Bom dia, boa tarde ou boa noite pra todo mundo, tô voltando depois de muito tempo com um novo formato, meus relatos, dessa vez trago uma história com muitos tons realistas, vou desenvolver e narrar esse relato de forma constante e progressiva. Por outro lado também vou voltar a publicar talkies e captions, se tiverem alguma dúvida ou pedido só me escrevam que eu atendo vocês, espero que gostem do relato, se gostarem apoiem o post deixando pontinhos ou comentando por favor, se quiserem que eu continue só vou pedir 100 pontos. Obrigado pela atenção.
Capítulo #1: cara de menina, rabo de slut. Numa casa de tijolos, paredes de pintura amarela rachadas pelo tempo, bairro latino de classe média-baixa. No meio dessa paisagem cotidiana vive nossa protagonista. Aryana. Uma garota doce cuja idade deixo à sua imaginação, Aryana se tornou o centro das atenções de todos os seus círculos sociais, não passa despercebida nem mesmo se tentar se camuflar entre as outras garotas da sua idade. Aryana é o que um homem chamaria de "monumento" cor de pele branca como cum, carinha meiga e redondinha decorada com algumas sardas, olhinhos castanhos e uns lábios carnudos que ressaltam sua feminilidade, usa óculos e está sempre com uma expressão de soberba. Toda uma princesinha dona de casa... Ou é isso que ela aparenta. Se os olhos forem mais para baixo você vai descobrir por que ela é tão aclamada pelos homens que a rodeiam, Aryana tem um físico coroado por um rabão que desafia qualquer lógica e atrai olhares mórbidos, um traseiro de 100 cm, largo e pesado com uma densidade maciça que fazem com que cada vez que ela caminhe suas nádegas sacudam com um ritmo que rouba olhares de quem a vê, um cu redondo obrigado a ajustar e alargar qualquer roupa que ela use.
A Aryana tem um traseiro perfeito... ela sabe muito bem disso e por isso usa roupas justas, cada short, jeans ou saia que ela usa termina bem marcado, obrigado a marcar a racha da bunda com vulgaridade, cada vez que sai na rua nossa puta caminha com uma prepotência suja - joga a bunda pra fora e rebola cada nádega fazendo elas tremerem como gelatina, um ímã de rolas perfeito, Aryana é o que chamaríamos de PAWG. Quem diria que com uma cara tão meiga e inocente pode ter esse bundão aí atrás, suponho que é como dizem. As que parecem mais santas são as mais putas
Essa fachada de menina boa desmorona quando ela se vira e fica de costas, carinha de princesinha, bundão de puta branca, por outro lado as tetas dela também não ficam atrás, dois seios firmes com bicos sempre eretos que dão vontade de chupar com amor, tetas naturais embora nada comparadas com a bunda dela, andar atrás dela é uma tortura mental, ver aquela carinha de menina boa virar a cabeça e na hora se deparar com aquelas nádegas enormes é uma sensação única, uma garota "tranquila" embora isso ainda esteja por se comprovar.
Tudo começou 1 ano antes. Aryana acordou uma manhã e começou a notar mudanças no seu corpo, antes de vestir o moletom do colégio notou algo interessante. ARYANA: Em que momento minha bunda ficou tão grande, agora até me custa vestir o moletom - murmurou Aryana enquanto se olhava no espelho. - Ai, tudo bem, não importa, já estou atrasada, melhor eu me apressar - mãe, já estou indo!! Volto mais tarde! Aryana saiu correndo para pegar o ônibus que a levaria ao colégio, porém algo mudou, Aryana se sentia observada, todos os vizinhos homens olhavam para ela, para ser mais específico, tinham o olhar grudado na sua bunda, Aryana ficou incomodada e acelerou o passo. Chegou no ponto de ônibus e sentiu uma presença estranha, o grupo de malandros do bairro estava no mesmo lugar que ela - Ei, não me diga que aquela é a Aryana, ufff da noite pro dia ficou com um corpão de foxy - É verdade, que bunda mais deliciosa e a safada ainda se atreve a usar essas calças tão justas, numa dessas acho que vou convidá-la pra sair — murmuravam os malandros enquanto Aryana ouvia tudo Aryana colocou as mãos pra trás tentando cobrir sua bunda enquanto corria rapidamente pro ônibus que tinha acabado de chegar, mas bem antes de subir o último degrau do carro ouviu: -ESSA BUNDA JÁ AGUENTA!!! — soltou um dos malandros Aryana ficou vermelha enquanto os outros passageiros olhavam pra ela... Fim do capítulo 1
Capítulo #1: cara de menina, rabo de slut. Numa casa de tijolos, paredes de pintura amarela rachadas pelo tempo, bairro latino de classe média-baixa. No meio dessa paisagem cotidiana vive nossa protagonista. Aryana. Uma garota doce cuja idade deixo à sua imaginação, Aryana se tornou o centro das atenções de todos os seus círculos sociais, não passa despercebida nem mesmo se tentar se camuflar entre as outras garotas da sua idade. Aryana é o que um homem chamaria de "monumento" cor de pele branca como cum, carinha meiga e redondinha decorada com algumas sardas, olhinhos castanhos e uns lábios carnudos que ressaltam sua feminilidade, usa óculos e está sempre com uma expressão de soberba. Toda uma princesinha dona de casa... Ou é isso que ela aparenta. Se os olhos forem mais para baixo você vai descobrir por que ela é tão aclamada pelos homens que a rodeiam, Aryana tem um físico coroado por um rabão que desafia qualquer lógica e atrai olhares mórbidos, um traseiro de 100 cm, largo e pesado com uma densidade maciça que fazem com que cada vez que ela caminhe suas nádegas sacudam com um ritmo que rouba olhares de quem a vê, um cu redondo obrigado a ajustar e alargar qualquer roupa que ela use.
A Aryana tem um traseiro perfeito... ela sabe muito bem disso e por isso usa roupas justas, cada short, jeans ou saia que ela usa termina bem marcado, obrigado a marcar a racha da bunda com vulgaridade, cada vez que sai na rua nossa puta caminha com uma prepotência suja - joga a bunda pra fora e rebola cada nádega fazendo elas tremerem como gelatina, um ímã de rolas perfeito, Aryana é o que chamaríamos de PAWG. Quem diria que com uma cara tão meiga e inocente pode ter esse bundão aí atrás, suponho que é como dizem. As que parecem mais santas são as mais putas
Essa fachada de menina boa desmorona quando ela se vira e fica de costas, carinha de princesinha, bundão de puta branca, por outro lado as tetas dela também não ficam atrás, dois seios firmes com bicos sempre eretos que dão vontade de chupar com amor, tetas naturais embora nada comparadas com a bunda dela, andar atrás dela é uma tortura mental, ver aquela carinha de menina boa virar a cabeça e na hora se deparar com aquelas nádegas enormes é uma sensação única, uma garota "tranquila" embora isso ainda esteja por se comprovar.
Tudo começou 1 ano antes. Aryana acordou uma manhã e começou a notar mudanças no seu corpo, antes de vestir o moletom do colégio notou algo interessante. ARYANA: Em que momento minha bunda ficou tão grande, agora até me custa vestir o moletom - murmurou Aryana enquanto se olhava no espelho. - Ai, tudo bem, não importa, já estou atrasada, melhor eu me apressar - mãe, já estou indo!! Volto mais tarde! Aryana saiu correndo para pegar o ônibus que a levaria ao colégio, porém algo mudou, Aryana se sentia observada, todos os vizinhos homens olhavam para ela, para ser mais específico, tinham o olhar grudado na sua bunda, Aryana ficou incomodada e acelerou o passo. Chegou no ponto de ônibus e sentiu uma presença estranha, o grupo de malandros do bairro estava no mesmo lugar que ela - Ei, não me diga que aquela é a Aryana, ufff da noite pro dia ficou com um corpão de foxy - É verdade, que bunda mais deliciosa e a safada ainda se atreve a usar essas calças tão justas, numa dessas acho que vou convidá-la pra sair — murmuravam os malandros enquanto Aryana ouvia tudo Aryana colocou as mãos pra trás tentando cobrir sua bunda enquanto corria rapidamente pro ônibus que tinha acabado de chegar, mas bem antes de subir o último degrau do carro ouviu: -ESSA BUNDA JÁ AGUENTA!!! — soltou um dos malandros Aryana ficou vermelha enquanto os outros passageiros olhavam pra ela... Fim do capítulo 1
1 comentários - A Perversão de Aryana: Cap #1