… entregadora, menti pra que o cara não achasse que, sendo cobradora, eu tava com dinheiro em espécie. Ah, que bom. E você sempre se veste assim? Sim, algum problema?, respondi já puta da cara com o jeito claramente humilhante e mórbido como ele falava. Não, tipo, eu só tô comentando!, disse o taxista e ficou quieto um tempo. Depois de uns minutos ouvi o taxista murmurar: Se vestem como putas, vão pra lugares sinistros e depois reclamam que são estupradas. O que você disse?, perguntei, embora tivesse escutado perfeitamente o que ele tinha falado. Não, nada, tava pensando alto, respondeu e não falou mais nada o caminho todo. Num momento o taxista parou e eu perguntei: É aqui? Tá bem perto. Bom, então por que parou? Porque daqui eu não passo. Eu não entro com o carro aí. Ei, não, me leva até o endereço, vai me deixar aqui sozinha? Não, até aqui, se quiser eu te levo de volta pra onde te peguei, mas aí eu não entro nem a pau, eu te avisei que não era bom vir aqui. Tá, então, vê quanto é. Paguei o que marcava o taxímetro e desci resmungando. O taxi arrancou em alta velocidade, se afastando rápido dali. Caminhei na direção que o taxista tinha indicado; a área não parecia assim tão feia, era uma quebrada popular; o que eu notei é que quase não tinha gente nas ruas. Cheguei numa esquina, mas não sabia pra onde andar; então peguei o celular pra ligar pro cara que eu ia visitar e pedir instruções de como chegar na casa dele; ele atendeu, mas mal a ligação tinha se estabelecido quando o telefone emitiu dois apitos e não escutei mais nada. Afastei o celular do ouvido e vi que a tela mostrava: "sem bateria" e desligou. puta merda, isso me acontece por sempre deixar sem carregar. Maldisse minha sorte e fiquei puta por estar navegando nas redes e acabando com a bateria à toa. Eu tinha o carregador, mas não tinha onde plugar. Enquanto eu estava parada na esquina, um carro parou, o motorista abaixou o vidro e me perguntou: quanto pelo chiquito? De início me pegou desprevenida, mas depois fiz um gesto obsceno com o dedo e virei para o outro lado. O carro arrancou enquanto o cara gritava: assim você não vai conseguir cliente, além do mais nem é tão gostosa assim, sua puta! Fiquei com um puta de um ódio, mas decidi que era melhor me concentrar no trabalho que eu tinha que fazer ali, pois já passava das cinco da tarde, começava a escurecer e ameaçava chover. Outro carro parou e a cena se repetiu, então tive que sair da esquina às pressas para que não continuassem me confundindo com uma prostituta. Lamentei não ter levado um suéter ou casaco comprido para não parecer tão à mostra. Pensei em voltar para o escritório ou ir para casa, mas não queria chegar no dia seguinte com as mãos vazias e decepcionar meu chefe. Caminhei pela rua sem saber se estava indo no rumo certo; a ameaça de chuva tinha afastado as pessoas das ruas; só tinha três homens do lado de fora de um local que dizia na fachada: "oficina de torno". Eles conversavam e jogavam cartas. Não muito convencida, mas sem outra opção, com meu melhor sorriso, me aproximei para perguntar: oi, boa tarde, desculpem, estou procurando um endereço… Os três praticamente me despiram com o olhar, me percorrendo de cima a baixo sem nenhum disfarce e sorriram, o olhar deles era muito safado. Oi, disse um deles, o mais velho, que vestia uma camiseta regata que um dia foi branca, mas que com a sujeira de graxa e terra já estava quase preta. Oi, disse um cara de uns trinta e cinco anos, gordo e Bofo, vestindo uma camisa de time de futebol e jeans; sorria com a boca torta, fumava um cigarro e não parava de me olhar de cima a baixo com aquele olhar sujo. "E aí?" Disse o terceiro, um cara mais ou menos da mesma idade, mas forte e musculoso; vestido com um macacão de trabalho. Tinha um olhar sinistro, quase malévolo; dava medo, mas foi ele que se aproximou de mim. "Vamos ver, aonde você vai?" Entreguei a ele o mesmo papel que tinha dado antes ao taxista e ele leu balançando a cabeça afirmativamente; me disse: "É aqui perto, eu conheço o senhor, se quiser te levo." "Ah, não obrigada, só me indiquem como chegar que eu chego, obrigada", falei pelo medo que o cara me inspirava. "Mas é perigoso você andar sozinha por essas ruas, dá pra ver que você não é daqui", disse ele. "Não importa, só me diga por favor." "Como é que fica?" Disse ele pro senhor mais velho. "Eu acho melhor você levar ela, ou eu levo", disse o senhor. "Pra que você quer ir lá? Aquele velho vive sozinho", me perguntou o gordo. "Sou sobrinha dele e quero dar uma surpresa", menti. "Ah, sobrinha dele!", disse o mais jovem. "Olha, ele é nosso parceiro, melhor a gente te levar." "É, não desconfia", disse o senhor mais velho. "Tá bom", respondi resignada diante de tanta insistência e com medo de que, se não aceitasse, me mandassem pro rumo errado ou não me ajudassem. "Aí você fica cuidando do boteco", disse o velho pro gordo, e ele assentiu com a cabeça. Os dois caras pegaram suas jaquetas e vestiram, o velho também levou um guarda-chuva, "por via das dúvidas". Começamos a andar e eles a me interrogar: "Você nunca tinha vindo aqui, né?" "Não." "E você é filha de quem, da Rosa ou do Emílio?" "Da Rosa", disse continuando com minha mentira. "Ah é, você puxou ela, ela era muito gostosa. E agora onde ela mora? Ela tinha ido pros Estados Unidos, né?" "É, lá continua." "Que bom, manda um abraço pra ela quando você ver ela de novo, fala pra ela lembrar do Camilo", disse com um sorriso que denotava que ele e a tal "Rosa" tinham tido algo. "Ah tá, eu falo." "E quanto tempo você vai ficar aqui?" "Amanhã eu vou embora." "Uau. Que droga, bom, você passa pra se despedir da gente, a gente pode te dar um presentinho cada um, ou os três juntos, disse o velho de forma suspeita e bem com duplo sentido. Bom, obrigada, respondi me fazendo de sonsa, pois sabia que os comentários dele tinham dupla intenção e eram sacanas. Naquele momento pensei que quando saísse da casa do cliente, na volta teria que rodear por outras ruas pra não encontrá-los de novo e eles perceberem minhas mentiras ou, pior ainda, pensarem que "meu tio" não tinha me recebido e eles me dariam pousada com muito prazer. Eles continuaram conversando sobre os velhos tempos e logo chegamos ao endereço; era uma casa bonita e simples de dois andares, mas um pouco abandonada. Aqui é. Bom, obrigada, disse apertando a mão deles pra me despedir. Aqui a gente espera você entrar. Não, é que quero dar uma grande surpresa pra ele, sabe? E não quero que estrague tudo. Ah, é! Você tem razão, bom, amanhã você passa na oficina antes de ir e a gente faz uma despedida e, como te falei, te damos uns presentinhos. Já, não exagera! Disse o jovem ao velho. Tá bom, obrigada, disse sorrindo nervosa. Eles foram embora e assim que vi que se afastaram subi um pouco mais minha saia e ajeitei minha blusa e bati no portão da casa; ouviu-se o latido de um cachorro e uma voz grave que gritou: Quem? O senhor Rodríguez está?, perguntei. Quem procura ele? Venho entregar um produto pra ele (eu sabia que o senhor pedia produtos pela internet, pois justamente eram essas dívidas que eu ia cobrar dele e me arrisquei que ele estivesse esperando algo). Durante alguns segundos só se ouviam os latidos do cachorro; depois uns passos se aproximaram da porta; adivinhei que o senhor me olharia pelo olho mágico da porta, então sorri e fiz uma pose sedutora pra conseguir que ele abrisse. Um momento, vou amarrar o cachorro! Disse com voz forte e grave. Tá bom, respondi. Ouvi como ele puxava o cachorro e o amarava e depois voltava à porta e a abriu. Grande foi minha Surpresa ao ver que o indivíduo que me abriu a porta era o mesmo a quem eu tinha feito o gesto grosseiro com o dedo uns minutos antes e que tinha me confundido com uma prostituta! Ele era alto, tipo 1,90 m, forte e tinha cara de amargurado; era de pele morena e dura, olhos negros e cabelo cortado quase raspado, tipo militar. Vestia uns jeans desbotados, tênis sujos e camiseta preta com uma estampa borrada que parecia ser de algum grupo de Heavy Metal oitentista. Engoli em seco e comecei a falar, tentando disfarçar a surpresa: Boa tarde, posso entrar? Não, me dê meu produto e vá embora. É que preciso falar com você. Pra quê? É sobre os produtos que você compra. Mmmmm… não, obrigado, disse enquanto fechava a porta. Espera! – falei enquanto enfiei um pé pra evitar que fechasse totalmente a porta – tô te trazendo uma promoção especial por ser cliente frequente! Mmmmm imagino, essa promoção inclui sinais com o dedo? Não, olha, me desculpo, é que tipo, eu não sou… você sabe e você me confundiu com uma… Pois como você se veste, se parece, disse ele me percorrendo com o olhar e sorrindo debochadamente. Tá bom, olha, deixa eu entrar e eu te explico. Bom, mas te aviso que não gosto de enganação e que se eu ficar puto não respondo por mim. Entendi, falei um pouco preocupada, mas confiante de que conseguiria convencê-lo. O cara me deu passagem e entrei; o cachorro começou a latir e a se puxar na coleira que o prendia à parede, era um Rottweiler preto e forte, que babava pela boca e se mostrava muito feroz. Passei rapidamente o mais longe que pude dele. Chega, Killer! Deu a ordem o cara ao cachorro e este mansamente sentou, parando de latir. O lugar era típico de solteiro: garrafas de cerveja vazias em vários lugares, caixas de pizza pela metade sobre uma mesinha de centro velha, uma sala velha e suja de cor azul, uma TV ligada ultrapassada, pratos e copos sujos, lixo jogado; enfim, uma verdadeira pocilga. No fundo tinha uma mesa com seis cadeiras desgastadas, parecia ser um jogo de jantar que já tinha visto dias melhores; também havia uma estante de vidro sujo com enfeites velhos e também sujos; então fui até lá para me sentar e negociar com o cara. Antes de me sentar, lembrei que meu celular não tinha bateria e decidi pedir um favor: Desculpe, posso colocar meu celular para carregar? É que fiquei sem bateria ¡MM! Disse resmungando e me apontou uma tomada quase rente ao chão. Deixei os documentos na mesa, tirei da bolsa o carregador do celular e me agachei para plugar, mas não me agachei dobrando os joelhos, mantive os joelhos retos e abaixei o tronco para que minha saia levantasse e mostrasse minha bunda. Imaginei que o cara ia se regozijar vendo minha bunda enquanto eu me agachava, já que só estava com uma calcinha fio-dental de renda preta; fiz de propósito para deixá-lo tonto e negociar com ele com todas as vantagens para mim. Depois me sentei numa cadeira e pedi um copo com água; enquanto ele ia até o que deveria ser sua cozinha buscar a água, eu rapidamente tirei os documentos que levava para cobrar dele: um extrato de conta, cópias de promissórias, etc. Ele voltou e me deu a água; tomei um gole e "acidentalmente" derramei um pouco na minha blusa; me fiz de tonta, mas pude ver como ele arregalou os olhos ao notar meus peitos e meus mamilos em todo o esplendor, se já era transparente a blusa, com a água mais ainda ¡Ah, que tonta eu sou!, disse, tentando parecer descuidada. Deixa eu trazer algo para você se secar, disse ele. Não, não, tá tudo bem, foi só um pouco, já vai secar, respondi, dando pouca importância ao assunto. Bom, disse ele. Bom, vim pelo que vim, falei ficando séria. Olha, você já deve muito dinheiro de produtos que comprou e vim ver por que razão não tem pagado. O rosto do cara ficou sério e ele me olhou fixamente. Então você vem cobrar... Não, olha, não veja assim, o que eu quero é negociar com você para ver como pode ir cobrindo sua dívida e te ajudar a ter um bom histórico de crédito… Ha! Me ajudar. Você só vem pelo meu dinheiro e não vou te dar. Olha, é que já tem doze pagamentos atrasados… Não vou te dar nem um centavo!, gritou irritado. Me assustei, pois o cara tinha se levantado e começado a andar pela sala, de repente dando socos na mesa, nos móveis ou na parede. Vi que o cachorro começava a ficar ansioso. Espera, olha eu... Cala a boca! Me disse ele muito irritado. Por isso me mandaram uma puta, pra me roubar como todas! Malditas velhas! Fiquei com medo ao ver como a situação estava ficando, então comecei a guardar meus papéis e pensei em sair dali o mais rápido possível enquanto ele vociferava: Desgraçadas! Mas algum dia vocês vão me pagar, velhas vadias, malditas mentirosas todas!; mas todas vão me pagar, juntas ou uma por uma! Já tinha guardado todos os meus papéis e me agachei para desconectar meu celular quando ele me surpreendeu: me pegou pelo cabelo e puxou com força, me jogando no chão e me arrastando até a porta. Aaaaaaaai! Ei, me solta!, gritei. Pensei que ele ia me tirar da casa dele, e aparentemente era isso que ia fazer; mas de repente ele parou e, me olhando friamente, com uns olhos que davam medo, disse: Pensando bem, você vem me cobrar; muito bem, vou te pagar tudo e com juros, você vai ver. E dizendo isso, me soltou e foi na direção de onde estava o cachorro; soltou ele da parede e levou até a porta, abriu, amarrou ele na porta, mas do lado de fora, e ordenou que ficasse sentado e quieto. Enquanto isso, eu tinha me levantado e já tinha pegado minha bolsa, minha pasta e meu celular e com passo apressado caminhava até a porta; mas antes que eu chegasse, ele fechou e trancou enquanto me dizia calmamente: Você não vai poder sair até me pagar tudo e se tentar escapar, o Killer acaba com você, então começa a tirar a roupa. Mas…! Tira a roupa eu disse! Ou quer que eu faça isso? Por favor senhor, eu não…! Bom, quer à força, então à força Será! Disse enquanto se jogava em cima de mim. NÃO, NÃO! – gritei – SOCORRO! O cara caminhou e eu recuei; de repente minhas pernas bateram na mesa e ele me empurrou e me fez cair sobre a mesa e se deitou em cima de mim; minhas costas estavam na mesa, mas minhas nádegas e pernas ficavam de fora, mal conseguia tocar o chão; ele estava em cima de mim me impedindo de me mexer; eu tentava empurrá-lo com todas as minhas forças, mas não conseguia movê-lo. Ele rasgou minha blusa, deixando meus peitos de fora; amaldiçoei o momento em que não coloquei sutiã. Com uma mão ele agarrou meu cabelo e segurou minha cabeça contra a mesa, enquanto a outra mão subia pela minha coxa, enfiando facilmente a mão na minha saia curta e começou a puxar minha calcinha fio-dental; ao mesmo tempo começou a lamber e chupar meu peito esquerdo. Eu dava tapas na cabeça dele, chutava e gritava desesperada: NÃO, NÃO, ME SOLTA, SEU PORCO INFELIZ! Ele não dizia nada, continuava empenhado em chupar meu peito e finalmente conseguiu seu intento: de tanto puxar minha calcinha, ela cedeu e rasgou, deixando o caminho livre para sua mão, ele a colocou aberta tocando com o polegar meu clitóris e com o dedo médio meu cu. Ele me disse: Você tá bem gostosa, putinha, vou te comer todinha e vou te pagar com muitos juros! Depois procurou minha vagina; facilmente a encontrou e começou a enfiar um dedo nela. UUUUGGGGGHHH, NÃO!, eu disse, tentando evitar o inevitável. O dedo começou a entrar e sair da minha buceta seca, não tinha excitação e por isso nem molhada estava, doía do jeito que ele estava fazendo enquanto ele tinha levantado o rosto e olhando nos meus olhos me disse: Agora você vai receber tudo o que me deve, sua vadia! Não, por favor, não, eu só sou uma empregada, não faz isso comigo! Cala a boca, sua idiota! Você é tão vadia quanto a que levou meu dinheiro e todas as coisas que comprei pra ela e agora querem que eu pague! Não, vadia, você vai me pagar o que aquela gostosa me fez! Eu soube que meu problema era muito grande, pois o cara estava se vingando em mim da mulher que o tinha abandonado e, ao parecia, tinha levado todas as suas coisas de valor. A única coisa que me veio à cabeça foi tentar fazê-lo cair na real: Eu posso… ¡ugh! Aju…dar…¡ugh! Se você me… soltar… e a gente conver…sar… ¡auch! Ele parou por um momento, cessando a dor que estava me causando, com o dedo ainda dentro da minha buceta; achei que tinha conseguido fazê-lo raciocinar, mas aí ele disse: E você que falou: já era esse cara, né? ¡Pois não, sua vadia, a garota aqui é você, por ter vindo se meter na minha casa e ter vindo se oferecer pra transar comigo e vir vestida toda putona! Percebi que ele tinha razão, se eu saísse dali, como eu poderia denunciá-lo ou acusá-lo se eu entrei com meus próprios pés na casa dele, até com enganação? Mas não consegui mais pensar nisso, porque ele já estava de novo enfiando e tirando o dedo da minha buceta seca e agora lambia meu peito direito, mas desesperadamente, como um animal. Soube que a única forma de sair dali era lutando, mas cada vez era mais difícil; ele me dominava e era muito mais forte que eu. Não conseguia me levantar porque tinha todo o peso dele em cima. Em algum lugar li que dar uma joelhada ou um chute nas bolas deixava os homens fora de combate e pensei em fazer isso, mas naquele momento não dava; pois ele estava no meio das minhas pernas abertas e por mais que eu esperneasse, não conseguia acertar. Minha chance veio quando ele parou um instante, se endireitou pra desabotoar a calça, soltando meu cabelo e tirando o dedo da minha buceta; deu um passo pra trás e então eu desci da mesa e soltei um chute forte direto na virilha dele… mas errei. O maldito do cara percebeu a tempo e reagiu rápido, segurando o chute com uma mão e me agarrando pelo tornozelo. Aí foi pior, porque o sujeito ficou mais puto ainda, levantou minha perna facilmente me jogando de novo sobre a mesa; soltou minha perna, mas se jogou de novo sobre mim; me pegou pelo pescoço e gritou: ¡ENTÃO QUERIA ME PEGAR DE SURPRESA, SUA VADIA, AGORA VOCÊ VAI VER! ¡GGGGGGGAAAAAGGGGHHH! Tentei gritar, mas a mão dele no meu pescoço me sufocava e me impedia de emitir qualquer som; coloquei minhas mãos sobre as dele, tentando tirá-la, mas não consegui, ele era forte demais. Não conseguia puxar ar e achei que ali era meu fim. Chutei e debati desesperada sem conseguir nada. O pior foi que, me segurando daquele jeito, o desgraçado do cara conseguiu colocar o pau dele na entrada da minha buceta e empurrou com força, me penetrando selvagemente sem me dar tempo pra nada, minha buceta ainda seca e pelo que pude sentir ele tava bem grande mesmo, já que como ele me segurava pelo pescoço eu não podia ver o que estava acontecendo, só sentir, então doeu demais porque eu não estava tão lubrificada pra aguentar aquele membro e de uma vez só até o fundo. Foi horrível sentir o estupro e o sufocamento ao mesmo tempo. Da minha garganta só saíam sons guturais: ¡GGGGGGGGGHHHHHH! Tudo começou a ficar escuro, senti que era meu fim, mas aí o cara me soltou o pescoço e então recebi uma grande bocada de ar. Vi a cara sorridente do cara na minha frente; ele tinha tirado o pau, mas continuava no meio das minhas pernas, pronto pra me penetrar de novo; foi quando ele me disse: ¡Ainda não é hora de você ir embora, vadia, primeiro você tem que sentir tudo o que eu vou te dar com o meu pau! ¡NÃO, POR FAVOR, OLHA EU…MMMMMMNNNGGGHHH! Consegui dizer antes de ele tapar minha boca com uma das suas mãos enormes e cuspir no pau dele e na entrada da minha buceta. ¡Não fala mais, você não vai conseguir me enganar, vadia; agora é a minha vez! E dizendo isso, pegou o membro com a mão que estava livre e colocou o pau dele na entrada da minha bucetinha que já estava com saliva assim como o pênis dele e empurrou com força, me penetrando até o fundo, me fazendo me contorcer e gritar de dor porque a saliva até ajudou, mas como eu não estava excitada minha buceta não estava pronta pra receber aquele membro tão grande:
¡MMMMMMMMMMGGGGGGGGG! ¡AH!, ISSO É puta, ¡COBRA ISSO! Disse ele enquanto começava um mete-saca selvagem com seu enorme pau na minha pobre buceta seca. Ele meteu e tirou com força seu pau duro da minha pobre buceta seca, me estuprando sem compaixão e sem se importar com a minha dor nem com meus gritos abafados pela mão dele cheirando a tabaco e gordura. Eu me debatia tentando fazer ele me soltar e gritava por baixo da grande mão que tapava minha boca; a dor era insuportável. Ao mesmo tempo o desgraçado pegou meu peito direito com a mão que estava livre e começou a apertá-lo com força, me provocando mais dor e fazendo as lágrimas saltarem dos meus olhos. Queria cobrar, puta? Então cobra com isso!, continuava dizendo enquanto empurrava com força seu pau gordo e comprido dentro de mim, me estuprando selvagemente. ¡MMMMMNNNNNNGGGGG!, suplicava eu enquanto batia com as duas mãos nos braços e no peito dele, sem que ele se abalasse. O desgraçado continuou me estuprando selvagemente, aproveitando sua força superior. Por mais que eu o golpeasse e me debatesse, não conseguia tirá-lo de cima de mim e evitar que ele continuasse me estuprando. O cara soltou minha boca e meu peito e segurou minhas mãos; inclinou-se mais sobre mim, me esmagando com seu enorme corpo e segurando minhas mãos acima da minha cabeça. Eu, ao ver minha boca livre, comecei a gritar com força: ¡NOOOOO!, ¡AAAAAYYYYY!, JÁ BASTA, POR FAVOR, ¡JÁ ME DEIXA! ¡CALA A BOCA, puta!, VEIO COBRAR E EU ESTOU TE PAGANDO, ¡GOZA ISSO! ¡NÃO, POR FAVOR!, SENHOR, EU IMPLORO, ¡NÃO CONTINUA! ¡NÃO SE FAZ!, BEM QUE VOCÊ GOSTA, ¡É O QUE VEIO BUSCAR, puta! Por isso se veste assim. ¡NOOO, POR FAVOOOR! ¡MMMMGGGMMMM! De repente não pude gritar mais porque o desgraçado me beijou à força me pegando desprevenida. Ele enfiou a língua na minha boca e me senti estuprada por dois lados. Abri os olhos muito surpresa e sem saber o que fazer, não me ocorreu mais nada além de espernear, reclamar e me debater tentando fazer ele me soltar. Agora penso que eu deveria ter mordido a língua dele, mas não sei por que naquele momento não me ocorreu. O desgraçado continuou se movendo com força, metendo e tirando seu pau gordo na minha buceta dolorida. Senti uma grande impotência por estar ali sozinha, sem que ninguém soubesse de mim, sendo estuprada por um desconhecido que aproveitava sua maior força para me dominar. O que ia acontecer depois? Como eu ia sair dali? Senti um medo terrível ao pensar que o cara poderia me deter e fazer o que quisesse comigo sem que ninguém jamais soubesse de mim de novo. Tentei usar todas as minhas forças para tirá-lo de cima de mim, mas não consegui, era desesperador não conseguir me livrar dele. Ele parou de me beijar, tirando a língua da minha boca, soltou meus braços e se endireitou; tirou o membro de mim e, antes que eu pudesse reagir, me pegou pela cintura e me virou sobre a mesa, me colocando de bruços enquanto dizia — a essa altura eu já tinha conseguido ver o pau dele e era enorme, era grande, muito grosso, venoso, cabeçudo e de uma cor morena escura. Aproximadamente uns 22 cm e na minha buceta seca causava muita, muita dor: — Agora você vai ver, vadia, vai gozar como a vadia que você é! O que você tá fazendo?, consegui perguntar antes de perceber as intenções dele. Ele levantou minha saia, acariciou um pouco minhas nádegas e disse: — Que bumbum gostoso, vadia, agora vou te estrear aqui, parece bem fechadinho e apertadinho... ou já te comeram por aí? NÃO, POR FAVOR!, SOU VIRGEM!, NÃO FAÇA ISSO!, implorei desesperada (só uma vez tinha tentado com meu namorado, cujo pau é bem pequeno, uns 13 cm, e tinha doído demais, e olha que ele só colocou a pontinha; agora com esse membro ia doer demais). — Pois agora você vai deixar de ser, putinha!, disse e colocou seu pau gordo na entrada do meu ânus. Minha calcinha fio-dental já estava rasgada de um lado, só se sustentava numa perna; ele a pegou e desceu pela minha perna comprida, deixando-a no chão, abriu minhas pernas deixando meu compasso aberto e pegou um frasco do que parecia ser azeite de oliva e começou a lubrificar seu pau e meu bumbum. NÃOOO!, NÃOOOO! gritei aterrorizada. CALA A BOCA, AÍ TÁ TOMANDO!, disse ele. Antes fala que tô passando óleo porque dá pra ver que tá bem fechado e só com saliva não vai entrar. Começou a empurrar tentando meter o membro duro no meu cu fechado e virgem ainda; eu debatia desesperada tentando evitar a iminente violação anal. Ele segurou meus pulsos nas costas com uma mão e não me deixou continuar debatendo, enquanto com a mão livre dirigia o enorme falo ao meu pobre cu. Continuou empurrando, mas não conseguia meter, disse: slut slut, TÁ MUITO FECHADO, AGORA VOCÊ VAI VER! Parou de empurrar, mas começou a meter um dedo no meu ânus e quando conseguiu colocar dentro começou a movê-lo em círculos enquanto continuava falando: Agorinha vou alargar seu cuzinho slut, que tasty você vai apertar, vai ver como vai caber até uma porra de uma melancia aí jajaja! NÃO, POR FAVOR, JÁ PARE!, continuei suplicando, por favor por aí não. No entanto, ele continuou me dedando e movendo o dedo, o que já me causava certa dor; imaginei que ter uma cock desse tamanho dentro doeria muito mais se a do meu namorado doeu a pontinha. De repente ele meteu outro dedo e disse: Tá vendo? Já tá crescendo slut. TÁ DOENDO, POR FAVOR…! E espera até eu meter a cock slut, vou te partir no meio, você tá bem bunduda que tasty! POR FAVOR, NÃO, EU IMPLORO! O infeliz já tinha três dedos dentro do meu ânus e então me disse: Já tá pronta slut, se prepara pra sentir a cock maior da sua slut vida. NÃO, NÃO, NÃOOOOOO, AAAAAAAYYYYYYYY!, gritei ao sentir ele empurrando pra meter o membro no meu cu ainda fechado. COBRA TUDO, PUTAAAAAA!, gritou enquanto empurrava com força, me penetrando aos poucos e me causando uma dor tremenda. Com uma mão segurava as minhas e a outra colocou nas minhas costas, impedindo que eu pudesse me levantar.
¡AAAAAIHHHH, EU IMPLOROOOOOO!, supliquei chutando e me empurrando pra trás com força, tentando me levantar sem conseguir. Ele não respondeu nem deu bola pros meus pedidos, continuou empurrando com força, enfiando aos poucos o pau enorme no meu cu virgem e me fazendo chorar. ¡AAAAAIIIIIIGGGGHHHHH, JÁ CHEGA, EU IMPLOROOOOO!, eu gritava com todas as minhas forças, doía muito, estava doendo demais. ¡Cala a boca, sua puta, você vai gostar! ¡NÃOOOO, NÃOOOO, AAAAAIIII! ¡SOCORROOOOOOO! A dor era terrível, era como se um ferro em brasa estivesse me rasgando pelo cu e isso era só o começo. Quando ele me empalou por completo, disse: ¡Agora sim, sua puta, aproveita o pau!, ¡aguenta! Ficou alguns segundos parado, curtindo como me tinha enquanto eu chorava e reclamava: ¡POR FAVOOOOR! TIRA ISSO, EU IMPLORO, ¡TÁ DOENDO MUITOOOO! ¡Cala a boca e aguenta, sua puta!, ele disse. E aí começou um mete-saca selvagem, destruindo meu cuzinho pobre e pequeno que eu nunca imaginei que fosse ser desvirginado desse jeito tão horrível. ¡AAAAAGGGGGHHHHH!, chorei inconsolável com a dor que ele me causava.
¡UF! ¡UF! ¡UF!, bufava o infeliz enquanto continuava me estuprando sem piedade. ¡POR FAVOR! ¡EU NÃO FIZ NADA PRA VOCÊ!, gritei. ¡Cala a boca, sua gostosa! ¡Você veio aqui pelo meu dinheiro e eu te pago com algo melhor! ¡NÃO! ¡JÁ CHEGA, POR FAVOR, TÁ DOENDO MUITO, PARE! ¡Bem que você gosta, sua puta, como todas! ¡NÃO! ¡JÁ ME DEIXA EM PAZ, SEU INFELIZ!, gritei desesperada. O infame estupro continuou por vários minutos, eu queria que ele me soltasse, me deixasse ou que pelo menos acabasse logo pra eu poder ir embora e gozar com a dor imensa que ele estava me causando no ânus e na barriga. Foram minutos de muita dor e sofrimento. O pau imenso do cara fez sangrar meu pobre ânus massacrado. Chorei, gritei, esperneei, xinguei, implorei e ameacei, mas nada deu resultado. O porco infeliz tinha se transformado num animal selvagem e me penetrava e tirava o membro com uma força descomunal, que fazia eu sentir como se fosse me partir ao meio. De repente, depois de vários minutos de dor e sofrimento em que o desgraçado me bombou sem compaixão, ele parou, com o pau gigante enfiado até o fundo do meu ânus massacrado e, enquanto jorrava dentro de mim grandes jatos do seu sêmen nojento, gritou: AAAAAAHHHHHHH, TÁ BOM, SUA PUTAAAAAA, AAAAAAHHHH, ¡GOZOOOOOO! ¡NÃO, TIRA LOGO, POR FAVOOOOOR!, gritei dolorida e desesperada. Depois de vários segundos liberando toda a porra dentro de mim, ele me soltou e tirou o pau ainda babando e me disse: Muito bem, sua gostosa, já te dei o primeiro pagamento. Quantos pagamentos você disse? Doze? Como?, perguntei atordoada enquanto me levantava com dificuldade, com as pernas tremendo, meu ânus ardendo como nunca antes, sentia o sêmen dele escorrendo pela minha bunda e descendo pelas minhas pernas longas até cair no chão, e no chão observei ao lado da minha calcinha rasgada que o sêmen estava misturado com sangue, sangue da minha bunda que ele tinha acabado de arrebentar, doía demais o abdômen, não sabia se ele tinha perfurado alguma coisa. Você disse que eu devo doze pagamentos, disse ele, lá de longe, pois tinha entrado em outro quarto. Mas… Não soube o que dizer, eu Desconcertava que ele falasse da dívida naquele momento e ilusoriamente pensei que tinha vindo por dinheiro ou pelo talão de cheques. Já te fiz o primeiro pagamento, disse ele saindo do quarto e levando na mão umas cordas. Como? Não entendo, falei enquanto tentava me afastar em direção à porta. Que você vai ficar até eu te pagar por completo, disse ele com um olhar de louco e se aproximando de mim enquanto esticava as cordas. Não! Eu…! Pra mim a dívida tá quitada!, falei tentando abrir a porta, que estava trancada. Mas pra mim não, sua vadia! Você vai ficar até eu acabar de te pagar! E então ele me pegou por um braço; eu tentei chutá-lo e empurrá-lo, mas ele era muito mais alto que eu e a força dele fez com que eu me submetesse facilmente.
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