Férias fora do comum 6

Dia 20. Quinta-feira. Por sorte o Ale já tinha levantado quando eu acordei. Eu não tinha falado com ele sobre o que aconteceu, então um mal-estar tremendo me envolvia. Tentei me convencer de que o garoto não diria nada, pois também não me via com coragem de encarar uma nova conversa com ele. É que eu tinha feito um boquete nele! Não podia acreditar. Atormentada, deixei o tempo passar, levantando mais tarde que o de costume. Quando saí para a sala, dei de cara com o Jorge, que estava vendo TV. Os dois pequenos brincavam na água da piscina. Me deixei cair ao lado do vinte e poucos anos, desmoronada, em completo silêncio. — Bom dia — ele me cumprimentou sem tirar os olhos da televisão. — Bom dia — respondi com certo desânimo. — O que há com a rainha da casa? Sorri de leve, sem muita vontade. — Jorge… você acha que eu agi bem esses últimos dias? Aí foi ele quem sorriu, mas não disse nada. — Tenho que te confessar uma coisa… — continuei, precisando tirar de cima o mal-estar que me corroía por dentro. — Vamos ver se eu adivinho… Fiquei expectante, incapaz de acreditar que ele pudesse saber o que me causava aquele desgosto. — Você fez uma masturbação no pequeno e um boquete no Ale. Fiquei surpresa. Meu rosto devia refletir o espanto ao descobrir que provavelmente meus primos tinham contado tudo para o irmão mais velho. — Foram eles que te contaram? — quis me certificar. — Você os deixou impressionados — riu —. Falam maravilhas de você e da sua boca. — Ai, meu Deus, Jorge, mas o que eu fiz! — Meus lamentos provocaram gargalhadas do vinte e poucos anos. — Ué, se divertir. E, principalmente, fazer eles passarem um bom momento. Eles adoraram ter esse momento com você, o Ale está louco, queria meter em você. Essa era a única ideia a que eu podia me agarrar para aceitar o que tinha acontecido. Me reconfortava falar com o mais velho dos meus primos, então aproveitei para explicar os motivos que me tinham levado a fazer o que fiz. Eu já tinha confessado ao Jorge que meu marido não me satisfazia as expectativas sexuais, por isso não estranhei que ele me dissesse que estava há vários dias mais saída do que de costume. Entre isso e a testosterona fogosa que me cercava o dia todo, eu tinha me deixado levar, cometendo as loucuras das quais claramente me arrependia. —E me diz, como você está com. O tesão? —ele me perguntou sem nenhum pudor. —Jorge! —reclamei, dando um tapinha brincalhão no ombro dele, pois já me sentia muito mais animada. —Vamos ver, eles se aliviaram, mas você… —Eu não —suspirei—. Ainda estou esperando o Jesus me pagar o que é meu —sorri, começando a agir com certa malícia. —E o que acontece se ele não cumprir? —Uf! —bufei—. Acho que eu teria um ataque —fiz uma careta divertida, tentando tirar o peso do assunto. —Bom, se isso acontecer, a gente ainda pode fazer algo juntos. Como assim?! Meu primo tinha acabado de se insinuar descaradamente? Não soube como reagir e simplesmente sorri como uma idiota. Refleti por uns instantes e… sim, a ideia me deixava com tesão. Então tratei de apagar esses pensamentos malucos e desejei que no dia seguinte meu marido estivesse à altura. —Ele vai cumprir —concluí finalmente, tentando aparentar uma segurança que não era real. Jorge riu. —Se você achar que a espera está longa, a gente vai conversando —ele piscou pra mim antes de se levantar e sair pra fora com os dois menores. Ele me deixou de pedra. Uma pedra pela qual corria um riacho que me molhava a calcinha. As insinuações do Jorge tinham me deixado a mil de novo, e não sei quantas já tinham sido durante o verão. Bufei e me levantei, me colocando a fazer tarefas domésticas pra me distrair. Não queria sair pra piscina. À tarde voltamos a ir à praia. Lá estava o quarentão com quem tínhamos coincidido na segunda-feira de manhã. O muito adorável tinha mudado o horário só pra me ver de novo. Depois de implorar pro Jirge se comportar, dissuadindo ele da ideia de mandá-lo pra casa na base do soco, aproveitei a presença do desconhecido pra evitar entrar na água com meus primos, ficando na areia conversando com ele. O homem me falou de vários assuntos, mas Ele fez questão de deixar claro o quanto o casamento dele estava arruinado. Eu não quis entrar em detalhes sobre a minha vida pessoal. Não sei por que cargas d'água tinha intuído que Jorge não sairia naquela noite, mas me enganei. Fiquei levemente decepcionada. Talvez tivesse dado como certo que, faltando um dia para a chegada de Jorge, o garoto se esforçaria mais para me seduzir. Não é que eu quisesse que ele fizesse isso, mas por algum motivo estranho eu já tinha me acostumado com a ideia. O bom é que aproveitei a ausência do mais velho para ter uma conversa com os dois menores. Sem entrar em muitos detalhes, tentei explicar a eles as razões pelas quais tinha acontecido o das duas últimas noites. Centrei meu argumento nas necessidades deles e na minha boa fé em fazer um favor a eles. Logicamente omiti tudo relacionado ao meu prazer pessoal. Os garotos pareceram entender, então só me faltava uma coisa, a mais importante talvez. Ninguém, absolutamente ninguém mais deveria saber o que tinha acontecido. O menor replicou, mas eu o convenci argumentando que, caso Jorge descobrisse, não poderíamos fazer mais nada parecido. Não é que eu pensasse em fazer isso, claro, mas servia para mantê-los de boca fechada. Aparentemente, eu tinha resolvido uma crise. Meus dois primos dormiam no quarto duplo e Jorge ainda demoraria a chegar. Eu estava cansada, mais mentalmente do que qualquer outra coisa, então fui para a cama. Pensei que era melhor evitar qualquer tipo de tentação com o cara de vinte e poucos anos. —Vero… Eu estava meio dormindo quando ouvi a voz do mais velho dos meus primos enquanto ele entrava no quarto. —Ann, você está acordada? —Não… bom… agora já estou… O garoto se deitou ao meu lado. —Sabe que…? Eu cheguei muito excitado… Senti como ele se aproximava do meu corpo. —Jorge… —reclamei, afastando-o de mim sem muito empenho. —Vamos, Ann, se nós dois estamos na necessidade… além disso, com esse shorts dá pra ver que sua bunda tá bem gostosa, dá pra ver as nádegas e com esse tesão você me deixa louco Não soube se ele estava brincando, mas me fez rir. O garoto começou a me acariciar o quadril, ao que parece, sem maiores pretensões. —Mas você não vê que não pode ser? —Deixa rolar… você não precisa fazer nada —ele sorriu pra mim, me mostrando um rosto tremendamente sedutor, eu faço pra você. —E o que você pretende? —sorri. —Hoje à noite eu te faço o favor, pra você se aliviar de uma vez e baixar essa tesão. Ele me fez rir. —Você tá louco. —Você não precisa nem me tocar. Ele estava me convencendo. Com meus outros dois primos eu tinha sido muito proativa e isso tinha me atormentado, me sentindo completamente culpada pelo que aconteceu. Mas Jorge me propunha outra coisa. Eu podia me fazer de morta enquanto ele… —Mas o que você quer fazer comigo? —Quero comer sua buceta e seu cu —ele soltou enquanto passava a acariciar a parte interna das minhas coxas. Uhm! Abafei o gemido. Só de ouvir a proposta luxuriosa do meu primo já fez com que eu começasse a lubrificar. Hesitei um instante e meu silêncio momentâneo ele deve ter tomado como um sim, pois Jorge pegou meu short e puxou, me deixando de calcinha fio-dental. —O que você tá fazendo?! —reclamei. Era o momento chave. Ou eu parava ele agora ou não teria mais volta. Logicamente eu ia detê-lo quando de repente ele me agarrou pela cintura, me virando. Sem possibilidade de reação, fiquei de bruços, completamente escancarada, com meu primo entre minhas pernas. O garoto baixou minha calcinha, deixando a peça na altura dos meus joelhos e enfiou a cabeça entre minhas nádegas. Ai, meu Deus! Quanto tempo fazia que não me faziam um cunilíngua? Jorge tinha feito isso em raras ocasiões e somente no nosso começo. Senti a língua do meu primo entrando entre as dobras da minha buceta e me provocando uma prazerosa sensação de submissão. O ritmo das lambidas era bom. Talvez até demais. Em apenas alguns segundos ele me tinha à beira do orgasmo e achei que ia gozar quando ele comeu meu ânus, enfiando a língua no meu cu, não consegui evitar gemer e ele obviamente percebeu porque enquanto chupava meu cu apertava minhas bundas e eu abria mais minhas pernas pra que ele entraria mais. Mas que filho da puta! Ele me tinha na mão. Naquele momento eu faria qualquer coisa que ele pedisse. E ele sabia disso. Por isso parou.Férias fora do comum 6— Por que você para agora…? —soluçei, levemente atormentada enquanto puxava o cabelo dele para que continuasse. —A noite é longa. Virei o rosto para ver como ele lambia os lábios, sorrindo. —Não seja idiota… continua, por favor. Enfiei um braço sob meu corpo, buscando minha virilha para dar o empurrãozinho que me faltava. —Fica quieta —me deteve, segurando minha mão. —Jorge, porra, estou muito molhada! —Calma, que não vou te deixar assim… Sua buceta é deliciosa e você é gostosa demais. Meus olhos se arregalaram ao ver como ele desabrochava o zíper. —Não, querido, isso não… não podemos fazer isso. —Não posso te deixar assim, não posso perder essa oportunidade, você é gostosa demais. Mas ele não me deu ouvidos. Tirou o pau, completamente ereto, e me virou de novo. Dessa vez fiquei sentada, completamente aberta de pernas. Não tive tempo de me recompor quando Jorge me agarrou pelas coxas, me puxando para ele. Não tinha clareza do que ia acontecer nem se eu queria que acontecesse. Mas também não tive chance de pensar muito. Minha buceta, totalmente encharcada, estava a escassos milímetros do pau adolescente. O garoto pegou o pau e me deu uns toques com a glande na parte superior da vulva, me fazendo vibrar e gemer. Mordi o lábio inferior, tentando não soltar de novo um suspiro que os dois pequenos pudessem ouvir. Em seguida, esfregou o pau, fazendo meus lábios vaginais lamberem o tronco lubrificado com meus sucos. Num gesto compassado, voltou a bater no meu clitóris com o pau. Esse foi o empurrão que me faltava. Gozei. Comecei a gemer sutilmente por alguns segundos, o que durou o espetacular orgasmo que veio acompanhado de um squirting. Sem parar de me dar toques, cada vez que meu experiente priminho me roçava com seu falo, eu não conseguia evitar soltar um jato aquoso devido ao prazer que me causava ver esse pauzão perto de mim e saber que eu o queria. Ainda ofegava quando comecei a me recompor. A primeira coisa que pensei foi em me afastar do pirralho, mas ele deve ter intuído minhas intenções e me surpreendeu com um amasso muito sexy. Me cativou a paixão com que me beijou e, desarvorada, aos poucos me deixei levar pelo gosto de sentir como ele me comia a boca e saboreava minha língua. Como beijava bem o garoto! Jorge aproveitou o desconcerto pra me meter à traição sem avisar nem nada. Eu estava completamente absorta com o beijão, então não esperava ser penetrada. Logo me sobressaltei ao notar como minha buceta se adaptava ao tamanho enorme do invasor inesperado. Mas o que eu não estava preparada era pra sentir o ampallang rasgando as paredes internas da minha buceta. Me acabei de novo gemendo bem alto de prazer, sentir essa rola enorme dentro de mim me fez tremer bastante. Mas esse novo gozo foi mais visceral, mais selvagem. Acumulava o prazer físico e o mental. Saber que estava dominada pelo meu primo pequeno, de quem eu era mais de 10 anos mais velha e que sempre tratei como irmão, me fez explodir. Agora sim me deixei levar, me regozijando no espetacular prazer do orgasmo. Um orgasmo sub-reptício. E assim devia ser, apesar dos meus gritos. Assustada, no meio do êxtase, mordi meu primo pra abafar meus berros descontrolados. O que tinha mais à mão era o pulso dele e ali cravei meus dentes, tão forte que comecei a saborear o sangue do ferimento que fiz. Meu primo aguentou estoicamente. Apesar da juventude, a atitude viril dele me deixava ainda mais excitada. Não tinha terminado de gozar quando senti as investidas do garoto. Ele estava me fodendo. E fazia muito, muito bem, eu estava gostando demais de como ele enfiava a rola até o fundo. - que gostosa que você aperta, Ann, sua buceta está deliciosa, quente e uma delícia, e você está uma gostosa, se não fosse minha prima eu te engravidava. Ao ouvir isso, peguei a cabeça dele e comecei a beijá-lo, enquanto ele continuava me comendo - não me veja agora como sua prima, me veja como sua putavadiaDepois de ficar naquela posição, ele se virou e me disse: fica de quatro, quero ver sua bunda empinada e ver como fica. Fiquei de quatro e levantei o máximo que pude meu bundão e abaixei minhas costas. Quando fiquei assim, ele disse "big booty você tá, Ann", se agachou e começou a lamber minha buceta. Eu estava extasiada, gemendo e mordia mais os lençóis pra gente não fazer barulho. Ele pegou o pau dele e me deu uma palmada bem forte que ecoou no quarto e me fez gemer. Depois ele se levantou, pegou o pau duro e esfregou contra minha buceta molhada. Cuspiu um bom jato de saliva em cima e começou a meter. —Ahhh… como você tá apertada… —ele rosnou. Que gostosa que tá sua buceta engolindo meu pau. Senti a cabeça grossa abrindo meus lábios e entrando aos poucos. Centímetro por centímetro ele foi me preenchendo. O pau dele era grosso e duro, me esticava gostoso. Quando chegou até o fundo, soltei um gemido longo. Ele começou a se mover, primeiro devagar, curtindo, depois aumentando o ritmo com aquela energia jovem e selvagem.anal

incestoSuas mãos me agarravam forte pelos quadris enquanto me comia. Matías me agarrou forte pelos quadris e começou a me meter bem forte e fundo. As investidas dele eram profundas, rápidas e com muita energia. Cada choque da pelve dele contra meu rabo fazia um som alto e molhado, já não nos importávamos se os irmãos dele ouviam, nós dois estávamos gostando. — Ahh! Jorge! — gemi alto. — Vou detonar esse seu rabo… você nunca vai me esquecer — rosnou, puxando meu cabelo pra trás com força enquanto me fodia como um animal —. Toma rola, sua puta! Ele me dava tapas fortes, deixando minhas nádegas vermelhas. A intensidade dele me surpreendeu. Pra ter só 20 anos, ele comia com uma força e resistência impressionantes. Não cansava, pelo contrário, cada vez ia mais forte, mais fundo. Ele me deixava completamente descontrolada. — Adorei te comer! Que buceta gostosa você tem, Ann! — dizia entre dentes, sem parar de me meter. Vários minutos se passaram e ele não diminuía o ritmo. Ele me deixou suada, gemendo e gritando. Depois ele me virou, sentou na cama e me puxou por cima dele. Tava linda a rola enorme dele ereta. Subi e comecei a cavalgar gostoso, quicando com força na rola dura dele. Meus peitos pulavam na frente da cara dele enquanto ele os agarrava e chupava.infiel

pelo cu—Assim… me monta forte —gemía ele, me olhando com luxúria. Cavalgava cada vez mais rápido, sentindo como o pau grosso dele me atingia fundo. O prazer se acumulou rápido e eu explodi: — Gozo! Jorge… eu gozo! —gritei tremendo, me contraindo ao redor do pau dele enquanto tinha um orgasmo intenso. Pouco depois ele também chegou ao limite. Apertou minhas coxas com força e grunhiu: — Vou gozar! Porra, que delícia! Gozou dentro da minha buceta, me encheu toda, sentia o esperma dele preencher meu ventre, era quente, pulsando forte dentro de mim. Quando terminou, tirou o pau de mim e comecei a sentir o esperma escorrendo da minha buceta pelas minhas pernas. Pra minha surpresa, o pau dele continuava duro como pedra, pulsando e brilhando. — Vamos continuar… ainda tô duro, disse Jorge — me falou com um sorriso safado. Nós dois estávamos super excitados com vontade de mais e mais. Ele sentou quase na beirada do sofá. Eu me virei, ficando de costas pra ele, e desci lentamente sobre o pau dele. Me penetrou de novo, agora de costas. Apoiei minhas mãos nas coxas dele e comecei a cavalgar, subindo e descendo, mostrando todo meu cu aberto e redondo quicando na frente da cara dele enquanto ele arrebentava minha buceta.pelo cu

Férias fora do comum 6

vadia— Que bunda mais gostosa! —rosnou ele, agarrando minhas nádegas com as duas mãos e separando-as para ver melhor como o pau dele entrava e saía da minha buceta —. Sobe mais… quero ver como você engole meu pau. — Tá gostando assim? —gemí, me movendo mais rápido, fazendo círculos com o quadril —. Tá gostando de ver minha bunda enquanto eu te monto e minhas nádegas quicando? —Adoro… você é uma puta incrível —respondeu ele ofegante, me dando tapas fortes —. Continua… não para. Você tem uma energia que me deixa louco, Ann, você trepa gostoso demais, por isso o velho da praia queria te comer. O pau dele continuava duríssimo. Eu subia e descia com força, sentindo cada centímetro. A energia dele era impressionante pra idade; não amolecia, não cansava. Só gemia e me agarrava forte, curtindo o espetáculo da minha bunda quicando em cima dele. Continuei cavalgando gostoso no pau dele, subindo e descendo com movimentos profundos e circulares. Minhas nádegas batiam contra as coxas dele com um som molhado e carnudo. Jorge tinha as mãos abertas sobre minha bunda, separando-a pra ver tudo. De repente senti o dedão dele roçando meu ânus. Ele passava em círculos, pressionando de leve, testando. Aos poucos foi enfiando a ponta, depois mais, me abrindo devagar enquanto eu continuava montando nele. —Que gostoso… —gemí, sentindo a sensação dupla, mas pela excitação não falei nada dele estar cutucando meu cuzinho. Ele abriu minha bunda com as duas mãos, separando bem minhas nádegas pra ver como o pau dele entrava e saía da minha buceta. —Adoro arrombar bundinhas… —murmurou excitado. Tirou o dedo, cuspiu bastante na mão e lubrificou o pau inteiro. Depois pegou o pau duro pela base e apontou direto pro meu ânus, ainda na mesma posição (de costas pra ele). —Fica assim… deixa eu —me disse com voz rouca. Eu falei não, aí não Jorge, vai doer, mas ele não deu bola, cuspiu e cuspiu no pau e com os fluidos da minha buceta começou a lubrificar o pau. Senti a cabeça grossa e quente pressionando contra meu ânus. Ele empurrou pra cima enquanto eu descia lentamente. A dor chegou rápido: era grossa e me dilacerava sem piedade, estava doendo demais. —Ahhh… devagar… é grande… —gemí apertando os dentes, tira ela daí não mmmm. Mas não parei. Desci mais, mesmo me negando com as palavras, meu cu descia mais sobre o cock dele, sentindo como meu ânus se abria centímetro a centímetro ao redor do cock dele. A ardência era intensa, aquele prazer proibido e sujo que eu tanto gosto. Aos poucos fui descendo, engolindo o cock dele no cu. Sentia cada veia, cada grossura, como me esticava ao limite. —Ufff… que cu apertado, Ann, eu sabia que você tinha ele bem apertado… olha só —rosnou Jorge, abrindo minhas nádegas com as mãos pra ver melhor—. Tá tão delicioso com meu cock dentro… tá engolindo ele todo. Depois de vários minutos de subir e descer devagar, já tinha ele quase completo dentro do meu cu. A dor se transformou num prazer profundo e pleno. Comecei a me mover mais rápido, cavalgando ele no anal, quicando sobre o cock dele enquanto ele gemia embaixo de mim. —Isso… monta no meu cock… que puta mais gostosa você é —dizia sem parar de abrir minhas nádegas.anal

incestoEntão, com a voz carregada de desejo, ele me ordenou: —Fica de quatro. Eu me levantei e fiquei de quatro na cama. Jorge se posicionou atrás de mim, mas não ficou de joelhos. Ele subiu quase em cima de mim, numa posição mais dominante, quase como se estivesse deitado sobre as minhas costas (prone bone). O peito dele colado às minhas costas, o peso dele me pressionando contra a cama e o pau dele entrando de novo no meu cu por cima. —Assim… —ele rosnou, me penetrando de novo—. Quero te foder bem fundo.infielEle começou a me foder o cu com força nessa posição, me esmagando contra a cama. A pelve dele batia contra minhas nádegas com golpes fortes e rápidos. Eu me sentia completamente dominada, cheia e usada pela energia jovem e incansável dele. Jorge me tinha completamente dominada naquela posição. O corpo dele quase em cima do meu, o pau grosso entrando e saindo do meu cu com força. Cada investida era profunda e selvagem. De repente ele se afastou, tirou o pau do meu ânus e me ordenou: —Abre o cu. Quero te ver bem. Fiquei mais de quatro, arquei as costas e com as duas mãos afastei minhas nádegas. Meu ânus ficou aberto, pulsando e dilatado. —Assim… olha ele —gemí. —Que cu mais gostoso e aberto… Vamos detonar a noite toda, Ann. Tenho energia de sobra pra você —disse com a voz carregada de tesão. Voltou a me meter de uma vez e continuou a foder meu cu com força. A resistência dele era impressionante. Não cansava. Mudava o ritmo, puxava meu cabelo, me dava tapas na bunda e continuava falando putaria. Me disse o que meus irmãos dariam pra te ter assim como eu te tenho. O orgasmo anal veio de repente, forte e profundo. — Tô gozando! Jorge… tô gozando no cu! —gritei tremendo violentamente. Meu ânus se contraiu com força ao redor do pau dele enquanto ondas de prazer me percorriam. Jorge não parou, pelo contrário, me fodeu mais forte durante o orgasmo. — Isso! Assim… aperta. A gente devia se gravar algum dia… fazer conteúdo. Quero te ver depois como eu abro esse cu —me disse excitado. Isso me deixou ainda mais quente. Depois de vários minutos intensos, ele me disse ofegante: —Fala se você gosta do meu pau… e desse colágeno que você tem. —Amo seu pau… e sim, gosto que você me fale isso —gemí. Jorge grunhiu forte e gozou pela segunda vez, enchendo meu cu de porra. Quando tirou, estava inchado e brilhante. Levantei pra tomar um gole de água, mas mal dei dois passos, ele colou atrás de mim, me abraçou forte e sem dizer nada me meteu o pau outra vez, agora na buceta. —Deus… de novo? —gemí surpresa. —Ainda estou duro —sussurrou no meu ouvido enquanto começava a me comer em pé, você me deixa muito duro e quero te foder a noite toda. A energia dele era absurda. Me comeu contra a cômoda, no sofá, contra a parede… a noite toda. Me deu pela buceta e pelo cu várias vezes mais. Eu estava exausta, suada, com a voz rouca de tanto gemer, mas ele continuava com a mesma força. Em um momento, enquanto me tinha de quatro outra vez, eu disse quase sem fôlego: —Jirge… você tem muita energia… ainda bem que vou à academia, porque se não, não te aguentaria. Ele riu e me deu um tapa forte na bunda: —Isso é um sonho pra mim. Não pretendo desperdiçar nem um minuto com você. E continuou me fodendo sem parar até quase amanhecer. Já quase amanhecia. Eram 5:29 da manhã e Jorge continuava me fodendo sem parar. Ele me tinha de quatro na cama, me comendo pela buceta com força, suados e exaustos, mas ele continuava duro como no começo. —Jorge… já preciso tomar banho e me arrumar pra levantar e seus irmãos não perceberem—gemi quase sem forças. Ele tirou o pau da minha buceta com um som molhado e me disse com voz rouca: —Deixa eu gozar no seu cu… só mais uma vez. Aceitei. Ele abriu minhas nádegas, cuspiu e enfiou de novo o pau grosso no meu ânus. Começou a me comer de novo, fundo e rápido. Depois de vários minutos intensos, senti que vinha outro orgasmo. — Tô gozando de novo! —gritei, tremendo inteira enquanto meu ânus se contraía fortemente ao redor do pau dele. Jorge grunhiu forte, apertou meus quadris e gozou dentro do meu cu de novo, enterrado até o fundo no meu cu. Essa foi a última gozada que ele deixava dentro. Fiquei jogada na cama uns segundos, com a voz rouca e satisfeita, minha buceta e meu cu ardiam, mas eu estava super satisfeita com minha buceta e meu cu escorrendo de porra: Levantei com as pernas tremendo e fui tomar banho. A água quente caiu sobre o corpo dolorido. Minutos depois ele também tomou banho. Quando saiu, já vestido com o pijama, eu disse com uma sorriso: —Foi um prazer enorme… mas de verdade não dá pra repetir. Ele assentiu, embora desse pra ver que queria que acontecesse de novo. Me deu um beijo longo e se deitou na cama. Eu também me deitei já com meu pijama e a gente acabou dormindo na cama que estava um nojo.

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Digamos assim, estimada Natalia Anette, eu sei que quando essa série terminar, você vai acabar quase divorciada e viciada em ficar com dois dos seus primos e brincando com o outro, já que é viciada