Férias fora do comum 4

Dia 12. Quarta-feira. Quando acordei, percebi que estava sozinha. Apesar de ser cedo, não achei estranho, pois Ale sempre era o primeiro a levantar. Levantei e, depois de trocar o pijama que estava usando, fui para a sala. Não tinha ninguém. Estranhando, saí para fora atravessando a porta de correr e encontrei os dois menores cochichando na piscina. — Vocês não tomaram café da manhã? — perguntei, um pouco desconcertada. — Tomamos, preparamos umas torradas — respondeu Ale. — E a lição de casa? — me dirigi a Raúl, que gesticulou se fazendo de bobo. Os dois irmãos se separaram, começando a nadar cada um pro seu lado. Tive a sensação de que algo estranho estava acontecendo, mas não dei muita importância. — Tá bom — me resignei enquanto voltava pro apartamento pra preparar um café. Poucos minutos depois eu estava na água junto dos meus dois primos pequenos. — Hoje você não faz topless? — me desconcertou Ale, corando como sempre, enquanto o pequeno ria às gargalhadas. — Por quê? — Sei lá… Se ele tinha alguma artimanha, não tinha pensado muito bem. Me fez rir por dentro. — Você só faz quando o Jesus tá aqui? — me perguntou Raúl. Que ideias tinha meu primo! — Não — respondi, sorrindo, totalmente desconcertada com a conversa. — Então? — insistiu Ale. — Pois é, sei lá… — É que você não quer na frente da gente? — me pressionou Raúl. — Não é isso… Em parte era sim. Normalmente eu não teria problema nenhum em fazer topless na frente dos meus primos, mas depois de tudo que tinha acontecido com Ale preferia não fazer. No entanto, não gostei que os meninos ficassem com essa impressão. Decidi baixar o tom da conversa com uma brincadeira. — Vamos ver — sorri, travessa —, eu tiro a parte de cima se vocês também se despidem. Nem tinha considerado a possibilidade de que levassem a sério. Porém, os dois irmãos me surpreenderam. — Beleza! — aceitaram em uníssono, tirando os sungas e jogando pra fora da piscina. Meu rosto deve ter refletido a tremenda perplexidade pela reação dos meus primos. Depois de alguns segundos de total incredulidade, percebi que estava na água junto com dois meninos totalmente nus e não consegui evitar rir descontroladamente. Que situação com os dois pequenos! —Bom, então acho que devo cumprir —sorri, tentando não dar muita importância, enquanto tirava a parte de cima do biquíni, me divertindo com a situação. Levantei a peça com uma mão e, depois de algumas voltas para pegar impulso, joguei junto com as sungas. —Eita! —vibraram Raúl e Ale, me divertindo. —Ei, mas não é justo que a gente esteja nu e você não —provocou o pequeno. —vocês tiraram as sungas porque quiseram —reclamei. —Não, porque você pediu —esclareceu Ale. Eu tinha pedido? Como isso soava mal. Não tinha a sensação de que realmente tinha acontecido desse jeito, mas talvez ele tivesse um pouco de razão. Tive a impressão de que a coisa começava a sair um pouco do controle. O que eu estava fazendo seminuha dentro de uma piscina junto com meus primos pequenos completamente pelados? E o pior era que eu estava me divertindo pra caralho apesar das circunstâncias. Pensei mais uma vez no meu marido e na vontade enorme que eu tinha de vê-lo de novo pra dar uma boa transada. Mas isso teria que esperar ainda. Enquanto isso, não me pareceu tão ruim me divertir um pouco pra amenizar a espera. Isso ou eu ficaria louca. Afinal, estava claro que não ia acontecer nada. —Tá bom —aceitei. Nem eu acreditava, mas sem hesitar puxei a única peça que me restava, deslizando-a pelas minhas pernas até ficar completamente nua debaixo da água. Meus primos se comportavam com total naturalidade. Parecia que tirar a roupa na piscina com uma garota como eu era coisa de todo dia. Começamos a brincar como normalmente. Guerrinha de água, empurrões, corridas e agarrações. Mas, claro, estávamos nus e os roçamentos eram tão inevitáveis quanto constantes. —Ei! —reclamei com o primeiro encoxamento de peito totalmente descarada. Raúl só reagiu sorrindo com malícia e se afastando rapidamente a nado do local do crime, como se não tivesse sido nada além de uma molecagem. Mas essa foi só a primeira mão na bunda. À medida que os garotos iam ficando mais ousados, apesar das minhas repreensões brincalhonas, eu mais me acostumava. Mas o que mais me dava graça era quando em algum dos empurra-empurra eles me batiam sem querer com seus grandes e duros membros. Sabia que Raúl era bem dotado, mas tive a impressão de que Fer não tinha absolutamente nada a invejar. De repente, avistei a figura de Jorge do outro lado do vidro da porta de correr, nos observando. O coração me deu um pulo, tanto pelo susto de não esperar por aquilo quanto pela sensação de ter sido pega fazendo algo errado. —Bom, garotos, acho que já é o suficiente —cortei o papo. Os dois irmãos reclamaram. Sem dúvida estavam se divertindo muito mais que bem. Pedi que saíssem primeiro, pois não queria me mostrar nua, e não pareceu incomodá-los emergir da água completamente de pau duro como estavam. Era a primeira vez que via Ale nu e, embora não pudesse reparar bem devido à abundante pelagem que tinha no pubis, tive a impressão de que possuía um pau tremendamente grande, maior que o de Raúl. Ainda assim, não tinha totalmente claro se minha imaginação estava me pregando uma peça, pois começava a me excitar pensar que, com o quanto ele era bonito, meu primo adolescente tivesse um bom pau. Começava a me sentir ligeiramente descontrolada. Observando os pequenos se afastarem, instintivamente, levei uma mão à virilha. Estava novamente excitada, mas muito mais que nos últimos dias. Tinha a impressão de que, enquanto não me aliviasse, os tesões pareciam se acumular, aumentando minha libido um pouco mais a cada vez. Deu muita vontade de me tocar, mas logo percebi que o mais velho não tirava os olhos de mim. A custo reprimi a vontade de me masturbar sob o água. Claro, eu não queria fazer isso enquanto o Jorge me olhava. Embora eu tenha contado o que aconteceu pro Jesus naquela mesma tarde quando falei com ele por telefone, a verdade é que eu omiti os detalhes mais picantes. Como se tudo tivesse sido uma brincadeira, contei como a gente tinha acabado pelado debaixo d'água na piscina, mas calei a boca sobre o que rolou lá dentro e, principalmente, sobre o que eu senti e experimentei no meu próprio corpo. Se tinha algo de bom em tudo o que estava acontecendo com meus primos, era que minha relação com eles até tinha melhorado. Tinha mais confiança e cumplicidade entre a gente. Sem que as coisas saíssem do controle, tinha virado rotina eles me soltarem cantadas sem vergonha nenhuma ou, com um certo disfarce, buscarem roces sutis comigo. Eu curtia a situação tentando não dar muita bola. Eu tinha passado de me sentir estranha e desconfortável por causa dos acontecimentos inesperados pra me sentir como se estivesse flutuando numa nuvem graças à testosterona juvenil dos garotos. Afinal, qual mulher não gosta de se sentir desejada?

1 comentários - Férias fora do comum 4

O que faz a prima que engole os primos e vive levando porra deles