Continue a conversa pelo Instagram.
Eu: Não tirei fotos.
J: Como assim? Sou colombiana, não sou estúpida. Vi o flash.
Eu: Capaz foi a lanterna.
J: Me diga a verdade, se faça homem então.
Eu: Bom, sim. Tirei fotos.
J: Por que fez isso?
Eu: Pra me masturbar.
Meu rosto caía de vergonha, mas pelo menos falei a verdade, só de me olhar já sabia que eu era um punheteiro, é a realidade.
J: E te serviram?
Eu: Como assim me serviram?
J: Você sabe, pra se satisfazer.
Eu: A verdade é que sim.
J: Quando nos vermos, me mostra.
Eu: Pensava em apagar, me senti mal por fazer isso, desculpa.
J: Sim claro, com certeza vai apagar. Continue vendo, até mais, te mando um beijo como o de hoje, mas com uma diferença.
Eu: Qual?
J: Que esse eu mando onde você quiser 😜
Automaticamente o pau voltou a endurecer e minha mão a apertá-lo, subindo e descendo como uma desvairada, não tinha como desgrudar, o prazer era demais, nem preciso dizer que gozei de novo. Parecia ter uma reserva de porra que se desbloqueou naquele momento e me sujei completamente de novo, foi tanto que tive que tomar banho.
Na segunda ela me escreveu pedindo se eu podia ir buscar algumas coisas numa papelaria perto e deixar no colégio, claro que aceitei. No dia seguinte ela me pediu de novo pra buscar outras coisas e levar pro colégio, então aceitei de novo e fiz.
Na sexta, estando na aula de matemática com um velho chato, bateram na porta da sala e ele deu permissão pra pessoa entrar. Era ela, linda, com um sorriso radiante e seu sotaque característico.
J: Desculpe, professor, posso pedir um favor?
Profe: Sim, claro, o que quiser. Disse o punheteiro, um ciúme me invadiu.
J: Preciso levar uma pessoa, por uns minutos. É por causa do ato, pode ser?
Profe: Pode ir.
J: Muito obrigada. Disse ela, lançando um sorriso comprador.
Ela me olhou e fez sinal com a mão "Pode vir ou tá muito ocupado?" Eu me levantei Imediatamente "Vou". Ela continuava parada no umbral, ao me aproximar colocou uma mão sobre meu ombro e me deu um beijo no rosto "Jajá devolvo" disse e saímos.
Eu: Que foi?
J: Agora você vai ver, preciso de você uns minutinhos só.
Caminhamos e quando chegamos a uma escada ela disse "Espera" subiu 3 ou 4 degraus e se virou "Não, melhor vem" continuou subindo as escadas enquanto eu ia atrás dela, com os olhos grudados na bunda dela, os quadris se balançavam de um jeito incrível, enquanto o jeans que ela usava apertava as pernas e parecia que as costuras na bunda dela iam explodir, somando o aventalzinho azul que ela usava, a única coisa que eu pensava era em não ficar de pau duro, não saberia como disfarçar. Terminamos um trecho da escada, chegamos ao patamar e ela se virou, me viu enquanto eu olhava a bunda dela, mesmo tentando disfarçar era impossível, seguimos caminho.
O segundo andar do colégio é bem tranquilo, tem 7 salas das quais as primeiras 3 ou 4 são usadas como oficina, seja de informática ou de ciências naturais, as outras 3 estão vazias. Naquele dia só a segunda e terceira sala estavam com alunos, não sei por que não têm janelas que dão pro corredor, ninguém nos via, na verdade se não passássemos perto das portas também não se ouvia a pouca algazarra lá dentro.
Paramos na 6ª sala, ela tirou a chave que tinha num bolso e entramos.
J: Você ajudou muito esses dias, obrigada.
Eu: Não foi nada. Minhas mãos suavam.
J: Não teria conseguido fazer tudo sem sua ajuda.
Eu: Pode contar comigo, pro que precisar.
J: Estava pensando em como te agradecer e me veio uma ideia, com certeza tem presentes muito melhores mas é o que tenho.
Eu: Não precisa de nada, eu gosto de te ajudar e...
J: E o quê?
Eu: Estar perto de você. Disse em voz baixa, olhando pro chão.
J: Você é muito fofo. Quero te dar algo também, por favor aceita.
Eu: Bom, o que é?
J: Queria te dar uma foto.
Eu: Que legal, obrigado.
Que virgem que sou, meu Deus, eu pensava algo totalmente diferente do que realmente aconteceu.
J: Tá com o celular?
Eu: Tô.
J: Põe a câmera então.
Eu pensava que seria uma selfie talvez, ajeitei o cabelo pra tentar sair o melhor possível, embora me ver realmente o mais normal possível já basta. Sorri porque percebi que eu pensei uma coisa e ela tinha outra totalmente diferente na cabeça. Caminhou até uma janela que dava pro quintal e apoiou os braços no batente se abaixando, a bunda dela tava realmente linda e notei que meu pau começou a ficar duro.
J: Tá gostando da vista?
Eu: Pra falar a verdade, sim. Respondi nervoso.
J: Prepara a câmera e aponta pra mim.
Levantei o celular apontando pra ela, se o presente dela era me deixar tirar uma foto dela do jeito que tava, era mais do que eu podia imaginar, mas ela se levantou e disse "Não, melhor assim", desabotoou a calça e com um movimento de quadril forte de um lado pro outro, ia saindo pra fora a bunda enorme dela deixando tudo à vista, tava com uma fio-dental preta bem pequena, mas quando terminou e voltou a ficar na posição anterior apoiada na janela, não dava pra ver por causa do avental.
J: Esse é o seu presente, espero que goste. Tira a foto rápido que alguém pode vir.
Eu continuava com a boca entreaberta sem acreditar no que tava acontecendo, tirei a foto o melhor que pude e ao ver o flash ela perguntou "Saiu boa?" Revisei o mais rápido que pude e assenti com a cabeça. Ela voltou a subir a calça como dava, dava pra ver que era uma luta diária fazer isso por causa das pernas e da bunda proeminentes dela.
Se aproximou de mim e pediu pra ver.
J: Gostou do meu presente?
Eu: Sim. Eu praticamente não conseguia falar.
J: Acho que sem dúvidas você gostou.
Disse olhando pro meu meio das pernas, eu tava com o pau duro como pedra apontando pra frente, não sabia como disfarçar. Quando tentei falar, ela pôs a palma da mão direita na cabeça do meu pau e fez eu me assustar, mas rapidamente pôs o dedo indicador da outra mão na minha boca me dizendo "Shhh", pegou meu rosto e me beijou. Em que contexto isso poderia acontecer comigo? Era um sonho realizado, sempre pensei que se alguém do curso tivesse a oportunidade de que algo assim acontecesse, seria eu.
Esse beijo não foi tão curto quanto o primeiro, eu tentei acompanhar o ritmo o máximo que pude, era o segundo beijo que eu dava na minha vida, somando ao fato de que era minha professora e ainda por cima estava segurando meu pau com a mão. Dava pra ver que ela entendia essa situação e era muito gentil comigo, a mão dela mal se movia sobre meu pau, mas o prazer que me dava era imenso. O beijo terminou, ambos abrimos os olhos ao mesmo tempo.
J: Gostou?
Eu: Muito.
J: Confio que vai continuar ficando quieto.
Eu: Se eu abrir a boca, primeiro que você não ia querer me beijar mais e segundo, que ninguém ia acreditar em mim.
J: Melhor que continue pensando assim, toma.
Me deu a chave da sala.
J: Tá vendo aquela gaveta ali?
Eu: Sim.
J: Dentro tem o que você precisa pra quando terminar com isso.
Disse olhando pro meu pau, mas ainda sem soltá-lo.
J: Quando terminar, deixe tudo arrumado e me devolva a chave.
Me beijou mais uma vez e foi embora. Abri a gaveta e tinha um pacote grande de lenços descartáveis pra nariz, era óbvio que ela disse isso pra eu me limpar depois de terminar de me masturbar. Sem dúvidas foi uma das minhas melhores punhetas, das mais prazerosas e excitantes, por tudo que a levou a acontecer, ela pegava meu pau e cheirava minha mão, depois do meu cheiro forte dava pra sentir um resto do perfume dela, além disso eu estava na escola e se já era alvo de piadas, imaginem se me encontrassem me masturbando, mas não me importei e pelo contrário, o perigo me excitou mais.
Me imaginei que ela ficava na janela, igualzinha como estava na minha foto, e eu ajoelhado atrás lambendo o cu dela me esforçando pra separar as nádegas e chegar com minha língua no ânus dela, enquanto meu curso estava no recreio e podia vê-la. Depois eu me levantava e aparecia, enquanto à vista de todos começava a fodê-la com força, com o olhar Atônita com todos aqueles que sempre riram de mim, era uma masturbação que eu não queria que terminasse, mas aconteceu quando olhei meu pau com a cabeça totalmente vermelha, tentando lembrar a sensação da mão dela nele, com a diferença de que tentava imaginar que era a boca dela, quando consegui vê-la em 5 segundos acabei.
Peguei vários lenços e limpei o que pude, o chão em algum lugar tinha ficado pegajoso, mas não tinha como limpar. Fechei a porta, passei a chave e segui caminho até o curso onde ela estava dando aula, bati na porta e ouvi "Pode entrar" com aquele tom tão característico, respirei fundo e entrei, era uma turma de garotos mais velhos que eu, isso me deu um pouco de vergonha.
Eu: Com licença, vim devolver a chave.
Ela esticou a mão, sem se levantar da mesa, tive que me aproximar, não teve outro jeito. Enquanto os caras riam de mim baixinho, ela me olhava com carinho.
J: Shh, gente, abaixem o tom. Ele está me ajudando com a apresentação de fim de ano.
Caras: Que puxa-saco... O menino da professora, etc.
Não respondi nada, fiz ouvidos moucos, se soubessem o benefício que eu tenho por ajudar a professora, todos iam querer estar no meu lugar.
J: Terminou bem o trabalho?
Suspeitei de um comentário cúmplice.
Eu: Sim, tudo bem.
J: Então eu acabo?
Já não era suspeita, era realidade, mas os outros não entendiam.
Eu: Sim, por sorte terminei bem.
Quando ela estava prestes a me responder, eu também quis fazer um comentário picante, algo cúmplice que só ela entendesse.
Eu: Embora da próxima vez... Acho que vou precisar de um pouco mais de ajuda.
J: Olha ele, mesmo com a ajuda que eu dei, foi difícil?
Eu: Sim, um pouco.
J: Tá, tá, tá, depois a gente conversa então, mas achei que foi suficiente.
Eu: Um pouquinho mais pra próxima não seria ruim.
J: Ok, obrigada pela ajuda.
Me despedi e saí da sala, zoado pelos idiotas, mas dando uma provocada na professora que era a mais gostosa do colégio inteiro. Aquele dia, decidi não me masturbar pela simples razão de que sabia que ela falaria comigo e naquele dia e volta me daria alguma autossatisfação. À noite ela me escreveu direto no Whatsapp, foi direto ao ponto e não perdeu tempo. J: Então, custou pra fazer seu trabalhinho? Eu: Eu não diria trabalhinho, mas como você não viu, entendo que se confunda. Aos poucos eu ia me soltando, ela me permitia, pareciam diálogos de um filme pornô. J: Ai Mirelo você, talvez eu confirme e veja se é ou não um trabalho ou trabalhinho. Eu: Quando quiser. J: Me conta, fez algum outro trabalho essa tarde? Eu: Não, pensei que você poderia me dar algum e decidi esperar. J: Vou te dar um então, mas antes deixa eu te falar uma coisa. Eu: Tô ouvindo. J: O jeans que eu coloquei hoje, foi por sua causa e sei que você gostou. Depois fiquei com vergonha durante o dia de como ficava em mim e quase não levantei da cadeira dando aula porque os outros caras ficavam me olhando… você sabe. Eu: Como pra não ver, fica espetacular em você. J: Decidi te mandar uma foto de como esse jeans fica em mim, aí você tem um novo trabalhinho. Recebi uma foto dela de costas com o jeans, pelo amor de deus que rabo terrível que ela tem, o pau ficou duríssimo e minha mão já sabia o que fazer. Eu: Fica lindo esse jeans em você, já vou começar o trabalho que você me deu. Lembra, é trabalho e não trabalhinho. J: Pois é, vamos ver, bons sonhos. Nem preciso dizer como a coisa terminou, sem dúvidas eu tava me masturbando e gozando até a última gota. Já quero ver ela de novo. No dia seguinte cedo, enquanto tomava café da manhã recebi uma foto e embaixo dizia "Dá pra acreditar no que me aconteceu? Não acho meu jeans". O resto, no próximo capítulo.
Eu: Não tirei fotos.
J: Como assim? Sou colombiana, não sou estúpida. Vi o flash.
Eu: Capaz foi a lanterna.
J: Me diga a verdade, se faça homem então.
Eu: Bom, sim. Tirei fotos.
J: Por que fez isso?
Eu: Pra me masturbar.
Meu rosto caía de vergonha, mas pelo menos falei a verdade, só de me olhar já sabia que eu era um punheteiro, é a realidade.
J: E te serviram?
Eu: Como assim me serviram?
J: Você sabe, pra se satisfazer.
Eu: A verdade é que sim.
J: Quando nos vermos, me mostra.
Eu: Pensava em apagar, me senti mal por fazer isso, desculpa.
J: Sim claro, com certeza vai apagar. Continue vendo, até mais, te mando um beijo como o de hoje, mas com uma diferença.
Eu: Qual?
J: Que esse eu mando onde você quiser 😜
Automaticamente o pau voltou a endurecer e minha mão a apertá-lo, subindo e descendo como uma desvairada, não tinha como desgrudar, o prazer era demais, nem preciso dizer que gozei de novo. Parecia ter uma reserva de porra que se desbloqueou naquele momento e me sujei completamente de novo, foi tanto que tive que tomar banho.
Na segunda ela me escreveu pedindo se eu podia ir buscar algumas coisas numa papelaria perto e deixar no colégio, claro que aceitei. No dia seguinte ela me pediu de novo pra buscar outras coisas e levar pro colégio, então aceitei de novo e fiz.
Na sexta, estando na aula de matemática com um velho chato, bateram na porta da sala e ele deu permissão pra pessoa entrar. Era ela, linda, com um sorriso radiante e seu sotaque característico.
J: Desculpe, professor, posso pedir um favor?
Profe: Sim, claro, o que quiser. Disse o punheteiro, um ciúme me invadiu.
J: Preciso levar uma pessoa, por uns minutos. É por causa do ato, pode ser?
Profe: Pode ir.
J: Muito obrigada. Disse ela, lançando um sorriso comprador.
Ela me olhou e fez sinal com a mão "Pode vir ou tá muito ocupado?" Eu me levantei Imediatamente "Vou". Ela continuava parada no umbral, ao me aproximar colocou uma mão sobre meu ombro e me deu um beijo no rosto "Jajá devolvo" disse e saímos.
Eu: Que foi?
J: Agora você vai ver, preciso de você uns minutinhos só.
Caminhamos e quando chegamos a uma escada ela disse "Espera" subiu 3 ou 4 degraus e se virou "Não, melhor vem" continuou subindo as escadas enquanto eu ia atrás dela, com os olhos grudados na bunda dela, os quadris se balançavam de um jeito incrível, enquanto o jeans que ela usava apertava as pernas e parecia que as costuras na bunda dela iam explodir, somando o aventalzinho azul que ela usava, a única coisa que eu pensava era em não ficar de pau duro, não saberia como disfarçar. Terminamos um trecho da escada, chegamos ao patamar e ela se virou, me viu enquanto eu olhava a bunda dela, mesmo tentando disfarçar era impossível, seguimos caminho.
O segundo andar do colégio é bem tranquilo, tem 7 salas das quais as primeiras 3 ou 4 são usadas como oficina, seja de informática ou de ciências naturais, as outras 3 estão vazias. Naquele dia só a segunda e terceira sala estavam com alunos, não sei por que não têm janelas que dão pro corredor, ninguém nos via, na verdade se não passássemos perto das portas também não se ouvia a pouca algazarra lá dentro.
Paramos na 6ª sala, ela tirou a chave que tinha num bolso e entramos.
J: Você ajudou muito esses dias, obrigada.
Eu: Não foi nada. Minhas mãos suavam.
J: Não teria conseguido fazer tudo sem sua ajuda.
Eu: Pode contar comigo, pro que precisar.
J: Estava pensando em como te agradecer e me veio uma ideia, com certeza tem presentes muito melhores mas é o que tenho.
Eu: Não precisa de nada, eu gosto de te ajudar e...
J: E o quê?
Eu: Estar perto de você. Disse em voz baixa, olhando pro chão.
J: Você é muito fofo. Quero te dar algo também, por favor aceita.
Eu: Bom, o que é?
J: Queria te dar uma foto.
Eu: Que legal, obrigado.
Que virgem que sou, meu Deus, eu pensava algo totalmente diferente do que realmente aconteceu.
J: Tá com o celular?
Eu: Tô.
J: Põe a câmera então.
Eu pensava que seria uma selfie talvez, ajeitei o cabelo pra tentar sair o melhor possível, embora me ver realmente o mais normal possível já basta. Sorri porque percebi que eu pensei uma coisa e ela tinha outra totalmente diferente na cabeça. Caminhou até uma janela que dava pro quintal e apoiou os braços no batente se abaixando, a bunda dela tava realmente linda e notei que meu pau começou a ficar duro.
J: Tá gostando da vista?
Eu: Pra falar a verdade, sim. Respondi nervoso.
J: Prepara a câmera e aponta pra mim.
Levantei o celular apontando pra ela, se o presente dela era me deixar tirar uma foto dela do jeito que tava, era mais do que eu podia imaginar, mas ela se levantou e disse "Não, melhor assim", desabotoou a calça e com um movimento de quadril forte de um lado pro outro, ia saindo pra fora a bunda enorme dela deixando tudo à vista, tava com uma fio-dental preta bem pequena, mas quando terminou e voltou a ficar na posição anterior apoiada na janela, não dava pra ver por causa do avental.
J: Esse é o seu presente, espero que goste. Tira a foto rápido que alguém pode vir.
Eu continuava com a boca entreaberta sem acreditar no que tava acontecendo, tirei a foto o melhor que pude e ao ver o flash ela perguntou "Saiu boa?" Revisei o mais rápido que pude e assenti com a cabeça. Ela voltou a subir a calça como dava, dava pra ver que era uma luta diária fazer isso por causa das pernas e da bunda proeminentes dela.
Se aproximou de mim e pediu pra ver.
J: Gostou do meu presente?
Eu: Sim. Eu praticamente não conseguia falar.
J: Acho que sem dúvidas você gostou.
Disse olhando pro meu meio das pernas, eu tava com o pau duro como pedra apontando pra frente, não sabia como disfarçar. Quando tentei falar, ela pôs a palma da mão direita na cabeça do meu pau e fez eu me assustar, mas rapidamente pôs o dedo indicador da outra mão na minha boca me dizendo "Shhh", pegou meu rosto e me beijou. Em que contexto isso poderia acontecer comigo? Era um sonho realizado, sempre pensei que se alguém do curso tivesse a oportunidade de que algo assim acontecesse, seria eu.
Esse beijo não foi tão curto quanto o primeiro, eu tentei acompanhar o ritmo o máximo que pude, era o segundo beijo que eu dava na minha vida, somando ao fato de que era minha professora e ainda por cima estava segurando meu pau com a mão. Dava pra ver que ela entendia essa situação e era muito gentil comigo, a mão dela mal se movia sobre meu pau, mas o prazer que me dava era imenso. O beijo terminou, ambos abrimos os olhos ao mesmo tempo.
J: Gostou?
Eu: Muito.
J: Confio que vai continuar ficando quieto.
Eu: Se eu abrir a boca, primeiro que você não ia querer me beijar mais e segundo, que ninguém ia acreditar em mim.
J: Melhor que continue pensando assim, toma.
Me deu a chave da sala.
J: Tá vendo aquela gaveta ali?
Eu: Sim.
J: Dentro tem o que você precisa pra quando terminar com isso.
Disse olhando pro meu pau, mas ainda sem soltá-lo.
J: Quando terminar, deixe tudo arrumado e me devolva a chave.
Me beijou mais uma vez e foi embora. Abri a gaveta e tinha um pacote grande de lenços descartáveis pra nariz, era óbvio que ela disse isso pra eu me limpar depois de terminar de me masturbar. Sem dúvidas foi uma das minhas melhores punhetas, das mais prazerosas e excitantes, por tudo que a levou a acontecer, ela pegava meu pau e cheirava minha mão, depois do meu cheiro forte dava pra sentir um resto do perfume dela, além disso eu estava na escola e se já era alvo de piadas, imaginem se me encontrassem me masturbando, mas não me importei e pelo contrário, o perigo me excitou mais.
Me imaginei que ela ficava na janela, igualzinha como estava na minha foto, e eu ajoelhado atrás lambendo o cu dela me esforçando pra separar as nádegas e chegar com minha língua no ânus dela, enquanto meu curso estava no recreio e podia vê-la. Depois eu me levantava e aparecia, enquanto à vista de todos começava a fodê-la com força, com o olhar Atônita com todos aqueles que sempre riram de mim, era uma masturbação que eu não queria que terminasse, mas aconteceu quando olhei meu pau com a cabeça totalmente vermelha, tentando lembrar a sensação da mão dela nele, com a diferença de que tentava imaginar que era a boca dela, quando consegui vê-la em 5 segundos acabei.
Peguei vários lenços e limpei o que pude, o chão em algum lugar tinha ficado pegajoso, mas não tinha como limpar. Fechei a porta, passei a chave e segui caminho até o curso onde ela estava dando aula, bati na porta e ouvi "Pode entrar" com aquele tom tão característico, respirei fundo e entrei, era uma turma de garotos mais velhos que eu, isso me deu um pouco de vergonha.
Eu: Com licença, vim devolver a chave.
Ela esticou a mão, sem se levantar da mesa, tive que me aproximar, não teve outro jeito. Enquanto os caras riam de mim baixinho, ela me olhava com carinho.
J: Shh, gente, abaixem o tom. Ele está me ajudando com a apresentação de fim de ano.
Caras: Que puxa-saco... O menino da professora, etc.
Não respondi nada, fiz ouvidos moucos, se soubessem o benefício que eu tenho por ajudar a professora, todos iam querer estar no meu lugar.
J: Terminou bem o trabalho?
Suspeitei de um comentário cúmplice.
Eu: Sim, tudo bem.
J: Então eu acabo?
Já não era suspeita, era realidade, mas os outros não entendiam.
Eu: Sim, por sorte terminei bem.
Quando ela estava prestes a me responder, eu também quis fazer um comentário picante, algo cúmplice que só ela entendesse.
Eu: Embora da próxima vez... Acho que vou precisar de um pouco mais de ajuda.
J: Olha ele, mesmo com a ajuda que eu dei, foi difícil?
Eu: Sim, um pouco.
J: Tá, tá, tá, depois a gente conversa então, mas achei que foi suficiente.
Eu: Um pouquinho mais pra próxima não seria ruim.
J: Ok, obrigada pela ajuda.
Me despedi e saí da sala, zoado pelos idiotas, mas dando uma provocada na professora que era a mais gostosa do colégio inteiro. Aquele dia, decidi não me masturbar pela simples razão de que sabia que ela falaria comigo e naquele dia e volta me daria alguma autossatisfação. À noite ela me escreveu direto no Whatsapp, foi direto ao ponto e não perdeu tempo. J: Então, custou pra fazer seu trabalhinho? Eu: Eu não diria trabalhinho, mas como você não viu, entendo que se confunda. Aos poucos eu ia me soltando, ela me permitia, pareciam diálogos de um filme pornô. J: Ai Mirelo você, talvez eu confirme e veja se é ou não um trabalho ou trabalhinho. Eu: Quando quiser. J: Me conta, fez algum outro trabalho essa tarde? Eu: Não, pensei que você poderia me dar algum e decidi esperar. J: Vou te dar um então, mas antes deixa eu te falar uma coisa. Eu: Tô ouvindo. J: O jeans que eu coloquei hoje, foi por sua causa e sei que você gostou. Depois fiquei com vergonha durante o dia de como ficava em mim e quase não levantei da cadeira dando aula porque os outros caras ficavam me olhando… você sabe. Eu: Como pra não ver, fica espetacular em você. J: Decidi te mandar uma foto de como esse jeans fica em mim, aí você tem um novo trabalhinho. Recebi uma foto dela de costas com o jeans, pelo amor de deus que rabo terrível que ela tem, o pau ficou duríssimo e minha mão já sabia o que fazer. Eu: Fica lindo esse jeans em você, já vou começar o trabalho que você me deu. Lembra, é trabalho e não trabalhinho. J: Pois é, vamos ver, bons sonhos. Nem preciso dizer como a coisa terminou, sem dúvidas eu tava me masturbando e gozando até a última gota. Já quero ver ela de novo. No dia seguinte cedo, enquanto tomava café da manhã recebi uma foto e embaixo dizia "Dá pra acreditar no que me aconteceu? Não acho meu jeans". O resto, no próximo capítulo.
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